Claro que naquela época eu não sabia, mas agora, com a vantagem da minha experiência e dos anos que passaram... eu tinha começado a foder minha vida. Naquele momento, eu nem pensava nisso. Só pensava na felicidade e na despreocupação que me fazia sentir estar naquela casa abandonada com o Mariano. A paz e a calma que os baseados e as drogas dele me traziam.
E claro, tudo que a gente transava.
Os dias foram passando, e depois as semanas começaram a passar, e eu continuava lá. Na casa abandonada com ele. E me sentia feliz. Relaxada. Eu carregava a falsa felicidade de estar ou chapada ou drogada todo santo dia, e de estar vivendo com um homem que me tratava bem e adorava me comer. Sim, eu. A gordinha, a que todo mundo parecia abusar ou ignorar. Me senti desejada e amada pela primeira vez na vida, como mulher, e não me importava nem um pouquinho que quem fazia isso era um vagabundo viciado que morava numa casa abandonada.
Não me importava porque Mariano era o meu vagabundo e aquela era a nossa casa. Era assim que eu sentia. Toda noite, quando a gente deitava nos dois colchões sujos que eram a nossa cama de casal, com minha cabeça rodando por causa dos comprimidos que eu tomava, Mariano me abraçava, me acariciava, olhava nos meus olhos e dizia que me amava. E eu, feito uma menina idiota, acreditava e me entregava completamente pra ele. Pro meu amor. Até que uma noite ele disse que queria que eu fosse a namorada dele e que a gente começasse a morar lá de vez, e eu quase chorei de tanta emoção que senti.
Claro que eu não via. Não via nada de como Mariano cuidava de me dar comprimidos e me deixar meio idiota o tempo todo. Não via como um viciado de 32 anos se aproveitava e usava sexualmente uma menina de 16, também o tempo todo. Pra mim, Mariano era meu namorado e eu era a namorada dele, e eu amava ele. Adorava como ele me comia, como me fazia sentir e como ele tinha me iniciado no sexo. Amava sentir o corpo magrinho dele dando amor no meu. E claro, adorava sentir quando ele gozava e me dava o Porra. Eu nem pensava nas doenças ou nas coisas que ele podia ter, nem sequer que eu podia muito bem engravidar dele. Esse era o problema, eu já não pensava. Já naqueles primeiros dias e semanas estava claro no meu coração que a única coisa que eu queria era ficar ali com ele e que os dias passassem. Que todos os dias se fundissem e virassem um só, nada mais que uma coleção de luzes de dia, sombras de noite, e um desfile de baseados, pílulas e sexo.
Logo comecei a acompanhar o Mariano quando ele saía pra fazer as coisas dele. Quando ia levar droga pra algum cliente e cobrar uma grana por isso. Saíamos pra pedir e mendigar pelas ruas e nos comércios. Ele não conseguia muita coisa, mas quando eu começava a pedir, tinha um pouco mais de sucesso, parecia que eu dava mais pena pra galera. Saíamos pra pedir qualquer coisa, o que as pessoas quisessem nos dar. Grana, comida, roupa, qualquer merda. Pedíamos no metrô, nos semáforos e nas praças. Pra mim, a vergonha de pedir pra gente desconhecida já tinha ido embora. Passávamos alguns dias fora de manhã e de tarde, voltando pra nossa casa com o que a gente tinha juntado, que sempre era alguma coisa. Um pouco de grana todo dia nos davam, também comida. Mas sempre voltávamos com algo. Ou era grana das vendas de droga do Mariano, ou o que a gente conseguia das pessoas. A gente se virava com o que podia receber.
O Mariano não dava a mínima bola pro lugar onde a gente morava, mas eu gostava de limpar e arrumar o máximo que podia com o que tinha, pra pelo menos deixar um pouco mais bonito e a gente ficar melhor. Conseguimos outro tambor grande pra juntar água da chuva e assim ter dois, já que a água era o mais precioso e sempre faltava. Também uma vez alguém nos deu uma caixa térmica de camping que a gente usava pra guardar a pouca comida que tinha ali.
Devagar, bem devagarinho, eu ia limpando o lugar e deixando mais confortável. O Mariano adorava o resultado, mas raramente movia um dedo pra me ajudar. Eu não tava nem aí, tava arrumando minha casa. Uma vez ele até ajudou, quando insisti pra caralho pra ele fazer alguma coisa com o mato que tava no quintal dos fundos e tava altíssimo. Meu medo era que começasse a encher de bicho. Mariano saiu e voltou três horas depois, com um par de tesouras de jardinagem que não sei de onde ele tirou. Com aquilo, trabalhando de boa nós dois por uns dias, deixamos o jardim muito mais bonito e pudemos começar a usar. Mariano tinha um tamborzinho pequeno que usava como churrasqueira e, claro, era muito melhor usar no jardim do que dentro de casa.
Eu já, entre a quantidade de droga que tava usando todo dia e minha própria falta de interesse em saber, nem sabia mais quanto tempo tinha passado e há quanto tempo eu tava ali. Tinha certeza de que foram uns poucos meses, mas não saberia dizer quantos. Já tava começando a esfriar mais e a chover mais, então com certeza já tinham passado meses.
Por essa época, aconteceu uma coisa que bagunçou nossa vida de casal em casa, pra chamar a situação desse jeito, e aí comecei finalmente a perceber que meu relacionamento com Mariano não era esse mar de rosas que eu imaginava. Comecei a ver os comportamentos de merda que ele tinha.
Tudo começou numa noite que voltamos pra casa, como qualquer outra noite, depois de ter passado o dia todo fora. A gente tinha voltado com umas sacolas de comida e outras coisas que nos deram quando chegamos em casa, e ao chegar na sala, vimos que tinha um cara lá. Alguém tinha entrado e tava revirando nossas coisas.
Eu fiquei paralisada e com um pouco de medo ao ver ele. O cara era outro vagabundo, um sem-teto, mas me pareceu velho pra caralho. Devia ter uns setenta anos ou por aí, tinha o cabelo todo branco e uma barba também branca e meio comprida. Mariano foi quem chegou mais perto, entrando na sala e mandando o cara parar com aquilo e deixar de revirar as coisas. Eu tava morrendo de medo na entrada da sala. Meu primeiro pensamento foi que ia começar uma briga ali. Mesmo, mas não. Eles começaram a bater um papo, a boa vibe natural que o Mariano tinha meio que acalmou a situação na hora. Entrei na sala devagar e comecei a tirar as coisas das sacolas enquanto deixava eles conversarem.
Os dois sentaram pra conversar ali na sala. O velho disse que se chamava Juan e que tinha entrado ali procurando um lugar pra dormir, que não sabia que já tinha gente morando. Bateram um papo por um tempo e, quando terminei minhas coisas, entrei na conversa, sentando do lado do Mariano. Ele finalmente disse pro velho que tava tudo bem, que ele podia ficar, e o velho agradeceu. Mas eu falei que ali na nossa sala não, que a gente dormia ali e que ele dormisse em algum dos outros cômodos. Juan disse que não tinha problema e agradeceu. Compartilhamos um pouco da nossa comida pra jantar, ficamos conversando, tomei um comprimido como sempre fazia depois de jantar e, com um certo alívio, vi ele se despedir e ir pra outra parte da casa. Claro que percebi como o velho me olhava enquanto jantávamos e conversávamos.
