Nos últimos 6 anos, fui uma puta vil, provei muitos paus, fui comida em vários lugares e, acima de tudo, fiquei bem recheadinha. Até hoje, adoro sair na rua super provocante e amo quando os homens me olham, assobiam, falam coisas safadas e obscenas, e até me apalpam. Sou tão puta que adoro ser assediada. Era dezembro do ano passado, meu pai tinha alugado uma casa com piscina para o mês inteiro, em Cuernavaca. Como nessa viagem só fomos eu, meu pai e minha mãe — meu irmão e minha irmã foram com os amigos deles —, passei o tempo tomando sol e aproveitando a piscina. Nos fins de semana, saíamos para explorar lugares próximos. Numa segunda-feira, no fim da tarde, a cozinha onde eu estava jantando com meus pais se iluminou com os faróis de um carro entrando no jardim. Perguntei ao meu pai quem era, e ele disse que era seu melhor amigo, Enrique. Eu o conhecia, mas não o via há um tempão. Ele costumava passar muito tempo com meu pai, mas se casou com uma cubana que conheceu no trabalho e foi morar em Veracruz. Lembro que eu gostava muito dele, sempre era atencioso, engraçado e passava bastante tempo comigo. Fiquei feliz em saber que ia vê-lo de novo. Saí com meus pais para o jardim para recebê-lo, e ele estava sozinho. Esperava conhecer a mulher dele, até imaginei que teria filhos, mas estava só. Estava como eu lembrava, já tinha mais de 45 anos, era alto, 1,85 m com certeza, ou talvez mais, cabelo preto, cheio, que usava sem pentear, olhos que não eram verdes, mas quase, eram de um verde acinzentado difícil de identificar, tinha olhos alegres e sempre sorria, de corpo magro. Vestia uma bermuda azul e uma camisa branca lisa, com sapatos marrons. Abraçou meu pai, depois minha mãe e, por fim, me levantou e me abraçou forte, beijando minha bochecha. Adorei sentir o perfume que ele usava. Entramos, ele foi para um dos quartos de hóspedes. Meu pai me acompanhou. Perguntei pra minha mãe sobre o parceiro dela, mas ela me cortou e disse pra eu não perguntar, que tinha se separado fazia só dois meses. Fiquei curiosa sobre o que tinha acontecido, mas deixei o assunto de lado. Minha mãe colocou mais um prato, copo e talheres pro Enrique, enquanto a gente continuava jantando. Ela disse que com certeza iam demorar, e foi o que aconteceu. Eles não se viam há quatro anos e parecia que estavam colocando o papo em dia, pelo menos em parte. Finalmente apareceram depois de quase uma hora, jantamos, não pararam de falar, ficamos na sobremesa por horas. Eu adorava ouvir as experiências do Esteban, além de tudo que ele contava sobre Cuba, que me encantava, me deu vontade de conhecer aquele país. Ele até contou o que tinha rolado com a mulher dele: ela tinha sido infiel e, embora tenham tentado superar, no final ela decidiu que não conseguia perdoá-lo e acabou. Moraram juntos mais alguns meses, mas cada um na sua, até o Enrique arrumar um lugar pra morar. No fim, ele decidiu voltar pra Cidade do México. Lá pelas três da manhã, minha mãe não aguentou mais o cansaço e foi dormir. E logo depois meu pai seguiu o mesmo caminho. Fiquei sozinha com ele. Adorava como ele era, como falava comigo como se eu fosse da mesma idade. Sempre os adultos tratam a gente diferente, mas ele não. Não parava de falar, puxava um assunto atrás do outro. A gente foi pro jardim, já eram quase cinco da manhã, sentamos em duas espreguiçadeiras e continuamos conversando. Em certo momento, a conversa foi ficando mais pessoal. — Já tem namorado? — Não, respondi. — Já teve? — Já, mas faz muito tempo. — Que desperdício, você