Emputecida pelos amigos do meu filho (Parte 5)

Era uma nova fase. Eu me sentia poderosa. Com algumas decisões, virei o jogo. Os caras iam pensar duas vezes da próxima vez antes de botar um dedo em mim. Finalmente tinha imposto um limite e assim evitava que a coisa fosse pro caralho. Tá bem, tecnicamente eu tinha sido infiel, porque em várias ocasiões deixei as mãos daqueles adolescentes se aventurarem em áreas onde não devia permitir. E ainda por cima o Noah tinha me beijado. Mas enquanto não me penetrassem, dava pra ter a consciência tranquila o suficiente pra dormir bem à noite.Emputecida pelos amigos do meu filho (Parte 5)E ainda assim, não conseguia aproveitar plenamente a sensação de libertação, porque nos dias seguintes fiquei esperando receber uma ligação da escola, ou, pior ainda, uma visita da polícia. Embora soubesse que o Bautista merecia um belo de um castigo, não conseguia evitar me sentir angustiada pelo futuro que o esperava. Além disso, não podia ignorar o detalhe óbvio de que eu era a mãe dele e, portanto, a responsável pelo monstro em que ele se transformou. Também me senti tentada várias vezes a encará-lo e dar uma bronca por tudo que ele tinha feito. E várias vezes adiei isso pra depois. Acho que tinha a ideia absurda de deixar toda essa história pra trás, sem precisar fazer um escândalo. Na verdade, ansiava que meu filho aprendesse a lição e caísse em si, e finalmente desistisse daquelas ideias obsessivas que ele tinha, e que fizesse tudo isso por conta própria, me poupando de ter que enfrentar aquilo que me dava tanto medo.

>>Mas pra começar, os dias passavam e eu não recebia aquela ligação nem aquela visita que tanto temia. O Bautista parecia agir com toda a normalidade, fingindo que não sabia que os amigos dele tinham ficado na vontade de me comer, coisa que obviamente ele sabia. A naturalidade com que ele fazia o papel de criança inocente não parava de me surpreender. Tinha o inimigo dentro de casa. Isso me fazia tremer de nervoso.vadiaEu, por minha vez, me mostrei mais séria e severa com ele, mas não adiantou nada, ele nem me perguntou por que eu estava assim. Tudo indicava que o Luca e o Noah tinham decidido não vazar o vídeo. Talvez tenham percebido que não fazia sentido ferrar quem, no fim das contas, tinha sido fiel a eles. — Essa loucura já acabou — falei em voz alta.

Eu estava na cozinha, assando um bolo de chocolate. Não era incomum eu falar sozinha, ainda mais quando não tinha ninguém em casa. A manhã costumava ser só minha, porque o Bauti estava na escola e o Miguel no trabalho. E a cozinha era algo terapêutico pra mim. Minhas reflexões mais profundas aconteciam nesses momentos.

Enquanto deixava o bolo assar, coloquei uma música. Pensei nos amigos do meu filho. Eram uns delinquentes e uns moleques com a moral muito baixa. Mas não conseguia deixar de admirá-los por terem ido tão longe. Será que tinham se metido em tanta enrascada só pra ficar comigo? Tinha certeza de que podiam levar pra cama qualquer uma das colegas de classe. Garotos bonitos e arrogantes eram como semideuses na adolescência. Mas eles me queriam. Eram obcecados por mim.amigosEntão me dei conta de que tinha deixado passar algo importantíssimo. Será que eu ia ser tão ingênua a ponto de achar que não divulgaram o vídeo só por consideração ao meu filho? Não seria mais lógico pensar que o Bauti tinha acalmado a raiva dele com uma nova promessa? Claro, essa era a dedução mais sensata. Meu filho estava tramando alguma coisa, mais uma vez. E se ele já tinha se atrevido tanto no primeiro plano, até onde ele seria capaz de chegar dessa vez? A ideia me fazia tremer dos pés à cabeça.

