Relato publicado originalmente no SexoSinTabues.com por elias99.
Minha namorada sempre quis que eu a levasse na minha casa pra conhecer minha família, já que ela tava interessada em saber mais sobre mim. Depois de várias insistências, resolvi levar ela. Naquele dia, só meu irmão tava em casa, porque meus pais trabalhavam.
Ela cumprimentou meu irmão com tanta cortesia, sem tirar os olhos dele, que era bem óbvio — coisa que eu não tenho. Isso porque meu irmão é moreno, alto e atlético, enquanto eu sou mais magro e de aparência simples. A gente bateu um papo na sala e eu percebi que a Silvia ria e se divertia pra caramba com a conversa, como se tivesse um interesse bem especial pelo físico do meu irmão.
Dava pra notar uma mudança radical nela, porque toda vez que vinha me visitar, ela se vestia de um jeito provocante: usava calças justas e blusas bem decotadas, combinando com saltos altos que destacavam ainda mais a bunda enorme dela, empinada. Meu irmão comentou que era muito agradável conviver com a gente dois, já que ele era solteiro e só saía à noite pra trabalhar como segurança nas baladas. Foi aí que ele me contou que, no lugar onde trabalhava, encontrou minha namorada algumas vezes e eles criaram uma amizade mais próxima.
Um dia, fui fazer compras no supermercado, quando recebi uma ligação da Silvia perguntando onde eu tava. Ao me ouvir irritado, porque tinha marcado de irmos juntos, ela disse que chegaria na minha casa em cerca de uma hora e meia pra compensar.
Continuei com as compras e, na hora de pagar, percebi que não tinha levado a carteira com o cartão necessário. Corri rápido pra casa, que fica a 20 minutos do supermercado. Quando cheguei, a porta tava trancada e eu também tinha esquecido as chaves. Então, decidi ir pelos fundos e entrar pela janela da cozinha. Consegui fácil, por causa do meu corpo magro. Tava quase indo pro meu quarto quando ouvi vozes vindo da sala.
Qual não foi minha surpresa ao ver a Silvia parada na frente do meu irmão. dançando uma música erótica pra ele, ela tava com uma minissaia rosa e uma blusa branca decotada. Meu irmão, por sua vez, tava sentado no sofá observando tudo atentamente. Minha raiva pela mentira dela me fez puxar o celular no instinto e tentar ligar pra ela, mas tinha pago o celular, então decidi continuar observando de um canto da cozinha onde ninguém me via e fiquei vendo o show cheio de ódio e tesão, porque minha namorada nunca tinha querido dançar pra mim e era muito perturbador ver ela rebolando e fazendo as poses mais fogosas pro meu irmão.
Aí ela começou a mostrar a calcinha pra ele, se inclinando na direção do meu irmão e falando com voz suave e confidente.
— Cê gosta, Raul?
— Gosto, sim, mas por que cê tá dançando pra mim?
— É que quero confessar que cê me atrai pra caralho.
— Mas cê tá com meu irmão, não vacila.
— Ah, não seja careta, já te vi babando pela minha bunda e coloquei essa saia só pra você.
— Hahaha, para de brincadeira, Silvia, cê só quer tirar vantagem de mim.
Tenho que admitir que fiquei feliz do meu irmão resistir à sedução da agora puta da minha namorada, que tava se oferecendo sem vergonha nenhuma. Tudo isso mudou radicalmente quando ela se ajoelhou na frente do meu irmão e começou a acariciar o volume por cima da calça dele. Meu irmão tentava afastar a mão dela, mas acho que o tesão foi maior, porque ele puxou a rola pra fora na cara da minha namorada. Tenho que dizer que a dele é maior e mais grossa que a minha, então o espanto da Silvia não demorou: ela rapidamente pegou o volume nas mãos e começou a acariciar.
