Meu nome é Carina, tenho 20 anos. Atualmente moro com minha mãe, já que meus pais se divorciaram por causa de uma traição dela com meu pai. Isso aconteceu quando eu tinha 15 anos. Minha mãe decidiu que eu fosse morar com ela do outro lado da cidade, e meu pai ficou na nossa antiga casa. Ainda mantenho contato com ele pra saber como ele tá e tal. Eu sou uma garota um pouco alta e, na minha opinião, bonita. Tenho cabelo comprido, sou meio magrinha, e o que mais chama atenção em mim são meus peitos grandes e uma bunda um pouco empinada e cheinha. Essa sou eu fisicamente.
Meu pai se chama Ernesto, tem 40 anos, é um homem alto e com um corpo bonito, porque apesar da idade ainda está em forma. Ele tem um jeito meio agressivo, já que vive focado no trabalho e, depois do que aconteceu com a minha mãe, mudou muito. Tudo começou quando saí de férias da faculdade e falei pra minha mãe que queria passar as férias com o meu pai. Ela topou e me deu permissão. Avisei meu pai que iria ficar com ele pra ele não ficar sozinho um tempo, e pra gente passar mais tempo junto, já que a faculdade e a distância não deixavam. Saí de tarde da casa da minha mãe e de noite já tava na casa do meu pai. Fiquei no meu quarto antigo e deixei a mala na cama porque a gente ia sair pra jantar, eu e ele. Na volta, a gente conversou um pouco sobre a faculdade e o trabalho dele. Falei que ia desfazer a mala e que de manhã a gente se via. Fui pro meu quarto e, enquanto desfazia a mala, percebi que só tinha trazido mais roupa íntima do que roupa pra usar em casa. Aí fui ver no guarda-roupa se ainda tinha minhas roupas de quando eu tinha 15 anos, e parecia que sim. Mas só tinha um problema: as roupas estavam muito pequenas. Só achei umas saias que eu usava, mas elas batiam no meio da bunda. Não liguei muito e fui dormir. No dia seguinte, meu pai me chamou pra tomar café. Fui pra sala de jantar com a mesma roupa que cheguei. Ele perguntou por que eu não tinha trocado de roupa. Contei que não trouxe muita roupa e que achei umas saias de quando morava ali antes, mas que estavam muito pequenas e curtas. Ele disse pra eu usar mesmo, que a gente só ia ficar em casa os dois, que eu não me preocupasse com nada. E foi assim. Terminamos de tomar café, fui tomar banho e trocar de roupa pra arrumar a casa enquanto meu pai resolvia uns problemas no trabalho. Terminei de tomar banho, coloquei a saia e uma das muitas tangas que trouxe. Desci e comecei a arrumar a casa. Comecei pelo quarto, depois o banheiro, a cozinha, o quintal, e por último a sala onde meu pai estava trabalhando. Cheguei e meu pai ficou me olhando, e eu continuei com a limpeza. Meu pai não parava de me encarar. Quando um dos panos caiu no chão e eu me abaixei pra pegar, dava pra ver minha bunda toda, com a tanga cobrindo meu cu e minha buceta.
Meu pai meio irritado me disse
Pai: Carina, toma mais cuidado, que te viram tudo quando você se abaixou
Eu: desculpa, pai, é que essa saia é meio curta e é impossível ela me cobrir toda
Pai: Só da próxima vez toma mais cuidado
Ficou por isso, terminei de arrumar a casa, o dia seguiu normal, conversamos sobre o que ele fez no trabalho, jantamos e fomos pros nossos quartos. Já no meu quarto, costumo dormir de lingerie, minha calcinha fio dental e meu sutiã, sempre me acostumei a dormir assim. Fiquei um tempo no celular, conversando com amigos, quando do nada meu pai abre a porta, entra e me vê de lingerie.
