Minha 1ª vez pagando por sexo com a trans Laly

Já tinha tido uma primeira vez com uma garota trans, mas tava morrendo de vontade de repetir a experiência. A Laly foi, sem dúvida, a mais gente boa quando eu contatei ela, além de ser linda pra caralho nas fotos, foi super legal nas mensagens que a gente trocou antes de marcar. Levei umas brejas e um beck pra acalmar os nervos, tava realmente muito ansioso e precisava de algo pra me ajudar a relaxar. Cheguei no kitnet dela em Recoleta, ela abriu a porta mais ou menos assim, com o cabelo um pouco mais comprido e solto.Minha 1ª vez pagando por sexo com a trans LalyEla tava realmente linda, nem largada, nem super produzida, linda de verdade, bem simples, adorei isso. A gente se cumprimentou, ela foi super gente boa, mas percebi que tava meio tímida e, repito, eu tava nervoso pra caralho. Comprimentei a putinha que tava com ela e sentei numa mesinha perto da janela pra montar meu cachimbo com o baseado e tomar uma breja, pra ver se a gente relaxava um pouco. Batemos um papo rapidinho, a voz feminina dela foi algo que também curti muito. Ela deu um gole na breja e também fumou maconha, mas o cachimbo de vidro foi foda, rimos quando ela tossiu meio pulmão na primeira tragada, ficou toda cagada. Me contou que é Uruguaia, falamos um pouco sobre isso e umas merdas minhas. Essas risadas e a brisa relaxaram nós dois, mas foi ela quem deu o primeiro passo, sentou em cima de mim e começamos a beijar. Uns beijos do caralho, o jeito dela beijar é de namorada mesmo, sem dúvida, uma das melhores qualidades dela. Obviamente meu pau já tava durasso, ela sentia ele entre as nádegas dela. Depois de um tempinho de uns beijos gostosos, desci o topzinho dela e tirei os peitos dela pra fora.loiraEstavam realmente lindas, ela me contou que tinha retocado elas há pouco e que estavam doendo um pouco. Eu tratei de beijá-las, lamber e morder todas, mas bem devagar, quase com carinho. Ela adorou que eu fosse tão cuidadoso, comecei a perceber o tesão dela, ela gemia baixinho e não parava de beijar meu pescoço ou minhas orelhas. Desci uma mão até a saia dela, tentando sentir o volume e bum. O volume estava meio durinho, mas percebi que era bem menor que o meu, depois fui apalpar a bunda toda dela, enquanto continuava o trabalho nos peitos dela. Ela fez o mesmo com meu pau, começou a me tocar por cima da cueca. Ficamos assim por um tempinho, aí ela se levantou e tirou a roupa, deixando só a calcinha fio dental.Diretor da escolaParei também e dei uma voltinha. Aí pude confirmar de vez que ela tem um corpaço, talvez a bunda dela seja o mais "molenga", pelo menos naquela hora. Ela se aproximou e tirou toda a minha roupa, quando meu pau pulou pra fora da calça, ela adorou: — Que pica linda, docinho. — Ela disse.uruguaiaVi suas intenções, queria me chupar, quando estava prestes a descer, eu a parei, eu tinha outra coisa em mente. — Se você não estiver na mesma vibe que eu, não vamos começar nada. Falei, ela sorriu, mas ficou meio tímida, devagarzinho tirou a tanga e o pau dela apareceu, duro mas parecia meio murcho, um pouco menor que o meu. Ela me explicou que tem essa condição que não dá pra puxar toda a pele do pau pra mostrar a cabeça, era isso que a deixava tímida na situação. Pra mim não fez a menor diferença, eu tava ali pra comer ela toda e tratar como a gostosa linda que ela é. Voltamos a nos beijar em pé do lado da cama, dessa vez nos masturbando um ao outro. Depois peguei ela pela bunda e puxei pro meu corpo, o contato dos peitos dela com meu peito, dos dois paus e o beijo constante me deu uma sensação elétrica maravilhosa. Depois disso, assim coladinhos, ela me empurrou na cama, caí quase sentado. Ela se ajoelhou no chão pra me chupar, rapidamente comecei a lutar pra não gozar tudo, porque ela era foda. Às vezes metia garganta fundo e acelerava no boquete, ou parava pra me masturbar um pouco, mas às vezes parava, tirava da boca e, enquanto me olhava, beijava carinhosamente o tronco, a cabeça ou a pontinha, realmente lindo. Agüentei uns 10 minutos, e parei porque não dava pra não comer ela, não podia acabar a parada rápido. — Hora de te comer, linda. Sobe na cama. Falei e ela obedeceu.vadiaEssa foi mais ou menos a imagem que ela me deu de presente, mas sem a tanga. Tava morrendo de vontade de chupar a bunda dela, lamber tudo, enfiar minha cara ali, mas não tive coragem. Ela passou lubrificante pra mim e falou: -Vai me comer muito, gostoso? -Uff, querida, pra caralho. Respondi. Comecei com o ritual de fazer ela implorar