Então ela disse com um sorriso: "Talvez seja por causa do seu comentário anterior sobre o quanto você gosta de peitos pequenos". E aí você disse que ia me mostrar o quanto você é fã de peitos pequenos... Se eu quero que você faça isso. Bem, a resposta é: SIM. Sim, eu realmente quero que você faça o que quiser com meus peitinhos... com meus mamilos. O jeito que você me olhou há alguns minutos quando tirei a camiseta me deu arrepios. Ninguém nunca me olhou do jeito que você acabou de olhar. Acho que se eu ainda estivesse ali parada, você ainda estaria aproveitando só de me olhar. E não olhou nos meus olhos. Então ela acrescentou, me encarando com um sorriso: "Deus sabe que eu adoraria". Só deixar você me olhar. Não consegui evitar: simplesmente me inclinei e beijei levemente o topo da cabeça dela. "Eu realmente nunca pensei em ser chamado de 'amigo com benefícios'." Alex levantou a mão fazendo uma "aspas no ar". "Sempre pareceu que isso poderia levar ao caos". Que em algum momento um dos parceiros vai querer algo mais do que uma relação física. Alguém pode sair machucado. Fez-se silêncio, exceto pelo vento e o som da neve batendo na janela. "Eu também nunca pensei nisso". Quer dizer, por que eu faria isso? Só um pensamento. Se a gente fizer isso. E pra você saber, sim, eu quero. Acho que vai ser diferente do que entre duas pessoas de idades próximas. Quer dizer, vamos ser realistas, isso não significa que a gente não vai se apaixonar e casar. Alex riu, "É, agora eu vejo... ". Isso foi extremamente encorajador. Eu queria compartilhar mais um comentário. "Mas, Alex, isso não significa que não vai haver uma conexão pessoal entre nós". Quer dizer, só no tempo que passei com você aqui na minha cama, senti uma conexão se formando. E não é só porque seu corpo quente, gostoso e nu está aqui, pressionado contra o meu corpo quente e nu. Teve uma risadinha. - Você tem razão. Ao expor minha alma há alguns minutos, posso dizer o mesmo. E não tenho nenhum problema com isso... como formar uma conexão. Porque tenho quase certeza de que você não vai me machucar. Chame isso de intuição feminina. "E, Alex, como você disse, vai chegar o dia em que você vai encontrar aquela pessoa especial". Porque como você disse, eu sei que tem um cara por aí procurando uma garota como você. Só precisa saber que vou ficar feliz por você... Talvez um pouco triste em me despedir do meu amado "Amigo com Benefícios". Mas vai acontecer. Tudo o que peço é que me convide para o seu casamento. Pra eu poder conhecer esse cara de sorte. Por isso recebi um beijo carinhoso no peito. Depois ele disse com um sorriso: "Então, 'vou coçar suas costas se você coçar as minhas'?" Pode ser que eu tenha muitos lugares precisando de coceira. — Isso vai acontecer com frequência? - Talvez. "Você vai ter que lembrar... que eu não sou jovem". "Bom, talvez coçar sua coceira seja tipo a fonte da juventude". - Só resta esperar. De novo o silêncio, exceto o uivo do vento. - Alex, só um último pensamento sério... Vamos fazer uma promessa simples de não machucar um ao outro. Acho que se formos abertos e honestos um com o outro, podemos ajudar a evitar que qualquer um de nós machuque o outro. Se você quiser desacelerar as coisas por qualquer motivo... ou simplesmente parar com o que estamos fazendo e ser amigável quando eu estiver fazendo compras, tudo bem pra mim. Só não quero estragar ou perder nossa amizade. Na verdade, eu adoraria te fazer um jantar algum dia, se você quiser. Só o jantar. "Posso viver com isso". Com tudo isso... E o mesmo vale pra você. Se quiser desacelerar as coisas. Me fala. E mais uma coisa... Por favor, não se apaixone por mim. Sei que você se sente sozinho e provavelmente seria fácil pra você fazer isso. Nós dois sabemos que não poderíamos fazer nada a respeito. Certo? E você me preparar o jantar às vezes parece maravilhoso. Especialmente se os seus jantares forem pelo menos um pouco parecidos com as sopas no sabor. - Alex, eu