Já tinham se passado algumas semanas desde aquela vez que o Tito me estuprou, aproveitando uma noite de chuva em que eu estava sozinha. Em poucas semanas, ele deu um jeito de me comer de novo, e agora já era rotina, e até eu mesma quem muitas vezes procurava por ele. Mas não se enganem: o nojo e o desprezo que eu sentia por aquele gordo pervertido continuavam firmes, e não passava um dia sem eu pensar em mandá-lo pro inferno e voltar à minha vida normal. Quando já estava decidida a falar com ele na próxima vez que aparecesse, ou mandava alguma mensagem dizendo que não queria mais vê-lo, logo depois recebia uma ligação, ouvia a voz dele, sempre autoritária, me ordenando a hora e o lugar do encontro e como eu devia me vestir. Eu sempre ia, e quando chegava a hora de encarar ele, xingava, falava um monte de coisas horríveis, mas no final sempre acabava obedecendo, me submetendo, deixando ele me comer e gozando gostoso pra caralho na foda, mas depois me sentindo um lixo por isso. Como castigo pela minha rebeldia, quando eu estava pelada na frente dele, ele me tratava do jeito mais vil e humilhante que o normal, ou me deixava por um tempão chupando aquele falo maravilhoso e ereto dele, submissa, com tesão, prolongando a penetração o máximo possível, e depois eu tinha que quase implorar pra ele se dignar a enfiar no meu cu ou na minha buceta. Só aí minha mente parava de pensar, eu virava uma puta sedenta por sexo, disposta a tudo que ele pedisse e prometendo entregar meu corpo quando ele quisesse. Era como se eu tivesse duas personalidades, porque apesar de eu ser muito puta e pegar geral, ele ultrapassava meus limites. Um dia, estando na escola, o Tito me liga no celular: — Oi, putinha, quero que você venha pras ruas do centro, tenho um trabalho pra você. — Eu já sabia que não adiantava muito reclamar com o Tito, com certeza ele acordou com vontade de comer e não conseguiu esperar eu sair da escola. Mesmo assim, não valia a pena desobedecer, porque corria o risco de ele me expor na frente de todo mundo. Meus colegas da escola. O centro ficava a só algumas quadras da minha escola, então pedi permissão pra ir na enfermaria e fui até onde o Tito já me esperava. Naquele dia, eu tava usando uma calça preta justa, uma calcinha fio-dental minúscula de renda e uma blusa rosa ajustada com um decote bem cavado. Meu sutiã era branco de renda e transparente, deixando ver o rosa dos meus bicos. Quando ele me olhou, me abraçou e me deu um beijo nojento que eu tentei disfarçar por causa das pessoas que viam a gente. Enquanto tava ali na rua, lembrava o quanto meu vizinho podia ser desagradável.
— Vem, Dan, você tá muito gostosa, mas quero comprar algo mais apropriado pra você — Fomos pra alguma loja de roupa, e depois de olhar umas peças, o Tito me deu um par de roupinhas pequenas. — Experimenta isso — Abri os olhos sem acreditar no que tava nas minhas mãos. As peças em questão eram uma minissaia lisa de jeans e uma blusa de tecido branco semi-transparente.
