Olá a todos, meu nome é Aurora, vou contar um pouco das novas experiências que vivi nesses dias estando em casa. Como vocês já sabem, comecei uma aventura com o Bruno, desde a chegada dele do exterior, sem pensar, aconteceu, de ser só o priminho que eu nunca vi por muito tempo, a ser o homem que me fez mulher por completo, me transformando numa garota selvagem e viciada que só quer sentir de novo os beijos e carícias dele. Dessa vez, vou mencionar que, ao se mudar para a casa nova, começou uma série de problemas entre o pai do Bruno e minha mãe, sendo ele um homem muito machista, e com a ideia de que todo mundo deve obedecer aos caprichos dele, ele tinha batido de frente com minha mãe, uma mulher que não tinha medo de dizer as verdades na cara dele. Tudo aconteceu por causa de um comentário que minha mãe fez, dizendo que ele devia tratar melhor minha tia, já que ele dava uma atenção muito ruim pra ela na nossa frente, e isso obviamente nos deixava desconfortáveis, já que não estávamos acostumadas a ouvir gritos e ameaças. Tudo isso aconteceu durante a busca pela casa, o que gerou que, quando minha tia se mudou com todas as coisas dela, eles receberam um castigo bem pesado do meu tio, ele proibiu toda comunicação com a gente, e quando ficamos sabendo da situação, minha mãe ficou muito preocupada, mas não podíamos fazer muita coisa, já que isso dependia muito mais da minha tia, que aceitava tudo que o marido dizia de forma submissa, só pra não irritá-lo mais. Minha mãe, muito brava, sabia que teria que voltar pra minha casa, porque precisavam resolver uns documentos da casa, pra que eles fossem totalmente donos daquela casa onde começaram a morar. Do dito ao fato, não demorou muito, porque no começo da semana eles começaram a nos visitar em casa, minha tia e ele, aquele homem que se considerava nossa família, comecei a olhar pra ele com repulsa, me dava raiva só de ver, minha mãe sentia o mesmo, até tratava ele como se fosse um estranho, e minha tia, justificando as ações dele, comentou que só os Castigo nela e no Bruno por bem, ficando sabendo naquele momento que, ao Bruno, ele tinha castigado, proibindo-o de nos visitar, a mim e à minha mãe, e obrigando-o a trabalhar nas horas vagas na oficina elétrica que ele mesmo tinha aberto na casa dele. Gonzalo, que é o nome dessa pessoa que diz ser meu tio, falando bem prepotente, disse pra minha mãe que aquilo acontecia por ela se meter na vida da irmã dele, e que ele é o chefe da casa dele e decide o que é bom pra mulher e pro filho dele, olhando fixo pra minha tia. Minha mãe, pra evitar discutir na minha frente, preferiu voltar pro trabalho dos documentos dela e assim eles fossem embora o mais rápido possível da nossa casa, mas como faltavam muitos requisitos, combinaram que voltariam durante os dias. Minha mãe mencionou que eles poderiam vir até a casa e depois ir fazer a documentação pra levar pro trabalho dela e ela terminar. Assim, naquele dia, depois de arrumar certos documentos, minha mãe foi trabalhar, eles ficaram mais um tempo na minha casa. Eu tava incomodada de ter eles ali na sala, não queria ver meu tio. Ele notou meu desconforto e o olhar de raiva e ódio que eu lançava em breves momentos. Isso gerou um pouco de incômodo nele e ele pediu pra minha tia irem embora, e ao sair, fez um comentário meio desconfortável que, ao ouvir, fiquei intrigada e com dúvidas do porquê ele tinha dito aquilo: — "Vamos embora, com essa cara de que não nos querem aqui, é melhor não ficar, e azar, assim vocês vão continuar castigados, se não se comportarem bem comigo." Quando ele foi embora, fiquei sozinha e não aguentava a ideia de que eles viriam nos outros dias. Me dava raiva só de ver aquele homem. No dia seguinte, começaram a vir. Depois que minha mãe ia trabalhar, eles chegavam bem na hora do café da manhã, ou do almoço, às vezes vinham até 4 vezes por dia na minha casa com a desculpa de descansar. Isso me gerava um desconforto que ele, sem dúvida, notou desde o primeiro instante, e fazia de propósito pra me incomodar, durante o tempo. que ficavam na minha casa, eu tratava ele mal, era grosseira com ele, odiosa, e isso causava raiva nele, mas eu via que ele segurava a vontade de gritar comigo. Em um momento, perguntei disfarçadamente pra minha tia sobre o Bruno, porque desde que ele se mudou pra casa nova, não voltou mais pra me