Me comeu no escritório dele

No meu primeiro dia de trabalho, tentei causar uma boa impressão, então me vesti com uma camisa branca e uma saia de cetim preta que marcava bem as minhas curvas. Me senti gostosa, mas ao mesmo tempo formal.
Quando cheguei no estúdio, percebi que o Javier me despia com o olhar.
Ele não tirava os olhos da minha bunda, mas sempre sem passar do limite.
Era um homem bem sério e educado.
Os dias passaram e eu me adaptei bem às tarefas de secretária.
Já faz quase um mês que uma grande notícia revolucionou o escritório: Javier tinha ganhado um caso muito importante pra ele, já que tava defendendo um grande amigo. Pra comemorar, esse amigo organizou um jantar.
Javier era divorciado, então ele me convidou pra jantar.
Sem querer dar um fora, não tive outra opção a não ser aceitar.
Pra aquela noite, quis ficar deslumbrante pra que meu chefe não se incomodasse com a minha aparência.
Vesti um vestido preto, longo e de costas nuas. Pra piorar, meu marido não pôde me acompanhar.
O Javier passou bem pontual pra me buscar, me cumprimentou com um beijo muito doce na bochecha.
Dirigiu o carro até um restaurante exclusivo e, ao entrar, me deparei com a surpresa de que no jantar estavam só o amigo e cliente do meu chefe, Dante, e a mulher dele.
Um casal de uns 45 ou 50 anos, ele era um empresário e ela uma médica cirurgiã.
A noite começou estranha, porque parecia que eu era filha do casal ou, pior ainda, uma puta do meu chefe.
Depois de uns dois drinks, relaxei e pude curtir uma companhia tão gostosa.
A noite já estava terminando, eu meio tonta por causa do álcool, meu chefe, feito um cavalheiro, me levou até em casa. Quando chegamos, Javier me ofereceu a bochecha pra gente se despedir.
Não sei o que deu em mim, mas me aproximei dele e dei um doce beijo na boca.
Ele ficou paralisado enquanto eu, toda envergonhada, fugi da situação e entrei em casa.
Naquela segunda-feira eu tinha que voltar a trabalhar e não queria mudar nenhum detalhe do cotidiano, como se nada tivesse acontecido.
Vesti minha saia de cetim, minha blusa branca, do jeito que eu sempre me vestia.
Cheguei no estúdio e, sem me anunciar, comecei a fazer as tarefas pendentes.
Só de estar ali já me deixava nervosa.
Até que a voz do Javier se fez ouvir.


Entrei no escritório dele e, sem conseguir olhar na cara dele, procurei no armário a porra do processo.
De costas pra ele, me inclinei pra frente pra ler os rótulos, sinto as mãos do Javier me segurando pelos quadris e me puxando pra cima do volume dele.
Minha bunda se esfregando no volume dele, eu imóvel, sem conseguir falar nada.


Nem uma palavra saía dos meus lábios quando endireitei meu corpo, apoiando minhas costas no peito dele.
Minha cabeça fervia com a ideia de dar pra minha chefe ou ficar parecendo uma puta que dá pra qualquer um.
Javier começou a soltar os botões da minha camisa, revelando meus seios, e começou a amassá-los por cima do sutiã.
A excitação ficava cada vez mais evidente, porque eu não conseguia segurar os doces gemidos que escapavam dos meus lábios.
Sabendo disso, Javier levou a mão até minhas pernas e com um movimento delicado as afastou para chegar na minha buceta que já estava encharcada de meus sucos.
Com delicadeza, puxou minha calcinha fio dental com uma mão e com a outra acariciava meu clitóris.
Eu ficava louca de prazer, me virei ficando de frente e, com um beijo apaixonado, comecei meu trabalho.
Desabotoei a camisa dela e levei minha mão até a calça dela, que já tava bem inchada.


Enfiei minha mão na cueca dele e o que peguei não cabia na minha mão.
A curiosidade me venceu e eu tinha que ver com meus próprios olhos.
Desci pelo peito dela com beijos doces até chegar na calça dela, desabotoei e com uma mão puxei aquela pica grossa e comprida, não acreditava no que tinha nas minhas mãos.
Javier me segurou pela nuca e me levou até o pau dele, quase não cabia na minha boca.
Depois de dar um boquete bem gostoso, sentei na mesa, Javier levantou minha saia até a cintura com cuidado e tirou minha calcinha fio dental.
Extasiada, enrolei minhas pernas na cintura dele e peguei a porra do pau enorme dele. Com a outra mão, separei meus lábios da buceta e apoiei a cabeça entre eles. Me deitei pra trás, me oferecendo, e ele enfiou o pau dentro de mim.
Uma sensação rara tomou conta de mim, uma mistura de tesão e outra por estar traindo meu marido.
Virei minha cabeça pra ver como ela enfiava aquela pica enorme.

