Alina. Capítulo XIII

Alina. Capítulo XIIIEsclarecimento: essa história não vai se resolver tão cedo, então se alguém é ansioso, evite ler ou comentar nesse sentido. Sempre aceitei críticas positivas e negativas, mas má vontade, não. Obrigado Instagram: hiphop911ok SITE: Hiphop911.webnode.page Capítulo 13 Fiquei duro igual pinto de estátua… Claramente eu estava muito motivado… Embora não soubesse se essa era a palavra certa. Na verdade, tinha outra que encaixava perfeitamente, assim como aquela lingerie fina e provocante. De todas as fotos que ela tinha me mandado, sem dúvida, essa era a pior… Ou melhor? ha ALI: Cortei um pouco pra não ser tão pornô kkk ALI: E não chora 😁 A risada irônica saiu automática. Como se cortar a foto tornasse tudo menos ousado do que era… Só de imaginar até onde ia aquela tirinha fina da tanga, minha pele fervia no vermelho vivo. EU: Ainda bem EU: Podia ser pior? ALI: Se quiser, te mando sem editar kkk Sério? Acho que era mais que “motivação”… EU: Não, não… EU: Acredito em você… ALI: Kkkk ALI: O que cê acha? ALI: Serve pra você? EU: Sim… Inspirei e expirei fundo. ALI: Oba kkk EU: Kkk EU: 😳 ALI: Kkkkkkkk ALI: Exagerado!!!!! EU: Mas fazer o quê EU: Fui eu que incentivei, então ALI: É, verdade ALI: Se você fica assim com a foto cortada ALI: Imagina quando eu tirar pra você O coração queria pular pra fora do peito… Que atrevida ela tava… Pensei numa putaria, mas melhor não falar. É melhor manter a compostura… EU: Pois é ALI: E olha que não aceitei a foto pelada ALI: Aí queria ver você tirando ela kkk Engoli seco. Como? Que foto? A dos 500 dólares? EU: Hã? ALI: A que a gente falou ontem kkk ALI: 🤭 EU: Sim, sei qual é ALI: Então, essa kkk ALI: Essa sim era pior ALI: Kkkk Minha respiração acelerou pra caralho, pra ser sincero. Não tinha entendido nada, pelo visto. Então ia ser eu? EU: Não pensei que você tava falando pra eu tirar ela EU: Achei que tava pedindo minha opinião Apoiei a cabeça na mão, completamente chocado. O suor na minha testa dava pra sentir fácil. ALI: Posta? ALI: Não, neném
ALI: Quer dizer, sim, era pra você opinar também
ALI: Mas pra você tirar pra mim 🙈 A pontada que a cock me deu foi sem precedentes… Nem tinha terminado de ler, e meu sistema nervoso já me fazia sentir na minha zona mais íntima o resultado dessa conversa com a Alina e, claro, a nova atitude dela tão… Tão… Exacerbada… Será que ela tava me pedindo pra fotografar ela pelada? Tipo, pelada, pelada?
EU: Cê tá doida? Foi a única coisa que consegui escrever. Minha primeira reação… Bom, a segunda…
ALI: Kkkkkk
ALI: Já achei estranho você ter levado tão na boa ontem quando perguntei
ALI: Kkkk
ALI: Não entendeu nada, gomardi!!! Passei a mão na nuca e levantei todo o suor acumulado. Essa young lady é maluca! Olha… Não vou dizer que não é excitante fazer isso, porque é, sim… Mas também é ir longe demais. Como é que vou fotografar ela pelada? Ela não sabe que posso olhar ela toda? Entende isso? Minhas mãos tremiam… Ainda bem que a conversa tava rolando no chat e não cara a cara, porque o terror tinha aparecido na minha frente e de um jeito nada amigável.
EU: Cê é doida
EU: Como vou te fotografar pelada
ALI: Não tem coragem? kkk
ALI: Mas é, sim
ALI: Seria um pouco extremo 🤣
EU: Um pouco?
