Cartas quentes entre irmãos 3

Tem certeza de que Black Jack é o jogo que você quer perder hoje à noite?" Dei à minha irmã meu sorriso mais safado enquanto embaralhava as cartas. - Ganhe, senhor. Não vou fazer nada além de ganhar hoje à noite e tirar esse sorriso do seu rosto! - respondeu ela, sorrindo também. Minha irmã estava uma gostosa. Uma deusa loira, corada de vinho, vestida só com um sutiã de renda bem sexy. Ela me explicou que quando você vai a um cassino precisa estar na melhor aparência possível, então dedicamos alguns minutos para ficarmos mais formais. Inspirado no vestido de noite dela, usei uma gravata preta e minhas melhores cuecas de seda preta. A excitação era palpável. Nunca antes tinha ansiado por um jogo de azar assim, e nunca o tinha temido tanto. "Bem, sua bunda já estava em jogo, então não importa..." Dei de ombros. "O que você vai apostar contra isso?" "Pensei que talvez eu pudesse apostar minhas pernas." Sabe, elas são muito lindas. Com isso, ela as esfregou de um jeito bem sexy e provocante que fez o sangue correr nas minhas veias. "Embora eu adoraria tocar suas pernas, certamente muito lindas, ainda acho que sua bunda é mais valiosa para mim do que essas suas pernas..." "Tá bom, querido, acho que isso é justo." Então, que tal isso: eu coloco meus pés contra minha bunda, mas jogamos melhor de três e você ganha por um ponto? - Melhor de três, como você disse, e eu ganho por um ponto... e eu viro o crupiê! - respondi. - Aceito! Minhas palmas estavam bem suadas e meu pau estava tendo dificuldade para se manter firme, apesar da buceta nua da minha irmã estar em plena exibição a menos de um metro e meio de mim, enquanto ela estava sentada de pernas cruzadas no sofá na minha frente coberta de purê de maçã. Bem, agora que vi diretamente, acho que a loja é um pouco mais durável do ponto de vista estrutural. Nunca na minha vida desejei tanto ganhar um jogo. - Me bate... Me bate... Para! Deveria ter vencido por dezessete pontos. E teria vencido se tivesse lembrado que o dealer ganha de forma justa. Eu mesmo poderia apostar em dezessete e ganhar. - Melhor de três, um ponto cada. Droga! - Me bate... Me bate... Me bate. BOBAGEM! - ISSO! Ela cruzou todos os limites e me transformou em um vencedor. Eu estava tão feliz que pulei de pé como um torcedor bêbado numa final de copa. Quando me levantei, todo o sangue deve ter saído da minha cabeça, porque parecia que toda a realidade tinha parado de repente, e por alguns momentos senti como se estivesse me movendo através de um melaço grosso. Então tudo voltou, como se os gráficos de um computador barato tentassem se atualizar. Acho que bebi um pouco mais do que pensava. Minha irmã, Ella pareceu corar levemente e ficou sem fôlego. Ela ignorou minha celebração improvisada da vitória, aparentemente um pouco distraída, até controlar sua respiração ofegante. Então me deu seu sorriso mais brilhante antes de terminar o vinho restante na taça de um gole. - Bom, poderia ter saído melhor. Eu deveria ter apostado dezessete de novo, mas fui ganancioso. "Se serve de consolo, eu deveria ter segurado o décimo sétimo assalto antes, então acho que somos dois idiotas." — Sorri para ela. "Mesmo assim, eu venci e adicionei algo à minha coleção, então estou feliz!" Caitlin me mostrou a língua. - Sim, entendo por que você pensa isso. Então, o que você vai fazer com seus ganhos? - Bom, primeiro de tudo... Sei que você não gosta muito de usar salto alto, mas acho que os que você usou no baile ficam muito bem em você... - Então você quer que eu os empreste pra você, hein? Ela sorriu para mim. "Não, quero que você os vista e depois volte aqui pra me mostrar suas pernas gostosas." "Tá bom, mas se alguma coisa me incomodar, espero que você cuide disso. Essas são suas pernas, então é justo que você faça alguns reparos." Ela não levou mais tempo do que eu para abrir uma garrafa nova e encher nossas vasos, e depois voltou. Pernas longas com um bronzeado quase imperceptível, complementadas por saltos carmesim sexys que deixavam suas pernas já gostosas ainda mais lindas. Ela caminhou bem na minha frente, a buceta dela estava bem na altura do meu rosto. Com as mãos na