visitar. Ouvindo nossa conversa por acaso, meu tio Gonzalo aproveitou a situação pra me fazer sentir mal, dizendo que o Bruno nunca mais voltaria pra minha casa. Isso me deixou triste, não consegui evitar, as palavras dele tinham me atingido na parte mais frágil do meu ser. Ele viu que podia me machucar através do Bruno e aproveitou cada momento pra me fazer sentir mal. Às vezes eu me enchia de coragem e respondia com indiferença. Minha tia virou mera espectadora, porque sempre ficava do lado dele, justificando os maus-tratos como se fossem pro bem deles. Os dias foram passando e, cada vez mais, ele começava a me irritar mais. Numa ocasião, numa quarta de manhã, minha tia chegou sozinha, aproveitei pra perguntar sobre o Bruno, e ela me disse que ele estava trabalhando em casa e que o pai dele o tinha de castigo. Isso me dava tristeza. Quando ela foi embora, disse que talvez voltasse ao meio-dia. Fiquei mais tranquila, porque pensei que ela viria sozinha e que a gente poderia conversar mais, como tia e sobrinha. Esperando com um pouco de desânimo, aguardei ela chegar pra almoçar junto comigo. Quando ouvi abrirem o portão, sem prestar atenção, fui pra cozinha buscar os pratos, mas, pra minha surpresa, não era minha tia, era aquele cara, meu tio, que entrou com arrogância e nem cumprimentou, foi direto pedir comida. Me deu muita raiva. De mal humor, passei o prato pra ele, e ele, com uma atitude desafiadora, me disse: — Devia se comportar bem comigo, não te convém me tratar assim, eu vou descontar no Bruno, no seu priminho que não tem culpa, mas que, graças a você, ganhou mais trabalho essa semana!! Fiquei meio atordoada, tentei ignorar, mas ficou aquela preocupação, e ele falou de novo: — Então já sabe, se comporte bem e talvez ele não passe mal. Seu primo lá na... casa!! fazendo gestos de ameaça, eu fiquei meio intimidada, mas tentei não demonstrar o medo que ele me causou, ele continuou a me perturbar cada vez mais, dessa vez começou a me seguir e falar coisas, eu brigava verbalmente com ele, me defendendo e defendendo minha tia, ele curtia aquela situação de me ver com raiva, e num momento, começou a me olhar cada vez mais e os olhares dele começaram a me incomodar, ele foi embora rindo, como se tivesse conseguido o que queria. Na quinta-feira foi quase igual, notei que ele deixava minha tia fazendo alguma documentação e ele aproveitava pra vir na minha casa com desculpa de almoçar, e brigar comigo, embora essas brigas deixaram de ser frequentes porque ele me causava medo e eu decidia ignorar, mas ele me olhava com cara de depravado, o que me deixava incomodada, nervosa, os comentários dele começaram a ser meio morbosos, palavras bem impróprias e sempre repetindo a frase de que eu deveria me comportar bem com ele. O que me dava nojo e repulsa. E ele sempre ia embora rindo e zombando de mim, como se eu tivesse perdido pra ele, no entanto, eu sentia nojo da presença dele, nisso depois de uns 20 minutos, eles voltaram, dessa vez acompanhado da minha tia, que rapidamente entrou no banheiro, ele olhava fixamente pra mim, com atitude pervertida, me incomodava e eu tentava me afastar dele, quando minha tia saiu, ele disse que entraria no banheiro também, e aproveitando que minha tia me disse que escondido faria o Bruno vir me visitar no fim de semana, sem o pai dele saber, ela tinha armado um plano perfeito, porém no dia seguinte, a situação complicou demais porque o dia todo aquele homem ficou entediado e justo voltaram na minha casa de manhã, era um inferno ficar perto dele, mas os gestos e tratos dele ficaram mais morbosos, ele começou a me dizer que eu tinha uma bunda gostosa, e fazendo comentários cada vez mais obscenos, me deu medo, minha tia parecia que não percebia, os olhares que ele me dava, o degenerado, olhando pra minha bunda sem disfarçar, ficou assim até que no calor da raiva ele mandou minha tia pra loja, ao sair, sem disfarçar começou a me assediar, tentando se aproximar e passando as mãos, roçando nas minhas nádegas quando se chegava perto. Eu tentei fugir e me afastar várias vezes porque me dava medo ver a atitude depravada dele em relação a mim. Em um momento, ele foi atrás de mim, me agarrou com força e, me puxando para o peito dele, me abraçou e começou a me apalpar, enfiando as mãos entre a minha saia e a minha calcinha, apertando minhas nádegas e me