Papai: desculpa, esqueci de bater na porta antes de entrar
Eu: sem problemas, entra pai
Papai: só queria me desculpar pelo jeito que falei com você mais cedo, tava puto com uns clientes e descontou em você, desculpa filha
Eu: tá tudo bem pai, sem problemas, acho que vou usar essa saia pelo resto das férias porque não acho mais roupa
Papai: acho fabuloso, só toma cuidado pra não mostrar tudo
Meu pai saiu do meu quarto, mas nessa conversinha ele não parava de olhar pras minhas tetas, eu me fazia de sonsa como se não percebesse e meu pai não tirava os olhos de cima de mim. No fim, os dias foram passando, eu continuei usando a saia, meu pai não parava de me olhar sempre que podia e eu só provocava ele ainda mais. Um dia fui procurar pela casa toda mais roupa e por sorte achei umas que me cobriam, tipo shorts, moletons, ficavam apertados mas me tapavam, só usava a saia pra limpar a casa. Uma noite que meu pai tava na sala eu cheguei e vi ele meio entediado, falei que queria jogar um jogo moderno e meio ousado e ele perguntou do que se tratava, eu falei que eram perguntas, tinha que responder as perguntas que eu fizesse ou ele pra mim e se não respondesse a gente tinha que tirar uma peça de roupa. Ele falou que parece divertido, mas que seria melhor jogar com uns drinks, eu falei que achava uma boa ideia. Ele foi na cozinha pegar uma garrafa de álcool e eu preparei a mesa. Ele chegou, sentou no sofá e eu sentei na frente, ficamos cara a cara. Serviu os drinks e perguntou quem começa a fazer as perguntas, e eu falei que era ele. Ele perguntou:
Papai: com quantos homens você já transou?
Eu: com 2, foi há 2 anos hahaha
Papai: que sortudos, agora é sua vez de perguntar
Eu: vou te fazer a mesma pergunta, com quantas mulheres você ficou depois da minha mãe?
Papai: com 4, mas foram só de uma noite
A gente continuava bebendo e fazendo perguntas e nenhum dos dois tinha tirado uma peça de roupa ainda, e o álcool... Fez efeito entre nós, e foi aí que eu falei pro meu pai pra aumentarmos a intensidade das perguntas. Foi quando ele me perguntou: "Pai: você já fez sexo anal?" Eu não respondi a pergunta e tirei a camisa que tava usando, fiquei só de sutiã na frente do meu pai. Só vi que os olhos dele brilhavam enquanto eu tirava a camisa, e era minha vez de perguntar. Eu: "É minha vez. E já que você aumentou a intensidade da pergunta, vou fazer o mesmo. Quanto mede o seu pau?" Pai: "Não vou responder essa pergunta." Com um sorriso safado, ele tirou a camisa, deixando à mostra o corpo trabalhado dele. Era a vez do meu pai perguntar. Pai: "Você faria um menage?" Eu: "Também não vou responder essa pergunta. Você vai ter que ficar na dúvida." Tirei o short que tava usando e fiquei só de sutiã e fio dental na frente do meu pai.
Era minha vez de perguntar, e aí eu falei pra ele:
Eu: Quem, entre eu e minha mãe, é mais gostosa?
Meu pai, sem dizer uma palavra, tirou o short que tava vestindo e ficou só de cueca, e dava pra ver um volume na virilha dele — era o pau dele. Ainda não tava totalmente duro quando ele me fez a seguinte pergunta:
Pai: Quantas rolas você já chupou?
Eu: Essa é outra pergunta que você vai ficar morrendo de vontade de saber.
Aí ele mandou eu tirar o sutiã, e foi o que eu fiz. Tirei ele e deixei meus peitos de fora na frente do meu pai.
e vi como o pau dele já tava prestes a explodir, era um pau bonito, de bom tamanho e grosso, eu adorava pra caralho, tava uma delícia
Ficamos um tempão em silêncio nos olhando, e eu falei pra ele por que não serve mais uns drinks. Quando ele foi abrir a garrafa, a tampa saiu voando e caiu debaixo do meu sofá. Aí eu levantei e me abaixei no chão, deixando meu cu e minha buceta bem à mostra pro meu pai. A tanga não cobria absolutamente nada, porque era só fio mesmo. Me abaixei o máximo que pude pra dar uma visão incrível pra ele.
Papai: Carina, tá aparecendo tudo em você, além de estar com os peitos de fora, você se abaixa pra eu ver tudo. Lembra que sou seu pai e isso não é certo. Ele falou num tom bravo, eu me levantei e pedi desculpas, disse que não sabia que ia aparecer tudo. Ele falou que tudo bem, mas que a gente precisa dar uma pausa nessa brincadeira por enquanto. Eu disse que estava bem, ele se vestiu igual a mim, e a gente ficou conversando até ele falar que ia dormir.
Papai: Filha, acho que vou dormir, já tô meio tonto.
Eu: Sim, papai, eu também, mas queria te falar uma coisa. Será que posso andar de fio dental pela casa pra ficar mais confortável? Minha roupa não tá servindo direito, e assim fico mais à vontade.
Papai: Ok, tudo bem, só toma muito cuidado pra não ficar mostrando tudo. Lembra que você tem que me respeitar e respeitar a casa. Não sei por que aceitei entrar nessa brincadeira sua, já tinha me deixado quase pelado e isso é errado, sou seu pai, Carina.
