Corrompendo a mamãe // cap. 14


Tento recuar, pra me afastar e ir pro chuveiro, mas a mamãe, que tá de joelhos, se agarra nas minhas pernas e não me deixa mexer.

—Tira a calça —ela fala pra mim.

Meu pau fica pendurado no buraco da minha braguilha, e tá durasso na frente da carinha de anjo dela.

—Não… —tento ser forte e recusar ela.

Mamãe sorri com a minha negativa. Eu falo uma coisa, mas meu pau fala outra bem diferente. Sugey estala a língua molhada e fala, provocadora.

—Então tiro eu, bebê?

—Mamãe, não vou deixar você me tocar de novo, ouviu? Tô muito puto com você.

Sugey levanta uma sobrancelha.

Ela não acredita na minha disposição pra recusar ela. Por isso faz que não me escuta, e fala:

—Me diz, Tito, cê quer que eu chupe sua piroca, meu amor, que eu passe a língua nas suas bolas, enquanto enfio uma na boca, primeiro uma e depois a outra, pra depois chupar seu pau de novo, até você gozar na minha boca e eu engolir seu leite?

Porra…! Como minha mãe fala isso tão alto? Como alguém recusa uma proposta dessas?

As palavras dela reviram meu coração. Fico excitado pra caralho.

Mas também tô muito puto com a mamãe, e se ela acha que por ser uma gostosa, pelada de joelhos no meio das minhas pernas, com a língua na ponta da minha cabeça, as unhas compridas e feitas acariciando meus ovos, enquanto os peitões enormes brilham cheios no meio do meu pau, eu vou cair na chantagem dela, tá muito enganada.

—Bom… tá bom, mamãe —desisto finalmente sem resistir mais—, mas fica sabendo que vou deixar você chupar meu pau em sinal de protesto.

—Ahã —ela fala rindo da minha pouca força de vontade.

Ela envolve meu tronco com as mãos brancas e aperta. Eu me arrepio, mas falo:

—E… Ainda… tô muito puto com você, mãe.

Ela não liga. Pelo contrário, descobre minha cabecinha molhada, puxando o prepúcio pra baixo com os dedinhos. Minha glande aparece e brilha, dura, e escorre de tão excitado que tô.

—Meu bebê Tá muito bravo com a mamãe?" — ela me pergunta com uma voz safada.

Antes que eu possa responder, ela dá uma chupada deliciosa em toda a superfície da minha cabeça, limpando as gotinhas de líquido pré-gozo que saem da minha uretra, e me faz tremer.

— Siiiiim — respondo me estremecendo.

— Muito puto, meu bebê? — ela pergunta de novo, me provocando com um olhar cheio de lascívia.

Mamãe aperta meu pau com força, e com seus olhos azuis me encara enquanto tira a língua da boca e apoia a ponta na uretra da minha glande.

— Porraaaa! — tremo de novo.

— Desabotoa a calça, meu menino, e tira a camisa.

Não demoro nada pra ficar pelado na frente dela.

Ela observa meu púbis depilado e passa a língua nos lábios.

— Muito estético, bebê — me elogia —. Seu pai nunca depilou.

— E o Nacho?

Mamãe revira os olhos quando menciono ele.

— Deita, filho, e abre suas pernas pra eu me deitar no meio delas.

Tudo é uma loucura. Não consigo acreditar no que estamos fazendo. É verdade que tô muito bravo com ela, mas é vê-la pelada, com aquelas tetonas em forma de balão de carne balançando no peito, com os bicos duros e grandes apontando pro teto, e perder completamente a razão e minha dignidade.

Me deito na cama de barriga pra cima, submisso. Minha ereção aponta pro céu. Dói de tão dura. Só com a mamãe eu consegui uma dureza assim. Nem com a Alicia rolava. Embora a Elvira mereça uma menção honrosa. É como se meu pau quisesse explodir. Coloco um travesseiro na cabeça pra ficar meio sentado e, quase agonizando, vejo de repente uma mulher imponente, nua e voluptuosa, com os peitos balançando, loira, de olhos azuis e lábios carnudos, engatinhando na cama até se posicionar entre minhas pernas.

