O sol do verão caía a pino sobre a casa de campo onde a Pato tinha me convidado pra passar uma temporada. Mal pisei naquela propriedade, senti que o ar era diferente: mais denso, mais úmido, quase carregado de um perfume que misturava o aroma de frutas maduras com o cheiro de grama recém-cortada. A Pato era uma mulher mais velha que eu, não saberia dizer a idade exata, mas era óbvio que passava dos quarenta e muito. Os olhos dela soltavam aquele olhar calculista e seguro de quem já viveu o suficiente pra saber exatamente o que quer. Eu, Poro, com meus 19 anos, era pouco mais que um moleque cheio de hormônios, fascinado com a possibilidade de um verão sem restrições, sem horários, sem outras regras além daquelas que ela, com aquela elegância toda dela, quisesse impor. A primeira tarde passou numa calma aparente: a Pato me mostrou os quartos, a janelona que dava pro jardim, a cozinha bem abastecida, a piscina de água morna pelo sol e o pequeno quincho onde a gente podia comer ao ar livre. Tudo parecia idílico. Mas, cada vez que a Pato se mexia, o rangido da roupa dela, o rebolado sutil do quadril e aqueles decotes estratégicos me davam pequenos choques elétricos na espinha. Ela tava com uma blusa branca quase transparente, deixando aparecer a forma dos mamilos escuros e firmes, durinhos por baixo de um sutiã de renda. Toda vez que ela se curvava sobre a mesa pra me mostrar algum detalhe, eu segurava a respiração, sentindo minha virilha crescer e pulsar. Ela, por sua vez, sorria com um meio sorriso debochado, ciente do próprio poder. O dia foi passando entre conversa fiada, um almoço leve e caminhadas pelo jardim. Nada extremo aconteceu, mas a atmosfera foi ficando carregada aos poucos, como se alguém estivesse subindo o termostato da tensão. No fim da tarde, a Pato resolveu dar um mergulho na piscina. Tirou a roupa enquanto eu fingia ler numa espreguiçadeira. Primeiro caiu a blusa, depois o shortinho, deixando à mostra um biquíni preto mínimo, só um par de triângulos que seguravam o essencial. Tinha as pernas bronzeadas e longas, o quadril largo e firme, peitos generosos que quicavam suavemente a cada passo. Descalça, com as unhas pintadas de um vermelho intenso, mergulhou com um suspiro. O sol arrancava brilhos da superfície da água, e eu só conseguia pensar em como o corpo dela cortava aquele espelho líquido com elegância felina. Depois de um tempo, ela me chamou com um gesto. "Vem, entra, a água tá uma delícia." A voz dela era rouca, profunda. Dava pra sentir minha boca secando. Tirei a camiseta e a bermuda de praia, ficando só de sunga. Entrei na água, que parecia ter absorvido a essência da pele dela. Notei na hora a proximidade, o jeito que ela se aproximava pra falar comigo, o modo como roçava o quadril no meu, quase imperceptível. Os bicos dos peitos dela endurecidos aparecendo por baixo do tecido molhado. A Pato ria baixinho, e eu sentia o sangue queimando de vergonha e desejo. Nadava ao redor dela, tentando disfarçar a ereção que lutava pra aparecer. Ela sabia, sem dúvida nenhuma, o que causava. A noite chegou com um calor úmido, as cigarras cantando e o cheiro do churrasco que a Pato preparava invadindo o quincho. Na mesa, uma jarra de sangria gelada e fruta cortada em pedaços tentadores. A Pato tinha se trocado: vestia um vestido solto, que caía sobre o corpo sem sutiã. Sob a luz fraca do quincho, dava pra adivinhar a silhueta dos bicos dos peitos através do tecido. Ela sentou na minha frente, cruzando as pernas com displicência, deixando a saia deslizar um pouco, mostrando a pele macia das coxas. Enquanto mastigava a carne devagar, me olhava nos olhos, me desafiando a manter a compostura. Bebemos, rimos. E em algum momento, sem dizer uma palavra, ela levou um pé descalço até minha panturrilha, acariciando devagar, subindo com malícia sutil. Senti um espasmo e quase soltei o copo. Aquela noite dormi mal. Ou