Meu nome é Juan e minha namorada Daniela se conhecemos na igreja. Os pais dela e os meus são muito religiosos, então a gente tinha que ir na igreja. Nos conhecemos aos 16 anos e casamos aos 18. Ela é uma mulher gordinha e baixinha, 1,50m, 95kg, com uma bunda enorme e peitos normais, nem grandes nem caídos. Ela sempre usava saias até abaixo do joelho, mas pelo corpo dela, isso só destacava mais a bunda gorda dela.
Por causa da igreja e das coisas que nos diziam, a gente não transava de um jeito tão fabuloso, era o básico: ela por cima de mim ou de quatro. Também não fazíamos sexo anal. Quando ela fez 20 anos, os pais dela nos deixaram a casa deles e foram morar no campo. A gente continuava participando das atividades da igreja, íamos três vezes por semana.
Na semana do Natal daquele ano, chegaram dois haitianos que não tinham nada, só a roupa do corpo. Minha mulher conversou comigo, pedindo se a gente podia dar abrigo pra eles por uns dias enquanto procuravam onde ficar e um emprego. Eu falei que precisava pensar, a gente não conhecia eles, só tínhamos visto uns dias na igreja, mas sabíamos que não tinham onde dormir nem roupa, comiam o que davam pra eles à noite, e eram mais velhos que a gente: Samuel, 32, e Evens, 35.
Passaram dois dias e eu aceitei o pedido da minha mulher, porque ia ser véspera de Natal no dia seguinte e também serviria pra eles nos acompanharem na ceia, já que só a gente dois estaria junto. Mas eu deixei claro que no começo do ano seguinte eles não poderiam mais ficar em casa. Minha mulher aceitou. A gente deu a notícia pra eles, e eles aceitaram, chorando de gratidão pelo nosso favor.
Fomos pra casa, mostramos a casa e o quarto deles. Dei umas roupas minhas, que ficaram pequenas nele. Naquela noite, eles tomaram banho e a gente esperou eles pra jantar. Minha mulher começou a fazer perguntas: o que vieram fazer no país, por que estavam sozinhos, como estavam indo, essas coisas. Eles contaram que estavam aqui há três meses, mas na primeira semana foram assaltados e levaram tudo. Não sabiam bem o idioma e não achavam emprego. Disseram que vieram buscar uma vida melhor. eles, quando terminamos o jantar, minha mulher ia se levantar pra lavar a louça, mas o Evens se ofereceu. Fiquei conversando um pouco com o Samuel sobre as regras da casa e tal, ele aceitou e disse que já ia começar a procurar um lugar pra ficar e trabalhar. Depois de um tempo, o Evens voltou falando algo no idioma dele que eu não entendi. O Samuel sorriu, eles agradeceram e foram dormir. Eu também fui dormir com minha mulher. No meio da noite, acordei porque ela estava se deitando, veio com um copo d'água. Eu dormi de novo. No outro dia, acordei e minha mulher estava preparando o café da manhã. Desci e o Evens e o Samuel já estavam lá, minha mulher sentada na ponta da mesa e eles dos lados. Falei "bom dia" e eles me cumprimentaram, perguntaram se eu dormi bem. Eles me agradeceram por tudo que eu tava dando pra eles, eu falei que não foi nada, que foi ideia da minha mulher. Agradeceram ela também, e ela tava comendo iogurte com cereal. Dei dinheiro pra eles, falei pra comprarem roupa pra vestir no jantar de hoje. Minha mulher foi pro trabalho dela e eu pro meu. O dia passou, cheguei em casa e o Evens e o Samuel estavam vendo TV. Me cumprimentaram e perguntaram do meu dia, batemos um papo e minha mulher chegou. Começamos a preparar as coisas pro jantar. Quando tudo ficou pronto, começamos a jantar e a contar histórias. Ofereci uma taça de vinho pra eles e eles aceitaram. Fui pegar a garrafa e as taças. Eles lembraram da família deles e ficaram tristes, soltaram umas lágrimas. Terminamos de jantar e fomos pra sala. Eles levaram as taças de vinho, e eu e minha mulher lavamos a louça. Ela começou a falar que sentia pena deles estarem sozinhos e que eram pessoas muito boas. Eu falei que sim, que era uma pena. Terminamos e fomos pra sala. Eles me ofereceram mais vinho, mas eu não queria mais. Começaram a insistir, então tive que aceitar. Encheram minha taça e me fizeram beber tudo de uma vez. Isso me deixou bem tonto. Continuamos a conversa, minha mulher ria com o que eles contavam. De repente, o Evens me pergunta se a gente transa. Fiquei surpreso. e tonto tentando agradar, dizia sempre todos os dias olhando pra minha mulher pra ver se ela falava algo, na minha mente eu sabia que não era assim, que era só uma vez por semana e que, do tempo que estávamos juntos, ela nunca tinha me feito um boquete. Evens sorri e diz: "Claro, com a mulherão que você tem, qualquer um daria sempre." Samuel se aproxima da minha mulher e diz: "Além de gostosa, é muito educada", pegando na mão dela e dando um beijo. Eu fiquei sem dizer nada, e minha mulher agradeceu a eles por serem tão cavalheiros. Evens se aproximou do ouvido dela e sussurrou algo. Minha mulher fez cara de surpresa. Eu estava muito tonto, não conseguia me levantar. Minha mulher, naquele momento, se ajoelhou, e eu não entendia nada.
