A criada da minha esposa 2

No domingo, minha dona Sandra mandou eu levantar às 8 pra fazer as tarefas de casa e disse que às 12 tinha que estar tudo pronto, aí ela ia me explicar o plano do dia. Quando terminei, me apresentei na frente dela. — Senhora, já terminei as tarefas. — Bem, Sofia, estou muito surpresa com você, não esperava que fosse uma boa criada. Hoje meus pais vêm almoçar, eles trazem a comida pronta e você só vai servir na mesa. Quero que vista o vestido rosa de criada e, principalmente, que seja obediente e não cometa erros, porque vou ficar muito brava e meu pai, você já sabe, é pior que eu, entendeu, Sofia? — Sim, senhora — respondi nervosa. — Vai se trocar logo, senão eles chegam e você não está pronta. Fui pro meu quarto, vesti o que minha dona mandou e me apresentei de novo na frente dela. — Senhora, já estou pronta. — Deixa eu ver você direitinho... tá perfeita, esse vestido rosa de criada cai muito bem com esse cabelo loiro platinado. Pode começar a preparar a mesa pra três. Coloquei uma toalha, arrumei os talheres e deixei tudo pronto. — Sofia, eles não demoram pra chegar. Você abre a porta quando chegarem, dá as boas-vindas educadamente, pega as sacolas que eles trouxerem com a comida e vai pra cozinha, começa a preparar tudo pra servir pra gente, entendeu? — Sim, senhora. Uns minutos depois, eles chegaram. Abri a porta, cumprimentei, mas nem me olharam. Me entregaram três sacolas com um certo desprezo e entraram direto pra sala, cumprimentando a filha. Eu passei por eles e fui pra cozinha, deixei as sacolas na bancada e comecei a tirar a comida: frango assado, croquetes, canelones e batatas. — Sofia, pode vir aqui um momento? — Sim, senhora. Fiquei na frente dos três, que estavam me encarando. — Então, o que vocês acham do trabalho que fiz com ela? Ninguém diria que era meu marido, né? — Tô surpreso, filha, não esperava essa mudança. Fica muito bem assim com esse cabelo de loira burra, hahaha. — Enquanto isso, Sofia vai servindo a comida pra gente. Te ponho a par de tudo. Já ouviu, se apressa e serve a comida. Servi a comida e fiquei ao lado da porta da cozinha, de pé, com as mãos uma sobre a outra no colo, esperando ordens ou que terminassem de comer pra recolher e servir a sobremesa. Sandra não deixou um detalhe sem explicar e, por fim, disse que eu tinha arrumado um namorado e contou o que aconteceu com Ramón, e que ele viria me ver algum dia durante a semana pra eu satisfazê-lo, como já era minha obrigação com meu homem. Não dava mais pra ser tão humilhada por ela e pelos pais dela. Eles riam e faziam comentários enquanto eu esperava ordens ali parada, como se fosse mais um móvel da sala. Quando terminaram de comer, recolhi a mesa, servi a sobremesa e, por fim, o café. Minha ama mandou eu recolher e limpar a cozinha. Lá pelas 6 da tarde eles foram embora e ficamos só nós duas. — Você se saiu muito bem, Sofia. Estou orgulhosa de você. — Obrigada, senhora, mas eu gostaria de comer alguma coisa. Ainda não comi. — Não comeu? Pensei que sim. Tá bem, pode comer se sobrou alguma coisa. Com a porra da minha permissão, pode fazer isso. Considere um prêmio. — Obrigada, senhora. Comi um pouco de frango e canelones que tinham sobrado, e depois minha ama me deu permissão pra me retirar até as 8 pra descansar, e naquela hora preparar o jantar dela. E fim daquele fim de semana humilhante. Na segunda, continuei meu aprendizado com a Marta. Naquele dia, ela começou a me ensinar a cozinhar, e foi assim a semana toda. Na quarta, o Ramón veio e, como a mulher dele que eu era, tive que me entregar a ele. Primeiro, tive que ocupar meu lugar de joelhos pra dar um boquete nele e, logo em seguida, levar uma boa foda. A semana passou rápido e, no sábado, minha ama me fez vestir uma minissaia preta e um top. Me levou de novo na loja da Agatha pra cumprimentá-la antes de ir a um encontro