— Cê tá louco? Quase vou pelada com isso — — Vai, Dan, sê boazinha, que quero te levar num lugar especial — Não adiantou reclamar; em público, o Tito não podia me ameaçar como fazia quando eu tava pelada e à disposição dele, mas as palavras dele sempre conseguiam me convencer, mesmo quando não precisava. Experimentei as roupas e saí pra ele me ver vestida assim, quase notei o volume crescendo por baixo da calça dele. Ele me puxou pra perto e me colou no corpo dele: — Porra, Dan, como você é gostosa! Olha como me deixa — Puxou uma das minhas mãos pra eu tocar o volume dele por cima. Enquanto isso, olhando de canto pra ver o que as vendedoras faziam, ele aproveitava pra me apalpar bem os peitos e a bunda, beliscando meus bicos já duros. A situação me incomodava, mas tenho que admitir que sentia tesão com as carícias daqueles dedos grossos, principalmente quando eles se enfiaram por baixo e penetraram minha buceta já molhada. Num movimento rápido, ele me empurrou pra dentro do provador, fechou a porta, e babou tudo em mim. pescoço enquanto os dedos dele deslizavam por baixo das roupas curtas, ele sussurrou no meu ouvido: — Vai, putinha, tô com o pau duro apertando entre as pernas, que tal me ajudar a aliviar? — — Não, Tito, por favor, a gente tá numa loja — O olhar autoritário dele enquanto os dedos se enfiavam mais fundo na minha buceta quebrou meus medos, pouco me importava se fôssemos descobertos se eu pudesse agradar o Tito, e saber que alguém podia entrar a qualquer momento me deixava louca de tesão. Antes que eu pudesse pensar, tirei a mão dele molhada dos meus sucos vaginais e já estava de joelhos. Abri a calça dele com pressa e meti a cabeça do pau na boca, ansiosa, separando os lábios o máximo que conseguia, engolindo e babando tudo, enquanto o Tito, sem pressa, deixava minha cabeça balançar pra frente e pra trás. Minha buceta escorria de tão molhada, ele enfiava mais e mais fundo na minha garganta até a braguilha da calça encostar no meu nariz, enquanto eu usava a mão livre pra me masturbar feito uma louca.
Assim ficamos uns 5 minutos, até que ele não aguentou mais e gozou dentro da minha boca. Eu tinha ele bem no fundo e tentava engolir tudo pra não deixar marcas do abuso quando saíssemos dali. O esperma jorrava sem parar, cada vez mais, e ia direto pra minha garganta; não tinha outra opção senão engolir o mais rápido que conseguia. Sabia que o Tito não ia me deixar limpar pra exibir o troféu dele pra todo mundo que encontrasse, mas mesmo com todo meu esforço, um pouco do esperma escorria pelos cantos da minha boca.
Tito ainda ficou um tempinho brincando comigo. Ele me dava tapinhas com o pau dele, abrindo meus lábios e fazendo círculos com o pênis meio duro ao redor do meu rosto, até que uma vendedora bateu discretamente na porta. Assustados os dois, Tito guardou o pau semi-duro enquanto eu arrumava minhas roupinhas curtas. Ele mandou eu me ajeitar e saiu do provador sem nenhuma vergonha, como se nada tivesse acontecido. — Ficou boa nela? — disse a moça que nos atendia, me olhando com desaprovação. Não bastava eu estar vestida que nem uma puta de rua, meu cabelo bagunçado, uns restos de porra no meu rosto e minhas lágrimas pelo esforço de engolir um pau totalmente duro não ajudavam nada pra ela não deduzir o que a gente tinha feito no provador. — Perfeito, ela vai sair usando — Eu lancei um olhar de ódio pro Tito, mas não podia fazer nada. Ele tinha tomado minha roupa e tava indo pro caixa. Me senti humilhada vestida daquele jeito em público, os olhares dos homens grudavam em mim como se eu fosse um ímã. Tito de vez em quando me pegava pela cintura e, quando via algum homem me olhando com tesão, baixava a mão pra pegar na minha bunda ou levantava o vestido pra dar uma rápida espiada na minha bunda nua, porque minha calcinha fio dental ele tinha tirado e guardado com ele. A gente ficou andando pela praça, sem entrar em loja nenhuma, ele só curtia me exibir pros casais que viam aquele gordo miserável e nojento me beijando e me apalpando à vontade, me fazendo parecer a mulher mais fácil do mundo, e ainda por cima com um gordo punheteiro de acompanhante. Depois de um tempo de humilhação, Tito me fala: — Bom, agora é hora de você voltar pras aulas — Fiquei de boca aberta. Era óbvio que eu não queria voltar pra escola daquele jeito, uma coisa eram os olhares de estranhos, mas os dos meus colegas seriam piores. Só que eu não tinha coragem de desobedecer. Deixei o Tito me largar na entrada e fui embora, sabendo que ele não tirava os olhos da minha bunda. Balançando. Agradece que eu guardo um suéter que sempre deixo no meu armário. Fui pra minha sala, e os olhares do professor e dos meus colegas eram dignos de foto. O suéter só dava pra cobrir as pernas por baixo ou os peitos por cima, então escolhi a parte de cima e deixei eles se deliciarem com minha bunda e minhas pernas torneadas, que ficaram espetaculares depois que eu sentei e a saia subiu um pouco mais. Nem tava de calcinha. A aula inteira, meus colegas viravam de canto de olho, e até o professor parecia mais ligado nos meus movimentos do que no que tentava ensinar, porque de vez em quando eu esquecia que não tava de calcinha e a saia era muito curta. Sem perceber, ao cruzar a perna ou me ajeitar, eu dava uma espiadinha do meu tesouro entre as pernas pros meus colegas e pro meu professor.
