Claro que Eusébio, meu marido, não sabe de nada. Já estávamos há mais de cinco anos casados, sem que eu engravidasse, apesar das inúmeras tentativas que eu e meu marido fizemos, em várias ocasiões. Claro que conversei sobre isso com minha ginecologista, e ela me mandou fazer todos os exames possíveis e imagináveis. O resultado, uma vez e outra, era o mesmo: nas condições em que eu me encontrava, bastava meu marido me olhar para eu engravidar, a menos que o problema não estivesse em mim, mas nele, como depois se descobriu.
Logo depois de pedir ao Eusébio, inúmeras vezes, que fizesse um exame médico completo com um urologista, comentei com minha ginecologista, e ela me sugeriu que, depois que transássemos, eu desse um jeito de recolher da minha vulva, mesmo que fosse uma pequena quantidade de sêmen. Fiz isso com a maior facilidade e, tomando os cuidados necessários, no dia seguinte levei a amostra ao laboratório.
De fato, Eusébio era completamente estéril. Fisicamente, ele conseguia transar, mas do sêmen dele, jamais, nunca, nem eu nem nenhuma outra mulher poderia engravidar — não sei exatamente por qual condição. Eu me senti extremamente frustrada e com muita raiva do Eusébio, por causa do medo dele de fazer um exame médico.
Umas duas semanas depois que eu descobri tudo, graças à minha ginecologista, cheguei a pensar em pedir o divórcio do meu marido. Foi quando meu sogro ligou para meu marido dizendo que precisava passar alguns dias na nossa casa, enquanto resolvia uma papelada relacionada à fazenda dele.
Eu, sinceramente, não pretendia contar nada a ninguém, mas quando meu sogro chegou, começou a encher o saco com aquela história de quando eu ia engravidar. Isso me dava vontade de mandar ele pra puta que pariu, quando ele ficava com essa perguntinha chata, porque, sabendo como ele pensava, eu sabia que, para meu sogro e minha sogra, a responsável ou a culpada por não engravidar era eu. Naquele dia, enquanto Eusébio estava... numa viagem de negócios, e meu sogro estava pagando um empréstimo que o banco tinha feito. A única coisa que me veio à cabeça foi trabalhar no jardim do quintal. Então coloquei um shortinho bem curto e uma regata curta sem nada por baixo, pra me sentir bem gostosa e confortável. Já estava trabalhando quase a manhã toda, ajoelhada na terra enquanto transplantava umas flores, quando me senti observada. Sabendo que a única pessoa que podia ter chegado em casa era meu sogro, me movi devagar, bem devagar, pra ter certeza de quem era, e de fato o velho filho da puta estava com os olhos cravados na minha bunda.
Bom, é verdade que o shortinho que eu estava usando era extremamente curto, e grande parte da minha bunda ficava à vista de qualquer um. Pensei que também não era menos verdade que o maldito velho não devia ficar me olhando daquele jeito. Mas ao mesmo tempo, só pra sacanear, resolvi fazer ele passar vergonha. Então, em vez de continuar trabalhando no meio do quintal, juntei minhas ferramentas e fui fazer os transplantes de flores bem perto de onde ele estava.
Queria ver se ele ficava com vergonha, mas mal me coloquei de quatro na terra, a um metro de onde ele estava. Em vez de parar de olhar pra minha bunda ou ir embora, o pai do Eusébio puxou conversa. E foi direto: me perguntou o que eu ia fazer pra engravidar, como se a culpa fosse minha, obviamente. Não sei o que deu em mim, mas sem me levantar do chão, falei que pra informação dele, se eu não tinha engravidado, era só porque o Eusébio era completamente estéril.
No começo, o pai dele não acreditou, mas enquanto eu transplantava as flores, fui contando tudo. O velho filho da puta não teve escolha a não ser aceitar minha palavra. Mas, mesmo assim, o velho sem-vergonha não parou de me olhar nem por um segundo. as nalgas. Foi quando, no meio de tudo, eu disse pra ele: "Dá pra respeitar um pouco e tirar esses olhos da minha bunda?" Depois de falar isso, continuei transplantando as flores, quando de repente senti alguém agarrar minhas nalgas. A princípio, até pensei que fosse meu marido, mas quando virei pra ver e dei de cara com o pai dele, por um instante não soube o que fazer.