dizendo com voz ameaçadora: "é melhor você se comportar bem comigo, senão vai se arrepender", apertando minhas nádegas com tanta força que fiquei em choque com aquela situação. Nesse momento, ouvi o portão abrir, era minha tia chegando da loja. Ele me soltou e me disse para não falar nada. Eu, com medo, fui para a cozinha, toda nervosa e assustada, com vontade de chorar, mas me segurei, porque minha tia me veria e faria perguntas. Disfarçadamente, segui minha rotina. Ele me olhava disfarçadamente e eu estava com muito medo. Nisso, minha tia se aproximou na cozinha e me disse que Bruno viria na minha casa no sábado de manhã. Isso mudou meu semblante assustado, fiquei feliz e combinamos que não contaríamos nada. Eu estava contente. Aquele velho se aproximou e mudamos de assunto. Minha tia, distraída, me disse que eles iam embora, e ele, irritado, disse para ela se apressar. À noite, enquanto conversava com minha mãe, não tive coragem de mencionar o que aconteceu com meu tio. Me segurei e preferi esperar até o dia seguinte para ver o Bruno. Na manhã seguinte, depois que minha mãe foi trabalhar, como desculpa, me propus a queimar o foco da sala, do quarto da minha mãe e do meu quarto, e mandei uma mensagem para minha tia dizendo: "Bom dia, tia. Minha mãe disse que, se o Bruno pudesse, ele poderia consertar uns focos que queimaram de madrugada, porque houve cortes repentinos de energia e isso queimou alguns focos." Esperando a resposta dela, fiquei limpando, torcendo para minha tia confirmar se o Bruno viria ou não. Depois de 20 minutos, recebi uma mensagem dizendo: "Quantos focos são?" Respondi que eram dois focos de LED e uma lâmpada tipo vela. Pouco tempo depois, só recebi uma mensagem do número da minha tia com um "ok!". Fiquei meio intrigada, mas era a confirmação de que o Bruno viria na minha casa. Eram 6h38 da manhã, tomei banho e fiquei vendo que roupa usaria pra recebê-lo, decidi usar um vestido de lycra curto, e por baixo uma calcinha fio dental preta, me arrumei, bem perfumada e caprichada, mesmo que o vestido subisse quando eu andava, não ligava, já que seria o Bruno que ia me olhar. Fiquei esperando sentada na sala, vendo TV, por volta das 7h44 ouvi o portão, gritei pra ele entrar, e fui rapidinho pra cozinha pra que quando ele chegasse na sala se surpreendesse ao me ver saindo de lá. Peguei um copo d'água e me preparei pra sair, quando cheguei na sala vi que era meu tio parado me olhando, eu me assustei, surpresa perguntei: "o que você tá fazendo na minha casa?" Ele me olhou e com voz séria disse que se eu não precisasse de nada, ele ia embora sem problema, eu falei pra ele por favor trocar as lâmpadas e ele disse todo sério: "eu não vou trocar nada, pelo jeito que você me tratou agora há pouco!!!" Pedi desculpas, tentando acalmar a raiva dele, ele de um jeito bem grosso me disse que ia tirar as queimadas, mas que não colocaria as novas, pedi de novo pra ele me fazer o favor de consertar aquelas lâmpadas, ou trocá-las, ele pegou a escada e me disse: "eu tiro as queimadas e você enrosca as novas, o que acha?" me olhando com cara de tarado, dos pés à cabeça. Eu recusei, e ele irritado sentou e disse que não faria nada, vendo a reação dele, tentei persuadi-lo de forma provocante, lembrando que ele me olhava com aquela cara toda pervertida, falei "tá bom, eu te ajudo", e ia subir pro meu quarto, e ele disse "o que você vai fazer?" - "Vou trocar de roupa pra te ajudar", e ele se aproximando, me puxou pelo braço dizendo: - "Assim mesmo, você tá gostosa, além disso se quer que eu vá embora, se apressa" e me forçando a subir na escada me puxou, e me passou a lâmpada nova. Eu falava que não, mas ele não me deixou sair dali, tive que sair me cobrindo e abaixando meu vestido de lycra até o joelho, mas a cada degrau que eu subia, ele ia se enrolando de novo, ficando curto e deixando minhas coxas expostas. Eu via que minha tia lambia os lábios por querer me tocar, eu tentava me cobrir, mas não conseguia impedir que ela olhasse pra cima. Quando consegui colocar aquela lâmpada, ele subiu pro quarto da minha mãe, tirou a lâmpada queimada, me passou uma lâmpada nova, e eu, respirando fundo, baixei o vestido até o joelho e subi devagar. Quando cheguei pra colocar a lâmpada, balancei e por pouco perdi o equilíbrio, porém, meu tio aproveitou a situação e, levantando a mão, agarrou