Holaaa, mil perdões, tava te deixando abandonada!!! Mas não tinha nada pra contar até essa terça passada. Esclareço porque tem muitos haters que acham que escrevo fantasias, e juro pelo meu filho que tudo que relato é real. Não tinha nada novo pra contar, continuo transando com meu sogro e com uns caras, mas não queria encher o saco repetindo sempre a mesma coisa. Num post contei como descobri minha bissexualidade com a Glória, uma amiga da minha mãe. Fazia muito tempo que a gente não se via, e na segunda-feira me surpreendi ao receber um zap dela com uma foto da buceta dela e a legenda "tô com saudade". Respondi e combinamos de nos encontrar no apê dela no dia seguinte pra uma trepada. A foto é desse dia, vesti aquele vestido preto, botas e um conjunto preto de renda por baixo. Cheguei no apê umas 6 da tarde. A Glória me recebeu de roupão de seda e, quando se mexeu, notei que tava pelada por baixo. As tetonas dela balançavam enquanto ela andava. No meio da sala, a gente se beijou. A língua dela brincava com a minha enquanto as mãos dela não largavam minha bunda. "Como eu tava com saudade dessa bunda, guria", ela dizia entre gemidos. Ali mesmo ela me deixou pelada. Chupou um pouco minhas tetas e deixou o roupão cair. Como imaginei, tava nua, e eu chupei aquelas tetas que me deixam louca. Ela me levou pra cama. Deitei de barriga pra cima e ela começou a me lamber da boca até minha buceta já super molhada. Me chupou a buceta e o cu do jeito que só ela sabe. Gozei enchendo a cara dela de sucos. Ela pediu pra irmos pro banheiro, que queria mijar. Me mijou na boca, cara e tetas. Peguei o mijo que consegui e ela disse: "Vamos voltar pra cama". Agora ela deitou de barriga pra cima e eu repeti o que ela fez comigo. Chupei as tetonas dela de bicos compridos até descer pra buceta dela de lábios grossos e carnudos. Lambi de um lado pro outro enquanto a Glória se contorcia e pedia mais. Depois de uma chupada de cinema, senti que ela tava tensa, ia gozar. Ela apertou minha cara contra a buceta dela, deu um grito e começou a gozar que nem uma gostosa. Tava tomando tudo quando a Glória, dando um Suspiro fundo e disse: "Filha da puta, você chupa melhor que sua mãe." Fiquei paralisada, e ela, percebendo o que tinha dito, ficou chocada. "Repete isso pra mim", falei. A cara dela estava cheia de culpa. "Gloria, por favor, me diz o que você disse." Se recompondo um pouco e tomando coragem, ela falou: "Bom, já que eu falei, Andrea, sua mãe e eu somos amantes há anos." Vocês podem pensar que me surpreendi, mas não é verdade, fiquei excitada pra caralho. Com as cartas na mesa, ela me contou que faziam ménage com meu velho, mas acabaram se apaixonando uma pela outra e viraram amantes. "E ela sabe disso?", perguntei. "Sim, não escondi dela que a gente transou." "E daí?", perguntei. "Quer mesmo saber?", ela perguntou. "Lógico, eu mereço", falei. "Sua mãe me pede pra contar como a gente transa, você e eu, e isso a excita pra caralho. Ela me pede pra descrever sua pussy, seu cú, suas tetas, e fica louca de tesão." Toda essa informação me deixou perplexa. Me senti muito excitada e transamos de novo com a Gloria até ficarmos secas. Quando tava dirigindo pra casa, não conseguia tirar da cabeça o que a Gloria tinha confessado sem querer. Na sexta, levei meu filho pra visitar os avós e juro que não sabia como ia olhar pra minha velha. Como sempre, papai e ela nos receberam super felizes. Inconscientemente, ou talvez não, eu tinha vestido um minishort bem justinho e uma camiseta. Meu velho me repreendeu: "É assim que você anda na rua? Não é demais, não?" Minha mãe concordava com a cabeça. Bom, meu velho e meu filho foram pro quintal jogar bola, e minha mãe trouxe a bandeja do chimarrão. Ela me passou um mate, e eu peguei. Me fazendo de sonsa, falei: "Papai me xingou por causa do short." "E mostra demais, menina", ela disse. Aí, numa mistura de medo, curiosidade e tesão, joguei: "Vesti pra você, Gloria disse que minha raba te deixa doidinha." Juro que ela quase caiu da cadeira. Não ia voltar atrás, e como