— Uffff, mãaaa!

— Como você tá duro, meu amor.

— É assim que você me deixa, mamãããe!

— Você me encanta, meu menino… amo tudo em você…

— E eu em você, mamãe… juro que amo tudo em você!

— Mas ainda tá bravo comigo, né, Ernestinho?

— Hã? Sim, Muito, mamãe.

— Tanto pra não aproveitar isso? — ela pergunta, sedutora.

Ela abaixa a cabeça entre minhas pernas e eu vejo meu pau desaparecer na boca dela. E o calor dela eletrocuta meu falo. Ele se perde dentro dela, roçado pelos dentes, língua e céu da boca dela.

— Huuuuummm! — eu gemo, impressionado, ao sentir meu pênis dentro da boca da minha mãe pela primeira vez na vida.

A boca dela está muito molhada, e o calor do interior gruda no meu pau, na minha glande, até no meu púbis, e meu corpo inteiro treme.

— Porraaaa! — eu choro diante da sensação da língua dela batendo na minha cabecinha.

Com as mãos, aperto os lençóis e vejo a cabeleira loira da minha mãe subindo e descendo, como se a boca dela fosse uma buceta cavalgando no meu pau.

— "Muuumgghmmg" — ela chupa, lubricamente, babando tudo, sugando minha glande, saboreando e depois soltando.

— Você vai me matar, mãããe! — eu grito de prazer, tremendo.

— "Muuumgghmmg"

— Hooooh siiiim, mamãe!

— "Muuumgggghmmg"

Nem minha ex-namorada, Alicia, nunca me chupou assim. Depois da Elvira (com quem gozei em segundos), é a primeira vez que sinto essa sensação de um boquete de verdade. E eu tô focado pra aproveitar.

— Tô gostando, mamãe!

É muito erótico ver a cabeleira loira dela subindo e descendo, a bunda empinada, ela de quatro, e os mamilos afundando nos lençóis cada vez que enfia minha ereção inteira na boca.

— "Muuumgghmmg" "Muuumgghmmg!" — ela geme como uma mãe tarada.

É difícil pra mim pensar que minha mãe é daquelas putinhas que fazem essas coisas pros maridos. Não consigo imaginar a Sugey no meio do meu pai, chupando o pau dele. Simplesmente não visualizo meus pais fazendo isso. Ela sempre se fez de santa e moralista, e, embora o sexo não defina o caráter moral de ninguém, a desenvoltura dela me surpreende. Isso me leva a pensar que minha mãe aprendeu essas habilidades em outro lugar, não com meu pai. E isso dói pra caralho, porque a conclusão me leva de volta a pensar no Nacho.
Quando é que vou descobrir a verdade de uma vez por todas, porra?
—Puffff!

Tento esquecer isso. Não é hora de deixar minha libido cair por pensar no Nacho e na mamãe. Mas também não é como se eu pudesse cortar o tesão de repente. A habilidade que a Sugey tem com a língua e a boca pra chupar meu pau, esmagar, sugar, lamber e encher de saliva me mata.

—Mamãe! Para! Para…! —imploro, diante da minha fraqueza em me controlar.

—“Muuuumgghmmg!!!” —ela ataca meu falo.

Ainda sou novato na arte de receber boquetes, então duvido muito que vá durar mais um minuto. É que minha mãe é uma chupadora que me deixa à beira do clímax.

—Porra, mamãeeee!

Mamãe é tão malvada que, bem quando sinto que vou estourar, ela tira da boca e começa a chupar minhas bolas.

—Hooooh nãooo!

Devo estar parecendo a menina do exorcista, me revirando na cama enquanto minha progenitora enfia meus ovos na boca, pra saborear e depois cuspir, enquanto meu pau arde completamente.

—Huuuuummmm!

Minha glande tá duríssima, cheia de porra, mas não estoura. Precisa da língua e da boca da minha mãe pra finalmente explodir.

—Mamãe…! Mamãeee!

—Huuuuummmm!!!

