Meu nome é Alejandro, tenho 24 anos, sou um cara como qualquer outro, normal, de corpo magro e meio atlético, tenho 1,75m de altura e pele branca. O que vou contar aconteceu alguns meses atrás.
Moro numa casinha com meus pais, na periferia da cidade, num bairro de operários. Trabalho meio período como vendedor numa sapataria. Minha vida de manhã é super monótona, nunca acontece nada interessante no trampo, então sempre espero ansioso pela hora de sair pra ver minha namorada.
Minha namorada é uma gostosa, chama Rebeca, tem 21 anos, pele branca, cabelo comprido, liso e castanho claro, olhos castanhos claros, uns lábios carnudos e muito sensuais. Os peitos dela são grandes e firmes, cintura fina e delicada, uma bunda dos sonhos, firme, durinha e bem empinada. As pernas são longas, torneadas e muito macias, igual ao resto da pele dela. Ela tem 1,64m de altura, cuida muito do corpo, é daquelas que desperta os desejos mais baixos de qualquer homem.
Ela mora com os pais e as irmãs num apartamento no centro da cidade. Todo dia, depois do meu trampo, a gente se encontrava na praça perto do meu serviço. Curtíamos o tempo juntos.
Sempre esquentávamos naquela praça, trocando beijos e nos apalpando disfarçadamente nos bancos. Uns meses atrás, tava sem grana e não dava pra ir pra um hotel, como a gente sempre fazia pra aliviar o tesão.
Um dia, tava no trampo e minha namorada me mandou uma mensagem no celular dizendo que parecia que a casa ia ficar livre, porque a mãe dela tava visitando a avó e já tava quase uma semana fora. O pai dela teve que ir pra escola, porque é professor e ia substituir um colega. As irmãs dela... As irmãs sempre chegavam tarde da faculdade, então a gente ia ter aquele apartamento só pra nós pelo resto da tarde.
Quando faltava uns dez minutos pra sair do trampo, recebi uma mensagem da minha mina dizendo que já tava sozinha e que ia me esperar com muita ansiedade. Assim que saí do serviço, andei rápido até a casa dela, que ficava a seis minutos da praça onde a gente sempre se encontra.
A gente tava há mais de duas semanas sem transar e os dois tavam muito tarados. Quando cheguei na entrada do prédio dela, tive que esperar alguém sair pra poder entrar. Por sorte, não demorou pra alguém sair, então entrei rápido no prédio, subi as escadas até o primeiro andar e, quando cheguei na porta do apartamento dela, percebi que a porta tava destrancada. Abri rápido e, sem falar uma palavra, fechei ela devagar. A casa parecia vazia, não via ninguém. Vi que a porta do quarto da minha mina tava entreaberta e me aproximei rápido, sem fazer barulho.
Quando cheguei na porta do quarto dela, abri devagar e encontrei ela deitada na cama de barriga pra cima, de lingerie, com as pernas abertas. Ela tava se tocando por cima da calcinha fio dental com uma das mãos, e dava pra ver no rosto dela o quanto ela tava excitada e concentrada se masturbando em cima da cama. Na minha cabeça, veio a pergunta: e se alguém da família dela tivesse chegado antes de mim e visse ela naquela posição? Minha mina é muito ousada, e é isso que me excita nela.
— Começou a esquentar sem mim, amor? Tô vendo que você tá bem cachorra — comentei com um sorriso.
Fui me aproximando devagar da cama dela, enquanto tirava a roupa. Quando fiquei completamente pelado, subi na cama e me deitei de barriga pra cima do lado da minha mina. Eu tava com o pau bem duro.
Rebeca encaixou o rosto no meio das minhas pernas, aproximou a boca junto com as mãos e começou a enfiar meu pau na boca dela. Enquanto ela me chupava, eu me masturbava devagar com as mãos macias dela. A cena naquela cama era tão safada que meu pau tava quase explodindo.
- MMMMMMM MMM MMMMM, eu gosto da sua vara, amor – minha namorada disse pra mim.
Ao falar essas palavras, ela lambia o líquido pré-seminal que tinha no canto dos lábios, enquanto ao mesmo tempo olhava pro meu pau com muito desejo, minha namorada parecia uma putinha completa.
- Que bom que você gosta, é toda sua, querida… você chupa como uma verdadeira vagabunda – respondi pra minha namorada.
Segurei a cabeça dela com as duas mãos, guiei ela de volta pro meu pau pra ela me chupar e assim eu fodia a boquinha linda dela, minha namorada saboreava minha vara, e ao mesmo tempo eu ouvia ela dar gemidinhos de prazer.
