Para proteger as informações dos envolvidos, os nomes foram trocados, serão usadas imagens de referência e alguns detalhes serão omitidos. Essas histórias são reais e são experiências próprias, esperamos que vocês gostem. Me apresento como já viram no meu perfil, meu nome é Damián (sempre gostei desse nome, por isso escolhi como apelido). Na minha vida, fui bem sortudo com mulheres mais velhas, embora também tenha tido meus encontros com garotas mais novas e da minha idade, mas na minha experiência não tem nada mais gostoso que mulheres mais velhas. A primeira história é sobre a primeira mulher com quem transei de verdade, e olha, é daqueles encontros que se você não tivesse tomado certas decisões, não estaria contando agora. O nome dela é Ana, na época ela tinha 30 anos e eu tinha acabado de entrar no ensino médio, e como nasci em dezembro, tinha 1X anos quando a conheci. Ela era magrinha, morena, uns 1,63 mais ou menos, com os peitos operados, mas nada exagerado, na real eram de um tamanho que ficava bem estético pro corpo dela. Tinha uma bunda linda, bem definida por causa de todo o exercício que fazia. O rosto dela também era bem bonito, meio provocante, eu diria, e pra completar tinha uma voz sensual, nem fininha nem muito grossa.
Quando a conheci foi por acaso, foi na terceira semana que entrei no ensino médio e um amigo nos convidou pra jogar videogame na casa dele. Pra ser sincero, eu não queria ir (queria ir ver alguém), mas acabaram me convencendo, então fui com eles. Ao chegar na casa dele, cumprimentamos os pais. O pai do meu amigo alugava quartos, já que eram bem espaçosos e serviam como escritórios e comércios, e eles moravam no último andar. Enquanto estávamos jogando, a mãe do meu amigo, que também era bem gostosa apesar da idade, pediu pra ele descer pra comprar umas coisas. Como os outros dois amigos que foram com a gente estavam jogando, eu disse que se ele quisesse eu acompanhava, já que eles iam demorar. Então ele topou. Lá embaixo, encontramos a mãe dele conversando com uma mulher que me deixou sem palavras. Ela tava com uma legging justa que delineava o corpo dela de um jeito delicioso. Enquanto esperávamos elas terminarem de conversar, meu amigo (vamos chamar ele de Alan) nem disfarçava o olhar, e eu, por vergonha, fingia que não tava vendo nada, mas de vez em quando eu olhava de canto pra admirar ela.Bom, Lucy, vou te deixar porque os caras tão te esperando e eu tô fazendo vocês perderem tempo, e finalmente ela se virou pra gente e disse: Nossa! Lucy, não sabia que você tinha um filho tão grandão, achei que eram só você e o Alan, garota.It seems you've provided only a period (.) without any Spanish text to translate. Please provide the Spanish content you'd like me to translate into Brazilian Portuguese.– naquela época eu estava no estirão e media cerca de 1.70 e pouco, mas ainda faltava crescer, já que hoje em dia eu tenho mais de 1.80.
Alan –Não, ele não é meu amigo da escola, tá grande, né? Não, se fosse filho da minha mãe, coitada dela, teria doído.– todos começaram a rir e eu só sorri sem graça, porque naquela época eu não conhecia direito nem meu amigo nem a mãe dele.Alan, que gostoso você é, oi, gatinho, eu sou a Ana, pode me chamar assim ou de meu dono.comomais você goste- Disse isso em tom de brincadeira, mas não de flerte, e sim de "vou te encher o saco". Desde o momento em que a vi, lembrei do que meus tios e primos mais velhos diziam: quando você conhece uma garota que te chama a atenção, não deve demonstrar interesse — "entra na brincadeira, mas não mostra que tá afim". Mas é muito diferente falar do que fazer, ainda mais quando eu sempre fui introvertido.