cintura, ela me olhou. Fiquei sentado ali, inalando o cheiro dela, intoxicado por ele, enquanto ideias e possibilidades passavam pela minha cabeça. Incapaz de me conter, estendi as duas mãos e comecei a apalpar as pernas dela. Deslizando por fora, passando dos joelhos, subindo pelas coxas. "Isso aqui é coxa, senhor, acho que é mais parte do tronco do que perna em si." — Tá certo, acho que isso é justo. Devidamente castigado, comecei de novo. Dessa vez por dentro. Deslizando pelas panturrilhas, joelhos, coxas. As coxas internas dela, macias, lisas, quentes e sexys. Tentando não encostar nem um centímetro na buceta dela, massageei a parte interna das coxas, curtindo a sensação da carne dela, flexível e ao mesmo tempo elástica. Embora ela fosse sem dúvida a mulher mais em forma que eu conhecia, até ela tinha uma suavidade nos lugares certos. Logo ficou óbvio que eu não era o único curtindo minha exploração, porque dava pra ver claramente a buceta dela ficando molhada diante dos meus olhos. Uma ideia surgiu no meu cérebro depravado. Comecei a morder e beijar a coxa dela, acariciando a outra com uma mão, e então a outra mão deslizou até a bunda dela. Passando um dedo pelo cu enrugado dela, massageando. Caitlin começou a gemer baixinho, enterrando os dedos no meu cabelo, esfregando levemente a coxa, se empurrando contra meu dedo. Cedendo a ela, deixei meu dedo penetrar levemente. Quando fiz isso, ela gemeu: "Pervertido... sim... mais, por favor". Embora eu concordasse totalmente em ser um pervertido, não ia dar mais pra ela naquele momento. Nesse ponto, eu tinha o que queria. Pela excitação crescente, a buceta estava ficando molhada e jatos de suco escorriam pelas coxas dela. E Eu lambi com prazer. Claro, não podia tocar na buceta dela, mas tinha todo o direito de lamber as coxas dela. O gosto era delicioso. Encheu minha mente de pura felicidade e eu percebi que, mais do que tudo, queria simplesmente enterrar minha cara na buceta dela e me fartar. Pra fazer isso, eu precisava arriscar minhas conquistas. "Bom, já chega por hoje", falei quando consegui me afastar. - Não, não para... foda-se a maturidade... tá tudo bem. Caitlin claramente não estava pronta pra eu tirar minhas mãos e afastar meu rosto dela, mas eu tava de boa com isso. Eu precisava aproveitar todas as vantagens possíveis. - Pronto pra jogar mais um pouco? - perguntei. - Já tá cansado do seu prêmio? - De jeito nenhum, só quero adicionar à minha coleção. - Tá bom... Ela se recompôs, depois sentou e deu um grande gole no vinho. "Então eu tenho a bunda e as pernas." O que você apostaria contra? Ela fez uma careta ao pensar nisso, deu outro gole no vinho e respondeu: "Então, e o meu torso?" Mas sem peitos. Você simplesmente faria todo tipo de coisa pervertida com meus pobres peitos. - Torso sem peitos? Não acho que valha muito comparado com o que eu tenho. - Ok, melhor de cinco, torso contra pernas e bunda, você ganha dois pontos. Ou só o torso pelas pernas, melhor de três, vale um ponto? - Melhor de três parece bom. Quase delicioso demais, mas eu não ia reclamar. Provei o da minha irmã e definitivamente queria mais. Como as probabilidades estavam a meu favor, ganhei com bastante facilidade. Ela ganhou o primeiro jogo de blackjack por sorte, eu ganhei o seguinte e levei a partida. Quando consegui a combinação vencedora, de novo senti que o servidor que roda a realidade estava tendo dificuldades. Dessa vez eu não pulei de pé nem gritei nem nada disso. Por um momento, fiquei preocupado que talvez esse jogo estivesse afetando demais minha pressão arterial ou algo assim, mas sinceramente, na minha idade não deveria ser um problema. Definitivamente era estranho, mas não Eu não ia deixar que isso me distraísse do que era mais importante no mundo. Agora eu tinha mais da minha irmã e não via a hora de receber meu prêmio. Mesmo sem peitos, minha irmã tem um corpo muito gostoso e agora eu podia deixar minhas mãos percorrerem a maior parte do corpo dela. Minha irmã de novo levou um tempo pra organizar os pensamentos. Depois de perder outra partida parecida, ela se balançou na cadeira, fechou os olhos, mordeu o lábio inferior e começou a respirar com dificuldade, acho