Comi a gostosa de novo

Fim de semana prolongado, o sábado foi maneiro, mas no domingo tudo desandou com a chuva. Lá pelas 14h do domingo, chega uma notificação no Telegram.

"Sofi entrou no Telegram"

Fazia só dois dias que eu tinha estado com a Belu e a gente tinha decidido chamar a Sofi pra fazer um menage. Ainda não tinha pensado em como ia falar com ela.

Dois minutos depois, chega outra notificação no Telegram.

"Que dia de merda. Tô entediada em casa"

Minha mulher tava saindo pra encontrar as amigas e eu tinha umas horas livres. Esperei uns minutos e respondi.

"Quer que eu passe aí pra te pegar?"

A resposta veio na hora.

"Sim"

"OK, passo no café que fica a três quadras da sua casa, do lado da estação de trem. Passo às 15h."

"Te espero lá, quer que eu leve algo especial?"

"Me surpreenda"

Me troquei e fui pro carro. A casa do meu amigo é bem perto da minha, então cheguei uns minutos antes do previsto. Estacionei uns 20 metros do café e esperei. A Sofi chegou na hora, mandei uma mensagem e ela entrou no carro. A mina é esperta, naquele lugar não falou nada, sentou no banco da frente e me cumprimentou como se fosse a coisa mais inocente do mundo.

Liguei o carro e fui. O destino era o Hotel General Paz. Já tinha reservado o quarto principal, o da esquina, que tem dois andares, o melhor do melhor pra minha mina.

No primeiro semáforo, ela se aproximou e me deu um beijo de língua que me deixou sem ar. Passou a mão na minha pica por cima da calça e disse que tava feliz que eu queria vê-la de novo.

Ficamos conversando sobre a nossa parada até chegar, nada sério, nada pra contar aqui, só os limites e mais nada. Ao entrar no hotel, peguei a chave e me mandaram pra garagem correspondente. A cortina desceu atrás da gente e a gente desceu. Subimos as escadas pro quarto. Pelo olhar da Sofi, percebi que ela nunca tinha estado num hotel como aquele. A verdade é que tinha completado os 18 há menos de 10 dias. O mais provável é que nunca tenha estado num hotel.

Sofi percorreu o quarto com admiração. Avisei que tínhamos o quarto por 4 horas.

- OK, sobe na cama e me deixa me preparar.

Fui pro andar de cima, tirei a roupa e tomei um banho rápido. No criado-mudo coloquei o lubrificante, o mesmo dilatador anal que a gente tinha usado no nosso encontro anterior e várias camisinhas.

Saí do banho com a toalha na cintura, esperando a Sofi subir. A mina apareceu do banheiro de baixo e não acreditou. Tinha um conjunto de lingerie vermelho com a renda toda transparente, sem bordados. Dava pra ver a rachinha e os bicos. A calcinha fio-dental era minúscula, mal chegava na beirada da rachinha. Completou o conjunto com uns saltos agulha vermelhos e uma maquiagem que fazia ela parecer vários anos mais velha. Mas o melhor de tudo foi a atitude com que a mina subiu a escada até o andar de cima. Aquela gostosa tava pronta pra despachar uns 20 paus, pelo menos, parecia.

Sofi chegou perto e ficou colada em mim, mas não me beijou. Tirou a toalha e se ajoelhou sem hesitar. Pegou meu pau com a mão e começou a passar no rosto dela. Na mãozada foi ficando duro e quando tava quase pronto, ela meteu na boca e começou a chupar. No começo era muita linguada e passada nas bochechas, mas logo começou a chupar com vontade. Entre as chupadas, tirou os peitos pra fora do sutiã e continuou chupando. Deixei ela assim por um momento e depois levantei ela e trouxe pra perto de mim. A gente se beijou com intensidade e se jogou na cama. Eu embaixo e ela em cima. Ela passou as pernas pros lados e a gente se beijou um tempinho. Minhas mãos foram atrás da bunda da Sofi e fiquei um momento acariciando.