Eu: Desculpa, papai, vou tomar mais cuidado e me desculpa por ser tão ousada. Achei que você não ia se importar. Tenha uma boa noite.
Ele foi pro quarto dele, e eu pro meu. Já lá, fiquei meio pensativa sobre por que meu pai ficou bravo, se o que eu queria era que ele visse o quanto eu cresci. E nisso, veio na minha mente o pau dele, e passei a noite inteira me masturbando pensando no que teria acontecido se meu pai não fosse tão amargurado e tivesse me transformado na putinha dele naquele momento.
Na manhã seguinte, acordei e, como eu tinha perguntado pro meu pai se ele me deixaria andar de fio dental em casa e ele aceitou, ele não sabia que eu teria que ficar sem sutiã e com os peitos de fora. A gente só combinou que eu podia ficar de fio dental. E foi assim: saí do meu quarto só de fio dental e com os peitos de fora.
Comecei minha rotina de limpeza: os quartos, o banheiro, o quintal, a cozinha e, por último, a sala, onde meu pai estava trabalhando. Entrei na sala, ele me viu e disse:
— Carina, o que você está fazendo aqui? De novo com suas coisas? Você não entende, né?
Eu respondi:
— Por que você fica bravo, pai? Lembra que ontem eu perguntei se podia ficar de fio dental e você disse que sim? Só que não falei nada sobre o sutiã, então não fica nervoso.
Papai disse:
— Mas a gente combinou que você não ia mostrar tudo, lembra? Estou aqui, sou seu pai.
Eu falei:
— Achei que não teria problema, já que ontem você viu meus peitos pela primeira vez e não ligou. Achei que não importaria. Além disso, está calor. Não fica tão bravo, pai, faz mal ficar se estressando tanto.
Me aproximei da escrivaninha dele. Enquanto caminhava, ele não tirava os olhos dos meus peitos. Quando cheguei ao lado dele, falei para não se preocupar tanto. Abracei ele com força, esfregando os peitos no rosto do meu pai, quase não deixando ele respirar. Depois me afastei e dei um beijo na testa dele. Ele não disse nada, a raiva tinha diminuído um pouco. Continuei a limpeza e, de vez em quando, sentia ele me olhando. Me senti muito desejada, mas meu pai era muito rígido e não achei que fosse rolar nada entre a gente. Foi assim o dia todo, até chegar a noite. Já tinha tomado banho e meu pai me chamou para jantar. Saí de novo de fio dental e com os peitos de fora.
Cheguei na sala de jantar e ele me viu entrando assim. Sentei pra jantar e ele ficou me dizendo: "Pai: De novo você vem com os peitos de fora, Carina?" Eu: "Ah, pai, por que você não gosta que eu fique assim?" Pai: "Pela simples razão de que você é minha filha e eu sou seu pai, e não é normal você ficar mostrando os peitos pro seu pai." Eu: "Mas não tem nada de errado, pai, tenho muita confiança em você, e tá calor, assim fico mais confortável." Pai: "Mas você pode usar uma blusa ou algo pra se cobrir e não ficar com os peitos de fora." Eu: "Será que você não gosta dos meus peitos? É por isso que não gosta que eu fique assim?" Pai: "Nada disso, você tem uns peitos muito lindos e grandes, mas sou seu pai, Carina, que isso fique bem claro."
A gente começou a jantar e ele, meio irritado, não parava de me olhar. Eu, querendo provocar ele um pouco, terminei de jantar e fiquei lá vendo meu celular enquanto com uma mão apertava um peito. Ele estava me olhando enquanto comia, se levantou, tirou os pratos da mesa e foi lavar. Eu fiquei esperando ele voltar, mas ele saiu da cozinha e foi direto pro quarto dele. Eu fiz o mesmo, mas meio decepcionada porque cada vez era menor a chance de rolar algo entre eu e meu pai.
Assim se passaram vários dias. Eu andava com os peitos de fora fazendo a limpeza enquanto meu pai trabalhava na sala com o serviço dele. A gente quase não conversava mais, porque meu pai passava a maior parte do tempo estressado com o trabalho e meio puto por eu ficar assim. Já tava quase acabando minhas férias e eu tinha que voltar pra casa da minha mãe. Na última semana que me restava de férias, continuei fazendo a limpeza do mesmo jeito. Um dia, decidi que tinha que rolar alguma coisa com meu pai antes de eu ir embora. E foi assim: uma manhã, saí só de calcinha fio dental e com os peitos de fora.