J: "O que você está fazendo?"
E: "O que ela sabe fazer."
Eles baixaram as calças e não estavam de cueca. Começaram a aparecer duas trombas, dois cocks grandes e ainda moles. Minha mulher pegou eles com as mãos e começou a acariciar. Eu só olhava, largado no sofá, tonto por causa do vinho. Minha mulher colocou o cock do Evens na boca sem soltar o do Samuel. Eu não podia acreditar, nem eu, que era o marido dela, tinha ganhado um oral. Ela enfiou na boca até a metade e depois tirou com a saliva dele. Depois, se virou pro Samuel e começou a brincar assim até que aqueles cocks ficaram realmente duros.
J: "Por quê?" — eu dizia, meio bêbado.
E: "Lembra ontem, quando lavamos a louça? Pois é, ela me chupou."
S: "E de noite, ela veio com um copo d'água, né? Pois me chupou também."
E: "E adivinha: hoje de manhã, tomou café com cum dos seus homens."
Eu só olhava, surpreso, não podia acreditar que estavam falando da minha mulher e em que momento, como não percebi, se eu estava a poucos metros. Enquanto isso, minha mulher continuava chupando aqueles cocks, cada vez mais brilhantes por causa da saliva dela. Ela se levanta, se aproxima de mim, começa a se mexer bem sexy e a tirar a blusa devagar, depois o vestido. Notei que ela estava com uma lingerie nova. Ela se abaixou, rebolando a bunda pra mim e me dando um beijo.
D: "Te amo como amo os cocks pretos, ou seja, muito."
Ela se virou e rebolou a bunda pra mim. Estava usando calcinha fio dental e no cu dela tinha um plug enfiado. Mais anal, isso me excitou. Nota como meu pau ficava bem duro. Minha mulher se aproximou do seu homem e Samuel começou a tocar os peitos dela enquanto a beijava, e Evens brincava com as nádegas dela, apertando e dando palmadas. Ele abria as nádegas dela e me dizia: "Vê isso? Hoje vai ser destruído." Ele tirou o brinquedo do ânus dela e a levou até onde eu estava, colocou ela para se apoiar nos meus joelhos e começou a meter o pau dele.
D: "Com cuidado."
E: "Eu sei, amor, fica tranquila."
Ela me olhou e tocou meu rosto quando recebeu a primeira enfiada.
D: "Ai!"
E: "Só entrou a cabecinha."
Eu pensava que era só a ponta, e minha mulher já tinha o rosto transformado de tesão pra caralho. Nunca a tinha visto assim. Evens continuou metendo e cada vez entrava mais. Ele metia e tirava até que minha mulher começou a se acostumar com o tamanho.
D: "Que gostoso que é."
E: "Você gosta? Foi Deus quem mandou."
Minha mulher descansou a cabeça entre minhas pernas, perto do meu pau que queria sair da calça, e abriu as nádegas.
D: "Me dá tudo."
Ouvindo isso, Evens a pegou pela cintura e meteu tudo com mais intensidade. Minha mulher gemeu como nunca e adorava o que estavam dando a ela. A cara de tesão dela não dava pra esconder. Samuel se aproximou e meteu o pau na boca dela. Minha mulher chupava sem problemas, cuspia e metia de novo, esfregava de cima pra baixo, brincava com as bolas dele. Depois de um tempo, trocaram, mas Samuel sentou e abriu as pernas da minha mulher, metendo no ânus dela enquanto Evens dava pela boca. Eu coloquei a mão dentro da calça pra tirar meu pau e notei que tinha gozado, estava cheio do meu sêmen.
