Enquanto eu estava no chuveiro, meu marido chegou do evento dele e também foi tomar banho. Enquanto eu me arrumava, finalmente vi meu marido e percebi que ele já tinha tomado uns bons drinks.
Como uma boa mulher, gosto de tirar meu tempo pra me arrumar, adoro cuidar do menor detalhe, além disso sou muito vaidosa e gosto de pensar que sou mais gostosa que a média das minhas conhecidas. Como nesse evento iam estar as esposas e as colegas de escola do meu marido, queria estar no meu melhor, coisas de mulher e nossa competição constante pra ser a mais gata da festa.
Além disso, minha nova condição de mulher gostosa me impunha a necessidade de chamar atenção, exatamente como vinha fazendo há dias.
Apesar disso, o tipo de evento e a companhia do meu marido me faziam pensar que não era apropriado me vestir como ultimamente eu fazia e precisava, então decidi me vestir sexy, bem justinha, mas sem parecer uma puta, ou pelo menos era o que eu pretendia.
Então resolvi usar uma blusa bem justinha, mas sem decote, de cor clara. Pra parte de baixo, escolhi uma saia apertada, mas na altura do joelho. Claro que completei esse look com uma fio-dental pequena preta e uns saltos altos.
Depois de tudo que rolou nos últimos dias, tava convencida que já precisava de uma boa rola, então decidi que depois de tanta tesão naquela noite ia violentar meu marido pra matar a vontade, mesmo tendo recusado ele sistematicamente, tava certa de que já tinha sido abstinência suficiente e meu marido era a melhor ou única opção naquele momento.
Contra mim pesava o fato de que conheço meu marido e ele não é o melhor dos amantes quando bebe. Como pude perceber, ele já tinha uma boa quantidade de álcool no corpo e, conhecendo ele, sabia que não ia parar de beber durante a reunião. Então, se essa tendência continuasse, as chances de eu ficar sem sexo naquela noite eram enormes, porque quando meu marido bebe desse jeito, ele literalmente "apaga" assim que encosta na cama.
De repente minha mente vagou por todas essas coisas, eu precisava de sexo e não tinha certeza se meu marido conseguiria me dar. Cheguei até a considerar a opção de que, se por algum motivo meu marido não me satisfizesse, dar um jeito de meu vizinho aliviar meu tesão.
Enquanto eu revisava tudo isso na minha mente, terminei de me arrumar, cabelo, maquiagem e perfume perfeitos. Assim que terminei, me examinei inteira num espelho bem grande que tenho no meu quarto e fiquei assim por uns minutos, me virava, me aproximava do espelho pra ver meu rosto e maquiagem; eu gostava do que via, gostava muito, meu corpo latino cheio de curvas, meus peitos firmes, mas acima de tudo me orgulhava da minha bunda grande. Passei um bom tempo de costas pro espelho admirando como minhas nádegas ficavam e tenho que confessar que eu amava.
Acho que foi aí que consegui entender por que é tão comum em mulheres safadas como eu a fantasia de ficar com outra mulher. É tanto o nosso tesão pelo sexo, é tanto o prazer pelo nosso próprio corpo que você começa a perceber a beleza do corpo feminino, o quanto um corpo bonito é maravilhoso, com curvas, que provoca desejo. Refleti que o corpo do homem satisfazia minha taradice, mas só me interessava uma boa rola. Já em relação ao corpo da mulher, tudo era perfeito, tudo era admirável e lindo.
Naqueles momentos, entendi que pra saciar minha tesão, um homem ou uma mulher podiam ser uma boa opção. Até por breves instantes, comecei a fantasiar com algumas minas e, de verdade, fiquei bem excitado.
Meu marido tinha saído pra comprar umas coisas e me pediu pra ficar de olho caso chegasse algum convidado. Eram exatamente 7 da noite, o horário que ele tinha marcado, quando a campainha tocou.
Isso me pegou de surpresa, porque é um costume bem latino nunca chegar na hora marcada e aparecer pelo menos meia hora depois.
A campainha me tirou dos meus pensamentos. Quando tocou, eu ainda estava abstraída da realidade, me admirando na frente do espelho; tenho que confessar que naquele momento eu tinha levantado a saia até em cima e ficava olhando e acariciando minhas nádegas enfeitadas pela minha fio dental favorita; aquela bunda era meu orgulho e naquele momento eu estava mais do que decidida a continuar mostrando ela por atacado.
Então rapidamente arrumei minha saia e desci pra abrir a porta.
Adorei os comentários, a cantada e os olhares do velho, além disso curti pra caramba entrar na brincadeira e me fazer de sofrida com a história do meu marido. É super comum os caras buscarem esse tipo de informação, e eu tive vontade de deixar ele na dúvida, mesmo não sendo verdade, de que meu marido me largava de mão; com isso, me veio uma ideia pra continuar inflando meu ego.
- Doutor, se me permite, preciso deixá-lo sozinho um instante.
- Não se preocupe, senhora, tá tudo bem?
- Tudo bem, o que acontece é que a senhora chegou tão pontual que a gente não está totalmente pronto. Meu marido ainda tá fazendo umas compras e eu tava prestes a me trocar.
- Poxa, me desculpa! Não sabia que tava atrapalhando, mas é que marcaram pra esse horário e eu…
- Não se preocupe, o senhor é pontual e assim deve ser. Quem tá errado somos nós, os outros: os convidados por chegarem atrasados e os anfitriões por não estarem prontos.
- Bem, então se me permite, vou me trocar.
se me permite o comentário, acho que não precisa trocar não, assim você tá gostosa pra caralho
- Então espero que a mudança não desmereça e que você possa me ver ainda mais gostosa.
Apesar de minhas intenções iniciais serem de não me vestir muito sexy, a tentação de provocar o velho era grande demais. Então, aproveitando que nem meu marido nem nenhum outro convidado tinha me visto, decidi fingir que ainda não estava pronta e trocar de roupa.
Caminhei até as escadas e, bem na hora de chegar nelas, me veio mais uma sacanagem na cabeça:
Posso te pedir um favor?
- Claro
- Pode me ajudar com o vaso que tá na cozinha e subir ele? Quero colocar as flores dele.
Claro, Samanta me diz.
- Aqui te espero
O cara se apressou pra pegar o vaso, quando chegou perto de mim, acelerei o passo e passei na frente pra subir as escadas, isso com a intenção firme de rebolar descaradamente minha bunda enquanto o cara subia bem atrás de mim. E foi o que ele fez, subiu bem atrás de mim, e eu aproveitei cada degrau pra dar a ele uma visão melhor daquelas nádegas que, de um tempo pra cá, eu adorava exibir de forma descarada.