Tenho certeza absoluta que naquela noite o velho deve ter ouvido eu e o Mariano transando nos nossos colchões, porque no dia seguinte, quando acordamos, ele não só não tirava os olhos de mim como também ficava puxando assunto o tempo todo, colado em mim enquanto eu fazia minhas coisas. Não me tocou nem nada, mas ficava enchendo o saco com conversa e quase me despindo com o olhar. O Mariano tava na dele, como sempre, e nem percebeu.
Ao meio-dia, depois do almoço, o Mariano me disse que ia vender uns comprimidos pra um cliente e que voltava à tarde, mas pediu pra eu ficar pra ter alguém em casa e o Juan não roubar nada. Eu falei que tava de boa, que não demorasse muito. Tomei um comprimido dos leves pra relaxar e fui lavar umas roupas no jardim. Dois minutos depois que o Mariano saiu de casa, o velho já tava do meu lado, me olhando lavar a roupa e puxando assunto. enquanto comia uma maçã.
“Quer que eu te ajude com alguma coisa?”, ele me perguntou.
“Não, Juan, obrigada… é só um pouco de roupa, nada mais”
Ele ficou me olhando por um momento e de repente sorriu, “Parece que vocês se divertiram ontem à noite, hein?”
“Hã?”, perguntei, “Ontem à noite o quê?”
“Você e seu namorado”, ele riu, “Eu queria dormir e não conseguia”
“Ah… bom, é, pode ser… a gente nem percebeu o barulho, sempre estamos sozinhos aqui”, falei.
“Não tô falando do barulho, gostosa”, ele sorriu, “A verdade é que me deixou com muito tesão ouvir vocês”
Eu olhei pra ele, “Bom, Juan, desculpa… é a nossa casa”
“É, eu sei, tudo bem…”, ele disse e me olhou por um instante. Andou uns passos e ficou atrás de mim, acariciando meus ombros. Eu fiquei meio dura na hora, sem saber bem o que fazer, “Seu namorado eu ouvi gozar bem gostoso, mas você não… será?”
“Não sei, Juan… não acho que seja assunto de conversa, né?”, falei enquanto voltava a esfregar a roupa na minha frente. Ele não soltou meus ombros, continuou acariciando e massageando devagar.
“O que foi, seu namorado tem pinto pequeno?”, ele riu baixinho.
Eu suspirei, “Ah, não sei, Juan. Sei lá. Normal. Olha a pergunta que você faz.”
O velho aproximou o rosto do meu ouvido e falou baixinho, a barba fazendo cócegas no meu pescoço, “Quer ver uma pica de verdade?”, ele perguntou e as mãos dele deslizaram até meus peitos, apalpando por cima da blusinha que eu tava usando.
Eu tentei me soltar um pouco, mas o velho apertou mais forte e me puxou contra ele, “Juan… para com isso, você tá me tocando…”
“E o que você quer, gostosa… sabe como você me deixa com tesão?”, ele sorriu e começou a dar beijinhos no meu pescoço enquanto continuava apertando meus peitos, “Desde ontem à noite que te vi, tô morrendo de vontade. Ainda mais ouvir seu namorado te comendo… uff…”
“Juan, chega… o Mariano vai voltar, para com isso, por favor…”, falei baixinho. Entre o apalpamento do velho e o remédio que eu tinha tomado um tempo atrás, já tava me sentindo com a cabeça bem leve.
O velho riu, “Voltar o quê, se ele acabou de sair… vai, não seja Mala… olha esses peitos lindos que você tem. Vai, chupa meu pau um pouquinho… sabe quanto tempo que não me atende uma gostosa igual você?
“Não, Juan…”, eu protestei.
O velho me apertou mais forte e encostou a rola na minha bunda, me fazendo sentir bem com as esfregadas, “Vai, putinha linda… sei que você adora chupar pica… e essa aqui você vai gostar, vai ver…”
Eu não falei nada. Já tava ficando com muito tesão ouvindo o velho tão perto do meu ouvido, e do jeito que ele apertava meus peitos e encostava em mim, tava me dando água na boca. Nem pensei no Mariano naquele momento, só pensava que tava sendo desejada por outro homem. Quando viu que eu não falava nada, Juan me levou uns passos até uma das espreguiçadeiras velhas que tinha no jardim e, enquanto tirava a camisa, me mandou mostrar meus peitos. Eu abri minha blusinha e mostrei, deixando eles pendurados no sol na frente dele. Ele sorriu e começou a apertar de novo.
“Olha que peitão lindo que você tem… quero comer eles…”, ele riu enquanto me tocava.
Deixei ele aproveitar um tempo com as mãos, porque era muito gostoso, mas depois de um tempo me ajoelhei na frente dele e ele abaixou o zíper da calça, me deixando ver o pau que já tava bem duro. O velho não tinha mentido, o pau dele era grosso e grande, muito maior que o do Mariano. Eu, já com a cabeça cheia do comprimido e de tesão, comecei a lamber e chupar. Não acreditava que tava fazendo aquilo com um velho daquela idade, mas a verdade é que adorava ter outra pica de outro homem que me desejava na minha boca. E ainda por cima uma tão bonita assim.
“Uffff… siiiim… que putinha linda você é… que gostosa…”, eu ouvi ele falar e gemer enquanto eu chupava. Sentir que na minha boca, graças à minha língua e meus lábios, ele ficava ainda mais duro, me dava ainda mais tesão.
“Siiii… chupa bem, gatinha. Aproveita uma pica de verdade”, ele riu e eu senti ele me puxar pelo cabelo, me segurando ali e empurrando com o quadril, me fazendo engolir um pouco mais da pica dele, “Seu namorado tem uma desse tamanho igual a minha?”, ele perguntou. Eu, sem tirar a pica da boca, olhei pra ele de baixo e balancei a cabeça devagar, o velho sorriu, “…toda sua, vagabunda. Chupa bem.”
Ter uma pica daquela na boca parecia incrível. Não acreditava que na idade dele conseguia ficar daquele jeito. Tão grossa, tão dura, tão linda na minha boca. Pensei como devia ser sentir ela dentro de mim… Chupei ela assim por um bom tempo, que nós dois aproveitamos muito, até que senti ele se abaixar, me pegar pelos ombros e me deitar na espreguiçadeira. Eu tirei a blusinha que estava pendurada e fiquei deitada ali, com os peitos de fora. A cabeça rodava de intoxicação e prazer. Consegui falar, “Juan… não me fode… Por favor, assim não…”
O velho sorriu e tirou a calça, montando em cima do meu peito, “Não se preocupa, bebê… vou foder só seus peitos mesmo…”
Eu sorri de leve pra ele e ajudei. Quando ele colocou a pica dura entre meus peitos, eu os segurei e apertei suavemente pelos lados, mas como meus peitos eram tão grandes e macios, acabei envolvendo a pica dele toda, por completo. O velho adorou ver e sentir aquilo, ver e sentir como os peitões enormes daquela menininha tão nova envolviam toda a pica velha dele e davam tanto prazer. Ele começou a foder meus peitos com força, algo que Mariano nunca tinha feito comigo, não sei por quê, e a sensação foi muito prazerosa pra mim também.
Juan não durou muito. Depois da chupada de pau que eu tinha dado nele e da sensação de estar envolto pelos meus peitões enormes, o velho começou a gemer forte e tirou fora, batendo uma rapidinho. Fechei os olhos de prazer e ansiedade, e logo ouvi ele gemer fundo e senti os jorros quentes de porra dele caindo no meu queixo, no pescoço e, claro, nos meus peitos que estavam esperando. Que prazer gostoso que senti naquele momento, ajudada pelo comprimido. Que lindo era se sentir desejada e amada assim por outro homem, com meus peitos e minha pele molhados de sêmen dele.
