Os pais do Ivan sempre sonharam em viver num ambiente social seleto. Mas o salário do pai, embora alto, só tinha dado pra eles se instalarem num apartamento de classe média num bairro bom da cidade. Mesmo assim, a mãe insistiu pra que, fazendo um grande esforço, o Ivan e o irmão mais novo fossem pra um colégio de prestígio, com meninos de famílias ricas. Assim, achava a mãe, além de receberem uma formação excelente, teriam colegas que no futuro ajudariam eles a subir de posição com mais facilidade. Foi assim que o Ivan chegou no meu colégio e na minha sala. A verdade é que ele era um cara gente boa e logo viramos amigos; ele se enturmou bem no grupo. Já a mãe dele, pelo contrário, sentiu a indiferença das outras mães quando ia nas reuniões de pais no colégio. Essa indiferença virou uma hostilidade aberta porque os nossos pais ficavam de olho nela com um certo descaramento; pois ela era muito bonita de rosto, tem o cabelo preto e cacheado, uns peitos lindos, uma bunda de arrasar e umas pernas grossas e bem torneadas.
A opinião dos pais era, logicamente, compartilhada por nós; e logo pude ouvir alguns comentários do tipo: - Caralho, como a mãe do Ivan é gostosa! - Que rabo! A coisa escalou quando um dia na aula o Ivan interceptou um papel que passava de mão em mão. Era um desenho de uma mulher de formas exuberantes, que estava transando. Quem tinha feito era o Richard, que desenhava pra caralho. O problema era que embaixo estava escrito: "A mãe do Ivan transando". Ele não levou tão a mal, porque tinha outras três mães que eram bem gostosas e também eram alvo de comentários. O que começou a tirar ele do sério era que a mãe dele, só pra pagar de simpática, às vezes ficava conversando com meus colegas, sem perceber que os filhos da puta devoravam ela com os olhos enquanto faziam comentários por baixo; enquanto ele me dizia: "Mas será que ela é tão burra que não percebe como vocês ficam olhando pras tetas dela?" Mas apesar da simpatia dela com os garotos, as outras mães continuavam ignorando ela. Assim as coisas foram rolando durante quase o ano todo. Porém, chegando em maio, era costume fazer uma festa pras mães. Acontecia na casa (seria mais exato dizer mansão) de algum aluno, coisa que os pais aproveitavam pra se exibir. Tudo era voltado pra agradar as mães; quem servia e animava a festa éramos nós, os filhos. Nessa ocasião, por cortesia, os pais dele foram convidados. Ele nos disse que não pensavam em ir; mas todos nós convencemos ele a insistir. Também nós, quando a vimos, a animamos. A gente gostava de ver as mães gostosas, bem arrumadas; e não queríamos perder uma noite vendo de perto uma mulher tão gostosa. A verdade é que estávamos bem tarados. Nem preciso dizer que a mãe, pra ocasião, vestiu um vestido de noite que realçava os encantos dela. Tanto ela quanto o pai dela estavam dispostos a estabelecer alguma relação amigável que finalmente abrisse aquele círculo fechado. círculo. As coisas não saíram como esperavam; os homens foram mais receptivos com o pai e ele se juntou a uma conversa, passando a noite de forma agradável. Mas as mães continuaram ignorando ela. Quem não se esqueceu dela fomos nós, que, percebendo o quanto ela estava sozinha, nos esforçamos para atendê-la, levando canapés e bebida, pra dar uma olhada no decote generoso do vestido sem alças dela. A mãe do Ivan fazia a simpática com a gente e, sem perceber, bebia tudo o que a gente oferecia. Principalmente Marcos, Borja e Javier não paravam de puxar conversa com ela. Percebi que o Borja tinha assumido o comando de algum plano e fazia sinais o tempo todo pra trazerem mais bebida. Claramente estavam decididos a se divertir enchendo ela de cachaça. O Ivan, que começava a ficar preocupado, me comentou que ela não estava acostumada a beber daquele jeito e temia o ridículo que ela pudesse fazer. Tentou falar algo com o pai, mas ele não deu ouvidos, já que estava à vontade com o grupo de pais que pareciam bem legais. Os colegas chamaram ele pra preparar um pequeno espetáculo pros pais e eu acompanhei. Depois, pra não atrapalhar, quem não participava se retirou. Tinha passado quase meia hora e quando voltei pra ver o que a mãe dele estava fazendo, ela já estava bem bêbada e os três filhos da puta já começavam a passar a mão nos ombros nus dela, nos braços, na cintura e de vez em quando na bunda. Eles conversaram e o Javier pegou a taça que ela tinha e foi até o bar onde eu estava com outro tomando um cuba. O Javier, já meio bêbado, sorriu pra gente e disse: "Manos, acho que essa noite vamos comer a mãe dele." Ele falou com o colega que servia as bebidas e prepararam uma espécie