No meu primeiro dia de trabalho, tentei causar uma boa impressão, então vesti uma camisa branca e uma saia de cetim preta que marcava bem minhas curvas. Me senti gostosa, mas ao mesmo tempo formal.
Quando cheguei no estúdio, percebi que Javier me despia com o olhar.
Ele não tirava os olhos da minha bunda, mas sempre sem passar dos limites.
Era um cara bem sério e educado.
Os dias passaram e eu me adaptei bem às tarefas de secretária.
Já faz quase um mês que uma grande notícia revolucionou o estúdio: Javier tinha ganhado um caso muito importante pra ele, já que tava defendendo um grande amigo seu. Pra comemorar, esse amigo organizou um jantar.
O Javier era divorciado, então ele me convidou pra jantar.
Sem querer dar um fora, não tive outra opção a não ser aceitar.
Pra aquela noite, quis ficar deslumbrante pra que meu chefe não se incomodasse com a minha aparência.
Vesti um vestido preto, longo e de costas nuas. Pra piorar, meu marido não pôde me acompanhar.
Javier passou bem pontual pra me buscar, me cumprimentou com um beijo muito doce na bochecha.
Dirigiu o carro até um restaurante exclusivo e, ao entrar, me deparei com a surpresa de que no jantar estavam só o amigo e cliente do meu chefe, Dante, e a mulher dele.
Um casal de uns 45 ou 50 anos, ele era um empresário e ela uma médica cirurgiã.
A noite começou estranha, porque parecia que eu era filha do casal ou, pior ainda, uma puta do meu chefe.
Depois de uns dois drinks, relaxei e pude aproveitar uma companhia tão gostosa.
A noite já estava terminando, eu meio tonta por causa do álcool, meu chefe, todo cavalheiro, me levou até em casa. Quando chegamos, Javier virou o rosto pra dar um beijo de despedida.
Não sei o que deu em mim, mas me aproximei dele e dei um beijo doce na boca dele.
Ele ficou paralisado enquanto eu, toda envergonhada, fugi da situação e entrei em casa.
Naquela segunda-feira eu tinha que voltar a trabalhar e não queria mudar nenhum detalhe do cotidiano, como se nada tivesse acontecido.
Vesti minha saia de cetim, minha blusa branca como eu sempre ia vestida.
Cheguei no estúdio e, sem me anunciar, comecei a fazer as tarefas pendentes.
Só de estar ali já me deixava nervosa.
Até que a voz do Javier se fez ouvir.
Entrei no escritório dele e, sem conseguir olhar na cara dele, procurei no armário a porra do processo.
De costas pra ele, me inclinei pra frente pra ler os rótulos, sinto as mãos do Javier me pegando pelas cadeiras e me puxando pra cima do volume dele.
Minha bunda se esfregando no volume dele, eu paralisada, sem conseguir falar nada.
Nem uma palavra saía dos meus lábios quando endireitei meu corpo, apoiando minhas costas no peito dele.
Minha cabeça fervia com a ideia de dar pro meu chefe ou ficar parecendo uma puta que só pensa em pica.
Javier começou a soltar os botões da minha camisa, revelando meus seios, e começou a amassá-los por cima do sutiã.
A excitação ficava cada vez mais evidente, porque eu não conseguia segurar os doces gemidos que escapavam dos meus lábios.
Sabendo disso, Javier levou a mão até minhas pernas e, com um movimento delicado, as abriu para alcançar minha buceta, que já estava encharcada dos meus sucos.
Com delicadeza, puxou minha calcinha fio dental com uma mão e com a outra acariciava meu clitóris.
Eu ficava louca de prazer, me virei e fiquei de frente pra ele. Com um beijo apaixonado, comecei meu trabalho.
Desabotoei a camisa dela e levei minha mão até a calça dela, que já estava bem inchada.
Enfiei minha mão na cueca dele e o que peguei não cabia na minha mão.
A curiosidade me venceu e eu tinha que ver com meus próprios olhos.
Desci pelo peito dela com beijos doces até chegar na calça dela, desabotoei e com uma mão puxei aquela pica grossa e comprida, não acreditava no que tinha nas minhas mãos.
Javier me segurou pela nuca e me levou até o pau dele, quase não cabia na minha boca.
Depois de dar um boquete bem gostoso, sentei na mesa, Javier levantou minha saia até a cintura com cuidado e tirou minha calcinha fio dental.
