Chifrado e Feito de Otário - Parte 10 (final)

Quando finalmente voltei pra Buenos Aires, parecia que tinham me dopado. Tava numa nuvem de depressão e apatia. Claro que a Belén não tinha ido me buscar no aeroporto e não respondia minhas mensagens. Tive que pegar um táxi que me custou uma fortuna.

Quando cheguei em casa já era meio da tarde e tava com medo de encontrar os dois pedreiros e a Belén juntos, mas não. A casa tava em silêncio. Entrei e vi a Belén dormindo na nossa cama, nem sinal dos filhos da puta do Roberto e do Matias. Acordei ela e ela pediu desculpas, disse que tava cansadíssima e tinha acabado dormindo.

Ela me cumprimentou fria e muito distante, distraída. Como se estivesse cagando pra minha presença. Perguntou como tinha sido minha viagem e eu disse que foi bem, nem sei por quê. Ela me levou pra ver como tinha ficado a obra, dizendo que faltavam uns detalhezinhos que nem iam dar pra notar. Foi aí que não aguentei mais e contei tudo pra Belén, que eu sabia de tudo, chorando de raiva. Começamos a discutir, mas entre o cansaço e a confusão mental que eu tava e a frieza e distância dela, não foi uma discussão muito acalorada.

Falei que tinha visto todos os vídeos e ela se surpreendeu, porque o Roberto tinha dito que os vídeos eram só pra ele e pro Mati. Mesmo assim, pareceu importar muito pouco que eu tivesse visto. Disse que me conhecendo, tinha certeza que eu tinha batido uma punheta com aquilo tudo. Claro que neguei, não sei se ela acreditou ou não. No final, ela disse que não queria mais nada comigo, que já era e que já sentia muito pouco por mim. Perguntei se era por causa do Roberto e do Mati e ela disse que não, que nada a ver. Que o que tinha acontecido tinha acontecido, mas que ela tava muito confusa com tudo e não se sentia bem mentalmente. Que hoje ia dormir ali na casa que ainda era nossa, mas que no dia seguinte ia juntar as poucas coisas dela e voltar pros pais, que já tinha conversado e eles tinham aceitado.

Eu já sem vontade de brigar nem de tentar segurar ela, disse que sim, que ela podia ir e que a gente ia como amigos, se ela quisesse. No dia seguinte, ela foi embora, me despediu com um beijo na bochecha, dizendo que tinha se divertido muito comigo, que sempre me quis muito e que era uma pena que tudo tivesse terminado assim. Eu disse o mesmo. Nos despedimos bem e a vi ir embora.

E essa foi a última vez que a vi. Pensei que logo o babaca do Roberto ia começar a me encher o saco no chat, me mandando vídeos da Belén na casa dele ou algo assim, que era o que meu cérebro corno imaginava... mas não. Nada. Não recebi mensagens do Roberto. Era como se tudo que aconteceu tivesse passado, um furacão de repente, e de um dia para o outro tinha parado de chover e o sol tinha saído. Com o tempo, através de conhecidos que ainda tínhamos em comum, eu quis saber como estava a vida da Belén, mas me diziam que a viam de vez em quando na faculdade e só. Conversavam algumas coisas e só isso. Não sabiam mais nada dela, só que ela parecia bem, normal.

Por recomendação de um amigo, comecei a fazer terapia. Ele não sabia de tudo que tinha acontecido e nunca contei, mas me via tão mal que ele sugeriu. Fiz meses e meses de terapia e realmente me ajudou muito. Pude enterrar meu cérebro corno, não permitir que ele tomasse as decisões e voltei a colocá-lo de fundo, suave, como sempre tinha estado. Me ajudou muito. Com os meses, conheci uma garota em outro evento e nos demos bem. Saímos algumas vezes e, embora ainda não tivéssemos transado, nos divertimos muito.

Estava tranquilo até que, meses depois, no fim de dezembro e depois de tantos meses sem saber de ninguém, do nada recebi uma mensagem do Roberto. O imbecil estava mandando cartinhas de Natal para seus conhecidos no WhatsApp para as festas e não sei se para me sacanear, mandou para mim também.
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cuck



chifres



humilhacao



namorada vadiaEu simplesmente não conseguia acreditar no que estava vendo. Lá estava a Belén, já grávida e com uma barrigona enorme, enquanto o Roberto a comia com doçura e suavidade por trás, certamente dando prazer na buceta dela, pelo rosto de êxtase que a Belén fazia. O negão da porra acariciava a barriga linda e grande que ela tinha, sentindo o inchaço do filho que ela carregava dentro. As mãos do pedreiro também aproveitavam e apertavam os peitos que haviam aumentado bastante, já cheios de leite e se preparando para amamentar quando chegasse a hora. Eu tinha certeza que iam inchar ainda mais. A Belén estava em êxtase ao sentir seu macho curtindo tanto o corpo dela de grávida e deixava isso bem claro com seus gemidos e pequenos gozinhos doces.

No outro vídeo era a mesma coisa, os dois se amando e se curtindo, com a barrigona da Belén quase em primeiro plano, gemendo e gritando enquanto o Roberto enchia o cu dela de rola, como ela tanto gostava. Os peitos dela estavam tão grandes e inchados que caíam um pouco para os lados, cheios e pesados. O negão da porra do Roberto os apertava com doçura e ela adorava.

