No dia da entrevista, que era ao meio-dia, ele se despediu cedo pra ir pro trabalho. Minha sogra veio e levou o bebê, pra me dar tempo de me preparar. Revisei alguns manuais que eu tinha, relacionados ao cargo. Tomei banho, me vesti o melhor que pude. Com uma saia curta que valorizava minhas pernas (que são meu orgulho), a melhor blusa que eu tinha e fui embora.
Éramos três garotas que tinham chegado naquela fase. Eu era a última a ser entrevistada. As outras duas eram mais novas, mais gostosas sem dúvida, mas pelo pouco que conversamos, claramente eu tinha mais experiência e conhecimento pro cargo.
A primeira passou. Ficou uns 30 minutos lá dentro. A segunda passou, outros tantos. Chegou a minha vez. Tava tudo indo bem, até que aos 15 minutos o gerente que me entrevistava falou "você seria a pessoa certa, mas é casada e tem um filho pequeno".
Respondi que isso não era problema. Que meu filho ficaria na creche e que eu teria o apoio da minha sogra. Ele respondeu que isso não seria suficiente.
Ficamos alguns segundos em silêncio e eu me soltei, dizendo pra ele me testar, que eu podia fazer "qualquer coisa" que fosse necessária.
Ele ficou me olhando. Senti que ele olhava pros meus peitos, pras minhas pernas. Me perguntou: qualquer coisa? O tom da voz dele já era bem evidente e preciso, era óbvio ao que ele se referia. Senti um arrepio percorrer minhas costas. Fiquei em silêncio. Ele insistiu: "senhora, estaria disposta a qualquer coisa?"
Foi a primeira vez que ele usou "senhora". Até aquele momento, ele me chamava pelo nome. Senti o tesão na entonação dele. Um novo arrepio percorreu minhas costas de novo.
Em segundos, minha cabeça deu mil voltas. Eu já tinha traído meu marido, mais de uma vez. Mas com homens que eu achava atraentes. Aquele senhor não me atraía, além de estar acima do peso. Mas era um emprego muito bom, com um salário que eu nunca tinha tido. Podia mudar minha carreira profissional, me recolocar com algo assim.
Eu sabia que o gerente era casado. Eu tinha pesquisado um pouco sobre ele. Isso me dava a tranquilidade de que ele não podia sair por aí se gabando, também não era do interesse dele que isso circulasse na empresa. Agora que escrevo isso, me surpreendo com tudo que passou pela minha cabeça em tão poucos segundos. Eu disse que sim, que estava disposta a qualquer coisa. Saber que conseguiria o que queria o trouxe de volta ao plano profissional. Ele me disse, mecanicamente: "senhora, somos adultos, você sabe o que eu quero, eu sei o que você está disposta a dar". Respondi que sim. Que estava tudo claro. Ele me pediu educadamente para eu me posicionar de forma gostosa no sofá que havia no escritório dele. Me acomodei de forma provocante. Ele ficou atrás de mim. Levantou minha saia e fiquei com o rabo de fora, porque eu só estava de fio dental. Ele disse: "hummm, então você veio mesmo disposta a tudo". Não era bem assim, eu não tinha pensado nisso, mas não quis contradizê-lo. Ele puxou minha calcinha fio dental até a altura das coxas. Abriu um pouco minhas pernas. Senti ele desabotoando e abaixando a calça. Eu olhava para frente, para a parede. Senti ele passando a saliva na minha buceta. Era mesmo necessária, porque eu estava nervosa e nada excitada. De repente, ele abriu minhas pernas um pouco mais. Abriu minha buceta com os dedos. Senti ele colocar mais saliva e de repente entendi por que ele fazia isso. Um pau grosso, bem grosso, começou a abrir caminho. Senti ele me preenchendo inteira. Assim, de quatro, ele encheu toda a minha buceta com aquele pau grosso. Era tão gostoso sentir aquilo que me excitei rapidinho e a perturbação e a vergonha inicial deram lugar ao prazer. Ele percebeu e começou a aproveitar cada vez mais. E em poucos minutos eu gozei e ele gozou dentro de mim. Naquele momento percebi que ele não tinha colocado camisinha. Perguntei se ele tinha banheiro. Ele disse que sim. Fui, urinei. Me limpei o melhor que pude. Saí e, da mesa dele, ele me disse que na segunda eu me apresentasse no RH. Eu tinha emprego. Por via das dúvidas, na primeira farmácia comprei a pílula do dia seguinte.
