Minha primeira vez como corno

Há muito tempo eu e minha namorada, que na época tinha 22 anos, em 2022, tínhamos a ideia de fazer essa prática: ela com dois caras e eu só olhando. Só em dezembro de 2023 conseguimos realizar.
Minha namorada é uma gostosa, 23 anos na época, corpo fitness, rabão enorme e gordo, peitos pequenos mas caídos, cintura, pernas, rosto bonito, perfeita em poucas palavras. Eu, com meus 8 cm, me virava, mas quando surgiu essa oportunidade, nem pensamos duas vezes.

O trato era o seguinte: sem vídeos, sem beijos, com camisinha, e perdemos contato depois do ato. Ela aceitou meus termos, mas colocou os dela: ela queria escolher quem ia comer. Se eu não aceitasse, não teria camisinha, gravariam vídeos e poderiam fazer de tudo com ela. Aceitei. Eu não podia participar a não ser que eles mandassem, e ainda tinha que gozar sempre que me deixassem.

Fomos a um motel, ela chamou os caras e, quando chegaram, me senti estranho — não mal, mas muito excitado e preocupado. Eram dois tumberos, rochos, cheios de tatuagem, de conjunto esportivo com calça e jaqueta, dava pra ver a piroca deles balançando, enormes. Tinham uns quarenta e poucos anos. Assim que chegaram, eu sumi; ninguém falava comigo, só minha esposa pra me dizer o que fazer. Ela mandou eles não me darem bola, pediu pra deixarem os celulares na mesa do banheiro e se despirem. Eles tiraram as rolas e eram uns monstros de uns 15 cm ou mais, cheias de veias, carnudas e sexuais. Olhavam pra minha namorada com uma puta luxúria, ela pequena, de corpo gordinho mas com uma cintura boa. Falaram um monte de coisa enquanto a colocavam entre eles; um agarrou ela pelo pescoço e o outro colocou as mãos na rola dele. Insultaram tanto ela que quase gozei. Acho que a coisa mais leve que falaram foi "gata puta", e uma das coisas mais excitantes que o que tava segurando o pescoço dela disse foi: "pedaço de puta, vamos te arrebentar". Quase gozei com isso.

Colocaram ela de joelhos, ela me mandou tirar a roupa, eu tirei, e meus 8 cm pareciam nada perto daqueles mastodontes. Fizeram ela chupar as pirocas deles, ela se esforçava, mas... Não entrava nem a cabeça dela, xingavam ela cada vez mais enquanto eu tinha proibição de me tocar. Um disse "fica de frente pra esse viado" e puxaram ela pelos cabelos, colocaram ela bem debaixo do meu pau, pequenininha. Ela me olhava enquanto se engasgava com os paus deles, eles empurravam as rolas na garganta dela e faziam ela sufocar até sair ânsia. Num momento, os dois se revezavam pra comer ela de boca, sem descanso, foram uns 3 minutos em que minha namorada ia e voltava de um pau pro outro, com ânsia, parecia chorar, agarravam ela pelos cabelos, pela cabeça, faziam ela me olhar, durou uma eternidade.

Quando acabou esse tratamento com ela, um foi buscar as camisinhas, o outro ficou olhando pra ela, ela levantou a cabeça e me sorriu, toda babada, mal tinha voz de tanta ânsia. Naquele dia, ela vestiu toda roupa que eu comprei pra ela: uma saia esportiva preta bem curta, uma regata branca e umas meias de rede, tudo sem sutiã e uma calcinha fio dental preta, tudo estava molhado, com baba dela e do rosto dela pendiam fios de baba. "Esses são homens com paus de verdade", ela disse me olhando enquanto tocava nos ovos do que ficou.

Quando o outro chegou com as camisinhas, me mandaram colocar ela de pé, eu obedeci e segurei os braços dela, mas ela não levantou, então peguei ela pelas axilas e coloquei de pé. Depois me mandaram despir ela: "Viado, tira a regata e a saia da nossa putinha", eu obedeci, tirei tudo que estava babado. Então me mandaram empurrar ela na cama, eu fiz, e eles se jogaram em cima dela, um subiu na cara dela e colocou os ovos nela, o outro agarrou os peitos dela. Eu nunca tratei ela tão mal, mas ela gemia e ria. Ela mesma me mandou colocar as camisinhas neles, eu com muito nojo fiz, fiquei de joelhos na frente daqueles berrantes enquanto eles começaram a fumar um baseado. Coloquei as camisinhas e ela me autorizou a bater uma punheta enquanto me deu um beijo e eu pude sentir o gosto daqueles dois paus enormes. "É assim que um homem tem gosto", ela disse.