Extasiada, enrolei minhas pernas na cintura dele e peguei a pica enorme dele. Com a outra mão, separei meus lábios da buceta e encostei a cabeça entre eles. Me deitei pra trás, me oferecendo, e ele enfiou a pica dentro de mim.
Uma sensação rara tomou conta de mim, uma mistura de tesão e outra por estar traindo meu marido.
Virei minha cabeça pra ver como ela enfiava um pau daquele tamanho.
Ele começou um vai e vem suave e bem profundo.
Meu corpo extasiado tremia a cada estocada, um orgasmo iminente me invadiu.
Encharcando essa pica dentro de mim, quando ele percebeu, começou a me comer mais rápido e forte, só queria que essa pica gozasse dentro de mim.
Na hora de gozar, ele tirou o pau e jorrou o leite na minha barriga em jatos enormes, sujando até minha saia, que naquela altura já estava apertada como um espartilho.
Ela me beijou.
Depois daquele dia, tudo melhorou, tanto minha relação de trabalho quanto o caso secreto que a gente mantém, cada vez ela me tratava melhor.
No sexo, cada encontro ficava mais pervertido e, além disso, ela sempre me comprava presentes caros.
A gente já tinha feito de tudo, menos uma coisa que eu me recusava: minha bunda. Isso eu guardava pro meu marido, ou quase só pra ele. Às vezes, ainda deixava ele brincar com o dedo no meu buraquinho, mas só isso.
Depois de alguns meses, uma data muito especial estava se aproximando… meu chefe e amante estava fazendo aniversário.
O que eu podia dar pra ela, se ela já tinha tudo.
O amigo de vocês, Dante, organizou um jantar pra sábado onde iria a mesma galera daquela vez.
Então, naquela semana, só fiquei esquentando ele sem deixar ele gozar pra que naquela noite ele estivesse feito um garanhão. Eu falei pro meu marido que tinha um encontro marcado com minhas amigas.
Finalmente chegou a bendita sexta.
Resolvi me vestir mais gostosa do que nunca, um vestido vermelho bem decotado e com as costas de fora, sem sutiã, claro, uns saltos que faziam minha raba ficar mais empinada e o detalhe mais sensual… uma fio dental branca bem pequenininha com um lacinho rosa que ficava bem em cima da minha bunda.
Não precisa ser nenhum gênio pra saber qual ia ser meu presente de aniversário.
Um penteado preso que valorizava meu pescoço.
Era toda uma gata no cio.
Chegamos no restaurante onde Dante e Adriana já estavam esperando. Quando entrei, praticamente todo mundo se virou pra me olhar, até o Dante não tirava os olhos de mim.
Jantamos, nos divertimos, tinha uma banda, então dançamos.
Foi uma noite da porra.
Tentei evitar o álcool porque queria estar bem lúcida na hora de entregar "meu presente".
Depois de uns dois passos de dança, a gente sentou pra descansar quando o celular da Adriana tocou, parecia uma emergência no hospital onde ela trabalhava.
Ele se desculpou e saiu na hora, deixando a gente com o Dante no colo.
Javier, todo atencioso, se ofereceu pra levar o Dante até a casa dele, já que a mulher dele tinha levado o carro.
Minha paciência tava no fim.
Não via a hora de ficar a sós com o Javier… chegamos na casa do Dante e ele insistiu pra gente descer pra tomar uns drinques, que tinha um uísque de sei lá quantos anos.
O que importava pra mim era que minha espera se prolongava e meu desejo mais ainda.
Entramos na casa e parecia um palácio… uma sala enorme com um sofá no meio, móveis super luxuosos e umas escadas que levavam pros quartos no andar de cima.
Enquanto serviam as bebidas, fui ao banheiro me dar uma ajeitada, devo ter demorado uns 10 minutos.
Quando voltei pra sala, percebi que eles tavam falando bem baixinho e tentaram disfarçar me jogando um elogio.
Você tá feita um anjo, pau me dizem
Dante pediu desculpas dizendo que não demorava e se retirou.
Como possesso, Javier se atirou em mim, beijando meu pescoço e apertando meus peitos, uff, que tesão eu tava sentindo. Ele puxou um pouco meu vestido, deixando meus peitos nus, e baixou a cabeça pra chupar eles.
Tava perdida, nem conseguia reagir onde tava.