Tava me divertindo pra caralho e a noite só tava começando, o doutor colocou o vaso numa mesinha e voltou pra sala enquanto eu ia me trocar, tenho que confessar que adoraria dar um jeito do cara me ver enquanto me trocava, mas seria cara de pau demais e por enquanto só queria brincar com o tesão óbvio que ele tava sentindo por mim.
Decidi usar uma blusa branca e ainda mais justa, com um decote nada escandaloso, mas decote pra caralho. Depois troquei a saia por uma saia bem folgada, mas muito, muito curta. Se somar isso com minhas bundonas enormes, a saia ficava ainda mais complicada de lidar — era perigosamente curta, só cobria minha bunda e deixava quase tudo das minhas coxas à mostra.
Pra finalizar, troquei o calçado. Em vez dos saltos que eu tava usando, escolhi umas botas bem altas, passando dos joelhos. Adorei o toque que as botas deram no visual. Me olhei no espelho e amei. Tava morrendo de vontade de ver a cara do velho quando eu descesse. Não tava nem aí pros convidados, nem pras convidadas, muito menos pro meu marido. Eu me vesti única e exclusivamente pro veterano, e sentia um tesão danado em ver a reação dele ao ver esse corpo que ele tanto elogiou e que, pelo que eu achava, ele tanto desejava.
Era tanto meu tesão e minha excitação que me vi de novo no espelho pra ver quanta pele tava aparecendo e quanto dava pra ver da minha bunda. Levantei a saia de novo e fiquei um tempão me admirando e acariciando meu rabo, exatamente do jeito que o Doutor que tava na minha sala com certeza tava morrendo de vontade de fazer.
Ao abaixar o rosto do meu convidado, confirmo minhas suspeitas: o olhar dele era simplesmente fenomenal, adorava provocá-lo.
Samanta, que gostosa!! Você tá espetacular!!
- O senhor gosta, Doutor? Muito obrigada.
E ao dizer isso, me virei de propósito, dei uma volta rápida pra que a folga da saia fizesse ela subir mais com o movimento brusco. Não sei o quanto a saia subiu nem o quanto ele pôde ver da minha bunda, mas esperava que meu admirador tivesse se deleitado com o espetáculo. Quando terminei o movimento, olhei pro velho e, pela reação dele, supus que ele viu alguma coisa, ou muita coisa.
Uau; pode dar mais uma volta?
Acho que já deu, amor... pelo menos por enquanto...
- Então mais tarde?
- Nunca se sabe…
-
Foram questão de minutos até meu marido e o resto dos convidados chegarem. A partir daí, a situação com o Doutor mudou, o flerte diminuiu e o clima ficou mais respeitoso.
Independente disso, os olhares do resto dos convidados me confirmavam que minha roupa tinha cumprido seu objetivo, homens e mulheres não perdiam nenhum detalhe do meu andar e eu adorava, apesar do que minha vestimenta podia demonstrar ou comunicar, a verdade é que meu comportamento durante toda a reunião foi o de uma senhora, mesmo que minha roupa não fosse tão recatada assim.
Durante todo esse tempo, o veterano não perdia chance de me olhar, foram várias as vezes que peguei ele me observando. Quando percebia, sempre dava um sorriso pra ele, e com isso, aos poucos, o cara foi se soltando mais. Passou de ficar sem graça no começo a me sorrir de volta com o tempo.
Conforme a festa foi passando, a janta acabou e o clima foi ficando mais relaxado, com o álcool rolando, o Doutor dava um jeito de ficar perto de mim, se oferecia pra me trazer comida ou bebida, vivia nos grupos que eu tava, só que o destino tava contra ele e ele não conseguia um momento pra conversar comigo a sós.
Aos poucos, a festa foi entrando na fase em que uns começam a cair fora e outros a encher a cara. Meu marido, que já tava bebendo desde o começo do evento, continuou no pileque, então nessa altura já tava começando a ficar ruim.
Nessas condições, eu me tornei a única anfitriã, então quando algum convidado ia embora, eu cuidava de dar aquela cortesia de acompanhá-los e agradecer pela visita, e também comecei a arrumar a bagunça.
Depois de mais um tempo, no final meu marido ficou sozinho com outro cara que já tava tão bêbado quanto ele, uma coisa levou à outra e nesse clima eu fiquei a sós com o Doutor na cozinha, sentamos pra conversar com uma taça de vinho cada um e uma garrafa pela metade.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Levantei e, ao fazer isso, acariciei a cara do velho, fechei um olho dele e agora sim mexi a bunda pra caralho enquanto me afastava.
Cheguei no refeitório, peguei a garrafa e pude ver meu marido e o amigo dele já enfiados na clássica conversa de bêbados, já estavam resolvendo o mundo e falando sobre quem tinha a piroca maior.
Voltei pro meu admirador velhinho e servi mais um pouco de vinho, a garrafa deu pra uma taça pra cada um e a gente retomou a conversa.
A Samanta já tava me dizendo nas entrelinhas que não se sentia muito valorizada; isso é verdade?
Ah, Doutor, pois é, confesso que às vezes me sinto pouco atraente (Mentira!!!!)
Pois é, os maridos às vezes fazem a gente se sentir assim.
Pode me dar mais detalhes?
Pois é, a gente tenta se cuidar, manter o shape, e não necessariamente sinto que esses esforços são correspondidos.
- Não tem vida sexual?
- Não, não foi isso que quis dizer.
- E aí?
- Ai, doutor, as coisas que me faz falar... digamos que não é o suficiente...
Como?
- Pois é, vou te confessar que sou uma mulher bem fogosa e, digamos, muitas vezes quero mais…
- Mais de tudo, mais vezes, mais duração, mais tamanho, mais... é... bem, mais perversão
- E o marido dela não dá tudo isso pra ela?
- Não para nada, digamos que o pau dele é pequeno e ele é muito careta
- E você, quais perversões procura?
- Não sei, me dá vontade de um homem bem macho, não importa o físico nem a idade, mas que saiba o que quer, que tenha experiência, que faça comigo o que quiser, que me domine, que me surpreenda com a sacanagem e a perversão dele, me dá muito tesão realizar os desejos de um homem assim;
- Por exemplo, com essas taças de vinho aqui, adoraria que um macho me levasse pra cama, mas meu marido tá tão bebado que, assim que encostar a cabeça no travesseiro, vai apagar, e eu vou ficar na vontade.
- Tanto assim?
- Se eu apostar que não vai ter poder humano que impeça ele de dormir, nem vai ter poder humano que acorde ele.
Naquela altura, nosso copo já tinha acabado e acho que, como consequência da conversa, a cavalheirice do meu convidado também começou a ir embora aos poucos, enquanto ele já passava a mão nas minhas pernas.
Pra essa altura eu já tava muito excitada com toda essa brincadeira, de todos os coroas esse era o mais velho, de todos os novinhos esse era o mais novo, não era nem tão nojento quanto o velhote do meu vizinho, mas os dois tinham um ponto em comum muito importante: era completamente impossível pensar que eu sentiria atração por eles.