Eu –Ana tá bem, tu pode me chamar como quiser. – eu falei tentando imitar ela, mas atrapalhado não consegui. Então assim que soltei minha mão, ele vira pro meu amigo e eu falei pra gente ir pegar o que a mãe dele tinha pedido e não virei de novo por vergonha, a mãe do meu amigo deu dinheiro e um bilhete com o que queria que comprasse, então fomos embora entre risadas da mãe do meu amigo e da Ana. A tarde passou e fui embora antes dos outros, quando tava descendo as escadas consegui ver que a Ana tava saindo e pensei que era minha chance de ver a bunda dela de novo, então me apressei, ao sair na rua vejo que ela tava descendo caixas de um carro e tava com um cara que, convenhamos, era bonitinho, era em forma mas era baixinho, sabe aquele personal de academia que por ser baixinho é um cuzão, e eu sou de porte robusto mas como sou alto não pareço tão gordinho e naquela época eu malhava em casa então parecia forte, a Ana me viu enquanto eu me afastava e como eles tavam mal estacionados ela me pediu gritando se eu podia ajudar a descer as coisas dela, então não deu pra recusar. Enquanto descíamos as coisas eu não conseguia evitar de olhar a bunda dela quando ela se abaixava nos bancos pra pegar as caixas, mas tentava fazer isso enquanto via se o cara não virava porque achei que era o namorado dela e naquele momento não queria problema porque eu tinha 1X e o cara facilmente tinha uns 10 anos a mais, então com cuidado eu olhava a bunda dela, depois que descemos tudo o cara foi embora dizendo que faltava mais coisa e que voltava pra pegar, que a Ana fosse levando o que já tinha, ao ver que eram várias caixas eu perguntei se ela queria ajuda e ela disse que sim, que eu faria um baita favor, na real as caixas grandes não pesavam tanto mas atrapalhavam pelo tamanho, as pequenas pesavam mas eu não sabia o que tinha. Quando eu levava as caixas pra entrada por onde a gente vinha, a Ana me parou e disse que aquelas eram pro escritório dela que ficava na casa ao lado (como eu tinha dito, o pai do meu amigo alugava os cômodos como apartamentos e escritórios). (ou acessórios), então tive que voltar e disse: então guia o caminho. Enquanto subíamos as escadas, a caixa grande que ela carregava prendeu no corrimão e, com o impacto, ela foi empurrada para trás, e eu, que levava as caixas pequenas nas costas, acabei segurando ela com a cara enterrada na bunda dela. Embora não tenha sido por muito tempo, devo dizer que foi o suficiente pra eu ficar de pau duro, e quando ela se desgruda e se vira pra pedir desculpas, percebe como eu tava com o pau a mil.
Não tocamos no assunto até terminarmos de subir tudo, mas a verdade é que eu só conseguia pensar naquilo e ainda sentia a sensação da bunda dela na minha cara. Já entre uma risada nervosa, ela me pediu desculpas pelo que aconteceu. Eu, com o tesão lá em cima, tentei me acalmar e disse pra ela não se preocupar, que o namorado dela não ia ficar sabendo.
Ana – Não é meu namorado, é um amigo e é gay kkkk – quando ela começou a rir, pensei que tinha feito merda, então mudei de assunto perguntando o que eram aquelas caixas, e ela me contou que eram coisas do trabalho dela. Aí abriu algumas caixas e tirou óleos aromáticos, incenso, toalhas felpudas e outras coisas usadas em massagens. Eu, um pouco mais calmo e meio curioso, falei que se ela não podia me ensinar, porque às vezes por causa do exercício meu corpo doía e assim eu mesmo podia aliviar a dor muscular. Ela disse que sim, mas que naquele momento não tinha tempo, e que um dia me marcaria uma sessão de massagem pela ajuda que eu dei.
Os dias foram passando e se passaram quase 3 meses. Durante esse tempo de espera pela massagem, continuei indo na casa do meu amigo por causa de umas tarefas e trabalhos da escola. Todos os dias eu via a Ana passar e às vezes conversava com ela, então foi ficando mais fácil falar com ela. Os meses passavam e a gente compartilhava histórias. Até que um dia contei que me declarei pra uma mina e ela me rejeitou, e como eu era meio popular, ela e as amigas dela ficavam zoando de mim. Mas no final, o que me incomodava não era isso, e sim que por não poder fazer nada, já que eram mulheres, as outras garotas passaram a me ignorar, então eu desisti de tentar ficar com qualquer uma. Ela, bem brava, me dizia o que fazer com as que me zoavam, e eu seguia os conselhos dela porque funcionavam. Outra coisa era que quando a gente conversava, ao mesmo tempo meu amigo também tentava puxar papo com a Ana, mas quando ele se aproximava, ela respondia educadamente, mas não demorava pra dar uma desculpa e ir embora. Naquele momento achei estranho, então perguntei pro meu amigo.
Eu-Você gosta da Ana, né?Alan –Sim, e você não?Oi –po essa é gostosa pra caralho, não fode, ela nem ligaria pra gente, a gente é novo demais pra ela– eu disse isso pra dispensar ele e pra ele não querer me ganhar em falar algo pra ele
Alan –não precisa dar atenção pra ele não, eu já falei pra ela que se não quer um namorado que dure jovem, que dure na cama, porque aqui ela me tem.Ei –não fode e se sua mãe ficar sabendo ou o parceiro dela, ou pior, e se ela torcer tua cara com um tapa por você falar isso– por um lado, eu estava com inveja da segurança dela pra falar aquilo, mas por outro ficava inquieto com medo de que a Ana gostasse desse tipo de aproximação
Alan –bom, até agora minha mãe não me falou nada, ela não tem namorado, ou pelo menos foi o que ela disse pras minhas tias, pra minha mãe e pras outras, e quando eu falo alguma coisa ela só ri e me diz que nunca, mas né, a esperança morre por último, não é?– naquele momento eu tava afim de contar pra ela o que tinha me acontecido pra me exibir, mas me segureipois talvez, mas e se um dia você não pegar ela de bom humor e ela te acusar, como é que você vai fazer– tentei extrair mais informações sobre o que ela fez para repetir ou não, dependendo do que a Ana me dissesse.