Os chupões bruscos que o Javier dava nas minhas tetas e uns gemidos suaves que escapavam dos meus lábios… imersa num tesão doido, recostei a cabeça pra trás, fechei os olhos e me entreguei ao prazer.
Foi aí que senti um carinho passando um fio de cabelo da minha bochecha, quando abro os olhos vejo o Dante parado atrás da gente:
E eu ali, vermelha de vergonha, nem consegui cobrir os peitos.
Eles pararam os dois na minha frente.
Se olharam cúmplices e começaram a tentar me provocar.
Vai ficar só entre a gente.
Seguimos como sempre — me diz meu chefe.
Imediatamente se despiraram, os dois com as picas quase duras apontando pra mim.
Tava muito confusa, entre a vergonha e o tesão que eu tava sentindo.
Não aguentava mais… levantei e fui andando na direção deles.
Já na frente deles, peguei uma rola com cada mão e comecei a punhetar os dois.
Me ajoelhei como ele mandou e comecei a dar lambidas suaves na cabeça enorme do Javier enquanto batia uma pro Dante.
Alterne as lambidas com a pica do Dante
Sei que você tá com fome de pica e hoje a gente vai te satisfazer.
De um só gole, engoli a pica inteira do Dante, arrancando um grunhido animal dele.
Depois de um tempo saboreando aquela rola, troquei pra do Javier.
Longe de me incomodar, as grosserias dela me excitavam cada vez mais.
E eu mostrava pra ele nas minhas chupadas.
- Você gosta de ser nossa putinha.
Sim? Vem.
Mo me pegou pelo braço e me fez parar.
Com a mão na minha nuca, ele me beijou apaixonadamente enquanto Javier se posicionou atrás de mim, encostando a pica nas minhas costas e beijando meu pescoço.
Sabia da fraqueza que esses beijos me causavam.
Dante começou a acariciar minha buceta por cima da minha calcinha fio dental já toda molhada.
Você me prometeu um presente pra hoje.
E, como bom amigo, quero compartilhar isso com você.
Dudei um pouco, mas já não tinha mais saída.
Me virei de costas pra eles, deixei meu vestido cair e lá ficou minha bunda com um lacinho, igual presente perfeito pra ocasião.
Entre os dois começaram a apertar minha bunda e o Javier mandou eu ficar de quatro, apoiando a cabeça no chão.
Pronto, Dante puxou a fio dental que estava perdida no meio da minha bunda.
Com um movimento suave, ela as abriu, deixando meu buraco exposto.
Ele lambeu e exclamou: “essa bunda vai ter muito trabalho hoje hahaha!!! Prova aí, Javier.”
Meu chefe enfiou a cara entre minhas nádegas e eu senti a língua dele abrindo caminho no meu cu já encharcado de cuspe.
Precisava ser penetrada.
Javier enfiou o dedo médio pra me dilatar e eu comecei a gemer bem gostoso.
Com minha buceta já lubrificada e mal dilatada, Dante abriu minhas nádegas e Javier apoiou seu pau enorme no meu buraquinho.
Começou a se enfiar dentro de mim e achei que ia me partir ao meio.
A cabeça dela começou a abrir minha bunda e a dor se misturou com um prazer único.
Meus doces gemidos se transformaram em gritos... ha ha ha ha... minhas costas arquearam pra aguentar aquela estocada tão brutal que meu corpo desabou.
Já está toda dentro, minha putinha — disse Dante.
Javier bufava como um touro e repetia “pelo amor de Deus, como eu amo essa buceta”. Deu umas duas estocadas e saiu do meu cu.
Dante se colocou atrás de mim e perguntou: "você quer, sua putinha?
É- sim, enfiem suas pirocas no meu cu.
Ele entrou no meu cu e começou a me bombar forte e fundo, um orgasmo imenso me invadiu.
Eles se revezavam entre os dois pra comer meu cu, ficaram metendo a pica por uns 30 minutos, acho.
Sem aguentar, me ajoelharam entre os dois e se punhetaram até gozar jatos enormes de porra na minha boca, saboreei olhando nos olhos deles e engoli tudo.
Adorei seu presente, meu chefe me disse.
Ele pegou minha mão e me levou até o quarto dele, que tinha um banheiro privativo.
Fiquei um tempão debaixo d'água pra recuperar minhas forças. Mais tarde a gente tomou mais um pouco e meu chefe me levou pra casa. Sorte que minha mina tava dormindo e não precisei dar explicação nenhuma.