de coquetel, com bastante álcool, misturando várias bebidas alcoólicas e doces pra disfarçar o sabor. O Javier piscou pra gente e disse: "Vem, manos, ela já não percebe mais nada e a gente pode apalpar à vontade." Notei que eu Ficava de pau duro só de pensar em tocar na mãe do Ivan e fui na direção dela. Mas nesse momento, um pouco antes de começar a comédia que iam apresentar, o Ivan quis ver o que estava acontecendo com a mãe dele. Ele chegou perto de mim, e os dois pudemos ver como os caras estavam apalpando ela enquanto ela se apoiava neles, mal se aguentando em pé. Ele procurou o pai de novo; não queria largar a roda de conversa e disse que não era pra tanto, que a mãe já era crescida e que ele ficasse de olho. O pai, todo atrapalhado, me pediu que, enquanto durasse a apresentação dele, eu desse uma olhada na mãe. Me sentindo um filho da puta, falei pra ele ir tranquilo; e assim que ele sumiu da minha vista, fui direto pro grupo onde a mãe dele estava. Já tinha cinco caras em volta dela, comendo ela com os olhos. Como ela mal se aguentava em pé, era só mão pra todo lado. Quando entrei no grupo, eles se revezavam pra ficar atrás dela e encostar a rola na bunda dela, dando uma esfregada discreta. Enquanto esperava minha vez, curti a vista dos peitos lindos dela, porque o decote sem alça tava quase mostrando os bicos. Ela, acho, percebia alguma coisa; porque os ombros, braços e cintura dela eram apalpados pela gente sem nenhuma vergonha. Mas ela já tava ocupada demais tentando não cair e continuar sorrindo. Quando chegou minha vez, eu tava todo duro e, segurando ela pela cintura, encostei meu pau com força; de um jeito que ela tentou se virar. Mas qualquer movimento de virar a cabeça já desestabilizava ela, e ela tinha que se concentrar pra ficar de pé. Alguém deve ter percebido a parada e avisou o marido. O Marcos viu o pai do Ivan se aproximando e a gente se afastou um pouco dela. Ele olhou pra gente puto e levou ela junto. O Borja foi ver o que tava rolando e a gente foi atrás. A gente ouviu como, envergonhado diante dos outros senhores, ele teve que dizer que a mulher dele tava muito mal. Os pais disseram pra ele não se preocupar; que às vezes isso acontecia e avisaram o dono da casa. O senhor foi bem gentil e disse que não precisava. que fosse embora, perdendo a festa, e se ofereceu para levar a mãe do Iván para um quarto pra ela dormir um pouco. Enquanto a deitavam, o Borja nos convencia de que se achássemos o quarto, a gente podia fazer com ela o que quiséssemos. No final, arriscando encontrar alguém da casa, esperamos o pai do Iván e o dono saírem e começamos nossa expedição. O Borja nos organizou pra que todos abríssemos as portas ao mesmo tempo. Se a gente vacilasse, era só dizer que estávamos procurando o banheiro e tava resolvido. No fim, o Javier achou o quarto, que ficava numa ala do segundo andar. Entramos os seis e, com a luz dos isqueiros, nos aproximamos da cama. Ela tava profundamente dormindo. Tinham deitado ela vestida, jogando uma colcha por cima. Conferimos que as persianas da janela, que dava pra uma sacada, estavam abaixadas e acendemos um abajur que tava na mesinha de cabeceira. Postos ao redor da cama, a descobrimos, viramos ela de lado e começamos a abrir o zíper do vestido. Ela mal reagiu, com um grunhidinho sem abrir os olhos. Puxamos o vestido pra tirar pelas pernas enquanto a levantávamos pela cintura pra facilitar. Agora ela se mexeu levemente. Quando tiramos, apareceu diante dos nossos olhos um corpo de carnes exuberantes, brancas-rosadas e macias. Um pouco mais e as invejosas diriam que ela tava cheinha. Acima de tudo, o que chamava nossa atenção era o volume dos peitos dela. O Borja se inclinou sobre ela como se fosse abraçá-la; procurou o fecho do sutiã e, com dificuldade, conseguiu desabotoar. Ela grunhiu de novo. Ficamos um momento em silêncio admirando aquelas bolas carnudas que se espalhavam livres. Depois, quase em uníssono, exclamamos: Porra, que peitos! Começamos a apalpar e dessa vez ela abriu os olhos, mas mal conseguia fazer outra coisa e as pálpebras caíam. Depois de alguns minutos, tiramos a calcinha minúscula e deixamos à mostra a buceta dela, escondida sob uma mata espessa. mata de pelo. Marcos e Javier separaram as pernas dela e mexeram lá dentro, mostrando o buraquinho rosado. Ela reclamou umas palavras incompreensíveis e levantou um pouco a cabeça. A gente ao redor passava as mãos pelo corpo dela, curtindo a maciez da pele e a firmeza das carnes. Ela reclamou de novo, porque, levados pela excitação, a gente apertava cada vez mais forte. Borja começou a se despir e os outros fizeram