Minha própria filha sabia o que eu fazia, sabia da minha atual parceira. Nunca escondi nada de nenhuma delas, até contei detalhes sobre a mãe dela e o motivo de termos nos afastado. Ela sempre se mostrou bem madura, sempre deu o devido lugar à mãe e a mim, conseguindo manter a harmonia. Como comentei, as ligações enquanto eu trabalhava vinham cheias de fotos do dia a dia dela, algumas dela, algumas do marido, e fui conhecendo bem os dois.
Sendo caminhoneiro, temos jornadas bem longas, então nossas folgas são de 7 dias por mês. Nunca na vida eu tinha juntado esses dias, porque é bem puxado, mas dessa vez valia muito a pena. Uma viagenzinha pra Cuernavaca pra passar 3 dias com minha filha e o marido dela. Os planos estavam feitos, até com minha família atual ninguém desconfiava, porque pra eles era só ir ver os dois por dois dias. Então, sem problemas, viajei pra Cuernavaca. Já perto da casa da minha filha, estava cheio de nervosismo, mas ao mesmo tempo animado, não só pelo reencontro de tantos anos, mas por vê-la e imaginar tudo à primeira vista.
Ao chegar na casa dela e estacionar numa rua bem larga, onde várias casas estavam vazias, não tive problema nenhum pra deixar o caminhão, já que estava sem cabine. Levei uma série de presentes e mimos pra minha filha e o marido, como comida e umas bebidas. Ao chegar, minha surpresa foi maior: os dois estavam me esperando na porta. Quando desci, pude contemplar minha filha — ela era muito gostosa.
Lucia com uma calça cinza bem justa no corpo curvilíneo dela, marcando aquelas bundona e pernona que me deixavam louco de tesão. Do jeito que pude, escondi minha excitação, que só aumentava quando eu abraçava ela e sentia aquele cheiro de flores do campo misturado com a pele macia. Me senti muito bem, cheio de elogios da minha filha por me ver de novo, e do marido dela, felizes por me ter em casa. Os dois me convidaram pra ficar uma semana, mas eu falei que dava pra dois ou três dias, e eles aceitaram numa boa. Enquanto comíamos, conversávamos, até bebíamos um pouco, e o dia foi passando. O quarto que me deram era meio pequeno, mas confortável, com o essencial.
A parte boa é que o marido dela ia trabalhar, e ela tinha tirado uns dias pra ficar comigo em casa, o que me deixou muito feliz, porque eu podia passar mais tempo com a minha filha, admirando a beleza dela. A rotina era tomar café juntos, conversar, ajudar com as tarefas e sair pra comprar comida — isso depois de três dias, porque o que eu tinha trazido já dava pra alguns dias. Conforme os dias passavam, eu admirava a beleza da minha filha em várias situações. Primeiro...
De jeans bem justinhos no corpo, marcando a bunda dela lindamente, arrasando com blusas coladas.. Durante o almoço, a gente tocou em vários assuntos, mas pra não me alongar, cheguei no jeito dela se vestir. Ela se gabou, dizendo que adorava se arrumar porque o marido gostava de vê-la bem vestida e feliz. Aí, astutamente, elogiei esse senso comum dela, falei que qualquer roupa que ela vestisse já ficava gostosa. Ela me perguntou o que eu mais gostava, na minha opinião. Demorei pra responder e, do jeito mais direto e respeitoso, falei: "Shortinho cai bem em você, filha, e saia com esse calor te valoriza pra caralho." Ela ficou felizona e topou se arrumar ainda mais gostosa.. No dia seguinte, pude admirar com meus próprios olhos a beleza dela e aquelas pernudas que me deixavam louco.
Passava a tarde inteira admirando ela, desde as pernudas até a bunda dela, era um sonho pra mim. Várias vezes tive que ir no banheiro aliviar minha excitação e bater uma enquanto minha filha estava lá fora. Na real, eu não queria ir embora, então peguei os 7 dias pra ficar com ela. Minha esposa entendeu quando falei que ganharia mais grana dando tudo pra ela, sem mais nem menos, ela assimilou o processo e aceitou. No terceiro dia, depois de aceitar ficar com eles, eles aceitaram felizes e eu tive mais aproximação com minha filha, ajudando nas tarefas de casa, saindo pra comprar coisas e ela me mostrando os lugares por ali.
O jeito que eu tinha que esperar ela me deixar duro e ficar todo sem jeito ao falar quando saía com ela, vendo ela vestida daquele jeito do meu lado, era fatal. Eu tinha que sair correndo pro banheiro toda vez e soltar minha ferramenta, batendo uma punheta com força. Não aguentava tanta carne da minha filha. Excitado, encontrei o cesto de calcinhas fio dental da minha filha, recém-lavadas, e minha excitação foi maior ainda ao vê-las, cheirá-las e pegá-las.