Tão gostosa como eu tava, fui no banheiro e resolvi ir mais longe: tirei o sutiã. Minha blusa era justa e branca, então meus bicos ficaram aparecendo por baixo do tecido fino.
Fui então até a adega pegar outra garrafa de vinho e, ao passar, ouvi a conversa dos dois bêbados cada vez mais chapados. Segui em frente e fui pra cozinha encontrar meu velho admirador.
Como era natural, assim que o doutor me viu entrar, os olhos dele foram direto pros meus peitos. Quando me viu, passou da surpresa praquele sorrisinho safado de vitória; minha atitude já deixava claro minha nova postura de putinha, bem diferente da experiência que o velho e eu tivemos no passado, ali naquela mesma cozinha.
Com esse gesto, eu mandava uma mensagem mais do que óbvia da minha tesão e do meu gosto por esse jogo provocante que era impossível passar despercebido.
Quando me aproximei do Doutor, o cara se levantou da cadeira, não sei se por educação ou pra me ver melhor. Avisei que ia lá pro fundo da cozinha pegar o saca-rolhas. Quando o velho se levantou da mesa, chegou perto da parede pra me dar passagem entre a cadeira dele e ele, deixando pouco espaço entre o corpo dele e a parede.
O movimento natural era que eu passasse entre o velho e a cadeira, mas, pelo contrário, decidi passar pelo espaço mais apertado entre o Doutor e a parede. O velho não esperava por isso, então virou as costas enquanto eu passava. Como o espaço era minúsculo, aproveitei pra literalmente esfregar meus peitos nas costas do velho.
Ao passar pelo lugar onde o cara estava, eu encostei ainda mais meu corpo no dele e, de propósito, fiz meu movimento o mais devagar possível. Ao sentir o roçar do corpo dele nos meus mamilos, minha excitação foi ao máximo e, quando cheguei no fundo da cozinha, meus mamilos durinhos estavam ainda mais evidentes.
Ao chegar no fundo da cozinha, continuei com minhas ideias perversas e, virando pra olhar pro velho, falei no tom mais safado que encontrei:
Mmm, troquei de garrafa, vou passar de novo, desculpa Doutor, vou te incomodar outra vez.
E ao fazer isso, levei meu dedo indicador à boca enquanto mordia meus lábios.
- Não é incômodo, pode entrar.
O velho se colocou na mesma posição, só que agora ficou de frente pra parede, de um jeito que se eu repetisse o movimento, o cara ia ficar de frente pra mim. Claro que nós dois sabíamos o que ia rolar, então passei de novo pelo mesmo lugar e na mesma posição.
Eu tava no limite entre o tesão e a safadeza, toda excitada do jeito que tava, fui na cantininha que a gente tem onde fica a adega e o resto das garrafas. Quando cheguei lá, percebi que o amigo bêbado do meu marido tava lá. Quando ele me viu, e reparou no meus bicos aparecendo, a cara dele mudou na hora. Claro que adorei o efeito que causei no cara e já dei um sorrisinho safado pra ele.
-
A garrafa que eu tava procurando tava na parte de baixo do móvel, em vez de me abaixar e dobrar os joelhos, fiz do jeito errado, não dobrei os joelhos e joguei o peito pra baixo. Com a saia curta que eu tava, tinha certeza que tava dando pro cara um visual dos sonhos da minha bunda enorme, só coberta pela minha fio dental pequenininha.
Quando me levantei, o cara tava pálido de susto. Cheguei perto dele e devolvi a garrafa. Sem falar nada, voltei pro móvel e repeti exatamente o mesmo movimento pra pegar a minha garrafa de vinho.
Claro, em vez de pegar a garrafa dele e voltar pro meu marido, o cara ficou ali assistindo o show. Quando me levantei, sabia que ele ainda tava lá.
-
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Tava toda putona e eu adorava, fora de mim, pelo que tinha acabado de rolar e pelo que vinha passando, voltei pra cozinha.
Ao me ver chegar, ela se colocou de novo na mesma posição; feito uma puta submissa pelo osso dela, obedeci e fui ao encontro dela também na mesma posição da última vez. Quando me aproximei do cara, o velho, com uma maestria foda, me pegou pela cintura e me fez mudar de posição, então, em vez de passar de frente pra ele, fui de costas.
Foi a melhor coisa, com a parte do meu corpo que eu mais gosto, com meu melhor trunfo esfregado no corpo dele, tentei me abaixar o suficiente pra sentir o pau dele no meu cu.
Assim, ele me tirou da cadeira e me levou até a beirada da mesa, depois, bruscamente, me pegou pela nuca e colou minha cabeça na mesa, levantou minha saia curtinha e deixou minha bunda enorme no ar. Fechei os olhos por uns segundos enquanto ouvia o homenzinho ir até a geladeira e depois voltar pra mim, começando a massagear minha bunda. Fiquei assim um tempão de olhos fechados, até que depois de um tempo resolvi abri-los e vi como:
O velho me olhava com a saia levantada até a cintura, apoiada na mesa de jornal na cozinha… com uma cara de tesão do caralho, comecei a chupar um saleiro comprido como se fosse uma pica, e com a bunda trabalhada de veterana.
Samanta, você é demais… que bum que você tem… bum enorme… vou fazer de você minha putinha. Continua chupando esse saleirinho… que me deixa a mil.
Sim… o que você disser, meu amorzinho…- e comecei a chupar ele de novo.
A voz do Hernán ecoava da sala, rindo e batendo papo com o amigo. Ele não fazia ideia de que a esposinha dele tava sendo comida a poucos passos pelo ex-professor de colégio… era muito excitante…
Olha bem o que a sua putinha tá fazendo, papai– falei pra ele. Coloquei o saleiro babado na entrada da minha buceta e comecei a enfiar devagar enquanto ele separava minhas nádegas enormes que pareciam ainda maiores. Entrava fácil, então comecei a meter e tirar cada vez mais rápido…ahhh, ahhh, ahhh gostosa… mmmmm…..mmmmmmm
me deixou de pau duro, e me mostrou o pinto ereto. Pra minha surpresa, era enorme, muito maior que o do meu marido e muito maior que no meu sonho, nunca imaginei isso de um homem da idade dele.
Mete em mim, papai. Tudinho na minha bunda.falei com uma voz que até eu me surpreendi de tão puta que soou.
