Acordei depois de algumas horas, lá pelas 10 da manhã, com o barulho do motor do carro do meu pai. O lugar onde a gente estava ficando era bem rural e não tinha comércio perto, então toda manhã meus pais iam tomar café numa padaria da cidade e depois faziam as compras pra trazer pra casa. Sempre me perguntavam na noite anterior se eu queria ir junto, mas eu preferia ficar dormindo em casa. Passaram uns 5 minutos até eu perceber que minha calcinha fio-dental estava encharcada, toquei nela e não era suor do calor, era diferente, e naquele momento lembrei do que aconteceu com o Enrique. Será que sonhei?, me perguntei. Meu coração começou a acelerar e de repente senti um calor que percorreu meu corpo inteiro. Eu tinha quase certeza de que tinha acontecido, mas a situação parecia muito irreal, o melhor amigo do meu pai, sempre foi tão atencioso e eu gostava tanto dele que não conseguia acreditar. Além disso, senti um gosto estranho na boca, mesmo tendo lavado bem, dava pra sentir aquele sabor único do que o Enrique me fez provar. Tirei o cobertor por causa do calor e estava na minha cama com uma camiseta azul clara comprida que usava como camisola e uma calcinha fio-dental branca, que estava completamente molhada.
De repente, senti a maçaneta da minha porta se abrindo devagar. Naqueles segundos, pensei em tudo: será que meu pai foi sozinho pra cidade, minha mãe ficou com o Enrique, ou foi minha mãe que ficou e meu pai que foi? Ou será que o Enrique ficou sozinho comigo? Não sabia o porquê, mas imaginei que os três tinham ido pra cidade e eu tinha ficado sozinha, como de costume. No fim, a opção certa era que o Enrique tinha ficado. Ele me cumprimentou como se nada tivesse acontecido, mas já era outra pessoa. Dava pra ver aquela cara de depravado, que ele sabia esconder tão bem de todo mundo, mas o que mais me irritava era como ele tinha traído meu pai, abusando da filha do melhor amigo dele. — Trouxe isso pra você. Ele tirou do bolso do short de banho a parte de baixo do meu biquíni azul, que tinha ficado no galpão. Jogou na cama, perto de mim. Me cobri o máximo que pude com a camiseta e me sentei na cama, encostada na cabeceira, com as pernas dobradas, escondendo o torso. — Vim buscar mais, vadia. Eu xinguei ele e gritei pra ele ir embora. — Não vai rolar, então vai se acostumando, gatinha. Ele se aproximou pelo lado esquerdo da cama. Tentei me levantar, mas ele me segurou pelo antebraço e me puxou com tanta força que me jogou no chão, sem soltar meu braço. Como se nada, me levantou e me atirou na cama. Abaixou o short, e eu vi o pau dele bem duro. Dava pra ver melhor agora; na noite anterior, tava escuro pra caralho quando ele me fez engolir. Era imponente, devia ter uns 20 cm — calculei na minha mente, pensando na régua de 20 cm que eu usava na escola. Era bem grosso, cheio de veias, e a cabeça era enorme, parecia um cogumelo. Era levemente torto, como uma banana, pra baixo. Me deu uma sensação estranha ver o membro dele; queria continuar olhando, mas ele me virou de bruços. Com a mão esquerda, me pressionou contra o colchão e encostou o pau nas minhas nádegas. Esfregou um pouco na minha bunda e procurou a entrada do meu cu. Eu resisti, apertava minhas nádegas o máximo que podia, e o Enrique lutava pra me penetrar sem sucesso. Cuspia e eu sentia a saliva dele. escorrendo da minha bunda até entrar na minha buceta. Como não conseguiu, ele segurou meu antebraço esquerdo e cruzou meu braço por trás das minhas costas, me causando muita dor, e foi esticando cada vez mais, como se estivesse me torturando, enquanto com a outra mão me dava tapas fortíssimos na bunda, a ponto de me fazer gritar de dor. Eu sabia que depois disso minha bunda ia ficar marcada e cheia de hematomas. — Relaxa a bunda ou você vai se ferrar. Tentei me soltar, mas não consegui, só parei de apertar a bunda. Ele pegou o óleo de amêndoas que estava na minha mesinha e derramou na entrada da minha bunda, passou a mão no próprio pau, e senti a cabeça dele entrando só um pouquinho no meu cu. Eu ainda tava resistindo. Ele soltou meu braço, que ficou dolorido, cuspiu na ponta dos dedos e passou saliva no pau dele, misturando com o óleo. Apoiou de novo contra minha bunda, dava pra sentir a cabeça molhada de saliva e óleo, e começou a meter. Dava pra ver que o óleo tava ajudando, porque fui sentindo meu cu se abrindo pro pau duro dele. Custava, custava muito, mas eu sentia ele cada vez mais fundo, milímetro por milímetro, me fazendo gritar de dor, o que parecia excitar ele ainda mais.
