Meu pai comeu minha namorada

Bom, antes de começar a história em si, vou contar um pouco como a gente é e essas coisas. Eu me chamo José Sandoval e tenho 22 anos, meço 1,75 e malho de vez em quando, não sou nenhum deus grego. Minha namorada se chama Mabel Manriquez e tem 20 anos, é muito gostosa, mede 1,65, cabelo moreno puxando pro castanho, com uns 96 de peito. Ela é simpática, divertida, geralmente se veste bem provocante e é bem ativa na cama.

A gente já tá junto há quase dois anos e tem planos de casamento, mas por causa de estudo e trabalho, quase não vejo meus pais, e no último Natal a Mabel não pôde vir conhecê-los.

No entanto, há cerca de um mês e meio meus pais me ligaram. Era o aniversário do meu pai, 58 anos, e eles queriam que a gente fosse visitá-los pra comemorar e, de quebra, conhecer a Mabel. Achei a ideia boa, mas o problema era a data, já que em meados de maio era difícil conseguir uns dias de folga. A Mabel podia, porque agora ela não tá trabalhando, mas eu ia ter que ficar pedindo favores que depois teria que pagar, provavelmente no verão. Mesmo assim, consegui trocar com alguns colegas e usei uns dias que tinha, e no final consegui 6 dias (de quarta a segunda). A Mabel tava feliz, porque queria conhecer meus pais. Na terça, ela passou o dia arrumando as malas, e na quarta de manhã a gente partiu. Durante a viagem, fomos ouvindo música, conversando, etc.

Mabel: Bom, finalmente vou conhecer seus pais. Cê acha que vou cair nas graças deles?
Eu: Com certeza!, não se preocupa.
Mabel: Tem alguma coisa que eu deva saber pra não pisar na bola?
Eu: Não, que eu saiba. Meu pai trabalha como chaveiro e é bem do interior. Minha mãe é mais da cidade.
Mabel: Pai chaveiro e do interior? Quer dizer que ele é bem “fechado”?
Eu: Bom, um pouco.
Mabel: — olhando pela janela — Já falta pouco.
Eu: Não. Falta um pouco mais. Meus pais não estão na cidade, tão numa casa de campo do meu tio. Meu tio tem uma horta e animais, mas como Ele não costuma estar aqui, meu pai vai lá dar comida pra eles e tal.

Continuamos por quase mais uma hora até chegar. Minha mãe saiu pra nos receber. Tava tão gostosa como sempre (minha mãe chama Isabel e tem 48, se conserva muito bem e com o peito arrumado ganhou muito).

Isabel: Oi! Como você tá? Tiveram uma boa viagem?
Eu: Sim, mãe.
Isabel: Vem cá me dar um beijo.
Eu: Fui — me aproximei e dei dois beijos nela —. Bom, quero te apresentar a...
Isabel: Mabel. Oi! Nossa, meu filho não mentia. Você é muito gostosa.
Mabel: Muito obrigada, a senhora também tá muito bem.
Isabel: Obrigada, filha. Mas — pegando nos peitos — já fiz uns ajustezinhos aqui.
Mabel: Sério? Nem parece.
Isabel: Obrigada e, aliás, não me trate de senhora. Me faz sentir mais velha do que sou.
Mabel: Como a senhora quiser.
Isabel: De novo?
Mabel: Desculpa.

Minha mãe e a Mabel entraram pra dentro enquanto eu estacionava o carro. Minha mãe sempre foi muito simpática e acho que a primeira impressão foi boa. Além disso, o comentário sobre os peitos acho que quebrou o gelo. Quando entrei, minha mãe tava mostrando a casa pra Mabel, então fui pra sala e sentei esperar. Logo depois meu pai entrou (meu pai tem 58, é alto, magro e forte; resultado de viver se mexendo, junto com o trabalho no campo e uma genética boa).

Pedro: Isabel! Isabel! Achei que ouvi... Cara! Como você tá? Que bom te ver! Tá aqui há muito tempo?
Eu: Bem, tô bem. Tô aqui há 10 minutos.
Pedro: E sua mãe? Poxa, nem me avisou.

Nessa hora, Mabel e minha mãe entraram na sala.