que por decepção de perder mais um jogo pro irmãozinho. Depois de alguns momentos, ela começou a tremer levemente, gemidos baixinhos escapando dos lábios dela. Minha irmã teve um orgasmo depois de perder outra parte de si mesma? Ao perceber que eu tava olhando, ela cobriu a buceta com uma mão e murmurou "Pervertido". Ela tava uma delícia. Rosto corado, pupilas dilatadas e o peito ofegante. "Outra parte do seu corpo magnífico é minha pra usar como eu quiser, não importa o que eu vá fazer..." Minhas palavras fizeram ela estremecer levemente e ela esfregou as coxas, tentando fingir que não era nada demais. "Tenho certeza que meu irmãozinho pervertido vai ter muitas ideias na cabeça suja dele sobre como marcar a propriedade dele", ela provocou, me dando uma ideia. - Vou te marcar. Parece tentador. Primeiro quero que minha propriedade nova pressione meu pau. Vem cá e esfrega sua barriga e seu peito no meu pau. - Sem peitos, senhor. - Sem peitos. Só deixa eles de lado enquanto você esfrega meu pau. Sem problema, né? - Acho que vai dar tudo certo. Mas vou ter que tirar o sutiã pra isso funcionar de verdade. Ela virou as costas por um momento e desabotoou o sutiã. Embora não fosse inesperado, ainda senti uma pontada de decepção por não conseguir dar uma espiada nos peitos dela quando ela tirou o sutiã. Ela se virou de novo, segurando os dois peitos firmemente com as mãos. Foi uma visão incrível. Pela primeira vez ela ficou na minha frente completamente nua. Até Os saltos que pedi pra ela usar antes sumiram de novo e se soltaram durante nosso jogo excitante. Minha sexy irmã deusa escandinava tá parada na minha frente, nua em todo seu esplendor, a buceta dela toda melada bem na minha cara, trilhas de umidade descendo pelas coxas. Enquanto ela ficava ali na minha frente, se contorcendo de leve, esfregando as coxas uma na outra, as mãos massageando os peitos sem perceber, ela mordia o lábio inferior, claramente excitada com a situação, a expectativa do que eu poderia fazer com as partes do meu corpo recém-conquistadas. Claramente tava deixando ela louca. - Então, que tipo você quer que eu seja? - ela perguntou com uma certa incerteza na voz, sem saber o que fazer. Quero que sua buceta envolva meu pau, quero que meu pau seja empurrado tão fundo na sua garganta que meu leite vá direto pro seu estômago, quero... Tanta coisa passou pela minha cabeça, mas tem tanta coisa que ainda tá fora do comum. Em vez de falar meus desejos impossíveis, me levantei, enfiando os polegares na cintura da minha cueca, deixando ela cair no chão enquanto eu me erguia. Meu pau tava orgulhoso na frente da minha irmã gostosa, esperando ansioso pelas aventuras que viriam. Desejando o toque dela. Dei um passo à frente, agarrei minha irmã pela cintura e puxei ela pra perto de mim. Segurando ela firme, meu pau pressionado contra a barriga dela, macia mas dura. Aí comecei a me mover, esfregando meu pau descaradamente nela, e a gente dançou devagar com a música que tocava naquele momento. Minhas mãos deslizaram pra cima e pra baixo nas costas dela, até a bunda, massageando suavemente as nádegas dela enquanto ela gemia baixinho e pressionava a buceta escorregadia e ardente contra minha coxa por um instante antes de recuperar o controle. Enquanto as mãos dela estavam ocupadas amassando os peitos, ela beliscava os mamilos com os dedos, claramente sem pensar no fato de que tive que esconder os seios dela. O que começou como uma espécie de dança lenta foi se transformando cada vez mais em nós dois nos aproximando um do outro, tentando chegar ao orgasmo, embora da minha parte eu estivesse tentando não chegar tão perto disso tão cedo. Eu queria que aquilo durasse o máximo possível, não sabia quantas vezes eu conseguiria gozar durante a noite. Definitivamente não queria ficar sem munição antes de me saciar do corpo quente da minha irmã. Não que eu realmente achasse que isso seria possível algum dia. Encontramos uma espécie de ritmo, ela deslizava para um lado, eu para o outro. Enquanto se abaixava, ela esfregava a buceta na minha perna, o rosto dela roçava no meu peito, a boca gostosa dela gemia de prazer, gritando meu nome, me chamando de safado