Ele começou um vai e vem suave e bem profundo.
Meu corpo extasiado tremia a cada investida, um orgasmo iminente me invadiu.
Encharcando aquela pica dentro de mim, quando ele percebeu começou a me foder mais rápido e forte, só queria que aquela pica descarregasse o leite dela em mim.
Na hora de gozar, ele tirou o pau e jorrou o leite na minha barriga em jatos enormes, sujando até minha saia, que naquela altura já tava apertada como um espartilho.
Ele me beijou.
Depois daquele dia, tudo melhorou, tanto minha relação de trabalho quanto o caso secreto que a gente mantém. Cada vez ela me tratava melhor.
No sexo, cada encontro ficava mais pervertido e, além disso, ela sempre me comprava presentes caros.
A gente já tinha feito de tudo, menos uma coisa que eu negava: minha bunda. Isso eu guardava pro meu marido, ou quase só pra ele. Às vezes, ainda deixava ele brincar com o dedo no meu buraquinho, mas só isso.


Depois de alguns meses, uma data muito especial se aproximava… meu chefe e amante estava fazendo aniversário.
O que eu podia dar pra ela, se ela já tinha tudo.
O amigo de vocês, Dante, organizou um jantar pra sábado, onde a gente ia, o mesmo pessoal daquela vez.
Então, naquela semana, só fiquei esquentando ele sem deixar ele gozar pra que naquela noite ele estivesse feito um garanhão. Eu falei pro meu marido que tinha um encontro marcado com minhas amigas.
Finalmente chegou a bendita sexta-feira.
Resolvi me vestir mais gostosa do que nunca, um vestido vermelho bem decotado e com as costas de fora, sem sutiã, claro, uns saltos que faziam minha bunda ficar mais empinada e o detalhe mais sensual… uma fio dental branca bem pequenininha com um lacinho rosa que ficava bem em cima da minha raba.
Não precisa ser gênio pra saber qual ia ser meu presente de aniversário.
Um penteado preso que valorizava meu pescoço.
Era uma gata no cio.

Chegamos no restaurante onde Dante e Adriana já estavam esperando. Quando entrei, praticamente todo mundo se virou pra me olhar, até o Dante não tirava os olhos de mim.
Jantamos, nos divertimos, tinha uma banda, então dançamos.
Foi uma noite foda.
Tentei evitar o álcool porque queria estar bem lúcida na hora de entregar “meu presente”.
Depois de uns dois bailes, a gente sentou pra descansar quando o celular da Adriana tocou, parecia que era uma emergência no hospital onde ela trabalhava.
Ele se desculpou e saiu na hora, deixando a gente com o Dante no colo.
Javier, todo atencioso, se ofereceu pra levar o Dante até a casa dele, já que a mulher dele tinha levado o carro.
Minha paciência tava no limite.
Não via a hora de ficar a sós com o Javier… chegamos na casa do Dante e ele insistiu pra gente descer pra tomar uns drinks, que tinha um uísque de sei lá quantos anos.
O que importava pra mim era que minha espera se prolongava e meu desejo ainda mais.
Entramos na casa e parecia um palácio… uma sala enorme com um sofá no meio, móveis super luxuosos e umas escadas que levavam pros quartos no andar de cima.
Enquanto serviam as bebidas, fui ao banheiro me dar uma ajeitada, devo ter demorado uns 10 minutos.
Quando voltei pra sala, percebi que eles estavam falando bem baixinho e tentaram disfarçar me jogando um elogio.
você tá feita um anjo, pau me diz



Dante pediu desculpas, disse que não demorava e se mandou.
Como possesso, Javier se jogou em cima de mim, beijando meu pescoço e apertando meus peitos, uffa, que tesão eu tava sentindo. Ele puxou um pouco meu vestido, deixando meus peitos nus, e baixou a cabeça pra chupar eles.
Tava perdida, nem conseguia reagir onde tava.
As chupadas bruscas que o Javier dava nas minhas tetas e uns gemidos suaves que escapavam dos meus lábios… imersa num tesão doentio, recostei a cabeça pra trás, fechei os olhos e me entreguei ao prazer.
Foi então que senti um carinho passando um fio de cabelo da minha bochecha. Quando abri os olhos, vi o Dante parado atrás da gente.

