Festa com minha mina e os amigos Pt. 5

Saímos de casa rumo ao carro, enquanto eu andava, minha mina ia me segurando pela mão, mas eu me sentia completamente ausente, tava imerso nos meus pensamentos, lembrando como ela falava dengosa com o Andrés e como dava mole pra ele enquanto dançavam na casa do meu amigo. E o tamanho da pica do Andrés me deixou em choque.

Abri a porta do carro pra minha mina, notei que ela tava com outra vibe, se sentia cheia de energia e era muito óbvio que tava extremamente tarada. Quando entramos no carro, ela começou a acariciar minha perna, se inclinou pra me beijar, e eu na hora lembrei onde a boca dela tinha estado minutos antes e, sem pensar, desviei um pouco. Ela me olhou estranha, com a temperatura meio irritada.

K: O que foi?
Y: Nada, amor, por quê?

Ela tentou me beijar de novo, e dessa vez eu deixei. Não sei o que tava pensando, nem por que fiz aquilo, me senti com muita adrenalina ou muito tesão. Os beijos dela tinham um gosto diferente.

Ela se esforçava pra me beijar com uma puta pegada, depois me soltou. Fiquei de olhos fechados, pensando um pouco, esperando saber por que ela parou, e ela disse:

K: Vamos embora.
Y: Pra onde eu vou?

Ela me encarou fixamente, me varrendo com o olhar de cima a baixo, fez uma cara de puta enquanto passava a língua e deslizava um dedo sobre ela, fechando os lábios devagar.

Ver aquilo me arrepiou inteiro. Fui pro motel mais perto; em cada semáforo a gente se apalpava. Toda vez que podia, ela pegava no meu pacote e apertava com força, e eu tava tão duro por tudo que rolou na noite que até doía, mas não falava nada. Sabia que ela tava muito quente, e agora era minha vez. Chegamos voando; enquanto eu estacionava o carro na garagem do quarto que alugamos, ela subiu correndo. Eu levantei os vidros e fechei a porta da garagem. Quando subi, ela tava pintando os lábios de vermelho intenso e tinha se Ajeitei a blusa como um top
Enquanto olhava pra ela, não consegui evitar suspirar
E: uffff, meu amor
E parti pra cima dela, quase dando um tackle direto, fui tirar a roupa dela, chupando o pescoço inteiro, descendo até os peitos, enquanto ela só suspirava e gemia e me acariciava nas costas enquanto me arranhava de leve. Eu já queria colocar ela de quatro e comer ela pra fazer ela parar de pensar no que quer que fosse.
E: Vem cá, putinha
Enquanto segurava as pernas dela e virava, ela só colocou a bunda empinada. Levantei a minissaia dela e comecei a morder as nádegas dela e comecei a dar tapas, perguntando: "assim que você gosta?" Ela estava em êxtase, não sei se era o conjunto de tudo ou o que eu tava fazendo, mas dava pra ver que ela tava aproveitando ao máximo.
Na frente, tinha um espelho, então eu podia ver cada expressão dela. Dando a bunda pra mim, comecei a enfiar meus dedos, fazendo cócegas na frente dela e pra baixo, mas ela já se contorcia. Queria que ela implorasse pra eu meter, sei lá. Eu me sentia muito, muito intenso, furioso, não sei explicar. Depois, enfiei minha língua e fui subindo da buceta dela até o cu, tentando massagear o clitóris dela com a língua. Ela tava toda melada, verdade, foi meio difícil, mas ela se contorcia de prazer. Não sei quanto tempo fiquei assim, mas foram pelo menos uns 10 minutos. Quando senti que ela já tava escorrendo, comecei a tirar a pica, apontei pra buceta gostosa dela
e enfiei devagar. Senti ela me apertando, aquela sensação tão molhada e quente. Quando a cabeça entrou, senti nós dois pulsando. Segurei ela pelo cabelo, fazendo um coque pequeno na minha mão, depois coloquei a cabeça dela na cama, só com a bunda pra cima, e deixei cair a pica toda de uma vez. Ela gritou:
K: Ai, caralho!!!!!
E: Assim que eu queria você, putinha. Agora, depois da espera, você vai ver.
K: Assimmmmm, buceta, me dá gostoso
E comecei a mais brutal cogida que pude dar nela, de repente se atravessou na minha frente enquanto dançava com o Andrés, sentia meu pau queimando depois das gozadas e das ereções durante a noite, batia na bunda dela, beijava a nuca
Y: De quem é essa buceta, puta?
K: Sua, amor, só sua, mas você não paraaa.
Y: Mexe essa bunda, puta, mexe
Enquanto eu parava e puxava o cabelo dela pra cima, esperando que obedecesse.
Depois de 10 minutos, não consegui evitar de gozar, sentia que ia perder o controle, então fiz o mais bruto possível enquanto continuava comendo ela, enfiei os dedos na boca, molhei bem bem, e meti a mão entre as pernas dela, achei o clitóris e comecei a bombar ela com força enquanto esfregava o clitóris dela rápido com a mão.

K: aaaaaaaaaai siiiiiim assim
K: Que delícia, buceta
Y: E você, puta, não queria vir gozar no pau do seu macho puta?
Senti ela apertar meu pau e não consegui evitar de me soltar e me encher de porra até ficar por cima dela.
Ficamos suspirando e dormimos, no dia seguinte o telefone da recepcionista pedindo o quarto nos acordou.
Quando acordei cheio de ressaca, meus pensamentos quentes de ter visto minha namorada com o Andrés voltaram.
Nos demos bom dia, mesmo já sendo umas 2 da tarde, nos vestimos, vi o sorriso da Karla depois da fodida que eu dei nela, mas eu ainda me sentia quente e nervoso, não sei por quê. Fomos tomar um café, uns tacos de birria no caminho, ela ia abraçada no meu ombro enquanto suspirava e me dizia que me amava e que tinha adorado a noite, e mesmo eu tendo curtido também, enquanto ouvia ela, não sabia se era por mim ou pelo Andrés ou por tudo.
Era uma mistura de tristeza e de intriga sobre o que ia acontecer, ou como eu ia ver minha linda namorada daqui pra frente.

Desculpa pela espera, essa semana vou postar as outras partes, não esqueçam de comentar, pra saber quem tá esperando.

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