Quando a gente se separou, deitei ela de barriga pra cima e fui dar uma boa chupada de buceta. Ela tirou a calcinha fio-dental em dois movimentos e abriu bem as pernas. Vendo a predisposição, decidi meter a cara de uma vez e lamber ela. Tava molhadíssima. Não sei se ela se excitou me chupando a rola ou se bateu uma no banheiro antes de subir. Mas essa mina tava pronta. Fiquei saboreando a buceta dela por um tempo. Sofi apertava os peitos com as duas mãos e não parava de gemer.

De repente, deu vontade de começar a comer ela, então levantei ela da cama. Falei pra ela pegar as camisinhas, ela abriu e colocou com cuidado. Tirei o sutiã dela e virei ela. Ela ficou de quatro, com os joelhos na beirada da cama. Tava completamente nua, só de salto. Fiquei atrás dela e comecei a esfregar a rola na buceta. Pra cima e pra baixo, espalhando os próprios fluidos dela por toda a buceta. Nessa posição, dava pra ver a rachinha toda exposta, coroada pelo cu, bem fechadinho, embora um pouco menos do que da última vez que a gente ficou junto.

A rola entrou na buceta da Sofi. Juro que a diferença de temperatura era super perceptível. A cabeça, enfiada lá dentro, tava bem quentinha e isso me excitou pra caralho. Comecei a empurrar devagar e a rola entrou como se aquela buceta e minha rola fossem feitas sob medida. Fui até o fundo e comecei a bombar devagar, pra espalhar os suquinhos dela por todo o interior da buceta. Em menos de trinta segundos, a rola deslizava fácil, mesmo com aquela buceta apertada segurando com a força da juventude.

Comecei a meter fundo, começando com só a cabeça pra dentro, até bater na bunda dela. Cada enfiada era um êxtase, tanto na entrada quanto na saída. Pros dois.

Sofia gemia forte e eu sentia o roçar de cada rugosidade da cavidade dela na minha rola. Se eu não mudasse o ritmo, ia gozar rápido.

Puxei ela pra perto de mim, com força, e mudei pra uma bombada mais rápida e curta. Sofi me olhava com desejo. A mina tava adorando a foda que eu tava dando nela.

Me liguei. das tetas dela e comecei a ver se ela gostava de falar durante a foda.

- Nunca imaginei que você era tão puta, garota.

Sofi me olhou e, entre os gemidos, deixou escapar um sorriso.

- Sou a garota mais puta que você vai comer.

Comecei a meter mais forte, o PAP PAP PAP ecoava alto.

- Você gosta de transar assim, garota?

- Me dá mais forte, me dá mais forte.

Deixei ela cair na cama e agarrei ela pela cintura. Comecei a castigar ela de pirocada na buceta. Não dava pra meter mais forte do que já tava metendo.

Sofi gemia com força. Eu senti que não ia aguentar muito mais, então desci a mão na buceta dela e comecei a punhetar ela, tentando lubrificar bem meus dedos. Quando os dedos ficaram bem molhados, procurei o cu dela e comecei a fazer círculos com os dedos, pra relaxar um pouco. Ela se ajeitou e eu continuei procurando. Assim que consegui enfiar um dedo, comecei a remexer o buraco do cu dela, pra arrancar um orgasmo. Sofi começou a gozar quase na hora e gozou com força. Gemeu bem forte por uns segundos e desabou no colchão. Eu gozei uns segundos depois e me joguei do lado dela. Ficamos de conchinha, eu ainda dentro da buceta dela. Os dois sem fôlego. Eu abracei ela forte, segurando nas tetas lindas dela.

Eventualmente nos separamos, eu tirei a camisinha e joguei no lixo, Sofi se virou e me beijou.

- Adorei isso.

- O que você gostou?

- Tudo, transar, você me chamar de puta, enfiar um dedo na minha raba enquanto me comia, me meter tão forte.

- E você é puta ou só se faz?

Sofi riu e me deu outro beijo longo.

- Acho que sou bem puta, mas principalmente, adoro transar.

- Vamos lá, me conta o quanto você é puta.