Quando cheguei no estúdio, percebi que Javier me despia com o olhar.
Ele não tirava os olhos da minha bunda, mas sempre sem passar dos limites.
Era um cara bem sério e educado.
Os dias passaram e eu me adaptei bem às tarefas de secretária.
Já faz quase um mês que uma grande notícia revolucionou o estúdio: Javier tinha ganhado um caso muito importante pra ele, já que tava defendendo um grande amigo seu. Pra comemorar, esse amigo organizou um jantar.
O Javier era divorciado, então ele me convidou pra jantar.
Sem querer dar um fora, não tive outra opção a não ser aceitar.
Pra aquela noite, quis ficar deslumbrante pra que meu chefe não se incomodasse com a minha aparência.
Vesti um vestido preto, longo e de costas nuas. Pra piorar, meu marido não pôde me acompanhar.
Javier passou bem pontual pra me buscar, me cumprimentou com um beijo muito doce na bochecha.
Dirigiu o carro até um restaurante exclusivo e, ao entrar, me deparei com a surpresa de que no jantar estavam só o amigo e cliente do meu chefe, Dante, e a mulher dele.
Um casal de uns 45 ou 50 anos, ele era um empresário e ela uma médica cirurgiã.
A noite começou estranha, porque parecia que eu era filha do casal ou, pior ainda, uma puta do meu chefe.
Depois de uns dois drinks, relaxei e pude aproveitar uma companhia tão gostosa.
A noite já estava terminando, eu meio tonta por causa do álcool, meu chefe, todo cavalheiro, me levou até em casa. Quando chegamos, Javier virou o rosto pra dar um beijo de despedida.
Não sei o que deu em mim, mas me aproximei dele e dei um beijo doce na boca dele.
Ele ficou paralisado enquanto eu, toda envergonhada, fugi da situação e entrei em casa.
Naquela segunda-feira eu tinha que voltar a trabalhar e não queria mudar nenhum detalhe do cotidiano, como se nada tivesse acontecido.
Vesti minha saia de cetim, minha blusa branca como eu sempre ia vestida.
Cheguei no estúdio e, sem me anunciar, comecei a fazer as tarefas pendentes.
Só de estar ali já me deixava nervosa.
Até que a voz do Javier se fez ouvir.
Entrei no escritório dele e, sem conseguir olhar na cara dele, procurei no armário a porra do processo.
De costas pra ele, me inclinei pra frente pra ler os rótulos, sinto as mãos do Javier me pegando pelas cadeiras e me puxando pra cima do volume dele.
Minha bunda se esfregando no volume dele, eu paralisada, sem conseguir falar nada.
Nem uma palavra saía dos meus lábios quando endireitei meu corpo, apoiando minhas costas no peito dele.
Minha cabeça fervia com a ideia de dar pro meu chefe ou ficar parecendo uma puta que só pensa em pica.
Javier começou a soltar os botões da minha camisa, revelando meus seios, e começou a amassá-los por cima do sutiã.
A excitação ficava cada vez mais evidente, porque eu não conseguia segurar os doces gemidos que escapavam dos meus lábios.
Sabendo disso, Javier levou a mão até minhas pernas e, com um movimento delicado, as abriu para alcançar minha buceta, que já estava encharcada dos meus sucos.
Com delicadeza, puxou minha calcinha fio dental com uma mão e com a outra acariciava meu clitóris.
Eu ficava louca de prazer, me virei e fiquei de frente pra ele. Com um beijo apaixonado, comecei meu trabalho.
Desabotoei a camisa dela e levei minha mão até a calça dela, que já estava bem inchada.
Enfiei minha mão na cueca dele e o que peguei não cabia na minha mão.
A curiosidade me venceu e eu tinha que ver com meus próprios olhos.
Desci pelo peito dela com beijos doces até chegar na calça dela, desabotoei e com uma mão puxei aquela pica grossa e comprida, não acreditava no que tinha nas minhas mãos.
Javier me segurou pela nuca e me levou até o pau dele, quase não cabia na minha boca.
Depois de dar um boquete bem gostoso, sentei na mesa, Javier levantou minha saia até a cintura com cuidado e tirou minha calcinha fio dental.