que a Agatha tinha marcado pra mim. Ficaram quase uma hora conversando até que minha ama disse que já tava quase na hora. A Agatha fechou a loja pra nos levar até o lugar. Uns 5 minutos depois, a gente entrava num... Uma loja de piercings e tatuagens. - Aqui é a Sandra, oi Pedro. - Oi, Agatha. Apresento a Sandra. - E esta é sua criada sissy Sofia, pra você fazer o que ela mandar. - Então vamos nessa, sigam-me. Fomos pra um quarto e ele me mandou deitar numa maca. - Onde vocês querem que eu faça? - No tornozelo, pra ela poder exibir. Já percebi que iam me tatuar, o cara começou a preparar meu tornozelo e em pouco tempo já tava raspando, e em uma hora tinha terminado. - Pronto, o que acharam? - Perfeito. - Bom, então vamos pro próximo passo, não se mexe daí, vai doer um pouco. Ele pegou meu umbigo e em menos de um minuto, com um grito de dor, eu tava com um piercing no umbigo. - Pronto, o que vocês queriam. Quando me levantei, pude ver a tatuagem: era uma letra Q com uma pica no meio, igualzinha a que vi na Carla, a submissa da Agatha, e no mesmo lugar. Eles se despediram e saímos da loja rumo à casa da Agatha. Assim que chegamos, Agatha entregou uma caixa de comprimidos pra Sandra. - Toma, Sandra, pra ela tomar um por dia. Em poucos dias, os mamilos dela vão ficar sensíveis como os de uma mulher e ela vai sentir prazer quando tocarem neles. Ela pegou, se despediram, e minha dona me levou ao shopping pra comprar mais roupas íntimas, um babydoll vermelho com meia-calça e liga, e umas roupas. Saímos de lá perto das 9 da noite, fomos pra casa e ela me fez tomar o primeiro comprimido. Minha dona tava terminando de jantar quando ouvi o barulho de um carro e, em instantes, bateram na porta. Fui abrir e me deparei com o Ramão na minha frente, fiquei surpresa, não esperava por ele, ainda mais naquela hora. Cumprimentei ele friamente, mas ele segurou minha cabeça e me beijou na boca, entrou e foi até minha dona. - Que surpresa, né, Sofia? - Sim, senhora. - Recolhe a mesa, já terminei de jantar, e prepara o jantar pra você e pro seu homem. Vou dormir e deixo vocês a sós pra você intimar um pouco com ele durante o jantar. Quando vocês terminarem, não precisa arrumar a cozinha. Vai pro seu quarto e veste aquele conjunto vermelho lindo que te fiz comprar hoje. Era pra isso mesmo: pra você ficar bem gostosa esta noite pro seu homem e passar uma boa noite com ele. Ele vai dormir com você depois que você cumprir suas obrigações de mulher, e amanhã não precisa acordar cedo, tem a manhã livre pra curtir com ele.

Eu ouvia aquilo espantada, não esperava por isso. Quando ela terminou, virou e foi embora. Fiquei parada olhando ela se afastar, até que a voz do Ramón me tirou do transe. — Acorda, tia, tô com fome. — Sim, desculpa, já vou. Recolhi o jantar da minha ama e fui pra cozinha. Ia ver o que podia preparar de janta quando a voz do Ramón me interrompeu. — Sofia, não vai me oferecer nada pra beber enquanto espero? — Desculpa, uma cerveja? — Sim. Levei a cerveja, entreguei pra ele e voltei pra cozinha. Preparei bife de alcatra com batata e uns ovos fritos, pus a mesa com guardanapos, a comida pra nós dois. O jantar foi praticamente em silêncio. No fim, recolhi a mesa, deixei tudo arrumado na cozinha e fui pra sala. — Ramón, vou pro meu quarto me vestir. — Já terminou sua tarefa na cozinha? — Não, minha ama disse que não precisava. — Agora ela não tá aqui. Aqui quem manda sou eu, e sua obrigação é fazer as tarefas como te cabe, como a mulher da casa. Volta pra cozinha e faz. — Sim, já vou. Entrei na cozinha de novo, lavei tudo, deixei limpa e voltei pra sala. — Pronto, Ramón. — Assim que eu gosto. Não esquece que o homem sou eu e você me deve obediência como minha mulher que é, entendeu? — Sim, Ramón. — Bem, agora pode ir se trocar. Quero ver o quão puta você fica pra mim. Quando estiver pronta, me chama.