Depois comecei a apertar os peitões enormes dela, beliscava os biquinhos já arrepiados, que por sinal estavam bem durinhos de tesão, ao beliscar de leve ela deu um gritinho de prazer. Mandei ela parar de chupar meu pau e me joguei nos peitos lindos e firmes dela, lambia com muita vontade, ela tem uns peitos muito gostosos, minha namorada segurava os peitões enormes com as mãos e me oferecia enquanto gemia de prazer, eu devorava e mordia de leve os biquinhos dela.
Depois parei de lamber os peitos dela e deitei ela de barriga pra cima, enquanto eu me colocava por cima dela, fiquei de joelhos na altura dos peitos dela e coloquei meu pau no meio dos peitões enormes, em seguida minha namorada apertou meu pau com os seios. Comecei a esfregar no meio dos peitos gostosos dela enquanto olhava pra ela com muito desejo e tesão.
- Você gosta dos meus peitinhos, amor? – ela perguntou com uma voz muito sensual.
Minha namorada me olhava com muita safadeza enquanto eu esfregava meu pau nos peitos dela, ela colocou a língua pra fora e começou a lamber a ponta da minha vara que tava quase explodindo.
- Você me deixa louco, amor, adoro que você se comporte como uma putinha comigo – respondi excitado.
Ao Senti que ia gozar, me afaste do meio dos peitos dela e apertei a ponta do meu pau pra segurar a vontade de gozar, não queria gozar ainda, então virei minha mina de bruços e dei uns tapas na bunda dela. Depois me posicionei atrás dela e abri as nádegas dela, enfiando a cabeça no meio daquelas bundinhas gostosas, dei uma bela lambida em toda a rachadura dela, fazendo ela tremer de prazer.
Tava com tanta vontade de fuder ela, então coloquei ela de quatro na cama, encaixei meu pau na entrada da buceta dela, passei a ponta da minha vara no meio dos lábios vaginais dela, minha mina tava bem molhadinha e tesuda.
- Por favor, enfia logo, amor… quero sentir ele dentro de mim – minha mina implorava.
As súplicas dela me excitavam ainda mais, tava tão tarado que dei uns tapas na bunda gostosa dela, segurei meu pau com uma mão, depois enfiei a cabeça da minha vara dentro dela, a buceta dela tava bem molhada, senti meu pau se abrindo espaço dentro dela. Depois agarrei ela firme pela cintura e com um empurrão só enfiei todo o meu pau.
- AAAAAAAIIIII… Que gostoso AAAHHH – minha mina gritou de prazer.
Consegui ver o rosto dela pelo espelho que ela tinha em cima da cabeceira da cama, notei que ela mordia os lábios de leve e a cara de tesão dela era incrível, eu enfiava e tirava minha vara da buceta dela com um movimento de vai e vem meio violento, tava possesso fodendo minha mina, metia com tudo na bucetinha apertada dela.
Minha mina só mordia de leve os lábios carnudos dela pra não gritar tanto, isso me excitava ainda mais. Continuei penetrando ela cada vez mais forte.
- AAAHHHH SIMMMM, me dá com tudo MMMM AAAHHHH – minha mina gemia e gritava sem se controlar.
Eu continuei fodendo minha mina bem gostoso, ela tem uma buceta apertada, isso me agradava demais, assim eu sentia as paredes da buceta dela roçando no meu pau, eu e minha mina nos dávamos mutuamente. Muito prazer, eu penetrava ela com muita força.
- AAAHHH, que delícia, sua putinha. Toma, vagabunda, toma – eu dizia pra minha namorada.
Senti que estava prestes a gozar, meu pau começou a dar espasmos dentro da pussy da minha namorada, segurei ela com força pela cintura, minhas últimas estocadas foram mais pausadas, mas profundas, até que comecei a gozar dentro da buceta dela. Do meu pau saíram jorros potentes de leite quentinho, inundando a pussy apertada dela. Depois de gozar, desabei sobre ela, os dois caímos exaustos naquela cama do quarto dela.
Umas quinze minutos depois daquela foda, minha namorada levantou da cama, foi ao banheiro se limpar a buceta e se refrescar um pouco, depois voltou pra cama e começou a lamber todo o meu pau, limpando os restos de leite que ficaram no meu pau.
As lambidas dela começaram a me excitar de novo, minha namorada percebeu meu tesão, enfiou todo o meu pau na boquinha dela e começou a chupar devagar, meu pau começou a crescer aos poucos dentro da boca dela.
Assim que meu pau ficou totalmente duro, levantei e deitei minha namorada de barriga pra cima, abri as pernas dela deixando a pussy e o cuzinho dela à minha inteira disposição. Então enfiei meu dedo anelar no cu dela, ela gemeu ao sentir meu dedo entrar no cuzinho, mas não reclamou, então aproveitei pra enfiar mais um dos meus dedos. Não era a primeira vez que eu metia no cu dela, não tive dificuldade pra dilatar o ânus dela. Cuspi no cuzinho dela e virei ela de bruços, com a bunda bem empinada.