ALI: Kkk
ALI: É, pode ser
Inacreditável… Acho que a Alina tava com os hormônios lá em cima mesmo…
EU: Meu Deus
EU: No que fui me meter kkk
ALI: Cala a boca
ALI: Bem que você gosta de me ver de thong
ALI: 😱
Ah, tá… Sim, confirmo… Acho que a Alina tava mais cachorra do que nunca por esses dias…
EU: Kkkkkk
ALI: Não negaaa
EU: 🤷‍♂️ Se era assim que ela queria jogar…
ALI: guy!!!
ALI: Kkk
EU: Eu não fiz nem falei nada…
ALI: Piiior
ALI: Kkkk
ALI: Bom, essa serve então?
EU: Sim, falei
Como é que eu ia me concentrar no trabalho agora? Grande pergunta…
ALI: Porque se não, tenho outra
ALI: Mas é um pouco mais pesada
EU: Essa parece boa
EU: Como é a outra?
ALI: Posso mandar ou você vai chorar? Ufff... De novo aquela sensação de tontura no estômago que começava a me desgraçar... Caralho... Um formigamento tão intenso quanto delicioso. EU: Haha EU: Vamos ver... ALI: Oki E assim, ela me mandou uma foto nova. Ficou mais que claro que não tava disposta a mostrar nenhum sinal de vergonha comigo. Não de agora em diante. E aquela nova imagem, veio pra confirmar isso. Acho que o mais preocupante de tudo, é que já tava começando a deixar de ser estranho ela compartilhar esse tipo de conteúdo íntimo comigo. Nenhum dos dois tava oferecendo resistência ou recusa alguma, pra esse tipo de situação tão privada quanto reservada. A próxima foto que recebi, não só me encantou como também fez meu pau ficar tão duro, que uma vontade imensa de bater uma veio até mim. É... Do jeito que tô contando, tocar uma pensando na Alina... ALI:peitosNão dava pra ter uma bunda tão perfeita e gostosa… E ainda me mostrar… Não entrava na minha cabeça. Meus olhos quase saltaram da cara. Impensável… Impensável e tesudo… Que rabo lindo, pelo amor de Deus… Suspirei como nunca na vida, enquanto me puxava pelos cabelos. Dava pra tirar a rola na hora e aliviar toda essa tensão que vinha acumulando há dias. Morria de vontade… E ainda por cima, fazia um tempão que tava tão dura que já doía… EU: Nossa EU: Foto foda! Fui bem sincero no meu comentário. Saiu de dentro. ALI: Nossa???? ALI: 😳😳😳 Fiquei excitado, haja vista. Parecia que eu tava falando com qualquer outra gatinha… EU: Haha EU: Muito boa ALI: Gostou? EU: Sim, com certeza ALI: ❤️ ALI: Tive que tirar umas 20 vezes pra ficar assim ALI: Haha Ri, todo vermelho e suado. Via aquelas nádegas voluptuosas e sentia aqueles desejos proibidos de afundar meu rosto ali. Sim, eu sei, é loucura pensar nisso… EU: Hehe Tirei um minuto pra regularizar minhas pulsações. Não era nada comum o que tava rolando. ALI: Bom ALI: Vou guardar também EU: Manda! ALI: Vou continuar trabalhando um pouco ALI: Depois a gente continua EU: Ok ALI: Almoçamos juntos, né? EU: Sim, beleza ALI: Oki! ALI: Paramos às 13? EU: Beleza EU: Vou fazer umas milhas ALI: Humm sim ALI: 😋 Ri. Esse mesmo gesto eu fiz quando vi a última foto dela. EU: 👌🏻 ALI: Desço às 23 ALI: Vou entrar na reunião ALI: 😘 Com a temperatura acima dos 38 graus, larguei o telefone de lado e levei as mãos às extremidades da minha cabeça. O que era tudo isso? Nunca tinha sentido uma excitação assim. Nem vi a Alina tão solta… Sempre tivemos essa confiança… Mas isso era outro nível. Era algo além de qualquer situação hipotética que pudéssemos imaginar. Era um jeito de compartilhar as coisas que nunca na vida achei que fosse possível. Como pude, continuei trabalhando o resto da manhã, controlando cada um dos meus impulsos, pra não acabar "explodindo" em