minhas nádegas, me assustando e fazendo eu me mexer tentando tirar a mão dele da minha bunda, mas ele não tirou nem por um instante, apertando cada vez mais forte minhas nádegas. Eu não soube como reagir àquela situação, e quanto mais eu me mexia, mais o vestido subia, deixando minha calcinha exposta, e a mão do meu tio ganhava espaço pra deixar o vestido escorregar e enrolar enquanto segurava minhas nádegas. Como pude, tentei colocar a lâmpada e rapidamente desci das escadas, mas nem isso fez meu tio tirar a mão da minha bunda. Olhei pra ele e pedi que por favor tirasse a mão, mas com um tapa ele tirou a mão, provocando em mim um certo calor. Quando fomos pro meu quarto, mostrei a ele o abajur, e ele, tirando da mesa de cabeceira e colocando no chão, tirou a lâmpada e deixou o abajur. Me passou uma lâmpada e me disse pra me abaixar pra rosquear, mas quando olhei, ele ficou atrás de mim. Desconfiada, me virei, tentava colocar a lâmpada quase de frente pra ele, mas ele disfarçadamente ia ficando atrás de mim. Quis colocar rápido, e quando senti ele puxar meu vestido pra cima, ele enfiou a mão entre minhas nádegas e seu dedo grosso ficou tocando minha entreperna, por cima da calcinha. Eu me assustei, ele me dizia enquanto começava a mexer o dedo: "Termina de rosquear a lâmpada e eu vou embora!!!" Fazendo movimentos suaves e provocando em mim uma excitação que esquentava meu corpo inteiro, fiquei com a lâmpada na mão e, colocando sobre a rosca, não... não fiz nenhum movimento pra enroscar a lâmpada, ele enquanto continuava se mexendo fazendo com que eu molhasse minha buceta com meus fluidos, me puxou bem devagar pra cama, ficou na minha frente, desabotoou a calça e tirando a calça e a cueca juntas, deixou o pau dele exposto, era quase parecido com o do Bruno, só que era grosso e vermelho, eu me assustei e cobri o rosto, tava com tesão ao ver um pau daquele tamanho, ele me pegou e puxou minhas mãos pro pau dele fazendo eu massagear o membro dele da ponta até a base, eu não conseguia esconder a surpresa e a excitação que sentia, pois tinha nas minhas mãos aquilo que talvez minha tia tivesse reivindicado como dela, ele soltou minhas mãos aos poucos e eu sem pensar continuei massageando o pau dele, ele me olhava com cara de tarado, tocando na minha cabeça e tentando aproximar meu rosto do pau dele. no começo eu me esquivei mas com tanta insistência eu me deixei levar, deixando a ponta do pau dele tocar meus lábios, e com carícias leves com minha boca comecei a dar beijinhos ao redor da glande, ele me olhava extasiado de me ver fazendo aquilo, ficou me observando enquanto aos poucos eu beijava com mais intensidade a glande dele, senti ele mais grosso que o do Bruno já que eu não conseguia manter na minha boca. Enquanto eu ia beijando cada vez mais o pau inteiro dele, ia sentindo como ele ia ficando excitado e mais duro e ereto, enquanto me olhava e me dizia: -Assim, assim, que gostoso você faz, adoro que você se comporte tão bem, boa menina!! Chupa minha puta! Ouvindo aquilo eu ficava mais excitada e me deitando de lado ele começou a apalpar minha buceta e fazendo com que molhasse completamente minha xereca, nunca parou de me acariciar enquanto eu tava ocupada, chupando e lutando com aquele pau que dificultava minha respiração, mas que eu não conseguia parar de beijar e tocar, porque imaginava que era o Bruno que tava presente, quando meu celular tocou eu me assustei e ele excitado tentou me despir e me abaixar pra meter o pau dele mas na pressa de atender meu phone, ele me soltou e me deixou atender, era minha mãe, quem me mandou dizer que ia buscar uma bolsa, e que eu a preparasse porque ela estava a 5 minutos. Meu tio se assustou e rapidamente se trocou e, pegando suas coisas, me disse para não falar nada, e me prometendo que mandaria o Bruno à tarde para me fazer uma visita, sem saber que o Bruno é meu homem e dono da minha buceta inexperiente. Me troquei e rapidamente esperei minha mãe, quando desci para a sala meu tio já tinha ido embora, deixando as lâmpadas queimadas na mesa. Esperei um breve instante e minha mãe apareceu pegando a bolsa dela. Enquanto isso, eu fiquei com esse tesão e essa impressão na minha mente, daquele pau enorme que meu tio gastava, agora eu via que o Bruno tinha herdado esses dotes do pai dele. Continua.....
2 comentários - Uma solução perversa