entendo. Mas vou te amar quando estivermos juntos. Vou te amar do único jeito que sei... Devagar... com ternura e com paixão. "Eu também posso aceitar isso". E vou te amar quando estivermos juntos, como agora, e em alguns minutos, se você quiser. Ou podemos simplesmente ficar aqui e aproveitar o calor um do outro. Proximidade um com o outro. Fazia muito tempo que eu não me sentia tão próximo. - Não, Alex. Quero fazer amor com você. Faz muito tempo. Sei que ainda funciona, embora talvez seja necessário um pouco de persuasão. Alex riu: "Acho que persuadir pode ser divertido". Vamos nos divertir agora e quando nos encontrarmos. Só você e eu. Que amanhã seja amanhã. — Estou com tanta vontade de te beijar, e te beijar... e te beijar por todo lado... por todo lado. - Mmm... isso eu adoraria. Alex plantou outro beijo leve no centro do meu peito. De pé em frente ao espelho, escovando os dentes, parei um momento para examinar esse corpo "... Não está tão ruim. Um pouco de peito. Sem barriga de cerveja, talvez uma pequena barriguinha. Sem peitos de homem. Bom, talvez um pouco flácido. Minha bunda parecia decente. Então olho para baixo para o que será meu, mas era mais do que eu precisava. Ela não estava de calcinha, mas cobria a buceta com uma mão e estendia a outra para mim. -Você está incrível, irmã! Peguei a mão dela e ela me levou até o quarto dela. Tocava uma música tranquila. Ela acendeu várias velas. Vários travesseiros foram jogados no meio da cama. - Obrigado, amor. Que tal você tirar a calça e se juntar a mim? Ela subiu na cama, me expondo a buceta por alguns momentos, depois se deitou de bruços, colocando travesseiros embaixo da barriga e da parte de cima das coxas, me expondo a bunda. Tirei a calça e o resto da roupa, e antes que pudessem tocar o chão, já tinha me juntado a ela na cama. Por algum milagre, não enfiei meu pau diretamente no cu dela, embora estivesse morrendo de vontade. Não tanto por um esforço de vontade sobre-humano, mas porque queria fazer tantas coisas ao mesmo tempo. Eu estava enlouquecendo de luxúria e necessidade. Passei minhas mãos pela bunda maravilhosa dela. Comecei a para entender melhor quais partes do corpo ela considera do meu domínio, quais pertencem até certo ponto à "zona cinzenta" e quais estão completamente fora dela. Senti as ondas do orgasmo me invadirem enquanto acariciava a bunda dela, admirando-a de perto, estudando cada dobrinha. O aroma do perfume dela se misturando com o cheiro da buceta molhada dela, que não estava totalmente escondido. Como eu queria provar os sucos dela naquele momento, mas me foi negado. Em vez disso, me inclinei, abrindo bem as nádegas dela. Então, sem pensar, toquei o cuzinho dela com a língua. Provei o gel de banho de damasco, um pouco do perfume e um pouco do cheiro da minha irmã. Tinha um gosto incrível. Comecei de verdade a passar a língua pelas dobras enrugadas dela e senti o buraquinho dela se apertar uma e outra vez enquanto eu fazia isso. A respiração dela ficou irregular e logo ela estava gemendo no travesseiro cada vez que minha língua forçava o cu dela a se contrair. O efeito que eu claramente estava causando nela me excitou mais do que nunca, e sem reservas nem vergonha, afundei minha língua naquele buraquinho, fodendo o cu dela com a língua. Quase instantaneamente, isso fez ela começar a resistir e gemer ainda mais alto. - Isso, isso, não para, que eu vou gozar! Tendo recebido esse estímulo, continuei furiosamente. Enterrando minha cara na bunda dela, lambi o cu dela, explorando com a língua o mais fundo que consegui. Dois dias atrás eu não teria acreditado que algum dia lamberia alguém voluntariamente. Especialmente minha irmã. Mas eu estava ali e fiz o meu melhor para continuar, apesar de ela resistir como se tentasse me empurrar. A umidade escorreu entre os dedos da mão dela, com a qual ela ainda tentava cobrir a buceta, embora um par de dedos parecesse ter esquecido o propósito e, em vez