Isabel: Não te avisei porque você tava com os cavalos dando comida.
Pedro: Mas podia ter me avisado — olhando pra Mabel —. Você deve ser a Mabel, né?
Mabel: Isso mesmo. Prazer em conhecê-lo.
Pedro: Nossa, nossa. Acho que você ficou devendo. Sua namorada é espetacular.
— olhando pra mim — Você não falou pra sua namorada o calor que faz em Ovalle nessa época de maio? Frio do norte te apaga os neurônios?
Eu: Não é isso. É que lá fazia frio e é isso.
Isabel: A roupa que você trouxe é de frio?
Mabel: Não é de frio, trouxe umas coisas de verão. Quantos graus faz?
Pedro: Faz trinta e poucos. Se eu fosse você, tirava esse moletom ou vai começar a suar.

Fomos pro quarto que tinham preparado pra gente, que era o mesmo onde eu ficava quando era pequeno, mas com a cama trocada. Nos trocamos e descemos. Durante o almoço ficamos conversando, contando como a gente se conheceu, etc. Eles queriam saber como era a Mabel, os gostos dela, a família e essas coisas. Depois de uma comida bem boa e farta, fomos tirar um cochilo (entre a viagem, acordar cedo, a comida e o calor, era quase obrigação). Depois da soneca, levantamos e tomamos banho. Minha mãe disse que a gente ia jantar na casa de uns vizinhos. Os vizinhos eram a Sofia e o Luís. Os dois três ou quatro anos mais novos que meus pais e com uma aparência bem parecida. O jantar foi de boa e depois vimos um filme. Aí voltamos pra casa e fomos dormir.

A verdade é que nesse dia não aconteceu nada de mais, só que a Mabel se dava super bem com meus pais, principalmente com meu pai; mas nada fora do normal. Na manhã seguinte, a gente levantou e, quando estava tomando café, meu pai chegou.

Pedro: Bom dia, dormiram bem?
Mabel: Sim, obrigada. Essa cama é muito confortável.
Pedro: É que o colchão é novo, estão estreando. José, preciso que você venha comigo pra me ajudar com as ferraduras de um cavalo.
Eu: Valeu, mas...
Isabel: Não se preocupa. Ela vem comigo pra piscina da Sofia.
Mabel: Mas não trouxe biquíni.
Isabel: Relaxa, a gente dá um jeito.

Eu fui com meu pai e elas foram pra piscina. Depois de quase duas horas de vai e vem e de fazer mais coisa do que só ferra o cavalo, finalmente terminamos. Estávamos suados e, depois de um banho rápido e vestir uma sunga (meu pai me emprestou uma), fomos pra casa da Sofia. E aí... chegando lá, tive uma pequena surpresa: as três estavam peladas tomando sol nas espreguiçadeiras! Fiquei surpreso, mas nem tanto. Meus pais eram nudistas e adoravam ir pra praias de nudismo, inclusive já tinha ido com eles várias vezes; e a Mabel também gostava, já tínhamos feito isso em algumas ocasiões.

Pedro: Pô! — fazendo uma reverência — senhoras, aos seus pés. Mabel, tudo que falei ontem parece pouco. Você tá demais! De quem foi a ideia?

Isabel: Então, viu. Como ela não tinha maiô, a gente tava procurando um, mas aí surgiu o papo de nudismo e ela disse que também praticava e, pronto.

A verdade é que a Mabel tava incrível. Deitada, pelada, com os óculos escuros, sem nenhum pelo (só na cabeça) e com a pele morena.

Pedro: Bom, com sua permissão, eu também vou.

Meu pai tirou o maiô e deixou à mostra um baita pica. Uns 25 cm e grossa.

Isabel: O que foi? Quando a gente fica pelado não fica assim — olhando pra Mabel — isso é culpa sua.

Mabel: — rindo — Isso me prova que o que ele fala de mim é verdade e que não é só pra agradar.

Pedro: Por acaso você duvidava?

O resto da manhã passamos na piscina. Todo mundo conversando e comentando coisas, menos meu pai, que tava mais preocupado com a Mabel do que com qualquer outra coisa. Por um lado, não tava muito afim de que ele ficasse olhando daquele jeito, mas por outro lado, tinha que entender. Quando a gente ia pra praias de nudismo, muitos caras ficavam de olho nela, então deixei pra lá.