Como posso, levanto as mãos e enfio os dedos nos cabelos loiros da mamãe, que continua chupando minhas bolas.

—Pffffff!

Faço força no cabelo dela e levanto sua cabeça.

Ela me olha, cheia de tesão. O batom borrou tudo. Dou uma olhada nos meus genitais e vejo o verniz no meu púbis, pau e bolas.

—Porra!

Mamãe abre a boca, sem tirar os olhos de mim, e então enfia a cabeça no meu pau e começa a chupar de novo.

Meu falo não é quilométrico, mas a mamãe adora. Ela geme e ofega enquanto chupa.

Eu, de vez em quando, também ofego e aperto os olhos. Tô prestes a explodir, muito perto. Porraaaa! —Mamiiiii!
Entre as lambidas constantes dela, a viscosidade da minha pica chega no limite. Eu esvazio meus ovos na boca dela enquanto pisco e vibro nos lençóis. Minhas pernas ficam duras e meu coração bate muito forte.

—Meu Deeeeeeus!!!
Toda minha força vai embora junto com meu leite, e eu abro os olhos, agonizando, e olho pra mamãe pra me excitar de novo.

No canto dos lábios dela, escorrem gotões da minha porra. Ela recolhe com os dedos e mete na boca. Brinca com meus espermas lá dentro e eu perco o fôlego.

—Porra! —resmungo.
Tô com taquicardia.

É que não é normal ter a mãe que te pariu e te criou desde bebê nessa situação tão doentia e pervertida, sentada nas panturrilhas dela, do lado das tuas pernas, com os peitos balançando brilhantes, e a boquinha cheia de restos do leite que ela mesma tirou do teu pau na base de boquetes.

—V...cê... engoliu tudo... meu leite, mamãe? —pergunto pra Sugey quase engasgado.

Ela, como resposta, abre as pernas grossas, colocando uma de cada lado do meu corpo, senta a bunda pesada em cima da minha pica murcha, esfregando a rachinha nela, e joga as tetonas no meu peito, aproximando a boca da minha, que abre, mostra a língua, e eu vejo que, de fato, engoliu tudo.

—Comi todo o teu leite, meu amor, como prometi.

Os bicos dos peitos dela afundam quase junto com os meus. Tão quentes e parece uma loucura sentir essa sensação gostosa.

—Te amo, mamãe —falo sorrindo, satisfeito.

—Eu te amo mais, amor da minha vida.

E não me importa se antes ela teve meu pau ou meu próprio leite na boca. A gente se beija, meto minha língua e ela oferece a dela. Me levanto um pouco e abraço ela, acariciando as costas enquanto beijo e a gente impregna as línguas com nossa essência.

—Já me perdoou, meu bebê?
Ela pergunta enquanto a gente se lambe.

—Ainda não.

Sinto os bicos duros dela afundando no meu peito. Sou um cara muito sortudo. por ter as tetas gordas da mãe dele esmagadas contra si. São tão duras e tão macias ao mesmo tempo que a sensação é brutal.

—Preciso ser mais convincente, então, filho?

—Mais putinha, mamãe, mas só comigo.

—O que meu príncipe quiser.

Enquanto nossas bocas se encharcam de saliva, linguadas e lambidas, meu pau endurece de novo debaixo da bunda dela. Ela se esfrega nele.

Pela voluptuosidade dela, mamãe é bem pesada. Mal consigo me mexer debaixo dela, mas mesmo assim meu pau cresce e fica tão duro quanto antes.

Com uma das mãos, procuro meu pau, levanto uma perna da mamãe e tento manobrar meu falo, buscando a rachinha dela pra me enfiar dentro.

—Posso meter em você, mamãe?

—Meu bebê quer meter o pau na caverninha da mamãe?

—Sim, por favoooor —imploro.

—Mas não tava bravo comigo, Tito?

—Tô, sim, mas meu pau não, e ele não tem culpa.

Nós caímos na risada, nos beijando de novo.

Mamãe levanta a bunda dela e faz menção de se levantar.

—Vai embora, mamãe? —fico triste.