Fui pro quarto, me troquei. Coloquei o babydoll, liga, meia e salto. Passei batom vermelho nos lábios. — Já tô pronta, Ramón. Ouvi os passos dele se aproximando. Esperei ele ao pé da cama, olhando pra porta. Ele entrou no quarto e ficou me encarando. - Aí parada em pé desse jeito não é como uma puta deve receber o macho dela, chega mais. Eu me aproximei dele, ele me agarrou, me virou e me deu dois tapas fortes na bunda. - Assim você vai aprender qual é o seu lugar, agora vou sair de novo, quando estiver pronta, me chama. - Sim, Ramón. Ele saiu e em menos de um minuto eu o chamei. - Já estou pronta. Ele entrou no quarto, se aproximou de mim e colocou uma mão na minha cabeça. - Sabia que você era uma puta esperta, tem que ser assim, ajoelhada na frente do seu macho, submissa e obediente. Vai lembrar da próxima vez, né? - Sim, senhor. - Bom, agora você já sabe o que fazer, certo? - Sim, senhor. Eu desabotoei a calça dele, puxei pra baixo e ia baixar a cueca, mas ele mandou eu tirar a calça. Tirei, e em seguida tirei a cueca dele, segurei o pau dele com uma mão e levei minha boca até ele, começando a chupar. - Você tava morrendo de vontade disso, hein? É uma puta muito gulosa. Fiquei chupando ele por mais de dez minutos, enquanto ele me chamava de puta, gostosa, vadiazinha, etc. Quando ele foi gozar, segurou minha cabeça com força, mantendo o pau na minha boca e despejando o leite no fundo da minha garganta. Em seguida, ele me levantou e me empurrou pra cama, ficando eu de barriga pra cima. Começou a acariciar minha barriga e desceu pras minhas pernas, enfiando a mão entre elas, o que fez com que eu abrisse as pernas. - Que puta você é, com que facilidade abre as pernas. Eu não dizia nada, deixava ele fazer. Ele começou a me tocar por cima da calcinha, devagar enfiou a mão por dentro. Senti uns dois dedos tocarem o que agora era meu clitóris. - Você tá bem molhada, puta. Ele pegou lubrificante, afastou a calcinha pro lado e me lubrificou bem, enfiando até três dedos. Se meteu entre minhas pernas e o pau entrou de uma vez, e ele começou a me foder primeiro com movimentos lentos, pra ir acelerando aos poucos, fazendo eu começar a gemer rápido. Era a primeira vez que eu transava de frente, e eu desviava o olhar. - É assim que eu quero ouvir você gemer, olha na minha cara, quero ver sua cara de prazer e de puta. Vadia, o que você tá falando, e também vê como eu aproveito te foder, seu macho. É tão gostoso ouvir seus gemidos, me diz, você gosta de ser minha vadia? - Ahhh sim. - Eu sei, dá pra ver como você curte, me diz, vadia, quem sou eu? - Ramón. - Esse é meu nome, você é minha vadia e eu sou seu? - Meu macho. - Isso, quero que fique bem claro, minha vadia tem que ser submissa e obediente, certo? - Sim. Ele ficou me fodendo sem parar por quase 20 minutos, me obrigando a olhar na cara dele o tempo todo enquanto me lembrava que eu era a vadia dele. - Porra, tô quase gozando, vou te deixar bem prenha, vadiazinha. De repente, senti meu interior se encher de porra, mas minha surpresa não acabou ali, ele saiu de entre minhas pernas. - Não se mexe, continua de pernas abertas, olha que joia mais linda que tenho pra você, sabe o que é? - Sim, um plug anal. - É um presente pra minha vadia, sempre que te foder vou colocar ele, assim você não vai expulsar minha porra e seu corpo vai absorver, não gosto que seja desperdiçada. Enquanto ele explicava, enfiou o plug e arrumou direitinho minha calcinha. - Antes de dormir, quero que me traga um copo d'água. Ele se levantou da cama, e eu já fui arrumar a calcinha primeiro, e quando ia sair do quarto, ele me deu um tapão na bunda. - Que rabo gostoso você tem. Levei a água pra ele e fui no banheiro fazer xixi, quando abaixei a calcinha, ela tava cheia do meu fluido vaginal e da porra do meu macho que tinha vazado, me limpei e fui pra cama, Ramón já tava deitado e me fez um espaço na cama estreita. - Vem, deita do meu lado. Ele tava completamente pelado e eu ia dormir com meu babydoll, as ligas e as meias, a única coisa que tirei foram os saltos. Deitei do lado dele de costas, ele me pegou pela cintura e me puxou pra perto dele, ficando na posição de conchinha. Nessa posição, eu gostava de dormir não faz muito tempo, pegando minha ex-mulher e encostando meu pau na bunda dela pra