Mí Novia Mica - Cap 2

Depois de um tempo e vários encontros com a Mica, de acompanhar ela até a porta de casa pra garantir que nada de ruim acontecesse no caminho, porque mesmo o bairro dela não sendo tão perigoso, pra chegar lá você tinha que passar por uma área bem escura, com pouca iluminação, atravessar a estrada e andar umas quadras. E todo mundo sabe que nunca falta um velho punheteiro ou um bêbado gritando coisas pra uma mina quando vê ela sozinha na rua, então pra prevenir e evitar que algo ruim rolasse e saber que ela chegava bem, eu sempre acompanhava ela até a casa dela.

Já tinha passado mais ou menos um mês e meio desde que começamos a nos ver, estávamos namorando mas ainda não conhecia a família dela, então uma noite, no caminho pra casa dela, ela me disse que tinha contado pra mãe dela sobre mim, falou que tava conhecendo um cara, também disse que eu era mais velho que ela e que queria me apresentar, a mãe dela topou e a Mica me perguntou se eu concordava em ir conhecer a família dela naquela mesma noite, quando chegássemos na casa dela. Respondi que sim, claro, mesmo no fundo sentindo um pouco de nervoso e medo de não cair nas graças da mãe.

Seguimos caminhando até chegar no lugar, ela entrou primeiro pra ver se a mãe dela tava lá e depois saiu pra me buscar, me pegou pela mão e me deu um beijão na boca. Eu queria continuar o beijo, mas ela se afastou uns centímetros e, sorrindo, me disse:

- Agora não, que a minha velha tá aí... Depois a gente continua...

E me olhou com uma carinha safada que me fez imaginar tanta coisa num segundo, mas lembrei que tinha que conhecer a mãe. Ela se virou de costas pra mim enquanto me puxava pela mão, e o movimento do quadril dela, aquela cinturinha, ver como a rabeta toda se marcava naquele jeans... Era uma delícia ter aquela vista. Por dentro, sentia uma vontade de dar uns tapas bem fortes nela, agarrar aquelas nádegas e apertar enquanto beijava e mordia o pescoço dela.

Mas tive que me segurar e tentei pensar em qualquer coisa, e a primeira coisa que veio na minha cabeça foram motos, pra me distrair. meu cérebro e fazer minha ereção desaparecer porque já sentia como o boxer começava a apertar minha rola, mas por sorte funcionou e quando cheguei na porta já não dava pra notar nenhum volume na minha entreperna.

Mica abre a porta e entra primeiro, depois me faz entrar e eu fecho, quando estou dirigindo meu olhar pra Mica vejo a mãe com um cigarro aceso vindo da cozinha pra sala, senti que ela me cravou um olhar super sério a velha e pensei "uh pronto, fodi tudo, agora ela me manda embora na hora...". Minha namorada percebeu que eu tava nervoso então ela se aproximou da mãe e cumprimentou, e disse:

- Mãe... esse é o garoto que te falei...

Eu me aproximo e falo o de sempre "Oi, tudo bem?.. Muito prazer..." e blá blá blá, nos apresentamos normal e nos cumprimentamos com um beijo na bochecha. Depois disso, a velha senta na cadeira enquanto continua fumando e fica me olhando, de novo, Mica me diz pra sentarmos no sofá e quando terminamos de nos acomodar ouço a mãe me dizendo:

- E me conta o que você faz da vida?...
- Que intenções você tem com a minha Nena?...

E aí começou um interrogatório praticamente, respondi tudo o que ela perguntava enquanto Mica me abraçava com uma mão na cintura e com a outra segurava minha mão, e apoiava a cabeça no meu ombro.
Com certeza a mãe achava que eu não ia responder nem metade do que perguntou mas respondi tudo pra deixar claro que a filha importava pra mim e que eu não tava com ela só pra saciar minha vontade e depois largar.

Depois do interrogatório da velha e da Mica falar de outras coisas pra acalmar aquele clima estranho que tinha, devem ter passado uns 30 minutos mais ou menos e então vejo a mãe levantar da cadeira e ao se despedir nos diz:

- Bom, vou descansar, cuidado com o que vocês fazem Mica e Você... cuida da Nena...

Cravando o olhar em mim, acho que até mordeu os lábios levemente, e depois vai dormir a velha. E quando ela tá indo embora consigo ver como ela era Fisicamente, eu nunca tinha prestado muita atenção nela antes por causa do nervosismo. Ela era morena, cabelo preto ondulado e comprido até a cintura, pele morena, não passava de 1,60m, ou seja, a sogra era baixinha.