Ele me dizia: -Você gosta de putaria, gostosa? -Aproveita, delícia. -É toda sua. -Não tem nada melhor do que comer uma garota doce. -Que apertadinha que você é, adoro assim. Quando a metade da pica dele estava dentro, ele me pegou pela cintura, me ajeitou melhor, com a parte de cima do meu corpo na cama de bruços e minhas pernas penduradas na cama. Sem me soltar da cintura, começou a me meter, tirava só um pouco e enfiava de novo, no início devagar, mas foi aumentando a velocidade. Não sei por que fiz isso, mas fui contando cada vez que ele metia dentro da minha buceta, foram 26 vezes.
Na 27ª investida, minha buceta cedeu e eu senti o pau dele enterrando bem fundo. Gritei bem alto, foi de dor, mas o susto foi pior: senti como se algo tivesse quebrado dentro de mim. Enrique teve que se ajeitar, não esperava entrar tão fundo naquela tentativa e perdeu o equilíbrio, mas sem sair da minha buceta.
Apoiou as duas mãos nas minhas escápulas, terminou de se ajustar e tirou o pau, deixando só a cabeça dentro, e enterrou até o fundo, batendo o corpo contra minha bunda. Fez isso uma e outra vez. Em algumas vezes, o pau saiu completamente da minha buceta e ele teve que me penetrar de novo. Os gemidos dele se misturavam com meus gritos toda vez que ele metia até o fundo, eu ficava com medo de ele me rasgar por dentro. Depois de várias estocadas, foram 47, ele começou a meter mais forte e mais rápido. Foram mais algumas, mas perdi a conta. As estocadas tão violentas não me deixavam me concentrar. Enrique deu um grito desgarrador, como se tivesse sido esfaqueado ou algo assim, um tipo de grito que eu ouvia pela primeira vez. Nunca com nenhum homem eu tinha ouvido um grito assim, e ele gozou dentro da minha buceta. Senti ele me enchendo por dentro com o esperma, deixou o pau bem no fundo, o corpo dele apertando minha bunda, sentia o corpo dele tremer enquanto esvaziava aquele líquido grosso dentro de mim.

A respiração dele tava muito ofegante, e sem se mexer foi se acalmando e se largou em cima do meu corpo sem tirar o pau da minha bunda, sentia o pinto dele pulsando dentro de mim e o gozo escorrendo pelo meu cu, minhas nádegas ardendo de tanta palmada que ele tinha me dado. O corpo dele era pesado, e eu tava com dificuldade pra respirar, dava pra sentir o suor dele molhando meu corpo, e só queria vazar dali, me afastar daquele tarado, ainda sentia o cheiro de álcool na boca dele. Percebi como o pau dele foi murchando dentro da minha bunda até que não tava mais dentro de mim. Não tinha certeza se ele tinha dormido ou só tava parado, a respiração dele cada vez mais calma. Tentei me soltar mas não consegui. Levou uns minutos até ele se mexer. Ele se ajoelhou na cama, fechei meus olhos, não queria nem saber o que tava rolando, mas tinha esperança que ele fosse embora. As mãos dele agarraram minhas nádegas e começaram a apertar, a amassar, e ele separava minhas bundas, deixando meu cu bem exposto. Tinha certeza que vinha mais uma surra na minha bunda. De repente ele me virou, e me deixou de barriga pra cima. Tirou minha camiseta, e me deixou completamente pelada. Tampei meu rosto com as mãos, fiquei com muita vergonha de ficar tão exposta, meio idiota, já que ele tinha usado dois dos meus buracos, e eu me preocupava com meus peitos à mostra, mas na hora não consegui lidar. Ele abriu minhas pernas e a cabeça dele se enfiou entre elas e começou a cheirar minha buceta, com o nariz percorrendo minha parte íntima e me fazendo cócegas, eu tentava fechar as pernas mas ele abria sem dificuldade, e segurava tão forte que machucava minhas coxas. Depois a língua dele começou a lamber a parte interna das minhas coxas, foi se aproximando da minha parte íntima, e lambeu meus lábios rosados e sem pelos, aí a língua dele se concentrou na minha frestinha, e deslizava de baixo pra cima entre meus lábios vaginais, dava pra sentir como ficava molhada pela saliva dele e acho que pelos meus próprios fluidos.
Com uma das mãos, ele separou meus lábios da buceta e a ponta da língua começou a brincar com meu clitóris. Ficou uns segundos ali, e comecei a sentir uma sensação de prazer muito gostosa, meu coração acelerou, fiquei toda agitada, e uns gemidos começaram a brotar de dentro de mim que eu não conseguia segurar. Eram suaves, mas me deixaram muito vermelha, me sentindo assim, aproveitando o que o Enrique estava fazendo comigo. E me deixei levar, soltei os gemidos e ele percebeu, e continuou me dando prazer naquela área, tão desconhecida pra mim e que eu não queria que acabasse. De vez em quando, ele parava de usar a ponta da língua e dava uma lambida completa, com a língua toda na minha pussy, e voltava a focar no meu clitóris. Me deixava louca, me fazia arquear as costas e o pescoço pra trás, até abria as pernas o máximo que podia. Era outra pessoa, uma que queria ser usada pelo melhor amigo do meu pai. Pra minha desgraça, ele parou e ficou de pé entre minhas pernas. O cock dele estava bem duro e ereto, parecia imponente, e eu não via a hora de sentir ele de novo dentro de mim. Ele segurou com a mão direita, aproximou da minha pussy e começou a esfregar contra meus lábios da buceta. Era delicioso, de vez em quando a cabeça entrava só um pouquinho entre meus lábios e me assustava, eu temia que tanta carne machucasse minha pussy apertada, mas ao mesmo tempo desejava ele e queria saber se eu aguentaria e se me daria tanto prazer quanto o sexo oral.