>>Mesmo assim, nem a indignação nem a raiva vieram à tona naquele momento. Até instantes atrás, eu tinha certeza de que finalmente tinha me livrado deles, mas agora percebia que eles continuariam atrás de mim, me espreitando até encontrar o momento certo para cair em cima de mim. Procurando meu ponto fraco, para explorá-lo ao máximo. Lembrei das mãos de Noah nas minhas coxas. Podia ser que os caras adorassem acariciar minha bunda, mas o que me deixava louca era sentir dedos ágeis esfregando de leve minhas pernas, e o Noah, sem saber, tinha me agradado. Lembrei da minha tentativa inútil de abaixar minha saia, enquanto ele continuava levantando.rabao>>Então, instintivamente, comecei a levantar a saia que eu tava usando naquele momento. Uma cor creme, mais comprida e solta que a da outra vez. Tava excitadíssima, óbvio. Baixei a calcinha até os joelhos e meti a mão por baixo da saia. Meus dedos encontraram logo a buceta. Tava molhadinha. Percebi que aquela umidade não era só dos últimos instantes, quando lembrei com gosto das mãos do Noah nas minhas coxas, mas sim desde o minuto um, quando comecei a pensar na parada dos amiguinhos chantagistas.milfMe masturbei ali, apoiada na bancada. Já que tinha me perdido na imoralidade, deixei minha imaginação solta e recriei na minha cabeça uma cena que poderia ter acontecido numa realidade paralela. Eu, sem saber da intervenção do Bautista, Noah e Luca me mostrando o vídeo, meu marido ainda a duas horas de voltar, os adolescentes se aproximando de mim, me apalpando. Primeiro eu negaria, obviamente, mas a consequência da minha recusa, junto com as mãos insistentes deles enfiando por dentro da minissaia, acabariam fazendo com que eu me rendesse. Obrigada, encurralada entre a espada e a parede, sem encontrar desculpas nem forças para recusá-los, mas entregue no fim das contas. Como esses garotos me comeriam? Não podiam ter muita experiência, mas com certeza teriam uma energia que eu não sentia no meu corpo há mais de dez anos. Eles me montariam com selvageria, com seus paus incrivelmente duros, tão duros como só os paus de garotos da idade deles ficam. Dois homenzinhos desajeitados, mas com muita imaginação, e com energia de touros.cuck


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filhoEntão senti os músculos da minha pelve se contraírem uma e outra vez, ritmicamente. O orgasmo foi tão intenso que minhas pernas tremeram e meu corpo parecia não aguentar mais. Minhas costas deslizaram lentamente pela bancada, e minha bunda acabou tocando o chão. Terminei no chão, ofegante, sentindo o relaxamento em todos os músculos, enquanto o prazer do clímax ia diminuindo devagar, ainda se manifestando em leves espasmos que percorriam todo o meu corpo.

—Seus merdas, arruinaram minha vida — falei.

Por sorte, tinha programado o forno para desligar na hora certa, senão o bolo teria queimado. A saia amassada e a calcinha no tornozelo ficaram assim por uns minutos, até eu recuperar energia suficiente para me levantar.

A sensação de que estava perdida foi crescendo ao longo do dia. O grave não era que eles não fossem parar. O grave era que eu mesma sentia um prazer perverso em saber que era a obsessão sexual de uns adolescentes que poderiam ser meus filhos.

Na hora do lanche, já com o Bauti em casa, puxei conversa com ele.

—Bauti… e as meninas, como é que tá? — perguntei.

Embora fosse meio antissocial, ele era muito gostoso. E não digo isso só por ser mãe. Com aqueles olhos azuis, já podia encantar qualquer mina. Ele tinha herdado de mim, mas os dele eram bem mais intensos. Não tinha o físico tão desenvolvido quanto o Noah, mas dava pra ver que malhava direto. Tinha um rosto lindo, talvez meio afeminado, mas lindo mesmo assim.

—E as meninas? — ele repetiu. Me irritava quando respondia com outra pergunta — Sei lá.

