Continuação de: http://www.poringa.net/posts/relatos/5741726/Escrava-russa-8.html
As luzes do quarto continuavam apagadas. Ao longe, um relâmpago iluminou o interior do camarote, onde só se conseguiam ouvir os gemidos vindos da escrava.
- Спасибо, хозяин...
- Espanhol, Сука- o estalo da minha mão contra as nádegas dela ecoou no quarto ao mesmo tempo que o trovão soou. Ela hesitou por um instante enquanto segurava a cabeça com as duas mãos.
- Obri... Obrigada, amo.
- Bem. - cada vez que eu entrava nela, ouvia um gemido. Peguei-a pelos cabelos e empurrei-a contra o travesseiro, que já parecia ter completamente gravada a forma da cabeça dela. - Mais forte ou mais suave?
- сил... Forte, пожалуйста!
- Espanhol- Outra palmada, ecoou e com isso a buceta dela apertava, as pernas tremiam e eu conseguia ver através da escuridão como ela mordia os lábios. O quadril dela se movia e eu podia sentir o cheiro do suor, não só o sentia quando pegava nos cabelos dela, não só o sentia quente cada vez que a agarrava pelos peitos, não só me respingava cada vez que dava uma palmada.
- Izb... Desculpa. Forte, porfavá.- Ela conseguiu gemer.
Tirei meu membro de dentro dela e virei-a, segurando-a pelo braço, talvez agressivo demais, ela cedia submissa a qualquer movimento que eu impusesse.
Ela levantou as mãos na minha direção, segurei-a pelo pulso e coloquei os braços dela sobre a cabeça.
- Amo... - Ela gemeu enquanto eu entrava nela e aproximava meu rosto do dela. - D... Dentro, porfavá.
Eu a penetrava com força e no calor do momento ignorei totalmente o que ela dizia. Só conseguia ver a silhueta do queixo dela, o pescoço, os peitos balançando a cada entrada e a cada saída.
O interior quente e úmido dela me recebia e me abraçava com a lascívia de um súcubo.
Os gemidos dela viravam uma vibração atrapalhada e ela lutava contra meu aperto, a mão livre tentava limpar o suor da cabeça e descia até nossos sexos, acariciando o clitóris. As pernas tremiam e o quadril se movia sozinho. Os gemidos dela se eles arrancaban un gemido que se convertía en uma onomatopeia trêmula.
Minha mão no pescoço dela a segurava e com força ela me mantinha dentro de si, empurrando meu pau pra dentro dela, investindo e me preparando pra gozar dentro dela.
-хозяин...- ela tentou começar.
-Espanhol- Neguei passando meu braço pelas costas dela.
-Amho. ¿Quãntho faltha pra... Uh... Fim viagem?
-Terminar. E não tenho certeza -A pele quente dela tinha me feito perder a noção do tempo. Não fazia mais de 1 dia que tínhamos ancorado em Atenas, se eu tivesse olhado meu celular com certeza teria visto que não estávamos há mais de 8 dias de viagem, mais um dia no porto de Atenas e partiríamos pra Cagliari.
As pessoas do navio não pareciam reparar na nossa existência, exceto o casal que tinha nos abordado no primeiro dia, a estratégia deles tinha mudado pra ser menos direta, tentavam nos abordar separadamente, porém, não contavam que Alina e eu nunca nos separávamos.
A ruiva tinha heterocromia, os lábios dela eram grossos e o busto era meio comum, mal passava de 1,65, o homem loiro media aproximadamente 1,85 e parecia bem magricela.
Eram um casal de swingers, a garota nos abordou de madrugada durante um jantar no buffet. Ela tava corada e dava pra ouvir o vibrador que ela tinha entre as pernas enquanto tentava puxar uma conversa que de alguma forma levasse pros nossos interesses sexuais.
Alina virava pra mim toda vez que a garota gemia na nossa frente. O sujeito, o parceiro dela, devia estar em algum lugar por perto.
-So... What brought you guys here? -Ela perguntou com o lábio inferior tremendo.
Alina abriu a boca, provavelmente pra me perguntar o que ela tinha dito, mas diante da possibilidade de entenderem russo decidiu ficar quieta até eu dizer algo; decidimos optar por ela só dizer "same" ou "yep" depois de qualquer resposta que eu pudesse dar.
-Hunger.-Respondi seco enquanto levava um pão à boca.