Ele se firmou bem e começou a enfiar o pau duro entre meus lábios da buceta, devagar, mas sem parar. Dava pra ver que ele tava bem concentrado. Comecei a sentir um incômodo, que foi virando uma dor cada vez mais forte, mas tenho que admitir que eu queria aquilo, e ao mesmo tempo era gostoso. Num momento, ele parou a penetração, mas aí meteu com mais força e eu senti o pau dele abrindo caminho dentro de mim. Soltei um grito de dor, fiquei com vergonha de ter gritado tão alto, e o Enrique parou por uns segundos, mas logo continuou enfiando. Dava pra sentir ele entrando milímetro por milímetro, e eu amava aquilo. Ficava surpresa como eu tava aguentando um pedaço de pau daquele tamanho. Ele não meteu até o fundo de primeira, começou a tirar e depois meter de novo. Nas primeiras vezes, eu soltava uns gritinhos abafados, mas depois de algumas, meus gritos viraram gemidos. E o Enrique começou a me penetrar com tudo, com força. Em poucas metidas, já tinha conseguido me penetrar por completo. As bolas dele batiam no meu corpo sem parar, o suor escorria sem parar em cima de mim, e dessa vez não me incomodava. A cama foi balançando a cada metida.


até que Enrique deu um grito de prazer, enterrou tudo em mim e deixou bem fundo, e sem tirar, pude sentir ele gozando dentro da minha buceta, despejou uma porrada de sêmen, não parava de tremer e gemer. Ele me pegou pelo pescoço com a mão direita e apertou forte enquanto gozava dentro, se abaixou pra me beijar, enfiou a língua toda na minha boca e cuspiu dentro dela. Eu tava paralisada, mas sem medo, como se fosse um filme, curtindo tudo que tava rolando, não parava de olhar as expressões dele enquanto sentia ele se esvaziando dentro do meu corpo. Acho que me deixei levar e era como se tivesse vendo um pornô, não parecia que eu era a protagonista. Quando ele terminou de gozar, tirou o pau do meu corpo e eu vi que ele tava coberto de porra e sangue, me assustei um pouco, mas sabia que podia acontecer depois da foda tão selvagem que ele tinha me dado. E ele se deitou do meu lado, ficamos os dois, de barriga pra cima olhando o teto, sem falar nada, só ouvindo nossa respiração ofegante, ele tinha a mão em cima de mim e acariciava minha barriga e depois descia pra minha buceta. Queria falar alguma coisa, mas tava com medo de falar uma merda e estragar o momento, então preferi ficar quieta. Depois de um tempo, Enrique virou de lado e começou a acariciar meus peitinhos, chegou perto da minha boca, sem parar de acariciar meus peitos, encostou os lábios nos meus, e dessa vez eu abri a boca, e Enrique enfiou a língua, procurou a minha e me beijou, eu tentava mexer também mas me sentia muito sem jeito, então deixei ele fazer tudo. Terminou beijando meus lábios e levantou da cama. Vestiu o short. — Como você deixou meu pau, mas foi a melhor foda da minha vida. Não tenho certeza, mas acho que sorri pra ele. — Depois que você foi embora, me diverti com seu biquíni pensando em te comer. — Você tem calcinhas usadas? — Sim, na gaveta de baixo. Respondi como se nada, como se fosse normal. Ele foi lá dar uma olhada, procurou entre umas calcinhas, cheirou elas, e pegou uma, era rosa. Lisa, não era das minhas melhores calcinhas, mas era de renda e, além disso, tava meio manchada do meu fluxo vaginal. — Me dá ela? — Falei que sim. Apesar de ter pensado na minha mãe lavando minha roupa, se ela ia perceber que tava faltando uma. — Valeu. Ela foi andando, segurando a pica por cima do short, não sabia se tava doendo ou se ela só tava ajeitando. Fechou a porta e eu levantei, tava meio empolgada, me sentindo bem dolorida, principalmente minha bunda e meus glúteos, mas não tava nem aí, já tava pensando na próxima vez que o Enrique viesse e no que ele ia fazer ou me ensinar, até domingo à noite. Me olhei no espelho, tava toda despenteada, e com vários hematomas nas minhas coxas, na minha bunda que tava super vermelha e com as marcas das mãos e braços do Enrique de como ele tinha me segurado. Além disso, tinha vestígios de sangue nos meus lábios vaginais e entre as coxas. E eu amava, me sentia a putinha dele e muito suja, escorrendo o sêmen dele, tanto do cuzinho quanto da buceta. Me limpei com uma toalha, pensei em tomar banho mas queria sentir o cheiro dele e o sêmen no meu corpo um pouco mais, me penteie e me vesti com uma calcinha fio-dental preta e uma blusa de manga longa rosa, mais pra cobrir os hematomas. Daí a pouco ouvi o carro do meu pai chegando, e o Enrique entrou apressado no meu quarto. — Pra você, trouxe de Cuba sem seus pais verem. Talvez você possa me convidar depois. Escondi rápido na gaveta, não sabia o que era, tava numa caixa de presente. Meus pais trouxeram comida pronta pro almoço, sentamos nós quatro na mesa, eu sentei em cima de uma das nádegas, a que doía menos, e de pernas