Queridos, comparto com vocês umas mensagens trocadas com um amigo onde contamos nossas experiências sexuais. Espero as opiniões de vocês.
Olá amigo! É que pelo que você me contou, fiquei com muito tesão haha! e acabei esquecendo de contar uma lembrança meio antiga, mas espero que você goste.
Eu tinha uns 18 anos, tinha acabado de sair do ensino médio e tava começando a faculdade. Perto da escola e no caminho pra casa tinha uma banca, às vezes quando sobravam umas moedas do dinheiro do lanche, eu usava pra comprar cigarro solto e umas guloseimas lá.
Quem atendia era um senhor bem mais velho, embora nessa idade todo mundo mais velho pareça velho pra gente haha!!, mas ele era realmente idoso, tipo meu avô. A questão é que o senhor era muito simpático e sempre me fazia perguntas e contava umas histórias, então comecei a confiar nele e até já tratava ele de "você" e não de "senhor".
Nem sempre eu entrava, porque como te falei, só quando sobrava alguma moeda. Um dia ele me perguntou por que eu não ia todo dia e eu contei. Então ele disse: "vem aqui que te dou um agrado e quando puder você me paga". Sempre que a gente conversava, eu notava que o senhor mantinha uma das mãos no bolso e parecia que tava se acariciando. Eu era inexperiente, mas não era boba, e já tinha alguma informação sobre sexo, seja por ter lido algo escondido ou pelas conversas com minhas amigas. Mesmo sendo outra época, onde o sexual era mais reprimido, eu percebia que o senhor ficava de pau duro por minha causa, mas juro que não senti medo ou nojo, falo sério. A curiosidade era muito forte hahaha!
Uma tarde comprei um cigarro e queria um chiclete, mas não tinha dinheiro suficiente, e o senhor me deu e disse: "Leva". E perguntou se eu queria ver uma coisa, eu disse que sim. Então ele abriu a braguilha e tirou o pau pra fora, era o primeiro pau que eu via de verdade, não em fotos. Ele me dizia pra não ter medo, que não ia me fazer nada e que seria nosso segredo, enquanto se masturbava devagar, puxava bem a pele e me mostrava a cabeça bem vermelha. Parecia bem molhada. Naquele dia foi só isso, ele me disse que outro dia, se eu quisesse, a gente podia brincar de novo. Ele guardou e eu fui embora.
A imagem daquele pau ficou gravada na minha cabeça e dava umas cócegas na barriga.
Não sei por que não voltei no dia seguinte, acho que não teve aula ou era fim de semana, não lembro. Mas quando passei pra comprar alguma coisa, ele também não quis me cobrar e me perguntou se eu tinha contado pra alguém. Eu disse que não (era verdade), e ele falou que eu podia escolher algo pra levar, o que eu quisesse, mas queria me mostrar de novo. Te explico que o comércio era um quartinho bem pequeno, tinha um balcão e o senhor nunca saía de trás daquele móvel. Agora, pensando bem, acho que era pra ninguém da rua ver o que ele fazia.
Eu disse que queria um cigarro e um chocolate, aí ele falou que era um presente mais caro que o chiclete, e que queria que eu visse mais uma coisa. Ele puxou o pau pra fora pela braguilha e mostrou de novo. Disse: "Agora espera eu gozar". Eu não sabia direito o que ele queria dizer, mas depois de umas batidas no pau dele, começou a sair um líquido meio branco. Eu rio sozinha agora de lembrar, hahaha! Eu não sabia como era o sêmen, só tinha a teoria, haja! Ele falava: "Olha como cuspe gozo, haja!" E jogou no chão direto, haja! Quando terminou, me deu um chocolatinho e disse: "Você é uma menina muito boa" e que eu não contasse pra ninguém sobre aquilo.
Aquele senhor foi meu primeiro homem, haja!
Passou um tempão até eu voltar no kiosque, porque minha mãe me deu uma bronca, já que eu tinha demorado muito naquele dia pra voltar da escola e ela tava preocupada que eu tivesse sofrido um acidente. Não dava pra contar que eu tava conhecendo o gozo de um homem, hahaha! Só falei que fiquei batendo papo com as colegas.