Ao sair, lá estava o maldito gordo me esperando pra voltarmos juntos, ainda se deu ao luxo de me abraçar e me beijar descaradamente na frente de uns amigos meus que ficaram chocados ao ver com que tipo de cara eu estava me envolvendo e o que eu deixava ele fazer comigo. Coitados! Nem imaginavam que aquilo era só uma pequena parte do que o Tito curtia e podia fazer com meu corpo. Entramos num táxi, onde de novo minha roupa chamou a atenção do motorista. O Tito sentou do meu lado e colocou uma mão entre minhas coxas, ao mesmo tempo que pegou uma das minhas mãos e colocou no pau dele. Só com o balanço do caminho, sentia ele crescendo. Deu instruções pro taxista ir pra casa dele. Durante o resto do trajeto, quando o homem não olhava, ele enfiava a mão entre minhas pernas, mexia os dedos do jeito que dava e roçava a entrada da minha buceta. Por mais que eu apertasse as pernas, tentei tirar a mão dele, mas ele sussurrou no meu ouvido: — Fica quieta, Dan, ou vou arrancar sua saia e fazer você descer do carro mostrando a xereca pra todo mundo — Não tive escolha a não ser deixar ele me apalpar à vontade. De repente, ele pegava nos meus peitos, enquanto o taxista, disfarçadamente, virava pra ver o presente que o gordo tava ganhando. E apalpada atrás de apalpada, comecei a ficar com tesão.

— Anda, putinha, espera a gente chegar, que você vai ver como vou te comer igual a uma vadia como você merece — ele sussurrava no meu ouvido enquanto eu sentia a língua babada dele roçar minha pele. Depois de pagar a corrida, o taxista se despediu dizendo pro gordo "até logo, espero que se divirta, e a senhorita também" enquanto me olhava com tesão. Desci tentando arrumar a minissaia, mas tinha certeza que o taxista viu minha bunda, e ele ficou até nos ver fechar a porta, vendo o Tito apalpando meu rabo. Assim que fechamos a porta, foi quando os amassos dele ficaram mais fortes. A saia já estava na altura da cintura e eu tinha um peito pra fora. O Tito se esfregava na minha bunda já nua. Apesar de estar com muito tesão, tentei me soltar e mandar ele à merda. — Filho da puta, para de me tratar na rua como se eu fosse uma vadia — Ele só mostrava os dentes numa risada debochada e me dizia sem vergonha: — Pois é, é exatamente isso, você é minha vadia pra me exibir pra quem eu quiser e agora vai me dar um boquete daqueles — Resignada, me ajoelhei pra procurar aquele pau que me deixava louca, tava puta mas muito mais excitada. Chupei como uma desesperada, enquanto o Tito tirava minha blusa por baixo, colocou meus braços nas costas e com a própria blusa amarrou eles num nó meio apertado. — Assim, minha putinha, sem mãos que eu quero estourar sua boca de porrada de pau — E ele batia no meu rosto com o pau ainda meio duro, eu mantinha a boca aberta e morrendo de vontade de lamber o pau inteiro, mas ele cruelmente mal encostava ele em mim. Comecei a ficar desesperada — Porra, filho da puta, me come logo que eu tô com o cuzinho molhado por tudo que você me obrigou a fazer — — Kkkk, claro que vou fazer, mas primeiro admite que você adorou que eu te tratei como a vadia que você é em público — — Sim, siiim, tá bom, admito, você me mostrou o quanto sou vadia, o que você quiser, só me come — Ele pegou meu cabelo com força enquanto dizia: — Você gostou de como o taxista te olhou? Acha que ele tá batendo uma agora? imaginando que é ele quem tá fudendo sua boquinha? — e começou a fuder minha boca, entrava e saía com força, e eu, tão tesuda que tava, deixava ele fazer, além disso, tinha as mãos presas e não podia fazer nada. — Levanta essa bunda pra mim, que vou arrebentar ela — ele falou. Levantei meus quadris, esperando ele se virar e se colocar atrás da minha bunda perfeita. — Pega suas mãos, Dani, e abre essas nádegas — Zás, senti ele entrar de uma vez, me fazendo gritar, ele tava violentando meu cu.
