puta do taxista

Bom, pra quem não me conhece, meu nome é Alli. Sou baixinha, tenho uns peitinhos empinados, uma cinturinha bem bonita e, sim, umas bundas boas, por isso sempre recebo cantadas e encostadas... Meus amigos também dizem que minha boquinha é de uma verdadeira chupadora, por causa dos meus lábios grossos. Isso aconteceu comigo há mais ou menos um ano, espero que vocês curtam, poringa boys... Fui pra festa com minhas amigas e eu já tava na intenção de me divertir, vocês sabem do que tô falando, mas depois de umas danças, uns amassos, umas esfregadas e tal, não encontrei ninguém que me convencesse e decidi ir pra casa. Depois de me despedir das minhas amigas, saí da balada pra pegar um táxi e tomei a decisão de que ali seria o momento de encontrar o que eu procurava. Quando saí, tinha 5 taxistas: um jovem, dois velhinhos e dois entre 30 e 45 anos. Assim que saí, eles ficaram me olhando, porque eu tava usando um vestidinho amarelo bem justo e curtinho, com meus saltos pretos altos, por baixo uma calcinha fio dental preta e sem sutiã, o que fazia meus bicos aparecerem no vestido e, com o frio, eles ficavam bem durinhos — dessa vez por causa da festa e não por ser puta... Bom, também, rs. Todos estavam nos seus táxis esperando passageiro e, pensando em vocês, fui com um dos velhinhos, porque sabia que se fosse com algum dos jovens, eles cairiam fácil no meu jogo e eu não ia conseguir me divertir.puta do taxistaO senhor já aparentava uns 60 anos e parecia bem velho, como se nem se cuidasse mais, só trabalhava pra comer mais um dia e não pra se divertir. Do mesmo jeito, parecia muito respeitoso, e isso me excitou ainda mais. Ele viu que eu entrei no táxi na frente, como se fosse uma passageira normal, não disse nada, e entrou também. Me perguntou pra onde me levar, e eu dei o endereço da minha casa. No caminho, ele ia dirigindo e eu fingia que tava dormindo, até que comecei a reclamar do calor e resolvi levantar um pouco a saia do vestido pra mostrar mais minhas pernas, hehe. O senhor não falou nada. Enfiei a mão por baixo da saia e toquei na minha buceta como se procurasse alguma coisa, mas só mexia na minha calcinha fio dental pra desembaraçar, porque ela já tava bem enfiada no meu cuzinho, tinha ido até o fundo. Então peguei ela e puxei de entre minhas nádegas, esperando uma reação do senhor, e foi o que aconteceu: ele finalmente se distraiu um pouco e olhou, mas só de relance porque o carro desviou, hehe. Tirei a mão e cheirei, porque tinha que entrar no papel de bêbada, rs. E falei:gostosa- Ai! Que estranho, isso parece suor. Já estava toda molhada. Mesmo assim, fingi que estava dormindo, o senhor olhava cada vez mais para minhas pernas, toda vez que trocava de marcha se atrapalhava e não esticava a mão direito pra pegar o câmbio com medo de me encostar. Ele diminuiu a velocidade, esperou pra ver até onde minha bebedeira ia e eu continuei... De novo reclamei do calor e comecei a baixar um pouco a alça do vestido até deixar meus peitos de fora, claro, um pouco antes do biquinho do peito, hehe, algo elegante. A respiração do senhor começou a ficar ofegante: - O que a senhorita acha? Não é que tá muito calor? Olha como eu suo, tô com o peito molhado. - Sim, senhorita, o calor esta noite tá forte e tá subindo mais um pouco, hehe. Eu sabia que já tava conseguindo o que queria e resolvi começar o contato com algo inocente. - Ei, me ensina a dirigir? É que nunca fiz isso e sempre quis saber como é trocar uma marcha - com cara de inocente. - E você quer fazer isso agora, mocinha? - Se o senhor deixar, claro - sorrindo um pouco. - Tá bom, pequena, põe a mão no câmbio que eu te falo quando fazer - disse isso enquanto diminuía a velocidade. O que eu fiz, fiz com a maior intenção de deixá-lo mais nervoso do que já tava. Levantei minha mão e movi em direção ao câmbio, mas minha meta não era pegar ele, e peguei a perna dele e acariciei, aproximando minha mão do volume dele e falei: - Ai! Que vergonha, desculpa mesmo - enquanto já trocava minha mão pro câmbio de verdade, hehe.peitos grandes—N-não se preocupa, gostosa, isso acontece — ele disse isso de forma muito nervosa. Colocou a mão dele sobre a minha e disse: — Agora vamos trocar as marchas juntos, não fica com o braço duro pra gente conseguir fazer isso. — Ok. Muito empolgada, começamos a fazer essas trocas. Depois de um tempo, ele já tinha me soltado e eu reclamei do calor de novo... — Ai! Esse calor não passa! Enquanto eu baixava mais a alça, deixando meus peitos à mostra e ajeitando eles pra deixar ainda mais excitante. O senhor só ficava olhando de vez em quando pra estrada, que já não importava mais tanto. E agora eu quis passar pra algo mais pra tudo começar: — Olha como eu suo! — pegando a mão