Terminei de fazer a limpeza na casa toda, só faltava ir pra sala, lá estava meu pai. Dei bom dia pra ele e ele respondeu. Comecei a limpar e ele tava trabalhando, quando sem querer derrubei o controle da televisão. Pra provocar ele, resolvi me abaixar completamente, igual naquele dia que a gente jogou perguntas, pra ele me ver toda. E foi isso, me abaixei e abri minha bunda o máximo que pude pra dar uma vista incrível pro meu pai.
Meu pai me viu e gritou:
Pai: Carina, levanta que tá aparecendo tua buceta toda, a gente combinou o quê?
Eu: Ué, cê não gosta do que tá vendo?
Pai: Por que cê tá me perguntando isso se eu sou teu pai? Levanta daí.
Levantei e fui até ele, virei a cadeira onde ele tava sentado e sentei no colo dele, de pernas abertas e de frente. Ele não disse nada nem resistiu. Meus peitos ficaram bem na cara dele. Ele virou o rosto pra mim com uma cara de nojo e eu falei:
Eu: Cê não gosta dos meus peitos, papai?
Pai: O que cê tá fazendo? Por que sentou em cima de mim e ainda enfia esses peitos na minha cara? Cê tá louca, Carina?
Eu: Relaxa, pai. Por que não brinca com eles? São todos teus. Cê pode fazer o que quiser comigo, papai.
Pai: Pe...
Não deixei ele falar e esfreguei os peitos na cara dele. Ele apertava minhas nádegas com as mãos. Parei de esfregar e ele já tava chupando eles sozinho. Chupou meus mamilos, mordeu, cuspiu nos meus peitos. Isso durou um tempão. Aí ele me pegou, me deitou de barriga pra cima no sofá, arrancou minha calcinha fio-dental e começou a chupar minha buceta. Enfiou a língua toda, chupou meu clitóris enquanto enfiava os dedos. Meu pai sabia chupar minha buceta, e me deixou gemendo igual uma puta no cio.
Também passei um bom tempo chupando minha buceta, quando ele puxa meu cabelo e me ajoelha, e ele tirou toda a roupa, e deixou o pau dele sair, eu fiquei pasma, comecei a bater uma pra ele enquanto olhava, não demorei muito quando comecei a chupar ele, enfiava o pau dele até onde minha garganta aguentava, tirava e batia na minha cara com ele, eu cuspia nele, chupava a cabeça, ele me comia pela boca bem selvagem, deixando fios de saliva quando tirava, meus olhos lacrimejavam por causa daquele pau enorme que não cabia em mim. Ele disse pra eu ficar de quatro no sofá, e eu obedeci, fiquei de quatro e ele cuspiu na entrada da minha buceta, e de uma vez enfiou o pau todo, me comeu selvagemente, a única coisa que eu conseguia fazer era gemer e gritar, ele falava enquanto me encarava com o pau dele.
Papai: é isso que você queria, né? Você virou uma puta igualzinha sua mãe, e é assim que vou te tratar como uma puta. De hoje em diante, você vai ser minha puta, não minha filha. Você é uma gostosa safada. Ouvir isso fez minha pele arrepiar, senti um orgasmo incrível, ele continuava me comendo enquanto me dava tapas na bunda.
Ele me tinha bem dominada. Não aguentei mais, tirei a rola pra fora e ele me ajoelhou de novo, e eu chupei ele até ele gozar na minha cara. Ele sentou, e eu fui no banheiro tomar um banho. Quando voltei, ele já estava vestido, e eu saí como sempre, só de fio dental e com os peitos de fora, sentei do lado dele e falei:
Eu: Pai, o que você disse mais cedo era verdade?
Pai: Não tô brincando, querida. Você vai ser minha putinha e vou te tratar como tal toda vez que vier.
Eu: Acho fabuloso, papai. Vou vir todas as minhas férias pra você me comer como uma cadela no cio.
Meu pai levantou e foi tomar banho. A noite chegou, hora do jantar, e a única coisa que jantei foi rola, porque meu pai só vivia me enchendo de pica. No resto das minhas férias, a gente passou comendo que nem loucos, até chegar o dia em que eu tinha que ir embora. Nesse dia, minha mãe veio me buscar e já estava me esperando do lado de fora de casa. Antes de sair, me despedi do meu pai e ele disse:
Pai: Tomara que eu te veja logo, sua estúpida. E nada do que aconteceu aqui vaza, entendeu?
Eu: Sim, papai. O mais certo é eu voltar nas próximas férias. Adoro ser sua putinha, e vou ser isso pra sempre.