Enquanto eu me masturbava com força, era uma excitação como nunca — algo que nunca tinha feito nem com minha esposa — mas a Rebeca me deixava com mais tesão a cada momento.
Minha pica ficava cada vez mais dura, a ponto de até eu me surpreender — nunca tinha visto ela daquele jeito. Minha excitação era tanta que eu queria fazer durar aquilo pra mim; aquilo era uma obra de arte. Minha pica crescia só de pensar que minha filha estava lá fora, rebolando aquela rabuda.
Aquela pernona dela, uff, mamasita, não aguentava mais isso, isso me matava. Mesmo ela me olhando com carinho e admiração, por dentro eu a via com vontade de provar e devorar ela, era uma delícia vê-la assim. No quarto dia, me sincronizei e falei com minha esposa, fiz minhas coisas no trailer e continuei admirando minha filha.
Imaginando que era minha esposa e que cozinhava pra mim, esse roleplay me agradava e me excitava. Ver ela de legging colada no corpo, ela nem percebia minha malícia — claro, nunca me comportei mal, mas vê-la assim me fazia tocar a rola enquanto ela estava de costas, percorrendo aquelas coxas grossas e a bunda dela. Ela me deixava chamar ela de "meu amor", e ela interpretava de outro jeito, enquanto eu, como já disse, imaginava que era minha esposa. Já tô doente, acho que a essa altura... No quinto dia, o marido dela folgou, então me convidaram pra um jogo de beisebol — puta que pariu, eles são muito fanáticos por lá. Mesmo não estando sozinho com ela, fiquei de olho nela o tempo todo pra conseguir tirar uma foto que ainda guardo.
Minha garota Rebeca curtindo a beleza dela no jogo.. Sem dúvida, os olhares eram todos pra Rebeca, o marido dela beijava ela e até segurava a cintura dela enquanto eu mantinha distância pra abraçar ela de vez em quando e pegar na mão dela durante o jogo, vendo aquele quadril dela saindo do banco e aquelas pernudas no esplendor delas, saindo do assento e se juntando com os nossos bancos, parecendo que ela tava sentada nos dois lugares ao mesmo tempo..
Naquele mesmo dia, chegando em casa pra jantar, consegui tirar uma foto de como ela tava gostosa. Acho que já tava se ajeitando pra dormir..
E recebendo uma foto de boa noite, papai descansa, te amo muito..
Lembra que mesmo que você precise ir, sempre serei sua filha e você será bem-vindo, sem dúvida. O dia de ir embora estava chegando... Mas o sétimo dia eu conto na próxima história... Valeu..
Sendo caminhoneiro, temos jornadas bem longas, então nossas folgas são de 7 dias por mês. Nunca na vida eu tinha juntado esses dias, porque é bem puxado, mas dessa vez valia muito a pena. Uma viagenzinha pra Cuernavaca pra passar 3 dias com minha filha e o marido dela. Os planos estavam feitos, até com minha família atual ninguém desconfiava, porque pra eles era só ir ver os dois por dois dias. Então, sem problemas, viajei pra Cuernavaca. Já perto da casa da minha filha, estava cheio de nervosismo, mas ao mesmo tempo animado, não só pelo reencontro de tantos anos, mas por vê-la e imaginar tudo à primeira vista.
Ao chegar na casa dela e estacionar numa rua bem larga, onde várias casas estavam vazias, não tive problema nenhum pra deixar o caminhão, já que estava sem cabine. Levei uma série de presentes e mimos pra minha filha e o marido, como comida e umas bebidas. Ao chegar, minha surpresa foi maior: os dois estavam me esperando na porta. Quando desci, pude contemplar minha filha — ela era muito gostosa.
Lucia com uma calça cinza bem justa no corpo curvilíneo dela, marcando aquelas bundona e pernona que me deixavam louco de tesão. Do jeito que pude, escondi minha excitação, que só aumentava quando eu abraçava ela e sentia aquele cheiro de flores do campo misturado com a pele macia. Me senti muito bem, cheio de elogios da minha filha por me ver de novo, e do marido dela, felizes por me ter em casa. Os dois me convidaram pra ficar uma semana, mas eu falei que dava pra dois ou três dias, e eles aceitaram numa boa. Enquanto comíamos, conversávamos, até bebíamos um pouco, e o dia foi passando. O quarto que me deram era meio pequeno, mas confortável, com o essencial.A parte boa é que o marido dela ia trabalhar, e ela tinha tirado uns dias pra ficar comigo em casa, o que me deixou muito feliz, porque eu podia passar mais tempo com a minha filha, admirando a beleza dela. A rotina era tomar café juntos, conversar, ajudar com as tarefas e sair pra comprar comida — isso depois de três dias, porque o que eu tinha trazido já dava pra alguns dias. Conforme os dias passavam, eu admirava a beleza da minha filha em várias situações. Primeiro...