Separei as nádegas lindas dela com as mãos e coloquei a ponta do meu pau, que estava bem duro, na entrada do cu apertado dela, cuspi de novo, mas dessa vez na ponta do meu pau, enfiei devagar a ponta da minha vara, tirando e metendo várias vezes, a cada estocada eu enfiava um pouco mais.
- AAAHHHHH… você vai rasgar meu cu… que delícia – ela gemia. namorada.
As palavras dela me esquentavam ainda mais, coloquei uma das minhas mãos na cabeça dela, apertando contra a cama pra ela levantar bem a bunda, e de uma só vez enfiei toda a minha pica no cu dela. Minha namorada gritou de dor ao sentir a minha rola toda, eu bombeava devagar pra não machucar tanto, até ela se acostumar com a minha pica e começar a gemer de prazer.
Eu tava comendo ela devagar pelo cu, era uma delícia penetrar aquele buraquinho apertado que a putinha tem. Depois de uns minutos metendo assim, virei pra porta do quarto dela e vi o pai dela parado, assistindo aquela cena. Quando processei a situação, tirei a pica devagar da Rebeca pra não machucar ela, me afastei meio assustado porque não sabia qual seria a reação do pai dela.
- Por que você tá tirando a pica, meu amor? - perguntou minha namorada, sem saber o que tava rolando.
O pai da minha namorada chegou perto da cama, pegou a Rebeca de surpresa e agarrou ela forte pelos cabelos, forçando ela a olhar nos olhos dele. Minha namorada tava aterrorizada com tudo aquilo.
- Você é uma putinha barata - falou o pai dela.
- Senhor, calma, que isso vai machucar sua filha - reclamei pro pai da minha namorada.
- Cala a boca, imbecil, e fica aí onde você tá, seu viado - respondeu ele com força.
O pai da minha namorada segurava ela firme pelos cabelos, a Rebeca gritava e esperneava, ele jogou ela na cama, colocando ela de bruços na beirada.
- Gosta de comer pica, putinha?... Agora vai ver o que é bom, vagabunda - falou o pai dela.
Na hora, o pai da minha namorada abaixou o zíper da calça e puxou uma pica bem dura, um pouco maior que a minha.
- Vai, putinha, chupa - mandou o pai dela pra minha namorada.
- Não, pai, pelo amor... me deixa em paz - implorou minha namorada.
- Engole, vagabunda - gritou o pai dela.
O pai da minha namorada deu um puxão forte nos cabelos dela, fazendo a filha abrir a boca. Enfiar toda a tranca dele de uma só vez na boca dela. O pai dela segurava o queixo dela com uma das mãos, forçando-a a manter a boca bem aberta enquanto enfiava e tirava o pau dele furiosamente.
- Você gosta disso, puta, gosta? - gritava o pai dela.
Ver aquela cena me deixou bem excitado, eu não perdia um segundo sequer, estava de pé ao lado da cama, tampando meu pau duro com as mãos, observando minha namorada engolir a tranca do pai dela, numa posição meio desconfortável. Depois de alguns minutos chupando aquele pauzão do pai, Rebeca se ajeita como pode, conseguindo ficar de quatro novamente na cama sem parar de mamar a tranca do pai dela.
Ao ver o pai da minha namorada fodendo a boca linda dela, involuntariamente comecei a me tocar, o vai e vem que o pai dela dava fazia as tetonas da minha namorada balançarem pra todo lado. Meu pau estava completamente duro, prestes a estourar de novo. O pai da minha namorada continuava insultando e humilhando ela na minha frente.
- Chupa com gosto, puta, come ela como a puta que você é - gritava o pai dela pra minha namorada.
Eu comecei a me masturbar enquanto via aquela cena. Minha namorada tinha a bunda bem empinada naquela posição, não sabia se ela tava gostando, mas aquela situação tava me deixando com muito tesão.
O pai dela vira pra onde eu estava de pé, percebe o quanto eu tava excitado naquele canto, olha pro meu pau e nota que tava completamente duro e prestes a estourar.
- Tá gostando do que vê, filho da puta?... Quer entrar?... Mete tudo no cu dela - disse o pai da minha namorada com uma voz maliciosa.
Rebeca me olhou horrorizada, sem poder dizer ou fazer nada, só resmungava com uns gemidos de protesto, ela não queria que eu fodesse ela na frente do pai dela, minha namorada me olhava fixamente e com os olhos fazia sinais pra eu não penetrar ela, tirou o pau do pai da boca e ela me implorou:
- Por favor, Alejandro, não faz isso – minha namorada me implorava.