Levou uma torrada à boca, mordeu um pedaço enorme e começou a mastigar devagar. Dava toda a impressão de que não queria papo. Mas eu não tava nem aí. Já tava cansada de ele achar que as coisas iam sempre rolar do jeito que ele queria.

—Mas deve ter alguma que você curte, né? — insisti — Já beijou alguém? Com muitas garotas? Alguma garota da escola, talvez. Ou alguém que você conheceu naquela festa outro dia. Ela me olhou como se tentasse adivinhar o que eu estava tramando. A verdade é que eu só queria conhecer melhor meu filho. Já tinha falhado nisso por muito tempo. — Com algumas — disse ele, finalmente. — Mas não. Não tem nenhuma que me interesse em particular. Além disso… eu gosto mais das mais velhas — acrescentou. >>Quando ele disse isso, me olhou de cima a baixo, e eu juraria que ele parou uns instantes nos meus peitos. Será que eu era o modelo de beleza que ele usava pra escolher uma mulher? Não seria o primeiro homem com complexo de Édipo. De repente, me senti aliviada. Será que era só isso? Um complexo de Édipo comum e corriqueiro? No entanto, se eu pensava nos planos que ele tinha com os amigos, a coisa tomava rumos mais tortuosos. Rumos que eu tinha me recusado a seguir até agora.humilhacaoEstive a ponto de perguntar que tamanho ele gostava. Mas a resposta era óbvia, então não falei nada sobre isso.
—Mas isso não é certo. Você deveria experimentar a sexualidade com garotas da sua idade — argumentei.
—Mas mulheres da sua idade... como você... têm muita experiência. Não? Preferiria uma assim — ele disse.
“Como você”, repeti na minha cabeça. Um pensamento que ecoou por um tempo.
—E... já teve intimidade com alguma garota? — perguntei, fingindo que não dava importância àquela frase— Sabe sobre DSTs?
—Sim. Sei sobre doenças sexualmente transmissíveis — afirmou—. E... não. Nunca transei com nenhuma garota — completou depois, com um certo tom de vergonha.
—É normal. Não se deixe pressionar por esses seus amigos que com certeza já têm experiência com mulheres. Cada um tem seu tempo.
Mal terminei de dizer isso, percebi meu erro. E ele não deixou passar.
—E como você sabe que Noah e Luca já tiveram experiências sexuais? — perguntou Bauti.
Fiquei ridiculamente nervosa. Como eu sabia? Pelo jeito de me tocar, respondi a mim mesma. Embora fossem desajeitados, também pareciam muito familiarizados com o corpo de uma mulher, com suas roupas e seus pontos mais sensíveis. Podiam ser uns iniciantes comparados a homens da idade do Miguel, mas entre os da idade deles deviam ser lendas.
Só chutei — respondi—. Parecem muito seguros, e são bonitos. Mas também são arrogantes. Esse tipo de cara se dá bem quando é jovem, mas depois a realidade bate forte.
—Entendo — disse Bauti. Deu um longo gole no café com leite—. Mas eu não sou assim.
—Eu sei — falei, percebendo que realmente não sabia como era meu filho—. Você é um garoto especial.
Acariciei seu cabelo com ternura. Senti o coração apertar. Será que eu era tão perversa quanto pensava? Me ocorreu que talvez, no fundo, ele não considerasse que tinha feito nada de errado. Talvez não estivesse totalmente consciente. Adoraria acreditar nisso. Mas naquele ponto, eu não podia me dar esses luxos, por mais que quisesse. E ainda assim não conseguia ficar brava com ele. Afinal, eu mesma tinha fantasiado ser possuída pelos amigos dele bem na cara dele. Talvez eu tivesse herdado essa veia perversa de mim mesma.

—Mãe. Posso te falar uma coisa? É algo… vergonhoso —disse Bauti de repente.