Juan se recuperou um pouco e nós dois nos limpamos. Enquanto nos vestíamos, ele me deu uns tapinhas e acariciou um pouco minha bunda, me disse: "Bebita... você é gostosa..."
Eu sorri pra ele, "... obrigada, Juan..."
"Gostou do meu pau?", ele sorriu.
"Sim, óbvio...", falei.
"Bom... fica tranquila que o resto do dia não vou te encher o saco. Nem você nem seu namorado quando voltar", ele disse com um sorriso safado, "Mas à noite quero que você venha lá onde eu durmo. Aí vou te comer de verdade."
"Não posso... eu com o Mariano...", falei, mas ele me interrompeu.
"Bom, não sei, mocinha. Se você quer, já sabe onde vou estar à noite, né?", ele sorriu, "Do seu namorado você cuida se quiser."
"Juan, não sei... sério...", respondi. Ele só sorriu.
"Vai, putinha linda... dá pra ver nos seus olhos que você morre de vontade de sentir como um homem de verdade te fode...", ele disse, e uma onda de tesão subiu dentro de mim que não sei como disfarcei, "Vou estar te esperando, hein?", ele riu.
Não vou negar que a ideia me tentava e me dava muito tesão, mas por outro lado eu não queria problemas com o Mariano se ele descobrisse. Imaginava que ele ia ficar bravo e me expulsar de casa ou algo pior. Quando o Mariano voltou, fiquei o dia inteiro grudada nele, só por precaução, caso o velho quisesse tentar algo comigo de novo. À noite, jantamos os três na nossa sala, conversamos um pouco e, quando o velho se levantou e foi pro outro cômodo onde ele dormia, me deu uma olhadinha cúmplice e um sorrisinho, sem dizer nada.
Por sorte, consegui me segurar e fui dormir com o Mariano, como toda noite. Não fui ver o velho, e ele não veio me procurar. No dia seguinte, o Juan me olhava com um tesão incrível nos olhos. Não sei se ele achou que eu estava me fazendo de difícil ou o quê. A verdade é que, por dentro, eu sentia muito claramente que o velho me dava muito tesão. Não conseguia parar de pensar e lembrar do pau que ele tinha e imaginar como devia ser gostoso sentir ele todo dentro de mim. Por precaução, naquele dia também fiquei grudada no Mariano o tempo todo. tempo e, por sorte, ele não precisou sair pra nada durante o dia. O que eu vi ao longo do dia foi que, às vezes, quando eu ia pro jardim pegar alguma coisa, via os dois cochichando baixinho entre si, e aquilo me deu uma suspeita, porque aconteceu várias vezes.
Naquela noite, depois de jantarmos os três na sala, uns patys que o Mariano fez na churrasqueirinha do jardim, a gente ficou conversando depois de comer. Eu falei pro Mariano que tava um pouco cansada, que queria ir dormir, e pedi pra ele me dar um comprimido, como todas as noites. Na hora eu não entendi, mas o filho da puta do Mariano me deu dois comprimidos e falou pra eu tomar, pra me ajudar a dormir melhor. Quando ele viu que eu já tinha engolido, deu um sorrisinho e disse que ia sair pra comprar uma cerveja ou algo pra beber, me deixando sozinha com o Juan. Era isso que eles tinham ficado tramando durante o dia, com certeza. Eu reclamei, mas ele disse que voltava logo, que ia só no bar.
O velho, outro filho da puta, esperou um pouco até ver que os comprimidos tavam começando a fazer efeito em mim e se jogou em cima de mim, querendo me beijar e me apalpar. No começo, consegui tirar ele de cima, mas a cabeça já tava rodando muito rápido e eu comecei a sentir de novo aquela paz que a droga me dava. Quanto mais enxerido e tarado o Juan ficava, menos vontade eu tinha de brigar ou resistir.
No fim, o Juan falou na cara dura pra eu tirar a roupa e deitar no colchão. Eu fiz exatamente o que ele mandou, enquanto o velho também se despia.
"Porque você me deixou todo excitado ontem à noite, sua putinha...", ele sorria me olhando enquanto eu me despia. Eu fiquei completamente nua em cima do colchão, e ele tinha parado na minha frente, me encarando e massageando o pau grande e duro que já tava de pé. Eu já tava com dificuldade de focar nele, a cabeça rodava e rodava sem parar. "Mostra essa bucetinha doce que você tem, mostra pro papai, linda..."
Eu abri bem as pernas. Pra ele, deixando que ele me olhe a buceta. Já quase não me importava mais nada. Tava com o olhar perdido e a cabeça já quase em outro lugar, morta de tesão por sentir ele. Com meus dedos, eu abri meus lábios vaginais e via ele sorrindo e se masturbando devagarzinho, os olhos dele bebendo meu corpo pelado jogado na frente dele, oferecido e entregue.
“Uff… como vou encher esse corpinho de porra, meu amor”, ele me disse, “Como você me deixa com tesão, putinha, sim… prepara o cu também, linda. Esse também vou arrebentar todinho…”, ele riu e deitou em cima de mim. Verdade seja dita, o corpo nu e a barba do velho me davam um pouco de agonia, mas o tesão que eu tava e o tanto de bala que eu já tinha tomado falaram mais alto e eu deixei. As coisas que ele me falava me deixavam com um tesão danado. Do jeito que eu tava, de pernas completamente abertas pra ele, ele se colocou por cima e com um certo esforço deslizou o pau grosso e duro dele na minha buceta, que já tava molhada e doida pra sentir. Nós dois soltamos um gemido lindo de prazer ao nos sentir.
Adorei a sensação daquele pau maior dentro de mim, abrindo minha xereca com tanta doçura e força ao mesmo tempo. Comecei a gemer mais alto enquanto Juan me segurou pelos ombros e começou a meter, forte e fundo. Ele me comia muito mais forte que o Mariano e eu adorava, apesar da sensação estranha de tê-lo tão perto. As bolas dele pendiam pra caralho, por causa da idade, e a cada estocada eu sentia elas batendo na minha bunda e no meu cu, o que me deixava ainda mais com tesão. Parte de mim não acreditava que um cara velho da idade dele ainda conseguia manter o pau tão duro, mas parecia que era verdade que eu deixava ele muito excitado. Ele me comeu duro e fundo, me dando muito prazer ao sentir aquele pau me preenchendo até o talo. Enquanto me comia, o velho chupava meus peitos, meu pescoço, minha cara e às vezes até enfiava a língua na minha boca. Eu respondia tudo com muito prazer. Quando ele percebeu que eu já tava quase completamente fora de mim por causa dos comprimidos e de todo o prazer, senti o pau dele endurecer ainda mais dentro de mim e ele começou a me comer mais rápido e forte, metendo com força até as bolas e me fazendo vibrar de tesão. As estocadas dele faziam meus peitos balançarem, sacudindo um e outro sem parar no meu peito.
“Aaahhh… ahhhh siiiim, putinha, como você gosta… aaahh… que” Tá molhadinha... como você gosta do meu pau, meu amor...", ele dizia entre gemidos e suspiros.
"Mmmhh... mmm sim... ai sim...", eu me ouvia responder.
"Como vou... encher você de porra, vagabunda... mmmhh... sssiii... que buceta linda você tem..."
Eu me contorcia de prazer debaixo dele, minha cabeça já praticamente flutuando. Senti os primeiros sinais do meu orgasmo e comecei a gemer mais alto: "Aaaaahh... mmmmh... sssi..."