- Cala a boca, puta, e continua chupando minha pica, porque hoje vou gozar na sua boca… Tinha uma puta na minha casa e eu não sabia – o pai dela gritava enquanto enfiava toda a pica dele na boca da filha.
Eu me aproximei da cama muito excitado e me posicionei atrás da minha namorada, segurando firme a cintura dela com as mãos, apontando minha rolha na entrada daquele cuzinho lindo. O buraquinho dela estava bem fechado de medo que sentia do pai. Levantei a cabeça e cruzei o olhar atento do pai dela, que ao me ver fez um sinal com os olhos pra eu continuar com o serviço.
Com a pica apontando na entrada do cu dela, enfiei toda a minha rola até o fundo de uma só vez, queria sentir o calor das entranhas dela. Foi uma delícia rasgar aquele cuzinho apertado. Minha namorada gritou tão alto de dor que deu pra ouvir no apartamento inteiro, enquanto o pai dela só ria.
- AAAAHHHHHHHH AHHHHH AAAAHHH – minha namorada gritava de tanta dor.
- HAHAHAHAHAHAHA… Que puta que é minha filha… como ela adora levar no cu – o pai da minha namorada zoava, sem parar de foder a boca dela.
Eu vi minha namorada chorando de dor enquanto eu metia com força naquele cuzinho precioso. Eu penetrava devagar enquanto ela gemia de dor. Não entendo por que aquilo me deixava com tanto tesão, então comecei a foder aquele cu maravilhoso.
Minha namorada continuava chorando sem parar por causa daquela fodida que eu tava dando, mas os choramingos dela só me excitavam mais. Depois de bombar por um bom tempo aquele cuzinho gostoso, tirei a pica pra limpar nos lençóis dela.
Depois de limpar a pica, enfiei na buceta dela. A puta da minha namorada tava bem molhada, apesar de todo o escândalo de dor, a vagabunda tava gostando.
O pai dela começou a acelerar o ritmo das estocadas dentro de a boca da filha dela, eu supus que ela estava prestes a gozar, então também aumentei o ritmo das minhas estocadas dentro da buceta da minha namorada. Rebeca já não reclamava mais, seus gritos de dor se transformaram em gemidos de prazer.
- Que puta você é, filha... tá adorando isso - o pai dela dizia.
Segurou a filha com força pelos cabelos e puxou ela de um jeito bem bruto, jogando-a pra fora da cama e colocando ela de joelhos na frente da rola dele, bem lubrificada com líquido pré-seminal. Em seguida, o pai da minha namorada me convidou pra ficar do lado dele pra encher a cara da minha mina de porra.
- Chega mais, vamos dar um gozada nessa putinha... - o pai da minha namorada falou enquanto batava uma pra tranca dele.
Rapidamente fiquei de pé na frente da minha namorada, do lado do pai dela. Rebeca, ao ver minha rola na frente dela, não conseguiu segurar a vontade de meter minha tranca na boquinha dela, lambendo e chupando com muito tesão.
- Sua filha é uma expert em chupar rola, senhor - falei pro pai dela.
- Pode crer, é uma puta danada - ele respondeu.
Segurei minha rola com uma mão e tirei da boquinha dela porque tava prestes a gozar, já não aguentava mais. Do meu lado, o pai dela gemia forte de prazer, mas antes de soltar o leite, segurou a filha pela cabeça e enfiou a rola inteira na boquinha dela pra encher a garganta dela de porra quentinha.
- AAAHHHHH SIMMM vou gozar - o pai da minha namorada gemeu, tremendo.
Minha namorada mal conseguia engolir tanta porra, depois ele tirou a tranca devagar da boca dela enquanto Rebeca lambia os lábios, jorros de semen quente escapando pelo canto da boca, escorrendo pelas tetonas dela. Minha namorada chupou a rola do pai, limpando tudo sem deixar nenhum vestígio de porra.
Depois ela olhou pra mim, eu indiquei que tava prestes a gozar, então ela soltou a rola do pai e enfiou minha tranca dentro da boca dela. boca, sentir o calor e a umidade da boquinha dela fez meu pau tremer de prazer, não aguentei mais e soltei jatos potentes de porra dentro da boca dela, minha namorada engolia meu leite com muita ansiedade e gosto, repetiu a mesma rotina que fez com o pai dela, me limpando o pau todo pra depois tirar ele da boquinha dela.
- Que picas gostosas vocês têm – comentou pra nós dois.
- Que puta que você é, minha filha, quem diria que eu teria uma puta em casa – respondeu o pai dela, dando risada.