ela sentir, agora era eu quem ocupava aquele lugar, sentindo o pau do Ramón encostado na minha bunda, e que pau, dobrava o meu. Demorei pra pegar no sono e acordei várias vezes, já eram quase 10 horas quando o Ramón me acordou. - Hora de acordar, sua putinha. - Já tô acordada, dormi horrível. - Isso não é problema meu. Quando me virei, vi que ele tava com o pau bem duro e não consegui evitar de olhar fixamente pra ele. - Vai cair os olho de tanto olhar, sabia que uma mulher bem alimentada é uma mulher feliz. Ele empurrou minha cabeça pra baixo. - E não tem coisa que deixe um homem mais feliz do que acordar e ver sua putinha chupando ele. Comecei a chupar ele, enquanto ele acompanhava meus movimentos com uma mão na minha cabeça e com a outra batia no meu rabo e dava uns tapas. Levou uns 15 minutos pra gozar, e depois deixei ele bem limpinho. - Você se tornou uma putinha muito boa, agora enquanto eu vou no banheiro, vai me preparar um café, porque você já tomou seu leite. Fui pegar uma roupa. - Não perde tempo se vestindo, desce assim mesmo. Fui pra cozinha preparar o café dele, o plug anal me fazia dar passos bem curtos, e em 2 minutos já tava servindo. - Valeu, acho que você vai ter que cumprir suas obrigações de empregada. - Sim. - Pode ir vestir seu uniforme de empregada. Subi pro quarto, como já tava de vermelho, vesti o vestido vermelho de empregada e comecei a arrumar a cama. Tava arrumando quando minha senhora apareceu. - Bom dia, Sofia. - Bom dia, senhora. - Teve uma boa noite? - Sim, senhora. - Espero que tenha cumprido suas obrigações de mulher com seu homem na cama. - Sim, senhora. - Muito bem, assim que eu gosto. Agora larga isso e prepara meu café da manhã. - Já vou, senhora. Servi o café da manhã pra minha senhora e subi pra arrumar as camas. Depois desci pra começar a tirar o pó. Minha senhora e o Ramón estavam conversando animadamente enquanto me olhavam e riam. - Ela fica tão sexy e tão putinha com esse uniforme vermelho, é lindo, né Ramón? - Sim, muito bonito. - Aliás, Sofia, você não me contou que o Ramón te deu uma joia, não vai me mostrar? - Não lembrei de contar. - Vem cá. Mostre pra ela. Me aproximei, virei de costas, levantei um pouco a saia, baixei a calcinha, empinei a bunda pra trás e mostrei. — É uma buceta linda, Sofia, você deve ser muito grata ao seu homem, né. — Sim, senhora. Me ajeitei pra arrumar a calcinha. — Quieta, abaixa a calcinha até a metade da coxa, chega perto da mesa e apoia os cotovelos se inclinando, oferecendo essa bunda, assim, abre bem as pernas pra esticar a calcinha, muito bem, Sofia, uma posição bem de putinha, perfeita pra ser bem fodida, Ramão, é toda sua. Ramão chegou por trás, tirou o tampão e sem lubrificar começou a me penetrar, custou um pouco, mas na força ele meteu tudo e começou a me foder forte, fazendo eu gritar. Por sorte, não demorou mais que uns minutos pra gozar. Depois de tirar, colocou o tampão de novo, e eu fiquei exausta e dolorida, apoiada na mesa. — Agora sim, já pode subir a calcinha e continuar com suas obrigações. Se acostuma a ser fodida assim na minha frente, adoro te ver tão putinha. Continuei com minhas tarefas e daí a pouco Ramão disse que voltaria na terça, se despediu e foi embora. Minha ama se retirou pro quarto dela e desceu uns 30 minutos depois. — Sofia, vou comer fora. Quando terminar as tarefas, pode descansar. — Obrigada, senhora. Fiz tudo, preparei algo pra comer e subi pra dormir um pouco no meu quarto. Acordei no meio da tarde e a senhora ainda não tinha chegado. Chegou perto das 9 e mandou eu preparar algo leve pra ela, e foi direto pra cama. A semana passou rápido. Na sexta, Sandra me levou ao salão da Alejandra pra depilar e arrumar as unhas. Saí de lá com as unhas pintadas de rosa. Depois fomos ao shopping e ela comprou coisas pra um jantar que ia rolar no dia seguinte em casa, mas não deu detalhes. Fez uma compra bem grande de embutidos, latas de conserva e bebida, que eu tive que organizar quando chegamos em casa. No sábado, acordei no mesmo horário de sempre e comecei a limpeza. Depois de Minha ama me chamou. - A Sofia deu um jantar importante hoje à noite, minhas amigas que você já conhece vêm, mas elas não sabem de você como a Sofia sabe, e quero te apresentar a elas. Elas não acreditam na sua