Quando chegou a hora do almoço, nos vestimos e comemos. Depois voltamos pra casa e tiramos um cochilo. Pra janta, comemos em casa de novo, mas depois saímos pra tomar umas. A Mabel vestiu uma saia jeans curta e uma blusa com um decão generoso. Minha mãe e a Sofia também foram bem provocantes, mas um pouco menos. Fomos pra uma cidade vizinha na van do meu pai e chegamos num pub não muito cheio. Ao chegar, sentamos numa mesa e começamos a tomar uns drinks. No segundo drink, Mabel me tirou pra dançar. Depois de alguns minutos, meu pai chegou e pediu pra dançar com ela, e eu aceitei. Quando voltei pra mesa, a Sofia estava lá.

Eu: Cadê minha mãe?
Sofia: Sei lá. Tava dançando com o Luís, mas não tô vendo eles. Só vejo teu pai e tua mina, e bem animados. Cuidado que ela te rouba.
Eu: ? rindo ? Acho que não.

A real é que meu pai e a Mabel dançavam bem colados, e ela não fazia muito pra evitar. Depois de uns cinco minutos, minha mãe e o Luís chegaram.

Eu: Onde vocês estavam?
Isabel: A gente tinha ido no banheiro.
Eu: Muita Booty?
Isabel: Sim, mas já baixou.

Sofia e Luís riram. Eu não peguei a piada, porque olhei pra minha namorada e vi ela dançando abraçada com meu pai. Ele tava falando umas coisas no ouvido dela e ela ria. Depois de uns minutos, voltaram pra mesa. A gente continuou conversando e bebendo até voltar pra casa e deitar. No caminho de volta, não falei muito, pensando na dança do pub e no que a Sofia disse sobre eu tomar cuidado, mas quando cheguei em casa, decidi esquecer e não dar muita importância, achando que eu tinha visto coisas que não eram tão graves assim.

De manhã, acordei umas dez e meia. A Mabel não tava na cama. Desci pra cozinha e encontrei minha mãe.

Eu: Cadê a Mabel?
Isabel: Com teu pai. Ela queria ver os bichos que têm aqui, e ele tá mostrando.
Eu: Ah? Tá. Faz tempo que tão?
Isabel: Não, uns quinze minutos. Por quê?
Eu: Nada, não.

Nessa hora, eles chegaram rindo.

Mabel: Oi, faz tempo que acordou?
Eu: Não, pouco. E você?
Mabel: Umas hora mais ou menos.
Eu: Vendo os bichos?
Mabel: Sim. Queria ver o que tem por aqui.

Não curti muito o jeito que eles sorriam, ainda mais depois do que rolou na noite anterior com a dança. A real é que a situação tava me deixando incomodado, mas eu tentava disfarçar e não falar nada pra não criar um climão. Meus pais e a Mabel se davam bem, e eu tava muito de boa com isso. Mabel e eu não queria estragar isso.

Durante o almoço e a tarde toda, meu pai não parava de olhar pra Mabel. Meu pai sentou do lado da Mabel quando fomos comer; eu fui sentar do outro lado, mas minha mãe falou pra eu deixar ela ficar ali, então sentei na frente da Mabel (a mesa era redonda). Durante o almoço, pude ver como meu pai colocava a mão nas coxas da Mabel e ela não fazia muito pra evitar. A mão dele ali durava pouco, mas ele repetiu várias vezes. Durante o jantar, continuaram com essa "brincadeira", mas dessa vez pude ver menos, porque vieram jantar Sofia e Luís e eu fiquei no lugar mais longe da Mabel e do meu pai, que tava do lado dela de novo. No fim do jantar, minha mãe sugeriu jogar cartas.

Isabel: O que acham de jogarmos cartas?
Pedro: Valeu.
Mabel: Sim, acho legal.
Isabel: Beleza, vou pegar elas e jogamos quadrado.

A verdade é que num primeiro momento não curti a ideia, mas depois achei bom pra esquecer dos pensamentos.