ficou muito gostosa. Não falei nada, só me senti mais envergonhada e com muito calor, até comecei a suar. — Você ficou bem transável, ele disse como se fosse nada. Olhava pro outro lado. Mudou de assunto, acho que começou a falar do meu pai, uma história de quando eram jovens. Embora ele continuasse falando como se nada tivesse acontecido, a conversa tava estranha, já não fluía como antes. Mais da minha parte, que tava difícil me concentrar e eu quase não respondi. "Já volto", disse Henrique e foi até a cozinha, trouxe duas latas de cerveja. Me ofereceu, mas não quis, mas ele continuou insistindo. — Só molha os lábios e pronto. No fim, cedi. Tentei tomar um gole, mas achei nojenta e larguei, e ele riu. — Relaxa, no começo é sempre assim. Ele disse. — Vou dormir. — Espera, não me deixa beber sozinho, é falta de educação, ele falou rindo. Fiquei, mesmo desejando com toda a minha alma ir embora dali. Ele parecia estranho, nervoso. — Vem comigo, me mostra o jardim. — Sério, quero ir dormir. — Não seja chata, além de me deixar sozinho, ainda não quer me mostrar o lugar. — Desculpa, tô cansada. — Me mostra um pouco e te libero, ainda não tô com sono. Não seja chata. Como sempre, cedi. Ele perguntou o que era aquilo, apontando pra um galpão que ficava a uns 25 metros. Falei que tinha ferramentas, um tratorzinho pra cortar a grama, e nada mais. — Me mostra. — Não tem nada pra ver, sério. — Vem comigo e já te deixo ir, juro. Fomos, ainda fazia muito calor, mas não era só o calor, meus nervos me faziam suar demais. E isso que eu tava leve de roupa, usava um biquíni azul e um short jeans branco, em cima só tinha o biquíni pra cobrir meus peitos, embora não tivesse muito o que cobrir. Minha melhor parte do corpo era minha bunda, redondinha, empinada e por ser tão magra, destacava bastante. Me considerava uma garota normal, cabelo castanho e pele branca.
Eu fiquei na entrada do galpão, ele olhou rapidamente e saiu de novo. Me pegou pela mão e, já com a expressão mudada, me puxou pra dentro do galpão com muita força, acabei tropeçando e caindo no chão de terra. Ele fechou a porta, mal dava pra enxergar, tava muito escuro. Me levantou e aproximou o rosto do meu, e começou a beijar meu rosto, procurando meus lábios. Ele fedia a álcool, e encontrou minha boca, e começou a me beijar contra minha vontade. Eu sentia a língua nojenta dele se enfiando na minha boca, eu resistia, ele lambia meu rosto. A mão direita dele pousou no meu peito esquerdo, esfregava com força, tanto que acabou soltando meu sutiã, e eu fiquei da cintura pra cima nua. Tentei empurrá-lo, mas a diferença de força era absurda, eu era insignificante perto dele. Com a mão dele, me jogava de um lado pro outro como um pano.
Depois, a língua nojenta dele começou a lamber meu pescoço sem parar de apalpar cada parte do meu corpo, ele adorava beliscar meus peitinhos com força, machucava eles, e depois começou a chupar e mordiscar, tava frenético, parecia um bicho selvagem, eu tava morrendo de medo. As mãos dele desabotoaram meu short, que caiu sozinho até meus tornozelos, e num puxão só arrancou a parte de baixo do biquíni, que só tava preso por duas tiras na lateral.
Enquanto me lambia nojento por todos os lados, até dentro das minhas orelhas, as mãos dele não paravam de acariciar minha bunda, separava minhas nádegas e eu sentia os dedos procurando a entrada do meu cu, depois seguia pelas minhas pernas, e ele também parecia adorar beliscar meus lábios da buceta, o que me arrancava vários gritos de dor e ele curtia cada um.