— Aaaaai, idiota, desgraçado, você me quebraaaa AAAAHHHH — Ele tirava, deixava meu cuzinho se recuperar um pouco e pá, de novo a vara toda ereta de uma vez. Eu tava me contorcendo de orgasmos, todo o calor que ele acumulou em mim escapava a cada estocada. Meu corpo ficava tenso e meus peitos balançavam no ritmo das enfiadas. Eu gemia e gritava sem controle. Finalmente, Tito se colocou na minha frente e enfiou o pau na minha boca, não me soltou até jorrar tudo dentro de mim. Fiquei destruída e exausta de tanto gozar. Enquanto isso, Tito foi na cozinha e voltou com um pepino bem grandinho. — Agora, Tito, deixa isso dentro do seu cu enquanto limpa meu pau — Por uns 10 minutos, tive que lamber o membro mole dele até ele endurecer de novo. Depois, sem tirar o pepino do meu rabo, ele se posicionou atrás de mim, colocou o pau na entrada da minha buceta e disse:
— Quer que eu meta? — eu só concordei com a cabeça, mas ele disse — Pede, me pede, sua puta! — eu falei quase implorando — Me dá essa pica, por favor, não aguento mais, Tito, me come, enfia em mim, seu filho da puta — e ele enfiou, devagar aquela pica grossa, cheia de veias, parecia uma barra de ferro quente, somada ao pepino frio e grosso no meu cu, me fez gritar, depois começou a bombar, primeiro devagar, depois acelerou o ritmo, eu tava cheia por completo, meus dois buracos gozando, e Tito segurava minha bunda e mordia meus peitos e dizia — Quem é teu dono, puta? — Eu, gemendo e gritando, falei: — Você, seu gordo filho da puta! Não para, continua me comendo! — e eu continuava gemendo e ele me dando pica enquanto falava: — Você é toda minha, Dani, é minha puta de rabão! — — Sim, siiiim, sou sua, toda sua, sou sua puta, só me come, me fode, enfia tudaaaaa, seu filho da puuuuuta! — Eu tive um orgasmo intenso enquanto ele me comia, foi um tempão ele me comendo, me beijando e apalpando toda, ele disse: — Vou te dar meu leite, sua rabuda! — — Me enche de leite, quero tudo, Tito! — Eu tava no fogo até o talo. Ele me virou. Ficou por cima de mim, colocou minhas pernas nos ombros dele, tirou o pepino da minha bunda, jogou no fundo do quarto e colocou a pica na entrada do meu cu, mas só roçava, me torturando, e disse: — Pede, sua putona! Pede pra eu meter! — eu falei quase aos berros, totalmente fora de mim: — Enfia, seu filho da puta, enfia, filho de uma puta! Me come, arrebenta meu cu! — e ele enfiou de uma vez, me fez gritar de dor e prazer, começou a bombar igual um animal, enquanto metia tudo e bombava, enfiava os dedos na minha boca. Meus peitos pulavam pra cima e pra baixo e ele dizia:


— Vadia, vadia, você é uma vadia gostosa e faminta de pica! Agora sabe que sou seu macho e posso te comer quando quiser! Ouviu? Quando eu quiser! Não me importo se você tá na escola — — Sim, sim, sim, quando você quiser, Tito! Quando você quiser, pode me comer! Sou toda sua, sua vadia gostosa! — Ele apertava meus peitos, mordia, beijava e enfiava a língua na minha boca, eu tava gemendo e gritando, completamente fora de mim, entregue pra aquele gordo que me levou ao limite. Aí ele se jogou na cama e falou: — Monta em mim, vadia, senta e aproveita minha pica — Eu montei, mas como a pica dele era muito grande, tive que sentar com cuidado, mas ele fez um movimento e enfiou de uma vez, me fazendo gritar. Ele se levantou um pouco, ficando sentado, e enquanto metia, com uma mão me segurou pela bunda e com a outra me apertava contra ele, aí começou a meter como um bicho. Nessa posição, entrava tudo, me fazia sentir até o fundo. Depois me beijou na boca e me comeu de beijos, e mordia meus peitos como um animal no cio. Eu me abracei forte nele, no meu macho, no meu dono.