-I see, bread É bem gostoso aqui, sabe? Tem um hotel em Atenas e meu namorado e eu vamos ficar lá em vez do barco. O que vocês acham? Querem dividir quarto com a gente? -seu tom de voz ficava cada vez mais como um gemido.
- Não, valeu. A gente já tem planos de ficar no barco.
- É -respondeu Alina enquanto bebia o café. Estava inquieta, suas pernas não paravam de mexer a perna esquerda pra cima e pra baixo, como se pisasse em algo repetidamente. Era algo que eu costumava fazer quando pensava. Às vezes me preocupava que ela se tornasse como eu.
- Oh! Entendi. Pra onde vocês vão? -perguntou quase animada, parecia que de verdade estavam empenhados em transar com a gente.
- Nosso quarto. Falou -me levantei com o prato na mão e Alina me seguiu.
A ruiva parecia ter intenções de nos seguir também, mas só ficou apoiada sobre os braços cruzados na mesa. Ao virar de canto de olho, vi ela cruzando as pernas e arqueando as costas enquanto o quadril se movia pra frente.
O cara loiro nos abordou enquanto Alina estava nadando na piscina e eu a observava de uma cadeira de praia na borda.
- Ela é bem garota, né? -pegou a cadeira mais próxima e a aproximou da minha. Não pensava em tirar os fones. Eram aproximadamente 3 da manhã, durante o dia dormíamos ou estudávamos. Só à noite, quando tudo estava livre de gente, podíamos sair pra descansar. Encolhi os ombros em resposta. - Ela é bem gostosa, cara. - A ruiva se aproximou da piscina onde Alina estava e começou a nadar ao redor dela, sorrindo e molhando os lábios com a língua. - Oh, olha isso. Elas tão se dando bem! Seria legal pra nós quatro sermos amigos, sabe?
- Então você quer que eu coma sua mina e você quer comer a minha, é isso? -A franqueza da resposta o fez se sobressaltar, mas na hora ele sorriu e se inclinou na minha direção.
- Bom, não só minha namorada e provavelmente não só por cima. -O rosto dele foi se aproximando do meu, enquanto tentava de me manter estoico.
Senti o leve tique sob meu olho direito. Recuei e me levantei da cadeira.
- Sorry, we're not interested. - Alina saiu de repente da piscina, me seguindo e pegando a toalha mais próxima para cobrir o corpo.
- хо... Marco, espera!
Mas naquele camarote em Atenas estava tudo tranquilo. O murmúrio das pessoas tinha se apagado sob as nuvens acinzentadas despejando chuva torrencial. O mar se agitava inquieto e nos balançava. Provavelmente não passava das 6 da tarde, mas não fazia mais de uma hora que tínhamos acordado, e em uma hora provavelmente não teríamos escolha a não ser ir ao buffet. A parte boa é que os swingers não estariam lá, já que supostamente tinham ido para o hotel. Teríamos que esperar a chuva passar, ia fazer frio.
O cruzeiro zarpou no dia seguinte, a tempestade fazia a gente ir mais devagar, o cruzeiro, ao que parecia, levaria dois dias para chegar em Cagliari, mas por causa da tempestade levou um dia a mais.
Se eu não tivesse tomado a injeção anticoncepcional, provavelmente o risco de a Alina engravidar durante a viagem teria sido total. Gozar dentro dela tinha virado um costume e o interior do quarto era como uma sauna de luxúria e lascívia.
Na noite anterior à chegada em Cagliari, pudemos ver a ruiva com um vestido azul, justo, procurando alguém na entrada do salão de jantar, tinha gente demais, era meia-noite, música ambiente suave tocava pelos alto-falantes, e quando a ruiva se aproximou de um casal que já parecia quase de meia-idade. Pelo menos tinham desistido da gente.
Passamos um tempo na piscina depois do nosso jantar noturno e caminhamos pela área do bar e do hotel. A imensidão da escuridão quase parecia cativar e preocupar a Alina.
- É... khomo... um cinza sem fim.
- Infinito, seria uma boa palavra para "sem fim". E sim. Não é um lugar em que você queira se perder.
- Da myieto.
- Sim.
Não tínhamos muitos dias de aulas de espanhol, mas eu realmente podia ver Um pouco de progresso. Quando passamos por Gibraltar, o vocabulário dela já tinha se expandido um pouco mais; estávamos há 21 dias de cruzeiro e prestes a passar mais tempo à deriva.