vários sentidos. Me sentia muito motivado, sim, mas um pouco A culpa ainda estava enraizada em mim. Acho que é meio lógico, né? De qualquer forma, a Alina também tava de boa. Dava pra perceber… E isso me mantinha calmo e no jogo. Tava tudo mais que claro. A confiança entre a gente tinha subido pra um lugar de privilégio na escala do íntimo, do reservado. E cada minuto que passava, confirmava ainda mais. Na real, nem me surpreendi quando ela desceu pra almoçar comigo, de regata e com a tanguinha enfiada que tinha me mandado foto. Pra piorar, a regata só batia no umbigo e quase o corpo inteiro dela tava exposto. Ela chegou, com o celular na mão e sentou na mesa, como se nada. Mas antes pegou um copo no armário e exibiu a raba bem empinada, como se eu não tivesse ali. Haha… O jeito que as nádegas dela balançaram com o pulinho que ela deu… Lindo… "Pra eu me acostumar", lembrei. Tive que ajeitar a piroca debaixo da mesa. Que imponente que tava aquela bunda… E eu achando que os peitos dela que iam me matar… Que tortura gostosa! — Valeu por preparar o almoço… — Falou com uma voz meiga. — De nada… A próxima é tua, haha. — Respondi meio nervoso. — Justo… — É… — Olhei pra baixo enquanto comia. Ela me observou por um instante. Acho que percebeu o impacto que foi ver a raba dela pelada de perto… Ela riu. — O quê? — Nada, haha. — Tava rindo de algo, haha. — É, nada… Tô achando graça numa coisa… — Respondeu, se segurando pra não rir. Porra, como ela tava linda assim… — Ah, haha… Já imagino… Jeje… — Isso deixa mais divertido… — É, verdade… Não ia adiantar nada mostrar o nervosismo que eu tava sentindo. Melhor seguir o jogo dela. Além disso, acho que eu tava começando a me soltar um pouco… — Isso porque você é meio tarado… Né? — Pode ser… Igual você, haha. Ela riu, sem responder. Claro que sim, haha. — E já pensou em mais conteúdo? — Hum, não… Tava com um pouco de trampo… — Mas ainda tenho coisa pra ir postando enquanto isso… — Sim. — Mas viu que a mamãe não fica o dia todo, a gente podia aproveitar. — Sim, óbvio. Ela sorriu. Mas me olhou e desviou o olhar. — Hoje. Pensei, quando te mandei as fotos… Como muda quando é você quem tira… — Olhei pra ela. — É? — Ah, sim… Você tira na primeira… Ângulo, luz e tudo… Eu tive que tirar mil pra sair uma boa… — Haha sim… É mais fácil… — Sim, demais! Sorri de lado. Ela deu uma risadinha cúmplice. Claro, fazer daquele jeito implicava muitas coisas. — Mas… A seu favor… No começo eu também ficava com um frio na barriga. — Ela exclamou de repente. — Frio na barriga? Haha — Olha… Sim haha… Ainda dá… Mas menos… Aliás, até me diverte também… — Ah é? — Sim… E se você pensar que a gente tá buscando um objetivo em comum… Melhor ainda! Essa confissão me confortou. Ia além da parte técnica da parada. — É verdade… — Também não imaginava ficar pelada pela casa toda… — Disse ela, quase rindo. — Pois é… Eu menos ainda… — Mas se serve pra você se acostumar… — Ela levantou uma sobrancelha de brincadeira. — Sim… — Você vai acabar gostando… — Exclamou, acho que sem querer. Porque na hora me olhou, sem graça. — Haha… E… — E o quê, gatinho? — Haha foi você quem disse… Ela riu, mas ficou mais vermelha. — Foi um jeito de falar… — Exato! E eu confirmo… Ela se mordeu de incredulidade. — Bom… Melhor então… — É o que eu digo… — Respondi como se estivesse rendido. Isso tava me deixando cada vez mais excitado. Não sei explicar essa sensação, mas sabia que era única. Um prazer sem