sueños morbosos 1

aqui começo uma nova temática de contos
trata-se de contar os sonhos
às vezes tarados
às vezes perversos


espero que vocês curtam
e obrigado por me ler


como sempre agradeço os comentários de vocês
e seus pontos


isso é só o começo dessa nova série














Deitei muito excitada, estava a mil e não sabia por quê, meu amigo Carlos tinha me confessado que na verdade é gay, não conseguia acreditar, é verdade que estávamos bebendo e talvez por isso a confissão dele, logo pensei em vê-lo de novo, aquela noite sonhei com ele, foi assim que naquela noite fui visitá-lo de novo, sério que eu queria dar pra ele? Jantamos com os pais dele e ficamos sozinhos na sala de jantar, eles tinham ido dormir, começamos a conversar e ouvir música, falávamos sobre trabalho, o clima estava quente e de repente vi umas revistas numa mesinha, algumas Playboy e outras diretamente pornô.


Eu e isso?


Carlos ah sim, são umas revistas que eu vejo de vez em quando, quer dar uma olhada?


Por que não, mas você não é gay?


Carlos, e o que isso tem a ver?


Sentados no sofá com um uísque na mão, começamos a ver as Playboy.


Umas putas gostosas peladas ou quase nuas, na hora meu pau ganha vida e o dele também, enquanto a gente começa a dar opinião sobre cada uma das vadias e sobre as bocetas que a gente devia comer.


Carlos, essa morena deve ser uma fera na cama.


Não tanto quanto essa loira, olha que rabo que ela tem


Carlos, essa é parecida com essa, olha, ideal pra você que gosta tanto de bundas


Peguei uma revista pornô onde uma loira de quatro lambia um pauzão


Carlos, você não tem ideia do que essa bunda come.


Sério? Com certeza esse pauzão vai acabar com ela.


Virei a página e lá estava o pauzão enfiando no cu da loira, que mostrava na cara o prazer que estava sentindo. Nessa hora, os dois já estavam com as calças nos tornozelos.


Ufff, olha como essa putinha sofre


O Carlos não tá sofrendo, não, otário. A louca tá é curtindo pra caralho.


Mas olha a cara dela


Carlos, não, seu otário, essa aí é pra sofrer mesmo.


Pego outra revista, e lá uma moreninha gostosa levando a rola de um negro na bunda, deitada na cama, com os dentes apertados e agarrada nos lençóis.


Se for verdade, o cara tá acabando com a pobre.


Eu disse isso já me masturbando com os olhos grudados na revista, terminei de falar e senti o pau do Carlos encostando na minha bunda.


Carlos, você não gostaria de ser ela?


Sim, mas que pena que você é viado.


Carlos, vamos pro meu quarto.


Seu pau no meu cú fazia estragos em mim, mesmo desorientada, peguei a revista e segui ele. Entramos no quarto já totalmente nus, ele abriu uma gaveta do guarda-roupa e jogou uma calcinha fio-dental pra mim.


Carlos, coloca isso aqui.


Pra quê?


Carlos, será que você não quer ser ela? Vamos, vamos brincar um pouquinho.


O thong me entrou apertado e, depois que coloquei, me virei mostrando a bunda e perguntei como estava ficando.


Carlos, é você, porra, é você mesmo, tem o bumbum igualzinho, vamos, fica de quatro na cama.


Segui o jogo, afinal não tinha perigo, o Carlos era viado, minha inocência era enorme. Logo senti as mãos dele acariciando minha bunda e puxando minha calcinha fio-dental. Imediatamente senti a língua dele entrando no meu cu.


Carlos, você gosta?


Sim, sim, muito


Carlos, você já é a putinha da revista, olha como seu pauzinho ficou duro


Era a primeira vez que chupavam meu cu, comecei a gemer de prazer até que o filho da puta do Carlos enfiou um dedo na minha bunda e começou a meter e sacar enquanto acariciava meu pau, e eu, já entregue, só gemendo e gemendo.