Os dedos dele se enfiavam entre meus lábios da buceta, eu quis bater nele, dei um soco no peito dele, mas não adiantou nada, tentei de novo, e ele me pegou pela cabeça e me jogou no chão com violência, bati a cabeça em algo duro, que me deixou meio atordoada por uns instantes. Não sei como acabei de joelhos, e com algo na minha mão direita, era o pau dele, carnudo, e por um momento perdi a noção de espaço e tempo, e gostei de sentir aquele pedaço gordo de carne, quente e pesado na minha mão, por uns segundos tinha esquecido o que estava rolando. Sem perceber, estava masturbando ele, não sei como cheguei nisso, mas lá estava eu, esfregando o pau dele com minha mão pequena e os gemidos de prazer do Henrique ao fundo, não entendia o que estava acontecendo comigo, mas já não era algo desagradável, e sentia curiosidade por aquele membro masculino que ficava maior e mais duro na minha mão e até excitada. O momento foi cortado quando ele me deu um tapa na cabeça, na parte de cima da minha orelha esquerda. Depois me pegou pelo pescoço e disse: - Cuidado com o que você faz com a boca, se machucar ela, te mato aqui mesmo. - Entendeu? - Entendeu!!!!!!!!!!!! - Sim, sim, sim, eu disse com a voz trêmula e fraca, mal dava pra ouvir. Uma luz se acendeu, me assustei, pensei que eram meus pais, naquele momento, percebi que não contaria pra eles o que tinha acontecido, sabia que não era minha culpa, mas não queria contar, que soubessem as coisas que a filha deles estava fazendo. Não conseguia imaginar contar aquela situação pra ninguém. Era a luz do celular dele, ele tinha começado a gravar um vídeo, senti muita vergonha, tinha medo de quem ele poderia mostrar, ou que acabasse circulando na web e eu virasse viral por algo assim. Mas sei lá, já estava entregue à situação. Senti a cabeça do pau dele contra minha bochecha direita, ele foi passando por todo o meu rosto, até que terminou contra meus lábios, foi enfiando na minha boca e senti a glande entrar, abri meus lábios e cedi à pressão do pau dele, que foi entrando aos poucos em mim. boca, não estava nos meus planos, nem nos mais próximos nem nos mais distantes, mas lá estava eu, com a pica na boca do melhor amigo do meu pai.

Eu ia enfiando de pouquinho e tirando, não acho que tava sendo delicado comigo, mas tava mais preocupado em não machucar com meus dentes. Abri minha boca o máximo que pude e só consegui engolir a glande dele e um pouco mais do tronco da pica dele. Nessa hora, ele começou a se masturbar com muita força com a mão direita, ainda com o pau na minha boca, batendo no meu queixo e nariz quando puxava pra cima. Além disso, a luz da câmera dele tava apontada bem perto de mim, e era chato, tive que fechar os olhos. Ele começou a gemer mais alto, e com a mão esquerda segurou minha cabeça e com a mão no próprio pau enfiou o mais fundo que pôde na minha boca e soltou um grito abafado, enchendo minha boca de porra. Tentei não engolir, mas era tanta que acabei engolindo o leite dele. Me deu nojo, tive uma ânsia, mas ele não deixava eu cuspir a porra, com o pau dele tampando minha boca, e acabei engolindo quase tudo. Me senti mal com aquele gosto de sêmen, deu vontade de vomitar. Ele tirou o pau e, quando tirou, a pouca porra que eu não tinha engolido escorreu misturada com muita saliva por causa da penetração profunda na minha garganta, caindo no chão um monte de saliva misturada com porra. Aí eu respirei, dei uma bocada de ar, o que me fez tossir, sentindo uma dor na garganta. Ele pegou o pau dele e, com a saliva e a porra que escorria, esfregou no meu rosto todo, lambuzando minha carinha por completo.