igual… — Que bobo… — E você? — Eu o quê? — Perguntou, meio nervosa, mexendo o garfo no prato. — Você gosta de andar pelada pela casa? — Haha… — Ela riiiii… — É que você é um palhaço… — Por quê? Eu te falei que gosto quando você anda assim… — Joaquim! Jeje… — Ela quase gritou, arregalando os olhos. Cadê aquela coragem agora? Haha… — Deixa, já me respondeu… — Você é um idiota! — Haha. — Ri olhando pra ela. — Te falei que era divertido pra mim… — Exclamou revirando os olhos. — E motivador… — Sim… Continuei comendo, completamente excitado pelas fotos e pela conversa. Não ia deixar ela me vencer, ainda mais que tava achando mais gostoso começar a provocar. Além disso, ela entrava na brincadeira sem problema. Aliás, duas vezes ela levantou da cadeira E foi até a bancada pegar umas coisas, exibindo toda aquela bunda no processo. Meu Deus… Não podia acreditar… Ela sabia que eu ia olhar e mesmo assim fazia… Uff… Cada vez maior a vontade de explodir que eu tava. Fora que era atípico ver ela tão atrevida. Isso deixava tudo mais quente. Terminamos de almoçar, discutindo sobre as fotos que íamos tirar naquele dia e que ela mesma ia cuidar de "vender". Depois, foi continuar o trabalho, porque ainda tinha umas reuniões virtuais naquele dia. Eu, por minha vez, fiquei super excitado, com o notebook na cozinha. Não parava de pensar nesse tipo de situação que vinha rolando. Era normal o que eu tava sentindo? Por um lado, achava que não, mas, por outro, sentia que de algum jeito ela tava na mesma, então a ideia do "masturbador" não fechava pra mim. Não, ha… Pelo menos não sozinho… Ela também me provocava… E como… Como tava fazendo um calorzinho, decidi subir pra trabalhar no meu quarto, que era mais fresco e tinha ar condicionado. Juntei tudo e fui pra lá, mas não sem antes passar no banheiro pra mijar e ver o quão difícil ia ser, por causa do inchaço imenso que eu tava no pau. Porra… Não sei quanto tempo fiquei com ele tão duro… Horas? O líquido pré-gozo que saía da ponta falava por si… Uma vontade de dar umas punhetas… A veia que atravessava o tronco todo pedia pra eu aliviar um pouco a pressão. Mas uma coisa era olhar pra Alina e ter uma resposta involuntária do corpo, e outra era bater uma por causa dela. Não… Isso sim seria muito grave. Acho que não aguentaria a culpa depois. Além disso, é um extremo que não queria chegar… Depois de uns minutos onde a tentação apareceu, acabei com aquilo e sim, segui meu caminho pro quarto. Deixei minhas coisas na escrivaninha e já tava quase pronto pra continuar. Tinha que fazer uma pequena pesquisa histórica de uma rua da Cidade Autônoma de Buenos Aires. Não era nada complicado, mas exigia tempo. Então, pra não ter interrupções, fui perguntar pra Alina que horas ela queria que a gente fizesse as fotos. Assim, nenhum dos dois teria problema em pausar o expediente. Atravessei minha porta e dei uns passos até a do quarto dela. A porta tava aberta. Levantei a mão pra bater e, sem querer, olhei pra dentro. Nem percebi. No espacinho entre a moldura e a borda externa da porta, dava pra ver claramente que Alina tava sentada na cama, com as mesmas roupas de um tempão atrás e o notebook no colo. Tudo parecia normal, exceto por um detalhe… Ela tinha uma mão dentro da calcinha e o movimento dela sugeria algo que fez minha temperatura subir de um jeito sem precedentes. Tentei olhar de novo, pra ter certeza e não pensar em atrocidades. Além disso, o lençol tampava