A decisão certa

Fala galera, meu nome é Aurora, vou contar uma história que aconteceu comigo uns dias atrás. Como de costume, em casa durante o dia eu ficava lendo alguma revista ou vendo TV, minha mãe me observava e disse: -Tô vendo que você mudou muito, já não sai mais com suas amigas, falando que não me via com minhas amigas há muito tempo, ou tá com algum boy como namorado? -Eu apressadamente respondi: -Não, mãe! Como você pode pensar isso! - acalmando as dúvidas que minha mãe começou a ter ao me ver, porque não queria que ela descobrisse as aventuras que tenho com Bruno e os encontros que tenho com Gonzalo. Ela disse que a qualquer momento a chama da loucura ia acender em mim, fazendo meus instintos me descontrolarem, e por isso, não queria que eu acabasse engravidando, e que tinha decidido me colocar o chip anticoncepcional. Eu fiquei surpresa, e não consegui dizer nada além de obedecer, senão ela perceberia que eu já não era mais virgem e que tava levando uma vida desenfreada com minha sexualidade. No dia seguinte, aproveitando a folga dela, me levou a um centro onde iam colocar esse chip anticoncepcional, me fez entrar na sala enquanto se preparavam pra fazer uma pequena cirurgia no braço, não demorou muito, quando passou uns 20 minutos já tinha terminado, tava com o chip, e me disseram que ia cicatrizar em uma semana. Quando cheguei em casa, recebemos a visita dos meus tios, que entre conversas perguntaram onde a gente tinha ido, minha mãe inocente mencionou que eu tinha colocado o chip, meu tio ao ouvir me olhou fixamente com uma cara de tarado, como quem diz que a partir dali, ele podia me fazer dele sem medo de nada, eu olhei meio envergonhada pelo que minha mãe tinha comentado. Essa semana passou, foi como se tivessem me deixado em paz, não me visitaram nem me encheram o saco durante toda a semana. Quando passou essa semana, minha ferida tinha fechado, naquela tarde de domingo, meus tios vieram visitar. Minha mãe tinha me levado pra revisar o braço e, quando chegamos, vimos que eles estavam esperando lá fora. Entraram na minha casa e começaram a conversar com minha mãe. Minha mãe soltou o comentário de novo, dizendo que tinha ido revisar meu ferimento e que já estava completamente fechado, que não estava mais preocupada de acontecer algo ruim comigo. Meu tio virou, me olhando fixo e fazendo um gesto tarado. Bruno não entendeu o que minha mãe mencionou, mas eu disse pra ele que tinha colocado o chip pra evitar engravidar. Isso encheu ele de felicidade e ele sussurrou no meu ouvido que podia me fazer dele sem medo. Fiquei tão vermelha que saí e fui pro meu quarto, enquanto eles ficavam na sala conversando. No dia seguinte, como de costume, minha mãe saía cedo pro trabalho. Eu comecei minhas tarefas de limpeza, deixando tudo limpo até as 7h da manhã. Fiquei descansando no meu quarto, ainda de pijama, deitada na minha cama. Ouvi o portão abrir, desci pra ver o que minha mãe tinha esquecido. Quando desci pra sala com meu pijama tão curto, vi meu tio Gonzalo. Me abraçando perto da escada, ele me apertou e me segurou tão forte que suas mãos inquietas percorriam meu corpo. Desconfortável com a situação, tentei me soltar dos braços dele, mas Gonzalo me puxou com muita força contra o corpo dele, me impedindo de me soltar, agarrando com força minhas nádegas por baixo do meu pijama. Isso me assustou e me excitou ao mesmo tempo. Meu tio, começando sua tarefa tão coordenada, começou a me apalpar tão levemente que foi me excitando. Seus movimentos aumentavam o calor do meu corpo, soltando pequenos gemidos de prazer, o que só mostrava que Gonzalo estava no caminho certo. Enquanto me apalpava tão gostoso, ele dizia: — Tava esperando por isso com ansiedade! — tocando minha buceta por cima da minha roupa e puxando meu shortinho pra cima, deixando marcada a região da minha buceta. Ele estava empolgado e não hesitou em massagear na hora, me deixando com tesão. Eu estava à mercê das carícias dele. Ele aproveitou a situação pra Tirando o pijama, tirando a blusa, as mãos inquietas dele não paravam de tocar minha pele, acendendo cada vez mais meu desejo. Em seguida, com um puxão, ele baixou meu short, me deixando só de calcinha — uma calcinha velhinha que já não segurava direito, meio esticada. A mão dele desceu até minha barriga e, com umas carícias suaves, enfiou a mão por dentro da minha calcinha, fazendo movimentos leves até chegar na minha buceta, que já estava meio molhada de tesão.

Ele, sem perder tempo, me levantou e fez com que eu o abraçasse com minhas pernas, ficando exposta aos toques dele que percorriam meus lugares mais íntimos. Quando me baixou um pouco com os braços, senti algo batendo na minha buceta. Tentei olhar o que era, mas vi que ele estava de calças arriadas. Pedi pra ele me abaixar, que eu não queria aquilo, e, ao descer, o pau dele penetrou minha buceta, me fazendo gemer de dor. Ele adorava me ver daquele jeito, e com as mãos começou a me mover pra cima e pra baixo, fazendo o pau duro e quente dele entrar e sair da minha buceta molhadinha. Eu não conseguia escapar daquela situação, ele me tinha do jeito que queria. A única coisa que pude fazer foi gemer e reclamar, apertando ele com meus braços e tentando não me soltar.