Enrique sentou no chão, exausto, com a respiração ofegante. Eu levantei o short. — Posso ir? — Sim, não esquece o biquíni. Tinha esquecido que só estava de short. Ele jogou a parte de cima do biquíni pra mim. Coloquei, pedi a de baixo, que estava do lado dele. Ele pegou e levou ao nariz, cheirando e chupando a parte que encosta na minha buceta. — Depois te devolvo. Não precisa agora. Me virei e, quando já estava saindo do galpão: — Ei. Parei, mas nem me virei, só fiquei esperando. — Vai ser uma boa menina? Sabia o que significava, que tinha que guardar tudo que aconteceu. — Sim, respondi e fui andando pro meu quarto. Fui pro banheiro do meu quarto e lavei a boca com bastante água, engoli vários goles pra tirar a sensação do gozo na garganta, escovei os dentes várias vezes e troquei de roupa, lavei o rosto. Me sentia um fantasma, tinha passado por uma experiência brutal, mas ainda não tinha caído a ficha. Seguia como se nada tivesse acontecido. Me despi. Peguei uma calcinha fio dental branca, meio pequena pra mim, mal cobria minhas partes íntimas, mas não tava a fim de procurar mais e vesti uma camiseta velha comprida como camisola, sem sutiã, do jeito que costumava dormir. Lembro de deitar, mas diferente do que rolava sempre, que eu virava e revirava e ficava nas redes sociais antes de dormir, naquela noite apaguei num sono profundo. Parte 2?
Eu fiquei na entrada do galpão, ele olhou rapidamente e saiu de novo. Me pegou pela mão e, já com a expressão mudada, me puxou pra dentro do galpão com muita força, acabei tropeçando e caindo no chão de terra. Ele fechou a porta, mal dava pra enxergar, tava muito escuro. Me levantou e aproximou o rosto do meu, e começou a beijar meu rosto, procurando meus lábios. Ele fedia a álcool, e encontrou minha boca, e começou a me beijar contra minha vontade. Eu sentia a língua nojenta dele se enfiando na minha boca, eu resistia, ele lambia meu rosto. A mão direita dele pousou no meu peito esquerdo, esfregava com força, tanto que acabou soltando meu sutiã, e eu fiquei da cintura pra cima nua. Tentei empurrá-lo, mas a diferença de força era absurda, eu era insignificante perto dele. Com a mão dele, me jogava de um lado pro outro como um pano.
Depois, a língua nojenta dele começou a lamber meu pescoço sem parar de apalpar cada parte do meu corpo, ele adorava beliscar meus peitinhos com força, machucava eles, e depois começou a chupar e mordiscar, tava frenético, parecia um bicho selvagem, eu tava morrendo de medo. As mãos dele desabotoaram meu short, que caiu sozinho até meus tornozelos, e num puxão só arrancou a parte de baixo do biquíni, que só tava preso por duas tiras na lateral.
Enquanto me lambia nojento por todos os lados, até dentro das minhas orelhas, as mãos dele não paravam de acariciar minha bunda, separava minhas nádegas e eu sentia os dedos procurando a entrada do meu cu, depois seguia pelas minhas pernas, e ele também parecia adorar beliscar meus lábios da buceta, o que me arrancava vários gritos de dor e ele curtia cada um.

Os dedos dele se enfiavam entre meus lábios da buceta, eu quis bater nele, dei um soco no peito dele, mas não adiantou nada, tentei de novo, e ele me pegou pela cabeça e me jogou no chão com violência, bati a cabeça em algo duro, que me deixou meio atordoada por uns instantes. Não sei como acabei de joelhos, e com algo na minha mão direita, era o pau dele, carnudo, e por um momento perdi a noção de espaço e tempo, e gostei de sentir aquele pedaço gordo de carne, quente e pesado na minha mão, por uns segundos tinha esquecido o que estava rolando. Sem perceber, estava masturbando ele, não sei como cheguei nisso, mas lá estava eu, esfregando o pau dele com minha mão pequena e os gemidos de prazer do Henrique ao fundo, não entendia o que estava acontecendo comigo, mas já não era algo desagradável, e sentia curiosidade por aquele membro masculino que ficava maior e mais duro na minha mão e até excitada. O momento foi cortado quando ele me deu um tapa na cabeça, na parte de cima da minha orelha esquerda. Depois me pegou pelo pescoço e disse: - Cuidado com o que você faz com a boca, se machucar ela, te mato aqui mesmo. - Entendeu? - Entendeu!!!!!!!!!!!! - Sim, sim, sim, eu disse com a voz trêmula e fraca, mal dava pra ouvir. Uma luz se acendeu, me assustei, pensei que eram meus pais, naquele momento, percebi que não contaria pra eles o que tinha acontecido, sabia que não era minha culpa, mas não queria contar, que soubessem as coisas que a filha deles estava fazendo. Não conseguia imaginar contar aquela situação pra ninguém. Era a luz do celular dele, ele tinha começado a gravar um vídeo, senti muita vergonha, tinha medo de quem ele poderia mostrar, ou que acabasse circulando na web e eu virasse viral por algo assim. Mas sei lá, já estava entregue à situação. Senti a cabeça do pau dele contra minha bochecha direita, ele foi passando por todo o meu rosto, até que terminou contra meus lábios, foi enfiando na minha boca e senti a glande entrar, abri meus lábios e cedi à pressão do pau dele, que foi entrando aos poucos em mim. boca, não estava nos meus planos, nem nos mais próximos nem nos mais distantes, mas lá estava eu, com a pica na boca do melhor amigo do meu pai.