—Não, amor. Quero que antes de me penetrar, você coma minha buceta. Tô muito ansiosa, e acho que se você chupar a xereca da mamãe, ela vai relaxar. Claro. Só se você quiser.

—Sou seu escravo, mamãe!

Trocamos de posição. Agora minha mãe tá deitada onde eu tava antes. Separo as coxas grossas dela e vejo como os lados dos peitos dela caem pros lados.

—Mamãe tem peitão grande —suspiro.

—Hummm…

Me deito no meio das pernas dela, aspiro o cheiro de mulher quente e fico bêbado.

—Você tá pingando muito, mamãe.

—Huuum! Aqui, bebê, descobre o capuz do meu clitóris e bate com a língua.

Com meus dedos, faço o que minha mãe pede. Descubro o capuz do botãozinho dela e encontro ele vermelhinho, melado e ereto. Passo a ponta da língua e dou umas chupadas gostosas, aspirando o cheiro ao mesmo tempo. Amo muito o cheiro de mulher com tesão dela.

—Me lubrifica com a língua, amor, me lubrifica! Hooooh, siiiim!

Sinto a Fluidos vaginais encharcando minha boca. Olho atentamente e noto que a buceta da minha mãe é bem grossa. Os lábios dela sobram demais. São bem carnudos e apetitosos. Dá vontade de morder. E ainda por cima a cor rosada me mata. São lábios grossos e molhados. Os pelos pubianos são finos e castanhos, e ela me promete:

—Vou depilar pra você na próxima vez… filho, eu juro.

—Já fez isso antes, mamãe?

—Aummmm… você me ajudaria, love… ajudaria a mamãe a depilar?

—Sim, siiiiim…

Eu continuo dando umas chupadas longas que vão abrindo a rachinha dela, saboreando o mel líquido dela. Ela leva a mão à boca. Ofega, mas evita gritar. Não saberíamos como explicar uma coisa dessas pro papai.

—Vou abrir as pernas, meu anjo — ela me avisa minutos depois, enquanto minha língua tá dentro da fenda dela —, e vou segurar elas com meus braços, usando a dobra dos cotovelos. Você vai ficar completamente livre pra se enterrar dentro da mamãe todinha, meu menino, até suas bolinhas baterem na minha tiny ass.

Me levanto, saboreando os fluidos da mamãe.

—Huuumm mamãe… você me deixa louco…!

Os lábios rosados da mamãe estão abertos, e eu posso ver a umidade pegajosa que continua escorrendo.

—Vai, querido, enfia o pau na mamãe.

—Sim, sim…

Eu subo nela, seguro meu pau comprido e posiciono naquela abertura enorme que engole ele quando eu enfio.

—Ahuuuu! — Ela geme.

—Porra… mãe… porra…!

—Empurra… love… empurra…

E eu empurro.

Meu pau é esmagado cada vez que a mamãe me suga pela vagina dela, que tá quentíssima e grossa. Ela engole meu pau com uma vontade enlouquecedora. A buceta dela é muito quente e molhada. E eu sou mais feliz com ele dentro do que fora, mas nós dois precisamos da fricção do vai e vem pra sentir mais prazer.

—Pfffff!

—Huuuummm… isso, meu anjo, isso…

—Me ensina, mamãe, me ensina como te dar prazer, o que você gosta.

Ela se contrai e aperta minha cabecinha. Prende ele dentro da caverninha carnuda dela e depois solta.
—Mexe devagar seus quadris, amor, enquanto enfia em mim… isso, bem assim… bem assim… um pouco mais rápido, meu bebê… um pouco mais rápido… mas faz isso enquanto tira e enfia…
—Assim?!
—Sim, meu filho, bem assim…
—Porra!

A cada movimento de penetração, em que meu pau desaparece dentro da buceta molhada da mamãe, fico besta vendo como os peitos dela giram no peito. Parecem nadar em águas invisíveis. É a vista mais gostosa. Mamãe geme bem baixinho, mas tá excitadíssima, pelo jeito que os olhinhos dela reviram e a força que ela faz pra morder o lábio de baixo.