e pervertido. Minhas mãos começaram a massagear as nádegas dela, mas conforme ela ficava mais e mais excitada, comecei a brincar com o cuzinho apertado dela. Ainda tão escorregadio quanto antes, foi fácil pra mim deslizar meu dedo pra dentro e pra fora algumas vezes antes que os movimentos dela deslizando pelo meu corpo colocassem o buraquinho dela fora do meu alcance, e então, assim que ela deslizava pra cima de novo, eu me insinuava de novo, provocando ela e levando-a ao orgasmo da melhor maneira possível. O orgasmo dela se aproximava a cada segundo, cada vez ficava mais difícil pra ela manter o ritmo e a gente se dessincronizou um pouco, o que fez com que ela acidentalmente se pressionasse contra meu pau dolorosamente ereto. Num choque de sensação, senti a flor dela quase me envolver antes que ela se afastasse como se tivesse levado um choque elétrico. Naquele segundo, uma descarga elétrica também percorreu meu pinto. A ideia de quase deslizar na buceta da minha irmã daquele jeito quase me fez gozar naquele exato momento. Tive que recuar um pouco por algumas respirações, distraindo ela com uma invasão mais profunda no rabo dela. Explorando o buraco com dois dedos, fodendo ela com eles enquanto ela se pressionava contra mim. "Já está quase pronto, estou tão perto... Por favor... Um pouco mais..." Ela gemeu ou sussurrou, pressionando a bochecha contra meu peito, o rosto virado para mim, os olhos implorando pelo doce orgasmo do irmãozinho dela. Não pronto para deixar ela gozar, em vez disso comecei a mover o corpo dela para cima e para baixo, abraçando ela firme contra mim pela cintura. Gemendo com a vontade de gozar, e o orgasmo nos meus dedos impossível naquele momento, ela se pressionou contra mim com vigor renovado, quase abandonando a pretensão de esfregar o torso contra minha pica na ânsia de se libertar. E de novo a bocetinha dela pressionou contra minha pica, a buceta esfregando com força contra o eixo. Depois ela afundou de novo. Ela esfregou o clitóris e o máximo possível da buceta na minha pica. A ideia dela esfregando a parte mais íntima contra minha pica com fúria me fez tremer. Eu não queria nada além de deixar ela continuar, deixar ela acidentalmente ou intencionalmente enfiar uma pica pra dentro. Queria descer minhas bolas direto no útero proibido dela. Mas, acima de tudo, queria ter acesso livre e sem restrições à vida inteira dela para sempre. Para isso, eu tinha que seguir as regras do nosso jogo. Fazer ela jogar de novo. Com um esforço de vontade, bem quando ela começou a deslizar pelo meu eixo de novo, quase me prendendo entre os lábios dela, o que eu sentia que em breve significaria que eu deslizaria direto pra dentro da buceta dela, que claramente ansiava por ser preenchida naquele momento, consegui me afastar um pouco. "Cuidado, irmã, sua buceta ainda não é minha, então não posso entrar aí..." "Ugh, mas eu preciso de você. Preciso de você dentro de mim! Aí dentro." Ela disse isso com palavras. Ela me queria tanto quanto eu queria ela. Não era só que eu fosse um pervertido que ela aguentava por causa de apostas ruins. Ainda assim. As regras tinham que ser seguidas; caso contrário, eu teria o direito de anular tudo o que tínhamos. aposta. - Posso resolver isso. Vem cá. Com essas palavras, eu a arrastei e me sentei no banco mais próximo do piano. Sentando-a no meu colo de modo que as pernas dela ficassem ao lado das minhas, ela se inclinou para frente com impaciência. Bem quando eu estava prestes a esfregar a buceta encharcada dela no meu pau, ajustei o ângulo segurando meu pau e colocando minha mão na cintura dela. Em vez de esfregar a buceta dela, que estava faminta pela minha atenção, mirei no cuzinho apertado dela, que eu podia penetrar e usar sem restrições. Primeiro Caitlin gemeu decepcionada quando não conseguiu enfiar meu pau na buceta dela, e depois suspirou de satisfação quando me deslizei no outro buraco dela. Nossa sessão anterior, combinada com meu trabalho com os dedos durante nosso novo jogo, deixou tudo macio e flexível o suficiente para eu conseguir deslizar pra dentro como se fosse ali que realmente pertencia. Meu pau se encaixava tão perfeitamente no calor