transformação. A Ágata vem com a Carla e a Alejandra, que vai cuidar da sua maquiagem, e também vem o Ramón, seu homem. Você vai servir o jantar junto com a Carla. Prepare seu uniforme de empregada rosa, vai servir com ele, e o vestido rosa de látex para depois do jantar, quando vou deixar você se juntar a nós. - Senhora, é necessário tudo isso? - Não reclame e obedeça. - Sim, senhora. - Tome um banho, limpe bem o interior da sua buceta, porque você vai dormir com seu homem e terá que cumprir, e coloque seu plug anal. Fui preparar a roupa e fui tomar banho, e já saí vestida com meu uniforme rosa. Ao descer para a sala, a Ágata, a Carla e a Alejandra já estavam lá. - Boa tarde, senhora Ágata. Ela me olhou de cima a baixo, mas não disse nada. - Sofia, acompanhe a Alejandra até meu quarto para ela te maquiar. - Sim, senhora. Ela pegou uma maleta e fomos para o quarto. Ela me fez sentar, primeiro me desmaquillou bem e depois começou com a base no rosto, depois os olhos e terminou com os lábios. Ao me ver no espelho, meus lábios estavam totalmente rosas e meus olhos também, com um rosa mais suave e cílios totalmente pretos. Pensei que tinha terminado, mas ela disse que faltava me pentear. Em 30 minutos, estava totalmente arrumada. Voltamos para a sala e elas ficaram surpresas com meu visual e parabenizaram a Alejandra. - Agora, Sofia e Carla, já podem começar a preparar as coisas para o jantar. - Sim, senhora. - Ah, espera. Quando as convidadas chegarem e eu te apresentar, você deve cumprimentá-las com uma reverência. - Sim. Nós duas entramos na cozinha. Primeiro, preparei os talheres para pôr a mesa para 8 pessoas e depois começamos a preparar os pratos. Por sorte, não precisava cozinhar. Minutos antes das 8, o Ramón chegou. Ele veio cumprimentar na cozinha, simplesmente levantou meu vestido e me deu um tapa na bunda. Às 8:30, chegaram as 4 amigas da minha esposa. Elas conversaram uns... minutos. - Sofia, vem. - Já vou, senhora. - Aqui apresento minha criada Sofia, cumprimenta minhas amigas. - Oi. Comprimentei enquanto fazia uma reverência, dobrando um pouco os joelhos. - Tão vendo, meninas, que não tava mentindo? Peguei ela vestida de criada e tô realizando o sonho dela. - Não acredito, não parece nada com seu ex-marido, que mudança. - Falou uma. - Sofia, pode continuar o que tava fazendo e começar a servir a mesa. Todas sentaram na mesa e enquanto a Carla terminava de preparar as coisas, eu fui servindo a mesa. Entre uma coisa e outra, ficaram uma hora e meia comendo, bebendo e conversando, até que minha esposa mandou eu recolher a mesa. Depois de recolhida, ela disse pra eu ir me trocar, a Carla me acompanhou pra me ajudar com o vestido de vinil e voltamos juntas pra sala. - Hora de um pouco de diversão. A Sofia já se vestiu bem putinha do jeito que gosta de receber o macho dela, que não é outro senão o Ramón, o único homem aqui. Ramón, por favor, vai com sua garota pra que minhas amigas vejam como ela é submissa e obediente. O Ramón se levantou e ficou na minha frente, e com um só sinal com a cabeça, eu me ajoelhei na frente dele. Ele começou a acariciar minha cabeça enquanto me fazia olhar na cara dele, e com a outra mão desabotoava a calça, pegava a piroca e aproximava minha boca até roçar meus lábios na ponta, que se abriram e deixaram ela entrar, e comecei a chupar ele na frente de todas. - Tão vendo como ela é submissa e sabe qual é o lugar dela na frente do macho? Ela já aceitou que é a putinha dele e adora chupar a piroca e engolir a porra que o macho dela dá de prêmio. Ele demorou uns 10 minutos pra gozar, e minha esposa fez todas aplaudirem. - E agora, meninas, tenho uma última surpresa reservada. Sofia, levanta e fica na nossa frente, abaixa um pouco a calcinha e mostra essa bucetinha linda que você tem. Totalmente envergonhada, eu abaixei a calcinha e todas ficaram pasmas olhando. - Não acredito, você operou? - Disse uma. - Não, é uma prótese. Muito real, obriga ela a mijar sentada e a buceta também é penetrável, Sofia, vira e mostra pra eles a joia que seu homem te deu. Eu me virei e fiquei parada. — Abaixa um pouco pra aparecer bem, tão vendo que joia mais linda? E ela usa com muito orgulho, Ramón, você deixou ela na posição perfeita, e tenho certeza que ela tá morrendo de vontade de você meter