De jeans bem justinhos no corpo, marcando a bunda dela lindamente, arrasando com blusas coladas.. Durante o almoço, a gente tocou em vários assuntos, mas pra não me alongar, cheguei no jeito dela se vestir. Ela se gabou, dizendo que adorava se arrumar porque o marido gostava de vê-la bem vestida e feliz. Aí, astutamente, elogiei esse senso comum dela, falei que qualquer roupa que ela vestisse já ficava gostosa. Ela me perguntou o que eu mais gostava, na minha opinião. Demorei pra responder e, do jeito mais direto e respeitoso, falei: "Shortinho cai bem em você, filha, e saia com esse calor te valoriza pra caralho." Ela ficou felizona e topou se arrumar ainda mais gostosa.. No dia seguinte, pude admirar com meus próprios olhos a beleza dela e aquelas pernudas que me deixavam louco.
Passava a tarde inteira admirando ela, desde as pernudas até a bunda dela, era um sonho pra mim. Várias vezes tive que ir no banheiro aliviar minha excitação e bater uma enquanto minha filha estava lá fora. Na real, eu não queria ir embora, então peguei os 7 dias pra ficar com ela. Minha esposa entendeu quando falei que ganharia mais grana dando tudo pra ela, sem mais nem menos, ela assimilou o processo e aceitou. No terceiro dia, depois de aceitar ficar com eles, eles aceitaram felizes e eu tive mais aproximação com minha filha, ajudando nas tarefas de casa, saindo pra comprar coisas e ela me mostrando os lugares por ali.
O jeito que eu tinha que esperar ela me deixar duro e ficar todo sem jeito ao falar quando saía com ela, vendo ela vestida daquele jeito do meu lado, era fatal. Eu tinha que sair correndo pro banheiro toda vez e soltar minha ferramenta, batendo uma punheta com força. Não aguentava tanta carne da minha filha. Excitado, encontrei o cesto de calcinhas fio dental da minha filha, recém-lavadas, e minha excitação foi maior ainda ao vê-las, cheirá-las e pegá-las.
Enquanto eu me masturbava com força, era uma excitação como nunca — algo que nunca tinha feito nem com minha esposa — mas a Rebeca me deixava com mais tesão a cada momento.
Minha pica ficava cada vez mais dura, a ponto de até eu me surpreender — nunca tinha visto ela daquele jeito. Minha excitação era tanta que eu queria fazer durar aquilo pra mim; aquilo era uma obra de arte. Minha pica crescia só de pensar que minha filha estava lá fora, rebolando aquela rabuda.
Aquela pernona dela, uff, mamasita, não aguentava mais isso, isso me matava. Mesmo ela me olhando com carinho e admiração, por dentro eu a via com vontade de provar e devorar ela, era uma delícia vê-la assim. No quarto dia, me sincronizei e falei com minha esposa, fiz minhas coisas no trailer e continuei admirando minha filha.
Imaginando que era minha esposa e que cozinhava pra mim, esse roleplay me agradava e me excitava. Ver ela de legging colada no corpo, ela nem percebia minha malícia — claro, nunca me comportei mal, mas vê-la assim me fazia tocar a rola enquanto ela estava de costas, percorrendo aquelas coxas grossas e a bunda dela. Ela me deixava chamar ela de "meu amor", e ela interpretava de outro jeito, enquanto eu, como já disse, imaginava que era minha esposa. Já tô doente, acho que a essa altura... No quinto dia, o marido dela folgou, então me convidaram pra um jogo de beisebol — puta que pariu, eles são muito fanáticos por lá. Mesmo não estando sozinho com ela, fiquei de olho nela o tempo todo pra conseguir tirar uma foto que ainda guardo.
Minha garota Rebeca curtindo a beleza dela no jogo.. Sem dúvida, os olhares eram todos pra Rebeca, o marido dela beijava ela e até segurava a cintura dela enquanto eu mantinha distância pra abraçar ela de vez em quando e pegar na mão dela durante o jogo, vendo aquele quadril dela saindo do banco e aquelas pernudas no esplendor delas, saindo do assento e se juntando com os nossos bancos, parecendo que ela tava sentada nos dois lugares ao mesmo tempo..
Naquele mesmo dia, chegando em casa pra jantar, consegui tirar uma foto de como ela tava gostosa. Acho que já tava se ajeitando pra dormir..
E recebendo uma foto de boa noite, papai descansa, te amo muito..
Lembra que mesmo que você precise ir, sempre serei sua filha e você será bem-vindo, sem dúvida. O dia de ir embora estava chegando... Mas o sétimo dia eu conto na próxima história... Valeu..
6 comentários - Me apaixonei pela minha própria filha parte 2