dela que eu não conseguia acreditar que nem a buceta dela pudesse ser melhor. Ainda estava morrendo de vontade de foder essa parte dela também. Eu queria possuir e usar cada centímetro do corpo dela, essa necessidade era quase dolorosa, intensificada pelo quanto ela se movia em cima de mim quando meu pau estava enterrado até o fundo no rabo dela. • • • Diante de mim estava o lindo rosto da minha irmã, distorcido pela agonia de um orgasmo iminente, tão convidativo para beijar. Eu queria provar a boca dela, sentir os lábios dela nos meus. Enquanto lutava contra o impulso de beijá-la, ela começou a me montar com mais força, mais rápido, e finalmente uma mão soltou os peitos dela e em vez disso foi direto pra buceta com a velocidade de uma cobra atacando. O mamilo dela era simplesmente perfeito, rosado e firme, os peitos dela eram firmes o bastante para quase não afundarem mesmo quando eu os liberava do meu agarre desesperado. Só tive alguns momentos para admirar os peitos gostosos dela antes que a masturbação furiosa combinada com uma cavalgada intensa a levasse a um Grande orgasmo. Quando ela gozou, eu a ouvi gemer no meu ouvido, senti suas contrações intensas, que juntas causaram ondas de prazer que ecoaram por todo o meu corpo. A sensação no meu pau e a compreensão de que aquele já foi o corpo sagrado da minha irmã. A deusa com quem eu provavelmente sempre sonhei, mas sempre soube que nunca seria minha. Quando senti que estava prestes a gozar, lembrei das minhas ideias pervertidas anteriores, e assim que o orgasmo me dominou, puxei para fora da bunda dela com um puxão brusco, apontei bem acima da buceta dela e liberei longos jatos de esperma branco perolado. Tentando deixar jatos de porra escorrerem pela barriga elástica dela, entre os seios, algumas gotas até conseguiram penetrar aquela depressão perfeita entre as clavículas. A mão dela ainda acariciava a própria buceta e o clitóris, mas os olhos estavam fixos em mim. Os olhos dela brilhavam com fogo azul, admirando meu trabalho, e minha semente escorria lentamente pelo corpo dela, brilhando com suor enquanto fazíamos amor. Ou melhor, nossa trepada frenética. Ambos agíamos como marinheiros perdidos há muito tempo que deixam a costa pela primeira vez em anos. — Isso foi tão sexy! Talvez seja bom você ser um pervertido, afinal — ela acrescentou. — Talvez eu não seja o único pervertido aqui — devolvi com um sorriso. Olhando significativamente para a mão dela, que ainda acariciava as dobras rosadas. — Já que você claramente vai me usar para suas necessidades, não importa o que eu pense, acho que eu também posso tirar algo disso — ela disse e mostrou a língua para mim. Então suspirou levemente quando os dedos começaram a esfregar o clitóris com mais força novamente. — Bem, não me importo se você se tocar com as próprias mãos, a menos que ache indecente eu ver seus peitos assim — pisquei para ela. — Bom, acho que, assim como com a buceta, você pode olhar, mas não tocar até ganhar isso de forma justa! Não pude deixar de notar que ela parecia dar como certo que eu acabaria tirando mais proveito dela. Com isso, soltou o outro seio, usando a mão para mais estabilidade enquanto a outra mão a levava a outro orgasmo enquanto ela se masturbava descaradamente sentada no meu colo. Senti que endurecia em vez de murchar ao ver minha irmã se tocando no meu colo com meu esperma ainda escorrendo lentamente pelo corpo dela. A visão era tão erótica que não tive escolha senão ficar duro de novo, mais rápido do que achava possível. Decidido, levantei-a, segurando suas nádegas com as mãos, e dei dois passos até o sofá, onde a deitei com cuidado. Seguindo-a para baixo, deslizando entre suas pernas, apoiado nas mãos, observei seu rosto enquanto lentamente, bem devagar, empurrava meu pau dentro do cu dela ainda levemente aberto. Abrindo seu perfeito botão de rosa, penetrei-a suavemente. Nossos olhos se encontraram, ela me olhou e eu a olhei. Absorvendo tudo, buscando sinais do prazer dela enquanto via o meu. Ela nunca se cansava de ser penetrada. Foi a primeira vez que transamos de frente, e embora quisesse beijá-la e saborear seus lábios, resisti ao impulso. Poder ver