A cena que eu via era inacreditável, porque dava pra ver a bunda empinada da minha namorada inteira, enfiada numa calcinha fio dental rosa que mal cobria os lábios depilados dela, enquanto ela já tinha começado a chupar a rola. Passaram uns 10 minutos assim, até que meu irmão começou a acariciar a bunda enorme que tava à disposição dele. Ele enfiava os dedos A boca da Silvia e depois enfiava na buceta e no cu dela.
Ela gemia a cada dedada do meu irmão até que se soltou da pica e começou a tirar a roupa devagar, ficando só de fio dental e salto alto. Meu irmão sorria enquanto acariciava o pau e puxava ela pra perto.
Ela dizia que só queria provar a pica enorme dele pelo cu, que esse seria o trato já que ela tava ovulando, e meu irmão topou de boa.
Meu irmão levantou e deitou a Silvia de bruços no sofá pra lamber a buceta toda enquanto enfiava primeiro um e depois até quatro dedos no cu dela.
— Mmghhh que gostoso você chupa minha pepita, Rau, que delíciaaaa!! —
Minha namorada implorava com as lambidas selvagens do meu irmão e a penetração dos dedos. Meu irmão, acho eu, não aguentou mais a situação e começou a enfiar a cabeça do pau devagar no cu dela. Minha namorada gritava como uma louca, porque quando a gente transava, ela me confessava que a primeira experiência dela foi pelo cu e que adorava ser comida por ali.
Meu irmão colocou ela de quatro e começou a meter com mais força, e dava pra ver que ela tava adorando, porque a Silvia tem fama de gozar pra caralho. Depois de duas gozadas, ela tinha caído exausta de sentir um pauzão naquelas bundonas dela.
Isso não acalmou a vontade do meu irmão, que ainda tava com o pau a mil, e decidiu pegar ela como boneca de pano, abrir as pernas dela e, de uma vez, enfiar o pênis enorme na vulva dela.
Ela abriu os olhos, surpresa e puta, e falou:
— Não, Raul, não seja filho da puta, por aí não, que você pode me engravidar! —
— Claro que sim, putinha, é isso que você queria, e vou arrebentar essa xota —
— Chega, filho da puta, chega, desgraçado —
Minha namorada tava sendo estuprada pelo meu irmão, e longe de interferir, eu tava de pau duro e com um sorriso sádico, decidi que era melhor ela pagar por ser puta. Ela tentava se levantar, mas meu irmão segurou ela pelos braços e começou a penetrar com mais força, era nítido que ela tinha tido vários orgasmos, deixando as pernas dela moles sem movimento.
Meu irmão, por sua vez, montou nela, segurando os bracinhos dela com um braço, obrigando ela a cavalgar nele, mais e mais, fazendo Silvia chorar e gritar de prazer até que ela começou a sentir algo estranho e olhava muito assustada pro meu irmão.
— Não, por favor. Não, Raúl, não goza dentro —
— SIM, vagabunda, você vai espremer toda a minha pica com a sua buceta —
— Ah, ah, ah, não, por favor, não quero engravidar, não —
Foi então que meu irmão segurou a cintura dela com força e, enquanto minha irmã tentava dar uma surra nele, meu irmão descarregou todo o leite dentro da minha namorada.
Quando meu irmão terminou, jogou Silvia longe dele e se vestiu rapidamente, ela estava no chão chorando e pegando as roupas dela.
Nessa hora, meus pais chegaram e viram a cena, o que deixou meu pai puto, que partiu pra cima do meu irmão na porrada, achando que ele tinha estuprado minha namorada, coisa que ele aceitou, e assim os dois decidiram casar eles tempos depois, coisa que pra mim tanto fazia, e meu irmão morria de vergonha na minha frente, me contando a versão dele da verdade.
Silvia, por sua vez, tentou me procurar várias vezes, mas meus pais afastavam ela e ameaçavam desmoralizar ela publicamente se ela chegasse perto de mim, e foi assim que meu irmão e Silvia tiveram uma filha e eu, decidi me vingar um ano e meio depois com a irmã de Silvia e a amante do meu irmão.