Se sentou numa cadeira e apontou a pica enorme dele pra entrada do meu cu. Comparado com o saleiro, era quase a mesma coisa… aí começou um vai e vem que me surpreendeu pela energia e velocidade. Parecia que o homem ia se desmontar de tanta vibração. Enquanto eu me masturbava, ouvia as vozes na sala… pra apressar o doutorzinho, comecei a falar…
Ayyy, si, buceta, assim… me dá… tudinho… mmmm… que gostoso… continua… não para, tigrão…
Mmmmm sim… tudo na minha bunda, amorzinho, até a última gotinha.Eu disse, acariciando a careca dele e brincando com os poucos cabelos que ainda tinha na cabeça…
De repente sinto a aceleração dos movimentos dele e o espasmo da gozada dele….Aahhhhhhh que buceta gostosaaaaaaaaaaa– gritei e a porra dele abriu caminho na minha buceta
Mmmmm, buceta gostosa, você me deixou maluco.
- E falta o melhor, vadia.
- Como assim, vai ser isso?
- Espera e se deixa levar, se veste
Sem hesitar, segui à risca o que ele mandou. Foi o começo do conhecimento do homem dominante e perverso que eu iria conhecer a fundo durante muitas sessões cheias de sexo e luxúria nos meses seguintes.
Depois que nos vestimos, o velho me levou pra sala onde meu marido tava com o amigo dele.
Diferente do meu marido e apesar da bebedeira dele, o amigo do meu esposo não perdeu a chance de me devorar com os olhos, principalmente na bunda e nos meus mamilos durinhos, mas o velhote rapidamente o tirou do transe e falou:
Vamos embora, não pense que vou deixar você dirigir desse jeito, não.
Meu marido se despediu deles e saiu voando pro nosso quarto, eu fiquei lá embaixo pra acompanhá-los até a porta. No caminho, o doutor, já sem meu marido por perto, me pegou pela cintura e, ao fazer isso, colocou descaradamente a mão direita na minha bunda.
Assim, a gente foi andando até a porta, tava pouco me fodendo pra tudo, tava tão tesuda que já tava começando a gostar dessa brincadeira de submissão pro velho.
O amigo do meu marido andava na nossa frente, entre isso e a bebedeira dele, não sei se ele percebia o que tava rolando ao redor, embora fosse tão na cara que era difícil os fatos passarem despercebidos.
Ao chegar na porta, o amigo do meu marido se despediu. Eu, metida no meu papel de puta, dei uns beijinhos nele, abracei e, nessa, não perdi a chance de esfregar descaradamente os peitos no peito dele. Depois, me despedi do Doutor — ao beijá-lo, fiz isso na beirada dos lábios dele. Enquanto isso rolava, o velho apertou forte uma das minhas nádegas. Depois disso, ele chegou perto do meu ouvido e disse:
- Me espera, putona, volto daqui a uns minutos, veste só as botas e a tanga
- Sim, buceta, você manda, coração
Os dois caras foram embora e eu voltei pra casa, subi direto pro quarto e percebi o estado do meu marido — já tava dormindo tranquilo, os roncos e os anos dormindo do lado dele me garantiram que nem um terremoto acordava aquele filho da puta.
Em seguida, dei um retoque na maquiagem, queria ficar uma gostosa e já tinham passado várias horas desde que me arrumei, depois dei uma ajeitada no cabelo.
Depois tirei a roupa e fiquei exatamente nas condições que meu amante tinha me ordenado, assim me livrei da blusa e da saia, ficando só com as botas e a calcinha fio dental.
Depois, voltei a dar uma olhada na minha maquiagem, me olhei dos pés à cabeça no espelho e amei o que vi: uma puta barata se preparando pra receber o amante, bem aos pés de um marido apagado pelo álcool.
No final, me decidi a passar uma generosa quantidade de perfume por todo o meu corpo semi nu;
Foi questão de minutos quando a campainha da minha porta tocou, rapidamente corri pra abrir, corri ao encontro do meu novo amante.
Ao abrir a porta, ele me pegou pelo pescoço e, na soleira da entrada da minha casa, com a porta aberta, começou a me beijar com uma paixão desenfreada, brincava com minha língua e mordia meus lábios; enquanto apertava com força minha bunda com as duas mãos, eu segurava a nuca dele.
Depois me puxou pra fora e fechou a porta, me virou de costas e me fez encostar na porta, me abaixar, empinar a bunda e rebolar enquanto esfregava a pica enorme dele.
Lá estava eu, uma mulher casada e honrada, pelada na porta da minha casa, altas horas da noite, no meio da rua, rebolando minha bunda enorme pra um velho que tinha o dobro da minha idade.
Depois de um tempo nessa posição, o velho me pegou pela mão e, do jeito que eu tava, me fez andar até o carro dele.
Chegamos no carro dele, ele abriu a porta de trás e mandou eu entrar, depois subiu ele também. Do meu lado, eu sentei normal no banco de trás, mas o doutor me fez ficar de quatro no banco, com a cabeça virada pro corpo do velho e a minha bunda empinada do lado da janela que dava pra rua.
Então ele puxou aquela pica enorme, me segurou pela nuca e me puxou pro pau dele, eu sem falar nada já comecei meu serviço e fui chupar aquela delícia, era excitante pra caralho com minha bunda toda exposta, sabendo que qualquer um que passasse podia ver fácil minha rabona enorme do outro lado da janela.
Assim fiquei um tempão, brincando com minha boca e principalmente com minha língua na ponta do pau dele, com uma mão massageando as bolas dele, aí de repente parava de chupar e só batia uma pra ele, quando fazia isso, olhava pra ele com minha melhor cara de puta.
- Gosta do que eu faço com você, buceta?
Continua chupando, puta.
Sim, papai, como você mandar.
E continuei com meu trabalho, acelerei o ritmo e chupei com mais força, tentei fazer ele gozar mas parecia inútil, acho que o velho estava guardando as forças pra me foder, com esse movimento quem começou a ficar excitada pra caralho era eu, enquanto chupava comecei a gemer feito uma puta no cio, que puta eu era, tava mais tesuda eu com o boquete do que meu velhinho experiente.
Enquanto eu chupava e na fase de maior tesão, de vez em quando tirava a pica da boca e passava nos peitos, depois empinava e mexia mais a bunda fantasiando que alguém podia me ver assim, aí me masturbava e continuava chupando.
Ahhhh mmmmmm
Bem quando eu estava prestes a gozar, o Doutor me mandou parar, me fez mudar de posição e, mesmo eu ainda estando de quatro, agora minha cabeça estava virada pra rua. Foi aí que começou o mete-saca mais intenso possível, e com o tesão que eu tava, praticamente gozei na hora.
- Ahhhhh siiiiii buceta¡¡¡¡
As investidas eram tão fortes que, aos poucos, ele foi me empurrando pra dentro do carro. Assim, em poucos segundos, eu já tava colada no vidro do veículo. Comecei com as mãos apoiadas no vidro e, no fim, minha cara tava literalmente grudada na janela do carro.Foi questão de segundos quando ele gozou gostoso em toda a minha bunda, eu, por minha vez, me joguei pra pegar com as mãos e levar até a boca. Foi assim que nos despedimos e eu voltei pra casa.É tão gostoso ser tão tarado e safado.