Alan –bom, se me acusarem com a minha mãe, acho que ela não vai falar nada, a minha mãe não gosta dela porque o meu pai fica olhando pra ela e meio que dando em cima, mas ela se manda quando o meu pai fala alguma coisa pra ela– naquele momento eu disse: sorte a sua que o pai desse cara também está aí agora. Depois disso, o dia tão esperado chegou e a Ana me levou pro estúdio dela, tava bem cheio, tinha várias mulheres mais velhas e idosas, também tinha uns velhos aposentados, pelo que dava pra ver não eram só massagens relaxantes. Ela me fala: "agora tô bem ocupada, mas abri um espaço pra você, me diz o que você quer que eu massageie" — eu na minha mente (não fala que é a pica ;)) — me escapou um sorrisinho e ela percebeu.
Ana –Em que você tá pensando, safado? Que ideia você teve, lembra que quem só ri das próprias maldades acaba se lembrando delas.Ei –não só que eu nunca tinha visto essas mesas na vida real- tentando não admitir minha culpa, me afundei sozinho
Ana –Você a viu em algum filme?– falando naquele tom de deboche e brincadeira Eu –Se na do Padrinho.Ana – ok, eu acredito em você
Eu –e numa três x– comecei a zoar e no tempo que passou de quando a conheci até o dia da massagem, percebi que brincar desse jeito também faz as mulheres se abrirem mais pra esses assuntos (isso eu explico em outra história).
Ana –nossa, muita informação– seguida de uma gargalhada bem alta Eu –Você queria a verdade, pois então aí está. Além disso, estou nessa idade, é normal que eu me interesse por mulheres desse jeito. Mas mudando de assunto, que massagem você me recomenda?– graças a que eu falava sempre com ela, comecei a falar como se ela fosse uma amiga de muito tempo, então já não estava nem um pouco tímido com ela.não pensei que você fosse me dizer a verdade, moleque, mas tudo bem, então se você quer uma de costas, que é o que mais dói ao levantar as caixas, é isso que eu vou te aliviar daquele dia– depois que ela me disse que queria me aliviar daquele dia, acendeu um pavio na minha cabeça e decidi me arriscar, mesmo que levasse uma bronca.
Eu –você vai me esfregar aquele dia e o da minha carinha que com essa também carreguei e estava pesado– eu esperava o pior, mas pensei que se eu for devagarinho não vou avançar, como a Lili me disse (a história que vou contar depois) e vai me ver como uma moleca só
Ana –shhh a gente não falou que não íamos falar disso e além do mais nem peso tanto, você é maior que eu, por que não me carregou? que não é homem. - Eu a sentia um pouco irritada, mas brincalhona.se sou homem, mas você acha que sua bunda não pesa? Quase senti ela nas minhas orelhas, e além disso, já toda você, não acho que eu aguento você.– mentira, sabia, mas que de sobra que não me custaria nada carregá-la como nos filmes pornô, mesmo se a colocasse para um 69 em pé.Sei muito bem que você gosta de mim, até te deu uma dura, não pense que não percebi. Além disso, não peso tanto assim pro seu tamanho, e você me diz que não me aguenta, então sua altura só serve de enfeite.– já um pouco mais exaltada, me fazia sinais pra eu tentar carregá-la.então vem, como você quer que eu te carregue, de princesa, de caixa de cerveja, de costalinho ou como?- Peguei ela pelos braços e comecei a carregar como uma princesa, e ela só ficava me dizendo pra eu não deixar ela cair –Dúvida de mim? Então agora, pra você tirar essa dúvida, vai ver só.– depois, sem abaixá-la, carreguei ela como o Shrek carrega a Fiona quando descobre que é um ogro, engraçado pra caralho, porque ela era bem menor que eu, ela só ria e ficava falando pra eu não derrubar ela, depois, mais devagar e com toda a intenção, abri as pernas dela e segurei pelas coxas pra carregar ela igualzinho nos pornô –viu ela também nos seus filmes pornôs– com um sorriso, passei minhas mãos por baixo das coxas dela e coloquei minha mão sobre a bunda dela, apertando um pouco enquanto fazia o movimento como se estivesse comendo ela –Isso eu vi naqueles filmes.- riu e depois de umas 6 ou 7 sacudidas me disse pra eu descer, por um momento fiquei pensando e se ela ficou brava e vai me expulsar na base do chute, acho que não, ela riu e se não, era só pra eu descer e ela vai me dar um tapa ou algo assim.
Já no chão ela arruma a roupa e me diz pra eu tirar a camisa e deitar na mesa, fiz sem reclamar e na minha mente só ficava inquieto pensando no que ela ia me falar e e se depois de me dar a massagem ela me dissesse que não queria mais falar comigo e não queria me ver mais, minha cabeça estava um nó e só se acalmou quando senti as mãos dela nas minhas costas e ela me falou.