nela. Ramón me segurou com uma mão na cintura, com a outra me deu um tapa forte na bunda e começou a apalpar meu cu enquanto com o pé arrastou um dos meus, fazendo eu abrir as pernas, deixando minha calcinha no meio da coxa esticada. Ele me deu mais uns tapas na bunda, tirou o plug anal e na sequência enfiou dois dedos, brincou um pouco com eles lá dentro enquanto com a outra mão empurrava minhas costas pra baixo, me fazendo inclinar um pouco mais. Me segurou firme pela cintura e enfiou a pica de uma vez, começou a me foder de pé, bem agarrada, na frente de todo mundo, enquanto minha dona, entre risadas, dizia que era minha posição favorita pra foder. Por sorte, Ramón demorou pouco pra gozar dentro de mim e, assim que tirou, colocou o plug de volta. — Aqui acabou a diversão pra Sofia, Ramón deixou ela bem prenha e com a joia encaixada pra não desperdiçar nem uma gota de porra. Sofia, já pode subir a calcinha e vai limpar a cozinha. Demorei mais de uma hora pra deixar a cozinha bem arrumada e voltei pra sala, onde minha dona mandou eu me ajoelhar do lado do Ramón. Fiquei assim quase uma hora até eles decidirem que era hora de ir embora. Assim que ficamos só eu, minha dona e o Ramón, fomos dormir. Coloquei uma camisola rosa e fui ao banheiro; quando voltei, o Ramón já estava deitado na cama, completamente pelado. Me deitei do lado dele, de barriga pra cima, olhando pro teto. — Vai ficar aí parada, puta, ou vou ter que mandar você chupar minha pica? Sem dizer nada, desci até a pica dele e comecei a chupar, até ele gozar na minha boca. — Agora vai dormir, quando acordar, a primeira coisa que O que você vai fazer é chupar ela de novo, mesmo que eu esteja dormindo, assim vou ter um despertar dos bons. Me acomodei na cama de costas pra ele, ele me agarrou e grudou em mim, e eu senti o pau dele colado na minha bunda — já tinha me acostumado a dormir assim. Quando acordei, ele tava dormindo de barriga pra cima, olhei pro pau mole dele entre as pernas e fiquei na dúvida se deixava ele dormir mais um pouco ou acordava ele do jeito que ele tinha mandado. Na dúvida se ele tava acordado e fingindo que tava dormindo e tinha me visto acordar, desci pra baixo e comecei a chupar ele, e rapidinho o pau começou a crescer na minha boca enquanto Ramón acordava e colocava uma mão na minha cabeça, acariciando meu cabelo. — Bom dia, o que mais um homem pode querer do que ser acordado recebendo um boquete delicioso da sua putinha? Quando terminei, ele mandou eu descer pra fazer o café dele. Desci em 5 minutos, ele tomou e foi embora. Esperei minha dona acordar pra preparar o café da manhã dela, e depois, antes de começar minhas tarefas, tomei um banho. Era minha rotina diária, e assim os dias foram passando rápido. Depois de um mês tomando aquelas pílulas, meus bicos começaram a doer com o atrito de qualquer coisa, e eu comecei a me sentir estranha. Com o passar dos dias, a dor foi sumindo, meus bicos ficaram cada vez maiores e meu peito começou a inchar. Um dia, Ramón chegou e, depois de chupar o pau dele, mandou eu tirar as próteses de peito. Deitada na cama, ele começou a brincar com os dedos nos meus bicos, e rapidinho senti um formigamento gostoso que, no momento em que ele começou a chupar eles, virou um prazer incrível, fazendo eu molhar a calcinha de tesão na hora. Enquanto chupava meus peitos, Ramón começou a me tocar por cima da calcinha. — Você tá bem molhada, putinha. Ele afastou a calcinha pro lado e foi enfiando os dedos por uns dois minutos, me lubrificando bem pra se meter entre minhas pernas e começar a me foder enquanto mexia nos meus peitos e me fazia olhar nos olhos dele, e foi me dizendo que eu tinha virado... virada numa putinha completa, adorava a cara de vadia que eu fazia, umas coisas que me deixavam ainda mais excitado. depois ela me colocou de putinha e em uns dois minutos gozou, colocou o plug em mim, se vestiu e foi embora sem nem dizer tchau, me deixando largada na cama. o tempo foi passando, meus peitos foram crescendo aos poucos e meus quadris alargaram um pouco. um dia, enquanto tomava banho, comecei a me masturbar — eu costumava fazer isso na hora que tirava a buceta. cada vez mais difícil deixar ela dura. tava entretida assim e não percebi, por causa do barulho da água, que minha ama entrou. — pode