S: "Vou gozar nesse cu."
D: "Me enche com a semente de Deus."
Ele a abaixou e minha mulher começou a limpar com a boca. Evens repetiu e colocou o pau naquele cu cheio de sêmen. Dava palmadas nela enquanto metia mais forte. Minha mulher gritava de tesão, sedenta de sexo com esses paus. Depois, ela gozou, soltando uma grande quantidade de sêmen, assim como o amigo dele. Minha mulher não queria parar e disse que ainda tinha algo, enquanto abria a buceta dela. Samuel se aproximou e disse: "Graças a Deus por ter colocado você no nosso caminho. Colocando o pau dele na buceta dela. S-uuf, que gostosa e molhada que tá. D-que delícia sentir teu pau abrindo minhas paredes. Ele pegou ela no colo com o pau dentro e jogou no sofá, abrindo as pernas dela. Começou a meter como um louco, metia e tirava enquanto apertava os peitos dela. Minha mulher pedia mais e mais. Começou a chupar ele pra deixar pronto, falou pro Samuel trocarem de lugar e não gozar dentro. Ele obedeceu e trocou com o Evens. Ele colocou ela de quatro e começou a foder bem forte por um tempo, até falar que tava com vontade de gozar. Minha mulher levantou e veio até mim. D-quer enfiar no meu cu? J-eu, excitado com tudo que vi, aceitei. Ela baixou minha calça e cueca, e meu pau apareceu, bem menor que o deles. Ela sentou em cima de mim, enfiando meu pau de uma vez. Não fez careta nem soltou um gemido. Eu sentia ela bem aberta. Ela chamou os caras pra chegarem perto e gozarem na cara dela. Começou a pular no meu pau, e eles começaram a se masturbar. Eu gozei na hora. Ela continuava se mexendo enquanto os caras seguiam. Depois, o Evens começou a gozar, soltando uma porrada na cara dela, e aí foi a vez do Samuel. Deixaram a cara e os peitos dela cobertos de porra. Caiu um pouco em mim também, já que ela tava em cima de mim. O cu dela tava coberto de porra deles e um pouco da minha. Ela limpou os paus deles e agradeceu. Levantou de cima de mim e me deu um beijo. Tirou a porra da cara e chupava os dedos. O Evens foi tomar banho e o Samuel buscar mais vinho. Depois disso, dormi. Acordei no dia seguinte, os caras não estavam mais lá, e minha mulher tava na minha cama dormindo, só de camisola e com um brinquedo no cu.
Por causa da igreja e das coisas que nos diziam, a gente não transava de um jeito tão fabuloso, era o básico: ela por cima de mim ou de quatro. Também não fazíamos sexo anal. Quando ela fez 20 anos, os pais dela nos deixaram a casa deles e foram morar no campo. A gente continuava participando das atividades da igreja, íamos três vezes por semana.
Na semana do Natal daquele ano, chegaram dois haitianos que não tinham nada, só a roupa do corpo. Minha mulher conversou comigo, pedindo se a gente podia dar abrigo pra eles por uns dias enquanto procuravam onde ficar e um emprego. Eu falei que precisava pensar, a gente não conhecia eles, só tínhamos visto uns dias na igreja, mas sabíamos que não tinham onde dormir nem roupa, comiam o que davam pra eles à noite, e eram mais velhos que a gente: Samuel, 32, e Evens, 35.
Passaram dois dias e eu aceitei o pedido da minha mulher, porque ia ser véspera de Natal no dia seguinte e também serviria pra eles nos acompanharem na ceia, já que só a gente dois estaria junto. Mas eu deixei claro que no começo do ano seguinte eles não poderiam mais ficar em casa. Minha mulher aceitou. A gente deu a notícia pra eles, e eles aceitaram, chorando de gratidão pelo nosso favor.