Sem dizer uma palavra, colocaram ela de quatro me olhando, eu estava Parado tentando não gozar tão rápido. Ela me olhava, o cabelo solto, os peitos balançando, com cara de puta enquanto atrás dela rasgavam a meia de rede que eu tinha comprado pra ela. Ela mordeu os lábios, um deles agarrou ela pelo pescoço no ritmo de "vem, gatinha", e o outro puxou ela pelo cabelo. Ela ficou meio de pé, com os joelhos na cama, mas levantada pelo puxão. Enforcada, eu vi a cara de prazer dela quando a primeira rola entrou nela. Ela gritou de dor primeiro, depois de prazer. O grito abafado dela, eu nunca tinha ouvido. Ela fechou os olhos enquanto começava a ficar vermelha, continuavam puxando o cabelo dela e o pescoço. As mãos dela seguraram a mão do cara que a tinha pelo pescoço, ele soltou e ela respirou fundo. O do cabelo também soltou, e ela caiu exausta no colchão, vermelha, a pele brilhando de suor, o cabelo começando a ficar úmido, e a furadeira começou a soar. Eles comiam ela sem piedade nem pausa, xingando e rindo. Ela deitada no colchão, com a cabeça afundada, se agarrava nos lençóis e soltava gemidos de prazer que eu nunca tinha ouvido. Eu gozei, e toda minha porra foi parar no chão. Eles olharam pra mim e riram. Meus 8 cm murchos voltaram a ser um amendoim flácido. Nisso, ela levanta a cabeça, pediu mais, e eles agarraram ela pelo cabelo de novo. Ela me olhava com uma cara de puta que eu nunca tinha visto. "Chega lá dentro, sinto bem fundo, me arrebenta, filho da puta", ela dizia pra eles. "Ele não chega lá", disse ela, olhando pra eles. Chegou a vez do outro. Ela me ordenou que dissesse pra ele me fazer dela, e eu fiz. "Façam dela sua, arrebentem ela", eu disse. O segundo agarrou ela pela cabeça e colocou contra o colchão. "Segura as mãos dela, putinha", e eu obedeci. Me ajoelhei e segurei as mãos dela. "Mete em mim", ela disse enquanto apertava minhas mãos. Mal ele enfiou, começaram os estalos entre as coxas dele e dela. Minha namorada começou a gemer e gritar de prazer enquanto apertava minhas mãos. Ele mexia ela pra todos os lados como queria, enquanto o outro dava tapas na bunda dela. Ela reclamava, mas... Ela gostava. "Me solta, cuck", ela me ordenou, e eu obedeci, sentei no chão e ela me encarava enquanto um touro metia nela cada vez mais rápido. Num momento, ele levantou ela pelo cabelo e dava empurrões curtos, ela reclamava e adorava, levou uns 5 ou 6 empurrões enquanto pendurada pelo cabelo até que ele soltou. Ele tirou a rola e ela se deitou na cama, exausta e tremendo. Eles acenderam outro baseado e me mandaram bater uma enquanto eu olhava pra ela, viraram ela de lado e abriram as pernas dela, me deram a calcinha dela e mandaram eu cheirar, eu fiz enquanto batia uma vendo ela. Ela tava completamente nua, suor escorrendo e o cabelo todo molhado. Abriram as pernas dela e mandaram eu segurar as mãos dela de novo, eu fiz e ela disse "se gozar, vão te comer também, hein", fiquei com um medo danado haha, sorte que segurei.

Abriram as pernas dela e começaram a meter de novo, agora mais forte, ela se mexia como nunca "assim que eu gosto, até o fundo", ela gritava entre gemidos, eles riam e me falam "solta ela, viado", eu solto e ela começa a bater uma pro que não tava comendo ela, entre caras de dor e prazer ela gritava enquanto tentava mamar, mas não aguentava as metidas, o que tava segurando a boca dela começou a bater com a rola na cara dela, o outro continuava metendo forte e firme pra diversão dela. Eles trocaram de vez, o que tava comendo ela primeiro foi e tirou a camisinha, começou a bater uma enquanto colocava as bolas na cara dela, "vem cá, olha, viado", ele falou e eu cheguei perto, ele agarrou os peitos dela enquanto jorrava tipo um litro de porra no torso inteiro dela, dos peitos até o quadril era um rio de porra cheirosa e grossa, ela começou a espalhar enquanto tava sendo comida, o que gozou beijou ela na boca e, me olhando, foi pro banheiro.