Ana –você passou do ponto, meu amor
suas mãos estão muito inquietas e você vê muito pornô, tem que largar a punheta– riu e continuou com a massagemDesculpa, não queria te incomodar, não sei nem por que fiz isso, só me veio na cabeça e quando percebi já tava fazendo.Ana –Relaxa, eu estaria mentindo se dissesse que você não me deixou sem chão quando começou a se mexer feito boneca inflável kkkk, mas eu também devia ter te parado, só que curti a experiência. Nunca tinham me carregado assim, e ainda mais um moleque.Ei –lá de novo me chamando de menino, tudo bem, eu sei que sou, mas mesmo assim não gosto dissoAna –tá bom meu amor de agora em diante você não é mais um menino pra mim além disso você parece mais velho parece ter 18 pelo seu tamanho até parece meu namorado kkkkEi –hahaha você queria, mas eu não sou tão fácil assimAna –Calma, adônis, eu também sou muita areia pro caminhão de qualquer um, mas se você fosse mais velho, eu topava sair com você. Até porque eu me divirto conversando com você, mas sempre aparece seu amiguinho e eu não tenho paciência pra ele.Ei –Você não gosta dela ou por que não quer estar por perto quando ela chega?Ana –É pedante achar que por falar comigo como se eu fosse uma vagabunda eu vou dar bola pra ele, e o pai dele também. Se não fosse porque eu alugo o lugar e ainda não consegui um espaço maior pra me mudar, eu não aguentaria eles. Além disso, são bem feios, e eu não curto caras mais morenos do que eu.Ei -Ah caralho, calma aí, não vou te bater nem arranhar as costas – tirei as mãos e me desculpei – não sabia que você era racista kkkk– eu disse um pouco desconfortável –e me desculpa
se eu também passei do limite com o que te falei e com o que fiz.AnaNão é que eu seja racista, mas não me atraem os moreninhos, ainda mais esses que acham que por terem um dinheirinho qualquer mulher já vai dar a buceta pra eles, e ainda se dão no direito de falar um monte de coisa pras mulheres. E o seu caso é diferente, não foi como eles que no momento em que me viram já ficaram falando besteira ou me olhando com cara de safado. Tipo, eu sei que os homens olham pra gente e isso não me incomoda, mas eles são sem-vergonha demais. Aliás, eu me mudei pra esse lado só porque antes, quando eu morava no mesmo prédio que eles, o Alan ficava me espiando no banheiro, porque a janela dá pro pátio. Várias vezes eu vi ele espiando, e quando eu fechava as venezianas, ele abria de novo — óbvio que dá pra ouvir quando elas abrem, então depois eu jogava água quente quando ouvia que estavam abrindo. Por isso que eu pedi pra dona Lucy se eu podia me mudar pra esses apartamentos.Oi –Não exagera, eu não sabia que ele era assim, ó, ai, você me arranhou, minhas costas tão ardendo.Ana –desculpa agoravocê pode se gabar que te deixei as costas marcadas kkkkEi –pois até seria bom, mas não desse jeito, assim só levei os arranhões, mas o resto nãoAna –te digo que acabei de dizer– me deu uma palmada nas costas que ardeu pra caralhoagora sim você me aplicou essa, se eu não disse nada de malAna –nada mal, e aí, se eu gostei muito de você– eu perguntava com um tom bem curiosapois é, qual homem não gostaria mais que fosse gay como seu amigo baixinho– nós dois caímos na risada e ela terminou a massagem.
E quando eu ia indo, estava vestindo a camisa e ela me disse –ei, amor, e quando é que você faz aniversário?- eu disse a ela e ela me respondeu que era pra me dar um presentinho. Aí eu respondi que ela não precisava se preocupar, que já tava bom demais do jeito que tava. Me virei pra me despedir e ela disse: "sabe, já pensei, você é um cara muito bom, me faz rir e não é justo o que fizeram com você". Ela se aproximou, colocou os braços em volta do meu pescoço e me deu o beijo mais apaixonado que eu já tinha tido até aquele momento. Eu, por minha vez, peguei ela pela cintura e deslizei minhas mãos suavemente até agarrar a bunda dela e apertar, e a carreguei segurando uma nádega em cada mão, e enquanto a gente se beijava, ela me abraçava com as pernas. Ao mesmo tempo, comecei a fazer movimentos leves, roçando meu pau contra a buceta dela, e durante isso escapavam uns gemidinhos abafados pelo beijo.ugh mmm- quando ela se separou de mim, desci o corpo dela, os dois quase sem fôlego, nos olhamos e ela me disse
Ana – que gostosa que foi, meu amor, mas ainda não vou te dar o que você quer. Primeiro, eu sei que não vamos conseguir ficar juntos (naquele momento foi um baque bem forte, porque além da excitação, eu já me sentia atraído por ela de forma romântica, talvez também pela minha pouca experiência), não me vejo construindo minha vida com alguém mais novo, mas isso eu vou deixar claro: você me atrai de certa forma – eu só balançava a cabeça concordando – então, pra gente tirar algo disso, vou te dizer o que vamos fazer: 1 – Você e eu vamos ser amigos com benefícios, igual no filme; 2 – Como eu sei que você não tem experiência, vou te ensinar a me satisfazer e a qualquer outra; 3 – Vou te dar vários testes e você tem que passar neles pra gente continuar como amigos; 4 – Vamos fazer exames médicos e não se preocupa com o custo, eu sei que você é estudante e não ganha muito dinheiro nos seus bicos, então isso fica por minha conta. pela minha conta – o acordo até parecia muito bom, mas eu não sabia que as provas iam estar bem fora da minha zona de conforto e que eu não passaria de primeiradepois disso ela me disse que a primeira prova era de abstinência e que eu tinha que aprender a fazer massagens, já que são uma ótima preliminar, e que até o dia do meu aniversário ela me daria a minha primeira experiência com ela.As fotos são tiradas apenas como referência.