uma metralhadora, soltei: "Na terça a gente transou gostoso, você não sabe a chupada de pussy que eu dei nela." Ela olhou pra fora com cara de pavor e disse: "Laura, posso explicar. peguei na mão dela e falei: mãe, é lindo o que tá rolando, não me explica nada. Senti a calma voltando nela, até um sorriso se formou. Isso não é normal, por isso nunca consegui te contar, ela disse, mas bom, você já sabe, não sei como, mas sabe. Você foi crescendo e cada vez suas formas ficavam mais gostosas, mas você é minha filha, deixei só na fantasia. Fui além. Você bate punheta pensando em mim? perguntei de brincadeira. Lau, como você vai me perguntar isso, sou sua mãe, quero que me responda, insisti. Ela hesitou muito, mas como eu continuei, ela me olhou quase envergonhada e disse: sim, muito. Apertei forte a mão dela e falei: já não sou mais uma menina e não vejo problema em você sentir isso. Contei que uma noite, quando era adolescente, tinha visto eles transando com o pai e tinha batido muita punheta lembrando como os peitos dela balançavam enquanto o pai comia ela de quatro. Chega, Lau, essa conversa nunca existiu, isso tudo é muito errado. Então vocês fazem menage com a Glória? A cara de espanto dela era enorme. Onde você quer chegar, filha? perguntou entre surpresa e irritada. Olha, mãe, não sou nenhuma santa, meu marido gosta de ser corno, a gente faz menage, ele adora me ver sendo comida, tenho amantes e fodo com a Glória, então nada disso me parece errado. Uau, você me deixou gelada, ela disse. A conversa cortou porque meu filho entrou. Quando a gente se despediu, ela falou: a gente conversa daqui a pouco. Não vou contar tudo que a gente revelou, mas sim que nos uniu mais do que esperava. Como final, tipo umas 2 da manhã, o celular tocou. Meu marido dormia como uma pedra, como sempre. Tá acordada? Sim, tá e seu marido dorme? Vai pra sala. Lógico, era minha velha. Intrigada, levantei e fui pra sala. Mandei "tô aqui" e esperei. Sozinha? perguntou. Sim, mãe, sozinha. Entrou em videochamada. Aceitei e apareceu minha velha com a pica do meu pai na boca. Meu pai, com um sorriso, acenou com a mão enquanto minha mãe mostrava como lambia a pica dele. Mostra pra mim, por favor, falei baixinho. Ela tirou a pica da boca e me mostrou o pau do meu pai todo brilhando de saliva. Fui pro banheiro, precisava ficar confortável. Tirei a calcinha te mostrei minha buceta. Assim, bebê, dizia meu velho quase num sussurro, me mostra essa bunda linda. Apontei o celular pra ele ver minha bunda e senti a voz da minha velha dizendo: "vou chupar tudo". Olhei de novo e ela tinha montado no meu velho, que com o celular na mão me mostrava como ela tava comendo a buceta da mamãe. Comecei a me masturbar, esquecendo que eram meus próprios pais. Eles me mostraram a foda toda e quase gozamos juntos. Fiquei atordoada, mas gozei como uma gostosa. "Até amanhã, amor", disse minha velha e desligou. No outro dia, fui direto pra casa dos meus pais. Mamãe me esperava enfiada num roupão azul, papai estava na poltrona da sala de cueca. Como se fôssemos estranhos, mamãe me agarrou, enfiando a língua na minha boca, descendo desesperada minha legging, deixando à mostra minha calcinha fio dental. Me segurou pela bunda, ofegante, apalpando à vontade. Olhei pra onde papai estava e vi que ele tinha o pau pra fora, se masturbando. Senti uma mordida no meu mamilo, mamãe mordia de leve. "Vem, vamos pra cama", sussurrou no meu ouvido. Eu tava nas nuvens. Deixei o roupão cair e ela ficou pelada nos meus braços. Chupei os peitos dela, ela gemia e dizia "te amo, filha" a cada chupada nos mamilos. Senti por trás o abraço do meu velho e o pau dele se encaixando na minha racha. "Deus, minha filhinha, que bunda linda", ele dizia no meu ouvido. Gozei dando um gritinho. Mamãe me jogou na cama e começou a chupar meus sucos, lambendo depois toda a minha buceta. Papai ajeitou ela e enfiou o pau na buceta dela, dando um suspiro. Por incrível que pareça, estávamos ali, papai comendo ela sem piedade e mamãe chupando minha buceta. Não aguentei e gozei