me dizer o que você tá fazendo, sua promíscua? — nada, tava me lavando. — se lavando? tava se masturbando, sua mentirosa, e você tem isso proibido. — desculpa, não vou fazer de novo. — pode ter certeza disso, vou dar um jeito de você não fazer mais, seu pedaço de promíscua. falou isso e saiu do banheiro. terminei de tomar banho e desci esperando um castigo, mas não aconteceu nada. os dias foram passando até que um dia: — Sofia, sábado a gente vai pra Tailândia. Meu pai tá abrindo uma empresa lá e vou botar ela pra funcionar. Vamos ficar um mês ou dois e preciso de uma empregada. Você vem comigo, arruma suas malas. — sim, senhora. no sábado a gente foi pra Tailândia. quando chegamos, fomos pro hotel onde íamos ficar. na segunda de manhã, ela me disse que ia me levar num hospital pra fazer um check-up, que lá eram experts em tratar transexuais e queria acelerar o crescimento dos meus peitos. fiquei umas duas horas sendo inspecionada inteira, fizeram exames e mandaram a gente voltar na quinta. o que me parecia estranho é que minha ama não foi em nenhuma empresa a semana toda. saía com ela pra passear e voltava pro hotel. na quinta, voltamos pro hospital. me mandaram tirar toda a roupa e vestir um avental, me deitaram numa maca. — senhora, o que vão fazer comigo? — uns exames, não se preocupa. só lembro que me levaram pra uma sala e quando acordei... Tava numa cama e senti uma coisa estranha lá embaixo, olhei confusa pra minha patroa. — O que eu tô fazendo aqui, o que fizeram comigo? — Uma pequena modificação, Sofia, pra você se sentir mais confortável. — Como assim, uma modificação? — Lembra que quando te peguei te masturbando, eu falei que ia cuidar pra isso não acontecer de novo? Pois é, já cuidei. Você não vai mais precisar da prótese vaginal. A partir de hoje, você tem uma buceta linda pra poder se masturbar como uma mulher de verdade, com os dedinhos. — Não, não pode ser verdade. — É verdade sim. Olha o lado bom: não vai precisar mais usar aquilo, a calcinha vai ficar melhor, e tem mais um buraco pra foder. Ela falou tudo tão tranquila, sorrindo. Eu tava furiosa, mas não ousava responder. Sem perceber, acabei dormindo de novo. Duas semanas depois, voltamos pra casa sem curativo e com uma racha entre as pernas. Meu pau já não tava mais lá, mas quando ia ao banheiro, sentia como se ainda estivesse. Essa sensação durou um tempo. Tive que seguir as orientações dos médicos, colocando os dilatadores duas vezes por semana. Uma semana depois de voltar, fui levada ao tribunal pra trocar meu nome de homem pra Sofia. Quase três meses depois, numa terça-feira, numa consulta médica, falaram que eu já podia transar. Durante esse tempo, o Ramón vinha e me fazia sexo oral. Chegou o sábado, e a Agatha, o Ramón e a Carla iam jantar. Eu e a Carla ficaríamos responsáveis por preparar e servir a mesa, as duas uniformizadas de empregada: ela de preto, eu de rosa. Servimos o jantar e nos deixaram comer com eles. Depois de comer e servir umas bebidas, arrumamos a cozinha e voltamos pra sala. — Tirem a roupa. Você também, Ramón, e fica no meio das duas — ordenou Agatha. Ficamos os três pelados na frente delas. — Carla, começa a se masturbar — disse Agatha. — Agora você, Sofia, do jeito que fazia quando te peguei — falou minha dona. Fiquei olhando pra ela em silêncio, baixei um pouco a cabeça, submissa. — Ah, coitada, que burra que eu sou agora... Você não pode, tá faltando algo aí. Vai ter que meter os dedos igual a Carla, mas você prefere ter uma pica na mão. Pra isso tem o Ramón do seu lado, pra você fazer uma punheta pra ele. Vamos, começa. Como de costume, fiquei na frente dele e me ajoelhei pra masturbá-lo. — Não tão rápido. Fica em pé do lado dele, eu decido quando você vai se ajoelhar. Comecei a masturbá-lo. — Boa garota, Sofia. Viu como sou boa? Deixo você fazer o que mais gosta. Uns minutos depois. — Agora, Ramón. Ramón pegou na minha cabeça e me fez ajoelhar. — Agora sim, já pode chupar ela. Enquanto eu chupava, minha dona se levantou da mesa e, uns segundos depois, pelo barulho — porque eu não conseguia ver —, soube que ela estava abrindo o sofá-cama. Ramón não demorou muito pra gozar na minha boca. — Ramón, não pode reclamar da sua garota, ela é bem putinha. Agora, Sofia, chegou a hora de desvirgar essa