Eu tinha certeza que os vídeos tinham sido gravados pelo imbecil do Matias, mesmo sem aparecer, porque estavam filmados que nem o cu.
Sozinha em casa


pedreiros



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Chifrado e Feito de Otário - Parte 10 (final)



cuckToda a terapia foi por água abaixo naquele instante. Já passou mais de um mês e eu ainda estou assim, feito uma pilha de trapos igual quando estava no Brasil. O Roberto ainda não me mandou nada. Deve estar ocupado com o bebê. A mina com quem comecei a sair não entende porra nenhuma e eu não posso contar nada pra ela. Ela me vê desse jeito e quando eu olho pra ela já vejo a ideia nos olhos dela. Já dá pra perceber. O que ela tá fazendo com um cara fodido igual a mim e até quando vai aguentar me ver assim antes de finalmente decidir me largar de uma vez.

E eu, enquanto isso, a única coisa que consigo pensar é que já tô em pânico com o tempo passando e o ano que vem chegando, e de repente um dia receber do nada outra mensagem do Roberto.

Comentarios Destacados

Y asi termina la historia del pobre Ale, que por querer ser cornudo finalmente lo logró.

Como siempre, gracias a todos por los comentarios en partes anteriores y me alegro que les haya gustado. Y si no les gustó, bueno, tengo un albañil de confianza para recomendarles, si necesitan... 🙂
Una consulta.. Es una historia real o solo ficción?
Jajaja que HDP, que no sea Roberto, x favor!!
Es todo ficción, tranqui.

17 comentários - Chifrado e Feito de Otário - Parte 10 (final)

Excelente!!! Me encantó la historia..!!! Ojalá nos sigas sorprendiendo con alguna otra..!!!
Tremendaaaaaaaaaaaaaaa, me encantó. Ojalá hagas más historias de cornudos y machos como Roberto. ❤️
Nunca dijiste si revocaron bien la pared, faltó información sensible, a la novia la fratacharon lindo, eso quedó claro. No hay nada que no haya dicho. FELICITACIONES.
PD: ahora espero la proxima entrega.
Quedaron un par de detalles para terminar en la obra pero Ale no va a llamar a nadie.
EXCELENTE! CADA RELATO MEJÓR QUE ELANTERIOR
Por ser el último, reitero mi anterior comentario. Excelente la temática y relato, si no fuera que es una sumatoria de pegatinas de pantallas. Se torna pesado y molesto tener que leerlo de esa forma. Es lo mismo, si el relato, se hace de la forma tradicional, con algunas imágenes, o gif, pero poner 20 o más pegadas de pantallas de whatsapp por relato, es molesto
y me había olvidado. Llegó un momento en el relato anterior, en el cual se quejaba por lo que estaba pasando, pero seguía en Brasil, con los jueguitos y un montón de pavadas en vez de haber volado de regreso, o bloqueado el teléfono... Si no hiciste nada, con todo lo que te enviaron, no hay excusas ni pretextos. Ni tendría que haber regresado
Alam69
Que bueno que estuvo este relato amigo Hubiera estado mejor si se veia la cara de belen o como era fisicamente
Felicitaciones chabón, esta historia fue ARTE. La disfruté de a poco, pero cada vez que leía un capítulo luego me lo acordaba durante días. Manejaste muy bien las situaciones y esa antagonía entre el protagonista y Roberto, dos hombres diametralmente distintos (y eso de fondo es lo que calentaba a ella y alimentaba el morbo de él).
También me gustó cómo Roberto lo hacía sentir inferior, doblegado, impotente, al pobre Ale. Muy bien llevado. Felicitaciones
No quiero parecer ni machista ni misógino, porque estoy a años luz de eso.
Lo cierto es que ellas saben que tienen algo de lo que los hombres carecemos: el poder de la concha, pero lo caliente de esta historia es que ella no lo usó, no sacó provecho. Todo lo contrario: fue la sumisa de Roberto.

Invariablemente en las historias de cornudos a las infieles de golpe sufren un "click" en su cerebro (que, como sabemos, es el órgano sexual por excelencia) y tiran al tacho todo pacto, trato, regla que pautaron con su pareja -que se puede, que no, que molesta al marido, etc- y tras ese "click" ya firmaron un contrato de lealtad y sumisión con su macho aunque el nuevo acuerdo sea totalmente opuesto al convenido con el cornudo... y su esposo les importa poco y se entregan gozosas para el disfrute del nuevo...

Respecto a mi introducción: toda mujer, aun la más pacata, tímida, timorata... lleva una puta infiel dentro suyo. Solo hace falta que aparezca quien despierte al monstruo. El hombre suele ser infiel por el miedo al paso del tiempo, confirmar que aun puede seducir, pero termina y regresa a su casa -aunque con temor y culpa- sin dejar de amar a su esposa. Las mujeres no: se dejan perforar el cerebro, la carne, sus agujeros y generalmente entablan un vínculo con su macho... al que, como leimos en esta historia, complacen incluso en acciones que le negaron a su esposo.

Son putas, infieles. Y me enamoran asi. Con el poder de la concha... (hubiera redondeado el relato si Roberto la hubiera metido en la merca a Belén.... uf... hubiese sido per-fec-to)
Que buen relato!!! Jugando con el morbo del cornudo, las verdad, excelente... Si bien no es mi género favorito, he de reconocer que me gustó mucho, me lo leí de una sentada. Sigo con mi peregrinaje por tus posts, ya se viene el próximo relato