cruzadas, porque minha bunda tava doendo pra caralho, era uma dor muito forte, dependendo de como eu sentava, e sem falar que a barriga também tava doendo pra um cacete, me sentia completamente dolorida, a buceta também tava doendo, basicamente tudo hahaha mas eu tava muito feliz e super bem comida. Passamos um momento muito bom, o Enrique conseguia esconder incrivelmente bem as duas personalidades dele, não parava de Olhar pra ele, era o melhor amigo do meu pai, e do outro lado, comeu a filha dele do jeito que quis e tava sentado ali com meus pais e comigo como se nada tivesse acontecido. Depois da sobremesa, levantei da mesa porque ainda tava com muita dor, e me sentia toda molhada entre as pernas. Ia tomar um banho, mas vi a cama tão tentadora que falei: cinco minutos e vou me lavar. Deitei de bruços e apaguei. Acordei atordoada, ouvi minha mãe gritando como nunca, ouvia outras vozes, não entendia nada, não sabia se ainda tava dormindo ou o que tava rolando. Levantei da cama, enquanto ia até a porta, parei. Será que minha mãe descobriu o que aconteceu?, me perguntei. Meu estômago deu um nó, perdi o equilíbrio, minhas pernas fraquejaram e eu caí sentada no chão. Queria me matar. Ao fundo, ouvia meus pais e o Enrique discutindo, gritando, principalmente minha mãe, que tava parecendo uma louca. O que meus pais vão pensar de mim? Meu pai vai achar que sou uma puta. Foi o pior momento da minha vida. Ouvi uma batida de porta e o silêncio voltou. Não tive coragem de sair. Me deitei e fiquei pensando no que dizer, como me defender, negar tudo. Até que minha mãe entrou com cara de doida. — Aconteceu alguma coisa com o Enrique? Ele fez algo com você, te deixou desconfortável, alguma coisa estranha? — O que você tá me perguntando? Não tô te entendendo, mãe. Não aconteceu nada, ele me tratou como sempre. Minha mãe respirou fundo, parecia muito aliviada. — Tem certeza, filha? — Sim, mãe, tá tudo bem. O que houve com o Enrique? — Nada, filha, ele discutiu com seu pai, nada grave. Ela me deu um beijo e foi embora, com certeza pra contar pro meu pai. Me deitei de novo, tentando entender como eles descobriram ou se foi outra coisa, ou talvez eu tenha feito algo errado e eles descobriram por minha culpa. Os dias passaram, o clima em casa tava muito estranho. Mas continuavam sem me falar nada. Finalmente tive uma ideia e fucei o celular dos meus pais. No do meu pai não descobri nada, tinha áudios do Enrique, mas só até domingo à tarde, quando ele avisou que chegaria naquela noite. Mas no celular da minha mãe tava a resposta. A melhor amiga dela. Amiga, que também é minha madrinha, era com quem eu dividia tudo, elas passavam o dia inteiro conversando, contavam tudo uma pra outra, então não pensei duas vezes e fui ouvir os áudios que ela mandava. Nos áudios, dava pra ouvir minha mãe chorando, se arrependendo de ter me deixado sozinha com o Enrique. Ela fez uma introdução bem longa, se culpando pelo que podia ter acontecido, se chamando de mãe ruim, ……………………………………….. não vou mentir, mas era um áudio de uns 10 minutos no mínimo, mas era normal minha mãe mandar mensagens longas pra amiga dela, e ela respondia do mesmo jeito. Até que finalmente ela contou que tinha descoberto no quarto dela, debaixo dos lençóis, uma calcinha fio dental minha, quando foi limpar o quarto, a mesma que ela tinha dado pra mim poucas horas antes, e o pior é que tinha gozado nela, ainda estava toda melada com o esperma dele, minha mãe falou indignada e enojada. Ela continuou contando que ele não tinha feito nada comigo, mas tinha certeza que em alguns dias eu ia acabar sendo estuprada por ele. Isso me fez sentir uma ótima atriz, e olha que nem tive tempo de me preparar. Senti um alívio enorme por não ser minha culpa, mesmo assim ainda me sentia mal pelo Enrique e pelo que ele passou. Já no meu quarto, tranquei a porta, peguei a caixa que o Enrique me deu e abri. Tinha uma garrafa de tequila, que nunca abri, escondi e guardei de lembrança, e dentro tinha um papel dobrado, com várias notas, dólares americanos, eram 1000 no total, mas foi o que menos me importou. Também veio um vibrador de controle remoto e um baby doll com uma calcinha fio dental bem sexy. O papel dobrado tinha algo escrito à mão que dizia: “Para minha putinha especial, já comi muitas vadias na vida, mas você é única, nunca paguei tanto por uma, é meu jeito de dizer que você é a melhor”.. Foi a última notícia que tive do Enrique. Fiquei excitada, mesmo sem saber se era verdade ou se ele falava isso pra todas, decidi acreditar nele. Apertei a carta contra o peito. Me deitei na cama. Virei de lado, apoiada no ombro esquerdo, enfiei a mão direita por baixo da calcinha fio dental e me dei prazer com o vibrador que ele Acabei de dar pra ele. Até hoje não sei nada dele, mas adoraria comer ele de novo.