(Antes de continuar, vou dar uma pausa rápida pra explicar como funciona o jogo, caso alguém não conheça. Joga-se em duplas e todo mundo fica em círculo com seu parceiro na frente. Cada um tem 4 cartas e colocam 4 cartas viradas pra cima no centro. Cada jogador pode trocar uma carta da mão por outra do centro, quantas vezes quiser, até trocar todas, e todas as cartas que tão no centro podem ser pegas por quem quiser. O objetivo do jogo é conseguir quatro cartas do mesmo número. Se alguém conseguiu as quatro cartas iguais, tem que, usando uma senha combinada antes, avisar o parceiro pra ele falar QUADRADO. Aí quem tem as 4 cartas iguais mostra pra verificar e ganha um ponto. Vence a dupla que fizer mais pontos, com o limite que cada um quiser. A dificuldade é que os outros jogadores podem falar CORTO QUADRADO quando puder interpretar que algum casal tem quadrado. Ao dizer isso, terá que indicar o casal a que se refere, ganhando o ponto se for verdade e dando o ponto para o outro casal se for falso. Obviamente, pode-se fazer gestos para enganar os outros e forçar a dizer CORTO QUADRADO quando é mentira e assim ganhar o ponto. Se chegar o momento em que ninguém quer as cartas do centro, essas 4 são trocadas por outras 4 do resto do baralho.)

Como vocês veem, o jogo não tem muita dificuldade. Minha mãe foi buscar as cartas, mas quando voltou trouxe as cartas, uma garrafa de uísque e 6 copos.

Isabel: Vamos dar um pouco de emoção e diversão ao jogo. José e a Mabel, a gente costuma jogar de um jeito meio especial.

Pedro: Sim. A gente joga até quinze pontos, mas negativos. Ou seja, perde quem chegar a 15 e ganha quem fizer menos. Se um casal vencer a mão, não soma nada e o resto soma 1 ponto. Então todo mundo, menos quem ganhou a mão, toma um gole bem cheio de uísque.

Sofia: O jogo continua assim até chegar aos 10 pontos. Nesse momento, cada ponto a mais significa que tem que tirar uma peça de roupa como castigo, e pra isso cada um tem que estar usando cinco peças. O casal que chegar a 15 fica pelado e perde, ganhando quem tiver menos pontos, que vai ter o direito de dar um castigo pros perdedores.

Isabel: Bom, o que vocês acham?

Mabel: Acho? Interessante.

Eu não achei graça nas novas regras que eles tinham inventado. Mas quando ia falar alguma coisa, meu pai me interrompeu.

Isabel: Bom, já que todo mundo concordou, vamos formar os casais. Não vale ficar com seu marido ou namorado.

Pedro: Mabel, fica comigo. Isabel, fica com o Luís e Sofia com o José.

Eu não sabia o que dizer, mas todo mundo parecia concordar.

Sofia: Vem. Vamos ver que senha a gente faz.

Não tava a fim de jogar, mas todo mundo queria e eu não queria. Estragar tudo. Sentei na mesa e decidi que tinha que evitar que meu pai e a Mabel perdessem. Do jeito que a situação tava, eu é que tinha que perder. Podia começar a falar "corte quadrado" sem sentido, mas isso ia ser muito na cara, então resolvi fazer de um jeito mais sutil.

Começamos a jogar e as mãos foram rolando uma atrás da outra. No começo, fiquei concentrado e perdi algumas vezes, mas com o que eu tava bebendo, tava difícil focar no jogo. Quando me dei conta, minha mãe exclamou:

Isabel: Vocês chegaram a 10!

Ela tava falando da Mabel e do meu pai. Eu tinha começado perdendo, mas depois ganhei algumas. Quando percebi, eles tinham 10 pontos, eu e a Sofia 6, e minha mãe e o Luís 4. Eles não tinham ganhado nenhuma! É verdade que a Mabel não joga muito bem, mas meu pai joga, e mesmo assim não ganharam uma partida. A mão seguinte foi ganha pela dupla da minha mãe, então eles tinham que tirar alguma coisa, mas como tava calor, meu pai só tava com três peças (camiseta, calça e cueca) e a Mabel com quatro (camiseta, calça, sutiã e calcinha), então iam continuar bebendo até tirar algo. Com 11, 7, 4, jogamos outra mão. Depois de pegar um par de cartas, ia falar "corte" pra minha namorada pra perder e eles ganharem, mas a Mabel se adiantou e falou pra minha mãe. Era mentira, então tive que tomar mais um, assim como a Sofia e meu pai, mas a Mabel não. Ela tinha que tirar algo. Ela se levantou e, olhando pro meu pai, tirou a camiseta, deixando à mostra um sutiã preto bonito. Todo mundo torcendo enquanto ela fazia isso, e ela sentou de novo. Com 12, 8, 4 na mão seguinte, pra minha desgraça, a Sofia ganhou ao perceber o que minha mãe tinha. A Mabel perdeu de novo.