Como uma boa mulher, gosto de tirar meu tempo pra me arrumar, adoro cuidar do menor detalhe, além disso sou muito vaidosa e gosto de pensar que sou mais gostosa que a média das minhas conhecidas. Como nesse evento iam estar as esposas e as colegas de escola do meu marido, queria estar no meu melhor, coisas de mulher e nossa competição constante pra ser a mais gata da festa.
Além disso, minha nova condição de mulher gostosa me impunha a necessidade de chamar atenção, exatamente como vinha fazendo há dias.
Apesar disso, o tipo de evento e a companhia do meu marido me faziam pensar que não era apropriado me vestir como ultimamente eu fazia e precisava, então decidi me vestir sexy, bem justinha, mas sem parecer uma puta, ou pelo menos era o que eu pretendia.
Então resolvi usar uma blusa bem justinha, mas sem decote, de cor clara. Pra parte de baixo, escolhi uma saia apertada, mas na altura do joelho. Claro que completei esse look com uma fio-dental pequena preta e uns saltos altos.
Depois de tudo que rolou nos últimos dias, tava convencida que já precisava de uma boa rola, então decidi que depois de tanta tesão naquela noite ia violentar meu marido pra matar a vontade, mesmo tendo recusado ele sistematicamente, tava certa de que já tinha sido abstinência suficiente e meu marido era a melhor ou única opção naquele momento.
Contra mim pesava o fato de que conheço meu marido e ele não é o melhor dos amantes quando bebe. Como pude perceber, ele já tinha uma boa quantidade de álcool no corpo e, conhecendo ele, sabia que não ia parar de beber durante a reunião. Então, se essa tendência continuasse, as chances de eu ficar sem sexo naquela noite eram enormes, porque quando meu marido bebe desse jeito, ele literalmente "apaga" assim que encosta na cama.
De repente minha mente vagou por todas essas coisas, eu precisava de sexo e não tinha certeza se meu marido conseguiria me dar. Cheguei até a considerar a opção de que, se por algum motivo meu marido não me satisfizesse, dar um jeito de meu vizinho aliviar meu tesão.
Enquanto eu revisava tudo isso na minha mente, terminei de me arrumar, cabelo, maquiagem e perfume perfeitos. Assim que terminei, me examinei inteira num espelho bem grande que tenho no meu quarto e fiquei assim por uns minutos, me virava, me aproximava do espelho pra ver meu rosto e maquiagem; eu gostava do que via, gostava muito, meu corpo latino cheio de curvas, meus peitos firmes, mas acima de tudo me orgulhava da minha bunda grande. Passei um bom tempo de costas pro espelho admirando como minhas nádegas ficavam e tenho que confessar que eu amava.
Acho que foi aí que consegui entender por que é tão comum em mulheres safadas como eu a fantasia de ficar com outra mulher. É tanto o nosso tesão pelo sexo, é tanto o prazer pelo nosso próprio corpo que você começa a perceber a beleza do corpo feminino, o quanto um corpo bonito é maravilhoso, com curvas, que provoca desejo. Refleti que o corpo do homem satisfazia minha taradice, mas só me interessava uma boa rola. Já em relação ao corpo da mulher, tudo era perfeito, tudo era admirável e lindo.
Naqueles momentos, entendi que pra saciar minha tesão, um homem ou uma mulher podiam ser uma boa opção. Até por breves instantes, comecei a fantasiar com algumas minas e, de verdade, fiquei bem excitado.
Meu marido tinha saído pra comprar umas coisas e me pediu pra ficar de olho caso chegasse algum convidado. Eram exatamente 7 da noite, o horário que ele tinha marcado, quando a campainha tocou.
Isso me pegou de surpresa, porque é um costume bem latino nunca chegar na hora marcada e aparecer pelo menos meia hora depois.
A campainha me tirou dos meus pensamentos. Quando tocou, eu ainda estava abstraída da realidade, me admirando na frente do espelho; tenho que confessar que naquele momento eu tinha levantado a saia até em cima e ficava olhando e acariciando minhas nádegas enfeitadas pela minha fio dental favorita; aquela bunda era meu orgulho e naquele momento eu estava mais do que decidida a continuar mostrando ela por atacado.
Então rapidamente arrumei minha saia e desci pra abrir a porta.
Adorei os comentários, a cantada e os olhares do velho, além disso curti pra caramba entrar na brincadeira e me fazer de sofrida com a história do meu marido. É super comum os caras buscarem esse tipo de informação, e eu tive vontade de deixar ele na dúvida, mesmo não sendo verdade, de que meu marido me largava de mão; com isso, me veio uma ideia pra continuar inflando meu ego.
- Doutor, se me permite, preciso deixá-lo sozinho um instante.
- Não se preocupe, senhora, tá tudo bem?
- Tudo bem, o que acontece é que a senhora chegou tão pontual que a gente não está totalmente pronto. Meu marido ainda tá fazendo umas compras e eu tava prestes a me trocar.
- Poxa, me desculpa! Não sabia que tava atrapalhando, mas é que marcaram pra esse horário e eu…
- Não se preocupe, o senhor é pontual e assim deve ser. Quem tá errado somos nós, os outros: os convidados por chegarem atrasados e os anfitriões por não estarem prontos.
- Bem, então se me permite, vou me trocar.
se me permite o comentário, acho que não precisa trocar não, assim você tá gostosa pra caralho
- Então espero que a mudança não desmereça e que você possa me ver ainda mais gostosa.
Apesar de minhas intenções iniciais serem de não me vestir muito sexy, a tentação de provocar o velho era grande demais. Então, aproveitando que nem meu marido nem nenhum outro convidado tinha me visto, decidi fingir que ainda não estava pronta e trocar de roupa.
Caminhei até as escadas e, bem na hora de chegar nelas, me veio mais uma sacanagem na cabeça:
Posso te pedir um favor?
- Claro
- Pode me ajudar com o vaso que tá na cozinha e subir ele? Quero colocar as flores dele.
Claro, Samanta me diz.
- Aqui te espero
O cara se apressou pra pegar o vaso, quando chegou perto de mim, acelerei o passo e passei na frente pra subir as escadas, isso com a intenção firme de rebolar descaradamente minha bunda enquanto o cara subia bem atrás de mim. E foi o que ele fez, subiu bem atrás de mim, e eu aproveitei cada degrau pra dar a ele uma visão melhor daquelas nádegas que, de um tempo pra cá, eu adorava exibir de forma descarada.
Tava me divertindo pra caralho e a noite só tava começando, o doutor colocou o vaso numa mesinha e voltou pra sala enquanto eu ia me trocar, tenho que confessar que adoraria dar um jeito do cara me ver enquanto me trocava, mas seria cara de pau demais e por enquanto só queria brincar com o tesão óbvio que ele tava sentindo por mim.