De repente, senti a maçaneta da minha porta se abrindo devagar. Naqueles segundos, pensei em tudo: será que meu pai foi sozinho pra cidade, minha mãe ficou com o Enrique, ou foi minha mãe que ficou e meu pai que foi? Ou será que o Enrique ficou sozinho comigo? Não sabia o porquê, mas imaginei que os três tinham ido pra cidade e eu tinha ficado sozinha, como de costume. No fim, a opção certa era que o Enrique tinha ficado. Ele me cumprimentou como se nada tivesse acontecido, mas já era outra pessoa. Dava pra ver aquela cara de depravado, que ele sabia esconder tão bem de todo mundo, mas o que mais me irritava era como ele tinha traído meu pai, abusando da filha do melhor amigo dele. — Trouxe isso pra você. Ele tirou do bolso do short de banho a parte de baixo do meu biquíni azul, que tinha ficado no galpão. Jogou na cama, perto de mim. Me cobri o máximo que pude com a camiseta e me sentei na cama, encostada na cabeceira, com as pernas dobradas, escondendo o torso. — Vim buscar mais, vadia. Eu xinguei ele e gritei pra ele ir embora. — Não vai rolar, então vai se acostumando, gatinha. Ele se aproximou pelo lado esquerdo da cama. Tentei me levantar, mas ele me segurou pelo antebraço e me puxou com tanta força que me jogou no chão, sem soltar meu braço. Como se nada, me levantou e me atirou na cama. Abaixou o short, e eu vi o pau dele bem duro. Dava pra ver melhor agora; na noite anterior, tava escuro pra caralho quando ele me fez engolir. Era imponente, devia ter uns 20 cm — calculei na minha mente, pensando na régua de 20 cm que eu usava na escola. Era bem grosso, cheio de veias, e a cabeça era enorme, parecia um cogumelo. Era levemente torto, como uma banana, pra baixo. Me deu uma sensação estranha ver o membro dele; queria continuar olhando, mas ele me virou de bruços. Com a mão esquerda, me pressionou contra o colchão e encostou o pau nas minhas nádegas. Esfregou um pouco na minha bunda e procurou a entrada do meu cu. Eu resisti, apertava minhas nádegas o máximo que podia, e o Enrique lutava pra me penetrar sem sucesso. Cuspia e eu sentia a saliva dele. escorrendo da minha bunda até entrar na minha buceta. Como não conseguiu, ele segurou meu antebraço esquerdo e cruzou meu braço por trás das minhas costas, me causando muita dor, e foi esticando cada vez mais, como se estivesse me torturando, enquanto com a outra mão me dava tapas fortíssimos na bunda, a ponto de me fazer gritar de dor. Eu sabia que depois disso minha bunda ia ficar marcada e cheia de hematomas. — Relaxa a bunda ou você vai se ferrar. Tentei me soltar, mas não consegui, só parei de apertar a bunda. Ele pegou o óleo de amêndoas que estava na minha mesinha e derramou na entrada da minha bunda, passou a mão no próprio pau, e senti a cabeça dele entrando só um pouquinho no meu cu. Eu ainda tava resistindo. Ele soltou meu braço, que ficou dolorido, cuspiu na ponta dos dedos e passou saliva no pau dele, misturando com o óleo. Apoiou de novo contra minha bunda, dava pra sentir a cabeça molhada de saliva e óleo, e começou a meter. Dava pra ver que o óleo tava ajudando, porque fui sentindo meu cu se abrindo pro pau duro dele. Custava, custava muito, mas eu sentia ele cada vez mais fundo, milímetro por milímetro, me fazendo gritar de dor, o que parecia excitar ele ainda mais.
Ele me dizia: -Você gosta de putaria, gostosa? -Aproveita, delícia. -É toda sua. -Não tem nada melhor do que comer uma garota doce. -Que apertadinha que você é, adoro assim. Quando a metade da pica dele estava dentro, ele me pegou pela cintura, me ajeitou melhor, com a parte de cima do meu corpo na cama de bruços e minhas pernas penduradas na cama. Sem me soltar da cintura, começou a me meter, tirava só um pouco e enfiava de novo, no início devagar, mas foi aumentando a velocidade. Não sei por que fiz isso, mas fui contando cada vez que ele metia dentro da minha buceta, foram 26 vezes.
Na 27ª investida, minha buceta cedeu e eu senti o pau dele enterrando bem fundo. Gritei bem alto, foi de dor, mas o susto foi pior: senti como se algo tivesse quebrado dentro de mim. Enrique teve que se ajeitar, não esperava entrar tão fundo naquela tentativa e perdeu o equilíbrio, mas sem sair da minha buceta.