Quando a conheci foi por acaso, foi na terceira semana que entrei no ensino médio e um amigo nos convidou pra jogar videogame na casa dele. Pra ser sincero, eu não queria ir (queria ir ver alguém), mas acabaram me convencendo, então fui com eles. Ao chegar na casa dele, cumprimentamos os pais. O pai do meu amigo alugava quartos, já que eram bem espaçosos e serviam como escritórios e comércios, e eles moravam no último andar. Enquanto estávamos jogando, a mãe do meu amigo, que também era bem gostosa apesar da idade, pediu pra ele descer pra comprar umas coisas. Como os outros dois amigos que foram com a gente estavam jogando, eu disse que se ele quisesse eu acompanhava, já que eles iam demorar. Então ele topou. Lá embaixo, encontramos a mãe dele conversando com uma mulher que me deixou sem palavras. Ela tava com uma legging justa que delineava o corpo dela de um jeito delicioso. Enquanto esperávamos elas terminarem de conversar, meu amigo (vamos chamar ele de Alan) nem disfarçava o olhar, e eu, por vergonha, fingia que não tava vendo nada, mas de vez em quando eu olhava de canto pra admirar ela.Bom, Lucy, vou te deixar porque os caras tão te esperando e eu tô fazendo vocês perderem tempo, e finalmente ela se virou pra gente e disse: Nossa! Lucy, não sabia que você tinha um filho tão grandão, achei que eram só você e o Alan, garota.It seems you've provided only a period (.) without any Spanish text to translate. Please provide the Spanish content you'd like me to translate into Brazilian Portuguese.– naquela época eu estava no estirão e media cerca de 1.70 e pouco, mas ainda faltava crescer, já que hoje em dia eu tenho mais de 1.80. Alan –Não, ele não é meu amigo da escola, tá grande, né? Não, se fosse filho da minha mãe, coitada dela, teria doído.– todos começaram a rir e eu só sorri sem graça, porque naquela época eu não conhecia direito nem meu amigo nem a mãe dele.Alan, que gostoso você é, oi, gatinho, eu sou a Ana, pode me chamar assim ou de meu dono.comomais você goste- Disse isso em tom de brincadeira, mas não de flerte, e sim de "vou te encher o saco". Desde o momento em que a vi, lembrei do que meus tios e primos mais velhos diziam: quando você conhece uma garota que te chama a atenção, não deve demonstrar interesse — "entra na brincadeira, mas não mostra que tá afim". Mas é muito diferente falar do que fazer, ainda mais quando eu sempre fui introvertido.
Eu –Ana tá bem, tu pode me chamar como quiser. – eu falei tentando imitar ela, mas atrapalhado não consegui. Então assim que soltei minha mão, ele vira pro meu amigo e eu falei pra gente ir pegar o que a mãe dele tinha pedido e não virei de novo por vergonha, a mãe do meu amigo deu dinheiro e um bilhete com o que queria que comprasse, então fomos embora entre risadas da mãe do meu amigo e da Ana. A tarde passou e fui embora antes dos outros, quando tava descendo as escadas consegui ver que a Ana tava saindo e pensei que era minha chance de ver a bunda dela de novo, então me apressei, ao sair na rua vejo que ela tava descendo caixas de um carro e tava com um cara que, convenhamos, era bonitinho, era em forma mas era baixinho, sabe aquele personal de academia que por ser baixinho é um cuzão, e eu sou de porte robusto mas como sou alto não pareço tão gordinho e naquela época eu malhava em casa então parecia forte, a Ana me viu enquanto eu me afastava e como eles tavam mal estacionados ela me pediu gritando se eu podia ajudar a descer as coisas dela, então não deu pra recusar. Enquanto descíamos as coisas eu não conseguia evitar de olhar a bunda dela quando ela se abaixava nos bancos pra pegar as caixas, mas tentava fazer isso enquanto via se o cara não virava porque achei que era o namorado dela e naquele momento não queria problema porque eu tinha 1X e o cara facilmente tinha uns 10 anos a mais, então com cuidado eu olhava a bunda dela, depois que descemos tudo o cara foi embora dizendo que faltava mais coisa e que voltava pra pegar, que a Ana fosse levando o que já tinha, ao ver que eram várias caixas eu perguntei se ela queria ajuda e ela disse que sim, que eu faria um baita favor, na real as caixas grandes não pesavam tanto mas atrapalhavam pelo tamanho, as pequenas pesavam mas eu não sabia o que tinha. Quando eu levava as caixas pra entrada por onde a gente vinha, a Ana me parou e disse que aquelas eram pro escritório dela que ficava na casa ao lado (como eu tinha dito, o pai do meu amigo alugava os cômodos como apartamentos e escritórios). (ou acessórios), então tive que voltar e disse: então guia o caminho. Enquanto subíamos as escadas, a caixa grande que ela carregava prendeu no corrimão e, com o impacto, ela foi empurrada para trás, e eu, que levava as caixas pequenas nas costas, acabei segurando ela com a cara enterrada na bunda dela. Embora não tenha sido por muito tempo, devo dizer que foi o suficiente pra eu ficar de pau duro, e quando ela se desgruda e se vira pra pedir desculpas, percebe como eu tava com o pau a mil.
