Lição

Beleza, amigos, como vocês estão? Há quanto tempo!

Aqui estamos de volta com mais uma experiência de uns dias atrás, um "estrago" por assim dizer, e claro, raposa velha perde o pelo, mas não o jeito... e não perdoei.

Antes do relato, queria contar que notei que me removeram dois relatos. Não tinham nada de errado, mas como sou meio porcaria com tecnologia, ainda tô tentando descobrir o motivo, só não sei como.

Faz uns 9 meses que tô fazendo um bico de transporte num asilo de idosos, levando os velhinhos pros médicos. Numa sexta, coisa de um mês atrás, cheguei no asilo e na porta esperava uma moça, "Majo", bem baixinha, cheinha, mas não gorda, pele morena, cabelo crespo, mas o que mais me chamou a atenção foi um dente quebrado na ponta. Do lado dela, um cara numa moto com uma mina, deduzi na hora que era o marido.

- Oi, falei, você tocou a campainha?
- Oi, sim, sim...
- Ok, então já vão abrir.

Quando abriram, ela se despediu do cara e entrou, eu atrás, cumprimentando todo mundo como se fosse a rainha do carnaval. Ela foi recebida pela encarregada, e fui o primeiro a ser apresentado com um "ela é a nova colega" e "hoje você vai com ela", porque a Viki (que era a acompanhante) sofreu uma fratura e vai ficar uns 4 meses fora.

- Ok, ok, falei.

Dez minutos depois, estávamos prontos pra sair. O velhinho já estava com o cinto de segurança e a almofada de pescoço, ela com as pastas, e partimos.

Assim que descemos a calçada, ela me perguntou:
- Pode usar o celular?
- Claro, lógico... e pá, tira uma selfie e manda pra alguém.

Dois minutos depois, o telefone tocou. Era a amiga. Ela falava baixo e contava tudo rindo. Depois de uns minutos ouvindo, pensei: "essa baixinha é um perigo na hora errada".