Pra ser mãe e ter quase 45 anos, ela se conservava muito bem. O corpo não era fitness, mas tinha umas curvas lindas, peitos maiores que os da filha Mica, uns 120 de medida talvez, e uma bunda bem grande, ou seja, dava pra dizer que a sogrinha era a morena argentina em pessoa, parecia a atriz pornô Pao Rojas, mas com um corpo natural.

Finalmente estávamos sozinhos, eu e a Mica. Ela levantou do sofá e se certificou de que a mãe tinha ido pro quarto e fechado a porta. Minha namorada pegou o controle da TV, aumentou um pouco o volume e, me olhando, fez sinal pra eu ficar quieto: "Shhhhh…🤫".

Depois ela me pede pra esperar, vai pro quarto dela e, quando volta, tava vestindo uma legging preta que realçava as pernas e se ajustava na bunda redonda e perfeita dela, até marcava levemente os lábios da buceta. Tava muito gostosa com aquela roupa.

A Mica se aproxima de mim, senta no meu colo, eu abracei ela forte pela cintura — não sei por quê, mas eu adorava abraçar ela assim. Ela encostou a testa na minha e colocou as mãos nas minhas bochechas, e falou bem baixinho:

— Agora sim… vamos continuar de onde paramos antes…

Olhando nos meus olhos e com um sorriso cúmplice, roçamos nossos lábios e começamos a nos beijar. Foi fofo e intenso ao mesmo tempo, uns beijinhos e outros beijões longos com mordidas incluídas. Ela, de vez em quando, lambia meus lábios, eu acompanhei, e nossos beijos se misturavam com uma dança das nossas línguas entrelaçadas.

Enquanto eu abraçava ela e apertava contra mim, dava pra sentir os peitos dela apoiados no meu peito, sentir o roçar dos bicos dos peitos que já estavam duros. Afff, isso me deixou maluco, dava vontade de puxar o top dela pra baixo e chupar aqueles peitos ali mesmo, tava morrendo de vontade de puxar a legging, descer a calcinha fio dental e fazer ela me montar e sentar gostoso.

Aquela chuva de beijos, a A paixão que sentíamos naquele momento afetou os dois. Ela mordia os lábios enquanto eu beijava seu pescoço e dava pequenas mordidas, dava até pra ouvir ela gemer baixinho. Ouvir ela assim me deixou de pau duro, dava pra sentir meu pau totalmente ereto descendo pela minha perna esquerda.

No fundo, sentia um pouco de vergonha dela sentir aquilo, mas por outro lado, tava morrendo de vontade de fazer ela minha e comer ela naquele sofá, de chupar a buceta dela, de tocar ela até ficar toda molhada e fazer ela gozar. Queria colocar ela de joelhos e fazer ela chupar meu pau e gozar na boquinha dela, ver ela engolir todo meu leite, a putinha.

Me excitava pra caralho saber que a Mãe tava no outro quarto e podia nos ouvir ou nos ver se viesse pra sala... Essa mistura de tesão pela Mica, os beijos dela, ter ela em cima das minhas pernas e sentir a bunda dela esmagando meu pau duro, e ainda a adrenalina e o morbo da velha nos ver, deixava meu pau mais duro ainda.

Ela percebeu, não falou diretamente, mas deu a entender:

- Ufff... amor, como você tá hoje!!!...

Enquanto mordia os lábios, eu sentia as unhas dela percorrendo minhas costas. Com a mão livre, comecei a acariciar as pernas dela, do joelho pra cima até uns centímetros da virilha. Queria que ela percebesse que eu tava afim dela e também excitá-la, esquentar ela com o toque dos meus dedos...

E funcionou, porque ela apertava as pernas, dava pra sentir os músculos se contraindo em resposta às minhas carícias, a respiração mais ofegante e intensa, o pulso mais acelerado. Era óbvio que a garota tava tão gostosa quanto eu, morrendo de vontade de me comer no sofá...

De repente, ela para de me beijar, se afasta e devagar se levanta. Me olhava com uma ternura e um tesão ao mesmo tempo, coloca a mão no meu peito e me empurra, fazendo minhas costas encostarem de vez no sofá. Depois empurra meus pés e fecha um pouco minhas pernas, me olhando nos olhos, segura minhas mãos e sobe em cima de mim. mio.

Ela mexe a cintura e se ajeita, deixando a buceta bem em cima da minha pika, isso me deu uma ereção mais forte do que a que eu já tinha, deixou minha pika dura pra caralho. A Mica sentiu e apertou minhas mãos, os peitos dela estavam a centímetros do meu rosto e, ao sentir minha ereção, ela se inclinou pra mim e me beijou de boca.