Sofi me olhou nos olhos e um pouco da menina que ela tinha sido até pouco tempo atrás apareceu. Ela corou um pouco e desviou o olhar. Dei um beijo longo nela, acariciando as costas e descendo até a raba.

Quando paramos de nos beijar, olhei de novo nos olhos dela e perguntei:

- Quanto tempo faz que você transa?

- Que me comeram, faz pouco mais de um ano. Mas antes disso fiquei brincando um pouco. Mesmo assim, ninguém me fode como você me fode.

- Eu tenho mais de 25 anos de transa, Sofi, mas também comecei igual a você. No começo ninguém sabe.

Sofi se deitou na cama e tentou tirar os sapatos, mas eu a segurei.

- Você gosta que eu deixe eles?

- Sim, te deixam mais putinha.

Sofi me deu outro beijo.

- Então vou deixar.

Eu me estiquei até pegar o controle do sistema de vídeo. Uma tela gigante desceu do teto e um projetor ligou. Sofi se acomodou do meu lado pra assistir.

O vídeo começou com uma tela de seleção. Tinha vários filmes pornô pra escolher e coloquei um de um ménage. Um de duas mulheres e um homem.

Nós nos aninhamos juntos e assistimos. O filme, obviamente, não tinha história. Tinha um casal na casa, uma loira e um cara, e eles começam a transar, de repente chega outra garota, uma morena. Sofi olhava com atenção, fui passando a mão na virilha dela e ela não resistiu. Quando, na tela, a morena começou a chupar o pau do cara, Sofi já estava ronronando, enquanto eu a masturbava bem devagar.

- Você gosta disso, Sofi?

Ela me olhou com curiosidade.

- Claro que gosto. O cara é muito gostoso.

- É, pode ser, mas as garotas são mais lindas.

Naquele momento, na tela, a loira ficou de quatro e o cara começou a meter com vontade. Enquanto isso, a morena ficou na frente da loira com as pernas bem abertas. A loira começou a chupar a buceta dela com muita vontade.

Sofi continuava olhando com atenção. E eu achei que encontrei uma linha de diálogo que podia me levar aonde eu queria chegar.

- Você gosta disso? Digo, de ver duas garotas chupando a buceta uma da outra.

Sofi me olhou e disse:

- Claro que gosto. As duas são deliciosas.

- Sei lá, eu não curto ver dois caras se chupando a rola um do outro.

Bem na tela, a loira e a morena se ajoelhavam na frente do cara pra receber a porra.

- Olha – disse a Sofi – pra gente isso não é problema, na verdade, a gente curte bastante.

- Você faria? Comeria outra mulher?

- Se eu gostar, sim.

- Ok.

Comecei a bater uma pra ela com mais vontade, sentindo como ela ficava lubrificada. Sofi começou a procurar minha rola e começou a bater uma pra mim também. Deixei ela fazer e em poucos minutos ajeitei ela pra fazer um 69. Ela engoliu minha rola de uma vez. A buceta dela continuava tão gostosa quanto a da Belu. Que vontade de comer essas duas gostosas juntas.

De olho na tela, a loira e a morena limparam a porra do cara e mandaram ele embora de casa. Quando ficaram sozinhas, foram pro quarto e começaram a se acabar entre elas.

O clitóris da Sofi tava entre meus lábios e eu podia ver claramente a junção das duas bandas dela, bem entre essas bandas tava meu próximo alvo. Sofi alternava entre chupar minha rola e chupar minhas bolas. Reafirmo que essa mina sabe o que faz na cama.

Na tela, de algum lugar apareceu outro cara e se meteu entre a loira e a morena. De algum jeito, que eu não consegui ver, ele tinha começado a chupar o cu da loira. Virei a Sofi pro lado e coloquei ela de jeito pra ver a tela, enquanto eu me ajeitava atrás dela e começava a chupar a bunda dela.

Sofi olhava atenta pra tela. Lá, a loira abria as nádegas pra deixar o cu mais livre, na cama, Sofi fez o mesmo. Minha língua percorria o cuzinho dela de cima pra baixo, num momento, consegui enfiar um pouco a língua pra dentro e Sofi gemia mais alto.