o mesmo, começando a se masturbar. Ele subiu na cama e se posicionou entre as pernas da mãe do Iván; atrapalhado, procurou com a ponta do pau a entrada da buceta. Ele passava de cima pra baixo até sentir que entrava. Ela, que não estava lubrificada, reagiu à penetração incômoda tentando empurrar o Borja com as mãos. Ele começou a se mover num ritmo. Dava pra ouvir comentários tipo: – Olha essas tetas, fode essa gostosa, ela é uma puta. Borja começou a apalpar as tetas dela e chupar os bicos, enquanto ela pedia pra parar atrapalhada; lágrimas brotavam nos olhos dela. Na bebedeira, ela tava ciente de que a gente tava abusando dela. Mesmo assim, os bicos dos peitos dela estavam duros e eretos, de algum jeito ela tava excitada. Ele dizia: – Você tá uma delícia, mãe, me deixa louco, vou aproveitar você. Ele continuou apalpando ela e metendo forte; enquanto isso, um dos caras que ainda se masturbava gozou tudo na cara dela. Os outros, excitados que nem bichos no cio, a gente gritava: – Mete forte, Borja. Ele, gemendo, começou a meter e tirar o pau rápido de dentro dela: – Ahhh, uhmm ahhhhhhhh, toma, mãe, você tá uma delícia. Ele continuou gemendo alto enquanto penetrava ela e falava obscenidades, mas não demorou muito pra despejar toda a porra quente dentro dela: – Aaaaaaaaaah. A gente notou ele tremendo em cima dela de tanto prazer até ficar parado e se jogar pro lado da cama. Rapidinho, Javier subiu em cima dela e começou a apalpar o corpo inteiro. Ela implorava, mas não tinha forças para resistir. —É a minha vez, foxy, eu também quero te foder. —Ele espremia os peitos dela sem parar enquanto dizia: —Você tem uns peitos incríveis, é boa demais pra ser mãe. —Depois pegou nos mamilos e puxou, esticando os peitos dela até onde dava. Nesse momento, outro disse: —Segura eles assim pra gente. —E enquanto se masturbava, esfregava a ponta da cabeça da pica no peito esticado até gozar, e o jato de porra escorreu sobre o seio. Javier abriu as pernas dela e, igual ao Borja, demorou pra acertar a entrada; penetrou com violência: —Toma, slut, na sua buceta quentinha. —A cara dela mostrava uma dor imensa enquanto implorava: —Por favor, me deixa. —Mas ele parecia estar curtindo pra caralho. Não demorou muito pra despejar toda a porra dentro dela. Gozou enquanto se agarrava com força nos peitos doloridos dela. Tanto ele, exausto em cima dela, quanto a mãe do Iván pareciam dois bonecos de pano. Quando ele saiu, o Marcos se aproximou; pensei que ele também fosse meter na buceta, mas eu tava errado. Virou ela de bruços e se esticou por cima. O Marcos passou as mãos por baixo, agarrando os peitos dela, e ficou um bom tempo espremendo enquanto esfregava a pica dele nas nádegas dela. Depois se levantou e ficou amassando as duas bandas daquele rabo lindo. Separou elas pra procurar o buraco e tentou meter, mas não conseguia. Olhou pra gente e gritou: —Me ajuda, porra. —Um de nós segurou o rabo da mãe do Iván e separou as bandas; então o Marcos, com certa dificuldade, encostou a cabeça da pica na entrada do buraco e empurrou, metendo um pouco: —Você tem um rabo incrível, mãe, vou te foder por trás. —O empurrão foi brutal e, mesmo destruída, ela tentava se debater pra trás, enquanto gemia e chorava. O Marcos empurrou de novo e meteu até a bola. As mãos dela se agarravam aos lençóis com desespero. Ele gemia com força à medida que que tirava e metia o pau dentro do cu, cada vez com mais facilidade enquanto ela era puro gemido de dor. Dava pra ver que no meio da falta de forças ela sentia uma dor tremenda; mas o Marcos parecia estar curtindo muito. Ele apertava a bunda dela, beliscava e dava uns tapas fortes. Ficou bombando nela por um tempo enquanto dizia: -Que bunda gostosa você tem, mamãe-. Finalmente não aguentou mais e descarregou toda a porra dentro. Agora era a minha vez, eu tava excitadíssimo, virei ela e me joguei por cima. Passei a mão nas coxas e nas tetas dela com vontade. Depois chupei e mordi os peitos dela enquanto apertava como se quisesse enfiar inteiros na minha boca. A besta que existe em mim aflorava pelos meus lábios: -Agora é a minha vez de te foder. Isso não aconteceria se você não fosse tão gostosa-. Igual aos outros, depois de apalpar ela por um tempo, abri as pernas dela e penetrei com muita força. Ela balançava a cabeça de um lado pro outro: -Não, não, não-. Apesar da minha inexperiência, não foi difícil achar o caminho. Senti que a buceta dela tava quente e melada. Foi uma sensação muito gostosa. Comecei a tirar e meter o pau devagar primeiro, pra ir acelerando conforme eu ia sentindo o gosto no meu pau. Enquanto eu continuava penetrando