Fomos pra casa, mostramos a casa e o quarto deles. Dei umas roupas minhas, que ficaram pequenas nele. Naquela noite, eles tomaram banho e a gente esperou eles pra jantar. Minha mulher começou a fazer perguntas: o que vieram fazer no país, por que estavam sozinhos, como estavam indo, essas coisas. Eles contaram que estavam aqui há três meses, mas na primeira semana foram assaltados e levaram tudo. Não sabiam bem o idioma e não achavam emprego. Disseram que vieram buscar uma vida melhor. eles, quando terminamos o jantar, minha mulher ia se levantar pra lavar a louça, mas o Evens se ofereceu. Fiquei conversando um pouco com o Samuel sobre as regras da casa e tal, ele aceitou e disse que já ia começar a procurar um lugar pra ficar e trabalhar. Depois de um tempo, o Evens voltou falando algo no idioma dele que eu não entendi. O Samuel sorriu, eles agradeceram e foram dormir. Eu também fui dormir com minha mulher. No meio da noite, acordei porque ela estava se deitando, veio com um copo d'água. Eu dormi de novo. No outro dia, acordei e minha mulher estava preparando o café da manhã. Desci e o Evens e o Samuel já estavam lá, minha mulher sentada na ponta da mesa e eles dos lados. Falei "bom dia" e eles me cumprimentaram, perguntaram se eu dormi bem. Eles me agradeceram por tudo que eu tava dando pra eles, eu falei que não foi nada, que foi ideia da minha mulher. Agradeceram ela também, e ela tava comendo iogurte com cereal. Dei dinheiro pra eles, falei pra comprarem roupa pra vestir no jantar de hoje. Minha mulher foi pro trabalho dela e eu pro meu. O dia passou, cheguei em casa e o Evens e o Samuel estavam vendo TV. Me cumprimentaram e perguntaram do meu dia, batemos um papo e minha mulher chegou. Começamos a preparar as coisas pro jantar. Quando tudo ficou pronto, começamos a jantar e a contar histórias. Ofereci uma taça de vinho pra eles e eles aceitaram. Fui pegar a garrafa e as taças. Eles lembraram da família deles e ficaram tristes, soltaram umas lágrimas. Terminamos de jantar e fomos pra sala. Eles levaram as taças de vinho, e eu e minha mulher lavamos a louça. Ela começou a falar que sentia pena deles estarem sozinhos e que eram pessoas muito boas. Eu falei que sim, que era uma pena. Terminamos e fomos pra sala. Eles me ofereceram mais vinho, mas eu não queria mais. Começaram a insistir, então tive que aceitar. Encheram minha taça e me fizeram beber tudo de uma vez. Isso me deixou bem tonto. Continuamos a conversa, minha mulher ria com o que eles contavam. De repente, o Evens me pergunta se a gente transa. Fiquei surpreso. e tonto tentando agradar, dizia sempre todos os dias olhando pra minha mulher pra ver se ela falava algo, na minha mente eu sabia que não era assim, que era só uma vez por semana e que, do tempo que estávamos juntos, ela nunca tinha me feito um boquete. Evens sorri e diz: "Claro, com a mulherão que você tem, qualquer um daria sempre." Samuel se aproxima da minha mulher e diz: "Além de gostosa, é muito educada", pegando na mão dela e dando um beijo. Eu fiquei sem dizer nada, e minha mulher agradeceu a eles por serem tão cavalheiros. Evens se aproximou do ouvido dela e sussurrou algo. Minha mulher fez cara de surpresa. Eu estava muito tonto, não conseguia me levantar. Minha mulher, naquele momento, se ajoelhou, e eu não entendia nada.
J: "O que você está fazendo?"
E: "O que ela sabe fazer."
Eles baixaram as calças e não estavam de cueca. Começaram a aparecer duas trombas, dois cocks grandes e ainda moles. Minha mulher pegou eles com as mãos e começou a acariciar. Eu só olhava, largado no sofá, tonto por causa do vinho. Minha mulher colocou o cock do Evens na boca sem soltar o do Samuel. Eu não podia acreditar, nem eu, que era o marido dela, tinha ganhado um oral. Ela enfiou na boca até a metade e depois tirou com a saliva dele. Depois, se virou pro Samuel e começou a brincar assim até que aqueles cocks ficaram realmente duros.
J: "Por quê?" — eu dizia, meio bêbado.
E: "Lembra ontem, quando lavamos a louça? Pois é, ela me chupou."
S: "E de noite, ela veio com um copo d'água, né? Pois me chupou também."
E: "E adivinha: hoje de manhã, tomou café com cum dos seus homens."
Eu só olhava, surpreso, não podia acreditar que estavam falando da minha mulher e em que momento, como não percebi, se eu estava a poucos metros. Enquanto isso, minha mulher continuava chupando aqueles cocks, cada vez mais brilhantes por causa da saliva dela. Ela se levanta, se aproxima de mim, começa a se mexer bem sexy e a tirar a blusa devagar, depois o vestido. Notei que ela estava com uma lingerie nova. Ela se abaixou, rebolando a bunda pra mim e me dando um beijo.
D: "Te amo como amo os cocks pretos, ou seja, muito."