- A melhor puta de todas – comentei enquanto pegava minha roupa pra depois sair do quarto.
Moro numa casinha com meus pais, na periferia da cidade, num bairro de operários. Trabalho meio período como vendedor numa sapataria. Minha vida de manhã é super monótona, nunca acontece nada interessante no trampo, então sempre espero ansioso pela hora de sair pra ver minha namorada.
Minha namorada é uma gostosa, chama Rebeca, tem 21 anos, pele branca, cabelo comprido, liso e castanho claro, olhos castanhos claros, uns lábios carnudos e muito sensuais. Os peitos dela são grandes e firmes, cintura fina e delicada, uma bunda dos sonhos, firme, durinha e bem empinada. As pernas são longas, torneadas e muito macias, igual ao resto da pele dela. Ela tem 1,64m de altura, cuida muito do corpo, é daquelas que desperta os desejos mais baixos de qualquer homem.
Ela mora com os pais e as irmãs num apartamento no centro da cidade. Todo dia, depois do meu trampo, a gente se encontrava na praça perto do meu serviço. Curtíamos o tempo juntos.
Sempre esquentávamos naquela praça, trocando beijos e nos apalpando disfarçadamente nos bancos. Uns meses atrás, tava sem grana e não dava pra ir pra um hotel, como a gente sempre fazia pra aliviar o tesão.
Um dia, tava no trampo e minha namorada me mandou uma mensagem no celular dizendo que parecia que a casa ia ficar livre, porque a mãe dela tava visitando a avó e já tava quase uma semana fora. O pai dela teve que ir pra escola, porque é professor e ia substituir um colega. As irmãs dela... As irmãs sempre chegavam tarde da faculdade, então a gente ia ter aquele apartamento só pra nós pelo resto da tarde.
Quando faltava uns dez minutos pra sair do trampo, recebi uma mensagem da minha mina dizendo que já tava sozinha e que ia me esperar com muita ansiedade. Assim que saí do serviço, andei rápido até a casa dela, que ficava a seis minutos da praça onde a gente sempre se encontra.
A gente tava há mais de duas semanas sem transar e os dois tavam muito tarados. Quando cheguei na entrada do prédio dela, tive que esperar alguém sair pra poder entrar. Por sorte, não demorou pra alguém sair, então entrei rápido no prédio, subi as escadas até o primeiro andar e, quando cheguei na porta do apartamento dela, percebi que a porta tava destrancada. Abri rápido e, sem falar uma palavra, fechei ela devagar. A casa parecia vazia, não via ninguém. Vi que a porta do quarto da minha mina tava entreaberta e me aproximei rápido, sem fazer barulho.
Quando cheguei na porta do quarto dela, abri devagar e encontrei ela deitada na cama de barriga pra cima, de lingerie, com as pernas abertas. Ela tava se tocando por cima da calcinha fio dental com uma das mãos, e dava pra ver no rosto dela o quanto ela tava excitada e concentrada se masturbando em cima da cama. Na minha cabeça, veio a pergunta: e se alguém da família dela tivesse chegado antes de mim e visse ela naquela posição? Minha mina é muito ousada, e é isso que me excita nela.
— Começou a esquentar sem mim, amor? Tô vendo que você tá bem cachorra — comentei com um sorriso.
Fui me aproximando devagar da cama dela, enquanto tirava a roupa. Quando fiquei completamente pelado, subi na cama e me deitei de barriga pra cima do lado da minha mina. Eu tava com o pau bem duro.
Rebeca encaixou o rosto no meio das minhas pernas, aproximou a boca junto com as mãos e começou a enfiar meu pau na boca dela. Enquanto ela me chupava, eu me masturbava devagar com as mãos macias dela. A cena naquela cama era tão safada que meu pau tava quase explodindo.
- MMMMMMM MMM MMMMM, eu gosto da sua vara, amor – minha namorada disse pra mim.
Ao falar essas palavras, ela lambia o líquido pré-seminal que tinha no canto dos lábios, enquanto ao mesmo tempo olhava pro meu pau com muito desejo, minha namorada parecia uma putinha completa.
- Que bom que você gosta, é toda sua, querida… você chupa como uma verdadeira vagabunda – respondi pra minha namorada.
Segurei a cabeça dela com as duas mãos, guiei ela de volta pro meu pau pra ela me chupar e assim eu fodia a boquinha linda dela, minha namorada saboreava minha vara, e ao mesmo tempo eu ouvia ela dar gemidinhos de prazer.