disso, penetrasse dentro dela. As coxas dela estavam molhadas, os travesseiros estavam molhados, ela estava coberta dos próprios sucos e eu pude ver o líquido branco cremoso escorrendo pela mão dela quando ela gozou. Escondido atrás de uma troca de posição, consegui tirar algumas gotas do néctar dela da minha palma com o dedo e depois levei à boca. Era doce e picante e devia ser a base de todas as drogas viciantes, porque na hora eu quis mais. Em vez de continuar me consolando com esse pensamento, comecei a me mover por trás dela, encostando minha pica no cu dela. "Espera... uh... espera um segundo..." Ela respirava com dificuldade. Procurou debaixo do cobertor e tirou um potinho. -Kay Jelly, achei isso nas coisas da mamãe... Eu não precisava saber disso, mas tudo bem, acho que o lubrificante provavelmente foi uma boa ideia. Quer dizer, eu ia entrar nela completamente seco, feito um louco, só porque estava com tesão suficiente, nem pensei na parte prática. Peguei o pote e abri. Damasco. Passei um pouco na pica e comecei a esfregar de cima a baixo no cabo, depois comecei a passar um pouco no cuzinho rosado dela. "Já estava lubrificada quando fiquei pronta", ela sussurrou. "Só vai, pervertido, trabalha minha bunda do seu jeito. Enche como quiser!" Beleza, era tudo que eu precisava. Aproximei minha vara dura como pedra do cuzinho rosado dela, parando por um momento na virilha dela e admirando aquele cuzinho rosado. Enquanto ela fazia o possível para relaxar, ele se abriu levemente, só um pouquinho, dando uma pista de um túnel escuro além. Me aproximei dela. Me segurando, me movendo devagar, resistindo à vontade de mergulhar fundo nela num movimento rápido. Enquanto pressionava, senti o buraquinho dela se alargando bem devagar em volta da cabeça da minha pica. A sensação era tão apertada, dolorosamente apertada e absolutamente maravilhosa. Conforme a cabeça afundava mais e mais nela, a resistência aumentava. Ela enterrou o rosto no cobertor e os nós dos dedos ficaram brancos de tanto apertar. E de repente a cabeça passou do anel carnudo dela, e a resistência imediatamente diminuiu bastante. Ela ela arfou diante da mudança repentina. - Bebê! Por favor, segura aí por um momento... é... enorme! Pasmo com essa sensação, fui obrigado a ficar bem quietinho pra não gozar ali mesmo. Então, por alguns minutos, curti a sensação do corpo dela em volta da minha pica. Depois, decidido a penetrá-la mais fundo que na noite anterior, comecei a avançar bem devagar. Ela soluçou baixinho e então começou a se apertar contra mim, engolindo mais da minha pica nas profundezas ocultas dela. O calor das entranhas dela, a sensação de aperto subindo pela minha pica conforme eu penetrava cada vez mais fundo nela, a consciência do quão completamente errado era foder minha irmã daquele jeito, combinado com a nossa necessidade crua. Mandou uma avalanche de endorfina percorrendo meu corpo, como se eu estivesse drogado. Finalmente fui o mais fundo que consegui. Tava enterrado até o talo no cu da minha irmã. Ela gemeu tão alto quanto eu, e pelos sons e movimentos da mão dela debaixo de mim, percebi que ela tava se tocando, sendo a mesma pervertida que eu. Ela curtia o fato de que o próprio irmão dela tava fodendo ela pelo cu. Quem diria? Por um momento fiquei parado, segurando minha pica bem fundo dentro dela, aproveitando cada sensação. Os movimentos pulsantes dos músculos dela bem lá no fundo enquanto ela se aproximava de outro orgasmo comigo dentro dela. Aí cedi à minha necessidade de fodê-la e comecei a sair devagar, só uns dois centímetros ou mais antes de voltar a entrar com tudo, depois recuava um pouco mais antes de entrar de novo com tudo. Aos poucos aumentei a extensão dos meus movimentos lentos até a cabeça da minha pica chegar perto do anel carnudo na entrada dela e então deslizar de volta. De repente senti a bunda dela começar a se apertar em volta da minha pica quando a Caitlin começou a gritar no