melhor, dormi excitado, quente, com o pau duro e latejando, pensando no aroma dela, no jeito que ela umedecia os lábios, no tremor leve que se desenhava na borda do sorriso dela. Cada detalhe era uma promessa suja, um convite pra um jogo perigoso. Na manhã seguinte, a Pato apareceu na cozinha com um roupão leve, bem curto, deixando ver as dobras do pescoço dela, o começo dos peitos e um vislumbre de pelo escuro entre as pernas se a gente ousasse olhar com atenção suficiente. Ela preparou café e torradas. Eu sentei na frente dela e de novo aquela tensão voltou. A gente falou do clima, do campo, de nada importante, enquanto meus olhos seguiam cada movimento das mãos dela e minhas narinas se enchiam do perfume dela, um aroma de flores noturnas com um fundo almiscarado. O dia passou com caminhadas pelo campo. A Pato me levou a um pomar de árvores frutíferas onde o silêncio era total. Ela me mostrou como distinguir as ameixas maduras, como o suco escorria pelo queixo ao mordê-las. E ali, no meio do nada, ela se aproximou com uma fruta meio aberta, escorrendo a polpa. "Prova", ordenou num sussurro. Quando aproximei a boca, ela afundou a ameixa nos meus lábios, me fazendo sentir a doçura pegajosa. Um fio de suco escorreu pela minha barba, e a Pato, num impulso, lambeu com a língua dela, lenta e calculadamente. Senti uma rajada de calor balançando meu corpo. Quando quis mais, ela se afastou com um sorriso safado. Esse era o jeito dela: acender o fogo e depois deixar queimando sozinho. Cada dia repetia o jogo com variações infinitas. À tarde, ela decidia ler na grama, com um canga quase inexistente, abrindo as pernas o suficiente pra eu conseguir vislumbrar o triângulo escuro da buceta dela. Depois virava de costas, me mostrando a bunda firme, me provocando com olhares por cima do ombro. À noite, ela brincava com a comida, com a bebida, com conversas ambíguas. A voz dela deslizava como um óleo espesso pelos meus ouvidos, e eu, jovem e inexperiente, ardia de desejo. Na piscina, no dia seguinte, ela tirou a parte de cima do biquíni enquanto eu estava embaixo d'água, fazendo com que, ao emergir, eu quase tropeçasse nos peitos nus dela. Fingiu inocência, disse que o fecho tinha soltado, mas o sorriso dela falava de um plano minucioso. Os mamilos dela eram escuros e tentadores, e meu pau inchou tão forte que tive que virar as costas, desejando não ter que subir tão cedo à superfície. Ela nadou ao meu redor, roçando em mim com uma coxa, com um braço, às vezes com um mamilo duro e descarado, para depois se afastar e se sentar na borda, me encarando com infinita superioridade. A casa tinha virado um palco de fantasias. Cada canto falava dela. A poltrona da sala guardava o perfume da colônia dela e o afundado suave das nádegas dela. No banheiro, as calcinhas dela às vezes penduradas, molhadas, deixando a marca do aroma íntimo dela. Uma noite, a tentação me venceu. Peguei uma daquelas calcinhas de renda, pretas, mínimas, levei ao rosto e respirei fundo. Cheiravam à buceta dela, uma mistura sagrada de suor, feromônios e o almíscar da pele dela. Meu pau ficou duro como pedra e me masturbei furioso no banheiro, imaginando ela com a boca entreaberta, gemendo, mordendo o lábio. Ao terminar, me senti culpado, mas ao mesmo tempo mais necessitado do que nunca. Será que ela tinha deixado aquela peça ali de propósito pra eu encontrar? Não dava pra saber, mas cada fibra do meu ser suspeitava que sim. No dia seguinte, acordei com uma determinação estranha. Já tinha aguentado o suficiente. Sentia que a tensão me sufocava, que tinha a masculinidade prestes a explodir, que precisava tocá-la, saboreá-la, possuí-la. No entanto, Pato era mestre em prolongar a agonia. Naquele dia, ela apareceu com um biquíni branco, mais mínimo do que qualquer coisa que eu tinha visto antes. Passou óleo bronzeador lentamente, deslizando as mãos por cada curva, fazendo