Depois comecei a apertar os peitões enormes dela, beliscava os biquinhos já arrepiados, que por sinal estavam bem durinhos de tesão, ao beliscar de leve ela deu um gritinho de prazer. Mandei ela parar de chupar meu pau e me joguei nos peitos lindos e firmes dela, lambia com muita vontade, ela tem uns peitos muito gostosos, minha namorada segurava os peitões enormes com as mãos e me oferecia enquanto gemia de prazer, eu devorava e mordia de leve os biquinhos dela.
Depois parei de lamber os peitos dela e deitei ela de barriga pra cima, enquanto eu me colocava por cima dela, fiquei de joelhos na altura dos peitos dela e coloquei meu pau no meio dos peitões enormes, em seguida minha namorada apertou meu pau com os seios. Comecei a esfregar no meio dos peitos gostosos dela enquanto olhava pra ela com muito desejo e tesão.
- Você gosta dos meus peitinhos, amor? – ela perguntou com uma voz muito sensual.
Minha namorada me olhava com muita safadeza enquanto eu esfregava meu pau nos peitos dela, ela colocou a língua pra fora e começou a lamber a ponta da minha vara que tava quase explodindo.
- Você me deixa louco, amor, adoro que você se comporte como uma putinha comigo – respondi excitado.
Ao Senti que ia gozar, me afaste do meio dos peitos dela e apertei a ponta do meu pau pra segurar a vontade de gozar, não queria gozar ainda, então virei minha mina de bruços e dei uns tapas na bunda dela. Depois me posicionei atrás dela e abri as nádegas dela, enfiando a cabeça no meio daquelas bundinhas gostosas, dei uma bela lambida em toda a rachadura dela, fazendo ela tremer de prazer.
Tava com tanta vontade de fuder ela, então coloquei ela de quatro na cama, encaixei meu pau na entrada da buceta dela, passei a ponta da minha vara no meio dos lábios vaginais dela, minha mina tava bem molhadinha e tesuda.
- Por favor, enfia logo, amor… quero sentir ele dentro de mim – minha mina implorava.
As súplicas dela me excitavam ainda mais, tava tão tarado que dei uns tapas na bunda gostosa dela, segurei meu pau com uma mão, depois enfiei a cabeça da minha vara dentro dela, a buceta dela tava bem molhada, senti meu pau se abrindo espaço dentro dela. Depois agarrei ela firme pela cintura e com um empurrão só enfiei todo o meu pau.
- AAAAAAAIIIII… Que gostoso AAAHHH – minha mina gritou de prazer.
Consegui ver o rosto dela pelo espelho que ela tinha em cima da cabeceira da cama, notei que ela mordia os lábios de leve e a cara de tesão dela era incrível, eu enfiava e tirava minha vara da buceta dela com um movimento de vai e vem meio violento, tava possesso fodendo minha mina, metia com tudo na bucetinha apertada dela.
Minha mina só mordia de leve os lábios carnudos dela pra não gritar tanto, isso me excitava ainda mais. Continuei penetrando ela cada vez mais forte.
- AAAHHHH SIMMMM, me dá com tudo MMMM AAAHHHH – minha mina gemia e gritava sem se controlar.
Eu continuei fodendo minha mina bem gostoso, ela tem uma buceta apertada, isso me agradava demais, assim eu sentia as paredes da buceta dela roçando no meu pau, eu e minha mina nos dávamos mutuamente. Muito prazer, eu penetrava ela com muita força.
- AAAHHH, que delícia, sua putinha. Toma, vagabunda, toma – eu dizia pra minha namorada.
Senti que estava prestes a gozar, meu pau começou a dar espasmos dentro da pussy da minha namorada, segurei ela com força pela cintura, minhas últimas estocadas foram mais pausadas, mas profundas, até que comecei a gozar dentro da buceta dela. Do meu pau saíram jorros potentes de leite quentinho, inundando a pussy apertada dela. Depois de gozar, desabei sobre ela, os dois caímos exaustos naquela cama do quarto dela.
Umas quinze minutos depois daquela foda, minha namorada levantou da cama, foi ao banheiro se limpar a buceta e se refrescar um pouco, depois voltou pra cama e começou a lamber todo o meu pau, limpando os restos de leite que ficaram no meu pau.
As lambidas dela começaram a me excitar de novo, minha namorada percebeu meu tesão, enfiou todo o meu pau na boquinha dela e começou a chupar devagar, meu pau começou a crescer aos poucos dentro da boca dela.
Assim que meu pau ficou totalmente duro, levantei e deitei minha namorada de barriga pra cima, abri as pernas dela deixando a pussy e o cuzinho dela à minha inteira disposição. Então enfiei meu dedo anelar no cu dela, ela gemeu ao sentir meu dedo entrar no cuzinho, mas não reclamou, então aproveitei pra enfiar mais um dos meus dedos. Não era a primeira vez que eu metia no cu dela, não tive dificuldade pra dilatar o ânus dela. Cuspi no cuzinho dela e virei ela de bruços, com a bunda bem empinada.