ela, ela mexia a cabeça. Outro cara se aproximou, ajoelhou na cama perto da cara dela e colocou o pau na frente da boca dela. Então agarrou o cabelo dela com força e disse: -Vou dar um calmante pra ela ficar quietinha-. Segurou ela e começou a meter e tirar da boca dela cada vez mais rápido enquanto dizia: -Continua assim, chupa meu pau, siiiiiim-. Eu seguia penetrando ela e apertando os peitos. O cara não aguentou muito tempo, e logo descarregou toda a porra dentro da boca dela. Agarrou o cabelo dela com mais força e disse: -Engole toda a porra, puta-. Ela, com os olhos arregalados de nojo, engoliu se engasgando, embora parte do sêmen escorresse pela boca e pelo pescoço. Quando eu tava quase gozando, outro moleque me disse: -Cara, goza viramos e senta em cima de mim. - Entre os dois, viramos ela de forma que ficasse por cima de mim; quando consegui meter de novo, agarrei na bunda dela e empurrei pra cima, penetrando nessa nova posição. Aí o outro chegou por trás e agarrou na cintura dela: - Eu também quero provar esse cu, mamãe -. Depois de falar isso, colocou a pica dura na entrada do cu e, com a minha ajuda que separei as bandas, penetrou com muita violência. Os dois metíamos por frente e por trás com violência e rapidez. Enquanto empurrava, acariciava as coxas dela, curtindo a firmeza e a maciez. O espetáculo dos dois melões, balançando e tremendo na minha cara, me deixava louco. Depois meu parceiro superou isso, amassando as tetas dela bem debaixo do meu nariz. Senti minha pica tremer de prazer e se contorcer, cuspindo com força um jato de leite dentro da buceta dela. Continuei curtindo a carne dela enquanto o outro metia forte até gozar. O peso dos dois estava todo em cima de mim. Mas eu tava de boa, enquanto minhas mãos batiam nas do parceiro. Aproveitávamos nossa ração de carne macia. O Borja, de novo com a pica dura, apressou a gente pra deixarmos ela. Deitou ela de barriga pra cima e, posicionado sobre o peito dela, começou a fazer uma cubana com as tetas. Todos olhávamos aquelas montanhas de carne rosada que enterravam completamente a pica dele. Em silêncio, a gente se masturbava esperando nossa vez. Mesmo com o Borja demorando, ela não se mexia nem falava nada. Aí ouvimos vozes e risadas ao longe; eram senhoras. O Borja, mesmo no meio da putaria, reagiu com lucidez: - Rápido, galera, pra sacada -. Juntamos as roupas às pressas e, sem subir muito a persiana, saímos cinco pra sacada. O Borja baixou a persiana, apagou a lâmpada da mesinha e se meteu debaixo da cama, implorando que não acontecesse nada. A porta do quarto abriu devagar e entraram três senhoras. Fecharam e acenderam a luz. A cama bagunçada. O vestido e a calcinha da... mãe do Iván, apanhados de qualquer jeito; e ela nua. —Eu sabia, meninas. Essa bêbada, esquentadora de paus de adolescentes, foi comida. —Olha como ela tá com essas tetonas, fizeram de tudo com ela. —Vamos virar ela, com certeza deram pro cu dela. Continuaram fazendo isso, só pra ver o cu dela bem dilatado. —Eu não disse? Riram imaginando quantos tinham comido ela; mas depois ficaram sérias, porque nenhuma sabia ao certo onde os maridos tinham estado durante um bom tempo da noite. Então uma, com muito cinismo, disse: —Bom, se foi meu marido, pelo menos ele não gastou dinheiro com essa puta. Continuou dando um tapa bem forte naquele glúteo grande, e depois apagaram a luz e foram embora. Rapidamente nos vestimos e saímos do quarto. Deixando ela nua e de bruços, dormindo. Quando descíamos, dava pra ouvir os aplausos premiando a apresentação do Iván e dos companheiros dele. Na hora ele me encontrou e perguntou pela mãe. —Não se preocupa. Como ela tava meio bêbada, seu pai e outros dois senhores subiram ela pra dormir. Deve estar dormindo até agora. Ele foi ver o pai e voltou com a gente. O filho da puta do Borja disse pra ele, sorrindo: —Tá se divertindo? A festa continuou por mais umas duas horas. No final, a gente, os moleques, tava arrumando um pouco enquanto nossos pais se despediam. Então vimos os pais do Iván aparecerem. O pai tava com a cara transtornada e procurava o Iván com o olhar. Tentava evitar se despedir dos outros, porque o aspecto da mulher dele, totalmente despenteada, era lamentável. O Borja, com muito sangue frio, falou pra gente: —Vamos chegar perto. Acho que ele não vai nos reconhecer; mas a gente precisa descobrir. Nos aproximamos e ela, agarrada no braço do marido, olhou pra gente e esboçou um sorriso idiota enquanto ficava vermelha. Pela última vez olhamos aquele corpo que a gente tinha aproveitado. O decote generoso deixava à mostra parte dos peitos e o pescoço, com as marcas evidentes da nossa diversão. O O pai nos olhou com raiva. Virou a cabeça para um grupo numeroso de pais que olhavam para eles, e comentavam com certeza a surra que tinham dado na mulher dele. Nos olhou de novo e disse: - Uns filhos da puta, iguais aos seus pais. Depois que o curso terminou, o Ivan foi embora. Mas a gente queria ver ela de novo e ter ela só pra nós. Claro, antes de o Ivan ir, ele nos contou que a mãe dele estava grávida. Só dois meses depois de a gente ter feito ela nossa.