Carlos, você gosta de ser o putinho?


Adoroo


Carlos, então vou enfiar meu pauzinho em você.


Não falei nada, naquele momento me sentia a gostosinha que recebia uma pica enorme no cu e até chorava. Carlos tirou os dedos do meu culo, se ajeitou e apoiou o pau no meu ânus. Eu só esperava que entrasse, e quando a pica do Carlos entrou no meu cu, doeu pra caralho. Senti a mesma coisa que a putinha. Para o Carlos era difícil enfiar, então ele me deu um tapa na bunda para eu relaxar. Ele conseguiu o que queria e, com um único empurrão, já tinha metido a cabeça inteira do seu pauzão.


Tira, tira, dói pra caralho, não aguento mais, chega, chega, ahhh ahhhh ahhhh ai ai ai você tá me acabando


Carlos, sua puta, tô arrombando seu cu, aproveita!


Ele já estava me comendo, me acabando de pau enquanto minhas lágrimas escorriam e eu deixava o Carlos fazer o que quisesse comigo.


Carlos, você gosta de puta? Viu que linda é essa pica? Agora não reclama mais, puta. Me fala a verdade, sério, você quer mesmo que eu tire ela?


Não, não, continua me fodendo, já sou a puta da revistinhaaa, não paraaa, não para maissss ahhh ahhh ahhhh


Senti uma porrada violenta e logo em seguida um jato quente inundou minha bunda, era o leite dele nas minhas entranhas. Deixei dentro até que não saiu mais uma única gota, deitado em cima de mim, me sentia mortalmente acabado. O pau dele foi morrendo dentro do meu cu e quando finalmente ele tirou, quis que eu chupasse.


Não, tá cheia de merda, cara.


Carlos, tira ela com a mãozinha e chupa, putinha. Isso não acaba aqui.


Eu engoli o máximo que pude e chupei ele, me dava nojo mas eu fiz até ele ficar duro de novo


Carlos, continuamos putaria?


Ai, não, minha bunda tá doendo muito, você acabou com ela. Além do mais, eu não sou o promíscuo, o promíscuo era você.


Carlos, seu otário, eu sou gay porque fodo caras como você, perdeu, mané, vai, vira de costas que eu arrebento seu cu de novo.


Eu tinha o pau dele na cara, meio mole, não sabia o que fazer. Ele tinha razão e eu me dei por vencida, me entreguei. Abri a boca e continuei chupando como dava, porque tava difícil enfiar na minha boquinha dolorida. Não valia a pena resistir e não sei por que, mas tava gostando, mesmo nunca tendo chupado uma rola antes. De repente, Carlos tirou da minha boca e, ao sair de cima de mim, me virou como se fosse uma boneca, abriu minhas pernas e disse:


Carlos, huyyy, quebrei, te deixei o cu todo arrombado, putinho!


Ele enfiou o pau de novo, sentir ele entrando e saindo me deixava toda arrepiada, mas o que eu mais gostava era das coisas que ele falava, tudo bem ofensivo. Dessa vez ele ficou mais tempo metendo e tirando o pau do meu cu, dava pra ver que ele tava com dificuldade pra gozar, e quando ele perguntava se eu tava gostando, eu dizia que não, mas tava mentindo. A verdade é que eu adorava ser uma putinha dominada. Quando ele finalmente gozou, me levou pro banho de novo, tomamos banho juntos e fomos pra sala continuar bebendo. Quando acordei, tava na minha cama, todo suado, com uma pergunta na cabeça: teria sido um pesadelo ou uma premonição?

2 comentários - sueños morbosos 1

kokiCD
Decime donde te puedo mandar las teclas "q" y "u", así las podés usar
La historia es buena, pero duelen los ojos de leerla
lamento mucho k en mi teclado no funcione bien podrias mandarme una notebook