Dei uma mamada rápida antes de ir, ele gozou na minha boca. Que gostoso que era o leite do meu pai. Saí e fui com minha mãe. Entrei na faculdade e minha vida voltou ao normal... Deixem seus pontos que eu vou postar a segunda parte.
Meu pai se chama Ernesto, tem 40 anos, é um homem alto e com um corpo bonito, porque apesar da idade ainda está em forma. Ele tem um jeito meio agressivo, já que vive focado no trabalho e, depois do que aconteceu com a minha mãe, mudou muito. Tudo começou quando saí de férias da faculdade e falei pra minha mãe que queria passar as férias com o meu pai. Ela topou e me deu permissão. Avisei meu pai que iria ficar com ele pra ele não ficar sozinho um tempo, e pra gente passar mais tempo junto, já que a faculdade e a distância não deixavam. Saí de tarde da casa da minha mãe e de noite já tava na casa do meu pai. Fiquei no meu quarto antigo e deixei a mala na cama porque a gente ia sair pra jantar, eu e ele. Na volta, a gente conversou um pouco sobre a faculdade e o trabalho dele. Falei que ia desfazer a mala e que de manhã a gente se via. Fui pro meu quarto e, enquanto desfazia a mala, percebi que só tinha trazido mais roupa íntima do que roupa pra usar em casa. Aí fui ver no guarda-roupa se ainda tinha minhas roupas de quando eu tinha 15 anos, e parecia que sim. Mas só tinha um problema: as roupas estavam muito pequenas. Só achei umas saias que eu usava, mas elas batiam no meio da bunda. Não liguei muito e fui dormir. No dia seguinte, meu pai me chamou pra tomar café. Fui pra sala de jantar com a mesma roupa que cheguei. Ele perguntou por que eu não tinha trocado de roupa. Contei que não trouxe muita roupa e que achei umas saias de quando morava ali antes, mas que estavam muito pequenas e curtas. Ele disse pra eu usar mesmo, que a gente só ia ficar em casa os dois, que eu não me preocupasse com nada. E foi assim. Terminamos de tomar café, fui tomar banho e trocar de roupa pra arrumar a casa enquanto meu pai resolvia uns problemas no trabalho. Terminei de tomar banho, coloquei a saia e uma das muitas tangas que trouxe. Desci e comecei a arrumar a casa. Comecei pelo quarto, depois o banheiro, a cozinha, o quintal, e por último a sala onde meu pai estava trabalhando. Cheguei e meu pai ficou me olhando, e eu continuei com a limpeza. Meu pai não parava de me encarar. Quando um dos panos caiu no chão e eu me abaixei pra pegar, dava pra ver minha bunda toda, com a tanga cobrindo meu cu e minha buceta.
Meu pai meio irritado me disse Pai: Carina, toma mais cuidado, que te viram tudo quando você se abaixou
Eu: desculpa, pai, é que essa saia é meio curta e é impossível ela me cobrir toda
Pai: Só da próxima vez toma mais cuidado
Ficou por isso, terminei de arrumar a casa, o dia seguiu normal, conversamos sobre o que ele fez no trabalho, jantamos e fomos pros nossos quartos. Já no meu quarto, costumo dormir de lingerie, minha calcinha fio dental e meu sutiã, sempre me acostumei a dormir assim. Fiquei um tempo no celular, conversando com amigos, quando do nada meu pai abre a porta, entra e me vê de lingerie.
Papai: desculpa, esqueci de bater na porta antes de entrar Eu: sem problemas, entra pai
Papai: só queria me desculpar pelo jeito que falei com você mais cedo, tava puto com uns clientes e descontou em você, desculpa filha
Eu: tá tudo bem pai, sem problemas, acho que vou usar essa saia pelo resto das férias porque não acho mais roupa
Papai: acho fabuloso, só toma cuidado pra não mostrar tudo
Meu pai saiu do meu quarto, mas nessa conversinha ele não parava de olhar pras minhas tetas, eu me fazia de sonsa como se não percebesse e meu pai não tirava os olhos de cima de mim. No fim, os dias foram passando, eu continuei usando a saia, meu pai não parava de me olhar sempre que podia e eu só provocava ele ainda mais. Um dia fui procurar pela casa toda mais roupa e por sorte achei umas que me cobriam, tipo shorts, moletons, ficavam apertados mas me tapavam, só usava a saia pra limpar a casa. Uma noite que meu pai tava na sala eu cheguei e vi ele meio entediado, falei que queria jogar um jogo moderno e meio ousado e ele perguntou do que se tratava, eu falei que eram perguntas, tinha que responder as perguntas que eu fizesse ou ele pra mim e se não respondesse a gente tinha que tirar uma peça de roupa. Ele falou que parece divertido, mas que seria melhor jogar com uns drinks, eu falei que achava uma boa ideia. Ele foi na cozinha pegar uma garrafa de álcool e eu preparei a mesa. Ele chegou, sentou no sofá e eu sentei na frente, ficamos cara a cara. Serviu os drinks e perguntou quem começa a fazer as perguntas, e eu falei que era ele. Ele perguntou:
Papai: com quantos homens você já transou?