Abracei ela forte pela cintura, pressionando contra meu corpo, e segundos depois, passando meus dedos pelas costas dela, levei minhas mãos até a bunda dela. Acariciei, dei uns tapas e comecei a massagear aquela bunda gostosa que ela tinha, às vezes apertava forte as nádegas dela, dava pra sentir a respiração dela ficando mais intensa, assim como os beijos e as mordidas.

Ela mexia os quadris, fazendo a buceta roçar na minha pika, sentir a buceta dela me deixou louco, me fez perder o controle. Enquanto continuava curtindo a bunda dela, com a outra mão segurei o cabelo dela e puxei a cabeça dela pra trás, as costas dela ficaram arqueadas, deixando os peitos roçando nos meus lábios. Mordi eles por cima do top, isso deixou ela louca.

A Mica me agarrou pelos cabelos e começou a esfregar os peitos no meu rosto. Larguei a bunda dela e com as duas mãos agarrei os peitos dela, apertei e, enquanto pressionava com os polegares, acariciava os bicos desenhando círculos, ela gemia, e depois se aproxima de mim e sussurra:

- love… quero que você chupe meus peitos… Agora…

E eu vi ela abaixar o top, deixando os peitos dela no ar, me olhou e mordeu os lábios. Coloquei minhas mãos nos peitos dela, a pele era tão macia, os bicos eriçados, apertei eles com carinho e comecei a lamber um dos peitos dela, acariciei o bico com meus lábios, depois beijei, fui pro outro peito, apertei com a mão e comecei a chupar o bico dela, enquanto fazia isso, com a língua lambia e acariciava, ela gemia cada vez mais, me segurava pelos cabelos e me pressionava contra os peitos dela.

Ao mesmo tempo, dava pra sentir o movimento da pelve dela na minha virilha, me fazia sentir que ela tava me comendo de roupa, por Por dentro, tava morrendo de vontade de agarrar a leggings dela, rasgar tudo e começar a meter nela e fazer ela minha.

Naquele momento, a gente tava muito excitado e se deixou levar.

Ela me olhava nos olhos enquanto mexia a cintura e esfregava a pica em mim, gemia e cravava as unhas no meu peito, enquanto eu continuava me deliciando com os peitos dela, beijando e mordendo. Depois, peguei eles com as duas mãos e, enquanto apertava, comecei a lamber e chupar os bicos, beijava e dava chupões. Aí ela colocou as mãos dela sobre as minhas e apertava enquanto eu massageava os peitos dela e acariciava com o leve toque dos meus lábios.

Depois de alguns minutos, ela se aproximou de mim, deixando os peitos totalmente encostados no meu peito, dava pra sentir o ritmo do coração acelerado dela e a respiração mais ofegante.

Ela começou a me beijar de um jeito meigo, abracei ela forte pela cintura, deixando o umbigo dela junto do meu, e ela foi aumentando o nível dos beijos aos poucos, enquanto eu, com a mão livre, fui até a bunda dela e comecei a acariciar e massagear, às vezes apertava forte, outras de leve, dava tapas e voltava a acariciar. Depois, peguei nas mãos dela enquanto a gente se beijava com intensidade…

Aí abracei ela de novo pelas costas, na altura da cintura, com as duas mãos, e, enquanto a gente se olhava direto nos olhos, comecei a mexer a pélvis devagar e, com delicadeza, esfregava a pica na buceta dela, dava pra sentir os lábios dela envolvendo minha pica e percorrendo vários centímetros.

Ela gemia baixinho enquanto me olhava e mordia os lábios, continuei me mexendo até sentir um leve tremor nas pernas dela e como a umidade dela me invadiu em seguida.

Ela me beijou com carinho, mordeu meus lábios e, olhando nos meus olhos, disse “Te Amo…”. Depois, apoiou a cabeça no meu peito, continuei acariciando as costas dela e abracei ela forte.

A gente tava tão perto que, naquele ponto, nem precisava mais penetrar ela pra sentir que ela era minha e que eu era dela…
Era como se nossos corpos se tivessem sido criados para se encaixar perfeitamente…
A gente tava conectado de um jeito que nenhuma palavra conseguia descrever, era algo etéreo.

Depois ficamos assim quase uma hora, ela em cima de mim, nos abraçando, eu dando beijinhos na testa dela, nos olhando, ela me roubando beijos, até a gente cair no sono…

Acordamos 2 horas depois, já era tarde pra caralho, então eu tinha que vazar rápido. Ela ajeitou a roupa, eu roubei uns beijos, levantamos, e ela me acompanhou até a porta. A gente se despediu com um abraço e vários beijos a mais.

CONTINUA…

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