E me encheu de porra de novo, ficamos abraçados nos beijando, nos acariciando, ele olhava nos meus olhos e me disse enquanto eu estava sentada em cima dele ainda com o pau duríssimo dentro de mim cuspindo sêmen no meu útero:
— Gostou de como seus colegas te olhavam na escola? Então amanhã quero que você vá sem calcinha. Quero que quando você estiver com tesão, seus peitos duros apareçam por baixo da blusa. Quero que você se abaixe mostrando a raba pra eles sonharem em te colocar de quatro e te foder o cu. Que eles fiquem de pau duro toda vez que te virem passar, entendeu, raposinha? E pra garantir que você cumpra minha ordem, vou te buscar na saída, quero que me mostre que não tá usando nada por baixo, e se você for boazinha, a gente vem pra eu te dar mais uma foda como a de hoje.
Eu tremi só de pensar no que ia acontecer amanhã, o que meus colegas iam dizer, e principalmente, o que o Mariano, o cara que eu tava saindo, ia pensar. Eu gostava dele e a gente tava quase namorando, mas sabia que não conseguiria dizer não pra ele, nunca consegui, e amanhã não seria exceção. Aquele gordo nojento que eu odiava e me levava ao limite ia conseguir o que queria de novo, e a cada transa, eu ficava mais submissa aos desejos dele. Parte 6.....
— Vem, Dan, você tá muito gostosa, mas quero comprar algo mais apropriado pra você — Fomos pra alguma loja de roupa, e depois de olhar umas peças, o Tito me deu um par de roupinhas pequenas. — Experimenta isso — Abri os olhos sem acreditar no que tava nas minhas mãos. As peças em questão eram uma minissaia lisa de jeans e uma blusa de tecido branco semi-transparente.
— Cê tá louco? Quase vou pelada com isso — — Vai, Dan, sê boazinha, que quero te levar num lugar especial — Não adiantou reclamar; em público, o Tito não podia me ameaçar como fazia quando eu tava pelada e à disposição dele, mas as palavras dele sempre conseguiam me convencer, mesmo quando não precisava. Experimentei as roupas e saí pra ele me ver vestida assim, quase notei o volume crescendo por baixo da calça dele. Ele me puxou pra perto e me colou no corpo dele: — Porra, Dan, como você é gostosa! Olha como me deixa — Puxou uma das minhas mãos pra eu tocar o volume dele por cima. Enquanto isso, olhando de canto pra ver o que as vendedoras faziam, ele aproveitava pra me apalpar bem os peitos e a bunda, beliscando meus bicos já duros. A situação me incomodava, mas tenho que admitir que sentia tesão com as carícias daqueles dedos grossos, principalmente quando eles se enfiaram por baixo e penetraram minha buceta já molhada. Num movimento rápido, ele me empurrou pra dentro do provador, fechou a porta, e babou tudo em mim. pescoço enquanto os dedos dele deslizavam por baixo das roupas curtas, ele sussurrou no meu ouvido: — Vai, putinha, tô com o pau duro apertando entre as pernas, que tal me ajudar a aliviar? — — Não, Tito, por favor, a gente tá numa loja — O olhar autoritário dele enquanto os dedos se enfiavam mais fundo na minha buceta quebrou meus medos, pouco me importava se fôssemos descobertos se eu pudesse agradar o Tito, e saber que alguém podia entrar a qualquer momento me deixava louca de tesão. Antes que eu pudesse pensar, tirei a mão dele molhada dos meus sucos vaginais e já estava de joelhos. Abri a calça dele com pressa e meti a cabeça do pau na boca, ansiosa, separando os lábios o máximo que conseguia, engolindo e babando tudo, enquanto o Tito, sem pressa, deixava minha cabeça balançar pra frente e pra trás. Minha buceta escorria de tão molhada, ele enfiava mais e mais fundo na minha garganta até a braguilha da calça encostar no meu nariz, enquanto eu usava a mão livre pra me masturbar feito uma louca.