Não tocamos no assunto até terminarmos de subir tudo, mas a verdade é que eu só conseguia pensar naquilo e ainda sentia a sensação da bunda dela na minha cara. Já entre uma risada nervosa, ela me pediu desculpas pelo que aconteceu. Eu, com o tesão lá em cima, tentei me acalmar e disse pra ela não se preocupar, que o namorado dela não ia ficar sabendo.Ana – Não é meu namorado, é um amigo e é gay kkkk – quando ela começou a rir, pensei que tinha feito merda, então mudei de assunto perguntando o que eram aquelas caixas, e ela me contou que eram coisas do trabalho dela. Aí abriu algumas caixas e tirou óleos aromáticos, incenso, toalhas felpudas e outras coisas usadas em massagens. Eu, um pouco mais calmo e meio curioso, falei que se ela não podia me ensinar, porque às vezes por causa do exercício meu corpo doía e assim eu mesmo podia aliviar a dor muscular. Ela disse que sim, mas que naquele momento não tinha tempo, e que um dia me marcaria uma sessão de massagem pela ajuda que eu dei.
Os dias foram passando e se passaram quase 3 meses. Durante esse tempo de espera pela massagem, continuei indo na casa do meu amigo por causa de umas tarefas e trabalhos da escola. Todos os dias eu via a Ana passar e às vezes conversava com ela, então foi ficando mais fácil falar com ela. Os meses passavam e a gente compartilhava histórias. Até que um dia contei que me declarei pra uma mina e ela me rejeitou, e como eu era meio popular, ela e as amigas dela ficavam zoando de mim. Mas no final, o que me incomodava não era isso, e sim que por não poder fazer nada, já que eram mulheres, as outras garotas passaram a me ignorar, então eu desisti de tentar ficar com qualquer uma. Ela, bem brava, me dizia o que fazer com as que me zoavam, e eu seguia os conselhos dela porque funcionavam. Outra coisa era que quando a gente conversava, ao mesmo tempo meu amigo também tentava puxar papo com a Ana, mas quando ele se aproximava, ela respondia educadamente, mas não demorava pra dar uma desculpa e ir embora. Naquele momento achei estranho, então perguntei pro meu amigo.
Eu-Você gosta da Ana, né?Alan –Sim, e você não?Oi –po essa é gostosa pra caralho, não fode, ela nem ligaria pra gente, a gente é novo demais pra ela– eu disse isso pra dispensar ele e pra ele não querer me ganhar em falar algo pra eleAlan –não precisa dar atenção pra ele não, eu já falei pra ela que se não quer um namorado que dure jovem, que dure na cama, porque aqui ela me tem.Ei –não fode e se sua mãe ficar sabendo ou o parceiro dela, ou pior, e se ela torcer tua cara com um tapa por você falar isso– por um lado, eu estava com inveja da segurança dela pra falar aquilo, mas por outro ficava inquieto com medo de que a Ana gostasse desse tipo de aproximação
Alan –bom, até agora minha mãe não me falou nada, ela não tem namorado, ou pelo menos foi o que ela disse pras minhas tias, pra minha mãe e pras outras, e quando eu falo alguma coisa ela só ri e me diz que nunca, mas né, a esperança morre por último, não é?– naquele momento eu tava afim de contar pra ela o que tinha me acontecido pra me exibir, mas me segureipois talvez, mas e se um dia você não pegar ela de bom humor e ela te acusar, como é que você vai fazer– tentei extrair mais informações sobre o que ela fez para repetir ou não, dependendo do que a Ana me dissesse.
Alan –bom, se me acusarem com a minha mãe, acho que ela não vai falar nada, a minha mãe não gosta dela porque o meu pai fica olhando pra ela e meio que dando em cima, mas ela se manda quando o meu pai fala alguma coisa pra ela– naquele momento eu disse: sorte a sua que o pai desse cara também está aí agora. Depois disso, o dia tão esperado chegou e a Ana me levou pro estúdio dela, tava bem cheio, tinha várias mulheres mais velhas e idosas, também tinha uns velhos aposentados, pelo que dava pra ver não eram só massagens relaxantes. Ela me fala: "agora tô bem ocupada, mas abri um espaço pra você, me diz o que você quer que eu massageie" — eu na minha mente (não fala que é a pica ;)) — me escapou um sorrisinho e ela percebeu.