seus peitos perfeitos balançando com minhas investidas adicionou uma nova dimensão ao meu prazer. Quando comecei a fodê-la devagar, ela parou de se masturbar e em vez disso agarrou minha bunda, guiando-me para dentro dela, mudando meu ritmo, meu ângulo, assim, do nada. O suficiente para ela gozar de novo num piscar de olhos. E depois de novo! Na excitação, ela enterrou o rosto em mim, mordiscando meu pescoço, mordendo minha orelha, e então, quando o orgasmo tomou conta dela, ela me mordeu, forte o bastante para que por um momento pensei que provavelmente deixaria marca. Não por muito tempo, porque instantes depois eu estava de novo mergulhando nas profundezas do cu perfeito da minha irmã, enchendo-o de esperma quente. "Porra mana, você é incrível". Cada vez melhora! — Respirei no ouvido dela. "É só porque você é um pervertido que gosta de foder com a própria irmã". Tenho certeza de que, quando me tiver por inteiro, vai se cansar disso. Ela fingiu um biquinho e se virou para mim. Percebi que ela dava como certo que um dia me teria por completo, e esse pensamento provocou ondas de luxúria e imagens proibidas na minha mente. "Não, tenho certeza de que você é mais viciante do que nunca e nunca vou me cansar de você. Quando estou dentro de você, é simplesmente maravilhoso!" Não sei de onde veio essa onda de sinceridade. Não era assim que nossa conversa devia se desenrolar, mas naquele momento senti que eram as palavras certas. Ela estudou meu rosto em silêncio por um bom tempo. Então estendeu a mão e aproximou meu rosto do dela. Nossos lábios se encontraram, os lábios macios dela pressionados contra os meus. Nossos lábios se separaram, nossas línguas avançaram, a língua dela tocando levemente a minha. O hálito dela era doce e inebriante. Então ela se afastou. "Foi um beijo de graça porque você é muito fofo". Afinal, você poderia simplesmente reivindicar sua propriedade e não se importar se eu também viesse. "Se quiser mais, acho que vai ter que tentar a sorte de novo." "Mas primeiro preciso ir ao banheiro!" "Heh, acho que é melhor eu deixar você ir então, ainda não estamos prontos para tamanha bagunça." Por uma fração de segundo, uma expressão estranha apareceu no rosto dela, mas sumiu antes que eu pudesse prestar atenção. Tirei com cuidado meu pau cada vez menor. Me afasto dela, meu olhar vagueia sobre ela, admirando a visão erótica da minha irmã nua, vestida apenas com suor, sêmen e as coxas encharcadas com os fluidos dela. Em vez de me afastar imediatamente, fiz um pequeno desvio, lambendo as coxas dela com movimentos longos e rápidos da minha língua, quase, mas não totalmente, tocando os lábios dela para provar o a maior quantidade possível do seu creme. "Mmm, isso é tão delicioso", eu disse, me inclinando para trás e ajudando ela a se levantar. - Pervertido! Ela riu, então rapidamente limpou um pouco do creme grosso das suas dobras e levou os dedos à minha boca, permitindo que eu os lambesse até ficarem limpos. - Aqui está um pedaço do creme que eu preparo quando tenho um orgasmo forte. Acho que você merece, já que foi você que causou. Mas ainda preciso ir ao banheiro. Com isso, ela se levantou de um pulo e correu para o banheiro, cobrindo desajeitadamente os dedos de uma mão para evitar que escapasse a quantidade generosa de porra que eu tinha colocado dentro dela. Era uma visão direto das minhas fantasias mais depravadas, se alguma vez eu tivesse ousado imaginar que algo assim fosse possível. Claro, eu tinha batido umas punhetas fantasiando com a minha irmã, mas nada sério, nada dessa magnitude. Eu só imaginava como ela seria nua, imaginava ela se tocando no chuveiro. Coisas bem inocentes comparadas com o que se tornou realidade, com o que se tornou possível para mim se eu conquistasse tudo o mais nela. Olhando ao redor, percebi que estava coberto de uma bagunça pegajosa, coberto de suor, meu próprio esperma manchado por todo o meu peito, os fluidos da minha irmã espalhados pela minha virilha. Minha pica estava escorregadia de porra e lubrificante com cheiro de damasco. Eu tinha certeza de que teria uma ereção assim que sentisse o cheiro de damascos. Minha irmã saiu do banheiro bem quando eu estava