—Tá gostando… mamãe…?
—Ahhh… sim, siiiim!

Mamãe pega os próprios peitos e fica massageando. Fico me perguntando o que ela sente fazendo isso, apertando eles e beliscando os biquinhos.

—O Nacho é mais bruto, mamãe?

Ela abre os olhos, de repente puta, mas não para de gemer enquanto eu meto nela, tentando acelerar as estocadas e rebolar mais rápido.

—Pelo amor de Deus, filho, só come a sua mamãe e para de encher o saco com o Nacho.

O som das minhas bolas batendo nas coxas dela vira minha música favorita.

—Não faz isso, mamãe… —imploro.
—O quê?
—Morder os biquinhos… vai fazer eu gozar só de te ver.

Ela sorri, safada.

—Tá bom, então morde você.

Mamãe mexe a bunda pra baixo, e aperta de vez em quando a boceta dela pra me dar mais prazer.

—Papai também mordia? —falo, colocando um dos biquinhos dela entre meus dentes.
—Ele sempre foi muito tradicional na cama.

Estico, mamãe geme, chupo com a ponta da língua e solto.

—Isso quer dizer que papai era sem graça?
—É… isso…

Mordo o outro biquinho e faço a mesma coisa. Continuo fodendo a mamãe com mais força. Ela reage às minhas estocadas aumentando o volume dos “Huuuuuh”.

—Por isso que você procurou o Nacho?
—Tito… se continuar, vou embora!

Resmungo.

—Desculpa, mamãe…

Só de pensar que aquele filho da puta ter estado dentro desse mesmo buraco que agora eu estou cavando, me causa repulsa.

— Deita, meu filho — mamãe me ordena —. Quero te foder. Quero ficar por cima de você.

Trocamos de posição e agora mamãe afunda perigosamente no meu pau. Quando menos percebo, ela começa a rebol sem avisar. Faz isso com precisão, mexendo a bacia, esfregando meu pau dentro dela. Minha cabeça roça nas paredes dela, e em poucos minutos começo a sentir jorros quentes molhando meu púbis, pau e bolas.

— Ah, porra, mamãe!

— Hoooohh!

Mamãe rebola no meu pau. Coloca as mãos no meu peito e crava as unhas na minha pele. Choro de dor e prazer. Com ela quicando a bunda em cima de mim, acho que não vou aguentar muito mais. Ainda por cima, ela morde os lábios e geme sem abrir a boca. Morde o lábio inferior e faz caras de safada. Os olhinhos azuis dela reviram de prazer e as caretas são as mais eróticas possíveis.

— Liga a televisão, filho — ela diz de repente.

— Hã?

— Liga a televisão.

— Pra quê...?

— Huuummm! É que... quero... gemer... e seu pai...

— Ah... entendi — falo.

Estico a mão até o criado-mudo pra pegar o controle remoto. Mamãe é tão gostosa e pesada que é impossível me mexer. Felizmente consigo pegar o controle e ligar a televisão.

Mamãe, que continua em cima de mim, pega os peitos enormes com os dedos e leva até a boca, pra morder os próprios bicos.

Minhas bolas começam a encolher, e meu pau a esquentar. Sugey solta as tetonas e elas quicam no peito dela.

— Mordi meus peitos, amorzinho... mordi os peitos da sua mamãe... hoooohhh, isso!

As pernas grossas de mamãe batem nas minhas. Ela me molha com os fluidos dela. Me levanto e engulo as duas tetonas. Primeiro uma, depois a outra, que batem na minha cabeça a cada investida. O contato da pele dela com a minha faz estalos safados "Plaz" "Plaz" "Plaz".

E de repente acontece o impensável no meio Fudida.

—Sugey! —grita o pai.

—Merda! —falo, soltando os peitos da minha mãe.

Mamãe para por um instante, enquanto eu continuo cravado nela com meu pau.

—Cadê você? —grita de novo.

Mamãe muda de expressão. Passa do susto pra putaria, e eu sorrio pra ela. Somos amantes filiais.

—Cadê você, Sugey? —repete o pai.