Separei as nádegas lindas dela com as mãos e coloquei a ponta do meu pau, que estava bem duro, na entrada do cu apertado dela, cuspi de novo, mas dessa vez na ponta do meu pau, enfiei devagar a ponta da minha vara, tirando e metendo várias vezes, a cada estocada eu enfiava um pouco mais.
- AAAHHHHH… você vai rasgar meu cu… que delícia – ela gemia. namorada.
As palavras dela me esquentavam ainda mais, coloquei uma das minhas mãos na cabeça dela, apertando contra a cama pra ela levantar bem a bunda, e de uma só vez enfiei toda a minha pica no cu dela. Minha namorada gritou de dor ao sentir a minha rola toda, eu bombeava devagar pra não machucar tanto, até ela se acostumar com a minha pica e começar a gemer de prazer.
Eu tava comendo ela devagar pelo cu, era uma delícia penetrar aquele buraquinho apertado que a putinha tem. Depois de uns minutos metendo assim, virei pra porta do quarto dela e vi o pai dela parado, assistindo aquela cena. Quando processei a situação, tirei a pica devagar da Rebeca pra não machucar ela, me afastei meio assustado porque não sabia qual seria a reação do pai dela.
- Por que você tá tirando a pica, meu amor? - perguntou minha namorada, sem saber o que tava rolando.
O pai da minha namorada chegou perto da cama, pegou a Rebeca de surpresa e agarrou ela forte pelos cabelos, forçando ela a olhar nos olhos dele. Minha namorada tava aterrorizada com tudo aquilo.
- Você é uma putinha barata - falou o pai dela.
- Senhor, calma, que isso vai machucar sua filha - reclamei pro pai da minha namorada.
- Cala a boca, imbecil, e fica aí onde você tá, seu viado - respondeu ele com força.
O pai da minha namorada segurava ela firme pelos cabelos, a Rebeca gritava e esperneava, ele jogou ela na cama, colocando ela de bruços na beirada.
- Gosta de comer pica, putinha?... Agora vai ver o que é bom, vagabunda - falou o pai dela.
Na hora, o pai da minha namorada abaixou o zíper da calça e puxou uma pica bem dura, um pouco maior que a minha.
- Vai, putinha, chupa - mandou o pai dela pra minha namorada.
- Não, pai, pelo amor... me deixa em paz - implorou minha namorada.
- Engole, vagabunda - gritou o pai dela.
O pai da minha namorada deu um puxão forte nos cabelos dela, fazendo a filha abrir a boca. Enfiar toda a tranca dele de uma só vez na boca dela. O pai dela segurava o queixo dela com uma das mãos, forçando-a a manter a boca bem aberta enquanto enfiava e tirava o pau dele furiosamente.
- Você gosta disso, puta, gosta? - gritava o pai dela.
Ver aquela cena me deixou bem excitado, eu não perdia um segundo sequer, estava de pé ao lado da cama, tampando meu pau duro com as mãos, observando minha namorada engolir a tranca do pai dela, numa posição meio desconfortável. Depois de alguns minutos chupando aquele pauzão do pai, Rebeca se ajeita como pode, conseguindo ficar de quatro novamente na cama sem parar de mamar a tranca do pai dela.
Ao ver o pai da minha namorada fodendo a boca linda dela, involuntariamente comecei a me tocar, o vai e vem que o pai dela dava fazia as tetonas da minha namorada balançarem pra todo lado. Meu pau estava completamente duro, prestes a estourar de novo. O pai da minha namorada continuava insultando e humilhando ela na minha frente.
- Chupa com gosto, puta, come ela como a puta que você é - gritava o pai dela pra minha namorada.
Eu comecei a me masturbar enquanto via aquela cena. Minha namorada tinha a bunda bem empinada naquela posição, não sabia se ela tava gostando, mas aquela situação tava me deixando com muito tesão.
O pai dela vira pra onde eu estava de pé, percebe o quanto eu tava excitado naquele canto, olha pro meu pau e nota que tava completamente duro e prestes a estourar.
- Tá gostando do que vê, filho da puta?... Quer entrar?... Mete tudo no cu dela - disse o pai da minha namorada com uma voz maliciosa.
Rebeca me olhou horrorizada, sem poder dizer ou fazer nada, só resmungava com uns gemidos de protesto, ela não queria que eu fodesse ela na frente do pai dela, minha namorada me olhava fixamente e com os olhos fazia sinais pra eu não penetrar ela, tirou o pau do pai da boca e ela me implorou:
- Por favor, Alejandro, não faz isso – minha namorada me implorava.