Claro que reagi: levantei e falei que ele tinha me desrespeitado. Meu sogro ficou me olhando dos pés à cabeça e disse: "Antes de fazer ou falar algo de que possa se arrepender depois, escuta a proposta que eu vou te fazer. Você sempre me atraiu, não vou negar. Então, que tal você deitar comigo, eu te engravido, e não contamos nada pro Eusébio? Além disso, fuck you, dou minha palavra que no testamento vou deixar a maior parte de tudo pro seu marido. O que você acha?"
A verdade é que minha primeira reação foi mandar o velho pra puta que pariu. Mas, por outro lado, eu já desconfiava que ele gostava de mim, pelo jeito que sempre me olhava quando eu e o filho dele éramos namorados. Além disso, ser infiel ao meu marido sempre foi uma das minhas fantasias mais loucas, mas quando ouvi a voz grossa do meu sogro me propondo deitar com ele, senti uma excitação tão grande que minha própria buceta ficou molhada na hora. Mas nem por isso eu ia aceitar na cara dura. Na verdade, minha intenção era botar ele pra fora de casa naquele instante e contar tudo pro Eusébio quando ele voltasse em dois dias.
Foi quando, de repente, meu sogro me puxou entre os braços fortes e peludos, me apertando contra o corpo dele, sem que eu tivesse chance de evitar. Ele me deu um beijo enorme, invadindo minha boca com a língua dele. Claro que tentei me soltar, mas quanto mais eu recusava, mais forte ele me beijava e me acariciava por todo lado. Até que eu não consegui mais resistir. E quando me entreguei nos braços fortes dele, ele parou de me beijar e disse: "O negócio do Eusébio é por culpa da família dele. Mãe. Meus cunhados nenhum tem filho, um porque é viado e não gosta de mulher, o outro virou padre que é quase a mesma coisa, e o terceiro já casou umas três vezes e nunca teve filho.
Eu não soube o que dizer, mas ele não parou de falar comigo, dizendo: "Quando quero um bom galo de briga, a primeira coisa que procuro é uma galinha que tenha coragem. Se a galinha é brava, tenho certeza que vou ter pelo menos um par de galos bons. A mesma coisa acontece com os touros de lida: se a novilha é brava, serve pra criar; senão, vendo pra carne. E você tem boa aparência, e eu sei que vai dar bons filhos." Depois de falar isso, me deu outro beijo tremendo que chegou até o tutano dos meus ossos.
Então, quando terminou de me beijar, me segurando firme por uma das mãos, me levou pro quarto dele, e eu segui ele obedientemente. Já no quarto, ele mesmo tirou minha camiseta, deixando meus peitos de fora, e sem demora mas sem pressa, começou a beijar e chupar meus bicos duros. Ao mesmo tempo, com as mãos, abriu o botão do meu shortinho, puxou o zíper e, sem muito esforço, ele deslizou até o chão do quarto. Fiquei completamente pelada na frente do meu sogro, que continuou me beijando e acariciando todo meu corpo nu.
Eu, por um lado, queria sair correndo daquele quarto, mas o toque gostoso dos dedos e da boca dele na minha pele me segurava. Até que ele me empurrou de leve e eu caí sentada na cama. Depois, separando meus joelhos com as mãos grossas dele, enfiou o rosto entre minhas pernas e, com a boca, lábios, dentes e língua, me deu um prazer que até aquele momento era totalmente desconhecido pra mim. Porque meu Eusébio nunca, jamais chegou nem a insinuar algo assim. Enquanto mantinha minhas pernas abertas, meu sogro foi lambendo, mordiscando e chupando minha buceta toda. Eu curti pra caralho. Os dedos dele apertavam... Suavemente no meu clitóris, quando não era que eu chupava gostosamente com a boca dele. Enquanto eu me derretia de prazer, a ponto de, pela primeira vez na vida, aproveitar um orgasmo tremendo produzido daquela maneira tão especial, então, sem vergonha alguma, quase gritando, falei para ele: "Mete o teu pau em mim agora."
Eu não tinha percebido, por estar curtindo o prazer que meu sogro me dava com a boca, mas ele já tinha abaixado a calça e a cueca que usava. Então, quando com o corpo dele começou a cobrir o meu, imediatamente comecei a sentir como o pau grosso, comprido e cheio de veias foi penetrando a minha buceta molhada. Meu sogro não parou de me beijar ardentemente ou de chupar ou mordiscar divinamente meus peitos duros.