—Cravada no meu pau —sussurro rindo.

Mamãe finge me dar um tapa amigável, rindo também.

—Tô no quarto do menino, dobrando a roupa dele! —ela se desculpa, e eu me surpreendo com a mentira.

Ela não parece ter nenhum remorso, e se ela não tem, eu também não.

—Domingo? Porra, mulher!

Mamãe não responde, porque nesse momento eu me inclino, estico a língua e enfio na boca dela. Ela tá toda molhada, recebe minha língua com a dela e a gente se lambe.

—Por isso que você tá transformando seu filho num inútil! Tudo você faz! Até dobra a roupa!

O pai é um hipócrita. Pra ele também mamãe faz tudo. Cozinha, lava, passa, dobra a roupa. Trata ele como empregada. A diferença é que eu, pra compensar, agora tô dando pra ela, e ele nem isso.

—Tá me ouvindo, sua puta? —grita ele, putasso, e me irrita ele falar assim tão grosseiro.

—Abaixa a voz, Lorenzo, que vai acordar todo mundo!

Minha boca fica vazia quando mamãe para de me beijar pra responder.

—Quero o café! —continua o chato do pai.

E nesse meio tempo mamãe começa a se mexer mais freneticamente em cima de mim. Não tem pulo, nem pula no meu pau. Ela mantém ele enterrado, e se mexe em círculos.

—Já vou, Lor…enzo, pelo amor de Deus… —ela geme.

Me agarro numa das tetonas dela e mordo bem forte, com ansiedade, enquanto meu pau tá queimando dentro da buceta dela, que continua se movendo em círculos, esfregando minha cabeça nas paredes internas.

—E fala pro seu filho levantar logo porque preciso de ajuda com o carro, que tá falhando!

—Sim, siiiim, eu falo… Continuo batendo seus fluidos por dentro e temos que nos beijar para não gemer mais. A televisão não vai esconder nada dos gritos. Mesmo assim, nossas respirações ofegantes ficam enterradas entre as linguadas.

Mamãe começa a quicar no meu pau de novo, e os "ploc ploc ploc ploc" ficam tão intensos que não aguento mais.

— Vou gozar… mamãããe!

— Sim, vai…

— Dentro?

— Dentro… por favor… me enche de leiteeee!

São as palavras dela que me dão o último estímulo de tesão.

Explodo dentro dela e cuspo meus espermatozoides bem no fundo do útero dela. Mamãe, satisfeita, sorrindo, para de me cavalgar e só se deixa levar.

Ficamos assim por vários minutos, ela encaixada no meu pau, e eu sentindo minhas bolas se encherem do meu próprio sêmen e dos fluidos vaginais dela.

— Sugeeeeey! — é o papai de novo. — Minhas bolas!

Não sei onde estão as bolas do papai, mas pelo menos as minhas, as do filho dele, estão vazias. A esposa dele comeu pela buceta dela toda a minha porra.

***
Na terça-feira, durante o almoço, mamãe deu a notícia surpreendente de que a Elvira estava convidando toda a família para ir com ela comemorar o aniversário dela no próximo fim de semana na Serra de Arteaga. Um paraíso, uma cidade mágica cercada de pinheiros, cabanas, cachoeiras e muita harmonia.

— Fala pra ela que não — disse papai na hora.

— Mas papai, seria tão bom ir! — fala a Lucy, que desde que ficamos a sós no quarto dela, agora era mais carinhosa comigo.

Naquela tarde, por exemplo, depois do almoço, nós dois nos deitamos no sofá, e ela dormiu nos meus braços. Mamãe sentou atrás de mim, e eu cochilei nas coxas grossas dela. O cheiro de sexo dela me deixava louco. Mamãe e eu não tínhamos transado de novo desde a última vez, embora todo dia encontrássemos uma oportunidade para pelo menos nos beijar apaixonadamente enquanto ela se esfregava em mim e eu apertava as bundas dela.

— Desculpa, Lucy — disse papai —, mas não podemos ir. Esse fim de semana é a final. do torneio de futebol nacional, e por nada nesse mundo eu posso perder. Além disso, já convidei o Nacho e meu irmão Fred.