Ele tinha acabado de terminar o lanche. E agora me olhava com vergonha. Estava levemente corado. Ele vai me contar, pensei. Vai me falar sobre os planos dele com os amigos. Talvez me dê algumas explicações que me aliviem, pelo menos um pouco. Quem sabe seja como eu pensei no começo, e ele só estava fazendo tudo aquilo para se dar bem com o Noah e o Luca, os mais populares da escola. E ainda assim, eu estava com muito medo. O coração começou a bater mais forte. E se o que ele me dissesse não fosse o que eu queria ouvir? E se a confissão dele confirmasse meus maiores medos? E se ele tentasse me chantagear para eu transar com os amigos dele?

As ideias mais perversas me atravessaram naqueles instantes. E cada uma era mais surpreendente que a anterior.

—Claro, pode me contar o que quiser. Não precisa ter vergonha com a sua mãe. Qualquer problema que você tiver, te prometo que a gente pode resolver.

Não podia dizer outra coisa além disso, mas isso não impedia que meu coração estivesse pulsando cada vez mais acelerado. Tentei ser otimista, pensando que talvez o que o Bauti precisasse fosse uma mãe mais presente na vida dele. Sempre fui uma mãe presente, obviamente. Mas nunca me envolvi muito nas questões amorosas dele, e muito menos nas sexuais. Nisso eu tinha falhado.

—É que… acho que tenho um problema nos meus genitais —disse Bautista.

Fiquei sem palavras. Se eu tivesse que adivinhar o que ele ia me dizer, certamente não teria imaginado que ele ia soltar essa. O menino era uma caixinha de surpresas.

—Como assim? —perguntei, alarmada, mas também aliviada, porque todas as especulações que eu tinha feito não iam se concretizar—. O quê... Tipo de problema.
—É mais fácil se eu te mostrar — ele disse.
Eu devia ter dito que, se ele achava que tinha um problema, o melhor era levar ao médico. Ou pelo menos devia ter pedido mais detalhes sobre o que ele sentia. Mas fiquei atordoada com a resposta inesperada dele, e só consegui balançar a cabeça, o que ele obviamente tomou como um sim.

Ele empurrou a cadeira para trás e se levantou. Levou a mão até a bermuda, desabotoou, e ela caiu até os tornozelos com o peso do cinto. Depois, abaixou a cueca.

>>A gente estava na sala de jantar, e meu filho estava me mostrando a rola, e eu não entendia por que ele tava fazendo aquilo. Era uma loucura. Fiquei olhando pra ele por um tempo. O pau era meio assimétrico, mas isso era super normal. Era curto, mas bem grosso, e a cabeça era muito grande em comparação com o tronco. Tava vermelho e levemente inchado. Só um pouco.esposa puta—Bauti —falei—. Não tô vendo nada de estranho. Tá doendo?
—Não tava falando da piroca —ele explicou—. Tava falando de…

Eu vi os testíbooties. Eles estavam peludos e pareciam durinhos. Fiquei observando por um tempão. Me inclinei e aproximei meu rosto da virilha dele. Franzi a testa.
—Tá me tirando? Não tô vendo nada —falei.
—Nada? Você não percebe? Olha direito. Tem algo muito estranho neles. Não acredito que você não tá vendo.
—E por que você não me fala logo o que acha que tem, e pronto? —falei.

>>Mas Bauti continuava envergonhado, se recusando a falar. Aí peguei a piroca do meu filho e levantei, pra ver os testíbooties por completo. Foi aí que finalmente notei algo chamativo. Os testíbooties tinham tamanhos diferentes. Bem diferentes.mae puta— É porque um é menor que o outro? — perguntei. Levantei o olhar. Ele balançou a cabeça que sim —. É normal. Ninguém tem os dois testículos do mesmo tamanho — expliquei.
— Já sei. Mas não acha que no meu caso a diferença é muito maior? — insistiu o garoto.
— Talvez sejam mais desiguais que o comum, sim. Mas ainda é normal. Acho… Você sente alguma dor? Goza normalmente? Sente algo estranho além do tamanho?