Isabel: Vai, Mabel! Nesse ritmo, você fica pelada e todo mundo de roupa.

Mabel: Todo mundo não. Seu marido também.

Pedro: Verdade.

Meu pai se levantou e tirou a camiseta, enquanto a Mabel tirava a calça. Minha namorada de lingerie e todo mundo... olhando pra ela. Como vocês podem imaginar, as duas mãos seguintes eles perderam (o resultado final foi 15 meu pai e a Mabel, 9 eu e a Sofia, e 6 minha mãe e o Luís). Quando perderam a penúltima, meu pai se levantou e tirou a calça bem rápido. Já a Mabel se levantou e desabotoou o sutiã bem devagarzinho (tenho que admitir que ver a Mabel daquele jeito e o álcool me deixaram de pau duro), tapando os peitos com as mãos.

Pedro: Vamos! Mostra logo!
A Mabel deixou o sutiã cair, revelando aqueles peitos lindos. Na mão seguinte, como perderam de novo, os dois se levantaram e ficaram lado a lado.

Pedro: No três, a gente tira tudo, ok?
Mabel: Sim.
Todos (menos eu): Um, dois, três!

Os dois cumpriram e tiraram tudo rápido, de uma vez. Meu pai deixou à mostra um pau duro, a Mabel viu e riu.

Mabel: É assim que eu te deixo?
Pedro: Pois é.
Mabel: Belo instrumento.

Os dois se deram um abraço rápido. Eu não tava achando graça nenhuma naquilo, ver sua namorada pelada se abraçando com seu pai, também pelado, os dois felizes por terem perdido. Levantei com a ideia de ir pro quarto.

Eu: Mabel, vou dormir. Te espero na cama.
Isabel: Espera. Ainda tem o castigo. Os vencedores, a gente, tem que dar o castigo? — depois de se fazer de interessante — Amanhã vocês vão ficar o dia inteiro pelados.

Como assim?! Isso era o cúmulo. Já tava na porta da sala, todo mundo começou a rir e a falar. Fui falar algo, mas desisti. Vazei e fui pra cama. Deitei e tentei pensar um pouco. Isso já tava passando dos limites. Uma coisa é se dar bem com a nora, outra é ver ela pelada e ficar de pau duro.

Tava imerso nos meus pensamentos quando, uns dez minutos depois de deitar, a Mabel entrou. Ela tava com a roupa na mão, a putinha gostosa não tinha tido tempo de vestir. Jogou tudo em cima de uma cadeira e se meteu na cama pelada (tava muito calor).

Eu: Você Parece que tá tudo certo com o que rolou?
Mabel: Como assim?
Eu: O que você acha? De você se exibir pelada na frente do meu pai e deixar ele de pau duro.
Mabel: O que você quer que eu faça? Era um jogo e essas eram as regras. Além disso, ele vive dizendo que eu sou muito gostosa, e seu pai é homem. É uma reação normal.
Eu: E os abraços e os olhares, também são normais?
Mabel: Ué, sim! Qual é? Seu pai é homem e, pra ser sincera, ele não é nada mal! Se der mole, ele me come! É isso que você quer ouvir? Então tá dito!
Eu: Mas que porra é essa? Você tá bêbada.
Mabel: Pode ser que sim, pode ser que não. Mas agora me deixa em paz que quero dormir.

Como eu já disse, a Mabel é bem provocante e sem vergonha, mas acho que passou do ponto. Deixei ela dormir e também fui me deitar. Na manhã seguinte, acordei e a Mabel ainda tava dormindo. Fui pra cozinha e lá estava minha mãe.

Isabel: O que foi? Dormiu bem?
Eu: Sim.

Peguei um pouco de cereal e pão torrado. Daí a pouco meu pai chegou pelado. Quando vi, estranhei.