Por um instante, enquanto comecei a rebolar com todo gosto, de repente me senti uma puta pervertida, que estava sendo infiel ao coitado do meu marido, e para piorar, com o próprio pai dele. Mas o prazer que sentia era tão intenso que qualquer peso na consciência que tive naqueles momentos desapareceu como num passe de mágica. O que eu desejava e queria era continuar curtindo o que estávamos fazendo, além disso, algo bem dentro de mim dizia que, sem dúvida, eu ia acabar engravidando do meu próprio sogro.
Naquela tarde, na cama dele, fizemos de tudo. Depois que eu novamente aproveitei, coisa rara em mim, múltiplos orgasmos, e meu sogro, ao chegar ao clímax, derramou dentro da minha vulva uma grande quantidade do seu esperma quente. Meu sogro, depois de tirar o resto da roupa, colocou o pau murcho na frente do meu rosto, e, embora nunca antes, nem mesmo Eusébio tivesse insinuado que eu chupasse ele, ao ver o rosto do meu sogro, entendi qual era o desejo dele. Então, submissamente, abri minha boca e me dediquei a chupar o membro dele.
Em questão de poucos segundos, aquela coisa murcha e caída se encheu de vida, e depois de alguns instantes, eu já estava chupando o pau ereto e grosso dele, além de, em certos momentos, Tirei ele da boca, e até cheguei a lamber as bolas enrugadas e peludas dele. Eu tava super inspirada chupando aquela pica enorme, ouvindo ele dizer como eu mamava bem o pau dele, quando de repente meu sogro falou: "Evangelina, prepara essa bunda apertada."
A verdade é que, como vocês podem imaginar, Eusébio nunca, em três anos de namoro e cinco de casados, jamais tinha se atrevido nem a insinuar que a gente fizesse isso. Então, quando meu sogro tirou a pica ereta da minha boca e se posicionou atrás de mim, eu simplesmente me resignei ao que viesse. Não vou negar que no começo doeu, e muito. Mas assim que senti o pau inteiro dentro do meu corpo, e uma das mãos dele se enfiou na minha buceta, aquela dor forte deu lugar a um prazer diferente de tudo que eu já tinha sentido antes. Naquela tarde, na cama do meu sogro, a primeira surpresa fui eu, pedindo pra ele meter mais e mais forte. Sem parar, eu sentia a pica do meu sogro entrando e saindo uma e outra vez entre minhas nádegas apertadas, enquanto eu rebolava igual uma puta.
Quando terminamos, ficamos os dois deitados na cama dele, até que um tempo depois ele me deu um tapa quente na bunda e disse: "Toma um banho e se veste, que vamos sair pra jantar fora." Não sei o que deu em mim, mas agi como uma colegial apaixonada: tomei um banho rápido, me limpei e, enquanto pensava em que vestido usar, Eusébio ligou. Ele disse que o pai dele tinha falado com ele por telefone e contado que, como eu tinha trabalhado no jardim a tarde toda, ia me convidar pra comer fora.
Claro que Eusébio topou, e ainda recomendou que a gente fosse a um lugar onde o pessoal dança, mas que serve uns assados de carne na brasa sensacionais. Naquela noite, meu sogro e eu, além de dançar e beber, curtimos uma comida deliciosa, mas o melhor aconteceu quando voltamos pra casa, porque meu sogro voltou... me fazer gozar com um sexo gostoso e selvagem.
Tipo, na semana que meu sogro voltou pra fazenda dele, só pra não ficar sem fazer, fiz um teste de gravidez, que deu positivo. Claro que Eusébio assumiu que era o pai, não tinha como pensar outra coisa. Lá pelos três meses de gravidez, meu sogro veio nos visitar de novo. E logo depois que meu marido foi trabalhar, eu tava na cozinha, quando senti meu sogro me abraçar por trás. Larguei o que tava na mão e, quando me virei, ele me deu um beijo daqueles, enquanto enfiava uma das mãos dentro do roupão caseiro que eu tava usando na hora, com carinho acariciou minha barriga inchada, e falou no meu ouvido enquanto continuava me beijando, te garanto que é um menino.
Sem mais nem menos, meu sogro me levou pra minha própria cama, e depois de tirar ele mesmo o roupão que eu tava vestindo, como eu não tinha mais nada por baixo, ele ficou olhando meu corpo pelado, aí começou a acariciar minha barriga, e até beijou ela um monte de vezes. Fui eu que chamei ele pra deitar na cama comigo. Depois disso, ele propôs pro meu marido que eu fosse com ele pra fazenda, que minha sogra e ele iam cuidar de mim como uma rainha. E foi verdade mesmo. De noite, quando minha sogra tomava os remédios pra dormir e depois se deitava, meu sogro vinha me visitar na cama.