Percebi que ainda segurava o pau do meu filho. Algo já desnecessário. Soltei, e notei que estava mais inchado do que há alguns instantes. Ainda não estava duro, mas a consistência já não era mais flácida. Me ergui.
— Não. Só isso — disse ele.
— Então não tem motivo pra se preocupar. Vou marcar uma consulta com o médico, pra você ficar tranquilo. Mas com certeza ele vai te dizer a mesma coisa que eu. — Ele balançou a cabeça que sim —. Já pode se cobrir.

Bautista subiu a cueca e depois a bermuda. Tive a impressão de que seus movimentos estavam mais lentos que o normal. A gordura repentina do pau dele me deixou meio desconfortável, mas me disse que era normal, já que eu tinha ficado segurando ali por um tempo. Sabia muito bem que os homens, principalmente os mais jovens, podiam ter uma ereção com a menor fricção no sexo. E ele nem tinha chegado a ter uma ereção. Então afastei esse pensamento da mente.

Fui pra cozinha lavar a caneca dele. Mas aí percebi que estava mimando ele demais. Então mandei que ele mesmo lavasse. Não seria mais sua empregada.

De repente, deu vontade de provocar ele um pouco.
— Quando é que seus amigos vêm de novo? — perguntei, enquanto ele enxaguava a caneca.
— Agora você quer que eles venham? — disse Bauti.
— Imagino que não adianta pedir pra você ficar longe deles. Então, se vocês se verem fora da escola, prefiro que seja aqui, onde posso vigiar — respondi.
— Então… eles podem dormir aqui? — perguntou ele, ansioso.
— Hoje mesmo? — me surpreendi —. Bom, se os pais deles deixarem, Tá bem. Ficava me perguntando qual seria o próximo plano dele pra me dominar. Era óbvio que eu tava brincando com fogo, mas aquela parte da minha mente que curtia essa perseguição que eu sofria me fazia me meter em situações perigosas. Além disso, já tinha dito que eles podiam vir, tava feito.

Eu mesma fiquei ansiosa esperando. Não fazia ideia de como os caras iam reagir. Talvez achassem que eu tava zoando eles, esfregando na cara deles que nunca iam me possuir. Ou quem sabe pensariam que, ao deixar eles no mesmo teto que eu, tava dando esperanças. Ou então iam se acovardar, desconfiando que eu tava armando uma emboscada com meu marido. Na real, eu tava mais inclinada pra essa última opção. Coitados, não conheciam o Miguel.

Mas, apesar de tudo, eles foram até a casa. No começo, pareciam bem mais tímidos do que eram de verdade. Chegaram tarde, quando o jantar já tava pronto e meu marido também já tinha voltado do trabalho.

Miguel brincou com eles sobre o que tinha rolado no outro dia, quando os caras supostamente passaram por acaso enquanto eu esperava meu marido com uma roupa super provocante. O Bauti ficou vermelho, mas era óbvio que os amigos já tinham contado tudo pra ele em detalhes.

Noah e Luca mantinham a cara de pau, como se conseguissem ficar ali sem sentir vergonha de sentar à mesa e comer a comida do Miguel depois do que tinham feito comigo. E, ainda assim, minha indignação era mais com meu marido do que com eles. Eu tinha realmente mimado ele tanto que ele nem se preocupava em me proteger de outros homens. Suponho que, em defesa dele, posso dizer que eram só uns garotos com metade da idade dele, então não tinha motivo pra desconfiar de nada. Mas a verdade é que essa displicência valia pra qualquer outro homem. Ele não fazia ideia se eu trocava mensagens com alguém ou se, quando não tava em casa, eu mantinha contato com algum vizinho. Ele não sabia e nem Queria saber disso. Aquela coisa que antes me dava confiança, que me fazia sentir livre, agora me fazia sentir impotente. Indefesa diante da lascívia incontrolável daqueles adolescentes hormonais.

—Como vocês se conheceram? — perguntou Luca em um momento.

Miguel contou nossa breve história de amor. Que ele era meu corretor de seguros e foi assim que começamos a nos conhecer.

—Que história mais empolgante — disse Noah, com ironia.