Decidi usar uma blusa branca e ainda mais justa, com um decote nada escandaloso, mas decote pra caralho. Depois troquei a saia por uma saia bem folgada, mas muito, muito curta. Se somar isso com minhas bundonas enormes, a saia ficava ainda mais complicada de lidar — era perigosamente curta, só cobria minha bunda e deixava quase tudo das minhas coxas à mostra.
Pra finalizar, troquei o calçado. Em vez dos saltos que eu tava usando, escolhi umas botas bem altas, passando dos joelhos. Adorei o toque que as botas deram no visual. Me olhei no espelho e amei. Tava morrendo de vontade de ver a cara do velho quando eu descesse. Não tava nem aí pros convidados, nem pras convidadas, muito menos pro meu marido. Eu me vesti única e exclusivamente pro veterano, e sentia um tesão danado em ver a reação dele ao ver esse corpo que ele tanto elogiou e que, pelo que eu achava, ele tanto desejava.
Era tanto meu tesão e minha excitação que me vi de novo no espelho pra ver quanta pele tava aparecendo e quanto dava pra ver da minha bunda. Levantei a saia de novo e fiquei um tempão me admirando e acariciando meu rabo, exatamente do jeito que o Doutor que tava na minha sala com certeza tava morrendo de vontade de fazer.
Ao abaixar o rosto do meu convidado, confirmo minhas suspeitas: o olhar dele era simplesmente fenomenal, adorava provocá-lo.
Samanta, que gostosa!! Você tá espetacular!!
- O senhor gosta, Doutor? Muito obrigada.
E ao dizer isso, me virei de propósito, dei uma volta rápida pra que a folga da saia fizesse ela subir mais com o movimento brusco. Não sei o quanto a saia subiu nem o quanto ele pôde ver da minha bunda, mas esperava que meu admirador tivesse se deleitado com o espetáculo. Quando terminei o movimento, olhei pro velho e, pela reação dele, supus que ele viu alguma coisa, ou muita coisa.
Uau; pode dar mais uma volta?
Acho que já deu, amor... pelo menos por enquanto...
- Então mais tarde?
- Nunca se sabe…
-
Foram questão de minutos até meu marido e o resto dos convidados chegarem. A partir daí, a situação com o Doutor mudou, o flerte diminuiu e o clima ficou mais respeitoso.
Independente disso, os olhares do resto dos convidados me confirmavam que minha roupa tinha cumprido seu objetivo, homens e mulheres não perdiam nenhum detalhe do meu andar e eu adorava, apesar do que minha vestimenta podia demonstrar ou comunicar, a verdade é que meu comportamento durante toda a reunião foi o de uma senhora, mesmo que minha roupa não fosse tão recatada assim.
Durante todo esse tempo, o veterano não perdia chance de me olhar, foram várias as vezes que peguei ele me observando. Quando percebia, sempre dava um sorriso pra ele, e com isso, aos poucos, o cara foi se soltando mais. Passou de ficar sem graça no começo a me sorrir de volta com o tempo.
Conforme a festa foi passando, a janta acabou e o clima foi ficando mais relaxado, com o álcool rolando, o Doutor dava um jeito de ficar perto de mim, se oferecia pra me trazer comida ou bebida, vivia nos grupos que eu tava, só que o destino tava contra ele e ele não conseguia um momento pra conversar comigo a sós.
Aos poucos, a festa foi entrando na fase em que uns começam a cair fora e outros a encher a cara. Meu marido, que já tava bebendo desde o começo do evento, continuou no pileque, então nessa altura já tava começando a ficar ruim.
Nessas condições, eu me tornei a única anfitriã, então quando algum convidado ia embora, eu cuidava de dar aquela cortesia de acompanhá-los e agradecer pela visita, e também comecei a arrumar a bagunça.
Depois de mais um tempo, no final meu marido ficou sozinho com outro cara que já tava tão bêbado quanto ele, uma coisa levou à outra e nesse clima eu fiquei a sós com o Doutor na cozinha, sentamos pra conversar com uma taça de vinho cada um e uma garrafa pela metade.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Levantei e, ao fazer isso, acariciei a cara do velho, fechei um olho dele e agora sim mexi a bunda pra caralho enquanto me afastava.
Cheguei no refeitório, peguei a garrafa e pude ver meu marido e o amigo dele já enfiados na clássica conversa de bêbados, já estavam resolvendo o mundo e falando sobre quem tinha a piroca maior.
Voltei pro meu admirador velhinho e servi mais um pouco de vinho, a garrafa deu pra uma taça pra cada um e a gente retomou a conversa.
A Samanta já tava me dizendo nas entrelinhas que não se sentia muito valorizada; isso é verdade?
Ah, Doutor, pois é, confesso que às vezes me sinto pouco atraente (Mentira!!!!)
Pois é, os maridos às vezes fazem a gente se sentir assim.
Pode me dar mais detalhes?
Pois é, a gente tenta se cuidar, manter o shape, e não necessariamente sinto que esses esforços são correspondidos.
- Não tem vida sexual?
- Não, não foi isso que quis dizer.
- E aí?
- Ai, doutor, as coisas que me faz falar... digamos que não é o suficiente...
Como?
- Pois é, vou te confessar que sou uma mulher bem fogosa e, digamos, muitas vezes quero mais…
- Mais de tudo, mais vezes, mais duração, mais tamanho, mais... é... bem, mais perversão
- E o marido dela não dá tudo isso pra ela?
- Não para nada, digamos que o pau dele é pequeno e ele é muito careta
- E você, quais perversões procura?
- Não sei, me dá vontade de um homem bem macho, não importa o físico nem a idade, mas que saiba o que quer, que tenha experiência, que faça comigo o que quiser, que me domine, que me surpreenda com a sacanagem e a perversão dele, me dá muito tesão realizar os desejos de um homem assim;
- Por exemplo, com essas taças de vinho aqui, adoraria que um macho me levasse pra cama, mas meu marido tá tão bebado que, assim que encostar a cabeça no travesseiro, vai apagar, e eu vou ficar na vontade.
- Tanto assim?
- Se eu apostar que não vai ter poder humano que impeça ele de dormir, nem vai ter poder humano que acorde ele.
Naquela altura, nosso copo já tinha acabado e acho que, como consequência da conversa, a cavalheirice do meu convidado também começou a ir embora aos poucos, enquanto ele já passava a mão nas minhas pernas.
Pra essa altura eu já tava muito excitada com toda essa brincadeira, de todos os coroas esse era o mais velho, de todos os novinhos esse era o mais novo, não era nem tão nojento quanto o velhote do meu vizinho, mas os dois tinham um ponto em comum muito importante: era completamente impossível pensar que eu sentiria atração por eles.