Apoiou as duas mãos nas minhas escápulas, terminou de se ajustar e tirou o pau, deixando só a cabeça dentro, e enterrou até o fundo, batendo o corpo contra minha bunda. Fez isso uma e outra vez. Em algumas vezes, o pau saiu completamente da minha buceta e ele teve que me penetrar de novo. Os gemidos dele se misturavam com meus gritos toda vez que ele metia até o fundo, eu ficava com medo de ele me rasgar por dentro. Depois de várias estocadas, foram 47, ele começou a meter mais forte e mais rápido. Foram mais algumas, mas perdi a conta. As estocadas tão violentas não me deixavam me concentrar. Enrique deu um grito desgarrador, como se tivesse sido esfaqueado ou algo assim, um tipo de grito que eu ouvia pela primeira vez. Nunca com nenhum homem eu tinha ouvido um grito assim, e ele gozou dentro da minha buceta. Senti ele me enchendo por dentro com o esperma, deixou o pau bem no fundo, o corpo dele apertando minha bunda, sentia o corpo dele tremer enquanto esvaziava aquele líquido grosso dentro de mim.

A respiração dele tava muito ofegante, e sem se mexer foi se acalmando e se largou em cima do meu corpo sem tirar o pau da minha bunda, sentia o pinto dele pulsando dentro de mim e o gozo escorrendo pelo meu cu, minhas nádegas ardendo de tanta palmada que ele tinha me dado. O corpo dele era pesado, e eu tava com dificuldade pra respirar, dava pra sentir o suor dele molhando meu corpo, e só queria vazar dali, me afastar daquele tarado, ainda sentia o cheiro de álcool na boca dele. Percebi como o pau dele foi murchando dentro da minha bunda até que não tava mais dentro de mim. Não tinha certeza se ele tinha dormido ou só tava parado, a respiração dele cada vez mais calma. Tentei me soltar mas não consegui. Levou uns minutos até ele se mexer. Ele se ajoelhou na cama, fechei meus olhos, não queria nem saber o que tava rolando, mas tinha esperança que ele fosse embora. As mãos dele agarraram minhas nádegas e começaram a apertar, a amassar, e ele separava minhas bundas, deixando meu cu bem exposto. Tinha certeza que vinha mais uma surra na minha bunda. De repente ele me virou, e me deixou de barriga pra cima. Tirou minha camiseta, e me deixou completamente pelada. Tampei meu rosto com as mãos, fiquei com muita vergonha de ficar tão exposta, meio idiota, já que ele tinha usado dois dos meus buracos, e eu me preocupava com meus peitos à mostra, mas na hora não consegui lidar. Ele abriu minhas pernas e a cabeça dele se enfiou entre elas e começou a cheirar minha buceta, com o nariz percorrendo minha parte íntima e me fazendo cócegas, eu tentava fechar as pernas mas ele abria sem dificuldade, e segurava tão forte que machucava minhas coxas. Depois a língua dele começou a lamber a parte interna das minhas coxas, foi se aproximando da minha parte íntima, e lambeu meus lábios rosados e sem pelos, aí a língua dele se concentrou na minha frestinha, e deslizava de baixo pra cima entre meus lábios vaginais, dava pra sentir como ficava molhada pela saliva dele e acho que pelos meus próprios fluidos.
Com uma das mãos, ele separou meus lábios da buceta e a ponta da língua começou a brincar com meu clitóris. Ficou uns segundos ali, e comecei a sentir uma sensação de prazer muito gostosa, meu coração acelerou, fiquei toda agitada, e uns gemidos começaram a brotar de dentro de mim que eu não conseguia segurar. Eram suaves, mas me deixaram muito vermelha, me sentindo assim, aproveitando o que o Enrique estava fazendo comigo. E me deixei levar, soltei os gemidos e ele percebeu, e continuou me dando prazer naquela área, tão desconhecida pra mim e que eu não queria que acabasse. De vez em quando, ele parava de usar a ponta da língua e dava uma lambida completa, com a língua toda na minha pussy, e voltava a focar no meu clitóris. Me deixava louca, me fazia arquear as costas e o pescoço pra trás, até abria as pernas o máximo que podia. Era outra pessoa, uma que queria ser usada pelo melhor amigo do meu pai. Pra minha desgraça, ele parou e ficou de pé entre minhas pernas. O cock dele estava bem duro e ereto, parecia imponente, e eu não via a hora de sentir ele de novo dentro de mim. Ele segurou com a mão direita, aproximou da minha pussy e começou a esfregar contra meus lábios da buceta. Era delicioso, de vez em quando a cabeça entrava só um pouquinho entre meus lábios e me assustava, eu temia que tanta carne machucasse minha pussy apertada, mas ao mesmo tempo desejava ele e queria saber se eu aguentaria e se me daria tanto prazer quanto o sexo oral.