Assim ficamos uns 5 minutos, até que ele não aguentou mais e gozou dentro da minha boca. Eu tinha ele bem no fundo e tentava engolir tudo pra não deixar marcas do abuso quando saíssemos dali. O esperma jorrava sem parar, cada vez mais, e ia direto pra minha garganta; não tinha outra opção senão engolir o mais rápido que conseguia. Sabia que o Tito não ia me deixar limpar pra exibir o troféu dele pra todo mundo que encontrasse, mas mesmo com todo meu esforço, um pouco do esperma escorria pelos cantos da minha boca.
Tito ainda ficou um tempinho brincando comigo. Ele me dava tapinhas com o pau dele, abrindo meus lábios e fazendo círculos com o pênis meio duro ao redor do meu rosto, até que uma vendedora bateu discretamente na porta. Assustados os dois, Tito guardou o pau semi-duro enquanto eu arrumava minhas roupinhas curtas. Ele mandou eu me ajeitar e saiu do provador sem nenhuma vergonha, como se nada tivesse acontecido. — Ficou boa nela? — disse a moça que nos atendia, me olhando com desaprovação. Não bastava eu estar vestida que nem uma puta de rua, meu cabelo bagunçado, uns restos de porra no meu rosto e minhas lágrimas pelo esforço de engolir um pau totalmente duro não ajudavam nada pra ela não deduzir o que a gente tinha feito no provador. — Perfeito, ela vai sair usando — Eu lancei um olhar de ódio pro Tito, mas não podia fazer nada. Ele tinha tomado minha roupa e tava indo pro caixa. Me senti humilhada vestida daquele jeito em público, os olhares dos homens grudavam em mim como se eu fosse um ímã. Tito de vez em quando me pegava pela cintura e, quando via algum homem me olhando com tesão, baixava a mão pra pegar na minha bunda ou levantava o vestido pra dar uma rápida espiada na minha bunda nua, porque minha calcinha fio dental ele tinha tirado e guardado com ele. A gente ficou andando pela praça, sem entrar em loja nenhuma, ele só curtia me exibir pros casais que viam aquele gordo miserável e nojento me beijando e me apalpando à vontade, me fazendo parecer a mulher mais fácil do mundo, e ainda por cima com um gordo punheteiro de acompanhante. Depois de um tempo de humilhação, Tito me fala: — Bom, agora é hora de você voltar pras aulas — Fiquei de boca aberta. Era óbvio que eu não queria voltar pra escola daquele jeito, uma coisa eram os olhares de estranhos, mas os dos meus colegas seriam piores. Só que eu não tinha coragem de desobedecer. Deixei o Tito me largar na entrada e fui embora, sabendo que ele não tirava os olhos da minha bunda. Balançando. Agradece que eu guardo um suéter que sempre deixo no meu armário. Fui pra minha sala, e os olhares do professor e dos meus colegas eram dignos de foto. O suéter só dava pra cobrir as pernas por baixo ou os peitos por cima, então escolhi a parte de cima e deixei eles se deliciarem com minha bunda e minhas pernas torneadas, que ficaram espetaculares depois que eu sentei e a saia subiu um pouco mais. Nem tava de calcinha. A aula inteira, meus colegas viravam de canto de olho, e até o professor parecia mais ligado nos meus movimentos do que no que tentava ensinar, porque de vez em quando eu esquecia que não tava de calcinha e a saia era muito curta. Sem perceber, ao cruzar a perna ou me ajeitar, eu dava uma espiadinha do meu tesouro entre as pernas pros meus colegas e pro meu professor.