"VOU GOZAR AAAAI", ela gritou enquanto se encolhia e tentava se soltar do algoz, ele segurou ela pelo pescoço, ela com os olhos virados, toda vermelha e os músculos tensos. começou a tremer enquanto se contorcia e se agarrava no que encontrava na cama, ele meteu nela uma vez com tanta violência que ela ficou com a cabeça pendurada, teve um orgasmo como nunca, viajando, com os olhos virados, tremendo e os músculos tensos, com gemidos abafados de prazer. O que tinha saído voltou quando ouviu ela, os dois a colocaram direitinho na cama enquanto ela tremia e estava de lado, viraram ela de barriga pra cima, me mandaram segurar uma perna dela, um segurava a outra perna e o de camisinha metia de novo, ela tentou resistir mas o que tava comendo ela se jogou por cima e segurou as mãos dela "sai daqui viado" me mandaram e eu soltei, quando larguei a perna dela ela envolveu ele, se abraçaram enquanto ele comia ela de novo, se beijaram muito, me senti mal porque não era permitido, ele continuava comendo ela e mais forte, tanto que ela começou a se mexer, não aguentava mais de prazer, só gritava de tesão, o outro continuava segurando os braços dela e nisso ela grita de prazer tão alto que me assustei, ela prende ele com as pernas e ele mete bem fundo por um tempo, as pernas dela esticam e tremem, ela grita agradecendo a eles e goza de novo, duas vezes seguidas.

Sem deixar ela descansar o que tava comendo ela tira a camisinha, vira ela de bruços e goza nas costas dela, definitivamente ela tá banhada em porra.

Eles vão pro banheiro, acendem outro. Ela fica exausta, acabada e cheia de sêmen. Senta na cama e me olha "vem cá viado, viu como se faz? viu como os homens fazem, corno?" ela fala enquanto eu chego perto, pega na minha pica e começa a me punhetar "goza mas na cama, não em mim porque você não merece" gozo na cama e ela me deita, começa a chupar minha pica mole e me fala "maniceiro de merda" me deixa deitado e levanta tremendo "aprende" vou no banheiro e ela sai agarrada pelo pescoço por um dos pirocudos, joga ela na cama, come ela enquanto xinga, ela não aguenta mais, tenta afastar ele mas o outro Sujeita, mandam eu sentar do lado dela, ela pega na minha pika e olha nos meus olhos, ele arrebenta ela, mexe ela do jeito que quer e ela se deixa, ela solta minha pika e vira de lado, chupa ela enquanto geme de dor, aumentam a velocidade e ela não aguenta mais, goza de novo, um jato do fluido dela sai da buceta maltrecha e ela só treme, sem descanso o outro coloca ela de joelhos, pega ela pelo cabelo e sem esperar o orgasmo passar enfia a pika na boca dela, ela engasga e tudo, ele tira, ela pega e passa a língua de cima pra baixo, chupa e pega nas bolas, lambe a ponta, e depois a mesma coisa na outra, mama os dois como nunca fez comigo, enquanto olha pra ambos. "Me dá de novo por favor" e assim foi, colocaram ela em cima deles, ela pulava naquelas pikas como nunca conseguiria na minha, pegavam nos peitos dela, davam tapas neles e nela também, ela se mexia como nunca, xingavam ela de tudo quanto é nome. Finalmente um deles colocou ela de pé contra a parede, botou ela de cócoras e os dois se masturbaram até banhar ela toda de porra, a cara inteira dela foi coberta de porra, o cabelo, os peitos, tudo. Eles foram embora, mas antes se despediram dela enquanto ela tomava banho, eu ouvi os gemidos dela e os ofegos deles como monstros, saíram sem olhar pra mim, com a roupa do mesmo jeito que chegaram. Ela me chamou, entrei no chuveiro e ela me virou de costas, começou a me masturbar enquanto dizia "você nunca vai foder ninguém assim, homenzinho maricão" até eu gozar de novo no chuveiro "vai embora, a gente se vê em casa" eram 4 da manhã, pedi um Uber e nunca mais vi ela.

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