Depois de um tempo, aquela dor se transformou num mar de emoções de prazer. Eu gemia pra caralho bem perto do ouvido dele, o que fazia ele aumentar a intensidade e me mover mais rápido e com mais força. Ele me apoiou na parede e começou a se mexer com tanto entusiasmo que enchia de prazer todo o meu corpo. Eu estava à mercê das carícias e movimentos dele, a única coisa que fazia era apertar e abraçar ele com minhas pernas, sentindo o pau duro entrando e saindo da minha buceta molhadinha. Isso me dava tanto tesão que, ao vê-lo, ele sentia prazer em me ter daquele jeito, enquanto me dizia: — Assim, assim que você gosta! Adoro como você é apertada! Geme, geme, putinha gostosa! — se movendo tão gostoso que eu atendia aos pedidos dele, gemendo bem perto do rosto dele, e ele adorava me ouvir. Ele parou por um breve momento e, ainda me segurando no alto... Me levou até a bancada da cozinha, me apoiei na borda e, abrindo as pernas, me sentei enquanto ele começava a se mover tão gostoso que a única coisa que eu conseguia fazer era olhar como aquele pau enorme entrava e saía da minha buceta. Eu olhava pra ele com uma cara de prazer e dor, mas ele, todo concentrado, me perguntava: — Tá gostando? E, metendo com força, enfiava o pauzão e deixava ele lá dentro, arrancando gemidos tão altos que me deixavam tonta de tesão. Ficou assim por um tempão até que senti uma descarga forte de líquido quente dentro de mim, o pau dele pulsava enquanto jorrava todo aquele leite que ficou lá dentro. Eu tava muito excitada, não aguentava mais aquele êxtase, e quando vi ele cansado depois de meter que nem um touro e me deixar cheia da porra dele, me levantei e comecei a escorrer o líquido da minha buceta. Tampei com a mão, segurando minha xota, ele me olhou e, sorrindo, sentou numa cadeira e disse: — Que delícia, você tem uma buceta gostosa! Adoro como você é putinha, filha! Me olhou dos pés à cabeça com uma cara de safado. Começou a se masturbar na minha frente, fazendo o pau dele ficar duro de novo. Eu ia subir pro meu quarto, mas ele me pegou pela mão, me sentou no colo dele e me penetrou de novo, me fazendo dobrar de dor. Ele queria a todo custo que eu sentasse e que o pau dele entrasse inteiro, o que não dava porque era maior que o do Bruno. Eu reclamava de dor, e ele só me apalpava, mandando eu aguentar. Não durou muito, porque de repente senti o pau dele começar a murchar. Quando não aguentou mais, ele me soltou, eu levantei e fui pro meu quarto. Entrei no banheiro e me lavei, tava muito dolorida por causa do que aconteceu, mas não parava de sentir aquela sensação gostosa que ele me fez ter. Quando desci pra mandar ele embora, ele já tinha ido, deixando um dinheiro em cima da mesa. Pouco depois, chegou uma mensagem no meu celular dizendo: — Você foi uma delícia, continua sendo uma putinha obediente, falta muito...!!! Eu fiquei surpresa, e não hesitei em responder, dizendo algo que talvez ele... Isso te incomodaria:
- O senhor me es**trou!!!
Na hora recebi uma mensagem dizendo:
- Sim, sim, eu fiz, e você adorou, se comportou como uma puta, e curtiu tanto que não queria que eu parasse, isso mesmo, puta gostosa, vou arrombar essa sua buceta apertada!!!
As palavras dele me excitaram, mas parei de responder, estava meio dolorida. Na mesma hora recebi outra mensagem da minha tia:
- Aurorita, bom dia, o Gonzalo não passou aí na sua casa? Ele tinha que pegar uma pasta amarela, e não está me respondendo!
Fiquei surpresa e respondi que não, e ela disse:
- Então o Bruno vai aí, entrega pra ele.
Fiquei super angustiada, não queria que o Bruno pensasse que eu deixei o pai dele me apalpar. Tentei me controlar, mas bateu um medo angustiante e estressante. Mas se ele não encontrar o pai no caminho, não ia dar em nada.
Duas horas depois, o Bruno chegou. Sem nem perguntar se eu tava a fim, me agarrou e começou a me apalpar. Foi inevitável, deixei ele fazer o que quisesse. Do nada, ele começou a me despir e mandou eu massagear o pau dele até ficar durasso. Sem pensar, ele me posicionou e eu senti ele me penetrar. Gemia e reclamava por causa da sensibilidade. Ele se movia tão sincronizado que depois de um tempo me virou de posição, depois outra, me fazendo rebolar enquanto me dava tapas na bunda, até que senti ele gozar dentro de mim. Não podia acreditar. Minha buceta toda sensível guardava a porra do Bruno e do pai dele. Ele pediu pra gente tomar banho junto, e enquanto a gente se lavava, ele de brincadeira começou a meter o dedo na minha buceta, me fazendo me contorcer de prazer. Ele adora me ver assim excitada, ele disse. Quando se trocou, foi embora dizendo que agora não teria mais medo de me foder quantas vezes quisesse, porque eu tava protegida. E sem dizer mais nada, foi embora.
Naquela tarde, fiquei atordoada, exausta e confusa. O comentário que minha mãe fez fez tanto o Gonzalo quanto o Bruno se animarem a vir e me foder. bichos no cio, o que me dá prazer e uma certa excitação ao saber que os dois me dominam como uma putinha submissa.

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