Ela se virou e rebolou a bunda pra mim. Estava usando calcinha fio dental e no cu dela tinha um plug enfiado. Mais anal, isso me excitou. Nota como meu pau ficava bem duro. Minha mulher se aproximou do seu homem e Samuel começou a tocar os peitos dela enquanto a beijava, e Evens brincava com as nádegas dela, apertando e dando palmadas. Ele abria as nádegas dela e me dizia: "Vê isso? Hoje vai ser destruído." Ele tirou o brinquedo do ânus dela e a levou até onde eu estava, colocou ela para se apoiar nos meus joelhos e começou a meter o pau dele.
D: "Com cuidado."
E: "Eu sei, amor, fica tranquila."
Ela me olhou e tocou meu rosto quando recebeu a primeira enfiada.
D: "Ai!"
E: "Só entrou a cabecinha."
Eu pensava que era só a ponta, e minha mulher já tinha o rosto transformado de tesão pra caralho. Nunca a tinha visto assim. Evens continuou metendo e cada vez entrava mais. Ele metia e tirava até que minha mulher começou a se acostumar com o tamanho.
D: "Que gostoso que é."
E: "Você gosta? Foi Deus quem mandou."
Minha mulher descansou a cabeça entre minhas pernas, perto do meu pau que queria sair da calça, e abriu as nádegas.
D: "Me dá tudo."
Ouvindo isso, Evens a pegou pela cintura e meteu tudo com mais intensidade. Minha mulher gemeu como nunca e adorava o que estavam dando a ela. A cara de tesão dela não dava pra esconder. Samuel se aproximou e meteu o pau na boca dela. Minha mulher chupava sem problemas, cuspia e metia de novo, esfregava de cima pra baixo, brincava com as bolas dele. Depois de um tempo, trocaram, mas Samuel sentou e abriu as pernas da minha mulher, metendo no ânus dela enquanto Evens dava pela boca. Eu coloquei a mão dentro da calça pra tirar meu pau e notei que tinha gozado, estava cheio do meu sêmen.
S: "Vou gozar nesse cu."
D: "Me enche com a semente de Deus."
Ele a abaixou e minha mulher começou a limpar com a boca. Evens repetiu e colocou o pau naquele cu cheio de sêmen. Dava palmadas nela enquanto metia mais forte. Minha mulher gritava de tesão, sedenta de sexo com esses paus. Depois, ela gozou, soltando uma grande quantidade de sêmen, assim como o amigo dele. Minha mulher não queria parar e disse que ainda tinha algo, enquanto abria a buceta dela. Samuel se aproximou e disse: "Graças a Deus por ter colocado você no nosso caminho. Colocando o pau dele na buceta dela. S-uuf, que gostosa e molhada que tá. D-que delícia sentir teu pau abrindo minhas paredes. Ele pegou ela no colo com o pau dentro e jogou no sofá, abrindo as pernas dela. Começou a meter como um louco, metia e tirava enquanto apertava os peitos dela. Minha mulher pedia mais e mais. Começou a chupar ele pra deixar pronto, falou pro Samuel trocarem de lugar e não gozar dentro. Ele obedeceu e trocou com o Evens. Ele colocou ela de quatro e começou a foder bem forte por um tempo, até falar que tava com vontade de gozar. Minha mulher levantou e veio até mim. D-quer enfiar no meu cu? J-eu, excitado com tudo que vi, aceitei. Ela baixou minha calça e cueca, e meu pau apareceu, bem menor que o deles. Ela sentou em cima de mim, enfiando meu pau de uma vez. Não fez careta nem soltou um gemido. Eu sentia ela bem aberta. Ela chamou os caras pra chegarem perto e gozarem na cara dela. Começou a pular no meu pau, e eles começaram a se masturbar. Eu gozei na hora. Ela continuava se mexendo enquanto os caras seguiam. Depois, o Evens começou a gozar, soltando uma porrada na cara dela, e aí foi a vez do Samuel. Deixaram a cara e os peitos dela cobertos de porra. Caiu um pouco em mim também, já que ela tava em cima de mim. O cu dela tava coberto de porra deles e um pouco da minha. Ela limpou os paus deles e agradeceu. Levantou de cima de mim e me deu um beijo. Tirou a porra da cara e chupava os dedos. O Evens foi tomar banho e o Samuel buscar mais vinho. Depois disso, dormi. Acordei no dia seguinte, os caras não estavam mais lá, e minha mulher tava na minha cama dormindo, só de camisola e com um brinquedo no cu.
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