Quando ele mencionou o Nacho, mamãe, Lucy e eu ficamos gelados. Esse sujeito em casa é perigoso.

—Mas, papai! —choramingou minha irmã mimada.

Mamãe estava pálida, e eu não podia acreditar que papai fosse tão burro a ponto de não ver que o Nacho estava tentando destruir nossa família.

—Eu disse que não.

Era a primeira vez que papai não cedia a uma das chantagens da minha irmãzinha, e quando ele foi embora, Lucy se jogou nos meus braços, chorando.

Mamãe acompanhou papai até a porta, e minha irmã e eu ficamos sozinhos na cozinha, de pé.

—Eu não quero ficar aqui neste fim de semana, Tito, tenho medo de quem você já sabe! Se a gente ficar aqui, na final de futebol, o Nacho vai vir de novo e…! E eu tenho tanto medo dele!

Um ódio infernal tomou conta do meu peito.

Que merda esse imbecil fez com a Lucy e com minha mãe? Por que elas têm tanto pavor dele? E ainda tem o idiota do meu pai que o considera.

—Não vou deixar esse filho da puta chegar perto de vocês de novo, princesinha —respondi, abraçando ela.

Os peitões dela, cada vez maiores, grudaram no meu peito quando ela me abraçou.

—E como você vai fazer, irmãozinho?

—Eu dou um jeito, macaquinha gostosa.

—Te amo, Tito.

—E eu te amo, princesinha.

Lucy, feito uma menininha, foi pro quarto dela, vestindo sua saia de colegial. Tive que fechar os olhos pra parar de olhar a bundinha empinada dela e as perninhas brilhantes.

***

Já é noite. Não tive coragem de pedir desculpas pra Elvira porque sei que ela vai me mandar tomar no cu. No entanto, me surpreende saber que ela nos convidou pro aniversário dela nas cabanas da Serra. É que a Elvira é muito doida. Todos os aniversários dela são super especiais.

Ano passado ela nos levou pra praia. Gastos tudo incluído. Ela sabe bem como explorar o marido corno manso dela.

Antes de dormir, vou pra cozinha. Lá encontro mamãe. Antes de dar os beijinhos dela de Linguinha de boa noite, eu falo pra ela.

—Mãe, pensei que no próximo fim de semana a gente podia ir pras cabanas de Arteaga, pra comemorar o aniversário da Elvira.

Mãe tá servindo água numa jarra.

—Já ouviu seu pai, ele não quer ir.

—A Lucy ficou animada. Além disso, também convidaram a mãe da melhor amiga dela, e a amiga, claro, segundo você nos contou. Acho que seria uma boa chance pra arejar a cabeça e ter um pouco de privacidade.

—Com a Lucy no nosso pé? — ela sorri.

—A Lucy não vai ser problema se ela tiver a Clarita por perto. Posso convencer ela a passar uma noite na cabana da Clarita. E isso significa você e eu juntos, mamãe, sozinhos, uma noite inteira, nos amando, perto de uma lareira.

Minha mãe fica com os olhos marejados quando para quieta.

Abraço ela por trás e enfio meu volume nas bundonas dela, enquanto esfrego os melões gigantescos dela.

—É o que eu mais quero, meu amor — ela me diz.

Ela vira um pouco o rosto e a gente se beija, sempre discretos, olhando pro quarto da minha irmã e pra escada do segundo andar.

—Então? — insisto.

—E seu pai?

—Ele que se vire sozinho.

—Seu pai é incapaz de fazer um café pra ele mesmo.

—Semana que vem é a final do torneio, você ouviu. Dá pra convencer ele a ficar na casa do tio Fred.

—Mas, Tito.

—Questão de convencimento, mãe. Além disso… não quero que nem você nem a Lucy fiquem perto do Nacho.

Mamãe suspira.

—Não é tão fácil, filho, você sabe como seu pai é teimoso.

—Você consegue, mãe…

—E depois… com a Elvira por perto.