Eu: com 2, foi há 2 anos hahaha
Papai: que sortudos, agora é sua vez de perguntar
Eu: vou te fazer a mesma pergunta, com quantas mulheres você ficou depois da minha mãe?
Papai: com 4, mas foram só de uma noite
A gente continuava bebendo e fazendo perguntas e nenhum dos dois tinha tirado uma peça de roupa ainda, e o álcool... Fez efeito entre nós, e foi aí que eu falei pro meu pai pra aumentarmos a intensidade das perguntas. Foi quando ele me perguntou: "Pai: você já fez sexo anal?" Eu não respondi a pergunta e tirei a camisa que tava usando, fiquei só de sutiã na frente do meu pai. Só vi que os olhos dele brilhavam enquanto eu tirava a camisa, e era minha vez de perguntar. Eu: "É minha vez. E já que você aumentou a intensidade da pergunta, vou fazer o mesmo. Quanto mede o seu pau?" Pai: "Não vou responder essa pergunta." Com um sorriso safado, ele tirou a camisa, deixando à mostra o corpo trabalhado dele. Era a vez do meu pai perguntar. Pai: "Você faria um menage?" Eu: "Também não vou responder essa pergunta. Você vai ter que ficar na dúvida." Tirei o short que tava usando e fiquei só de sutiã e fio dental na frente do meu pai.
Era minha vez de perguntar, e aí eu falei pra ele: Eu: Quem, entre eu e minha mãe, é mais gostosa?
Meu pai, sem dizer uma palavra, tirou o short que tava vestindo e ficou só de cueca, e dava pra ver um volume na virilha dele — era o pau dele. Ainda não tava totalmente duro quando ele me fez a seguinte pergunta:
Pai: Quantas rolas você já chupou?
Eu: Essa é outra pergunta que você vai ficar morrendo de vontade de saber.
Aí ele mandou eu tirar o sutiã, e foi o que eu fiz. Tirei ele e deixei meus peitos de fora na frente do meu pai.

e vi como o pau dele já tava prestes a explodir, era um pau bonito, de bom tamanho e grosso, eu adorava pra caralho, tava uma delícia
Ficamos um tempão em silêncio nos olhando, e eu falei pra ele por que não serve mais uns drinks. Quando ele foi abrir a garrafa, a tampa saiu voando e caiu debaixo do meu sofá. Aí eu levantei e me abaixei no chão, deixando meu cu e minha buceta bem à mostra pro meu pai. A tanga não cobria absolutamente nada, porque era só fio mesmo. Me abaixei o máximo que pude pra dar uma visão incrível pra ele.
Papai: Carina, tá aparecendo tudo em você, além de estar com os peitos de fora, você se abaixa pra eu ver tudo. Lembra que sou seu pai e isso não é certo. Ele falou num tom bravo, eu me levantei e pedi desculpas, disse que não sabia que ia aparecer tudo. Ele falou que tudo bem, mas que a gente precisa dar uma pausa nessa brincadeira por enquanto. Eu disse que estava bem, ele se vestiu igual a mim, e a gente ficou conversando até ele falar que ia dormir.Papai: Filha, acho que vou dormir, já tô meio tonto.
Eu: Sim, papai, eu também, mas queria te falar uma coisa. Será que posso andar de fio dental pela casa pra ficar mais confortável? Minha roupa não tá servindo direito, e assim fico mais à vontade.
Papai: Ok, tudo bem, só toma muito cuidado pra não ficar mostrando tudo. Lembra que você tem que me respeitar e respeitar a casa. Não sei por que aceitei entrar nessa brincadeira sua, já tinha me deixado quase pelado e isso é errado, sou seu pai, Carina.
Eu: Desculpa, papai, vou tomar mais cuidado e me desculpa por ser tão ousada. Achei que você não ia se importar. Tenha uma boa noite.
Ele foi pro quarto dele, e eu pro meu. Já lá, fiquei meio pensativa sobre por que meu pai ficou bravo, se o que eu queria era que ele visse o quanto eu cresci. E nisso, veio na minha mente o pau dele, e passei a noite inteira me masturbando pensando no que teria acontecido se meu pai não fosse tão amargurado e tivesse me transformado na putinha dele naquele momento.