de novo. "Acabadora, você é uma filha da puta", dizia minha velha, me dando beijos na buceta. "Vem, vamos chupar o pau do papai juntas." Nos unimos com o pau do papai no meio, chupando e nos beijando. Quando sentimos que ele ia gozar, mamãe disse: "Toma tudo você". Papai enfiou o pau na minha boca e descarregou uma porra grossa e abundante. Ficou largado do meu lado. Beijei sua boca e o peito. Mamãe voltou a chupar minha buceta. Você não gozou, falei, vem cá. Dei uma chupada na buceta e na bunda dela que a levou a um orgasmo imenso. Enchi minha boca. Nos abraçamos em silêncio. Pouco depois, senti meu velho forçando pra meter em mim. Me acomodei, abrindo bem a buceta, e ele começou a entrar. "Tô te comendo", ele dizia, como se isso, filha da puta, o excitasse mais. Minha velha começou a beijá-lo e repetia: "Você tá comendo a nossa própria filha, meu amor." Meu pai começou a meter mais forte. "Não goza, meu amor, arrebenta esse cu que tanto te faz bater punheta", disse minha velha. "Filha, posso fazer teu cu?", perguntou paternalmente. "Come ele", falei. Senti ele abrindo minha bunda, meteu até os ovos. "Deus, que pedaço de bunda, vou arrebentar tudo, puta", ele dizia enquanto me bombava. Mamãe chupava minha buceta e a parte da pica do papai que entrava e saía do meu cu. Gozei como uma filha da puta dentro da minha bunda. Na mamãe, acabei num squirt que a deixou louca. Ficamos desmaiados. Quando nos recuperamos, nem falamos. Nos beijamos os três, apalpando cada canto do corpo. Papai e eu entramos no chuveiro juntos enquanto mamãe preparava mate. Debaixo do chuveiro, pedi pra ele me comer de novo. Me apoiei na parede e a pica dele se enterrou na minha buceta. Gozei enquanto ele me bombava. Quando ele ia gozar, me avisou, tirei e fiz ele gozar na minha boca. Tomamos mate os três, nos beijando a toda hora. Não sei como vai seguir, mas quero comer meus velhos todos os dias da minha vida. Vou continuar contando quando meter meu cuck nessa trepada. Bom fim de semana.
Holaaa, mil perdões, tava te deixando abandonada!!! Mas não tinha nada pra contar até essa terça passada. Esclareço porque tem muitos haters que acham que escrevo fantasias, e juro pelo meu filho que tudo que relato é real. Não tinha nada novo pra contar, continuo transando com meu sogro e com uns caras, mas não queria encher o saco repetindo sempre a mesma coisa. Num post contei como descobri minha bissexualidade com a Glória, uma amiga da minha mãe. Fazia muito tempo que a gente não se via, e na segunda-feira me surpreendi ao receber um zap dela com uma foto da buceta dela e a legenda "tô com saudade". Respondi e combinamos de nos encontrar no apê dela no dia seguinte pra uma trepada. A foto é desse dia, vesti aquele vestido preto, botas e um conjunto preto de renda por baixo. Cheguei no apê umas 6 da tarde. A Glória me recebeu de roupão de seda e, quando se mexeu, notei que tava pelada por baixo. As tetonas dela balançavam enquanto ela andava. No meio da sala, a gente se beijou. A língua dela brincava com a minha enquanto as mãos dela não largavam minha bunda. "Como eu tava com saudade dessa bunda, guria", ela dizia entre gemidos. Ali mesmo ela me deixou pelada. Chupou um pouco minhas tetas e deixou o roupão cair. Como imaginei, tava nua, e eu chupei aquelas tetas que me deixam louca. Ela me levou pra cama. Deitei de barriga pra cima e ela começou a me lamber da boca até minha buceta já super molhada. Me chupou a buceta e o cu do jeito que só ela sabe. Gozei enchendo a cara dela de sucos. Ela pediu pra irmos pro banheiro, que queria mijar. Me mijou na boca, cara e tetas. Peguei o mijo que consegui e ela disse: "Vamos voltar pra cama". Agora ela deitou de barriga pra cima e eu repeti o que ela fez comigo. Chupei as tetonas dela de bicos compridos até descer pra buceta dela de lábios grossos e carnudos. Lambi de um lado pro outro enquanto a Glória se contorcia e pedia mais. Depois de uma chupada de cinema, senti que ela tava tensa, ia gozar. Ela apertou minha cara contra a buceta dela, deu um grito e começou a gozar