Fodemos assim por mais um tempinho até que o Juan não aguentou mais e, gemendo fundo, começou a gozar dentro de mim com várias estocadas até o fundo da minha buceta. Ele metia até o máximo que aquele pau lindo alcançava, deixando o esperma quente bem dentro de mim a cada pulsação gostosa que eu sentia dele lá dentro. Eu também não consegui evitar e comecei a gozar com ele, sentindo a sensação incrível de um homem me enchendo tanto.
"Siim... siim, filha da puta, toma toda a porra... aaaahhh... ufff... vou encher sua barriguinha de neném... meu amor... como você é boa, vagabunda gostosa... aaaaahhhh!!!!", o Juan dizia enquanto me apertava forte. Ele deu uma última estocada que me fez ver estrelas de prazer e ficou ali, enterrado fundo em mim enquanto se esvaziava. Até aquele momento, só tinha fodido com o Mariano, e não tinha comparação com o velho. Nunca antes tinha sentido um pau tão grande que me preenchesse tanto.
Eu só estava terminando de gozar docemente, virei a cabeça para o lado enquanto gemia e abri os olhos. Enquanto o velho deixava os últimos jatos de porra na minha buceta, vi o Mariano parado, encostado na parede da sala, se masturbando furiosamente e olhando o velho me foder. Então era esse o acordo. Não sei o que o Juan deu pro Mariano ou com o que pagou ele, mas ali estava "meu namorado", vendo e curtindo aquele velho mendigo nojento me usar e encher minha barriga com a porra dele. Ficamos nos olhando por um momento, enquanto eu também aproveitava aquela porra toda. Últimos espasmos do meu corpo no orgasmo dele, mas não falamos nada. Só nos olhamos assim, enquanto tudo girava ao meu redor, meu cérebro intoxicado de droga e prazer.
O velho se deitou do meu lado e ficou acariciando meu corpo enquanto se recuperava, sussurrando coisas no meu ouvido que eu nem lembro. Nunca mais vi ele, mas tinha certeza que o Mariano tinha ficado ali, em algum canto da sala, olhando. Depois de um tempo assim, antes que a droga me dominasse e me deixasse praticamente nocauteada, eu senti o velho me mexer e me colocar de quatro, me apoiando no colchão com os cotovelos e joelhos, e senti a dor misturada com prazer da vara dele, lubrificada, abrindo com força meu cu e entrando até o fundo ali também. A última coisa que lembro daquela noite é a sensação das mãos do Juan segurando firme minha cintura e a força das estocadas dele, me comendo pelo cu forte e fundo, enquanto os gemidos de prazer dos dois ecoavam pelas paredes da sala. Foi a última coisa, porque finalmente apaguei, dominada pela droga. Nem sei o que mais o Juan fez comigo e nem sei se o Mariano se juntou a ele depois pra me comer também.
Quando perguntei no dia seguinte, o Mariano se fez de besta e disse que não teve nenhum acordo com o velho. Que ele tinha ido comprar cerveja e quando voltou nos encontrou transando, a cena o excitou e ele ficou olhando. Disse que depois que o velho terminou comigo, foi pro quarto dele dormir e ele se deitou do meu lado pra dormir também. Eu acreditava muito pouco em tudo aquilo e sempre fiquei com a suspeita de que eles tinham feito algum acordo. Ele começou a me encher com o papo de paz e amor, de amor livre, que se eu quisesse transar com outro estava tudo bem, claramente dando a entender que ele não tinha nada a ver com isso. Mas nunca conseguiu me explicar por que tinha me dado duas balas naquela noite, em vez de uma como sempre.
Durante as duas semanas que se seguiram àquela noite, os dois filhos da puta do Juan e do Mariano se Eles fizeram questão de que eu ficasse mais drogada do que o normal, tanto de dia quanto de noite, pra poderem abusar de mim quando quisessem, sem que eu oferecesse muita resistência. O Mariano já sabia que eu tinha virado completamente viciada nos comprimidos, e a única coisa que ele precisava fazer era me ameaçar que não ia me dar mais pra eu obedecer ele. Ele conhecia o medo e a ansiedade que eu já sentia de ficar sem me entupir de remédio, e se aproveitava disso pra me controlar.
Nessas duas semanas, o Mariano nem falava mais em me levar pra vender as coisas dele ou pedir esmola. Ele continuava insistindo que eu ficasse pra impedir o Juan de roubar alguma coisa. Então eu passava o dia na casa, e o Juan não roubava nada. O que o velho fazia, sim, era, de vez em quando durante o dia, quando a gente ficava sozinho, me comer gostoso ou me fazer chupar a rola dele e engolir todo o leite. Eu tinha virado de repente a puta do Juan durante o dia, e não vou negar que uma boa parte de mim gostava do jeito que o Juan me comia e das coisas que ele falava. Uma parte de mim adorava ser usada daquele jeito por um cara tão velho.
E claro, no fim da tarde ou de noite, quando o Mariano voltava, o Juan se recolhia no canto dele e deixava a gente, os dois "namorados", pra fazer nossas coisas, que era basicamente fumar maconha, comer alguma coisa, mandar um comprimido pra dentro e trepar no nosso colchão. De dia eu era a puta do velho, e de noite a namorada do Mariano. É, sim, com o Mariano eu era a "namorada" dele, ainda sentia isso, mas não percebia na hora o quanto os dois estavam me usando mal e como estavam destruindo minha vida.
Tenho que confessar, com bastante vergonha, que às vezes eu acordava de noite pra ir no banheiro ou por qualquer motivo, e, na maior safadeza, sem o Mariano acordar, eu ia sozinha pro outro cômodo onde o velho dormia e me enfiava no colchão com ele. Às vezes ele acordava quando sentia eu do lado, outras vezes eu acordava ele chupando a rola dele. Amorosamente debaixo do cobertor. Ele ria e me deixava fazer o que eu queria, me acariciando. A gente se cobria os dois completamente debaixo do cobertor dele, se beijava por um tempão e transava bem baixinho, sem fazer barulho pra não acordar o Mariano. Juan ficava encantado que eu fosse tão puta com ele e que procurasse ele até de noite.
E ele tinha razão. A pica do Juan me encantava. Apesar da idade avançada, era maior que a do Mariano e mais dura. Eu gostava demais e não conseguia resistir à tentação de sentir e aproveitar os orgasmos que aquela pica grande e velha me dava. Também me excitava muito as coisas que o velho falava no meu ouvido enquanto me usava. Quando a gente terminava, satisfeitos os dois, ficava se beijando e se tocando por mais um tempão e finalmente eu voltava sem fazer barulho pra sala, deitando de novo com o Mariano, com o esperma do velho ainda no meu cu ou na minha buceta. Mariano continuava dormindo e nunca sacou nada.
Juan ficou com a gente só duas semanas, por sorte. Uma tarde eu tava no jardim e ouvi eles terem uma discussão muito pesada, com muitos xingamentos no meio. Vi que o Juan pegou as poucas coisas dele como um furacão e saiu de casa. Nunca mais vi ele. Quando perguntei pro Mariano, ele me disse que o Juan tinha falado que queria uma parte do dinheiro que o Mariano ganhava com a venda de droga e que se não desse, ia matar ele e ficar comigo. Eles brigaram um pouco até que o Mariano, segundo ele, conseguiu encher o velho de porrada e o outro foi embora puto da vida com as coisas dele.
Eu tava tão, mas tão trouxa naquela época que a única coisa que senti foi mais paixão pelo Mariano por como ele tinha brigado pra me defender. Cada dia tava mais apaixonada por aquele filho da puta.