Ele se firmou bem e começou a enfiar o pau duro entre meus lábios da buceta, devagar, mas sem parar. Dava pra ver que ele tava bem concentrado. Comecei a sentir um incômodo, que foi virando uma dor cada vez mais forte, mas tenho que admitir que eu queria aquilo, e ao mesmo tempo era gostoso. Num momento, ele parou a penetração, mas aí meteu com mais força e eu senti o pau dele abrindo caminho dentro de mim. Soltei um grito de dor, fiquei com vergonha de ter gritado tão alto, e o Enrique parou por uns segundos, mas logo continuou enfiando. Dava pra sentir ele entrando milímetro por milímetro, e eu amava aquilo. Ficava surpresa como eu tava aguentando um pedaço de pau daquele tamanho. Ele não meteu até o fundo de primeira, começou a tirar e depois meter de novo. Nas primeiras vezes, eu soltava uns gritinhos abafados, mas depois de algumas, meus gritos viraram gemidos. E o Enrique começou a me penetrar com tudo, com força. Em poucas metidas, já tinha conseguido me penetrar por completo. As bolas dele batiam no meu corpo sem parar, o suor escorria sem parar em cima de mim, e dessa vez não me incomodava. A cama foi balançando a cada metida.


até que Enrique deu um grito de prazer, enterrou tudo em mim e deixou bem fundo, e sem tirar, pude sentir ele gozando dentro da minha buceta, despejou uma porrada de sêmen, não parava de tremer e gemer. Ele me pegou pelo pescoço com a mão direita e apertou forte enquanto gozava dentro, se abaixou pra me beijar, enfiou a língua toda na minha boca e cuspiu dentro dela. Eu tava paralisada, mas sem medo, como se fosse um filme, curtindo tudo que tava rolando, não parava de olhar as expressões dele enquanto sentia ele se esvaziando dentro do meu corpo. Acho que me deixei levar e era como se tivesse vendo um pornô, não parecia que eu era a protagonista. Quando ele terminou de gozar, tirou o pau do meu corpo e eu vi que ele tava coberto de porra e sangue, me assustei um pouco, mas sabia que podia acontecer depois da foda tão selvagem que ele tinha me dado. E ele se deitou do meu lado, ficamos os dois, de barriga pra cima olhando o teto, sem falar nada, só ouvindo nossa respiração ofegante, ele tinha a mão em cima de mim e acariciava minha barriga e depois descia pra minha buceta. Queria falar alguma coisa, mas tava com medo de falar uma merda e estragar o momento, então preferi ficar quieta. Depois de um tempo, Enrique virou de lado e começou a acariciar meus peitinhos, chegou perto da minha boca, sem parar de acariciar meus peitos, encostou os lábios nos meus, e dessa vez eu abri a boca, e Enrique enfiou a língua, procurou a minha e me beijou, eu tentava mexer também mas me sentia muito sem jeito, então deixei ele fazer tudo. Terminou beijando meus lábios e levantou da cama. Vestiu o short. — Como você deixou meu pau, mas foi a melhor foda da minha vida. Não tenho certeza, mas acho que sorri pra ele. — Depois que você foi embora, me diverti com seu biquíni pensando em te comer. — Você tem calcinhas usadas? — Sim, na gaveta de baixo. Respondi como se nada, como se fosse normal. Ele foi lá dar uma olhada, procurou entre umas calcinhas, cheirou elas, e pegou uma, era rosa. Lisa, não era das minhas melhores calcinhas, mas era de renda e, além disso, tava meio manchada do meu fluxo vaginal. — Me dá ela? — Falei que sim. Apesar de ter pensado na minha mãe lavando minha roupa, se ela ia perceber que tava faltando uma. — Valeu. Ela foi andando, segurando a pica por cima do short, não sabia se tava doendo ou se ela só tava ajeitando. Fechou a porta e eu levantei, tava meio empolgada, me sentindo bem dolorida, principalmente minha bunda e meus glúteos, mas não tava nem aí, já tava pensando na próxima vez que o Enrique viesse e no que ele ia fazer ou me ensinar, até domingo à noite. Me olhei no espelho, tava toda despenteada, e com vários hematomas nas minhas coxas, na minha bunda que tava super vermelha e com as marcas das mãos e braços do Enrique de como ele tinha me segurado. Além disso, tinha vestígios de sangue nos meus lábios vaginais e entre as coxas. E eu amava, me sentia a putinha dele e muito suja, escorrendo o sêmen dele, tanto do cuzinho quanto da buceta. Me limpei com uma toalha, pensei em tomar banho mas queria sentir o cheiro dele e o sêmen no meu corpo um pouco mais, me penteie e me vesti com uma calcinha fio-dental preta e uma blusa de manga longa rosa, mais pra cobrir os hematomas. Daí a pouco ouvi o carro do meu pai chegando, e o Enrique entrou apressado no meu quarto. — Pra você, trouxe de Cuba sem seus pais verem. Talvez você possa me convidar depois. Escondi rápido na gaveta, não sabia o que era, tava numa caixa de presente. Meus pais trouxeram comida pronta pro almoço, sentamos nós quatro na mesa, eu sentei em cima de uma das nádegas, a que doía menos, e de pernas cruzadas, porque minha bunda tava