A opinião dos pais era, logicamente, compartilhada por nós; e logo pude ouvir alguns comentários do tipo: - Caralho, como a mãe do Ivan é gostosa! - Que rabo! A coisa escalou quando um dia na aula o Ivan interceptou um papel que passava de mão em mão. Era um desenho de uma mulher de formas exuberantes, que estava transando. Quem tinha feito era o Richard, que desenhava pra caralho. O problema era que embaixo estava escrito: "A mãe do Ivan transando". Ele não levou tão a mal, porque tinha outras três mães que eram bem gostosas e também eram alvo de comentários. O que começou a tirar ele do sério era que a mãe dele, só pra pagar de simpática, às vezes ficava conversando com meus colegas, sem perceber que os filhos da puta devoravam ela com os olhos enquanto faziam comentários por baixo; enquanto ele me dizia: "Mas será que ela é tão burra que não percebe como vocês ficam olhando pras tetas dela?" Mas apesar da simpatia dela com os garotos, as outras mães continuavam ignorando ela. Assim as coisas foram rolando durante quase o ano todo. Porém, chegando em maio, era costume fazer uma festa pras mães. Acontecia na casa (seria mais exato dizer mansão) de algum aluno, coisa que os pais aproveitavam pra se exibir. Tudo era voltado pra agradar as mães; quem servia e animava a festa éramos nós, os filhos. Nessa ocasião, por cortesia, os pais dele foram convidados. Ele nos disse que não pensavam em ir; mas todos nós convencemos ele a insistir. Também nós, quando a vimos, a animamos. A gente gostava de ver as mães gostosas, bem arrumadas; e não queríamos perder uma noite vendo de perto uma mulher tão gostosa. A verdade é que estávamos bem tarados. Nem preciso dizer que a mãe, pra ocasião, vestiu um vestido de noite que realçava os encantos dela. Tanto ela quanto o pai dela estavam dispostos a estabelecer alguma relação amigável que finalmente abrisse aquele círculo fechado. círculo. As coisas não saíram como esperavam; os homens foram mais receptivos com o pai e ele se juntou a uma conversa, passando a noite de forma agradável. Mas as mães continuaram ignorando ela. Quem não se esqueceu dela fomos nós, que, percebendo o quanto ela estava sozinha, nos esforçamos para atendê-la, levando canapés e bebida, pra dar uma olhada no decote generoso do vestido sem alças dela. A mãe do Ivan fazia a simpática com a gente e, sem perceber, bebia tudo o que a gente oferecia. Principalmente Marcos, Borja e Javier não paravam de puxar conversa com ela. Percebi que o Borja tinha assumido o comando de algum plano e fazia sinais o tempo todo pra trazerem mais bebida. Claramente estavam decididos a se divertir enchendo ela de cachaça. O Ivan, que começava a ficar preocupado, me comentou que ela não estava acostumada a beber daquele jeito e temia o ridículo que ela pudesse fazer. Tentou falar algo com o pai, mas ele não deu ouvidos, já que estava à vontade com o grupo de pais que pareciam bem legais. Os colegas chamaram ele pra preparar um pequeno espetáculo pros pais e eu acompanhei. Depois, pra não atrapalhar, quem não participava se retirou. Tinha passado quase meia hora e quando voltei pra ver o que a mãe dele estava fazendo, ela já estava bem bêbada e os três filhos da puta já começavam a passar a mão nos ombros nus dela, nos braços, na cintura e de vez em quando na bunda. Eles conversaram e o Javier pegou a taça que ela tinha e foi até o bar onde eu estava com outro tomando um cuba. O Javier, já meio bêbado, sorriu pra gente e disse: "Manos, acho que essa noite vamos comer a mãe dele." Ele falou com o colega que servia as bebidas e prepararam uma espécie de coquetel, com bastante álcool, misturando várias bebidas alcoólicas e doces pra disfarçar o sabor. O Javier piscou pra gente e disse: "Vem, manos, ela já não percebe mais nada e a gente pode apalpar à vontade." Notei que eu Ficava de pau duro só de pensar em tocar na mãe do Ivan e fui na direção dela. Mas nesse momento, um pouco antes de começar a comédia que iam apresentar, o Ivan quis ver o que estava acontecendo com a mãe dele. Ele chegou perto de mim, e os dois pudemos ver como os caras estavam apalpando ela enquanto ela se