orgasmo, completamente sem vergonha, sem reprimir nada. Ela gritou quando O orgasmo dela a atravessou. Sem intenção de obedecer, e já rapidamente no limite pela estimulação adicional repentina dos músculos dela se apertando poderosamente ao redor do meu pau, me ordenhando incontrolavelmente, eu me mergulhei nela. Com abandono imprudente, eu a fodi com tanta força e tão rápido quanto pude, apesar de que em questão de segundos eu tinha disparado todo o meu esperma profundamente dentro dela. Continuei, meu orgasmo continuou, o êxtase me invadiu enquanto o semen saía de mim. Durante vários minutos eu a fodi com toda a força que pude, e ela gritou e gritou de forma ininteligível quando o orgasmo dela virou dois, depois três, antes de colapsar completamente debaixo de mim, me levando junto com ela. Depois, por alguns minutos, eu a fodi suavemente. Movendo meu pau pra dentro e pra fora, senti ele se retirando lentamente dela. Meu corpo suado estava por cima do da minha irmã até que depois de um tempo ela se remexeu um pouco. Com um tapinha leve, tirei do cu dela meu agora meio mole pau, e umas gotas de esperma branco cremoso escaparam do reto dela e, obedecendo à força da gravidade, escorreram pela virilha dela, se misturando com os sucos da buceta dela. A visão endureceu meu pau de novo. Hipnotizado ao ver uma gota do meu semen ousando ir pra onde não me era permitido. Se fosse por mim, eu deveria ter conquistado ela ainda mais! "Caralho, bebê, isso foi incrível". Você continua sendo um pervertido por fazer isso com a sua irmã, mas onde diabos você aprendeu a foder assim? Me deitei de lado junto com ela, de frente pra ela. Fiquei muito feliz, mas as palavras dela foram definitivamente a cereja do bolo. Quer dizer, eu já sabia que ela também gozou, então obviamente ela gostou. Mas quando você coloca em palavras, tudo começa a parecer de alguma forma melhor. Como se não tivesse nada de errado, apesar de ela ter me chamado de pervertido. "A internet não ficou desligada pra sempre, sabe?" Dei de ombros. Não ia admitir que nunca tinha feito algo assim com ninguém. Ou como Sabe. Nada de sexo, absolutamente nada. Minha irmã foi a primeira, mas eu não podia admitir, senão ela ia me zoar sem piedade. Ela sorriu em resposta ao meu comentário, e aí ficamos deitados um tempão, olhando nos olhos um do outro, colocando as mãos um sobre o outro meio sem querer. Eu tava morrendo de vontade de beijar ela. Provar aqueles lábios macios e brilhantes. Sentir a língua dela encostando na minha. Claro, meu rosto foi se aproximando devagar do dela. "É minha coxa, senhor, não minha bunda." Com essas palavras, ela empurrou minha mão alguns centímetros pra baixo e o encanto se quebrou. "Desculpa, mana, vou ver se me seguro até ganhar de você mais um pouco hoje à noite!" Ela mostrou a língua pra mim e riu. "É, não fica tão confiante, acho que eu que vou ganhar hoje." Tenho um bom pressentimento. "Nesse caso, é melhor eu aproveitar enquanto dura!" — falei, jogando um olhar cheio de intenção pro meu pau que já tava duro. Ela seguiu meu olhar e exclamou com uma indignação fingida: "Você é um tipo de monstro sexual insaciável, não é?" Não só um pervertido, mas também um monstro gostoso! Com essas palavras, ela se ajoelhou de bruços e virou a bunda de novo pra mim. Esse movimento fez mais do meu gozo escorrer dela e deslizar pra dentro da buceta. Isso foi o suficiente pra garantir que meu pau tava duro o bastante pra quebrar diamante, então rapidinho me posicionei atrás dela, esfregando a cabeça contra o cuzinho dela, espalhando meu gozo por tudo e depois empurrando pra dentro. Devagar. Quando o cu dela cedeu à minha invasão, Caitlin se jogou pra trás e soltou um suspiro de prazer. "Assim tá melhor, você só gosta disso..." ela ronronou. Aí, depois de penetrar o mais fundo que consegui, fiquei parado um pouco, só curtindo a sensação. Um calor suave envolveu meu pau duro. O cu da minha irmã tava firmemente apertado na base do