Minha namorada sempre quis que eu a levasse na minha casa pra conhecer minha família, já que ela tava interessada em saber mais sobre mim. Depois de várias insistências, resolvi levar ela. Naquele dia, só meu irmão tava em casa, porque meus pais trabalhavam.
Ela cumprimentou meu irmão com tanta cortesia, sem tirar os olhos dele, que era bem óbvio — coisa que eu não tenho. Isso porque meu irmão é moreno, alto e atlético, enquanto eu sou mais magro e de aparência simples. A gente bateu um papo na sala e eu percebi que a Silvia ria e se divertia pra caramba com a conversa, como se tivesse um interesse bem especial pelo físico do meu irmão.
Dava pra notar uma mudança radical nela, porque toda vez que vinha me visitar, ela se vestia de um jeito provocante: usava calças justas e blusas bem decotadas, combinando com saltos altos que destacavam ainda mais a bunda enorme dela, empinada. Meu irmão comentou que era muito agradável conviver com a gente dois, já que ele era solteiro e só saía à noite pra trabalhar como segurança nas baladas. Foi aí que ele me contou que, no lugar onde trabalhava, encontrou minha namorada algumas vezes e eles criaram uma amizade mais próxima.
Um dia, fui fazer compras no supermercado, quando recebi uma ligação da Silvia perguntando onde eu tava. Ao me ouvir irritado, porque tinha marcado de irmos juntos, ela disse que chegaria na minha casa em cerca de uma hora e meia pra compensar.
Continuei com as compras e, na hora de pagar, percebi que não tinha levado a carteira com o cartão necessário. Corri rápido pra casa, que fica a 20 minutos do supermercado. Quando cheguei, a porta tava trancada e eu também tinha esquecido as chaves. Então, decidi ir pelos fundos e entrar pela janela da cozinha. Consegui fácil, por causa do meu corpo magro. Tava quase indo pro meu quarto quando ouvi vozes vindo da sala.
Qual não foi minha surpresa ao ver a Silvia parada na frente do meu irmão. dançando uma música erótica pra ele, ela tava com uma minissaia rosa e uma blusa branca decotada. Meu irmão, por sua vez, tava sentado no sofá observando tudo atentamente. Minha raiva pela mentira dela me fez puxar o celular no instinto e tentar ligar pra ela, mas tinha pago o celular, então decidi continuar observando de um canto da cozinha onde ninguém me via e fiquei vendo o show cheio de ódio e tesão, porque minha namorada nunca tinha querido dançar pra mim e era muito perturbador ver ela rebolando e fazendo as poses mais fogosas pro meu irmão.
Aí ela começou a mostrar a calcinha pra ele, se inclinando na direção do meu irmão e falando com voz suave e confidente.
— Cê gosta, Raul?
— Gosto, sim, mas por que cê tá dançando pra mim?
— É que quero confessar que cê me atrai pra caralho.
— Mas cê tá com meu irmão, não vacila.
— Ah, não seja careta, já te vi babando pela minha bunda e coloquei essa saia só pra você.
— Hahaha, para de brincadeira, Silvia, cê só quer tirar vantagem de mim.
Tenho que admitir que fiquei feliz do meu irmão resistir à sedução da agora puta da minha namorada, que tava se oferecendo sem vergonha nenhuma. Tudo isso mudou radicalmente quando ela se ajoelhou na frente do meu irmão e começou a acariciar o volume por cima da calça dele. Meu irmão tentava afastar a mão dela, mas acho que o tesão foi maior, porque ele puxou a rola pra fora na cara da minha namorada. Tenho que dizer que a dele é maior e mais grossa que a minha, então o espanto da Silvia não demorou: ela rapidamente pegou o volume nas mãos e começou a acariciar.