Pedro: Qual é? A aposta, já esqueceu?
Eu: Ahh... é, claro, a aposta, nem lembrava dela.
Pedro: E sua namorada?
Eu: Por quê? Não viu ela o suficiente ontem?
Pedro: Vi, mas ver uma mulher como sua namorada nua é um presente, e disso nunca vou me cansar.

Nessa hora, a Mabel entrou. Tava pelada. Veio até mim e me deu um beijo, depois foi até meu pai e deu um beijo perto dos lábios, e em seguida outro na minha mãe. Aí sentou na mesa do lado do meu pai, na minha frente.

Pedro: Cê tá com uma cara... Ressaca?
Mabel: Acho que sim. Isso e a cama. É nova, mas diferente da minha, e tô com uma dor nas costas na parte de baixo.
Pedro: Se quiser, posso te dar uma massagem pra aliviar. A Isabel pode confirmar.
Isabel: É verdade. Ele não é expert, mas manja um pouco.

Meu pai levantou e ficou atrás da Mabel, que tava sentada num banquinho. Começou a massagear, e a Mabel respondeu... fechando os olhos. Durante a massagem, me pareceu ver meu pai descendo mais pelas costas e acariciando a bunda dela. Levantei como se fosse pegar um pouco de água e pude ver que era verdade. Meu pai estava passando a mão na bunda dela e ela nem ligava.

Eu: Acho que já deu.

Pedro: Pô, que chato você é! Devia relaxar um pouco e não ficar tão tenso. Bom, vou lá pro curral, volto depois. Antes vou me vestir — olhando pra Mabel — não quero me encher de merda.

Mabel: Fica tranquilo, entendo.

O resto da manhã seguiu tranquilo. A Mabel andou pela casa toda pelada e meu pai passou o tempo fazendo as coisas dele no curral e com os bichos. Na hora do almoço, meu pai voltou, já pelado, e comemos. Quando terminamos, fomos pra sala ver um filme. Meu pai e a Mabel sentaram no sofá do meio, meio largados, de um jeito que só cabiam os dois. Minha mãe e eu sentamos no outro. Ele colocou um filme, mas eu tava mais ligado onde a mão do meu pai tava e o que a Mabel fazia. Quando já tava uns 20 minutos de filme, minha mãe me chamou pra ir na cozinha.

Eu: O que você quer?

Isabel: Senta.

Eu: — sentando — Fala aí.

Isabel: Sabe? Acho que você não é cego nem burro. Então imagino que já percebeu o joguinho que seu pai e a Mabel tão tendo.

Eu: Sim.

Isabel: E o que você acha?

Eu: Não me sinto muito à vontade. Ver sua namorada e seu pai se pegando não é algo que me anime. Aliás, e você? O que acha? Tá de boa com isso?

Isabel: Sim.

Eu: Como assim?! Tá falando sério?!

Isabel: Cala a boca! Não grita tanto. Olha, filho, vou te contar uma coisa. Seu pai e eu, há um tempo, praticamos troca de casais.

Eu: Troca de casais?

Isabel: Sim. Desde uns dois anos. Por exemplo, com a Sofia e o Luís. Seu pai já comeu a Sofia várias vezes e eu comi o Luís. Outro dia, no pub, quando você disse que não me achava, eu tava no banheiro chupando o Luís.

Eu: É sério? Sério? Isso eu não esperava.
Isabel: Pois é, como você vê.
Eu: E por que você está me contando isso?
Isabel: Primeiro, pra te dizer que não me importo se seu pai paquerar ou transar com outras, eu também faço isso. Segundo, a Mabel. Seu pai gosta da Mabel desde que a viu. E tá claro o que ele quer.
Eu: Mas a Mabel não quer transar com ele.
Isabel: Tem certeza? Quantas mulheres você conhece que ficam nuas na frente de um homem, deixam ele se esfregar, tocar, olhar, falar que ela é gostosa, que tem uns peitões, e depois de tudo isso ficam sentadas do lado desse cara, os dois pelados? Sua namorada, querendo ou não, é meio putinha. Ela gosta disso, senão já teria parado. Além disso, outro dia ela me disse que não se importaria de dar pra seu pai.
Eu: Como assim?!
Isabel: Sim, é verdade.