Já fazem vários anos disso, e agora tô esperando nosso quarto filho, coisa que Eusébio vive agradecendo a Deus, claro que sem saber que ele teve uma ajudinha do próprio pai.
Logo depois de pedir ao Eusébio, inúmeras vezes, que fizesse um exame médico completo com um urologista, comentei com minha ginecologista, e ela me sugeriu que, depois que transássemos, eu desse um jeito de recolher da minha vulva, mesmo que fosse uma pequena quantidade de sêmen. Fiz isso com a maior facilidade e, tomando os cuidados necessários, no dia seguinte levei a amostra ao laboratório.
De fato, Eusébio era completamente estéril. Fisicamente, ele conseguia transar, mas do sêmen dele, jamais, nunca, nem eu nem nenhuma outra mulher poderia engravidar — não sei exatamente por qual condição. Eu me senti extremamente frustrada e com muita raiva do Eusébio, por causa do medo dele de fazer um exame médico.
Umas duas semanas depois que eu descobri tudo, graças à minha ginecologista, cheguei a pensar em pedir o divórcio do meu marido. Foi quando meu sogro ligou para meu marido dizendo que precisava passar alguns dias na nossa casa, enquanto resolvia uma papelada relacionada à fazenda dele.
Eu, sinceramente, não pretendia contar nada a ninguém, mas quando meu sogro chegou, começou a encher o saco com aquela história de quando eu ia engravidar. Isso me dava vontade de mandar ele pra puta que pariu, quando ele ficava com essa perguntinha chata, porque, sabendo como ele pensava, eu sabia que, para meu sogro e minha sogra, a responsável ou a culpada por não engravidar era eu. Naquele dia, enquanto Eusébio estava... numa viagem de negócios, e meu sogro estava pagando um empréstimo que o banco tinha feito. A única coisa que me veio à cabeça foi trabalhar no jardim do quintal. Então coloquei um shortinho bem curto e uma regata curta sem nada por baixo, pra me sentir bem gostosa e confortável. Já estava trabalhando quase a manhã toda, ajoelhada na terra enquanto transplantava umas flores, quando me senti observada. Sabendo que a única pessoa que podia ter chegado em casa era meu sogro, me movi devagar, bem devagar, pra ter certeza de quem era, e de fato o velho filho da puta estava com os olhos cravados na minha bunda.
Bom, é verdade que o shortinho que eu estava usando era extremamente curto, e grande parte da minha bunda ficava à vista de qualquer um. Pensei que também não era menos verdade que o maldito velho não devia ficar me olhando daquele jeito. Mas ao mesmo tempo, só pra sacanear, resolvi fazer ele passar vergonha. Então, em vez de continuar trabalhando no meio do quintal, juntei minhas ferramentas e fui fazer os transplantes de flores bem perto de onde ele estava.
Queria ver se ele ficava com vergonha, mas mal me coloquei de quatro na terra, a um metro de onde ele estava. Em vez de parar de olhar pra minha bunda ou ir embora, o pai do Eusébio puxou conversa. E foi direto: me perguntou o que eu ia fazer pra engravidar, como se a culpa fosse minha, obviamente. Não sei o que deu em mim, mas sem me levantar do chão, falei que pra informação dele, se eu não tinha engravidado, era só porque o Eusébio era completamente estéril.
No começo, o pai dele não acreditou, mas enquanto eu transplantava as flores, fui contando tudo. O velho filho da puta não teve escolha a não ser aceitar minha palavra. Mas, mesmo assim, o velho sem-vergonha não parou de me olhar nem por um segundo. as nalgas. Foi quando, no meio de tudo, eu disse pra ele: "Dá pra respeitar um pouco e tirar esses olhos da minha bunda?" Depois de falar isso, continuei transplantando as flores, quando de repente senti alguém agarrar minhas nalgas. A princípio, até pensei que fosse meu marido, mas quando virei pra ver e dei de cara com o pai dele, por um instante não soube o que fazer.
Claro que reagi: levantei e falei que ele tinha me desrespeitado. Meu sogro ficou me olhando dos pés à cabeça e disse: "Antes de fazer ou falar algo de que possa se arrepender depois, escuta a proposta que eu vou te fazer. Você sempre me atraiu, não vou negar. Então, que tal você deitar comigo, eu te engravido, e não contamos nada pro Eusébio? Além disso, fuck you, dou minha palavra que no testamento vou deixar a maior parte de tudo pro seu marido. O que você acha?"