Extasiada, enrolei minhas pernas na cintura dele e peguei a pica enorme dele. Com a outra mão, separei meus lábios da buceta e encostei a cabeça entre eles. Me deitei pra trás, me oferecendo, e ele enfiou a pica dentro de mim.
Uma sensação rara tomou conta de mim, uma mistura de tesão e outra por estar traindo meu marido.
Virei minha cabeça pra ver como ela enfiava um pau daquele tamanho.
Ele começou um vai e vem suave e bem profundo.
Meu corpo extasiado tremia a cada estocada, um orgasmo iminente me invadiu.
Encharcando essa pica dentro de mim, quando ele percebeu, começou a me comer mais rápido e forte, só queria que essa pica gozasse dentro de mim.
Na hora de gozar, ele tirou o pau e jorrou o leite na minha barriga em jatos enormes, sujando até minha saia, que naquela altura já estava apertada como um espartilho.
Ela me beijou.
Depois daquele dia, tudo melhorou, tanto minha relação de trabalho quanto o caso secreto que a gente mantém, cada vez ela me tratava melhor.
No sexo, cada encontro ficava mais pervertido e, além disso, ela sempre me comprava presentes caros.
A gente já tinha feito de tudo, menos uma coisa que eu me recusava: minha bunda. Isso eu guardava pro meu marido, ou quase só pra ele. Às vezes, ainda deixava ele brincar com o dedo no meu buraquinho, mas só isso.
Depois de alguns meses, uma data muito especial estava se aproximando… meu chefe e amante estava fazendo aniversário.
O que eu podia dar pra ela, se ela já tinha tudo.
O amigo de vocês, Dante, organizou um jantar pra sábado onde iria a mesma galera daquela vez.
Então, naquela semana, só fiquei esquentando ele sem deixar ele gozar pra que naquela noite ele estivesse feito um garanhão. Eu falei pro meu marido que tinha um encontro marcado com minhas amigas.
Finalmente chegou a bendita sexta.
Resolvi me vestir mais gostosa do que nunca, um vestido vermelho bem decotado e com as costas de fora, sem sutiã, claro, uns saltos que faziam minha raba ficar mais empinada e o detalhe mais sensual… uma fio dental branca bem pequenininha com um lacinho rosa que ficava bem em cima da minha bunda.
Não precisa ser nenhum gênio pra saber qual ia ser meu presente de aniversário.
Um penteado preso que valorizava meu pescoço.
Era toda uma gata no cio.
Chegamos no restaurante onde Dante e Adriana já estavam esperando. Quando entrei, praticamente todo mundo se virou pra me olhar, até o Dante não tirava os olhos de mim.
Jantamos, nos divertimos, tinha uma banda, então dançamos.
Foi uma noite da porra.
Tentei evitar o álcool porque queria estar bem lúcida na hora de entregar "meu presente".
Depois de uns dois passos de dança, a gente sentou pra descansar quando o celular da Adriana tocou, parecia uma emergência no hospital onde ela trabalhava.
Ele se desculpou e saiu na hora, deixando a gente com o Dante no colo.
Javier, todo atencioso, se ofereceu pra levar o Dante até a casa dele, já que a mulher dele tinha levado o carro.
Minha paciência tava no fim.
Não via a hora de ficar a sós com o Javier… chegamos na casa do Dante e ele insistiu pra gente descer pra tomar uns drinques, que tinha um uísque de sei lá quantos anos.
O que importava pra mim era que minha espera se prolongava e meu desejo mais ainda.
Entramos na casa e parecia um palácio… uma sala enorme com um sofá no meio, móveis super luxuosos e umas escadas que levavam pros quartos no andar de cima.
Enquanto serviam as bebidas, fui ao banheiro me dar uma ajeitada, devo ter demorado uns 10 minutos.
Quando voltei pra sala, percebi que eles tavam falando bem baixinho e tentaram disfarçar me jogando um elogio.
Você tá feita um anjo, pau me dizem
Dante pediu desculpas dizendo que não demorava e se retirou.
Como possesso, Javier se atirou em mim, beijando meu pescoço e apertando meus peitos, uff, que tesão eu tava sentindo. Ele puxou um pouco meu vestido, deixando meus peitos nus, e baixou a cabeça pra chupar eles.
Tava perdida, nem conseguia reagir onde tava.
Os chupões bruscos que o Javier dava nas minhas tetas e uns gemidos suaves que escapavam dos meus lábios… imersa num tesão doido, recostei a cabeça pra trás, fechei os olhos e me entreguei ao prazer.