Queria poder dizer que aquela época que o Juan ficou em casa com a gente foi quando finalmente cheguei no fundo do poço e reagi, mas infelizmente não foi assim e o pior ainda tava por vir.
E claro, tudo que a gente transava.
Os dias foram passando, e depois as semanas começaram a passar, e eu continuava lá. Na casa abandonada com ele. E me sentia feliz. Relaxada. Eu carregava a falsa felicidade de estar ou chapada ou drogada todo santo dia, e de estar vivendo com um homem que me tratava bem e adorava me comer. Sim, eu. A gordinha, a que todo mundo parecia abusar ou ignorar. Me senti desejada e amada pela primeira vez na vida, como mulher, e não me importava nem um pouquinho que quem fazia isso era um vagabundo viciado que morava numa casa abandonada.
Não me importava porque Mariano era o meu vagabundo e aquela era a nossa casa. Era assim que eu sentia. Toda noite, quando a gente deitava nos dois colchões sujos que eram a nossa cama de casal, com minha cabeça rodando por causa dos comprimidos que eu tomava, Mariano me abraçava, me acariciava, olhava nos meus olhos e dizia que me amava. E eu, feito uma menina idiota, acreditava e me entregava completamente pra ele. Pro meu amor. Até que uma noite ele disse que queria que eu fosse a namorada dele e que a gente começasse a morar lá de vez, e eu quase chorei de tanta emoção que senti.
Claro que eu não via. Não via nada de como Mariano cuidava de me dar comprimidos e me deixar meio idiota o tempo todo. Não via como um viciado de 32 anos se aproveitava e usava sexualmente uma menina de 16, também o tempo todo. Pra mim, Mariano era meu namorado e eu era a namorada dele, e eu amava ele. Adorava como ele me comia, como me fazia sentir e como ele tinha me iniciado no sexo. Amava sentir o corpo magrinho dele dando amor no meu. E claro, adorava sentir quando ele gozava e me dava o Porra. Eu nem pensava nas doenças ou nas coisas que ele podia ter, nem sequer que eu podia muito bem engravidar dele. Esse era o problema, eu já não pensava. Já naqueles primeiros dias e semanas estava claro no meu coração que a única coisa que eu queria era ficar ali com ele e que os dias passassem. Que todos os dias se fundissem e virassem um só, nada mais que uma coleção de luzes de dia, sombras de noite, e um desfile de baseados, pílulas e sexo.
Logo comecei a acompanhar o Mariano quando ele saía pra fazer as coisas dele. Quando ia levar droga pra algum cliente e cobrar uma grana por isso. Saíamos pra pedir e mendigar pelas ruas e nos comércios. Ele não conseguia muita coisa, mas quando eu começava a pedir, tinha um pouco mais de sucesso, parecia que eu dava mais pena pra galera. Saíamos pra pedir qualquer coisa, o que as pessoas quisessem nos dar. Grana, comida, roupa, qualquer merda. Pedíamos no metrô, nos semáforos e nas praças. Pra mim, a vergonha de pedir pra gente desconhecida já tinha ido embora. Passávamos alguns dias fora de manhã e de tarde, voltando pra nossa casa com o que a gente tinha juntado, que sempre era alguma coisa. Um pouco de grana todo dia nos davam, também comida. Mas sempre voltávamos com algo. Ou era grana das vendas de droga do Mariano, ou o que a gente conseguia das pessoas. A gente se virava com o que podia receber.
O Mariano não dava a mínima bola pro lugar onde a gente morava, mas eu gostava de limpar e arrumar o máximo que podia com o que tinha, pra pelo menos deixar um pouco mais bonito e a gente ficar melhor. Conseguimos outro tambor grande pra juntar água da chuva e assim ter dois, já que a água era o mais precioso e sempre faltava. Também uma vez alguém nos deu uma caixa térmica de camping que a gente usava pra guardar a pouca comida que tinha ali.
Devagar, bem devagarinho, eu ia limpando o lugar e deixando mais confortável. O Mariano adorava o resultado, mas raramente movia um dedo pra me ajudar. Eu não tava nem aí, tava arrumando minha casa. Uma vez ele até ajudou, quando insisti pra caralho pra ele fazer alguma coisa com o mato que tava no quintal dos fundos e tava altíssimo. Meu medo era que começasse a encher de bicho. Mariano saiu e voltou três horas depois, com um par de tesouras de jardinagem que não sei de onde ele tirou. Com aquilo, trabalhando de boa nós dois por uns dias, deixamos o jardim muito mais bonito e pudemos começar a usar. Mariano tinha um tamborzinho pequeno que usava como churrasqueira e, claro, era muito melhor usar no jardim do que dentro de casa.
Eu já, entre a quantidade de droga que tava usando todo dia e minha própria falta de interesse em saber, nem sabia mais quanto tempo tinha passado e há quanto tempo eu tava ali. Tinha certeza de que foram uns poucos meses, mas não saberia dizer quantos. Já tava começando a esfriar mais e a chover mais, então com certeza já tinham passado meses.
Por essa época, aconteceu uma coisa que bagunçou nossa vida de casal em casa, pra chamar a situação desse jeito, e aí comecei finalmente a perceber que meu relacionamento com Mariano não era esse mar de rosas que eu imaginava. Comecei a ver os comportamentos de merda que ele tinha.
Tudo começou numa noite que voltamos pra casa, como qualquer outra noite, depois de ter passado o dia todo fora. A gente tinha voltado com umas sacolas de comida e outras coisas que nos deram quando chegamos em casa, e ao chegar na sala, vimos que tinha um cara lá. Alguém tinha entrado e tava revirando nossas coisas.
Eu fiquei paralisada e com um pouco de medo ao ver ele. O cara era outro vagabundo, um sem-teto, mas me pareceu velho pra caralho. Devia ter uns setenta anos ou por aí, tinha o cabelo todo branco e uma barba também branca e meio comprida. Mariano foi quem chegou mais perto, entrando na sala e mandando o cara parar com aquilo e deixar de revirar as coisas. Eu tava morrendo de medo na entrada da sala. Meu primeiro pensamento foi que ia começar uma briga ali. Mesmo, mas não. Eles começaram a bater um papo, a boa vibe natural que o Mariano tinha meio que acalmou a situação na hora. Entrei na sala devagar e comecei a tirar as coisas das sacolas enquanto deixava eles conversarem.
Os dois sentaram pra conversar ali na sala. O velho disse que se chamava Juan e que tinha entrado ali procurando um lugar pra dormir, que não sabia que já tinha gente morando. Bateram um papo por um tempo e, quando terminei minhas coisas, entrei na conversa, sentando do lado do Mariano. Ele finalmente disse pro velho que tava tudo bem, que ele podia ficar, e o velho agradeceu. Mas eu falei que ali na nossa sala não, que a gente dormia ali e que ele dormisse em algum dos outros cômodos. Juan disse que não tinha problema e agradeceu. Compartilhamos um pouco da nossa comida pra jantar, ficamos conversando, tomei um comprimido como sempre fazia depois de jantar e, com um certo alívio, vi ele se despedir e ir pra outra parte da casa. Claro que percebi como o velho me olhava enquanto jantávamos e conversávamos.
Tenho certeza absoluta que naquela noite o velho deve ter ouvido eu e o Mariano transando nos nossos colchões, porque no dia seguinte, quando acordamos, ele não só não tirava os olhos de mim como também ficava puxando assunto o tempo todo, colado em mim enquanto eu fazia minhas coisas. Não me tocou nem nada, mas ficava enchendo o saco com conversa e quase me despindo com o olhar. O Mariano tava na dele, como sempre, e nem percebeu.