Se ele esperava irritar Miguel, podia continuar esperando. Porque meu marido simplesmente caiu na gargalhada junto com eles. Pior foi quando perguntaram como ele tinha feito para me conquistar.

—Na verdade, ela me conquistou — disse ele.

Contou como eu o tinha chamado pra sair. Contou que eu gostava dele, mas ele nem teria pensado em tomar a iniciativa. Os caras riram muito. Riram do meu marido na cara dele. Uns putos de merda.

Em um momento, servi um pouco mais de macarrão com molho para Noah. Quando coloquei o prato na frente dele, Luca, que estava do meu lado, aproveitou pra roçar na minha bunda.

—Tudo bem, meu amor? — perguntou Miguel.

Eu tinha ficado perturbada com aquela mão boba tão inoportuna. Aquele cara tinha passado a mão na minha bunda na cara do meu marido. Eu devia expor ele naquele exato momento, expulsar ele da minha casa. Devia aproveitar aquela situação para tirar eles da minha vida de uma vez por todas.Emputecida pelos amigos do meu filho (Parte 5)—Tudo bem. Acho que minha pressão caiu um pouco. Não é nada — falei. Não conseguia fazer aquilo. De alguma forma, era impossível pra mim encarar eles. Acho que tinha muitas dúvidas sobre como o Miguel reagiria. O Luca ia dizer que fez sem querer, e ele ia acreditar. Ou, pior ainda, não ia acreditar, mas fingiria que sim pra evitar o climão. Sabia que aquela noite podia ser um déjà vu do que tinha rolado na primeira noite em que tudo aquilo começou. E fiquei muito curiosa pra saber o que eles iam conversar no quarto do Bauti. Essa era uma das poucas vantagens que ainda tinha. Meu filho parecia não me considerar corajosa o suficiente pra ficar atrás da porta ouvindo o papo deles. Provavelmente também não sabia como qualquer barulho dentro do quarto dele se ouvia claramente no corredor. E justamente por ser minha única vantagem, pensei em usar. Por outro lado, era bem provável que tentassem invadir meu quarto de novo pra me ver seminua, e pra me tocar e lamber tudo que pudessem.vadiaNaquela vez, eu tinha sido burra o suficiente pra deixar eles fazerem isso. Mas dessa vez iam ficar só na vontade, igual já tinham ficado com aquela extorsão fracassada. Na hora de dormir, os caras quiseram ver um filme. Mas dessa vez eu não entrei na onda. Não ia me arriscar a levar mãozada de novo. O Miguel, por outro lado, ficou com eles. Fiquei com pena. Aqueles pivetes não mereciam ser tratados tão bem. O Bauti se ofereceu pra fazer chá ou café pra quem quisesse. Fiquei surpresa com a atitude dele. Pelo visto, tinha feito bem em mandar ele lavar a caneca à tarde. Ele tava aprendendo a fazer as tarefas de casa. Dei um "até amanhã" seco pros caras e fui pro meu quarto. Óbvio que não consegui dormir. Fiquei vendo um programa de humor pra relaxar um pouco. O Miguel apareceu uma hora e meia depois. —É inacreditável o sono que me deu — ele falou. Me deu um beijo na bochecha, se acomodou na cama e, em segundos, já tava dormindo. Era inacreditável, ele tinha na própria casa dois tarados que queriam me dominar sexualmente, e ele dormia que nem um urso. E ainda dormiu muito mais rápido que o normal, o que já era dizer muito, porque ele já dormia com uma facilidade impressionante. Um tempo depois, ouvi eles subirem pro quarto do Bauti. Esperei um pouco, até que a curiosidade falou mais alto. Saí do meu quarto e fui na ponta dos pés até o do Bauti. Encostei o ouvido na porta, mas dava pra ouvir mesmo sem fazer isso. —Ela já deve ter dormido — disse o Luca. —Mas ela não. Tem que esperar — explicou o Bauti. —Mas te falei que passei a mão na bunda dela e ela gostou. E por algum motivo ela nos convidou pra vir. Vamos comer aquela puta de uma vez — insistiu o Luca. —Talvez ela não falou nada enquanto você apalpava porque não soube como reagir — arriscou o Bauti, acertando na mosca. —Ele tem razão — apoiou o Noah—. Eu tô morrendo de vontade de meter nela igual você — completou, virando pro Luca—. Mas não esquece o que ela fez com a gente da última vez. A gente encheu nossos ouvidos de mel e nos deixou feitos uns idiotas. Isso me cheira que vai ser algo parecido. Melhor esperarmos até de madrugada.
—Ok, ok. Tem que ter paciência com essa gostosa. Quando ela finalmente ceder, vou comer ela até ela desmaiar — disse Luca.
Claro, Bauti não ia defender minha honra. Podiam me humilhar à vontade, me violentando imaginariamente das formas mais obscenas, que ele não moveria um dedo. Senti meu coração se apertar.
—Bom, mostra pra gente o que você tem — disse Noah.
>>“O que você tem”. Eu tinha esquecido disso. Bauti vendia conteúdo erótico que conseguia sem meu consentimento. Mas não lembrava de outra ocasião em que ele pudesse ter feito isso, além da vez em que andei seminua na frente dele, de propósito.amigos—Vou mostrar pra vocês. Mas não quero que zoem de mim. Fiz isso só pra vocês — disse Bauti. Os garotos insistiram pra ele mostrar, e meu filho explicou que só tinha feito porque eles iam gostar. De repente, lembrei que tinha me masturbado na cozinha. Será que tinha uma câmera escondida?