apoiava neles, mal se aguentando em pé. Ele procurou o pai de novo; não queria largar a roda de conversa e disse que não era pra tanto, que a mãe já era crescida e que ele ficasse de olho. O pai, todo atrapalhado, me pediu que, enquanto durasse a apresentação dele, eu desse uma olhada na mãe. Me sentindo um filho da puta, falei pra ele ir tranquilo; e assim que ele sumiu da minha vista, fui direto pro grupo onde a mãe dele estava. Já tinha cinco caras em volta dela, comendo ela com os olhos. Como ela mal se aguentava em pé, era só mão pra todo lado. Quando entrei no grupo, eles se revezavam pra ficar atrás dela e encostar a rola na bunda dela, dando uma esfregada discreta. Enquanto esperava minha vez, curti a vista dos peitos lindos dela, porque o decote sem alça tava quase mostrando os bicos. Ela, acho, percebia alguma coisa; porque os ombros, braços e cintura dela eram apalpados pela gente sem nenhuma vergonha. Mas ela já tava ocupada demais tentando não cair e continuar sorrindo. Quando chegou minha vez, eu tava todo duro e, segurando ela pela cintura, encostei meu pau com força; de um jeito que ela tentou se virar. Mas qualquer movimento de virar a cabeça já desestabilizava ela, e ela tinha que se concentrar pra ficar de pé. Alguém deve ter percebido a parada e avisou o marido. O Marcos viu o pai do Ivan se aproximando e a gente se afastou um pouco dela. Ele olhou pra gente puto e levou ela junto. O Borja foi ver o que tava rolando e a gente foi atrás. A gente ouviu como, envergonhado diante dos outros senhores, ele teve que dizer que a mulher dele tava muito mal. Os pais disseram pra ele não se preocupar; que às vezes isso acontecia e avisaram o dono da casa. O senhor foi bem gentil e disse que não precisava. que fosse embora, perdendo a festa, e se ofereceu para levar a mãe do Iván para um quarto pra ela dormir um pouco. Enquanto a deitavam, o Borja nos convencia de que se achássemos o quarto, a gente podia fazer com ela o que quiséssemos. No final, arriscando encontrar alguém da casa, esperamos o pai do Iván e o dono saírem e começamos nossa expedição. O Borja nos organizou pra que todos abríssemos as portas ao mesmo tempo. Se a gente vacilasse, era só dizer que estávamos procurando o banheiro e tava resolvido. No fim, o Javier achou o quarto, que ficava numa ala do segundo andar. Entramos os seis e, com a luz dos isqueiros, nos aproximamos da cama. Ela tava profundamente dormindo. Tinham deitado ela vestida, jogando uma colcha por cima. Conferimos que as persianas da janela, que dava pra uma sacada, estavam abaixadas e acendemos um abajur que tava na mesinha de cabeceira. Postos ao redor da cama, a descobrimos, viramos ela de lado e começamos a abrir o zíper do vestido. Ela mal reagiu, com um grunhidinho sem abrir os olhos. Puxamos o vestido pra tirar pelas pernas enquanto a levantávamos pela cintura pra facilitar. Agora ela se mexeu levemente. Quando tiramos, apareceu diante dos nossos olhos um corpo de carnes exuberantes, brancas-rosadas e macias. Um pouco mais e as invejosas diriam que ela tava cheinha. Acima de tudo, o que chamava nossa atenção era o volume dos peitos dela. O Borja se inclinou sobre ela como se fosse abraçá-la; procurou o fecho do sutiã e, com dificuldade, conseguiu desabotoar. Ela grunhiu de novo. Ficamos um momento em silêncio admirando aquelas bolas carnudas que se espalhavam livres. Depois, quase em uníssono, exclamamos: Porra, que peitos! Começamos a apalpar e dessa vez ela abriu os olhos, mas mal conseguia fazer outra coisa e as pálpebras caíam. Depois de alguns minutos, tiramos a calcinha minúscula e deixamos à mostra a buceta dela, escondida sob uma mata espessa. mata de pelo. Marcos e Javier separaram as pernas dela e mexeram lá dentro, mostrando o buraquinho rosado. Ela reclamou umas palavras incompreensíveis e levantou um pouco a cabeça. A gente ao redor passava as mãos pelo corpo dela, curtindo a maciez da pele e a firmeza das carnes. Ela reclamou de novo, porque, levados pela excitação, a gente apertava cada vez mais forte. Borja começou a se despir e os outros fizeram o mesmo, começando a se masturbar. Ele subiu na cama e se posicionou entre as pernas da mãe do Iván; atrapalhado, procurou com a ponta do pau a entrada da buceta. Ele passava de cima pra baixo até sentir que entrava. Ela, que não estava lubrificada, reagiu à penetração incômoda tentando empurrar o Borja com as mãos. Ele começou a se mover num ritmo. Dava pra ouvir comentários tipo: – Olha essas tetas, fode essa gostosa, ela é uma puta. Borja começou a apalpar as tetas dela e chupar os bicos, enquanto ela pedia pra parar atrapalhada; lágrimas