Foi aí que senti um carinho passando um fio de cabelo da minha bochecha, quando abro os olhos vejo o Dante parado atrás da gente:
E eu ali, vermelha de vergonha, nem consegui cobrir os peitos.
Eles pararam os dois na minha frente.
Se olharam cúmplices e começaram a tentar me provocar.
Vai ficar só entre a gente.
Seguimos como sempre — me diz meu chefe.
Imediatamente se despiraram, os dois com as picas quase duras apontando pra mim.
Tava muito confusa, entre a vergonha e o tesão que eu tava sentindo.
Não aguentava mais… levantei e fui andando na direção deles.
Já na frente deles, peguei uma rola com cada mão e comecei a punhetar os dois.
Me ajoelhei como ele mandou e comecei a dar lambidas suaves na cabeça enorme do Javier enquanto batia uma pro Dante.
Alterne as lambidas com a pica do Dante
Sei que você tá com fome de pica e hoje a gente vai te satisfazer.
De um só gole, engoli a pica inteira do Dante, arrancando um grunhido animal dele.
Depois de um tempo saboreando aquela rola, troquei pra do Javier.
Longe de me incomodar, as grosserias dela me excitavam cada vez mais.
E eu mostrava pra ele nas minhas chupadas.
- Você gosta de ser nossa putinha.
Sim? Vem.
Mo me pegou pelo braço e me fez parar.
Com a mão na minha nuca, ele me beijou apaixonadamente enquanto Javier se posicionou atrás de mim, encostando a pica nas minhas costas e beijando meu pescoço.
Sabia da fraqueza que esses beijos me causavam.
Dante começou a acariciar minha buceta por cima da minha calcinha fio dental já toda molhada.
Você me prometeu um presente pra hoje.
E, como bom amigo, quero compartilhar isso com você.
Dudei um pouco, mas já não tinha mais saída.
Me virei de costas pra eles, deixei meu vestido cair e lá ficou minha bunda com um lacinho, igual presente perfeito pra ocasião.
Entre os dois começaram a apertar minha bunda e o Javier mandou eu ficar de quatro, apoiando a cabeça no chão.
Pronto, Dante puxou a fio dental que estava perdida no meio da minha bunda.
Com um movimento suave, ela as abriu, deixando meu buraco exposto.
Ele lambeu e exclamou: “essa bunda vai ter muito trabalho hoje hahaha!!! Prova aí, Javier.”
Meu chefe enfiou a cara entre minhas nádegas e eu senti a língua dele abrindo caminho no meu cu já encharcado de cuspe.
Precisava ser penetrada.
Javier enfiou o dedo médio pra me dilatar e eu comecei a gemer bem gostoso.
Com minha buceta já lubrificada e mal dilatada, Dante abriu minhas nádegas e Javier apoiou seu pau enorme no meu buraquinho.
Começou a se enfiar dentro de mim e achei que ia me partir ao meio.
A cabeça dela começou a abrir minha bunda e a dor se misturou com um prazer único.
Meus doces gemidos se transformaram em gritos... ha ha ha ha... minhas costas arquearam pra aguentar aquela estocada tão brutal que meu corpo desabou.
Já está toda dentro, minha putinha — disse Dante.
Javier bufava como um touro e repetia “pelo amor de Deus, como eu amo essa buceta”. Deu umas duas estocadas e saiu do meu cu.
Dante se colocou atrás de mim e perguntou: "você quer, sua putinha?
É- sim, enfiem suas pirocas no meu cu.
Ele entrou no meu cu e começou a me bombar forte e fundo, um orgasmo imenso me invadiu.
Eles se revezavam entre os dois pra comer meu cu, ficaram metendo a pica por uns 30 minutos, acho.
Sem aguentar, me ajoelharam entre os dois e se punhetaram até gozar jatos enormes de porra na minha boca, saboreei olhando nos olhos deles e engoli tudo.
Adorei seu presente, meu chefe me disse.
Ele pegou minha mão e me levou até o quarto dele, que tinha um banheiro privativo.
Fiquei um tempão debaixo d'água pra recuperar minhas forças. Mais tarde a gente tomou mais um pouco e meu chefe me levou pra casa. Sorte que minha mina tava dormindo e não precisei dar explicação nenhuma.
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