Na manhã seguinte, acordei e, como eu tinha perguntado pro meu pai se ele me deixaria andar de fio dental em casa e ele aceitou, ele não sabia que eu teria que ficar sem sutiã e com os peitos de fora. A gente só combinou que eu podia ficar de fio dental. E foi assim: saí do meu quarto só de fio dental e com os peitos de fora.
Comecei minha rotina de limpeza: os quartos, o banheiro, o quintal, a cozinha e, por último, a sala, onde meu pai estava trabalhando. Entrei na sala, ele me viu e disse: — Carina, o que você está fazendo aqui? De novo com suas coisas? Você não entende, né?
Eu respondi:
— Por que você fica bravo, pai? Lembra que ontem eu perguntei se podia ficar de fio dental e você disse que sim? Só que não falei nada sobre o sutiã, então não fica nervoso.
Papai disse:
— Mas a gente combinou que você não ia mostrar tudo, lembra? Estou aqui, sou seu pai.
Eu falei:
— Achei que não teria problema, já que ontem você viu meus peitos pela primeira vez e não ligou. Achei que não importaria. Além disso, está calor. Não fica tão bravo, pai, faz mal ficar se estressando tanto.
Me aproximei da escrivaninha dele. Enquanto caminhava, ele não tirava os olhos dos meus peitos. Quando cheguei ao lado dele, falei para não se preocupar tanto. Abracei ele com força, esfregando os peitos no rosto do meu pai, quase não deixando ele respirar. Depois me afastei e dei um beijo na testa dele. Ele não disse nada, a raiva tinha diminuído um pouco. Continuei a limpeza e, de vez em quando, sentia ele me olhando. Me senti muito desejada, mas meu pai era muito rígido e não achei que fosse rolar nada entre a gente. Foi assim o dia todo, até chegar a noite. Já tinha tomado banho e meu pai me chamou para jantar. Saí de novo de fio dental e com os peitos de fora.
Cheguei na sala de jantar e ele me viu entrando assim. Sentei pra jantar e ele ficou me dizendo: "Pai: De novo você vem com os peitos de fora, Carina?" Eu: "Ah, pai, por que você não gosta que eu fique assim?" Pai: "Pela simples razão de que você é minha filha e eu sou seu pai, e não é normal você ficar mostrando os peitos pro seu pai." Eu: "Mas não tem nada de errado, pai, tenho muita confiança em você, e tá calor, assim fico mais confortável." Pai: "Mas você pode usar uma blusa ou algo pra se cobrir e não ficar com os peitos de fora." Eu: "Será que você não gosta dos meus peitos? É por isso que não gosta que eu fique assim?" Pai: "Nada disso, você tem uns peitos muito lindos e grandes, mas sou seu pai, Carina, que isso fique bem claro."A gente começou a jantar e ele, meio irritado, não parava de me olhar. Eu, querendo provocar ele um pouco, terminei de jantar e fiquei lá vendo meu celular enquanto com uma mão apertava um peito. Ele estava me olhando enquanto comia, se levantou, tirou os pratos da mesa e foi lavar. Eu fiquei esperando ele voltar, mas ele saiu da cozinha e foi direto pro quarto dele. Eu fiz o mesmo, mas meio decepcionada porque cada vez era menor a chance de rolar algo entre eu e meu pai.
Assim se passaram vários dias. Eu andava com os peitos de fora fazendo a limpeza enquanto meu pai trabalhava na sala com o serviço dele. A gente quase não conversava mais, porque meu pai passava a maior parte do tempo estressado com o trabalho e meio puto por eu ficar assim. Já tava quase acabando minhas férias e eu tinha que voltar pra casa da minha mãe. Na última semana que me restava de férias, continuei fazendo a limpeza do mesmo jeito. Um dia, decidi que tinha que rolar alguma coisa com meu pai antes de eu ir embora. E foi assim: uma manhã, saí só de calcinha fio dental e com os peitos de fora.
Terminei de fazer a limpeza na casa toda, só faltava ir pra sala, lá estava meu pai. Dei bom dia pra ele e ele respondeu. Comecei a limpar e ele tava trabalhando, quando sem querer derrubei o controle da televisão. Pra provocar ele, resolvi me abaixar completamente, igual naquele dia que a gente jogou perguntas, pra ele me ver toda. E foi isso, me abaixei e abri minha bunda o máximo que pude pra dar uma vista incrível pro meu pai.