brotavam nos olhos dela. Na bebedeira, ela tava ciente de que a gente tava abusando dela. Mesmo assim, os bicos dos peitos dela estavam duros e eretos, de algum jeito ela tava excitada. Ele dizia: – Você tá uma delícia, mãe, me deixa louco, vou aproveitar você. Ele continuou apalpando ela e metendo forte; enquanto isso, um dos caras que ainda se masturbava gozou tudo na cara dela. Os outros, excitados que nem bichos no cio, a gente gritava: – Mete forte, Borja. Ele, gemendo, começou a meter e tirar o pau rápido de dentro dela: – Ahhh, uhmm ahhhhhhhh, toma, mãe, você tá uma delícia. Ele continuou gemendo alto enquanto penetrava ela e falava obscenidades, mas não demorou muito pra despejar toda a porra quente dentro dela: – Aaaaaaaaaah. A gente notou ele tremendo em cima dela de tanto prazer até ficar parado e se jogar pro lado da cama. Rapidinho, Javier subiu em cima dela e começou a apalpar o corpo inteiro. Ela implorava, mas não tinha forças para resistir. —É a minha vez, foxy, eu também quero te foder. —Ele espremia os peitos dela sem parar enquanto dizia: —Você tem uns peitos incríveis, é boa demais pra ser mãe. —Depois pegou nos mamilos e puxou, esticando os peitos dela até onde dava. Nesse momento, outro disse: —Segura eles assim pra gente. —E enquanto se masturbava, esfregava a ponta da cabeça da pica no peito esticado até gozar, e o jato de porra escorreu sobre o seio. Javier abriu as pernas dela e, igual ao Borja, demorou pra acertar a entrada; penetrou com violência: —Toma, slut, na sua buceta quentinha. —A cara dela mostrava uma dor imensa enquanto implorava: —Por favor, me deixa. —Mas ele parecia estar curtindo pra caralho. Não demorou muito pra despejar toda a porra dentro dela. Gozou enquanto se agarrava com força nos peitos doloridos dela. Tanto ele, exausto em cima dela, quanto a mãe do Iván pareciam dois bonecos de pano. Quando ele saiu, o Marcos se aproximou; pensei que ele também fosse meter na buceta, mas eu tava errado. Virou ela de bruços e se esticou por cima. O Marcos passou as mãos por baixo, agarrando os peitos dela, e ficou um bom tempo espremendo enquanto esfregava a pica dele nas nádegas dela. Depois se levantou e ficou amassando as duas bandas daquele rabo lindo. Separou elas pra procurar o buraco e tentou meter, mas não conseguia. Olhou pra gente e gritou: —Me ajuda, porra. —Um de nós segurou o rabo da mãe do Iván e separou as bandas; então o Marcos, com certa dificuldade, encostou a cabeça da pica na entrada do buraco e empurrou, metendo um pouco: —Você tem um rabo incrível, mãe, vou te foder por trás. —O empurrão foi brutal e, mesmo destruída, ela tentava se debater pra trás, enquanto gemia e chorava. O Marcos empurrou de novo e meteu até a bola. As mãos dela se agarravam aos lençóis com desespero. Ele gemia com força à medida que que tirava e metia o pau dentro do cu, cada vez com mais facilidade enquanto ela era puro gemido de dor. Dava pra ver que no meio da falta de forças ela sentia uma dor tremenda; mas o Marcos parecia estar curtindo muito. Ele apertava a bunda dela, beliscava e dava uns tapas fortes. Ficou bombando nela por um tempo enquanto dizia: -Que bunda gostosa você tem, mamãe-. Finalmente não aguentou mais e descarregou toda a porra dentro. Agora era a minha vez, eu tava excitadíssimo, virei ela e me joguei por cima. Passei a mão nas coxas e nas tetas dela com vontade. Depois chupei e mordi os peitos dela enquanto apertava como se quisesse enfiar inteiros na minha boca. A besta que existe em mim aflorava pelos meus lábios: -Agora é a minha vez de te foder. Isso não aconteceria se você não fosse tão gostosa-. Igual aos outros, depois de apalpar ela por um tempo, abri as pernas dela e penetrei com muita força. Ela balançava a cabeça de um lado pro outro: -Não, não, não-. Apesar da minha inexperiência, não foi difícil achar o caminho. Senti que a buceta dela tava quente e melada. Foi uma sensação muito gostosa. Comecei a tirar e meter o pau devagar primeiro, pra ir acelerando conforme eu ia sentindo o gosto no meu pau. Enquanto eu continuava penetrando ela, ela mexia a cabeça. Outro cara se aproximou, ajoelhou na cama perto da cara dela e colocou o pau na frente da boca dela. Então agarrou o cabelo dela com força e disse: -Vou dar um calmante pra ela ficar quietinha-. Segurou ela e começou a meter e tirar da boca dela cada vez mais rápido enquanto dizia: -Continua assim, chupa meu pau, siiiiiim-. Eu seguia penetrando ela e apertando os peitos. O cara não aguentou muito tempo, e logo descarregou toda a porra dentro da boca dela. Agarrou o cabelo dela com mais força e disse: -Engole toda