Aproveitando a posição da Sofi, coloquei uma camisinha e meti na buceta dela. Enquanto isso, comecei a passar lubrificante no cu dela. Sofi se movia pra frente e pra trás, devagar, enquanto meus dedos lubrificados entravam no cu dela. Sofi não parava de olhar a filme, onde já tinham começado a meter na loira pelo cu. A morena, que estava no 69 embaixo da loira, ficou de quatro na frente da loira, que começou a chupar o cu dela enquanto levava no ânus.

Sofi já estava pronta. Tirei ela da buceta, tirei a camisinha e passei lubrificante na pica. Apoiei a cabeça no furinho e comecei a apertar com a cabeça, em poucos segundos, Sofi já tinha meia pica enfiada no cu. Comecei a me mexer dentro dela, devagar e colocando mais lubrificante. Na tela, a loira e a morena trocaram de lugar. Agora era a morena que tinha uma pica no rabo.

Sofi se tocava na buceta enquanto eu bombeava devagar, mais ou menos no mesmo ritmo que o cara na tela metia na morena. A loira tinha virado, se deitou na frente da morena e abriu as pernas dela. A morena mergulhou pra chupar a buceta dela.

- Você gosta disso, Sofi?

- Me excita pra caralho.

- Você gostaria de ter uma buceta pra comer aqui na sua frente?

- Sim. Enquanto você arrebenta meu cu, eu como uma buceta suculenta.

Continuei metendo. Na tela, o cara gozou nas costas da morena e a loira saiu desesperada pra lamber tudo que podia. Com a Sofi, a gente continuava fodendo. Sofi teve um orgasmo, mas eu ainda precisava de um pouco mais. Quando ela terminou de gozar, levantei ela da cama e a levei até a varanda que dava pro nível inferior, bem na frente da tela.

Fiquei atrás dela e enfiei de novo na raba, agora de pé. Dessa vez, os saltos altos valeram a pena, porque ajudaram a Sofi a ficar numa posição melhor, sem precisar ficar na ponta dos pés.

Agora comecei a meter sem freio. Bem forte. Sofi gemia alto. Não devemos ter chegado a três ou quatro minutos a mais, e eu gozei dentro dela. Me descarreguei totalmente dentro do cu dela. E fiquei ali, sem tirar.

Voltamos pra cama e nos deitamos. Descansamos um pouco e vimos as horas. Já tinham passado duas horas, ainda faltavam mais duas.

- Vamos tomar um banho? - falei pra Sofi.

- Posso tirar os sapatos pra gente tomar banho?

- Claro, Sofi.

Fomos pros chuveiros duplos, nos ensaboamos, nos beijamos um pouco, mas eu precisava de um respiro. Ela percebeu.

A gente se deu nosso tempo no banho. Pra ser sincero, tava muito bom.

- Escuta, Sofi. Que tal a gente voltar aqui no fim de semana que vem?

- Fim de semana que vem não dá, mas quem sabe durante a semana.

- OK, e mais uma coisa. Se eu arrumar outra mina, você topa?

Sofi me olhou estranha. Na cabeça dela, os neurônios estavam se conectando.

- Quem você vai trazer? A tia?

Eu quase soltei uma risada, quando percebi que a primeira resposta dela não foi "não".

- Não, Sofi, a tia não. Tenho uma mulher com quem me vejo direto. Já fizemos um menage com outro cara um tempo atrás e queríamos tentar com outra mulher.

Sofi continuava sem responder na hora, a inexperiência dela atrapalhava.

- Escuta, Sofi, se você não quiser, a gente não faz nada e pronto. Essa mina tem experiência, é muito gostosa e quer fazer um menage com outra garota, mas se você não quiser, não tem obrigação nenhuma, claro.

- Calma, não falei que não. Tô pensando. Quem é essa mulher?

- É uma amiga que conheço desde criança, há uns anos a gente se reencontrou e transa. Só isso.

- Eu conheço ela?

- Sim, não é alguém muito próxima, mas sim, a gente já se cruzou algumas vezes.

- Quem é?

- Não, só posso te falar quem é se você escolher fazer isso.