A cena que eu via era inacreditável, porque dava pra ver a bunda empinada da minha namorada inteira, enfiada numa calcinha fio dental rosa que mal cobria os lábios depilados dela, enquanto ela já tinha começado a chupar a rola. Passaram uns 10 minutos assim, até que meu irmão começou a acariciar a bunda enorme que tava à disposição dele. Ele enfiava os dedos A boca da Silvia e depois enfiava na buceta e no cu dela.
Ela gemia a cada dedada do meu irmão até que se soltou da pica e começou a tirar a roupa devagar, ficando só de fio dental e salto alto. Meu irmão sorria enquanto acariciava o pau e puxava ela pra perto.
Ela dizia que só queria provar a pica enorme dele pelo cu, que esse seria o trato já que ela tava ovulando, e meu irmão topou de boa.
Meu irmão levantou e deitou a Silvia de bruços no sofá pra lamber a buceta toda enquanto enfiava primeiro um e depois até quatro dedos no cu dela.
— Mmghhh que gostoso você chupa minha pepita, Rau, que delíciaaaa!! —
Minha namorada implorava com as lambidas selvagens do meu irmão e a penetração dos dedos. Meu irmão, acho eu, não aguentou mais a situação e começou a enfiar a cabeça do pau devagar no cu dela. Minha namorada gritava como uma louca, porque quando a gente transava, ela me confessava que a primeira experiência dela foi pelo cu e que adorava ser comida por ali.
Meu irmão colocou ela de quatro e começou a meter com mais força, e dava pra ver que ela tava adorando, porque a Silvia tem fama de gozar pra caralho. Depois de duas gozadas, ela tinha caído exausta de sentir um pauzão naquelas bundonas dela.
Isso não acalmou a vontade do meu irmão, que ainda tava com o pau a mil, e decidiu pegar ela como boneca de pano, abrir as pernas dela e, de uma vez, enfiar o pênis enorme na vulva dela.
Ela abriu os olhos, surpresa e puta, e falou:
— Não, Raul, não seja filho da puta, por aí não, que você pode me engravidar! —
— Claro que sim, putinha, é isso que você queria, e vou arrebentar essa xota —
— Chega, filho da puta, chega, desgraçado —
Minha namorada tava sendo estuprada pelo meu irmão, e longe de interferir, eu tava de pau duro e com um sorriso sádico, decidi que era melhor ela pagar por ser puta. Ela tentava se levantar, mas meu irmão segurou ela pelos braços e começou a penetrar com mais força, era nítido que ela tinha tido vários orgasmos, deixando as pernas dela moles sem movimento.
Meu irmão, por sua vez, montou nela, segurando os bracinhos dela com um braço, obrigando ela a cavalgar nele, mais e mais, fazendo Silvia chorar e gritar de prazer até que ela começou a sentir algo estranho e olhava muito assustada pro meu irmão.
— Não, por favor. Não, Raúl, não goza dentro —
— SIM, vagabunda, você vai espremer toda a minha pica com a sua buceta —
— Ah, ah, ah, não, por favor, não quero engravidar, não —
Foi então que meu irmão segurou a cintura dela com força e, enquanto minha irmã tentava dar uma surra nele, meu irmão descarregou todo o leite dentro da minha namorada.
Quando meu irmão terminou, jogou Silvia longe dele e se vestiu rapidamente, ela estava no chão chorando e pegando as roupas dela.
Nessa hora, meus pais chegaram e viram a cena, o que deixou meu pai puto, que partiu pra cima do meu irmão na porrada, achando que ele tinha estuprado minha namorada, coisa que ele aceitou, e assim os dois decidiram casar eles tempos depois, coisa que pra mim tanto fazia, e meu irmão morria de vergonha na minha frente, me contando a versão dele da verdade.
Silvia, por sua vez, tentou me procurar várias vezes, mas meus pais afastavam ela e ameaçavam desmoralizar ela publicamente se ela chegasse perto de mim, e foi assim que meu irmão e Silvia tiveram uma filha e eu, decidi me vingar um ano e meio depois com a irmã de Silvia e a amante do meu irmão.
1 comentários - Meu irmão comeu minha namorada