Ao meio-dia, depois do almoço, o Mariano me disse que ia vender uns comprimidos pra um cliente e que voltava à tarde, mas pediu pra eu ficar pra ter alguém em casa e o Juan não roubar nada. Eu falei que tava de boa, que não demorasse muito. Tomei um comprimido dos leves pra relaxar e fui lavar umas roupas no jardim. Dois minutos depois que o Mariano saiu de casa, o velho já tava do meu lado, me olhando lavar a roupa e puxando assunto. enquanto comia uma maçã.
“Quer que eu te ajude com alguma coisa?”, ele me perguntou.
“Não, Juan, obrigada… é só um pouco de roupa, nada mais”
Ele ficou me olhando por um momento e de repente sorriu, “Parece que vocês se divertiram ontem à noite, hein?”
“Hã?”, perguntei, “Ontem à noite o quê?”
“Você e seu namorado”, ele riu, “Eu queria dormir e não conseguia”
“Ah… bom, é, pode ser… a gente nem percebeu o barulho, sempre estamos sozinhos aqui”, falei.
“Não tô falando do barulho, gostosa”, ele sorriu, “A verdade é que me deixou com muito tesão ouvir vocês”
Eu olhei pra ele, “Bom, Juan, desculpa… é a nossa casa”
“É, eu sei, tudo bem…”, ele disse e me olhou por um instante. Andou uns passos e ficou atrás de mim, acariciando meus ombros. Eu fiquei meio dura na hora, sem saber bem o que fazer, “Seu namorado eu ouvi gozar bem gostoso, mas você não… será?”
“Não sei, Juan… não acho que seja assunto de conversa, né?”, falei enquanto voltava a esfregar a roupa na minha frente. Ele não soltou meus ombros, continuou acariciando e massageando devagar.
“O que foi, seu namorado tem pinto pequeno?”, ele riu baixinho.
Eu suspirei, “Ah, não sei, Juan. Sei lá. Normal. Olha a pergunta que você faz.”
O velho aproximou o rosto do meu ouvido e falou baixinho, a barba fazendo cócegas no meu pescoço, “Quer ver uma pica de verdade?”, ele perguntou e as mãos dele deslizaram até meus peitos, apalpando por cima da blusinha que eu tava usando.
Eu tentei me soltar um pouco, mas o velho apertou mais forte e me puxou contra ele, “Juan… para com isso, você tá me tocando…”
“E o que você quer, gostosa… sabe como você me deixa com tesão?”, ele sorriu e começou a dar beijinhos no meu pescoço enquanto continuava apertando meus peitos, “Desde ontem à noite que te vi, tô morrendo de vontade. Ainda mais ouvir seu namorado te comendo… uff…”
“Juan, chega… o Mariano vai voltar, para com isso, por favor…”, falei baixinho. Entre o apalpamento do velho e o remédio que eu tinha tomado um tempo atrás, já tava me sentindo com a cabeça bem leve.
O velho riu, “Voltar o quê, se ele acabou de sair… vai, não seja Mala… olha esses peitos lindos que você tem. Vai, chupa meu pau um pouquinho… sabe quanto tempo que não me atende uma gostosa igual você?
“Não, Juan…”, eu protestei.
O velho me apertou mais forte e encostou a rola na minha bunda, me fazendo sentir bem com as esfregadas, “Vai, putinha linda… sei que você adora chupar pica… e essa aqui você vai gostar, vai ver…”
Eu não falei nada. Já tava ficando com muito tesão ouvindo o velho tão perto do meu ouvido, e do jeito que ele apertava meus peitos e encostava em mim, tava me dando água na boca. Nem pensei no Mariano naquele momento, só pensava que tava sendo desejada por outro homem. Quando viu que eu não falava nada, Juan me levou uns passos até uma das espreguiçadeiras velhas que tinha no jardim e, enquanto tirava a camisa, me mandou mostrar meus peitos. Eu abri minha blusinha e mostrei, deixando eles pendurados no sol na frente dele. Ele sorriu e começou a apertar de novo.
“Olha que peitão lindo que você tem… quero comer eles…”, ele riu enquanto me tocava.
Deixei ele aproveitar um tempo com as mãos, porque era muito gostoso, mas depois de um tempo me ajoelhei na frente dele e ele abaixou o zíper da calça, me deixando ver o pau que já tava bem duro. O velho não tinha mentido, o pau dele era grosso e grande, muito maior que o do Mariano. Eu, já com a cabeça cheia do comprimido e de tesão, comecei a lamber e chupar. Não acreditava que tava fazendo aquilo com um velho daquela idade, mas a verdade é que adorava ter outra pica de outro homem que me desejava na minha boca. E ainda por cima uma tão bonita assim.
“Uffff… siiiim… que putinha linda você é… que gostosa…”, eu ouvi ele falar e gemer enquanto eu chupava. Sentir que na minha boca, graças à minha língua e meus lábios, ele ficava ainda mais duro, me dava ainda mais tesão.
“Siiii… chupa bem, gatinha. Aproveita uma pica de verdade”, ele riu e eu senti ele me puxar pelo cabelo, me segurando ali e empurrando com o quadril, me fazendo engolir um pouco mais da pica dele, “Seu namorado tem uma desse tamanho igual a minha?”, ele perguntou. Eu, sem tirar a pica da boca, olhei pra ele de baixo e balancei a cabeça devagar, o velho sorriu, “…toda sua, vagabunda. Chupa bem.”Ter uma pica daquela na boca parecia incrível. Não acreditava que na idade dele conseguia ficar daquele jeito. Tão grossa, tão dura, tão linda na minha boca. Pensei como devia ser sentir ela dentro de mim… Chupei ela assim por um bom tempo, que nós dois aproveitamos muito, até que senti ele se abaixar, me pegar pelos ombros e me deitar na espreguiçadeira. Eu tirei a blusinha que estava pendurada e fiquei deitada ali, com os peitos de fora. A cabeça rodava de intoxicação e prazer. Consegui falar, “Juan… não me fode… Por favor, assim não…”
O velho sorriu e tirou a calça, montando em cima do meu peito, “Não se preocupa, bebê… vou foder só seus peitos mesmo…”
Eu sorri de leve pra ele e ajudei. Quando ele colocou a pica dura entre meus peitos, eu os segurei e apertei suavemente pelos lados, mas como meus peitos eram tão grandes e macios, acabei envolvendo a pica dele toda, por completo. O velho adorou ver e sentir aquilo, ver e sentir como os peitões enormes daquela menininha tão nova envolviam toda a pica velha dele e davam tanto prazer. Ele começou a foder meus peitos com força, algo que Mariano nunca tinha feito comigo, não sei por quê, e a sensação foi muito prazerosa pra mim também.
Juan não durou muito. Depois da chupada de pau que eu tinha dado nele e da sensação de estar envolto pelos meus peitões enormes, o velho começou a gemer forte e tirou fora, batendo uma rapidinho. Fechei os olhos de prazer e ansiedade, e logo ouvi ele gemer fundo e senti os jorros quentes de porra dele caindo no meu queixo, no pescoço e, claro, nos meus peitos que estavam esperando. Que prazer gostoso que senti naquele momento, ajudada pelo comprimido. Que lindo era se sentir desejada e amada assim por outro homem, com meus peitos e minha pele molhados de sêmen dele.
Juan se recuperou um pouco e nós dois nos limpamos. Enquanto nos vestíamos, ele me deu uns tapinhas e acariciou um pouco minha bunda, me disse: "Bebita... você é gostosa..."Eu sorri pra ele, "... obrigada, Juan..."