A verdade é que minha primeira reação foi mandar o velho pra puta que pariu. Mas, por outro lado, eu já desconfiava que ele gostava de mim, pelo jeito que sempre me olhava quando eu e o filho dele éramos namorados. Além disso, ser infiel ao meu marido sempre foi uma das minhas fantasias mais loucas, mas quando ouvi a voz grossa do meu sogro me propondo deitar com ele, senti uma excitação tão grande que minha própria buceta ficou molhada na hora. Mas nem por isso eu ia aceitar na cara dura. Na verdade, minha intenção era botar ele pra fora de casa naquele instante e contar tudo pro Eusébio quando ele voltasse em dois dias.
Foi quando, de repente, meu sogro me puxou entre os braços fortes e peludos, me apertando contra o corpo dele, sem que eu tivesse chance de evitar. Ele me deu um beijo enorme, invadindo minha boca com a língua dele. Claro que tentei me soltar, mas quanto mais eu recusava, mais forte ele me beijava e me acariciava por todo lado. Até que eu não consegui mais resistir. E quando me entreguei nos braços fortes dele, ele parou de me beijar e disse: "O negócio do Eusébio é por culpa da família dele. Mãe. Meus cunhados nenhum tem filho, um porque é viado e não gosta de mulher, o outro virou padre que é quase a mesma coisa, e o terceiro já casou umas três vezes e nunca teve filho.
Eu não soube o que dizer, mas ele não parou de falar comigo, dizendo: "Quando quero um bom galo de briga, a primeira coisa que procuro é uma galinha que tenha coragem. Se a galinha é brava, tenho certeza que vou ter pelo menos um par de galos bons. A mesma coisa acontece com os touros de lida: se a novilha é brava, serve pra criar; senão, vendo pra carne. E você tem boa aparência, e eu sei que vai dar bons filhos." Depois de falar isso, me deu outro beijo tremendo que chegou até o tutano dos meus ossos.
Então, quando terminou de me beijar, me segurando firme por uma das mãos, me levou pro quarto dele, e eu segui ele obedientemente. Já no quarto, ele mesmo tirou minha camiseta, deixando meus peitos de fora, e sem demora mas sem pressa, começou a beijar e chupar meus bicos duros. Ao mesmo tempo, com as mãos, abriu o botão do meu shortinho, puxou o zíper e, sem muito esforço, ele deslizou até o chão do quarto. Fiquei completamente pelada na frente do meu sogro, que continuou me beijando e acariciando todo meu corpo nu.
Eu, por um lado, queria sair correndo daquele quarto, mas o toque gostoso dos dedos e da boca dele na minha pele me segurava. Até que ele me empurrou de leve e eu caí sentada na cama. Depois, separando meus joelhos com as mãos grossas dele, enfiou o rosto entre minhas pernas e, com a boca, lábios, dentes e língua, me deu um prazer que até aquele momento era totalmente desconhecido pra mim. Porque meu Eusébio nunca, jamais chegou nem a insinuar algo assim. Enquanto mantinha minhas pernas abertas, meu sogro foi lambendo, mordiscando e chupando minha buceta toda. Eu curti pra caralho. Os dedos dele apertavam... Suavemente no meu clitóris, quando não era que eu chupava gostosamente com a boca dele. Enquanto eu me derretia de prazer, a ponto de, pela primeira vez na vida, aproveitar um orgasmo tremendo produzido daquela maneira tão especial, então, sem vergonha alguma, quase gritando, falei para ele: "Mete o teu pau em mim agora."
Eu não tinha percebido, por estar curtindo o prazer que meu sogro me dava com a boca, mas ele já tinha abaixado a calça e a cueca que usava. Então, quando com o corpo dele começou a cobrir o meu, imediatamente comecei a sentir como o pau grosso, comprido e cheio de veias foi penetrando a minha buceta molhada. Meu sogro não parou de me beijar ardentemente ou de chupar ou mordiscar divinamente meus peitos duros.
Por um instante, enquanto comecei a rebolar com todo gosto, de repente me senti uma puta pervertida, que estava sendo infiel ao coitado do meu marido, e para piorar, com o próprio pai dele. Mas o prazer que sentia era tão intenso que qualquer peso na consciência que tive naqueles momentos desapareceu como num passe de mágica. O que eu desejava e queria era continuar curtindo o que estávamos fazendo, além disso, algo bem dentro de mim dizia que, sem dúvida, eu ia acabar engravidando do meu próprio sogro.