De vez em quando, a ruiva piscava o olho pra gente quando a encontrávamos pela borda. O loiro, a gente não tinha visto.
Alguns casais faziam o mesmo que nós, se trancavam no quarto e só dava pra ouvir gemidos abafados pelas ondas barulhentas.
Alina e eu, durante os 15 dias que o cruzeiro levou pra chegar em Miami, decidimos experimentar um pouco mais nas nossas expedições noturnas.
No começo, a varanda do nosso camarote era um bom lugar pra aliviar um pouco do estresse. Porém, durante alguns dias solitários na piscina, nossas ideias disparavam pra coisas mais arriscadas. Sexo oral na frente da piscina, meter entre as pernas dela atrás do bar ao ar livre, masturbação nas escadas da área do hotel, e muitas vezes Alina saía com um vestido sem calcinha e com meu gozo escorrendo da buceta dela. Pra Alina, parecia ser uma descoberta total, aquela sensação de ser pega, aquela excitação em se sentir humilhada. Às vezes escapava um "dono" em público e a gente já não ligava; parecia mais um roleplay do que algo real, além do mais, ninguém parecia entender espanhol.
Três dias antes de chegar em Miami, Alina começou a menstruar. O que não acalmou a lascívia dela, só aumentou. Ela acordava no meio da noite com a boca em volta do meu pau. Eu mantinha consciência o suficiente pra puxar o cabelo dela e obrigar a engolir meu gozo.
Não dava pra fazer nada além de sexo oral, e isso quando a dor deixava ela se mexer. Por causa da criação dela, aquela dor não era suficiente pra deixar de servir. Mas as coisas eram diferentes agora. Ela gostava de ficar na cama me abraçando e acariciando meu pau enquanto eu desenhava círculos nas costas dela com o dedo.
Atrás do bar, numa noite calma em que, ao longe, dava pra ver as luzes da cidade, Alina parecia pensar em algo.
- Aconteceu alguma coisa, Alina?
Ela se virou pra mim e os olhos dela pareciam brilhar. Tirou meu pau da boca e começou a deslizar as mãos pelo tronco.
- Sou uma escrava. Você é muito bom comigo. Só me bate quando a gente transa. Não grita comigo nem quando tá bravo.
- Eu não sabia o que dizer, só olhava de volta pra ela, confuso.
- Às vezes eu fantasio... Com a gente casando ou tendo filhos.
Minha mão tocou o cabelo dela e comecei a acariciar. Ela pegou minha mão com as dela e beijou.
- Mas a verdade é que eu gosto das coisas como estão agora. Sei que sou uma escrava e sei que um dia você vai casar e ter filhos, e a verdade é que não sei o que fazer.
- Isso te faz sentir mal? Não é que seja um fato, mas a ideia... Te faz sentir mal?
Ela passava a língua na cabeça do meu pau e o encostava na bochecha dela.
- Não sei... Me deixa molhada. Gosto quando você me humilha, mas também gosto que seja só nós dois. Mesmo assim... Se você me ordenasse, eu poderia ser sua escrava sexual, pra sempre. Com esposa ou sem ela. Poderia cuidar dos seus filhos ou dos nossos...
- Você faria qualquer coisa por mim?
Os olhos dela estavam lindos. Os lábios dela envolviam meu membro e, dentro da boca, a língua se movia suave sobre a glande. Ela tirou meu pau da boca com um som molhado.
- Sim, meu senhor.
Ela se levantou e me abraçou. Levei alguns segundos pra guardar meu falo de volta na calça, mas retribuí o abraço.
- É bom ter você comigo, Alina.
O corpo dela ficou rígido e o abraço mais firme. A cabeça dela se apoiou no meu ombro.
- Eu te quero, meu senhor.
Ela sussurrou contra meu ombro. Minha mão subiu da cintura dela até a bochecha. Me afastei alguns centímetros e dei um beijo na bochecha dela. Era triste pensar que eu tinha tido que pagar por ela. Talvez em outra circunstância... Quem sabe... Não seria igual. Nunca era um bom momento pra divagar sobre a existência do destino.