Ana –Em que você tá pensando, safado? Que ideia você teve, lembra que quem só ri das próprias maldades acaba se lembrando delas.Ei –não só que eu nunca tinha visto essas mesas na vida real- tentando não admitir minha culpa, me afundei sozinho
Ana –Você a viu em algum filme?– falando naquele tom de deboche e brincadeira Eu –Se na do Padrinho.Ana – ok, eu acredito em você
Eu –e numa três x– comecei a zoar e no tempo que passou de quando a conheci até o dia da massagem, percebi que brincar desse jeito também faz as mulheres se abrirem mais pra esses assuntos (isso eu explico em outra história).
Ana –nossa, muita informação– seguida de uma gargalhada bem alta Eu –Você queria a verdade, pois então aí está. Além disso, estou nessa idade, é normal que eu me interesse por mulheres desse jeito. Mas mudando de assunto, que massagem você me recomenda?– graças a que eu falava sempre com ela, comecei a falar como se ela fosse uma amiga de muito tempo, então já não estava nem um pouco tímido com ela.não pensei que você fosse me dizer a verdade, moleque, mas tudo bem, então se você quer uma de costas, que é o que mais dói ao levantar as caixas, é isso que eu vou te aliviar daquele dia– depois que ela me disse que queria me aliviar daquele dia, acendeu um pavio na minha cabeça e decidi me arriscar, mesmo que levasse uma bronca.
Eu –você vai me esfregar aquele dia e o da minha carinha que com essa também carreguei e estava pesado– eu esperava o pior, mas pensei que se eu for devagarinho não vou avançar, como a Lili me disse (a história que vou contar depois) e vai me ver como uma moleca só
Ana –shhh a gente não falou que não íamos falar disso e além do mais nem peso tanto, você é maior que eu, por que não me carregou? que não é homem. - Eu a sentia um pouco irritada, mas brincalhona.se sou homem, mas você acha que sua bunda não pesa? Quase senti ela nas minhas orelhas, e além disso, já toda você, não acho que eu aguento você.– mentira, sabia, mas que de sobra que não me custaria nada carregá-la como nos filmes pornô, mesmo se a colocasse para um 69 em pé.Sei muito bem que você gosta de mim, até te deu uma dura, não pense que não percebi. Além disso, não peso tanto assim pro seu tamanho, e você me diz que não me aguenta, então sua altura só serve de enfeite.– já um pouco mais exaltada, me fazia sinais pra eu tentar carregá-la.então vem, como você quer que eu te carregue, de princesa, de caixa de cerveja, de costalinho ou como?- Peguei ela pelos braços e comecei a carregar como uma princesa, e ela só ficava me dizendo pra eu não deixar ela cair –Dúvida de mim? Então agora, pra você tirar essa dúvida, vai ver só.– depois, sem abaixá-la, carreguei ela como o Shrek carrega a Fiona quando descobre que é um ogro, engraçado pra caralho, porque ela era bem menor que eu, ela só ria e ficava falando pra eu não derrubar ela, depois, mais devagar e com toda a intenção, abri as pernas dela e segurei pelas coxas pra carregar ela igualzinho nos pornô –viu ela também nos seus filmes pornôs– com um sorriso, passei minhas mãos por baixo das coxas dela e coloquei minha mão sobre a bunda dela, apertando um pouco enquanto fazia o movimento como se estivesse comendo ela –Isso eu vi naqueles filmes.- riu e depois de umas 6 ou 7 sacudidas me disse pra eu descer, por um momento fiquei pensando e se ela ficou brava e vai me expulsar na base do chute, acho que não, ela riu e se não, era só pra eu descer e ela vai me dar um tapa ou algo assim.