que nem uma gostosa. Tava tomando tudo quando a Glória, dando um Suspiro fundo e disse: "Filha da puta, você chupa melhor que sua mãe." Fiquei paralisada, e ela, percebendo o que tinha dito, ficou chocada. "Repete isso pra mim", falei. A cara dela estava cheia de culpa. "Gloria, por favor, me diz o que você disse." Se recompondo um pouco e tomando coragem, ela falou: "Bom, já que eu falei, Andrea, sua mãe e eu somos amantes há anos." Vocês podem pensar que me surpreendi, mas não é verdade, fiquei excitada pra caralho. Com as cartas na mesa, ela me contou que faziam ménage com meu velho, mas acabaram se apaixonando uma pela outra e viraram amantes. "E ela sabe disso?", perguntei. "Sim, não escondi dela que a gente transou." "E daí?", perguntei. "Quer mesmo saber?", ela perguntou. "Lógico, eu mereço", falei. "Sua mãe me pede pra contar como a gente transa, você e eu, e isso a excita pra caralho. Ela me pede pra descrever sua pussy, seu cú, suas tetas, e fica louca de tesão." Toda essa informação me deixou perplexa. Me senti muito excitada e transamos de novo com a Gloria até ficarmos secas. Quando tava dirigindo pra casa, não conseguia tirar da cabeça o que a Gloria tinha confessado sem querer. Na sexta, levei meu filho pra visitar os avós e juro que não sabia como ia olhar pra minha velha. Como sempre, papai e ela nos receberam super felizes. Inconscientemente, ou talvez não, eu tinha vestido um minishort bem justinho e uma camiseta. Meu velho me repreendeu: "É assim que você anda na rua? Não é demais, não?" Minha mãe concordava com a cabeça. Bom, meu velho e meu filho foram pro quintal jogar bola, e minha mãe trouxe a bandeja do chimarrão. Ela me passou um mate, e eu peguei. Me fazendo de sonsa, falei: "Papai me xingou por causa do short." "E mostra demais, menina", ela disse. Aí, numa mistura de medo, curiosidade e tesão, joguei: "Vesti pra você, Gloria disse que minha raba te deixa doidinha." Juro que ela quase caiu da cadeira. Não ia voltar atrás, e como uma metralhadora, soltei: "Na terça a gente transou gostoso, você não sabe a chupada de pussy que eu dei nela." Ela olhou pra fora com cara de pavor e disse: "Laura, posso explicar. peguei na mão dela e falei: mãe, é lindo o que tá rolando, não me explica nada. Senti a calma voltando nela, até um sorriso se formou. Isso não é normal, por isso nunca consegui te contar, ela disse, mas bom, você já sabe, não sei como, mas sabe. Você foi crescendo e cada vez suas formas ficavam mais gostosas, mas você é minha filha, deixei só na fantasia. Fui além. Você bate punheta pensando em mim? perguntei de brincadeira. Lau, como você vai me perguntar isso, sou sua mãe, quero que me responda, insisti. Ela hesitou muito, mas como eu continuei, ela me olhou quase envergonhada e disse: sim, muito. Apertei forte a mão dela e falei: já não sou mais uma menina e não vejo problema em você sentir isso. Contei que uma noite, quando era adolescente, tinha visto eles transando com o pai e tinha batido muita punheta lembrando como os peitos dela balançavam enquanto o pai comia ela de quatro. Chega, Lau, essa conversa nunca existiu, isso tudo é muito errado. Então vocês fazem menage com a Glória? A cara de espanto dela era enorme. Onde você quer chegar, filha? perguntou entre surpresa e irritada. Olha, mãe, não sou nenhuma santa, meu marido gosta de ser corno, a gente faz menage, ele adora me ver sendo comida, tenho amantes e fodo com a Glória, então nada disso me parece errado. Uau, você me deixou gelada, ela disse. A conversa cortou porque meu filho entrou. Quando a gente se despediu, ela falou: a gente conversa daqui a pouco. Não vou contar tudo que a gente revelou, mas sim que nos uniu mais do que esperava. Como final, tipo umas 2 da manhã, o celular tocou. Meu marido dormia como uma pedra, como sempre. Tá acordada? Sim, tá e seu marido dorme? Vai pra sala. Lógico, era minha velha. Intrigada, levantei e fui pra sala. Mandei "tô aqui" e esperei. Sozinha? perguntou. Sim, mãe, sozinha. Entrou em videochamada. Aceitei e apareceu minha velha com