- Vem, vamos ver a cidade.Fim parte 9
Sinto muito, mas não recebi o texto em espanhol para traduzir. Por favor, forneça o conteúdo que você gostaria que eu traduzisse para o português brasileiro.seguinte parte:
As luzes do quarto continuavam apagadas. Ao longe, um relâmpago iluminou o interior do camarote, onde só se conseguiam ouvir os gemidos vindos da escrava.
- Спасибо, хозяин...
- Espanhol, Сука- o estalo da minha mão contra as nádegas dela ecoou no quarto ao mesmo tempo que o trovão soou. Ela hesitou por um instante enquanto segurava a cabeça com as duas mãos.
- Obri... Obrigada, amo.
- Bem. - cada vez que eu entrava nela, ouvia um gemido. Peguei-a pelos cabelos e empurrei-a contra o travesseiro, que já parecia ter completamente gravada a forma da cabeça dela. - Mais forte ou mais suave?
- сил... Forte, пожалуйста!
- Espanhol- Outra palmada, ecoou e com isso a buceta dela apertava, as pernas tremiam e eu conseguia ver através da escuridão como ela mordia os lábios. O quadril dela se movia e eu podia sentir o cheiro do suor, não só o sentia quando pegava nos cabelos dela, não só o sentia quente cada vez que a agarrava pelos peitos, não só me respingava cada vez que dava uma palmada.
- Izb... Desculpa. Forte, porfavá.- Ela conseguiu gemer.
Tirei meu membro de dentro dela e virei-a, segurando-a pelo braço, talvez agressivo demais, ela cedia submissa a qualquer movimento que eu impusesse.
Ela levantou as mãos na minha direção, segurei-a pelo pulso e coloquei os braços dela sobre a cabeça.
- Amo... - Ela gemeu enquanto eu entrava nela e aproximava meu rosto do dela. - D... Dentro, porfavá.
Eu a penetrava com força e no calor do momento ignorei totalmente o que ela dizia. Só conseguia ver a silhueta do queixo dela, o pescoço, os peitos balançando a cada entrada e a cada saída.
O interior quente e úmido dela me recebia e me abraçava com a lascívia de um súcubo.
Os gemidos dela viravam uma vibração atrapalhada e ela lutava contra meu aperto, a mão livre tentava limpar o suor da cabeça e descia até nossos sexos, acariciando o clitóris. As pernas tremiam e o quadril se movia sozinho. Os gemidos dela se eles arrancaban un gemido que se convertía en uma onomatopeia trêmula.
Minha mão no pescoço dela a segurava e com força ela me mantinha dentro de si, empurrando meu pau pra dentro dela, investindo e me preparando pra gozar dentro dela.
-хозяин...- ela tentou começar.
-Espanhol- Neguei passando meu braço pelas costas dela.
-Amho. ¿Quãntho faltha pra... Uh... Fim viagem?
-Terminar. E não tenho certeza -A pele quente dela tinha me feito perder a noção do tempo. Não fazia mais de 1 dia que tínhamos ancorado em Atenas, se eu tivesse olhado meu celular com certeza teria visto que não estávamos há mais de 8 dias de viagem, mais um dia no porto de Atenas e partiríamos pra Cagliari.
As pessoas do navio não pareciam reparar na nossa existência, exceto o casal que tinha nos abordado no primeiro dia, a estratégia deles tinha mudado pra ser menos direta, tentavam nos abordar separadamente, porém, não contavam que Alina e eu nunca nos separávamos.
A ruiva tinha heterocromia, os lábios dela eram grossos e o busto era meio comum, mal passava de 1,65, o homem loiro media aproximadamente 1,85 e parecia bem magricela.
Eram um casal de swingers, a garota nos abordou de madrugada durante um jantar no buffet. Ela tava corada e dava pra ouvir o vibrador que ela tinha entre as pernas enquanto tentava puxar uma conversa que de alguma forma levasse pros nossos interesses sexuais.
Alina virava pra mim toda vez que a garota gemia na nossa frente. O sujeito, o parceiro dela, devia estar em algum lugar por perto.
-So... What brought you guys here? -Ela perguntou com o lábio inferior tremendo.
Alina abriu a boca, provavelmente pra me perguntar o que ela tinha dito, mas diante da possibilidade de entenderem russo decidiu ficar quieta até eu dizer algo; decidimos optar por ela só dizer "same" ou "yep" depois de qualquer resposta que eu pudesse dar.
-Hunger.-Respondi seco enquanto levava um pão à boca.