um pouco. Mas tudo indicava que ela tava fazendo aquilo… Tava se tocando? Fiquei duro… Sério? pensei. Olha, não é que seja anormal, óbvio, mas agora? Mentiria se dissesse que o pau não cresceu como nunca, debaixo da minha roupa, apertando tudo que eu vestia… Sei lá, talvez… Só tava coçando a perna… Ou o púbis… Podia ser… E eu um tarado… Passei a língua nos lábios olhando, tentando ver mais. Parecia que ela trabalhava no computador enquanto fazia aquele não-sei-o-quê… Não, acho que não… Se tava se tocando, tinha que ser por causa da nossa conversa… Ou pelas fotos que ela me mandou… E se foi assim, quer dizer que… Quer dizer… Respirei fundo, enquanto meus olhos se fixavam nela e na mão dela dentro da calcinha ou, pelo menos, em cima. Talvez eu não fosse o único… Ou talvez eu tivesse ficando maluco… Embora nada disso fosse certeza na minha cabeça, aconteceu algo que me fez abrir os olhos do tamanho de dois pratos. Num momento, ela fechou os olhos e abriu a boca, suspirando. “Haaa…” os lábios dela soltaram baixinho. Deus… Sim… Tava se tocando… Inacreditável… Fiquei observando ela, sem conseguir me mexer um milímetro e com uma dor do caralho na pica de tanta excitação. Alina estava se masturbando e eu, pela primeira vez, via ela fazendo isso. Que loucura… Aquela expressão no rosto dela… Não podia acreditar… Nunca tinha visto aquilo… Era uma mistura de prazer, relaxamento e gozo que me desgraçou. Até aquele momento, ela só tinha me matado com o sorriso dela… Aquela carinha tão linda quanto revigorante. Era a coisa mais pura que eu podia sentir vindo dela, me mostrar aquela expressão no rosto. Agora… Agora eu tava vendo ela entregue à autossatisfação. Ela suspirava e gemia baixinho enquanto a mão dela se mexia por baixo da calcinha. Meu Deus… Só de pensar que você tava se tocando o clitóris na minha frente… Outro puxão na pica eu senti. Muito forte… Era demais… Mas aí, eu pensei. Senti um “clique”. O que eu tava fazendo ali? Era a intimidade dela… Eu não tinha direito… Respirei fundo com um sentimento confuso. Por um lado, foi uma das experiências mais excitantes que já presenciei. Por outro, era ela… como eu podia pensar assim? Tinha que vazar dali o mais rápido possível… Sou um… Sou… Um telefone começou a tocar. Uma sensação de terror me invadiu de repente. Eu tava parado na porta dela, imóvel. E se ela me visse ali? Deus… Não conseguia me mexer, o que tava acontecendo comigo? Engolia saliva que nem um louco enquanto via Alina se ajeitar na cama rapidinho. Era o telefone dela… Claro, o dela… Tentei me aliviar, me movendo bem devagar pro lado, pra ela não me ver ali. Tinha que voltar pro meu quarto já… Passei a mão na testa e tava com suor frio escorrendo. Que porra foi aquilo? Por sorte, eu ouvia ela falando, ao fundo, provavelmente com alguém do trabalho dela. Me acalmou saber que ela não me viu ali, feito um espião… Entrei no meu quarto e sentei na escrivaninha, segurando a cabeça. Tava chocado… Desde o começo, eu me sentia estranho quando era eu que compartilhava a intimidade dela. Eu gostava, óbvio, mas o peso da culpa, sempre tava ali. Bom, agora, não tinha sido ela quem me convidou pra participar de algo tão íntimo quanto o que eu tinha acabado de presenciar. Fui eu que me intrometi… E vi ela… Agora como ia ser pra seguir em frente com isso? Tinha que olhar nos olhos dela, ver o sorriso dela, sabendo que vi ela se tocando, numa situação completamente privada… Não gostava