Fizemos vários traslados e, com o passar dos dias, a amiga já falava no viva-voz com a gente, mandava fotos, já estavam na maior intimidade. Mas num momento, a amiga soltou numa ligação:
- E você, é casado?
E a Majo respondeu:
- Eiiii, menina!
- Que? Miga, quem foi pra Sevilha perdeu o lugar.
-Pah!! Que canalha.
Eu não entendia nada e pra piorar ele disse "depois a gente fala" e desligou.
-O que foi, Majo?
-Nada não, essa bisca de merda.
-O quê?
-Não viu que ela tá te dando mole?
-Deixa ela, trouxa, sou grande, tenho 45 anos, sou casado sim, além disso, na minha idade, tenho que comer coisa molinha, fresquinha hahaha.
-Vai, mongoloide.
-Majo, se ela se oferecer, eu arrebento ela.
-Bom, tá, mas não é essa a questão, além disso, se você quer algo molinho, aqui tem, ela disse e se apontou, com risada e careta sarcástica.
Por ali vinha a mão...
-Majo, você é casada, sem-vergonha, além disso, te coloco na ponta da pica e te uso de boneca, olha o que você é.
-Você também é casado, fresco, e não se iluda, pode levar uma surpresa...
-Quando e onde?
-Não sei, falo pra aquele ali que pediram pra eu fazer duas horas a mais, que tal?
-Ok, e combinamos uma estratégia.
Enquanto trabalhávamos, uns amassos e beijos foram rolando e na hora de sair ela pegou o bus e desceu no meio do caminho, subiu na minha caminhonete e fomos pro hotel, no caminho ela foi toda soltinha, chegamos, deixamos a caminhonete e subimos, pedi pra ela me deixar tomar banho e ela quis que fizéssemos juntos, o corpinho dela pelado era engraçado, pezinhos pequeninos de dedos curtos, os peitinhos de bicos pequenos e pretinhos, a buceta peludinha mas caprichada e uma cicatriz na barriga baixa de uma cesárea.
A gente se banhou, ela cuidou pra não molhar o cabelo, e no meio do chuveiro depois de uns beijos que ferraram minha cintura de ficar abaixado, peguei ela pela nuca e mandei ela pra pica, ela começou a chupar toda carinhosa enquanto olhava pra pica, fechei o chuveiro, nem nos secamos, levantei ela no colo tipo upa, enquanto beijava ela, ela pensou que eu ia enfiar ali mesmo, mas levei ela pra cama, aí sim, cravei com toda força, sua puta,
-Ugghhh para, filho da puta
-Quero ver que surpresa tem
-Mas doeu, ela disse com as mãos na minha barriga como se quisesse me parar.
-Shhh, aguenta, ela se fez de cojelinda. e eu avisei ela
—calma, por favor, até eu ficar mais molhada.
Eu tava com muita dificuldade pra comer ela e chupar as tetas dela, beijar a boca dela, porque ela era baixinha, comecei a meter, curti pra foder ela com força, ela, mesmo gostando, tava desconfortável, eu empurrava cada estocada até o fundo, às vezes parava, tirava a cabeça até a entrada e mandava de novo pra dentro, coloquei as mãos na cama como se fosse fazer flexão e comecei a me mexer rápido, ela se agarrava nos meus braços e virava a cabeça pros lados com a testa franzida, a comedora fatal não aguentava o castigo, depois de uns dez minutos e quando ela colocou as mãos na cabeça, juntei os joelhos dela com as tetas e mandei pra dentro com toda a minha força uma descarga de porra, que acho que chegou no coração dela, enquanto ela apertava os dentes e me dizia:
—não não não, o que cê tá fazendo?
Quando parei, tirei ela segurando bem no começo do tronco, dura ainda, e passei tipo pra limpar nos pelinhos da buceta dela, parte do meu gozo pendurado nos pelinhos pretos da buceta dela e o resto já tinha começado a escorrer, ela tava com os olhos vidrados, um olhar meio de raiva pra mim, uma mão na testa e outra na barriga.
—que foi? Não aguenta nada, a tal da surpresa? Ela virou de lado tipo posição fetal, meu gozo dava pra ver escorrendo pela bunda dela, grudado numa bundinha enrugada e preta.
—isso não se faz, doeu muito, e ainda nem liguei se eu podia engravidar ou não, ou se tava doendo.
—ehh, desculpa, achei que cê tava louca, você se gaba muito, desculpa de verdade, o resto a gente resolve agora quando sair, te prometo, mas desculpa, eu errei.
—não, tá, eu tomo anticoncepcional, mas teria gostado que cê perguntasse, que se preocupasse pelo menos, sou uma mulher.
—Sim, Majo, e desculpa, mas repito, do jeito que você se gabou, não dá pra fazer isso.
Pedi desculpa de novo enquanto fiz um carinho nela, quando virei ela, uma lágrima caía de um dos olhos dela, sequei, beijei ela. Acariciei e meti gostoso de novo, já molhada com meu gozo e sendo mais cuidadoso, penetrei ela toda outra vez. Dessa vez fiz amor, ela curtiu, riu, brincamos e ela pediu pra eu gozar entre os peitos dela.
Na hora de ir embora, ela confessou que tinha essa ilusão do que aconteceu, porque me via como um homem mais velho, de aparência grande, e queria que eu fizesse ela se sentir a mulher que ela sente que é. Não que ela não ame o marido, mas que a monotonia é real, que em um momento chegou a me odiar porque fiz ela se sentir a pior, mas que também gostou de ser tratada como uma putinha, que era cock demais pra fazer aquilo com ela, que talvez se eu fosse um pouco menos bruto ela teria curtido mais, mas que se foi uma lição, ela aprendeu.
Não sou um cara ruim, mas não gosto de gente metida, que acha que é deus na cama por ter comido mais ou menos parceiros, e não só no sexo, penso o mesmo em todos os aspectos da vida.
Já saímos mais duas vezes, e tô indo pra essa bunda. Ela disse que sim, que se for com cuidado, sim… iupiiiiiiii

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