Engulo seco. O que a Elvira tem a ver com isso?

—Tem alguma coisa com a Elvira, mãe?

—O quê? Não, bebê, o que ia ter?

—Então?

—Ela é muito intrometida. Muito observadora, é muito… bisbilhoteira. Pode ver coisas que não devia.

A Elvira com certeza sabe que rola algo entre eu e a mamãe. Fico me perguntando se a mamãe e a amiga dela já conversaram sobre mim. A Elvira já sabe da minha atração e obsessão pela minha mãe… mas, e a Sugey? Ela já falou alguma vez sobre sentir atração por mim?

O único perigo que eu realmente vejo é a mamãe descobrir que rolaram umas paradas entre a Elvira e eu, porque sei que se a mãe do meu melhor amigo souber que eu finalmente consegui comer a minha mãe, isso vai dar um tesão absurdo nela.

Mas será que a mamãe teria a mesma reação? Claro que não. Tenho certeza de que, se ela descobrir que a Elvira também serviu de putinha pra mim, ela mata a Elvira e depois me mata.

Embora tenha umas fantasias que não param de rodar na minha cabeça. E se um dia eu pudesse ficar com as duas ao mesmo tempo? Porra! Será que dá?

Acho que já tô viajando.

— Mamãe, a Elvira vai com o marido dela — tento deixá-la tranquila sobre esse assunto —. E sobre ela ser fofoqueira, o que vou te dizer? Ela é assim mesmo. Mas duvido muito que passe pela cabeça dela que você e o filho dela tão trepando quando ficam sozinhos.

Mamãe arregala os olhos.

— Pelo amor de Deus, meu amor.

— É a mais pura verdade, mãe.

— Nesse caso… tudo se resume a convencer o pai dela a deixar a gente ir pra Arteaga.

Suspiro. Acho que são desculpas demais da parte dela. Essa é minha chance de ficar completamente sozinho com ela. Numa cabana só pra ela e pra mim. Ainda vou afastá-la do Nacho por uns dias. E ela não quer. A não ser que seja justamente porque o Nacho vai estar em casa, que ela não queira ir pra Arteaga no fim de semana e ficar com ele.

— Só me diz uma coisa — boto os pingos nos is —. Você quer me amar uma noite inteira, mãe, ficar só nós dois, de uma vez por todas?

— Sim, sim… meu bebê. Claro que quero.

— Então… tenho certeza de que você vai dar um jeito de convencer o papai.

A gente se beija apaixonadamente até que a dureza do meu pau ameaça rasgar a calça.

— Quero te amar, mamãe… aqui, na cozinha… agora mesmo…

— Não, meu filho…

— Por favor, mãe… não aguento mais ficar nessa maldita casa, te ver e não poder te ter. Quero você só pra mim, mamãe… pra sempre…!

— No fim de semana, meu filho… vai ser nosso. juro por você.
***
—Oi, meu anjo — ela me diz quando nos encontramos de manhã na cozinha.

—Oi, mamãe — dou um beijo na bochecha dela.

A Lucy tá rondando por aí e não quero que ela veja nada estranho.

—Convenci ele — ela fala toda animada.

—O quê?

—O Lorenzo topou que a gente vá pra Arteaga, eu, você e a Lucy. Mas ele fez um escândalo danado e um monte de chantagem, você nem imagina.

Só de pensar na trepada que vai rolar na serra de Arteaga o fim de semana inteiro entre ela e eu, já fico com o pau duro na hora.

—Perfeito, mamãe… agora sim, prepara um ungüento pra ardor, porque não vou parar de enfiar meu pau em você o fim de semana todo!

—Cala a boca, doido! — ela ri.

Arrasto ela pra trás da porta da cozinha e a gente se beija com paixão enquanto imagina o que vai rolar naquele lugar.

—Quero que você me acompanhe amanhã numa loja, meu anjo… — ela diz, lambendo meu pescoço enquanto as tetonas dela queimam no meu peito —. Quero que você mesmo escolha a lingerie que vou vestir pra você esse fim de semana.

Uff.

Isso vai ser uma loucura.
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