a pica do meu pai na boca. Meu pai, com um sorriso, acenou com a mão enquanto minha mãe mostrava como lambia a pica dele. Mostra pra mim, por favor, falei baixinho. Ela tirou a pica da boca e me mostrou o pau do meu pai todo brilhando de saliva. Fui pro banheiro, precisava ficar confortável. Tirei a calcinha te mostrei minha buceta. Assim, bebê, dizia meu velho quase num sussurro, me mostra essa bunda linda. Apontei o celular pra ele ver minha bunda e senti a voz da minha velha dizendo: "vou chupar tudo". Olhei de novo e ela tinha montado no meu velho, que com o celular na mão me mostrava como ela tava comendo a buceta da mamãe. Comecei a me masturbar, esquecendo que eram meus próprios pais. Eles me mostraram a foda toda e quase gozamos juntos. Fiquei atordoada, mas gozei como uma gostosa. "Até amanhã, amor", disse minha velha e desligou. No outro dia, fui direto pra casa dos meus pais. Mamãe me esperava enfiada num roupão azul, papai estava na poltrona da sala de cueca. Como se fôssemos estranhos, mamãe me agarrou, enfiando a língua na minha boca, descendo desesperada minha legging, deixando à mostra minha calcinha fio dental. Me segurou pela bunda, ofegante, apalpando à vontade. Olhei pra onde papai estava e vi que ele tinha o pau pra fora, se masturbando. Senti uma mordida no meu mamilo, mamãe mordia de leve. "Vem, vamos pra cama", sussurrou no meu ouvido. Eu tava nas nuvens. Deixei o roupão cair e ela ficou pelada nos meus braços. Chupei os peitos dela, ela gemia e dizia "te amo, filha" a cada chupada nos mamilos. Senti por trás o abraço do meu velho e o pau dele se encaixando na minha racha. "Deus, minha filhinha, que bunda linda", ele dizia no meu ouvido. Gozei dando um gritinho. Mamãe me jogou na cama e começou a chupar meus sucos, lambendo depois toda a minha buceta. Papai ajeitou ela e enfiou o pau na buceta dela, dando um suspiro. Por incrível que pareça, estávamos ali, papai comendo ela sem piedade e mamãe chupando minha buceta. Não aguentei e gozei de novo. "Acabadora, você é uma filha da puta", dizia minha velha, me dando beijos na buceta. "Vem, vamos chupar o pau do papai juntas." Nos unimos com o pau do papai no meio, chupando e nos beijando. Quando sentimos que ele ia gozar, mamãe disse: "Toma tudo você". Papai enfiou o pau na minha boca e descarregou uma porra grossa e abundante. Ficou largado do meu lado. Beijei sua boca e o peito. Mamãe voltou a chupar minha buceta. Você não gozou, falei, vem cá. Dei uma chupada na buceta e na bunda dela que a levou a um orgasmo imenso. Enchi minha boca. Nos abraçamos em silêncio. Pouco depois, senti meu velho forçando pra meter em mim. Me acomodei, abrindo bem a buceta, e ele começou a entrar. "Tô te comendo", ele dizia, como se isso, filha da puta, o excitasse mais. Minha velha começou a beijá-lo e repetia: "Você tá comendo a nossa própria filha, meu amor." Meu pai começou a meter mais forte. "Não goza, meu amor, arrebenta esse cu que tanto te faz bater punheta", disse minha velha. "Filha, posso fazer teu cu?", perguntou paternalmente. "Come ele", falei. Senti ele abrindo minha bunda, meteu até os ovos. "Deus, que pedaço de bunda, vou arrebentar tudo, puta", ele dizia enquanto me bombava. Mamãe chupava minha buceta e a parte da pica do papai que entrava e saía do meu cu. Gozei como uma filha da puta dentro da minha bunda. Na mamãe, acabei num squirt que a deixou louca. Ficamos desmaiados. Quando nos recuperamos, nem falamos. Nos beijamos os três, apalpando cada canto do corpo. Papai e eu entramos no chuveiro juntos enquanto mamãe preparava mate. Debaixo do chuveiro, pedi pra ele me comer de novo. Me apoiei na parede e a pica dele se enterrou na minha buceta. Gozei enquanto ele me bombava. Quando ele ia gozar, me avisou, tirei e fiz ele gozar na minha boca. Tomamos mate os três, nos beijando a toda hora. Não sei como vai seguir, mas quero comer meus velhos todos os dias da minha vida. Vou continuar contando quando meter meu cuck nessa trepada. Bom fim de semana.
10 comentários - Calorão quebrou o código (mais que real)