a porra, puta-. Ela, com os olhos arregalados de nojo, engoliu se engasgando, embora parte do sêmen escorresse pela boca e pelo pescoço. Quando eu tava quase gozando, outro moleque me disse: -Cara, goza viramos e senta em cima de mim. - Entre os dois, viramos ela de forma que ficasse por cima de mim; quando consegui meter de novo, agarrei na bunda dela e empurrei pra cima, penetrando nessa nova posição. Aí o outro chegou por trás e agarrou na cintura dela: - Eu também quero provar esse cu, mamãe -. Depois de falar isso, colocou a pica dura na entrada do cu e, com a minha ajuda que separei as bandas, penetrou com muita violência. Os dois metíamos por frente e por trás com violência e rapidez. Enquanto empurrava, acariciava as coxas dela, curtindo a firmeza e a maciez. O espetáculo dos dois melões, balançando e tremendo na minha cara, me deixava louco. Depois meu parceiro superou isso, amassando as tetas dela bem debaixo do meu nariz. Senti minha pica tremer de prazer e se contorcer, cuspindo com força um jato de leite dentro da buceta dela. Continuei curtindo a carne dela enquanto o outro metia forte até gozar. O peso dos dois estava todo em cima de mim. Mas eu tava de boa, enquanto minhas mãos batiam nas do parceiro. Aproveitávamos nossa ração de carne macia. O Borja, de novo com a pica dura, apressou a gente pra deixarmos ela. Deitou ela de barriga pra cima e, posicionado sobre o peito dela, começou a fazer uma cubana com as tetas. Todos olhávamos aquelas montanhas de carne rosada que enterravam completamente a pica dele. Em silêncio, a gente se masturbava esperando nossa vez. Mesmo com o Borja demorando, ela não se mexia nem falava nada. Aí ouvimos vozes e risadas ao longe; eram senhoras. O Borja, mesmo no meio da putaria, reagiu com lucidez: - Rápido, galera, pra sacada -. Juntamos as roupas às pressas e, sem subir muito a persiana, saímos cinco pra sacada. O Borja baixou a persiana, apagou a lâmpada da mesinha e se meteu debaixo da cama, implorando que não acontecesse nada. A porta do quarto abriu devagar e entraram três senhoras. Fecharam e acenderam a luz. A cama bagunçada. O vestido e a calcinha da... mãe do Iván, apanhados de qualquer jeito; e ela nua. —Eu sabia, meninas. Essa bêbada, esquentadora de paus de adolescentes, foi comida. —Olha como ela tá com essas tetonas, fizeram de tudo com ela. —Vamos virar ela, com certeza deram pro cu dela. Continuaram fazendo isso, só pra ver o cu dela bem dilatado. —Eu não disse? Riram imaginando quantos tinham comido ela; mas depois ficaram sérias, porque nenhuma sabia ao certo onde os maridos tinham estado durante um bom tempo da noite. Então uma, com muito cinismo, disse: —Bom, se foi meu marido, pelo menos ele não gastou dinheiro com essa puta. Continuou dando um tapa bem forte naquele glúteo grande, e depois apagaram a luz e foram embora. Rapidamente nos vestimos e saímos do quarto. Deixando ela nua e de bruços, dormindo. Quando descíamos, dava pra ouvir os aplausos premiando a apresentação do Iván e dos companheiros dele. Na hora ele me encontrou e perguntou pela mãe. —Não se preocupa. Como ela tava meio bêbada, seu pai e outros dois senhores subiram ela pra dormir. Deve estar dormindo até agora. Ele foi ver o pai e voltou com a gente. O filho da puta do Borja disse pra ele, sorrindo: —Tá se divertindo? A festa continuou por mais umas duas horas. No final, a gente, os moleques, tava arrumando um pouco enquanto nossos pais se despediam. Então vimos os pais do Iván aparecerem. O pai tava com a cara transtornada e procurava o Iván com o olhar. Tentava evitar se despedir dos outros, porque o aspecto da mulher dele, totalmente despenteada, era lamentável. O Borja, com muito sangue frio, falou pra gente: —Vamos chegar perto. Acho que ele não vai nos reconhecer; mas a gente precisa descobrir. Nos aproximamos e ela, agarrada no braço do marido, olhou pra gente e esboçou um sorriso idiota enquanto ficava vermelha. Pela última vez olhamos aquele corpo que a gente tinha aproveitado. O decote generoso deixava à mostra parte dos peitos e o pescoço, com as marcas evidentes da nossa diversão. O O pai nos olhou com raiva. Virou a cabeça para um grupo numeroso de pais que olhavam para eles, e comentavam com certeza a surra que tinham dado na mulher dele. Nos olhou de novo e disse: - Uns filhos da puta, iguais aos seus pais. Depois que o curso terminou, o Ivan foi embora. Mas a gente queria ver ela de novo e ter ela só pra nós. Claro, antes de o Ivan ir, ele nos contou que a mãe dele estava grávida. Só dois meses depois de a gente ter feito ela nossa.
0 comentários - Fodemos a mãe do nosso amigo na festa.