Naquela tarde, na cama dele, fizemos de tudo. Depois que eu novamente aproveitei, coisa rara em mim, múltiplos orgasmos, e meu sogro, ao chegar ao clímax, derramou dentro da minha vulva uma grande quantidade do seu esperma quente. Meu sogro, depois de tirar o resto da roupa, colocou o pau murcho na frente do meu rosto, e, embora nunca antes, nem mesmo Eusébio tivesse insinuado que eu chupasse ele, ao ver o rosto do meu sogro, entendi qual era o desejo dele. Então, submissamente, abri minha boca e me dediquei a chupar o membro dele.
Em questão de poucos segundos, aquela coisa murcha e caída se encheu de vida, e depois de alguns instantes, eu já estava chupando o pau ereto e grosso dele, além de, em certos momentos, Tirei ele da boca, e até cheguei a lamber as bolas enrugadas e peludas dele. Eu tava super inspirada chupando aquela pica enorme, ouvindo ele dizer como eu mamava bem o pau dele, quando de repente meu sogro falou: "Evangelina, prepara essa bunda apertada."
A verdade é que, como vocês podem imaginar, Eusébio nunca, em três anos de namoro e cinco de casados, jamais tinha se atrevido nem a insinuar que a gente fizesse isso. Então, quando meu sogro tirou a pica ereta da minha boca e se posicionou atrás de mim, eu simplesmente me resignei ao que viesse. Não vou negar que no começo doeu, e muito. Mas assim que senti o pau inteiro dentro do meu corpo, e uma das mãos dele se enfiou na minha buceta, aquela dor forte deu lugar a um prazer diferente de tudo que eu já tinha sentido antes. Naquela tarde, na cama do meu sogro, a primeira surpresa fui eu, pedindo pra ele meter mais e mais forte. Sem parar, eu sentia a pica do meu sogro entrando e saindo uma e outra vez entre minhas nádegas apertadas, enquanto eu rebolava igual uma puta.
Quando terminamos, ficamos os dois deitados na cama dele, até que um tempo depois ele me deu um tapa quente na bunda e disse: "Toma um banho e se veste, que vamos sair pra jantar fora." Não sei o que deu em mim, mas agi como uma colegial apaixonada: tomei um banho rápido, me limpei e, enquanto pensava em que vestido usar, Eusébio ligou. Ele disse que o pai dele tinha falado com ele por telefone e contado que, como eu tinha trabalhado no jardim a tarde toda, ia me convidar pra comer fora.
Claro que Eusébio topou, e ainda recomendou que a gente fosse a um lugar onde o pessoal dança, mas que serve uns assados de carne na brasa sensacionais. Naquela noite, meu sogro e eu, além de dançar e beber, curtimos uma comida deliciosa, mas o melhor aconteceu quando voltamos pra casa, porque meu sogro voltou... me fazer gozar com um sexo gostoso e selvagem.
Tipo, na semana que meu sogro voltou pra fazenda dele, só pra não ficar sem fazer, fiz um teste de gravidez, que deu positivo. Claro que Eusébio assumiu que era o pai, não tinha como pensar outra coisa. Lá pelos três meses de gravidez, meu sogro veio nos visitar de novo. E logo depois que meu marido foi trabalhar, eu tava na cozinha, quando senti meu sogro me abraçar por trás. Larguei o que tava na mão e, quando me virei, ele me deu um beijo daqueles, enquanto enfiava uma das mãos dentro do roupão caseiro que eu tava usando na hora, com carinho acariciou minha barriga inchada, e falou no meu ouvido enquanto continuava me beijando, te garanto que é um menino.
Sem mais nem menos, meu sogro me levou pra minha própria cama, e depois de tirar ele mesmo o roupão que eu tava vestindo, como eu não tinha mais nada por baixo, ele ficou olhando meu corpo pelado, aí começou a acariciar minha barriga, e até beijou ela um monte de vezes. Fui eu que chamei ele pra deitar na cama comigo. Depois disso, ele propôs pro meu marido que eu fosse com ele pra fazenda, que minha sogra e ele iam cuidar de mim como uma rainha. E foi verdade mesmo. De noite, quando minha sogra tomava os remédios pra dormir e depois se deitava, meu sogro vinha me visitar na cama.
Já fazem vários anos disso, e agora tô esperando nosso quarto filho, coisa que Eusébio vive agradecendo a Deus, claro que sem saber que ele teve uma ajudinha do próprio pai.
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