um fiozinho escorrer entre as peitos. Seus gemidos suaves enquanto ela massageava a pele, aqueles “mmm” carregados de intenção, me deixavam à beira da loucura. Eu estava sentado a poucos metros, fingindo ler uma revista, mas incapaz de me concentrar em qualquer outra coisa que não fosse a gota de óleo brilhando entre os seios dela. De tarde, o Pato decidiu que a gente ia passear pelos bosquinhos perto da casa. Ela me guiou por trilhas escondidas, parando de vez em quando pra apontar alguma flor rara ou um pássaro que se ouvia ao longe. Num desses intervalos, ela chegou tão perto de mim que os peitos dela roçaram meu braço. Senti o hálito quente dela no meu pescoço. “Você gosta desse lugar?”, perguntou com um tom que na real dizia: “Você gosta desse jogo?”. Eu quase confessei que não aguentava mais, que me enlouquecia o cheiro dela, o jeito que os mamilos se desenhavam contra o tecido, a bunda firme dela, os pelinhos íntimos que às vezes davam pra intuir por baixo do biquíni. Mas me segurei. Era o jogo dela: ela me transformava num animal faminto, um touro na arena, enquanto agitava a capa vermelha sem me deixar investir de vez. Conforme os dias passaram, a casa ficou cheia de uma tensão quase insuportável. Eu mal dormia. De noite, eu a ouvia andar pelo corredor, descalça, com passos suaves. Às vezes, a sombra dela aparecia na porta do meu quarto. Às vezes, a risada contida dela vazava por baixo da soleira. Uma noite, não aguentei mais. Levantei da cama, com o coração na boca, a pica dura dentro da cueca, e saí pro corredor. Encontrei ela sentada na sala, com um roupão de seda azul-marinho, as pernas cruzadas, tomando uma taça de vinho. Ela me viu chegar e não disse nada, só umedeceu os lábios e descruzou as pernas, abrindo uma fresta mínima no tecido, me mostrando um lampejo das coxas. Me aproximei, quase tremendo, e me ajoelhei na frente dela. Dava pra sentir o cheiro dela, sentir o calor. Sem tocar ainda, olhei nos olhos dela. Ela se inclinou, pegou meu queixo com uma mão firme e me beijou. Foi um beijo áspero, profundo, que tinha gosto de a vinho tinto e deseio contido. Minha mão subiu pela panturrilha dela, alcançou o joelho e depois se atreveu a subir um pouco mais. Pato não se opôs, mas antes que meus dedos encontrassem o centro molhado dela, ela afastou minha mão com uma firmeza elegante. "Calma", sussurrou, "a gente tem tempo." Foi assim nos dias seguintes: cada vez ela me dava um pouco mais, deixava minhas mãos roçarem os seios nus dela, minha boca provar o contorno dos mamilos duros, minha língua lamber o sal da clavícula suada dela. Mas sempre parava antes do clímax, me negando a posse absoluta. Aquilo me desesperava e ao mesmo tempo me mantinha preso a ela, faminto, dependente. De manhã ela passeava nua pelo quarto ao lado, com a porta entreaberta, me deixando vislumbrar a buceta dela, os pelos escuros aparados com cuidado, a curva perfeita da bunda. À tarde ela se inclinava no jardim, fingindo pegar algo do chão, pra me deixar ver, fugazmente, o volume macio dos lábios da buceta marcados através do tecido fino da roupa. Cada gesto era uma overdose de luxúria. Numa ocasião, na hora da sesta, ela me chamou ao quarto dela. Entrei e a encontrei sentada na cama, vestida com um espartilho de renda preta que apertava os peitos dela, levantando-os até quase explodirem. Ela usava meia arrastão e uma calcinha minúscula. As pernas dela se abriam me convidando, a luz da janela destacava o brilho úmido dos olhos dela. Me aproximei, com o coração a mil. Ela pegou minhas mãos e as guiou até os peitos dela. Apertei com avidez, sentindo os mamilos duros contra minhas palmas. Os gemidos dela foram animais. Desci uma mão pela barriga dela, adentrando entre as pernas. Notei que ela estava molhada, transbordando, quente. Quando meu dedo encontrou o clitóris dela, ela arqueou as costas e mordeu o lábio até quase se