Minha esposa é safada e eu adoro

É muito difícil descrever a roupa dela sem me excitar, porque a roupa é o primeiro convite formal, seja pra coqueteria ou pra algo mais selvagem. Uma camisa branca de botões, manga longa, e vale destacar que, convenientemente, o último botão não estava abotoado, deixando à mostra um decote proibido, mas que ao mesmo tempo era uma janela pra ver e saborear os peitos dela. Essa camisa era mais do que isso: era um catalisador de putaria, que incitava a desabotoá-la devagar, pra poder tocar e beijar esses peitos.
Ela vestiu uma calcinha fio dental de renda, e lembro que ela me disse num momento de tesão que um dos amantes dela ficava louco vendo a bunda dela em calcinha fio dental de renda, que não tinha sensação melhor do que se sentir desejada enquanto era comida de costas, com o amante enlouquecido metendo nela do jeito que ela gosta, com a calcinha de lado, e apertando a bunda dela sem parar.
Eu curtia a visão, imaginava cenários enquanto tirava fotos dela pro meu álbum pessoal da puta da minha esposa. Sentia um ciúme gostoso enquanto imaginava mil e uma situações, sabendo que ela não se vestia só pra mim, mas pra ser desejada, e, por que negar, isso me excita pra caralho.
Fomos pro bar de sempre curtir o ambiente, que naquele dia tava meio morno. A gente só aproveitava a companhia um do outro, a música e uns drinks.
Já de noite, prontos pra ir embora, aconteceu como por graça divina: na entrada, a gente viu uma das conquistas passadas dela, com quem ela já tinha se esquentado várias vezes, mas nunca rolou nada. Ela olhou pra ele, virou pra mim e sorriu na hora, do jeito que faz quando tá excitada. Prendeu o cabelo, o que a deixa ainda mais sensual e gostosa, e mordendo os lábios em silêncio, me deixou claro que naquela noite qualquer coisa podia rolar e que eu tinha que estar preparado… e sim, eu tava preparado.
Assim que minha esposa cruzou olhares com o amigo, de um jeito sensual e sutil, ela o convidou pra reacender aquela tesão de novo… ele se aproximou. Nós nos cumprimentamos, e dava pra sentir a tensão sexual entre eles. Isso me deixava louco, morria de ciúmes, mas queria mais, queria sentir aquela adrenalina de saber que minha mulher, minha esposa, abertamente desejava estar com outro.
Bebemos um tempo os três juntos, um momento agradável, mas ainda tranquilo, até que começaram a tocar as músicas que esquentavam minha esposa. Dava pra ver como o amigo dela não tirava os olhos do decote dela e como ela, sutilmente, o abria, convidando ele a continuar.
— Posso dançar com sua esposa? — ele disse.
E eu, com todo prazer, disse que sim.
Começaram a dançar timidamente até que a pista lotou, e não só de outros casais, mas também de tesão e safadeza. Tinham que ficar mais colados por causa do espaço limitado, dava pra ver como ela se aproximava de costas pra ele, e como ele a segurava pela cintura pra sentir a bunda da minha esposa roçando nele. Naquele momento, acho que os dois já ignoravam minha presença, só deixando rolar os desejos. Ele apertava as nádegas da minha esposa sutilmente, ela cada vez mais sem vergonha, com o decote cada vez mais revelador. Quanto mais músicas dançavam, mais seus corpos e lábios se roçavam, e eu... mais excitado impossível.
Já bem mais tarde, falei pra minha esposa que estava cansado e que ia embora. Ela respondeu: "Quero ficar, quero continuar dançando". E ele disse pra eu não me preocupar, que ia cuidar dela e levar ela em casa sã e salva. Sabendo como a noite ia terminar, entre ciúmes e excitação, aceitei.
Eu sabia que naquela noite minha esposa, como boa esposa, ia realizar minha maior fantasia. Nos despedimos e mandei uma mensagem: "Te espero em casa, se divirta."
Fiquei acordado esperando, com o tesão e a curiosidade de saber o que estava rolando. Quando ela chegou em casa, me contou em detalhes como tinha sido a noite dela.
Depois que eu fui embora, continuaram dançando mais um tempo, os dois no maior tesão. Ele disse: "Vamos pra um lugar mais calmo?" E ela, sem hesitar, aceitou. Subiram no carro dele e, antes mesmo de dar a partida, ele se jogou em cima dela e a... começou a beijar, e exatamente como eu tinha imaginado, desabotoou a camisa dela e começou a lamber os peitos dela sem controle, enquanto ela massageava a ereção dele. Ele só parou pra me mandar uma mensagem dizendo: "Tamo indo, espero que você esteja feliz, porque eu tô."

Chegaram num hotel perto da nossa casa depois de um trajeto cheio de fogo e tesão. Ela beijou ele, tirou a calça dele e começou a chupar ele do jeito que só ela sabe fazer. Parou, tirou a roupa e ficou só de camisa e calcinha fio dental de renda. Deitou ele e continuou chupando até não aguentar mais, aí montou nele. Ela se mexia no ritmo da música enquanto gemia, e ele só aproveitava e dizia: "Que gostosa, S." Depois ela virou de costas e ele começou a meter por trás enquanto segurava a calcinha fio dental dela. Era mais um que entrava pra lista daquelas calcinhas que nos deixam loucos, mas principalmente aquele rabo.

Depois de vários minutos transando, matando essa vontade de anos, ele disse que ia gozar. Ela respondeu: "Seria uma pena sujar esse lugar tão bonito." Ele sacou na hora, enfiou a enorme ereção na boca dela e, sem se segurar nem limitar, gozou dentro da boca dela enquanto ela acariciava o pau todo com os lábios.

Uma vez foi o suficiente pra ficarem satisfeitos um com o outro.

Minha esposa voltou, me beijou, e a gente transou como nunca.

No final, minha esposa se comportou muito mal, e eu amei cada segundo.

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