Tão gostosa como eu tava, fui no banheiro e resolvi ir mais longe: tirei o sutiã. Minha blusa era justa e branca, então meus bicos ficaram aparecendo por baixo do tecido fino.
Fui então até a adega pegar outra garrafa de vinho e, ao passar, ouvi a conversa dos dois bêbados cada vez mais chapados. Segui em frente e fui pra cozinha encontrar meu velho admirador.
Como era natural, assim que o doutor me viu entrar, os olhos dele foram direto pros meus peitos. Quando me viu, passou da surpresa praquele sorrisinho safado de vitória; minha atitude já deixava claro minha nova postura de putinha, bem diferente da experiência que o velho e eu tivemos no passado, ali naquela mesma cozinha.
Com esse gesto, eu mandava uma mensagem mais do que óbvia da minha tesão e do meu gosto por esse jogo provocante que era impossível passar despercebido.
Quando me aproximei do Doutor, o cara se levantou da cadeira, não sei se por educação ou pra me ver melhor. Avisei que ia lá pro fundo da cozinha pegar o saca-rolhas. Quando o velho se levantou da mesa, chegou perto da parede pra me dar passagem entre a cadeira dele e ele, deixando pouco espaço entre o corpo dele e a parede.
O movimento natural era que eu passasse entre o velho e a cadeira, mas, pelo contrário, decidi passar pelo espaço mais apertado entre o Doutor e a parede. O velho não esperava por isso, então virou as costas enquanto eu passava. Como o espaço era minúsculo, aproveitei pra literalmente esfregar meus peitos nas costas do velho.
Ao passar pelo lugar onde o cara estava, eu encostei ainda mais meu corpo no dele e, de propósito, fiz meu movimento o mais devagar possível. Ao sentir o roçar do corpo dele nos meus mamilos, minha excitação foi ao máximo e, quando cheguei no fundo da cozinha, meus mamilos durinhos estavam ainda mais evidentes.
Ao chegar no fundo da cozinha, continuei com minhas ideias perversas e, virando pra olhar pro velho, falei no tom mais safado que encontrei:
Mmm, troquei de garrafa, vou passar de novo, desculpa Doutor, vou te incomodar outra vez.
E ao fazer isso, levei meu dedo indicador à boca enquanto mordia meus lábios.
- Não é incômodo, pode entrar.
O velho se colocou na mesma posição, só que agora ficou de frente pra parede, de um jeito que se eu repetisse o movimento, o cara ia ficar de frente pra mim. Claro que nós dois sabíamos o que ia rolar, então passei de novo pelo mesmo lugar e na mesma posição.
Eu tava no limite entre o tesão e a safadeza, toda excitada do jeito que tava, fui na cantininha que a gente tem onde fica a adega e o resto das garrafas. Quando cheguei lá, percebi que o amigo bêbado do meu marido tava lá. Quando ele me viu, e reparou no meus bicos aparecendo, a cara dele mudou na hora. Claro que adorei o efeito que causei no cara e já dei um sorrisinho safado pra ele.
-
A garrafa que eu tava procurando tava na parte de baixo do móvel, em vez de me abaixar e dobrar os joelhos, fiz do jeito errado, não dobrei os joelhos e joguei o peito pra baixo. Com a saia curta que eu tava, tinha certeza que tava dando pro cara um visual dos sonhos da minha bunda enorme, só coberta pela minha fio dental pequenininha.
Quando me levantei, o cara tava pálido de susto. Cheguei perto dele e devolvi a garrafa. Sem falar nada, voltei pro móvel e repeti exatamente o mesmo movimento pra pegar a minha garrafa de vinho.
Claro, em vez de pegar a garrafa dele e voltar pro meu marido, o cara ficou ali assistindo o show. Quando me levantei, sabia que ele ainda tava lá.
-
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Tava toda putona e eu adorava, fora de mim, pelo que tinha acabado de rolar e pelo que vinha passando, voltei pra cozinha.
Ao me ver chegar, ela se colocou de novo na mesma posição; feito uma puta submissa pelo osso dela, obedeci e fui ao encontro dela também na mesma posição da última vez. Quando me aproximei do cara, o velho, com uma maestria foda, me pegou pela cintura e me fez mudar de posição, então, em vez de passar de frente pra ele, fui de costas.
Foi a melhor coisa, com a parte do meu corpo que eu mais gosto, com meu melhor trunfo esfregado no corpo dele, tentei me abaixar o suficiente pra sentir o pau dele no meu cu.
Assim, ele me tirou da cadeira e me levou até a beirada da mesa, depois, bruscamente, me pegou pela nuca e colou minha cabeça na mesa, levantou minha saia curtinha e deixou minha bunda enorme no ar. Fechei os olhos por uns segundos enquanto ouvia o homenzinho ir até a geladeira e depois voltar pra mim, começando a massagear minha bunda. Fiquei assim um tempão de olhos fechados, até que depois de um tempo resolvi abri-los e vi como:
O velho me olhava com a saia levantada até a cintura, apoiada na mesa de jornal na cozinha… com uma cara de tesão do caralho, comecei a chupar um saleiro comprido como se fosse uma pica, e com a bunda trabalhada de veterana.
Samanta, você é demais… que bum que você tem… bum enorme… vou fazer de você minha putinha. Continua chupando esse saleirinho… que me deixa a mil.
Sim… o que você disser, meu amorzinho…- e comecei a chupar ele de novo.
A voz do Hernán ecoava da sala, rindo e batendo papo com o amigo. Ele não fazia ideia de que a esposinha dele tava sendo comida a poucos passos pelo ex-professor de colégio… era muito excitante…
Olha bem o que a sua putinha tá fazendo, papai– falei pra ele. Coloquei o saleiro babado na entrada da minha buceta e comecei a enfiar devagar enquanto ele separava minhas nádegas enormes que pareciam ainda maiores. Entrava fácil, então comecei a meter e tirar cada vez mais rápido…ahhh, ahhh, ahhh gostosa… mmmmm…..mmmmmmm
me deixou de pau duro, e me mostrou o pinto ereto. Pra minha surpresa, era enorme, muito maior que o do meu marido e muito maior que no meu sonho, nunca imaginei isso de um homem da idade dele.
Mete em mim, papai. Tudinho na minha bunda.falei com uma voz que até eu me surpreendi de tão puta que soou.
Se sentou numa cadeira e apontou a pica enorme dele pra entrada do meu cu. Comparado com o saleiro, era quase a mesma coisa… aí começou um vai e vem que me surpreendeu pela energia e velocidade. Parecia que o homem ia se desmontar de tanta vibração. Enquanto eu me masturbava, ouvia as vozes na sala… pra apressar o doutorzinho, comecei a falar…
Ayyy, si, buceta, assim… me dá… tudinho… mmmm… que gostoso… continua… não para, tigrão…
Mmmmm sim… tudo na minha bunda, amorzinho, até a última gotinha.Eu disse, acariciando a careca dele e brincando com os poucos cabelos que ainda tinha na cabeça…
De repente sinto a aceleração dos movimentos dele e o espasmo da gozada dele….Aahhhhhhh que buceta gostosaaaaaaaaaaa– gritei e a porra dele abriu caminho na minha buceta
Mmmmm, buceta gostosa, você me deixou maluco.
