Relato de juventude

Olá, como vocês estão? Espero que muito bem. O que quero contar aconteceu há um tempo, quando eu era adolescente, na época do surgimento da revista "destape" e umas outras que nos mostravam como eram pelo menos os peitos de uma gostosa. A gente vivia de pau duro o dia inteiro, aproveitando cada momento possível para bater uma sozinho ou com algum amigo, vizinho ou primo. No fim, essas punhetas acabavam virando um apoio mútuo e, em alguns casos, uma enfiada. Já contei como terminei comido por causa de uma dessas brincadeiras. Agora, o que quero compartilhar são os detalhes que tornaram esses momentos únicos e irrepetíveis: ficar apoiado em alguma coisa com a calça arriada — isso era sempre assim, por causa do perigo de sermos descobertos e ter que levantar tudo e fingir que não era nada —, o cu oleado ou só cuspido mesmo, e o filho da puta do meu vizinho me enrabando, dizendo que só ia colocar a pontinha da rola. Era o planejado, mas quando ele empurrou, entrou mais que isso, e aí vieram minhas súplicas de que tava doendo e que ele tirasse, por favor. Mas, na minha posição e com o tesão que ele tava, ou não me escutava ou não tava nem aí. E aí veio a estocada final, onde ele me enfiou até o talo, e aí tudo mudou: o pedido passou a ser que ele ficasse quieto, que era um puta dum filho da puta e que não tirasse, porque a dor era terrível. Mas ele se firmava mais e segurava forte, impossível escapar e ainda mais gritar — se nos pegassem assim, a gente morria. Então eram gemidos abafados e xingamentos da minha parte, enquanto ele bufava de prazer, quase gozando. Quando ele gozou, foi um alívio, porque ficou bem quieto. A rola murchou lá dentro e não doeu mais. Saiu meio melada, com certeza. O cu doeu uns dias, mas não podia falar nada nem reclamar. Que lembranças.

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