-I see, bread É bem gostoso aqui, sabe? Tem um hotel em Atenas e meu namorado e eu vamos ficar lá em vez do barco. O que vocês acham? Querem dividir quarto com a gente? -seu tom de voz ficava cada vez mais como um gemido.
- Não, valeu. A gente já tem planos de ficar no barco.
- É -respondeu Alina enquanto bebia o café. Estava inquieta, suas pernas não paravam de mexer a perna esquerda pra cima e pra baixo, como se pisasse em algo repetidamente. Era algo que eu costumava fazer quando pensava. Às vezes me preocupava que ela se tornasse como eu.
- Oh! Entendi. Pra onde vocês vão? -perguntou quase animada, parecia que de verdade estavam empenhados em transar com a gente.
- Nosso quarto. Falou -me levantei com o prato na mão e Alina me seguiu.
A ruiva parecia ter intenções de nos seguir também, mas só ficou apoiada sobre os braços cruzados na mesa. Ao virar de canto de olho, vi ela cruzando as pernas e arqueando as costas enquanto o quadril se movia pra frente.
O cara loiro nos abordou enquanto Alina estava nadando na piscina e eu a observava de uma cadeira de praia na borda.
- Ela é bem garota, né? -pegou a cadeira mais próxima e a aproximou da minha. Não pensava em tirar os fones. Eram aproximadamente 3 da manhã, durante o dia dormíamos ou estudávamos. Só à noite, quando tudo estava livre de gente, podíamos sair pra descansar. Encolhi os ombros em resposta. - Ela é bem gostosa, cara. - A ruiva se aproximou da piscina onde Alina estava e começou a nadar ao redor dela, sorrindo e molhando os lábios com a língua. - Oh, olha isso. Elas tão se dando bem! Seria legal pra nós quatro sermos amigos, sabe?
- Então você quer que eu coma sua mina e você quer comer a minha, é isso? -A franqueza da resposta o fez se sobressaltar, mas na hora ele sorriu e se inclinou na minha direção.
- Bom, não só minha namorada e provavelmente não só por cima. -O rosto dele foi se aproximando do meu, enquanto tentava de me manter estoico.
Senti o leve tique sob meu olho direito. Recuei e me levantei da cadeira.
- Sorry, we're not interested. - Alina saiu de repente da piscina, me seguindo e pegando a toalha mais próxima para cobrir o corpo.
- хо... Marco, espera!
Mas naquele camarote em Atenas estava tudo tranquilo. O murmúrio das pessoas tinha se apagado sob as nuvens acinzentadas despejando chuva torrencial. O mar se agitava inquieto e nos balançava. Provavelmente não passava das 6 da tarde, mas não fazia mais de uma hora que tínhamos acordado, e em uma hora provavelmente não teríamos escolha a não ser ir ao buffet. A parte boa é que os swingers não estariam lá, já que supostamente tinham ido para o hotel. Teríamos que esperar a chuva passar, ia fazer frio.
O cruzeiro zarpou no dia seguinte, a tempestade fazia a gente ir mais devagar, o cruzeiro, ao que parecia, levaria dois dias para chegar em Cagliari, mas por causa da tempestade levou um dia a mais.
Se eu não tivesse tomado a injeção anticoncepcional, provavelmente o risco de a Alina engravidar durante a viagem teria sido total. Gozar dentro dela tinha virado um costume e o interior do quarto era como uma sauna de luxúria e lascívia.
Na noite anterior à chegada em Cagliari, pudemos ver a ruiva com um vestido azul, justo, procurando alguém na entrada do salão de jantar, tinha gente demais, era meia-noite, música ambiente suave tocava pelos alto-falantes, e quando a ruiva se aproximou de um casal que já parecia quase de meia-idade. Pelo menos tinham desistido da gente.
Passamos um tempo na piscina depois do nosso jantar noturno e caminhamos pela área do bar e do hotel. A imensidão da escuridão quase parecia cativar e preocupar a Alina.
- É... khomo... um cinza sem fim.
- Infinito, seria uma boa palavra para "sem fim". E sim. Não é um lugar em que você queira se perder.
- Da myieto.
- Sim.
Não tínhamos muitos dias de aulas de espanhol, mas eu realmente podia ver Um pouco de progresso. Quando passamos por Gibraltar, o vocabulário dela já tinha se expandido um pouco mais; estávamos há 21 dias de cruzeiro e prestes a passar mais tempo à deriva.