Ao sair, lá estava o maldito gordo me esperando pra voltarmos juntos, ainda se deu ao luxo de me abraçar e me beijar descaradamente na frente de uns amigos meus que ficaram chocados ao ver com que tipo de cara eu estava me envolvendo e o que eu deixava ele fazer comigo. Coitados! Nem imaginavam que aquilo era só uma pequena parte do que o Tito curtia e podia fazer com meu corpo. Entramos num táxi, onde de novo minha roupa chamou a atenção do motorista. O Tito sentou do meu lado e colocou uma mão entre minhas coxas, ao mesmo tempo que pegou uma das minhas mãos e colocou no pau dele. Só com o balanço do caminho, sentia ele crescendo. Deu instruções pro taxista ir pra casa dele. Durante o resto do trajeto, quando o homem não olhava, ele enfiava a mão entre minhas pernas, mexia os dedos do jeito que dava e roçava a entrada da minha buceta. Por mais que eu apertasse as pernas, tentei tirar a mão dele, mas ele sussurrou no meu ouvido: — Fica quieta, Dan, ou vou arrancar sua saia e fazer você descer do carro mostrando a xereca pra todo mundo — Não tive escolha a não ser deixar ele me apalpar à vontade. De repente, ele pegava nos meus peitos, enquanto o taxista, disfarçadamente, virava pra ver o presente que o gordo tava ganhando. E apalpada atrás de apalpada, comecei a ficar com tesão.

— Anda, putinha, espera a gente chegar, que você vai ver como vou te comer igual a uma vadia como você merece — ele sussurrava no meu ouvido enquanto eu sentia a língua babada dele roçar minha pele. Depois de pagar a corrida, o taxista se despediu dizendo pro gordo "até logo, espero que se divirta, e a senhorita também" enquanto me olhava com tesão. Desci tentando arrumar a minissaia, mas tinha certeza que o taxista viu minha bunda, e ele ficou até nos ver fechar a porta, vendo o Tito apalpando meu rabo. Assim que fechamos a porta, foi quando os amassos dele ficaram mais fortes. A saia já estava na altura da cintura e eu tinha um peito pra fora. O Tito se esfregava na minha bunda já nua. Apesar de estar com muito tesão, tentei me soltar e mandar ele à merda. — Filho da puta, para de me tratar na rua como se eu fosse uma vadia — Ele só mostrava os dentes numa risada debochada e me dizia sem vergonha: — Pois é, é exatamente isso, você é minha vadia pra me exibir pra quem eu quiser e agora vai me dar um boquete daqueles — Resignada, me ajoelhei pra procurar aquele pau que me deixava louca, tava puta mas muito mais excitada. Chupei como uma desesperada, enquanto o Tito tirava minha blusa por baixo, colocou meus braços nas costas e com a própria blusa amarrou eles num nó meio apertado. — Assim, minha putinha, sem mãos que eu quero estourar sua boca de porrada de pau — E ele batia no meu rosto com o pau ainda meio duro, eu mantinha a boca aberta e morrendo de vontade de lamber o pau inteiro, mas ele cruelmente mal encostava ele em mim. Comecei a ficar desesperada — Porra, filho da puta, me come logo que eu tô com o cuzinho molhado por tudo que você me obrigou a fazer — — Kkkk, claro que vou fazer, mas primeiro admite que você adorou que eu te tratei como a vadia que você é em público — — Sim, siiim, tá bom, admito, você me mostrou o quanto sou vadia, o que você quiser, só me come — Ele pegou meu cabelo com força enquanto dizia: — Você gostou de como o taxista te olhou? Acha que ele tá batendo uma agora? imaginando que é ele quem tá fudendo sua boquinha? — e começou a fuder minha boca, entrava e saía com força, e eu, tão tesuda que tava, deixava ele fazer, além disso, tinha as mãos presas e não podia fazer nada. — Levanta essa bunda pra mim, que vou arrebentar ela — ele falou. Levantei meus quadris, esperando ele se virar e se colocar atrás da minha bunda perfeita. — Pega suas mãos, Dani, e abre essas nádegas — Zás, senti ele entrar de uma vez, me fazendo gritar, ele tava violentando meu cu.