—Que porra, mano. Isso é incrível — disse Luca.

—Esse é você? Ela tá pegando na sua pica? — perguntou Noah.

—Falei pra ela que tinha algo errado com meus genitais — explicou Bauti.

Os garotos caíram na gargalhada, e eu senti um balde de água fria. Bauti tinha tirado uma foto minha enquanto eu segurava a pica dele com a mão. Eu estava inclinada, com o rosto bem perto dos genitais dele. Quem não conhecesse o contexto, pensaria que era uma cena de sexo.

—Puta merda, até parece que vai te dar um boquete. Pena que não tava dura — disse Noah.rabao—Não consegui —se desculpou Bautista. Os garotos riram de novo. Voltei pro meu quarto, dizendo pra mim mesma que já tinha ouvido tudo o que precisava ouvir, embora na verdade o que tava rolando é que eu não aguentava escutar mais nada. Já tinha achado estranho aquilo que o Bauti fez no lanche. Quando foi que ele tirou aquela foto minha? Concluí que dessa vez eu tinha que dar um jeito de castigar meu filho de algum jeito. Já pensaria em como fazer. Mas agora tinha que lidar com algo mais urgente. Noah e Luca iam aparecer no meu quarto a qualquer momento. Quase coloquei o criado-mudo na frente da porta pra trancar ela. Se o Miguel acordasse e visse, eu contaria a verdade, mesmo que fosse pela metade: que tava com medo dos amigos do nosso filho entrarem pra me espionar. Mas aí lembrei do que o Noah disse. Pelo visto ele tava desconfiado de uma armadilha. Me veio a ideia de fazer a intuição dele se concretizar. Já tinha feito eles passarem por otários uma vez. Se insistissem em tropeçar na mesma pedra, a culpa não era minha. Coloquei uma calcinha fio dental animal print, com as tirinhas pretas. Depois tirei do armário uma camisola preta com transparências.milf


cuckTinha comprado ele fazia pouco, com a intenção de estrear com o Miguel. Mesmo tendo acendido a luz, feito barulho ao abrir as portas do guarda-roupa, e me mexido bruscamente na cama, quando puxei o cobertor de lado pra me deitar de novo, meu marido não deu sinal de acordar. Coloquei a máscara de dormir. Apaguei a luz. Me arrepiei ao imaginar as coisas que ele podia estar fazendo, ali mesmo, do lado dele, sem ele perceber. Pensei no que os amigos do meu filho poderiam querer fazer comigo. Era óbvio que no mínimo queriam repetir o que rolou daquela vez. Curtir minha bunda com as mãos e as línguas deles.