doendo pra caralho, era uma dor muito forte, dependendo de como eu sentava, e sem falar que a barriga também tava doendo pra um cacete, me sentia completamente dolorida, a buceta também tava doendo, basicamente tudo hahaha mas eu tava muito feliz e super bem comida. Passamos um momento muito bom, o Enrique conseguia esconder incrivelmente bem as duas personalidades dele, não parava de Olhar pra ele, era o melhor amigo do meu pai, e do outro lado, comeu a filha dele do jeito que quis e tava sentado ali com meus pais e comigo como se nada tivesse acontecido. Depois da sobremesa, levantei da mesa porque ainda tava com muita dor, e me sentia toda molhada entre as pernas. Ia tomar um banho, mas vi a cama tão tentadora que falei: cinco minutos e vou me lavar. Deitei de bruços e apaguei. Acordei atordoada, ouvi minha mãe gritando como nunca, ouvia outras vozes, não entendia nada, não sabia se ainda tava dormindo ou o que tava rolando. Levantei da cama, enquanto ia até a porta, parei. Será que minha mãe descobriu o que aconteceu?, me perguntei. Meu estômago deu um nó, perdi o equilíbrio, minhas pernas fraquejaram e eu caí sentada no chão. Queria me matar. Ao fundo, ouvia meus pais e o Enrique discutindo, gritando, principalmente minha mãe, que tava parecendo uma louca. O que meus pais vão pensar de mim? Meu pai vai achar que sou uma puta. Foi o pior momento da minha vida. Ouvi uma batida de porta e o silêncio voltou. Não tive coragem de sair. Me deitei e fiquei pensando no que dizer, como me defender, negar tudo. Até que minha mãe entrou com cara de doida. — Aconteceu alguma coisa com o Enrique? Ele fez algo com você, te deixou desconfortável, alguma coisa estranha? — O que você tá me perguntando? Não tô te entendendo, mãe. Não aconteceu nada, ele me tratou como sempre. Minha mãe respirou fundo, parecia muito aliviada. — Tem certeza, filha? — Sim, mãe, tá tudo bem. O que houve com o Enrique? — Nada, filha, ele discutiu com seu pai, nada grave. Ela me deu um beijo e foi embora, com certeza pra contar pro meu pai. Me deitei de novo, tentando entender como eles descobriram ou se foi outra coisa, ou talvez eu tenha feito algo errado e eles descobriram por minha culpa. Os dias passaram, o clima em casa tava muito estranho. Mas continuavam sem me falar nada. Finalmente tive uma ideia e fucei o celular dos meus pais. No do meu pai não descobri nada, tinha áudios do Enrique, mas só até domingo à tarde, quando ele avisou que chegaria naquela noite. Mas no celular da minha mãe tava a resposta. A melhor amiga dela. Amiga, que também é minha madrinha, era com quem eu dividia tudo, elas passavam o dia inteiro conversando, contavam tudo uma pra outra, então não pensei duas vezes e fui ouvir os áudios que ela mandava. Nos áudios, dava pra ouvir minha mãe chorando, se arrependendo de ter me deixado sozinha com o Enrique. Ela fez uma introdução bem longa, se culpando pelo que podia ter acontecido, se chamando de mãe ruim, ……………………………………….. não vou mentir, mas era um áudio de uns 10 minutos no mínimo, mas era normal minha mãe mandar mensagens longas pra amiga dela, e ela respondia do mesmo jeito. Até que finalmente ela contou que tinha descoberto no quarto dela, debaixo dos lençóis, uma calcinha fio dental minha, quando foi limpar o quarto, a mesma que ela tinha dado pra mim poucas horas antes, e o pior é que tinha gozado nela, ainda estava toda melada com o esperma dele, minha mãe falou indignada e enojada. Ela continuou contando que ele não tinha feito nada comigo, mas tinha certeza que em alguns dias eu ia acabar sendo estuprada por ele. Isso me fez sentir uma ótima atriz, e olha que nem tive tempo de me preparar. Senti um alívio enorme por não ser minha culpa, mesmo assim ainda me sentia mal pelo Enrique e pelo que ele passou. Já no meu quarto, tranquei a porta, peguei a caixa que o Enrique me deu e abri. Tinha uma garrafa de tequila, que nunca abri, escondi e guardei de lembrança, e dentro tinha um papel dobrado, com várias notas, dólares americanos, eram 1000 no total, mas foi o que menos me importou. Também veio um vibrador de controle remoto e um baby doll com uma calcinha fio dental bem sexy. O papel dobrado tinha algo escrito à mão que dizia: “Para minha putinha especial, já comi muitas vadias na vida, mas você é única, nunca paguei tanto por uma, é meu jeito de dizer que você é a melhor”.. Foi a última notícia que tive do Enrique. Fiquei excitada, mesmo sem saber se era verdade ou se ele falava isso pra todas, decidi acreditar nele. Apertei a carta contra o peito. Me deitei na cama. Virei de lado, apoiada no ombro esquerdo, enfiei a mão direita por baixo da calcinha fio dental e me dei prazer com o vibrador que ele Acabei de dar pra ele. Até hoje não sei nada dele, mas adoraria comer ele de novo.
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