Já no chão ela arruma a roupa e me diz pra eu tirar a camisa e deitar na mesa, fiz sem reclamar e na minha mente só ficava inquieto pensando no que ela ia me falar e e se depois de me dar a massagem ela me dissesse que não queria mais falar comigo e não queria me ver mais, minha cabeça estava um nó e só se acalmou quando senti as mãos dela nas minhas costas e ela me falou.Ana –você passou do ponto, meu amor
suas mãos estão muito inquietas e você vê muito pornô, tem que largar a punheta– riu e continuou com a massagemDesculpa, não queria te incomodar, não sei nem por que fiz isso, só me veio na cabeça e quando percebi já tava fazendo.Ana –Relaxa, eu estaria mentindo se dissesse que você não me deixou sem chão quando começou a se mexer feito boneca inflável kkkk, mas eu também devia ter te parado, só que curti a experiência. Nunca tinham me carregado assim, e ainda mais um moleque.Ei –lá de novo me chamando de menino, tudo bem, eu sei que sou, mas mesmo assim não gosto dissoAna –tá bom meu amor de agora em diante você não é mais um menino pra mim além disso você parece mais velho parece ter 18 pelo seu tamanho até parece meu namorado kkkkEi –hahaha você queria, mas eu não sou tão fácil assimAna –Calma, adônis, eu também sou muita areia pro caminhão de qualquer um, mas se você fosse mais velho, eu topava sair com você. Até porque eu me divirto conversando com você, mas sempre aparece seu amiguinho e eu não tenho paciência pra ele.Ei –Você não gosta dela ou por que não quer estar por perto quando ela chega?Ana –É pedante achar que por falar comigo como se eu fosse uma vagabunda eu vou dar bola pra ele, e o pai dele também. Se não fosse porque eu alugo o lugar e ainda não consegui um espaço maior pra me mudar, eu não aguentaria eles. Além disso, são bem feios, e eu não curto caras mais morenos do que eu.Ei -Ah caralho, calma aí, não vou te bater nem arranhar as costas – tirei as mãos e me desculpei – não sabia que você era racista kkkk– eu disse um pouco desconfortável –e me desculpa
se eu também passei do limite com o que te falei e com o que fiz.AnaNão é que eu seja racista, mas não me atraem os moreninhos, ainda mais esses que acham que por terem um dinheirinho qualquer mulher já vai dar a buceta pra eles, e ainda se dão no direito de falar um monte de coisa pras mulheres. E o seu caso é diferente, não foi como eles que no momento em que me viram já ficaram falando besteira ou me olhando com cara de safado. Tipo, eu sei que os homens olham pra gente e isso não me incomoda, mas eles são sem-vergonha demais. Aliás, eu me mudei pra esse lado só porque antes, quando eu morava no mesmo prédio que eles, o Alan ficava me espiando no banheiro, porque a janela dá pro pátio. Várias vezes eu vi ele espiando, e quando eu fechava as venezianas, ele abria de novo — óbvio que dá pra ouvir quando elas abrem, então depois eu jogava água quente quando ouvia que estavam abrindo. Por isso que eu pedi pra dona Lucy se eu podia me mudar pra esses apartamentos.Oi –Não exagera, eu não sabia que ele era assim, ó, ai, você me arranhou, minhas costas tão ardendo.Ana –desculpa agoravocê pode se gabar que te deixei as costas marcadas kkkkEi –pois até seria bom, mas não desse jeito, assim só levei os arranhões, mas o resto nãoAna –te digo que acabei de dizer– me deu uma palmada nas costas que ardeu pra caralhoagora sim você me aplicou essa, se eu não disse nada de malAna –nada mal, e aí, se eu gostei muito de você– eu perguntava com um tom bem curiosapois é, qual homem não gostaria mais que fosse gay como seu amigo baixinho– nós dois caímos na risada e ela terminou a massagem.
E quando eu ia indo, estava vestindo a camisa e ela me disse –ei, amor, e quando é que você faz aniversário?- eu disse a ela e ela me respondeu que era pra me dar um presentinho. Aí eu respondi que ela não precisava se preocupar, que já tava bom demais do jeito que tava. Me virei pra me despedir e ela disse: "sabe, já pensei, você é um cara muito bom, me faz rir e não é justo o que fizeram com você". Ela se aproximou, colocou os braços em volta do meu pescoço e me deu o beijo mais apaixonado que eu já tinha tido até aquele momento. Eu, por minha vez, peguei ela pela cintura e deslizei minhas mãos suavemente até agarrar a bunda dela e apertar, e a carreguei segurando uma nádega em cada mão, e enquanto a gente se beijava, ela me abraçava com as pernas. Ao mesmo tempo, comecei a fazer movimentos leves, roçando meu pau contra a buceta dela, e durante isso escapavam uns gemidinhos abafados pelo beijo.ugh mmm- quando ela se separou de mim, desci o corpo dela, os dois quase sem fôlego, nos olhamos e ela me disse

Ana – que gostosa que foi, meu amor, mas ainda não vou te dar o que você quer. Primeiro, eu sei que não vamos conseguir ficar juntos (naquele momento foi um baque bem forte, porque além da excitação, eu já me sentia atraído por ela de forma romântica, talvez também pela minha pouca experiência), não me vejo construindo minha vida com alguém mais novo, mas isso eu vou deixar claro: você me atrai de certa forma – eu só balançava a cabeça concordando – então, pra gente tirar algo disso, vou te dizer o que vamos fazer: 1 – Você e eu vamos ser amigos com benefícios, igual no filme; 2 – Como eu sei que você não tem experiência, vou te ensinar a me satisfazer e a qualquer outra; 3 – Vou te dar vários testes e você tem que passar neles pra gente continuar como amigos; 4 – Vamos fazer exames médicos e não se preocupa com o custo, eu sei que você é estudante e não ganha muito dinheiro nos seus bicos, então isso fica por minha conta. pela minha conta – o acordo até parecia muito bom, mas eu não sabia que as provas iam estar bem fora da minha zona de conforto e que eu não passaria de primeiradepois disso ela me disse que a primeira prova era de abstinência e que eu tinha que aprender a fazer massagens, já que são uma ótima preliminar, e que até o dia do meu aniversário ela me daria a minha primeira experiência com ela.As fotos são tiradas apenas como referência.
1 comentários - A realidade supera a ficção (Ana, a massagista)
My creativo pinta bien! Van 10