Pensei também em como planejavam me convencer a me entregar pra eles. Será que usariam aquela foto em que eu aparecia segurando a rola do Bauti? Não podia ser isso. O chantagem já tinha falhado uma vez com eles. Além disso, mesmo que o rosto do Bauti não aparecesse na foto, o Miguel reconheceria. Seria impossível me acusar de traição com aquilo.

Sem querer, meu corpo começava a mostrar sensações nada oportunas. Já era muito comum fantasiar ser possuída por aqueles dois, e de quebra, já que tava nessa, por aquele outro amigo gato que eles tinham. O Abel. Não tem lugar onde somos mais livres do que na mente. Mas se deixar levar por essas fantasias era perigoso. E eu sabia bem, porque tava ali, com a pélvis pulsando, a buceta molhada, os peitos inchados. Tava com tesão, e eles iam ficar ainda mais quando me vissem daquele jeito.

> Eu tava de costas pra porta. A camisola mal cobria até onde começavam as nádegas. Mas se olhassem com um pouco de atenção, dava pra ver, através da transparência, minha bunda, com a tanga enfiada entre as nádegas. Eu tinha uma mão entre as coxas, e elas apertavam ela.cuckoldEntão eles entraram. Mal tinha ouvido eles, igual da primeira vez. Só que agora eu não ia fingir que tava dormindo. Até que por um momento eu fiz isso. Fiquei lá, deitada. Não tinha me coberto com os lençóis, então tava dando uma visão sensual do meu corpo pra eles. Uns segundos depois, senti levantarem minha camisola. Na verdade, não era bem levantar, era uma mão passando por baixo dela, pra aqueles dedos ansiosos encontrarem minha bunda. Fizeram isso bem antes do que eu imaginava.

Aí virei bruscamente, e ao mesmo tempo tirei a máscara de dormir e joguei de lado. Noah tirou a mão da minha bunda e recuou, assustado. Sempre foi o mais ousado, mas também o mais esperto. Sabia quando a parada não tava boa. Mal dava pra ver eles. Tinham ligado as lanternas dos celulares. Luca tava uns passos atrás do cúmplice dele, e com a luz dele eu vi a cara de derrota do Noah. Então acendi o abajur. Olhei pra eles, franzindo a testa, e depois fiz uma careta de medo e confusão.

— O que vocês tão fazendo aqui! — falei. — Caiam fora do meu quarto agora.

Era mais um fracasso pra eles. A segunda vez que iam ficar na vontade. Mas eles não pareciam ver assim. Pelo menos o Luca não viu assim. Foi o menorzinho do par, o menino bonitinho de cabelo castanho claro, que chegou perto de mim.

>> Ele levou a mão no meu peito e começou a apertar com força.filhoFiquei pasma. Ele não tava vendo que eu tava completamente acordada? Por um tempo não consegui falar nada, e nesse intervalo Luca aproveitou pra apalpar meus peitos sem nenhuma limitação. —Vocês enlouqueceram? Vou gritar! —falei. E, de fato, ao dizer essas palavras, levantei a voz. —Vamos, grita —disse Noah. O gato adolescente tinha resolvido entrar na jogada. Ele ficou do lado do amigo, que parecia apaixonado pelos meus peitos. Enfiou a mão dentro da camisola até chegar na calcinha fio dental. Puxou ela pra baixo. Uns segundos depois já tava na altura das minhas coxas. —Não! Aqui não! —exclamei, suplicante. Falei bem alto. Mas meu marido não acordava. Miguel continuava sonhando, enquanto o dedo do Noah entrava na minha buceta lubrificada.humilhacao

2 comentários - Emputecida pelos amigos do meu filho (Parte 5)

Hola buenas estuvo muy bueno espero muchas mas partes pero que el primero que se la folle sea el hijo