E eu ali, vermelha de vergonha, nem consegui cobrir os peitos.
Eles pararam os dois na minha frente.
Se olharam cúmplices e começaram a tentar me provocar.
Vai ficar só entre a gente.
Seguiremos como sempre — me diz meu chefe.


Imediatamente se despiraram, os dois com as picas quase duras apontando pra mim.
Tava muito confusa, entre a vergonha e o tesão que eu tava sentindo.
Não aguentava mais… me levantei e fui até eles.
Já na frente deles, peguei uma rola com cada mão e comecei a punhetar os dois.


Me ajoelhei como ele mandou e comecei a dar lambidas suaves na cabeça enorme do Javier enquanto batia uma pro Dante.
Alterne as lambidas com a pica do Dante
Sei que você tá com fome de pica e hoje a gente vai te satisfazer.
De um só movimento, engoli toda a pica do Dante, arrancando um grunhido animal dele.

Depois de um tempo saboreando aquela rola, troquei pra do Javier.


Longe de me incomodar, as grosserias dela me excitavam cada vez mais.
E eu mostrava pra ele nas minhas chupadas.
- Você gosta de ser nossa putinha.
Sim? Vem.
Mo me pegou pelo braço e me fez parar.
Com a mão na minha nuca, ele me beijou apaixonadamente enquanto Javier ficou atrás de mim, encostando o pau na minha costa e beijando meu pescoço.
Sabia da fraqueza que esses beijos me causavam.
Dante começou a acariciar minha buceta por cima da minha calcinha fio dental já toda molhada.


Você me prometeu um presente pra hoje.
E, como um bom amigo, quero compartilhar isso com você.


Dudei um pouco, mas já não tinha mais saída.
Me virei de costas pra eles, deixei meu vestido cair e lá ficou minha bunda com um lacinho, feito um presente perfeito pra ocasião.




Entre os dois começaram a apertar minha bunda e o Javier mandou eu ficar de quatro, apoiando a cabeça no chão.
Pronto, o Dante tirou a fio dental que estava enfiada na minha bunda.
Com um movimento suave, ela as abriu, deixando meu buraco exposto.
Ele lambeu e exclamou: "essa bunda vai ter muito trabalho hoje hahaha!!! Prova aí, Javier.
Meu chefe enfiou a cara entre minhas nádegas e eu senti a língua dele abrindo caminho no meu cu já encharcado de cuspe.


Precisava ser penetrada.
Javier enfiou o dedo médio pra me dilatar e eu comecei a gemer bem gostoso.


Com minha buceta já lubrificada e só um pouco dilatada, Dante abriu minhas nádegas e Javier encostou o pauzão dele no meu buraquinho.
Começou a se enfiar dentro de mim e achei que ia me partir ao meio.
A cabeça dela começou a abrir minha bunda e a dor se misturou com um prazer único.
Meus doces gemidos se transformaram em gritos... ha ha ha ha... minhas costas arquearam pra aguentar aquela estocada tão brutal que meu corpo desabou.
Já tá toda dentro, minha putinha — disse Dante.
Javier bufava como um touro e repetia "pelo amor de Deus, como eu amo essa buceta". Deu umas duas estocadas e saiu do meu cu.


Dante se colocou atrás de mim e perguntou: "Você quer, sua puta?
É- sim, enfiem suas picas no meu cu.
Ele entrou no meu cu e começou a dar umas bombadas fortes e profundas, um orgasmo imenso me invadiu.
Eles se revezavam entre os dois pra comer meu cu, ficaram metendo a pica por uns 30 minutos, acho.
Sem aguentar, me ajoelharam entre os dois e se punhetaram até gozar jorros enormes de porra na minha boca, saboreei olhando nos olhos deles e engoli tudo.
Adorei seu presente, me disse meu chefe


Ele pegou na minha mão e me levou até o quarto dele, que tinha um banheiro privativo.
Fiquei um tempão debaixo d'água pra recuperar minhas forças. Mais tarde, a gente tomou mais umas e meu chefe me levou pra casa. Sorte que minha mina tava dormindo e não precisei dar explicação nenhuma.

3 comentários - Me comeu no escritório dele

Que buen relato, estaría bueno que lo acompañes con fotos de tu mujer