bucetinha virgem linda. Deita no sofá de barriga pra cima. Ramón, você já sabe o que fazer. Ramón sentou do meu lado e começou a acariciar meus peitinhos pequenos, apertando meus bicos sensíveis com força. Isso me excitava muito e me fazia sentir prazer rapidinho. Enquanto se entretinha com um, começou a chupar o outro e morder o bico. Comecei a gemer de prazer. — Como eu adoro ver você aproveitar feito uma putinha com seu macho. Ramón desceu uma mão pra baixo e começou a acariciar minha buceta, fazendo eu abrir as pernas. Não demorou pra meter dois dedos, com um pouco de dificuldade. — Sandra, preciso do lubrificante. Ela tá molhada, mas não o suficiente. Tem que lubrificar um pouco mais. Minha dona jogou lubrificante na minha buceta e na mão do Ramón, e os dedos entraram rápido, inteiros. Ele começou a me masturbar por uns dois minutos. — Agora sim, tá bem molhada e pronta. Ele se posicionou entre minhas pernas enquanto minha dona sentava do meu lado e acariciava meu cabelo. Ramón passou um pouco de lubrificante na pica e colocou a ponta na entrada da minha buceta, deixando ela parada ali, olhando pra Minha dona. - Chegou a hora, Sofia, de ser desvirgada pelo seu macho. Levanta a cabeça pra ver como essa pica linda vai entrando na sua buceta quente. Minha dona segurava minha cabeça enquanto Ramón começava a meter devagar. - Olha como entra direitinho, essa vai ser a única pica que você vai ver entre as suas pernas a partir de hoje, já entrou quase toda. Ramón começou a me foder com movimentos lentos e foi acelerando aos poucos. Comecei a sentir uma sensação estranha que nunca tinha sentido antes, e da minha boca começaram a sair gemidinhos. - Agora você já é toda uma mulher, que feliz me faz ver você gemir como uma boa puta entregue ao seu macho. Ramón cada vez ia mais rápido, e meus gemidos e gritinhos ficavam mais altos, até que, sem avisar, senti o gozo quente dele dentro da minha xota. Ele deu umas metidas e soltou mais gozo dentro de mim. Quando ele saiu de cima, vi minha buceta toda melada de porra. - Que gozada que seu macho te deu. Levanta e coloca a calcinha antes que comece a escorrer do seu cone, e é excitante andar com elas meladas do gozo do seu homem. Coloquei minha calcinha rosa, que grudou na minha virilha na hora. Naquela noite, acabei dormindo de novo com Ramón, e tive que me entregar de novo, como é meu dever por ser a puta dele. Dois meses depois, Marta, a empregada, saiu da casa porque arrumou outro emprego, e eu passei a cuidar de todos os serviços da casa. Seis meses depois, Ramón veio morar comigo, e começou minha vida como esposa submissa e obediente. No primeiro dia, ele já me mostrou as regras que eu devia seguir. - Fica de joelhos e olha na minha cara. Como você já sabe, esse é o lugar que você deve ocupar como mulher que é, e você me pertence. Aqui quem manda sou eu. Dentro de casa, você tem suas obrigações como empregada, e comigo, outras: me manter bem atendido e estar sempre disponível pras minhas necessidades, como seu macho que sou, e você é simplesmente minha puta. Enquanto falava, ele tirou a pica pra fora e esfregou na minha cara, e colocou ela. na base dos lábios, abrindo minha boca e começando a chupar ela. - isso mesmo, muito bem, como você sabe qual é o seu trabalho, não tire os olhos do meu rosto, gosto de ver a cara de puta que você faz. continuo com outra regra: você nunca vai ter dinheiro, eu administro tudo. se precisar comprar calcinha ou o que for, me fala e eu vou com você comprar. por último, os hormônios têm feito um bom trabalho, mas ainda faltam peitos. eu gosto de mulher com um bom par de peitos, isso significa que você vai ter que operar, entendido. eu ia tirar ela da boca pra responder, mas ele não deixou, segurando minha cabeça. - mmmm, mmmm. - vejo que você concorda com tudo. quando encheu minha boca de porra, me fez deitar na cama e começou a tocar meus peitos e chupar eles, isso me dava um prazer delicioso e me fazia sentir uma puta completa, porque sem perceber eu me abria de pernas, desejando que meu macho me fodesse. desde aquele dia, umas 4 ou 5 noites eu ia dormir bem fodida. três meses depois, eu saía da clínica com 400 gramas em cada peito, finalizando o processo da minha feminização.

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