"Gostou do meu pau?", ele sorriu.
"Sim, óbvio...", falei.
"Bom... fica tranquila que o resto do dia não vou te encher o saco. Nem você nem seu namorado quando voltar", ele disse com um sorriso safado, "Mas à noite quero que você venha lá onde eu durmo. Aí vou te comer de verdade."
"Não posso... eu com o Mariano...", falei, mas ele me interrompeu.
"Bom, não sei, mocinha. Se você quer, já sabe onde vou estar à noite, né?", ele sorriu, "Do seu namorado você cuida se quiser."
"Juan, não sei... sério...", respondi. Ele só sorriu.
"Vai, putinha linda... dá pra ver nos seus olhos que você morre de vontade de sentir como um homem de verdade te fode...", ele disse, e uma onda de tesão subiu dentro de mim que não sei como disfarcei, "Vou estar te esperando, hein?", ele riu.
Não vou negar que a ideia me tentava e me dava muito tesão, mas por outro lado eu não queria problemas com o Mariano se ele descobrisse. Imaginava que ele ia ficar bravo e me expulsar de casa ou algo pior. Quando o Mariano voltou, fiquei o dia inteiro grudada nele, só por precaução, caso o velho quisesse tentar algo comigo de novo. À noite, jantamos os três na nossa sala, conversamos um pouco e, quando o velho se levantou e foi pro outro cômodo onde ele dormia, me deu uma olhadinha cúmplice e um sorrisinho, sem dizer nada.
Por sorte, consegui me segurar e fui dormir com o Mariano, como toda noite. Não fui ver o velho, e ele não veio me procurar. No dia seguinte, o Juan me olhava com um tesão incrível nos olhos. Não sei se ele achou que eu estava me fazendo de difícil ou o quê. A verdade é que, por dentro, eu sentia muito claramente que o velho me dava muito tesão. Não conseguia parar de pensar e lembrar do pau que ele tinha e imaginar como devia ser gostoso sentir ele todo dentro de mim. Por precaução, naquele dia também fiquei grudada no Mariano o tempo todo. tempo e, por sorte, ele não precisou sair pra nada durante o dia. O que eu vi ao longo do dia foi que, às vezes, quando eu ia pro jardim pegar alguma coisa, via os dois cochichando baixinho entre si, e aquilo me deu uma suspeita, porque aconteceu várias vezes.
Naquela noite, depois de jantarmos os três na sala, uns patys que o Mariano fez na churrasqueirinha do jardim, a gente ficou conversando depois de comer. Eu falei pro Mariano que tava um pouco cansada, que queria ir dormir, e pedi pra ele me dar um comprimido, como todas as noites. Na hora eu não entendi, mas o filho da puta do Mariano me deu dois comprimidos e falou pra eu tomar, pra me ajudar a dormir melhor. Quando ele viu que eu já tinha engolido, deu um sorrisinho e disse que ia sair pra comprar uma cerveja ou algo pra beber, me deixando sozinha com o Juan. Era isso que eles tinham ficado tramando durante o dia, com certeza. Eu reclamei, mas ele disse que voltava logo, que ia só no bar.
O velho, outro filho da puta, esperou um pouco até ver que os comprimidos tavam começando a fazer efeito em mim e se jogou em cima de mim, querendo me beijar e me apalpar. No começo, consegui tirar ele de cima, mas a cabeça já tava rodando muito rápido e eu comecei a sentir de novo aquela paz que a droga me dava. Quanto mais enxerido e tarado o Juan ficava, menos vontade eu tinha de brigar ou resistir.
No fim, o Juan falou na cara dura pra eu tirar a roupa e deitar no colchão. Eu fiz exatamente o que ele mandou, enquanto o velho também se despia.
"Porque você me deixou todo excitado ontem à noite, sua putinha...", ele sorria me olhando enquanto eu me despia. Eu fiquei completamente nua em cima do colchão, e ele tinha parado na minha frente, me encarando e massageando o pau grande e duro que já tava de pé. Eu já tava com dificuldade de focar nele, a cabeça rodava e rodava sem parar. "Mostra essa bucetinha doce que você tem, mostra pro papai, linda..."
Eu abri bem as pernas. Pra ele, deixando que ele me olhe a buceta. Já quase não me importava mais nada. Tava com o olhar perdido e a cabeça já quase em outro lugar, morta de tesão por sentir ele. Com meus dedos, eu abri meus lábios vaginais e via ele sorrindo e se masturbando devagarzinho, os olhos dele bebendo meu corpo pelado jogado na frente dele, oferecido e entregue.
“Uff… como vou encher esse corpinho de porra, meu amor”, ele me disse, “Como você me deixa com tesão, putinha, sim… prepara o cu também, linda. Esse também vou arrebentar todinho…”, ele riu e deitou em cima de mim. Verdade seja dita, o corpo nu e a barba do velho me davam um pouco de agonia, mas o tesão que eu tava e o tanto de bala que eu já tinha tomado falaram mais alto e eu deixei. As coisas que ele me falava me deixavam com um tesão danado. Do jeito que eu tava, de pernas completamente abertas pra ele, ele se colocou por cima e com um certo esforço deslizou o pau grosso e duro dele na minha buceta, que já tava molhada e doida pra sentir. Nós dois soltamos um gemido lindo de prazer ao nos sentir.Adorei a sensação daquele pau maior dentro de mim, abrindo minha xereca com tanta doçura e força ao mesmo tempo. Comecei a gemer mais alto enquanto Juan me segurou pelos ombros e começou a meter, forte e fundo. Ele me comia muito mais forte que o Mariano e eu adorava, apesar da sensação estranha de tê-lo tão perto. As bolas dele pendiam pra caralho, por causa da idade, e a cada estocada eu sentia elas batendo na minha bunda e no meu cu, o que me deixava ainda mais com tesão. Parte de mim não acreditava que um cara velho da idade dele ainda conseguia manter o pau tão duro, mas parecia que era verdade que eu deixava ele muito excitado. Ele me comeu duro e fundo, me dando muito prazer ao sentir aquele pau me preenchendo até o talo. Enquanto me comia, o velho chupava meus peitos, meu pescoço, minha cara e às vezes até enfiava a língua na minha boca. Eu respondia tudo com muito prazer. Quando ele percebeu que eu já tava quase completamente fora de mim por causa dos comprimidos e de todo o prazer, senti o pau dele endurecer ainda mais dentro de mim e ele começou a me comer mais rápido e forte, metendo com força até as bolas e me fazendo vibrar de tesão. As estocadas dele faziam meus peitos balançarem, sacudindo um e outro sem parar no meu peito.
“Aaahhh… ahhhh siiiim, putinha, como você gosta… aaahh… que” Tá molhadinha... como você gosta do meu pau, meu amor...", ele dizia entre gemidos e suspiros.
"Mmmhh... mmm sim... ai sim...", eu me ouvia responder.
"Como vou... encher você de porra, vagabunda... mmmhh... sssiii... que buceta linda você tem..."
Eu me contorcia de prazer debaixo dele, minha cabeça já praticamente flutuando. Senti os primeiros sinais do meu orgasmo e comecei a gemer mais alto: "Aaaaahh... mmmmh... sssi..."
Fodemos assim por mais um tempinho até que o Juan não aguentou mais e, gemendo fundo, começou a gozar dentro de mim com várias estocadas até o fundo da minha buceta. Ele metia até o máximo que aquele pau lindo alcançava, deixando o esperma quente bem dentro de mim a cada pulsação gostosa que eu sentia dele lá dentro. Eu também não consegui evitar e comecei a gozar com ele, sentindo a sensação incrível de um homem me enchendo tanto.