Meu pai me viu e gritou:Pai: Carina, levanta que tá aparecendo tua buceta toda, a gente combinou o quê?
Eu: Ué, cê não gosta do que tá vendo?
Pai: Por que cê tá me perguntando isso se eu sou teu pai? Levanta daí.
Levantei e fui até ele, virei a cadeira onde ele tava sentado e sentei no colo dele, de pernas abertas e de frente. Ele não disse nada nem resistiu. Meus peitos ficaram bem na cara dele. Ele virou o rosto pra mim com uma cara de nojo e eu falei:
Eu: Cê não gosta dos meus peitos, papai?
Pai: O que cê tá fazendo? Por que sentou em cima de mim e ainda enfia esses peitos na minha cara? Cê tá louca, Carina?
Eu: Relaxa, pai. Por que não brinca com eles? São todos teus. Cê pode fazer o que quiser comigo, papai.
Pai: Pe...
Não deixei ele falar e esfreguei os peitos na cara dele. Ele apertava minhas nádegas com as mãos. Parei de esfregar e ele já tava chupando eles sozinho. Chupou meus mamilos, mordeu, cuspiu nos meus peitos. Isso durou um tempão. Aí ele me pegou, me deitou de barriga pra cima no sofá, arrancou minha calcinha fio-dental e começou a chupar minha buceta. Enfiou a língua toda, chupou meu clitóris enquanto enfiava os dedos. Meu pai sabia chupar minha buceta, e me deixou gemendo igual uma puta no cio.
Também passei um bom tempo chupando minha buceta, quando ele puxa meu cabelo e me ajoelha, e ele tirou toda a roupa, e deixou o pau dele sair, eu fiquei pasma, comecei a bater uma pra ele enquanto olhava, não demorei muito quando comecei a chupar ele, enfiava o pau dele até onde minha garganta aguentava, tirava e batia na minha cara com ele, eu cuspia nele, chupava a cabeça, ele me comia pela boca bem selvagem, deixando fios de saliva quando tirava, meus olhos lacrimejavam por causa daquele pau enorme que não cabia em mim. Ele disse pra eu ficar de quatro no sofá, e eu obedeci, fiquei de quatro e ele cuspiu na entrada da minha buceta, e de uma vez enfiou o pau todo, me comeu selvagemente, a única coisa que eu conseguia fazer era gemer e gritar, ele falava enquanto me encarava com o pau dele.
Papai: é isso que você queria, né? Você virou uma puta igualzinha sua mãe, e é assim que vou te tratar como uma puta. De hoje em diante, você vai ser minha puta, não minha filha. Você é uma gostosa safada. Ouvir isso fez minha pele arrepiar, senti um orgasmo incrível, ele continuava me comendo enquanto me dava tapas na bunda.
Ele me tinha bem dominada. Não aguentei mais, tirei a rola pra fora e ele me ajoelhou de novo, e eu chupei ele até ele gozar na minha cara. Ele sentou, e eu fui no banheiro tomar um banho. Quando voltei, ele já estava vestido, e eu saí como sempre, só de fio dental e com os peitos de fora, sentei do lado dele e falei: Eu: Pai, o que você disse mais cedo era verdade?
Pai: Não tô brincando, querida. Você vai ser minha putinha e vou te tratar como tal toda vez que vier.
Eu: Acho fabuloso, papai. Vou vir todas as minhas férias pra você me comer como uma cadela no cio.
Meu pai levantou e foi tomar banho. A noite chegou, hora do jantar, e a única coisa que jantei foi rola, porque meu pai só vivia me enchendo de pica. No resto das minhas férias, a gente passou comendo que nem loucos, até chegar o dia em que eu tinha que ir embora. Nesse dia, minha mãe veio me buscar e já estava me esperando do lado de fora de casa. Antes de sair, me despedi do meu pai e ele disse:
Pai: Tomara que eu te veja logo, sua estúpida. E nada do que aconteceu aqui vaza, entendeu?
Eu: Sim, papai. O mais certo é eu voltar nas próximas férias. Adoro ser sua putinha, e vou ser isso pra sempre.
Dei uma mamada rápida antes de ir, ele gozou na minha boca. Que gostoso que era o leite do meu pai. Saí e fui com minha mãe. Entrei na faculdade e minha vida voltou ao normal... Deixem seus pontos que eu vou postar a segunda parte.
11 comentários - Provocando meu pai, viro a putinha dele
Para la próxima te recomiendo pegar el texto en un editor de texto y corregir las faltas, no cuesta nada y queda mucho más lindo.
Un saludo.