De vez em quando, a ruiva piscava o olho pra gente quando a encontrávamos pela borda. O loiro, a gente não tinha visto.
Alguns casais faziam o mesmo que nós, se trancavam no quarto e só dava pra ouvir gemidos abafados pelas ondas barulhentas.
Alina e eu, durante os 15 dias que o cruzeiro levou pra chegar em Miami, decidimos experimentar um pouco mais nas nossas expedições noturnas.
No começo, a varanda do nosso camarote era um bom lugar pra aliviar um pouco do estresse. Porém, durante alguns dias solitários na piscina, nossas ideias disparavam pra coisas mais arriscadas. Sexo oral na frente da piscina, meter entre as pernas dela atrás do bar ao ar livre, masturbação nas escadas da área do hotel, e muitas vezes Alina saía com um vestido sem calcinha e com meu gozo escorrendo da buceta dela. Pra Alina, parecia ser uma descoberta total, aquela sensação de ser pega, aquela excitação em se sentir humilhada. Às vezes escapava um "dono" em público e a gente já não ligava; parecia mais um roleplay do que algo real, além do mais, ninguém parecia entender espanhol.
Três dias antes de chegar em Miami, Alina começou a menstruar. O que não acalmou a lascívia dela, só aumentou. Ela acordava no meio da noite com a boca em volta do meu pau. Eu mantinha consciência o suficiente pra puxar o cabelo dela e obrigar a engolir meu gozo.
Não dava pra fazer nada além de sexo oral, e isso quando a dor deixava ela se mexer. Por causa da criação dela, aquela dor não era suficiente pra deixar de servir. Mas as coisas eram diferentes agora. Ela gostava de ficar na cama me abraçando e acariciando meu pau enquanto eu desenhava círculos nas costas dela com o dedo.
Atrás do bar, numa noite calma em que, ao longe, dava pra ver as luzes da cidade, Alina parecia pensar em algo.
- Aconteceu alguma coisa, Alina?
Ela se virou pra mim e os olhos dela pareciam brilhar. Tirou meu pau da boca e começou a deslizar as mãos pelo tronco.
- Sou uma escrava. Você é muito bom comigo. Só me bate quando a gente transa. Não grita comigo nem quando tá bravo.
- Eu não sabia o que dizer, só olhava de volta pra ela, confuso.
- Às vezes eu fantasio... Com a gente casando ou tendo filhos.
Minha mão tocou o cabelo dela e comecei a acariciar. Ela pegou minha mão com as dela e beijou.
- Mas a verdade é que eu gosto das coisas como estão agora. Sei que sou uma escrava e sei que um dia você vai casar e ter filhos, e a verdade é que não sei o que fazer.
- Isso te faz sentir mal? Não é que seja um fato, mas a ideia... Te faz sentir mal?
Ela passava a língua na cabeça do meu pau e o encostava na bochecha dela.
- Não sei... Me deixa molhada. Gosto quando você me humilha, mas também gosto que seja só nós dois. Mesmo assim... Se você me ordenasse, eu poderia ser sua escrava sexual, pra sempre. Com esposa ou sem ela. Poderia cuidar dos seus filhos ou dos nossos...
- Você faria qualquer coisa por mim?
Os olhos dela estavam lindos. Os lábios dela envolviam meu membro e, dentro da boca, a língua se movia suave sobre a glande. Ela tirou meu pau da boca com um som molhado.
- Sim, meu senhor.
Ela se levantou e me abraçou. Levei alguns segundos pra guardar meu falo de volta na calça, mas retribuí o abraço.
- É bom ter você comigo, Alina.
O corpo dela ficou rígido e o abraço mais firme. A cabeça dela se apoiou no meu ombro.
- Eu te quero, meu senhor.
Ela sussurrou contra meu ombro. Minha mão subiu da cintura dela até a bochecha. Me afastei alguns centímetros e dei um beijo na bochecha dela. Era triste pensar que eu tinha tido que pagar por ela. Talvez em outra circunstância... Quem sabe... Não seria igual. Nunca era um bom momento pra divagar sobre a existência do destino.
- Vem, vamos ver a cidade.Fim parte 9
Sinto muito, mas não recebi o texto em espanhol para traduzir. Por favor, forneça o conteúdo que você gostaria que eu traduzisse para o português brasileiro.seguinte parte:
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