- E falta o melhor, vadia.
- Como assim, vai ser isso?
- Espera e se deixa levar, se veste
Sem hesitar, segui à risca o que ele mandou. Foi o começo do conhecimento do homem dominante e perverso que eu iria conhecer a fundo durante muitas sessões cheias de sexo e luxúria nos meses seguintes.
Depois que nos vestimos, o velho me levou pra sala onde meu marido tava com o amigo dele.
Diferente do meu marido e apesar da bebedeira dele, o amigo do meu esposo não perdeu a chance de me devorar com os olhos, principalmente na bunda e nos meus mamilos durinhos, mas o velhote rapidamente o tirou do transe e falou:
Vamos embora, não pense que vou deixar você dirigir desse jeito, não.
Meu marido se despediu deles e saiu voando pro nosso quarto, eu fiquei lá embaixo pra acompanhá-los até a porta. No caminho, o doutor, já sem meu marido por perto, me pegou pela cintura e, ao fazer isso, colocou descaradamente a mão direita na minha bunda.
Assim, a gente foi andando até a porta, tava pouco me fodendo pra tudo, tava tão tesuda que já tava começando a gostar dessa brincadeira de submissão pro velho.
O amigo do meu marido andava na nossa frente, entre isso e a bebedeira dele, não sei se ele percebia o que tava rolando ao redor, embora fosse tão na cara que era difícil os fatos passarem despercebidos.
Ao chegar na porta, o amigo do meu marido se despediu. Eu, metida no meu papel de puta, dei uns beijinhos nele, abracei e, nessa, não perdi a chance de esfregar descaradamente os peitos no peito dele. Depois, me despedi do Doutor — ao beijá-lo, fiz isso na beirada dos lábios dele. Enquanto isso rolava, o velho apertou forte uma das minhas nádegas. Depois disso, ele chegou perto do meu ouvido e disse:
- Me espera, putona, volto daqui a uns minutos, veste só as botas e a tanga
- Sim, buceta, você manda, coração
Os dois caras foram embora e eu voltei pra casa, subi direto pro quarto e percebi o estado do meu marido — já tava dormindo tranquilo, os roncos e os anos dormindo do lado dele me garantiram que nem um terremoto acordava aquele filho da puta.
Em seguida, dei um retoque na maquiagem, queria ficar uma gostosa e já tinham passado várias horas desde que me arrumei, depois dei uma ajeitada no cabelo.
Depois tirei a roupa e fiquei exatamente nas condições que meu amante tinha me ordenado, assim me livrei da blusa e da saia, ficando só com as botas e a calcinha fio dental.
Depois, voltei a dar uma olhada na minha maquiagem, me olhei dos pés à cabeça no espelho e amei o que vi: uma puta barata se preparando pra receber o amante, bem aos pés de um marido apagado pelo álcool.
No final, me decidi a passar uma generosa quantidade de perfume por todo o meu corpo semi nu;
Foi questão de minutos quando a campainha da minha porta tocou, rapidamente corri pra abrir, corri ao encontro do meu novo amante.
Ao abrir a porta, ele me pegou pelo pescoço e, na soleira da entrada da minha casa, com a porta aberta, começou a me beijar com uma paixão desenfreada, brincava com minha língua e mordia meus lábios; enquanto apertava com força minha bunda com as duas mãos, eu segurava a nuca dele.
Depois me puxou pra fora e fechou a porta, me virou de costas e me fez encostar na porta, me abaixar, empinar a bunda e rebolar enquanto esfregava a pica enorme dele.
Lá estava eu, uma mulher casada e honrada, pelada na porta da minha casa, altas horas da noite, no meio da rua, rebolando minha bunda enorme pra um velho que tinha o dobro da minha idade.
Depois de um tempo nessa posição, o velho me pegou pela mão e, do jeito que eu tava, me fez andar até o carro dele.
Chegamos no carro dele, ele abriu a porta de trás e mandou eu entrar, depois subiu ele também. Do meu lado, eu sentei normal no banco de trás, mas o doutor me fez ficar de quatro no banco, com a cabeça virada pro corpo do velho e a minha bunda empinada do lado da janela que dava pra rua.
Então ele puxou aquela pica enorme, me segurou pela nuca e me puxou pro pau dele, eu sem falar nada já comecei meu serviço e fui chupar aquela delícia, era excitante pra caralho com minha bunda toda exposta, sabendo que qualquer um que passasse podia ver fácil minha rabona enorme do outro lado da janela.
Assim fiquei um tempão, brincando com minha boca e principalmente com minha língua na ponta do pau dele, com uma mão massageando as bolas dele, aí de repente parava de chupar e só batia uma pra ele, quando fazia isso, olhava pra ele com minha melhor cara de puta.
- Gosta do que eu faço com você, buceta?
Continua chupando, puta.
Sim, papai, como você mandar.
E continuei com meu trabalho, acelerei o ritmo e chupei com mais força, tentei fazer ele gozar mas parecia inútil, acho que o velho estava guardando as forças pra me foder, com esse movimento quem começou a ficar excitada pra caralho era eu, enquanto chupava comecei a gemer feito uma puta no cio, que puta eu era, tava mais tesuda eu com o boquete do que meu velhinho experiente.
Enquanto eu chupava e na fase de maior tesão, de vez em quando tirava a pica da boca e passava nos peitos, depois empinava e mexia mais a bunda fantasiando que alguém podia me ver assim, aí me masturbava e continuava chupando.
Ahhhh mmmmmm
Bem quando eu estava prestes a gozar, o Doutor me mandou parar, me fez mudar de posição e, mesmo eu ainda estando de quatro, agora minha cabeça estava virada pra rua. Foi aí que começou o mete-saca mais intenso possível, e com o tesão que eu tava, praticamente gozei na hora.
- Ahhhhh siiiiii buceta¡¡¡¡
As investidas eram tão fortes que, aos poucos, ele foi me empurrando pra dentro do carro. Assim, em poucos segundos, eu já tava colada no vidro do veículo. Comecei com as mãos apoiadas no vidro e, no fim, minha cara tava literalmente grudada na janela do carro.Foi questão de segundos quando ele gozou gostoso em toda a minha bunda, eu, por minha vez, me joguei pra pegar com as mãos e levar até a boca. Foi assim que nos despedimos e eu voltei pra casa.É tão gostoso ser tão tarado e safado.
2 comentários - Morbosa e gostosa