Sofi se adiantou, me deu um beijo de língua e, quando terminou, olhou nos meus olhos.

- Deixa eu pensar, não tô dizendo que não, mas me dá um pouco de medo.

Desligamos a água, nos secamos e fomos pra cama. Quando chegamos, Sofi calçou os sapatos de novo.

A gente tinha parado por quase meia hora e, com tanta conversa sobre o menage, eu tinha ficado excitado. Olhei pra Sofi e Eu disse:
- Chupa meu pau.

Sofi se ajeitou em cima de mim e enfiou meu pau na boca. Começou a chupar com gosto. Cada vez que chegava na ponta, fazia aquele barulhinho de sucção, que me deixava louco. Quando meu pau ficou bem duro, Sofi colocou uma camisinha, montou em mim e enfiou na buceta dela.

Ela começou a se mexer devagar, primeiro pra cima e pra baixo, mas logo achou o ritmo de balançar a cintura pra frente e pra trás. Eu fiquei hipnotizado pelos peitos firmes da gostosa. Não perdi a chance de acariciar, apertar e chupar eles.

Num momento, Sofi colou o peito no meu e deixou a bunda dela bem à mostra.

- Enfia um dedo no meu cu.

Comecei a esfregar o cu dela, enquanto a gente continuava se movendo. Um pouco de lubrificante e rapidamente, meu dedo médio direito entrou dentro de Sofi. Ela começou a se mexer com mais energia. O cuzinho apertado de Sofi brigava com meu dedo, mas eu conseguia me enfiar e explorar ele. Ficamos assim por uns minutos, até que Sofi quis virar.

Ela sentou em cima de mim, mas de frente pra frente. Enfiou meu pau de novo dentro dela, me dando uma vista sem igual da bunda linda dela. O cu ainda estava bem lubrificado, mas agora peguei o dilatador anal e comecei a enfiar devagar, sem muita resistência, até a metade. Segurei ali por um momento e puxei de volta. Depois enfiei de novo. Sofi continuava se mexendo com meu pau dentro dela. Seguimos assim, até que o dilatador ficou todo enfiado no cu dela. Só a base ficou pra fora. Quando isso aconteceu, forcei Sofi a deitar no meu peito, com as pernas esticadas pra frente. Os dois estávamos de barriga pra cima, nos movendo devagar.

- Enfia o pau no meu cu, por favor.

Sem mudar de posição, ela tirou o dilatador e enfiou meu pau no cu dela. A gente se moveu devagar até achar o ritmo e começou a acelerar. O espelho em cima da cama mostrava uma cena de filme. Sofi, completamente pelada, só com os sapatos vermelhos, transando gostoso. anal. Nenhum dos dois aguentou muito mais e a gente gozou com bem pouca diferença de tempo. Coloquei a Sofi de lado e fiquei de conchinha, com meu pau bem enfiado no cu dela.

Já era hora de ir se preparando pra sair. A gente se separou, a Sofi tirou a camisinha e limpou meu pau com a língua. Atitude foda da mina.

A gente se vestiu e foi pro carro. Deixei ela perto de onde peguei ela, e enquanto ela descia do carro eu falei:

- Tudo bem, Sofi?

Ela se virou, me deu uma olhadinha cúmplice e disse:

- Tô com a bunda doendo um pouco, mas quero mais.

Ela saiu do carro e começou a andar pra casa dela, mas depois de alguns metros virou e voltou pro carro. Achei que tinha esquecido alguma coisa dentro. Olhei o banco do carona, mas não tinha nada. Abri o vidro daquele lado.

- Quero ver como é com você e sua amante. Organiza e me avisa.

Eu não esperava que ela fosse tocar no assunto de novo. Falei que ia dar um jeito.

A Sofi foi embora, andando devagar pra casa dela.

Agora eu tinha que resolver tudo com a Belu.

2 comentários - Comi a gostosa de novo

huyyyyy..huuyyyyy.... seguilo..!!!
Hoy es viernes... Este fin de semana nos juntamos los tres. Al final Sofi pudo liberar su fin de semana. Gracias por comentar.