Eu: Mas minha namorada quer me chifrar com meu pai?... O que eu faço?
Isabel: Olha. Quando duas pessoas querem trepar, acabam trepando. Pelo que vejo, você tem duas opções. A primeira é entrar na sala, começar a falar merda e ficar puto pra caralho. Isso vai fazer sua namorada ficar brava, seu pai ficar bravo, você terminar, ir embora e eles transarem. A segunda opção é aceitar, dar seu aval. Seu pai ia te agradecer pra caramba e sua namorada ia ficar feliz, você não precisaria terminar e eles iam trepar muito mais na paz.

Eu: Pelas suas palavras, deduzo que você prefere a segunda opção. Que eu seja um corno manso.
Isabel: Olha. Como te falei antes, sua namorada é meio putinha. Pelo jeito que ela se comportou aqui, imagino como é por aí. Acho melhor saber que sua namorada transa com outros e que esse outro é alguém que você conhece do que ela ficar fazendo isso por aí sem você saber. Com seu pai, você não corre o risco de ela te largar por ele, e sabe quem tá comendo ela. Se você gosta dela, e acho que sim, vai saber que é a melhor opção. Além disso, talvez você curta, tem muita gente que adora ver suas esposas ou namoradas sendo comidas por outros. Dá uma olhada na internet e vê. Você vai ver. Respondendo ao que você disse antes, quero que seja um corno manso, pelo menos essa semana. O que eu faria era sair e deixar eles fazerem o que quisessem. Quando forem embora, você conversa com a Mabel e decide o que quiser, mas não estrague tudo com seu pai por causa de dois dias.

Minha mãe se levantou e foi pra sala. Eu fiquei uns minutos esperando na cozinha. Não queria brigar com meus pais e o que minha mãe falou sobre quando dois querem trepar. Depois de pensar muito, resolvi seguir o conselho dela. Ia deixar eles e na terça-feira conversar com a Mabel. Fui pra sala e sentei. Os três ficaram me olhando. Eu não falei nada e comecei a ver o filme. Depois de alguns minutos, meu pai começou a acariciar os peitos da Mabel enquanto os dois me encaravam. Vendo que eu não fazia nada, ele baixou a mão até a buceta da Mabel. Ela abriu as pernas e meu pai começou a brincar. Vendo que não tinha reação da minha parte, ele beijou a Mabel enquanto com uma mão tocava os peitos dela e com a outra a xota. Mabel soltou vários gemidos. Minha mãe estava como se nada fosse. Depois de uns dois minutos, pararam. Os dois ficaram parados me olhando.

Pedro: José. Você tem uma namorada gostosa pra caralho e eu adoraria trepar com ela. Me dá sua permissão?
Eu: ? depois de uns segundos olhando pra minha mãe, que balançou a cabeça dizendo sim ? Sim.
Mabel: Obrigada, amor. Você não sabe a vontade que eu tô de meter essa pica. Adoro que você me deixe trepar com outro.
Pedro: Bom ? olhando pra Mabel ? Se despeça do seu futuro namorado corno e vamos fazer ele ganhar uns chifres bem grandes.
Mabel: Tchau, futuro namorado corno. Vou dar pra seu pai.
Pedro: E você, filho. Se despeça da sua namorada. Deseja uma boa trepada pra ela.
Eu: Tchau.
Mabel: Tchau, e mais nada?
Eu: ? quase sem olhar pra eles ? Que você tenha uma boa foda.
Pedro: Vamos fazer na cama dele, pra ser a primeira transa da cama.

Meu pai e a Mabel foram pro quarto. Eu fiquei na sala com minha mãe vendo. o filme sem pensar em nada. Depois de alguns minutos, comecei a ouvir gritos da Mabel e do meu pai: "Dá mais forte, fode a namorada do teu filho" "Faz um bom cuck" etc. Minha mãe me olhou.

Isabel: Você fez o que devia.
Eu: Acho que não precisava dessa humilhação dos dois.
Isabel: Tanto faz. É o jogo deles. Você só segue e pronto. Agora é sobre eles se divertirem. Se é o que querem, faz e acabou.

Eu continuei vendo o filme. Umas meia hora depois, meu celular tocou. Era a Mabel: "Vem". Levantei do sofá e fui pro quarto. Quando entrei, a Mabel tava de bruços com meu pai por cima enfiando no cu dela.