pra eu meter a pica, adoro fazer isso, pedir pra eu enfiar e de quebra dá uma segurada pra não gozar na hora depois de um boquete daqueles. Beijei, mordi e bati na bunda dela. Abracei ela por trás, segurando os peitos dela e encostando minha pica na racha, enquanto a gente se beijava. Depois passei lubrificante no cuzinho dela e comecei a dedar com um dedo, depois com dois. Ela parecia adorar tudo que eu tava fazendo e não pedia pela pica, então fui eu que não aguentei mais. Passei mais lubrificante, um pouco mais na bunda dela, coloquei a camisinha e comecei a bater com a cabeça na entrada. Minha pica tava roxa de tesão, devagar fui enfiando a cabeça, custou um pouco pra entrar, deixei ela lá um tempinho, um quarto da pica pra dentro, o resto pra fora, depois até a metade e depois até o fundo. Os gemidos dela foram aumentando aos poucos, muito sexy, mas sem falar nada sujo. Devo ter ficado uns 10 minutos comendo ela de quatro, variando velocidade e profundidade, dando uns tapas de vez em quando, segurando pelo cabelo ou pelos ombros até que não aguentei mais e gozei. Eu tava suando pra caralho depois da foda, então fui no banheiro me secar e mijar. Não sabia se a noite ia acabar ali ou se teria mais uma transa, tava em território desconhecido. Quando voltei, vi ela tomando uma cerveja sentada na cama e soube que tinha mais. Fumamos e logo a gente tava se pegando de novo. Minha pica respondeu rápido, já tava pronto pra segunda. Abracei ela e deitei de barriga pra cima na cama, queria fazer papai e mamãe. Coloquei outra camisinha e dessa vez sem muita enrolação enfiei. Aquela imagem dela recebendo, os peitos dela balançando, a boca gemendo, gritando, é uma dessas cenas que nunca vou esquecer. Ela adorou essa. pose. Como todo homem, acho, a segunda gozada é onde eu rendo mais e me propus a fazer ela aproveitar. Enquanto eu comia ela, sentia os peitos dela no meu peito, os ovos e o pau dela na minha barriga, comecei a beijar a boca dela, a beijar o pescoço e as orelhas. Também peguei no pau dela e bati uma punheta pra ela, adorei bater uma no mesmo ritmo que eu tava penetrando. Num momento, peguei as pernas dela atrás do joelho e comecei a meter bem forte e no fundo, enquanto ela batia uma. Aí ela disse: — Posso gozar, Sweetie? Sorri, adoro conseguir isso nas trans. — Claro, linda. Respondi. Acelerei a penetração e ela a punheta. Ela começou a se mexer e gemer com um tom muito sexy, e a soltar todo o leite dela na barriga, um pouco chegou nos peitos e um pouco na cama. Que imagem linda, por favor, eu não podia acreditar que com a condição dela ela conseguia soltar tanta porra, mas dava pra ver que ela não gozava sempre e depois me confessou que raramente gozava com os clientes. Juntei todo o leite que pude com uma mão e passei no meu pau todo e voltei a comer ela. Fiquei mais um tempinho macetando ela, trocamos de posição umas duas vezes e eu gozei de novo. Aí ficamos nos amassos e conversando na cama, daí a pouco eu tava pronto pra mais uma rodada. — Mais um pouquinho? — Ela perguntou, eu respondi que sim. Ela virou de costas na cama, me oferecendo a raba. Amassei ela um pouco de novo e comecei a comer ela. Depois de um tempo nessa posição, levantamos da cama e ela apoiou as mãos no espelho grande que tinha, arreganhou a raba e comecei a comer ela. Nessa outra posição ficamos um bom tempo, lindo demais. Ela num momento me diz entre gemidos: — Que lindo você é, que pau!! Continua me comendo, Sweetie. — Esse pau te comeria todo dia, linda. Vai saber por que eu disse isso, mas ela exala essa vibe de namorada tão meiga e puta que dá vontade de falar essas besteiras. Continuei comendo ela mais um tempinho, mas sabia que não ia gozar de novo, ela me deixou seco, a desgraçada. Ela já tinha gozado, que era um dos meus objetivos, então não tinha muito mais o que fazer, pelo menos. Dessa vez. Paguei, nos despedimos entre beijos e promessas de voltar. Reincidi mais umas duas vezes com ela, sempre passando muito bem, até que uma vez ela pediu pra eu dormir lá, mas infelizmente não pude. Depois me mudei pra longe da capital e nunca mais fui vê-la. Escrevo esse relato pra relembrar uma experiência foda e minha entrada no mundo das escort transexual. Recomendação: cuidado com os que se apaixonam fácil, porque sem dúvida ela tem um nível de tratamento de namorada impressionante e pode confundir a cabeça.

3 comentários - Minha 1ª vez pagando por sexo com a trans Laly

Excelente relato, me va a servir cuando pueda estar con una chica trans , que es mi sueño!