meu pinto. Eu tava no paraíso. Senti os dedos dela entrarem na buceta, empurrando em direção ao meu pau através da parede fina entre suas entranhas. Lentamente entrei e saí dela enquanto ela se tocava freneticamente, decidida a gozar o mais rápido e forte possível. Eu, por outro lado, estava decidido a aproveitar de verdade cada sensação, e como já tinha gozado um pouco antes, consegui me segurar mesmo quando o primeiro orgasmo dela a atingiu alguns minutos depois. O cu dela se contraía poderosamente a cada onda de orgasmo, e eu via estrelas a cada vez enquanto o prazer orgásmico também tomava conta de mim, embora não forte o suficiente para me fazer ejacular. Quando o orgasmo dela diminuiu, ela pressionou a bunda contra mim, abraçando os joelhos o melhor que pôde, exausta demais e tremendo pelo orgasmo para aguentar o próprio peso. Era um ângulo bem bom pra mim, então quando as chamas dos orgasmos dela viraram brasas, comecei a foder ela com movimentos longos e pausados, fazendo de tudo pra reacender as faíscas. Pelo jeito que ela começou a gemer no ritmo dos meus movimentos, isso teve o efeito desejado. Logo ela estava gemendo meu nome, implorando pra eu não parar, o que era completamente desnecessário. Naquele momento, nenhuma força na terra poderia ter me parado. Quanto mais ela gemia, menos eu conseguia me segurar, e com a intensidade da nossa luxúria, lentamente a levantei dos joelhos até que ela ficou imobilizada na cama. Ela agarrou os lençóis acima da cabeça com as duas mãos, tentando se manter no lugar para que minhas estocadas impiedosas não a jogassem contra a cabeceira. — Caralho, tô gozando! Tô gozando. Você me faz gozar! Ela, sem hesitar, gritou pelo orgasmo dela. A sensação dela se arqueando debaixo de mim, a bunda dela apertando meu pau a cada onda de orgasmo que a invadia, e a certeza de que dessa vez ela tinha gozado só com meu pau dentro dela foi o suficiente. Eu também terminei. Empurrando o mais fundo que pude, com uma necessidade instintiva de enfiar minha porra o mais profundamente possível dentro dela, fiquei ali até meu orgasmo começar a diminuir. A retirada lenta foi suficiente para reavivar o orgasmo da Caitlin, provocando mais contrações que por sua vez reavivaram meu próprio orgasmo que estava sumindo. Por alguns minutos foi quase um jogo. Eu me movia levemente para aumentar o prazer dela, depois ficava parado até o prazer dela se tornar meu. A Caitlin pareceu desistir da língua por um tempo. Eu só gemia sobre a manta, aguentando as últimas ondas de orgasmo que se dissipavam. Finalmente ela parou porque meu pau estava simplesmente mole demais para continuar empurrando dentro dela e com um plop silencioso e triste e um jato de gozo saindo da buceta dela, meu pau foi empurrado para fora. Exausto demais para me mover, simplesmente caí de costas ao lado da Caitlin, olhando o rosto dela corado e suado. O olhar dela não estava totalmente focado e acho que tinha um pouco de baba no queixo e na bochecha. Ela estava toda arrepiada. Ela parecia tão gostosa e eu sabia que queria mais. Muito, muito mais. "Isso foi incrível, irmã." Acho que é assim que você se sente quando quer fumar depois do sexo. Caralho. Estou cansado e quero voltar. - Pervertido! - ela murmurou para mim, e depois acrescentou: "o melhor orgasmo da minha vida!" Dei um sorriso orgulhoso e coloquei minha mão na bunda dela, esfregando preguiçosamente a rachinha suada e coberta de gozo. Fazendo círculos ao redor do buraquinho dela bem usado. Ainda estava levemente dilatado e dava para enfiar um dedo e depois dois facilmente. - Dói. Preciso de uma soneca..." murmurou a Caitlin, embora não tenha feito nada para bloquear meu acesso. Caitlin, embora não tenha feito nada para bloquear meu acesso. "Uma soneca é boa", concordei. Adormeci quase assim que fechei os olhos. • • • Algum tempo depois acordei sozinho na cama dela. Lá de baixo eu podia ouvir.
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