entrando. "Acho que preciso tomar um banho", eu disse como explicação quando estava prestes a passar por ela na porta. - Sim, eu também, sério. Ela acrescentou e simplesmente me seguiu até o chuveiro. Eu levantei uma sobrancelha; nunca tínhamos tomado banho juntos antes, embora considerando o que tínhamos feito ultimamente, parecia estranho ficar preso num chuveiro compartilhado. Ela deu de ombros. "De qualquer forma, você já viu tudo, agora pode esfregar minhas costas". É propriedade dele de qualquer forma, então é justo que eu faça alguns reparos menores. Ah, e esfrega meus pés também. Isso é obrigatório na lista de cuidados. Eu sorri para ela e, embora não fosse necessário, ela também me deu um tapinha nas costas. Depois de nos secarmos com toalhas, decidimos que era hora de ir para a cama. Nós dois bebemos bastante vinho e brincamos, e ambos estávamos bem satisfeitos sexualmente. Quando nos deitamos, ela se aninhou ao meu lado, completamente nua, e eu a envolvi com meu braço, colocando minha mão na coxa dela, procurando uma posição em que minhas mãos não tocassem os seios dela. De conchinha. Quando a bunda dela pressionou contra mim, esfregando-se no meu pau, logo fiquei duro de novo. Não sei se ela estava só me provocando um pouco, mas mesmo assim não resisti e recuei um pouco, e meu pênis, que estava apertado verticalmente sobre a fenda dela, se posicionou apontando para a porta dos fundos, e foi assim que ela conseguiu agarrar a ponta da minha glande entre as dobras da bunda apertada dela. Pressionando bem devagar e persistentemente contra mim, ela conseguiu empurrar a cabeça do meu pau para dentro do cu dela sem lubrificante, uma fração de polegada de cada vez, até que estivesse completamente dentro do reto quente dela de novo. Sem lubrificante, a sensação era muito mais apertada, e eu podia sentir cada dobra do ânus dela enquanto me apertava por dentro, parecia uma porca de veludo. Ela ficou ali por um tempo, mexendo levemente a bunda para um lado ou para outro. A respiração dela ficou superficial, o calor lá dentro ficou ainda mais intenso, e eu senti contrações fracas do esfíncter dela em resposta ao pau no cu dela. Pressionando-se ainda mais contra mim, ela lentamente sugou todo o meu pênis. Satisfeita por ter meu pau completamente envolto na pele quente do reto dela, ela começou a mover a bunda levemente, fazendo pequenos oitos, permitindo que meu pau se esfregaria contra suas entranhas da maneira mais maravilhosa. Menos intenso do que transar com ela, claro. Mas muito mais intenso em outros sentidos. Senti suas contrações acelerarem enquanto eu esfregava silenciosamente suas entranhas contra meu pau pulsante. Eu estava nas nuvens e de repente senti suas contrações ficarem muito mais fortes. Ela apertou minha bunda com toda a força que podia, uma e outra vez, enquanto gozava, empalando-se na minha estaca. Quando ela gozou, gemendo meu nome no travesseiro, eu também gozei. Pela última vez naquela noite, ejaculei minha semente bem fundo na bunda da minha irmã. Desejando poder disparar meu esperma em cada buraco e fresta dela enquanto continuava aproveitando cada segundo do nosso orgasmo. Quando terminamos, ela simplesmente ficou ali. Meu membro ainda enterrado dentro dela e o mundo parecia simplesmente perfeito. — O que foi isso? Perguntei brincando: "Pensei que eu era o pervertido aqui". — Sim, é verdade. E você me disse que queria que eu esfregasse sua bunda quando você se sentisse confortável. E acho que foi bem conveniente, considerando que seu pau já estava duro e tudo. — É verdade — concordei —, você definitivamente deveria continuar assim. — Vou continuar. Boa noite, irmão, não esquece de me acordar se precisar de algo... — murmurou, mexendo a bunda de forma significativa enquanto ainda segurava meu pau dentro. Fiquei ali, ouvindo sua respiração até ela adormecer, até meu pau finalmente escorregar para fora dela, apesar dos meus melhores esforços para prolongar o momento. Quando me deslizei para fora, ela suspirou suavemente e se virou nos sonhos. Deitei abraçado com ela, inalando o aroma do seu corpo, até o sono me vencer.

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