machucar. Comecei a acariciá-la devagar, sentindo a umidade dela escorrer entre meus dedos. Mas exatamente quando meus lábios iam beijar o pescoço dela, ela me empurrou suavemente. "Não tão rápido", disse ela, "tem mais tempo." O verão avançava, e meu desespero também. Ela parecia se alimentar da minha ansiedade, da minha ereção constante. Às vezes andava ao meu redor como uma tigresa cheirando a presa. Sussurrava obscenidades no meu ouvido, descrevendo como queria sentir minha pica dura partindo ela ao meio, ou como adoraria me ver gozando na barriga dela. Falava do meu cheiro, do meu jeito de tremer ao tocá-la, das gotas de suor que se acumulavam na minha testa quando ela abria as pernas. Me reduzia a um escravo do erotismo dela, um servo submisso à disposição dela. E, ainda assim, eu estava fascinado. Era um castigo delicioso, uma tortura requintada que eu não queria que acabasse, porque só de pensar no momento da rendição absoluta me dava vertigem. Finalmente, numa tarde de céu nublado, algo mudou. Pato estava no sofá da sala, completamente nua, com as pernas abertas, se masturbando com calma. Os dedos dela deslizavam pela buceta molhada e pulsante enquanto me encarava fixamente. "Vem aqui", ordenou. Obedeci sem pensar. Me aproximei e ela pegou minha ereção por cima da calça, apertando, medindo a dureza. Eu ofeguei. Ela se livrou das minhas roupas com calma, peça por peça, como se desembrulhasse um presente muito esperado. Minha pica ficou livre, enorme, tremendo. Pato a contemplou com um brilho de triunfo no olhar. Sem pedir permissão, abaixou a cabeça e a envolveu com os lábios, me dando um boquete lento, brutal, cheio de saliva e estalos obscenos. Meus gemidos se misturaram com o som da chuva que começava a bater na janela. Quando me deixou à beira do gozo, ela se separou, rindo baixinho. "Agora é minha vez", disse, subindo em cima de mim no sofá, guiando minha pica pra dentro dela. Entrei nela com um tremor sagrado, sentindo o calor molhado me envolvendo. Nos movemos num ritmo antigo, animal, gemendo em coro, suando, mordendo o pescoço um do outro. As unhas dela cravaram nos meus ombros e eu afundei minha dedos no cu dele firme. O som dos nossos corpos se chocando era música suja, deliciosa. Estive a ponto de gozar várias vezes, mas ela se movia com maestria, mudando o ritmo, parando um segundo antes do meu orgasmo, até que não aguentei mais, e gozei com um grito abafado, enchendo ela. Senti a buceta dela se contrair ao meu redor quando ela também chegou ao clímax, tremendo com espasmos que pareciam não ter fim. O fim do verão nos encontrou exaustos, satisfeitos, sorrindo. A tensão tinha cedido, as provocações tinham dado fruto. Pato me olhava agora com outros olhos: já não era o moleque atrapalhado que tinha chegado com a calça apertada. Agora era o amante dela, igual no jogo do desejo. Ficamos jogados nos lençóis, cheirando o perfume do sexo que encharcava o quarto, ouvindo a chuva que tinha desabado com fúria. Ela acariciou meu peito, desenhando círculos invisíveis. "Eu te disse que tínhamos tempo", sussurrou. Eu concordei, exausto e feliz. Quando parti da casa, dias depois, levei comigo a lembrança inesquecível do corpo dela, dos gemidos, das provocações sutis e ferozes. Todo verão que passar, vou pensar nela de novo, no jeito que a pele dela brilhava no entardecer, na forma que ela tinha de prolongar o desejo até o limite da loucura. E naquele momento final, quando ela finalmente me deixou afundar na carne quente dela, entendi que tudo tinha sido uma dança perfeita, um cortejo cruel e requintado que transformou um jovem faminto num homem marcado pelo fogo de uma mulher madura. Pato, com o aroma e as manobras dela, vai continuar viva nas minhas fantasias, sussurrando obscenidades no meu ouvido, me lembrando do calor abrasador daquele verão sem restrições.
2 comentários - Férias com minha Tia! Voltei, galera!