Pedro: Entra. Só queríamos que você visse como eu tô metendo no cu dela. Ela disse que você não deixava.
Mabel: Mmm? Continua? Olha a puta da sua namorada sendo fodida pelo seu pai! Isso é foder de verdade, não a merda que você faz! Vaza e me deixa! Já te aviso!

Voltei pra sala. Sentei e continuei vendo o filme, que já não me interessava mais nada. Como era possível a Mabel ter virado uma puta tão de repente? Decidi ignorar tudo. Que fizessem o que quisessem. Depois de quase duas horas desde que foram, onde imagino que tenham transado várias vezes, o celular tocou de novo. Era a Mabel: "Vem, e sua mãe também". Falei pra minha mãe e fomos pro quarto. Quando chegamos, a Mabel tava deitada na cama de barriga pra cima com as pernas abertas e meu pai beijando ela do lado.

Mabel: Olha minha buceta cheia de porra quente do teu pai.
Eu: O quê?! Isso, não!
Isabel: Pra que eu vim?
Pedro: Pra ver o cuck do teu filho ver a gozada do pai na buceta da puta da namorada dele.
Mabel: Vamos, tá esperando o quê?
Eu: Não quero.
Eu: Tô fora.
Mabel: Se não fizer o que eu mando, vou te largar. Você vê o que faz.
Eu: Não tá falando sério.

A seriedade na cara dela me fez ver que era sério. Quando a Mabel falava sério, sempre fazia essa cara. Eu não queria que ela me largasse. Depois de alguns minutos, decidi engolir o pouquíssimo. O orgulho que me restava e eu disse que sim. A Irene continuava deitada pra não "derramar" meu prêmio. Deitei e a Mabel virou rápido, colocando a buceta dela na minha frente.

Mabel: Tá vendo?
Pedro: Que cuck bom que ele tem!
Mabel: Pois é.

Levantei e fui pro banheiro me livrar daquela visão nojenta enquanto eles continuavam conversando no quarto.

Fui pra sala e minha mãe chegou.

Isabel: Seu pai e a Mabel tão tomando banho.
Eu: ? de má vontade ? Valeu pela info.
Isabel: Vou te contar uma parada. Tudo aquilo do jogo de cartas e da dança foi combinado.
Eu: Combinado?
Isabel: Sim. Como te falei, seu pai curte a Mabel. Quando foram ver os animais na outra manhã, sua namorada chupou o pau do seu pai e foi aí que decidiram que iam se acertar. Elas me contaram e a gente organizou a dança, o jogo de cartas e...
Eu: O quê mais?
Isabel: A conversinha que a gente teve na cozinha.
Eu: Era uma armadilha?
Isabel: Não! Só queríamos conseguir uma coisa e conseguimos! A real é que quase tudo que falei é verdade.
Eu: Mas por quê?
Isabel: Você tem que aproveitar. Transar com a mesma pessoa cansa. Tem que variar. E isso não significa que um casamento acabe. Eu amo seu pai e vou continuar amando ele do mesmo jeito depois dele ter comido a Mabel. Do mesmo jeito que ele me ama quando eu vou pra cama com o Luís ou com outros. E se sua namorada curte o papel de cuck consentido, então dá pra ela.

Depois disso fiquei pensativo e tudo foi pro caralho quando percebi o quão puta e nojenta a Mabel era. Naquela noite, a Mabel passou a noite inteira transando com meu pai, a mesma coisa até a gente voltar pra casa.

Quando chegamos, a Mabel falou pra eu ir me preparando que, de agora em diante, eu ia virar o cuck mais cuck do mundo e que a gente tinha que visitar meus pais mais vezes. Da minha parte, mandei ela pra puta que pariu por ser uma vadia e meus pais também, por serem uns filhos da puta.

2 comentários - Meu pai comeu minha namorada

Yo les "regalaba" a Mabel: me habría vuelto y a ver cómo la mamá disfruta ser cornuda 24/7. Después de todo, Mabel no trabaja.
Es que no se puede ser tan gilipollas en la vida tío enserio... Y eso no es un padre es un hijo de la gran puta mira que hacerle eso a un hijo es imperdonable y la madre ni avisarlo yo flipo con la gente enserio algunos padres no deberían tener hijos
Es un relato master, seguro es ficticio, es como creerte el argumento de un video porno...