Eu ia enfiando de pouquinho e tirando, não acho que tava sendo delicado comigo, mas tava mais preocupado em não machucar com meus dentes. Abri minha boca o máximo que pude e só consegui engolir a glande dele e um pouco mais do tronco da pica dele. Nessa hora, ele começou a se masturbar com muita força com a mão direita, ainda com o pau na minha boca, batendo no meu queixo e nariz quando puxava pra cima. Além disso, a luz da câmera dele tava apontada bem perto de mim, e era chato, tive que fechar os olhos. Ele começou a gemer mais alto, e com a mão esquerda segurou minha cabeça e com a mão no próprio pau enfiou o mais fundo que pôde na minha boca e soltou um grito abafado, enchendo minha boca de porra. Tentei não engolir, mas era tanta que acabei engolindo o leite dele. Me deu nojo, tive uma ânsia, mas ele não deixava eu cuspir a porra, com o pau dele tampando minha boca, e acabei engolindo quase tudo. Me senti mal com aquele gosto de sêmen, deu vontade de vomitar. Ele tirou o pau e, quando tirou, a pouca porra que eu não tinha engolido escorreu misturada com muita saliva por causa da penetração profunda na minha garganta, caindo no chão um monte de saliva misturada com porra. Aí eu respirei, dei uma bocada de ar, o que me fez tossir, sentindo uma dor na garganta. Ele pegou o pau dele e, com a saliva e a porra que escorria, esfregou no meu rosto todo, lambuzando minha carinha por completo.

Enrique sentou no chão, exausto, com a respiração ofegante. Eu levantei o short. — Posso ir? — Sim, não esquece o biquíni. Tinha esquecido que só estava de short. Ele jogou a parte de cima do biquíni pra mim. Coloquei, pedi a de baixo, que estava do lado dele. Ele pegou e levou ao nariz, cheirando e chupando a parte que encosta na minha buceta. — Depois te devolvo. Não precisa agora. Me virei e, quando já estava saindo do galpão: — Ei. Parei, mas nem me virei, só fiquei esperando. — Vai ser uma boa menina? Sabia o que significava, que tinha que guardar tudo que aconteceu. — Sim, respondi e fui andando pro meu quarto. Fui pro banheiro do meu quarto e lavei a boca com bastante água, engoli vários goles pra tirar a sensação do gozo na garganta, escovei os dentes várias vezes e troquei de roupa, lavei o rosto. Me sentia um fantasma, tinha passado por uma experiência brutal, mas ainda não tinha caído a ficha. Seguia como se nada tivesse acontecido. Me despi. Peguei uma calcinha fio dental branca, meio pequena pra mim, mal cobria minhas partes íntimas, mas não tava a fim de procurar mais e vesti uma camiseta velha comprida como camisola, sem sutiã, do jeito que costumava dormir. Lembro de deitar, mas diferente do que rolava sempre, que eu virava e revirava e ficava nas redes sociais antes de dormir, naquela noite apaguei num sono profundo. Parte 2?
3 comentários - Com o amigo do papai