"Siim... siim, filha da puta, toma toda a porra... aaaahhh... ufff... vou encher sua barriguinha de neném... meu amor... como você é boa, vagabunda gostosa... aaaaahhhh!!!!", o Juan dizia enquanto me apertava forte. Ele deu uma última estocada que me fez ver estrelas de prazer e ficou ali, enterrado fundo em mim enquanto se esvaziava. Até aquele momento, só tinha fodido com o Mariano, e não tinha comparação com o velho. Nunca antes tinha sentido um pau tão grande que me preenchesse tanto.
Eu só estava terminando de gozar docemente, virei a cabeça para o lado enquanto gemia e abri os olhos. Enquanto o velho deixava os últimos jatos de porra na minha buceta, vi o Mariano parado, encostado na parede da sala, se masturbando furiosamente e olhando o velho me foder. Então era esse o acordo. Não sei o que o Juan deu pro Mariano ou com o que pagou ele, mas ali estava "meu namorado", vendo e curtindo aquele velho mendigo nojento me usar e encher minha barriga com a porra dele. Ficamos nos olhando por um momento, enquanto eu também aproveitava aquela porra toda. Últimos espasmos do meu corpo no orgasmo dele, mas não falamos nada. Só nos olhamos assim, enquanto tudo girava ao meu redor, meu cérebro intoxicado de droga e prazer.
O velho se deitou do meu lado e ficou acariciando meu corpo enquanto se recuperava, sussurrando coisas no meu ouvido que eu nem lembro. Nunca mais vi ele, mas tinha certeza que o Mariano tinha ficado ali, em algum canto da sala, olhando. Depois de um tempo assim, antes que a droga me dominasse e me deixasse praticamente nocauteada, eu senti o velho me mexer e me colocar de quatro, me apoiando no colchão com os cotovelos e joelhos, e senti a dor misturada com prazer da vara dele, lubrificada, abrindo com força meu cu e entrando até o fundo ali também. A última coisa que lembro daquela noite é a sensação das mãos do Juan segurando firme minha cintura e a força das estocadas dele, me comendo pelo cu forte e fundo, enquanto os gemidos de prazer dos dois ecoavam pelas paredes da sala. Foi a última coisa, porque finalmente apaguei, dominada pela droga. Nem sei o que mais o Juan fez comigo e nem sei se o Mariano se juntou a ele depois pra me comer também.
Quando perguntei no dia seguinte, o Mariano se fez de besta e disse que não teve nenhum acordo com o velho. Que ele tinha ido comprar cerveja e quando voltou nos encontrou transando, a cena o excitou e ele ficou olhando. Disse que depois que o velho terminou comigo, foi pro quarto dele dormir e ele se deitou do meu lado pra dormir também. Eu acreditava muito pouco em tudo aquilo e sempre fiquei com a suspeita de que eles tinham feito algum acordo. Ele começou a me encher com o papo de paz e amor, de amor livre, que se eu quisesse transar com outro estava tudo bem, claramente dando a entender que ele não tinha nada a ver com isso. Mas nunca conseguiu me explicar por que tinha me dado duas balas naquela noite, em vez de uma como sempre.
Durante as duas semanas que se seguiram àquela noite, os dois filhos da puta do Juan e do Mariano se Eles fizeram questão de que eu ficasse mais drogada do que o normal, tanto de dia quanto de noite, pra poderem abusar de mim quando quisessem, sem que eu oferecesse muita resistência. O Mariano já sabia que eu tinha virado completamente viciada nos comprimidos, e a única coisa que ele precisava fazer era me ameaçar que não ia me dar mais pra eu obedecer ele. Ele conhecia o medo e a ansiedade que eu já sentia de ficar sem me entupir de remédio, e se aproveitava disso pra me controlar.
Nessas duas semanas, o Mariano nem falava mais em me levar pra vender as coisas dele ou pedir esmola. Ele continuava insistindo que eu ficasse pra impedir o Juan de roubar alguma coisa. Então eu passava o dia na casa, e o Juan não roubava nada. O que o velho fazia, sim, era, de vez em quando durante o dia, quando a gente ficava sozinho, me comer gostoso ou me fazer chupar a rola dele e engolir todo o leite. Eu tinha virado de repente a puta do Juan durante o dia, e não vou negar que uma boa parte de mim gostava do jeito que o Juan me comia e das coisas que ele falava. Uma parte de mim adorava ser usada daquele jeito por um cara tão velho.
E claro, no fim da tarde ou de noite, quando o Mariano voltava, o Juan se recolhia no canto dele e deixava a gente, os dois "namorados", pra fazer nossas coisas, que era basicamente fumar maconha, comer alguma coisa, mandar um comprimido pra dentro e trepar no nosso colchão. De dia eu era a puta do velho, e de noite a namorada do Mariano. É, sim, com o Mariano eu era a "namorada" dele, ainda sentia isso, mas não percebia na hora o quanto os dois estavam me usando mal e como estavam destruindo minha vida.
Tenho que confessar, com bastante vergonha, que às vezes eu acordava de noite pra ir no banheiro ou por qualquer motivo, e, na maior safadeza, sem o Mariano acordar, eu ia sozinha pro outro cômodo onde o velho dormia e me enfiava no colchão com ele. Às vezes ele acordava quando sentia eu do lado, outras vezes eu acordava ele chupando a rola dele. Amorosamente debaixo do cobertor. Ele ria e me deixava fazer o que eu queria, me acariciando. A gente se cobria os dois completamente debaixo do cobertor dele, se beijava por um tempão e transava bem baixinho, sem fazer barulho pra não acordar o Mariano. Juan ficava encantado que eu fosse tão puta com ele e que procurasse ele até de noite.
E ele tinha razão. A pica do Juan me encantava. Apesar da idade avançada, era maior que a do Mariano e mais dura. Eu gostava demais e não conseguia resistir à tentação de sentir e aproveitar os orgasmos que aquela pica grande e velha me dava. Também me excitava muito as coisas que o velho falava no meu ouvido enquanto me usava. Quando a gente terminava, satisfeitos os dois, ficava se beijando e se tocando por mais um tempão e finalmente eu voltava sem fazer barulho pra sala, deitando de novo com o Mariano, com o esperma do velho ainda no meu cu ou na minha buceta. Mariano continuava dormindo e nunca sacou nada.
Juan ficou com a gente só duas semanas, por sorte. Uma tarde eu tava no jardim e ouvi eles terem uma discussão muito pesada, com muitos xingamentos no meio. Vi que o Juan pegou as poucas coisas dele como um furacão e saiu de casa. Nunca mais vi ele. Quando perguntei pro Mariano, ele me disse que o Juan tinha falado que queria uma parte do dinheiro que o Mariano ganhava com a venda de droga e que se não desse, ia matar ele e ficar comigo. Eles brigaram um pouco até que o Mariano, segundo ele, conseguiu encher o velho de porrada e o outro foi embora puto da vida com as coisas dele.
Eu tava tão, mas tão trouxa naquela época que a única coisa que senti foi mais paixão pelo Mariano por como ele tinha brigado pra me defender. Cada dia tava mais apaixonada por aquele filho da puta.
Queria poder dizer que aquela época que o Juan ficou em casa com a gente foi quando finalmente cheguei no fundo do poço e reagi, mas infelizmente não foi assim e o pior ainda tava por vir.
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