Éramos três garotas que tinham chegado naquela fase. Eu era a última a ser entrevistada. As outras duas eram mais novas, mais gostosas sem dúvida, mas pelo pouco que conversamos, claramente eu tinha mais experiência e conhecimento pro cargo.
A primeira passou. Ficou uns 30 minutos lá dentro. A segunda passou, outros tantos. Chegou a minha vez. Tava tudo indo bem, até que aos 15 minutos o gerente que me entrevistava falou "você seria a pessoa certa, mas é casada e tem um filho pequeno".
Respondi que isso não era problema. Que meu filho ficaria na creche e que eu teria o apoio da minha sogra. Ele respondeu que isso não seria suficiente.
Ficamos alguns segundos em silêncio e eu me soltei, dizendo pra ele me testar, que eu podia fazer "qualquer coisa" que fosse necessária.
Ele ficou me olhando. Senti que ele olhava pros meus peitos, pras minhas pernas. Me perguntou: qualquer coisa? O tom da voz dele já era bem evidente e preciso, era óbvio ao que ele se referia. Senti um arrepio percorrer minhas costas. Fiquei em silêncio. Ele insistiu: "senhora, estaria disposta a qualquer coisa?"
Foi a primeira vez que ele usou "senhora". Até aquele momento, ele me chamava pelo nome. Senti o tesão na entonação dele. Um novo arrepio percorreu minhas costas de novo.
Em segundos, minha cabeça deu mil voltas. Eu já tinha traído meu marido, mais de uma vez. Mas com homens que eu achava atraentes. Aquele senhor não me atraía, além de estar acima do peso. Mas era um emprego muito bom, com um salário que eu nunca tinha tido. Podia mudar minha carreira profissional, me recolocar com algo assim.
Eu sabia que o gerente era casado. Eu tinha pesquisado um pouco sobre ele. Isso me dava a tranquilidade de que ele não podia sair por aí se gabando, também não era do interesse dele que isso circulasse na empresa. Agora que escrevo isso, me surpreendo com tudo que passou pela minha cabeça em tão poucos segundos. Eu disse que sim, que estava disposta a qualquer coisa. Saber que conseguiria o que queria o trouxe de volta ao plano profissional. Ele me disse, mecanicamente: "senhora, somos adultos, você sabe o que eu quero, eu sei o que você está disposta a dar". Respondi que sim. Que estava tudo claro. Ele me pediu educadamente para eu me posicionar de forma gostosa no sofá que havia no escritório dele. Me acomodei de forma provocante. Ele ficou atrás de mim. Levantou minha saia e fiquei com o rabo de fora, porque eu só estava de fio dental. Ele disse: "hummm, então você veio mesmo disposta a tudo". Não era bem assim, eu não tinha pensado nisso, mas não quis contradizê-lo. Ele puxou minha calcinha fio dental até a altura das coxas. Abriu um pouco minhas pernas. Senti ele desabotoando e abaixando a calça. Eu olhava para frente, para a parede. Senti ele passando a saliva na minha buceta. Era mesmo necessária, porque eu estava nervosa e nada excitada. De repente, ele abriu minhas pernas um pouco mais. Abriu minha buceta com os dedos. Senti ele colocar mais saliva e de repente entendi por que ele fazia isso. Um pau grosso, bem grosso, começou a abrir caminho. Senti ele me preenchendo inteira. Assim, de quatro, ele encheu toda a minha buceta com aquele pau grosso. Era tão gostoso sentir aquilo que me excitei rapidinho e a perturbação e a vergonha inicial deram lugar ao prazer. Ele percebeu e começou a aproveitar cada vez mais. E em poucos minutos eu gozei e ele gozou dentro de mim. Naquele momento percebi que ele não tinha colocado camisinha. Perguntei se ele tinha banheiro. Ele disse que sim. Fui, urinei. Me limpei o melhor que pude. Saí e, da mesa dele, ele me disse que na segunda eu me apresentasse no RH. Eu tinha emprego. Por via das dúvidas, na primeira farmácia comprei a pílula do dia seguinte.
3 comentários - Dei tudo na entrevista