dele e levando até um dos meus peitos — Tô suando demais, né? Acho que não é normal.rabaoO senhor só ficou calado e mais nervoso do que já tava, parece que sem perceber, enquanto tinha a mão num dos meus peitos, apertou ele igual quando a gente escolhe fruta. Eu sabia que isso já tava feito e agora vinha a parte boa. — Ai, menina! Cê tá quente pra caralho, isso não é normal. — Né não? Olha — agora eu levei a mão dele pra parte de dentro das minhas coxas — tô suando pra caramba por causa do calor. Olha! O senhor também já tá suando.vadiaO senhor ficou perplexo, não soube mais o que dizer. Soltei ele e coloquei minha mão na perna dele, bem perto do volume. — E o senhor também tá com tesão, dá pra sentir demais, por que não se solta um pouco? Abri o zíper da calça dele pra ver o pau, tava dormindo, hehe. O senhor ficou ainda mais nervoso.taxi— Já melhorou? É que olha como tá quente aqui. Enquanto falava isso, eu tava com o pau dele na minha mão, querendo bater uma punheta, e ele só se descontrolava mais no volante. O carro tava meio que engasgando porque a mão dele ainda tava na minha coxa e ele nem trocava a marcha. Eu me dediquei a bater uma punheta nele, puxava a glande pra fora pra acariciar com os dedos, já tava melada e dava pra sentir o tesão escorrendo, rsrs, era uma delícia. A punheta que eu dava era devagar pra ele não gozar rápido, mas mesmo assim o pau dele não subia de vez porque já era véio. Passei as mãos de novo no líquido que escorria dele e levei pros meus peitos, como se fosse um creme, me lambuzei. O senhor esquentou mais um pouco, tava suando pra caralho. Depois de um tempo batendo punheta e puxando meus biquinhos, a gente parou na beira da estrada, porque não tinha ninguém, e já era tarde pra caramba. Ele estacionou o carro no meio e desligou o motor. Eu já tava muito molhada de tanto brincar. Ele virou pra me encarar de frente e, do nada, se jogou nas minhas tetas pra lamber e morder. Mordia uma e acariciava a outra, e foi assim, trocando. Eu só segurava o pau dele, mal alcançava pra continuar a punheta. A gente percebeu que a alavanca de câmbio atrapalhava e fomos pro banco de trás. Eu saí do carro pra trocar de lugar, do jeito que tava, com a saia no meio da bunda e as tetas de fora. O vento soprou e deixou meus biquinhos mais duros, e me excitei ainda mais pensando que talvez alguém tivesse visto, mas acho que não, porque a estrada tava deserta naquela hora. Já dentro do carro, tirei a calça do senhor, deixando o pau dele caído. Assim, ele tava lindo, porque era de bom tamanho, e eu fico muito excitada quando tão "dormindo". Ele sentou de lado, a gente tinha empurrado o banco da frente pra deixar espaço atrás, e eu me ajoelhei. Peguei aquele pedaço de carne mole nas minhas mãos e passei minha língua desde a base até a cabeça, bem devagar. Ele só gemeu, e isso me deixou louca. depois comecei a subir e descer com a mão naquela carne, fazendo uma punheta enquanto beijava os testículos dele, lambia, chupava, eles me encantavam porque já estavam bem caídos e a pele era bem morena, e eu adoro paus que têm pele escura rsrs, pode ser um preto também, adoro o contraste com a minha pele branca.garota de bunda grande
Motorista de taxiVoltando ao assunto, fazendo essa combinação, o pau dele começou a tomar forma e ficar um pouco duro. Aí sim, comecei a brincar com o bichinho dele e enfiei ele inteiro na boca, esperando sentir ele endurecer. O cara fazia como quando a gente tenta contrair ou firmar um músculo, dava pra sentir o pau engrossando um pouco na boca, algo muito excitante. Olhei nos olhos dele e ele estava curtindo pra caralho, todo recostado, de olhos fechados e gemendo. Tirei o pau dele e passei meus lábios por um dos lados, chupando a saliva que escorria cada vez que eu enfiava o pau inteiro e engasgava. Então ele disse: — Minha menina, levanta que agora quero te curtir. Levantei do chão do carro e ele me sentou no banco, se jogou pra lamber meus peitos enquanto enfiava a mão entre minhas pernas pra apertar e brincar com os dedos no meu clitóris. Mordia meus bicos e eu adorava, fico louca quando mordem forte. Na buceta, ele acariciava sem enfiar os dedos ainda, e isso me excitava ainda mais. Quando viu que eu já tava super molhada, me deitou no banco, levantou minhas pernas de um jeito que meus saltos tocavam o teto do carro, tirou minha calcinha fio dental, fez dela uma tirinha, enrolou nos dedos e enfiou na minha buceta de forma brusca, arrancando um gemido forte, tentando molhar a calcinha toda. Depois que fez isso, disse: — Minha pequena, vou te deixar em casa, mas sem isso (a calcinha). Vou guardar pra sempre pensar em você. Parte 2?

5 comentários - puta do taxista

Es obvio que le encanta ser el juguete de muchos hombres