de mentir pra ela, nem esconder coisas… Sempre fomos autênticos um com o outro. E por isso ela me dava toda a confiança dela. Principalmente agora… Deus, Deus… E ainda por cima isso… Uma ereção que não aguento mais… Morreria de vontade de tirar o pau pra fora e me masturbar até sair tudo… Aliviar todas as minhas tensões com aquele prazer divino… Sim… Queria fazer isso. Desejava… Ainda mais quando vinha na minha mente aquele gesto no rosto dela… A boca dela se abrindo, soltando o ar gostoso dos pulmões… Chega! Não posso continuar assim… Inspirei e expirei. Tinha trabalho pra fazer. Era melhor focar nisso. Um tempo depois… Depois de uma tarde bem tensa, porque não era pra menos, finalmente consegui me concentrar nas minhas tarefas. Na verdade, fiz uma coluna muito boa sobre o tema que me deram. Fiquei satisfeito… Bocejei e olhei pela janela. Ainda tinha muita luz. Achei estranho a Alina não vir me chamar pra fazer as fotos, já que a qualquer momento o Sol ia embora e minha velha chegava em casa. Enfim… Acho que por aquele dia, era melhor continuar assim. Não tava muito a fim de fotografar ela. Não depois de ver o que vi… “Toc, toc” bateram na minha porta. -Sim… Ela abriu. Só colocou a cabeça pra dentro. -Tá ocupado? -Não, o que foi? -Vou me encontrar com as minas daqui a pouco… -Ahh, beleza… Vai nessa… Sem dúvida, era a melhor notícia que eu podia ter. -Sim, rolou haha… Tamo todas… -Massa… Ela sorriu pra mim. Não parava de pensar nos gestos dela enquanto se tocava por baixo da calcinha. Deus… Nunca ia esquecer aquilo… Ela ficou lá me olhando. -Se for pelo carro, leva ele, hein… Mas não bebe, viu haha -Não, não… Não é isso… Isso… Ela veio me buscar, a Tanya… —O quê? Não sei por quê, mas senti uma pontada no meio do bobão. Tomara que não… Não, acho que não… Ela não pôde me ver… Impossível… —A gente tinha combinado as fotos… —Bom, mas não importa… A gente faz outro dia… Ela olhou pra janela. Por inércia, fiz o mesmo. —O que tem? — perguntei. —Ainda tem luz, hehe… —É… —Se quiser… A gente faz uma ou duas… Pra postar… Hum… Ela ainda tava pensando em fazer mais? Não respondi, não porque não quisesse, mas porque minhas dúvidas eram maiores que qualquer outro sentimento que eu pudesse ter. Só fiquei olhando pra ela, tentando achar uma resposta e sem parar de pensar naquele instante em que me vi na porta dela. —Porque eu já tô pronta, viu… Haha… — exclamou, abrindo a porta e se exibindo pra mim, de lingerie. Acho que fiz uma cara tão de filme que ela não conseguiu evitar ficar vermelha. O que ela tá fazendo??? Olhei pra ela de corpo inteiro, feito um idiota. Por que ela tava se exibindo pra mim como se fosse um teatro de revista? Os peitos estavam super apertados no sutiã, e a parte de baixo, ou seja, a calcinha fio dental, parecia pintada no corpo dela. Uff… E ainda era aquela da foto, a mais fina. Eu não tava ganhando pra sustos… —Ei, gatinho! Haha —S-sim… —Vamos fazer? —Hum… Tá bom… Vamos… —Oki… Que a mamãe já vai voltar, além disso… — exclamou, virando-se pra sair do meu quarto. Acho que nunca vi nada igual na vida… Nem com outras minas que peguei. Nunca… Quando ela virou o corpo, inevitavelmente me mostrou a raba. Foi algo único… Além de qualquer pensamento que eu pudesse ter e que lutasse na guerra do imoral. Vi a bunda toda dela. Não como na foto cortada que ela tinha me mandado mais cedo. Era um fio dental que se perdia no meio das nádegas. Mas não foi só isso: além