- Cala a boca, puta, e continua chupando minha pica, porque hoje vou gozar na sua boca… Tinha uma puta na minha casa e eu não sabia – o pai dela gritava enquanto enfiava toda a pica dele na boca da filha.
Eu me aproximei da cama muito excitado e me posicionei atrás da minha namorada, segurando firme a cintura dela com as mãos, apontando minha rolha na entrada daquele cuzinho lindo. O buraquinho dela estava bem fechado de medo que sentia do pai. Levantei a cabeça e cruzei o olhar atento do pai dela, que ao me ver fez um sinal com os olhos pra eu continuar com o serviço.
Com a pica apontando na entrada do cu dela, enfiei toda a minha rola até o fundo de uma só vez, queria sentir o calor das entranhas dela. Foi uma delícia rasgar aquele cuzinho apertado. Minha namorada gritou tão alto de dor que deu pra ouvir no apartamento inteiro, enquanto o pai dela só ria.
- AAAAHHHHHHHH AHHHHH AAAAHHH – minha namorada gritava de tanta dor.
- HAHAHAHAHAHAHA… Que puta que é minha filha… como ela adora levar no cu – o pai da minha namorada zoava, sem parar de foder a boca dela.
Eu vi minha namorada chorando de dor enquanto eu metia com força naquele cuzinho precioso. Eu penetrava devagar enquanto ela gemia de dor. Não entendo por que aquilo me deixava com tanto tesão, então comecei a foder aquele cu maravilhoso.
Minha namorada continuava chorando sem parar por causa daquela fodida que eu tava dando, mas os choramingos dela só me excitavam mais. Depois de bombar por um bom tempo aquele cuzinho gostoso, tirei a pica pra limpar nos lençóis dela.
Depois de limpar a pica, enfiei na buceta dela. A puta da minha namorada tava bem molhada, apesar de todo o escândalo de dor, a vagabunda tava gostando.
O pai dela começou a acelerar o ritmo das estocadas dentro de a boca da filha dela, eu supus que ela estava prestes a gozar, então também aumentei o ritmo das minhas estocadas dentro da buceta da minha namorada. Rebeca já não reclamava mais, seus gritos de dor se transformaram em gemidos de prazer.
- Que puta você é, filha... tá adorando isso - o pai dela dizia.
Segurou a filha com força pelos cabelos e puxou ela de um jeito bem bruto, jogando-a pra fora da cama e colocando ela de joelhos na frente da rola dele, bem lubrificada com líquido pré-seminal. Em seguida, o pai da minha namorada me convidou pra ficar do lado dele pra encher a cara da minha mina de porra.
- Chega mais, vamos dar um gozada nessa putinha... - o pai da minha namorada falou enquanto batava uma pra tranca dele.
Rapidamente fiquei de pé na frente da minha namorada, do lado do pai dela. Rebeca, ao ver minha rola na frente dela, não conseguiu segurar a vontade de meter minha tranca na boquinha dela, lambendo e chupando com muito tesão.
- Sua filha é uma expert em chupar rola, senhor - falei pro pai dela.
- Pode crer, é uma puta danada - ele respondeu.
Segurei minha rola com uma mão e tirei da boquinha dela porque tava prestes a gozar, já não aguentava mais. Do meu lado, o pai dela gemia forte de prazer, mas antes de soltar o leite, segurou a filha pela cabeça e enfiou a rola inteira na boquinha dela pra encher a garganta dela de porra quentinha.
- AAAHHHHH SIMMM vou gozar - o pai da minha namorada gemeu, tremendo.
Minha namorada mal conseguia engolir tanta porra, depois ele tirou a tranca devagar da boca dela enquanto Rebeca lambia os lábios, jorros de semen quente escapando pelo canto da boca, escorrendo pelas tetonas dela. Minha namorada chupou a rola do pai, limpando tudo sem deixar nenhum vestígio de porra.
Depois ela olhou pra mim, eu indiquei que tava prestes a gozar, então ela soltou a rola do pai e enfiou minha tranca dentro da boca dela. boca, sentir o calor e a umidade da boquinha dela fez meu pau tremer de prazer, não aguentei mais e soltei jatos potentes de porra dentro da boca dela, minha namorada engolia meu leite com muita ansiedade e gosto, repetiu a mesma rotina que fez com o pai dela, me limpando o pau todo pra depois tirar ele da boquinha dela.
- Que picas gostosas vocês têm – comentou pra nós dois.
- Que puta que você é, minha filha, quem diria que eu teria uma puta em casa – respondeu o pai dela, dando risada.
- A melhor puta de todas – comentei enquanto pegava minha roupa pra depois sair do quarto.
2 comentários - Padrão da minha mina descobre a gente trepando