Olá amigo! É que pelo que você me contou, fiquei com muito tesão haha! e acabei esquecendo de contar uma lembrança meio antiga, mas espero que você goste.
Eu tinha uns 18 anos, tinha acabado de sair do ensino médio e tava começando a faculdade. Perto da escola e no caminho pra casa tinha uma banca, às vezes quando sobravam umas moedas do dinheiro do lanche, eu usava pra comprar cigarro solto e umas guloseimas lá.
Quem atendia era um senhor bem mais velho, embora nessa idade todo mundo mais velho pareça velho pra gente haha!!, mas ele era realmente idoso, tipo meu avô. A questão é que o senhor era muito simpático e sempre me fazia perguntas e contava umas histórias, então comecei a confiar nele e até já tratava ele de "você" e não de "senhor".
Nem sempre eu entrava, porque como te falei, só quando sobrava alguma moeda. Um dia ele me perguntou por que eu não ia todo dia e eu contei. Então ele disse: "vem aqui que te dou um agrado e quando puder você me paga". Sempre que a gente conversava, eu notava que o senhor mantinha uma das mãos no bolso e parecia que tava se acariciando. Eu era inexperiente, mas não era boba, e já tinha alguma informação sobre sexo, seja por ter lido algo escondido ou pelas conversas com minhas amigas. Mesmo sendo outra época, onde o sexual era mais reprimido, eu percebia que o senhor ficava de pau duro por minha causa, mas juro que não senti medo ou nojo, falo sério. A curiosidade era muito forte hahaha!
Uma tarde comprei um cigarro e queria um chiclete, mas não tinha dinheiro suficiente, e o senhor me deu e disse: "Leva". E perguntou se eu queria ver uma coisa, eu disse que sim. Então ele abriu a braguilha e tirou o pau pra fora, era o primeiro pau que eu via de verdade, não em fotos. Ele me dizia pra não ter medo, que não ia me fazer nada e que seria nosso segredo, enquanto se masturbava devagar, puxava bem a pele e me mostrava a cabeça bem vermelha. Parecia bem molhada. Naquele dia foi só isso, ele me disse que outro dia, se eu quisesse, a gente podia brincar de novo. Ele guardou e eu fui embora.
A imagem daquele pau ficou gravada na minha cabeça e dava umas cócegas na barriga.
Não sei por que não voltei no dia seguinte, acho que não teve aula ou era fim de semana, não lembro. Mas quando passei pra comprar alguma coisa, ele também não quis me cobrar e me perguntou se eu tinha contado pra alguém. Eu disse que não (era verdade), e ele falou que eu podia escolher algo pra levar, o que eu quisesse, mas queria me mostrar de novo. Te explico que o comércio era um quartinho bem pequeno, tinha um balcão e o senhor nunca saía de trás daquele móvel. Agora, pensando bem, acho que era pra ninguém da rua ver o que ele fazia.
Eu disse que queria um cigarro e um chocolate, aí ele falou que era um presente mais caro que o chiclete, e que queria que eu visse mais uma coisa. Ele puxou o pau pra fora pela braguilha e mostrou de novo. Disse: "Agora espera eu gozar". Eu não sabia direito o que ele queria dizer, mas depois de umas batidas no pau dele, começou a sair um líquido meio branco. Eu rio sozinha agora de lembrar, hahaha! Eu não sabia como era o sêmen, só tinha a teoria, haja! Ele falava: "Olha como cuspe gozo, haja!" E jogou no chão direto, haja! Quando terminou, me deu um chocolatinho e disse: "Você é uma menina muito boa" e que eu não contasse pra ninguém sobre aquilo.
Aquele senhor foi meu primeiro homem, haja!
Passou um tempão até eu voltar no kiosque, porque minha mãe me deu uma bronca, já que eu tinha demorado muito naquele dia pra voltar da escola e ela tava preocupada que eu tivesse sofrido um acidente. Não dava pra contar que eu tava conhecendo o gozo de um homem, hahaha! Só falei que fiquei batendo papo com as colegas.
3 comentários - Primeiras Experiências (1)