disso, quando eu vi aqueles glúteos se mexendo, consegui enxergar uma área mais escura, na parte de baixo da raba dela. Explodi por dentro ao pensar que aquilo poderia ser o… Deus… Nem consigo falar… Também não. Levantar da cadeira... Minha pica ficou tão dura que ia ser impossível andar por aí. Ela saiu como se nada fosse, praticamente desfilando. Não sei se era a emoção dela ou a excitação. Embora pudessem ser as duas, claro. Esses dois sentimentos formavam um combo letal, que transcendia qualquer preceito honesto e puro que eu pudesse sentir. "Vai, gordão!" ela gritou do quarto dela. Com as mãos trêmulas, me levantei bem devagar, tentando não machucar o pau. Meus vinte centímetros de carne sofriam muito quando algo assim acontecia. Não tinha espaço pra se manifestar do jeito que queria e entortava tudo... Peguei a câmera e ajeitei a bagaça o máximo que pude. Dava pra notar, mas já tava além disso. Eu tava à beira do abismo, num limbo lascivo impensável. Quase nem conseguia pensar sem minha cabeça me fazer sentir o quão sujo e imoral eu era. Mancando, fui até o quarto dela. Decidi tentar tirar as fotos sem mais nem menos. Não olhar demais, nem ficar maquinando também. As capturas e pronto... Já ia ter tempo pra repassar tudo isso quando ela fosse embora. Se é que eu conseguia... O tremor nas minhas mãos ainda tava lá. O de hoje tinha superado tudo. E de longe... Entrei no quarto dela e ela tava sentadinha na beira da cama, me esperando. O olhar nos olhos dela me dizia que esperava ansiosa pra eu capturá-la na câmera. O azul marinho me cegava... E somado ao rubor que ela carregava, tudo era de louco. No entanto, percebi que a Alina não era realmente consciente de tudo isso... Via no rosto dela, nos gestos, no jeito que se mexia. Ela não fazia ideia do que tava fazendo... A confiança dela em mim, a cegava. E por isso, minha culpa era ainda maior. Senti que me aproveitava de uma situação particular que rolava, pra ficar de sacanagem com o corpo dela. Do jeito que fazia agora, que não conseguia tirar os olhos das tetas dela, juntas, formando um vinco lindo pra meter a cara... -Tamo pronto?- Perguntou, meio intrigada. -Sim...- Respondi desviando o olhar dos peitos dela. -Oki... O que a gente faz? —Aqui não… Vem cá… — falei. Ela arregalou os olhos. Eu me virei e saí dali. Caminhei em direção à escada que levava ao andar de baixo. Desci por ela. Alina, lá de cima, me observava sem entender direito o que eu queria. — Pra onde eu tenho que ir? Hehe… — disse ela, corada. Eu, lá de baixo, a via ainda mais imponente. — Desce uns degraus e… Fica de costas… Ela riu. — Na escada? — Sim… — respondi sério, mas com o coração vibrando loucamente. — Tá bom… — Dava pra notar uma certa curiosidade no olhar dela. Não esperava algo assim, mas mesmo assim fez o que eu mandei. Desceu uns degraus e se virou. — Aqui? — perguntou, agora sim, bem mais tímida. Eu, com uma barraca enorme entre as pernas, me debatia entre o trabalho, a vontade de olhar tudo dela e a culpa tremenda que isso me causava. — Sim… Inclina um pouco… — Oki… — falou, mudando a expressão. Claramente ficou um pouco nervosa. — Cê tá sério… Hehe… Aconteceu algo? — Não, não… Não mexe… — Desculpa… — Mmm… Segura nos corrimãos e sobe um degrau com um pé… — Assim? Ufff… Era perfeito… Único… — É, fica assim… Tirei a foto no mesmo instante em que coloquei o olho no visor. Não precisava garantir nada, sabia que ia sair perfeito.Buceta— Pronto!
— É? Tão rápido? Hehe
— Sim, sim…
— Ficou bom? — Perguntou, estranhando. Talvez, outras vezes eu tenha demorado mais. É verdade. Mas estava bom.
— Sim, óbvio que sim…
— Oki hehe… Engoli seco, fazendo um barulho de hipopótamo.
— Deixa eu ver… — Disse ela, apertando os lábios. Queria ver a obra… Sem piscar, subi a escada até ela, mas olhando para baixo. Me sentia inchado. E excitado… Mas não ia entregar a vitória pro meu tesão. Mostrei a foto. Quase que as tetas dela estavam na minha cara. Enormes, pareciam. Imponentes. Sim, era uma loucura completa.
— Ah, não! Joaquim! Kkk… — Fez ela, tapando a boca de surpresa. A verdade é que a foto era foda. Não era exagero a reação dela.
— Nossa! Foton!
— Hehe… — Ri sem olhar pra ela.
— Que gostosa! O rubor cobria mais área que o rosto dela ainda…
— Sim…
— Ai, qual é a próxima? — Perguntou, super animada. Olhei pra ela… Ainda me parecia inacreditável que ela estivesse quase nua do meu lado e sem nenhum pudor. Via tanta carne apetitosa que já não conseguia pensar em como disfarçar meu tesão. Nem queria mais. Se ela percebesse e fosse tudo pro caralho, ia ser um puta alívio pra mim. De verdade…
— Hum… Não sei… Podemos… — E parei, por causa do barulho das chaves na porta da frente. Alina arregalou os olhos, apertando os dentes. Minha velha voltou! Mas o que me surpreendeu foi o sorriso safado que ela fez, como se dissesse “já era!”. Feito uma molecagem de criança, ela se virou e subiu as escadas rapidinho. Foi um show de movimentos quentes, o que a rabeta dela fez a cada passo. Não tive escolha a não ser suspirar fundo…
— Depois a gente continua! — Exclamou, cúmplice, e correu pro quarto dela. Ja… Ela era deusa demais… Eu fiz o mesmo, mas fui pro meu. Acho que tudo tinha acabado por aquele dia e eu ainda não conseguia processar direito. Sentei na beira da cama, com a câmera na mão. Agora tinha que subir pro drive pra Alina poder usar. Mas demorei um tempo. antes. Revirei mil e uma vezes tudo o que aconteceu. Em um momento, atrás da porta, ouvi a despedida dela, saindo com as amigas. "Tchau, gor... Volto à noite, mas não janto aqui..." "Fala sério, se diverte" foi minha resposta. Por dentro, pensava se ela tinha visto aquilo que eu tinha entre as pernas em algum momento. Por razões óbvias, fiquei extremamente viajado durante aqueles minutos, mas sabia que minha ereção foi evidente. Mais que isso, diria... Será que ela já concordava que aquilo virasse um costume pra mim? Ela dizia que sim... Que não incomodava, mas... Uma coisa é acontecer uma vez... Outra, é virar rotina... Tirei a roupa e me joguei na cama. Fiquei só de cueca. Tava muito calor e eu precisava aliviar a pressão na minha pica, que tava exageradamente forte. Como não foi suficiente, decidi tirar ela também, mas não sem antes trancar a porta. Ao me ver, fiquei ainda mais excitado... Minha pica tava mais grossa do que nunca...fio dental

Comentários em Destaque

6 comentários - Alina. Capítulo XIII

Mm no me digas que se va a juntar con las amigas, va a volver borracha y la va a tocar un poco, espero que no sea predecible
Un poco Zzz este capitulo, pero va mejorando