— Aaaaai, idiota, desgraçado, você me quebraaaa AAAAHHHH — Ele tirava, deixava meu cuzinho se recuperar um pouco e pá, de novo a vara toda ereta de uma vez. Eu tava me contorcendo de orgasmos, todo o calor que ele acumulou em mim escapava a cada estocada. Meu corpo ficava tenso e meus peitos balançavam no ritmo das enfiadas. Eu gemia e gritava sem controle. Finalmente, Tito se colocou na minha frente e enfiou o pau na minha boca, não me soltou até jorrar tudo dentro de mim. Fiquei destruída e exausta de tanto gozar. Enquanto isso, Tito foi na cozinha e voltou com um pepino bem grandinho. — Agora, Tito, deixa isso dentro do seu cu enquanto limpa meu pau — Por uns 10 minutos, tive que lamber o membro mole dele até ele endurecer de novo. Depois, sem tirar o pepino do meu rabo, ele se posicionou atrás de mim, colocou o pau na entrada da minha buceta e disse:
— Quer que eu meta? — eu só concordei com a cabeça, mas ele disse — Pede, me pede, sua puta! — eu falei quase implorando — Me dá essa pica, por favor, não aguento mais, Tito, me come, enfia em mim, seu filho da puta — e ele enfiou, devagar aquela pica grossa, cheia de veias, parecia uma barra de ferro quente, somada ao pepino frio e grosso no meu cu, me fez gritar, depois começou a bombar, primeiro devagar, depois acelerou o ritmo, eu tava cheia por completo, meus dois buracos gozando, e Tito segurava minha bunda e mordia meus peitos e dizia — Quem é teu dono, puta? — Eu, gemendo e gritando, falei: — Você, seu gordo filho da puta! Não para, continua me comendo! — e eu continuava gemendo e ele me dando pica enquanto falava: — Você é toda minha, Dani, é minha puta de rabão! — — Sim, siiiim, sou sua, toda sua, sou sua puta, só me come, me fode, enfia tudaaaaa, seu filho da puuuuuta! — Eu tive um orgasmo intenso enquanto ele me comia, foi um tempão ele me comendo, me beijando e apalpando toda, ele disse: — Vou te dar meu leite, sua rabuda! — — Me enche de leite, quero tudo, Tito! — Eu tava no fogo até o talo. Ele me virou. Ficou por cima de mim, colocou minhas pernas nos ombros dele, tirou o pepino da minha bunda, jogou no fundo do quarto e colocou a pica na entrada do meu cu, mas só roçava, me torturando, e disse: — Pede, sua putona! Pede pra eu meter! — eu falei quase aos berros, totalmente fora de mim: — Enfia, seu filho da puta, enfia, filho de uma puta! Me come, arrebenta meu cu! — e ele enfiou de uma vez, me fez gritar de dor e prazer, começou a bombar igual um animal, enquanto metia tudo e bombava, enfiava os dedos na minha boca. Meus peitos pulavam pra cima e pra baixo e ele dizia:


— Vadia, vadia, você é uma vadia gostosa e faminta de pica! Agora sabe que sou seu macho e posso te comer quando quiser! Ouviu? Quando eu quiser! Não me importo se você tá na escola — — Sim, sim, sim, quando você quiser, Tito! Quando você quiser, pode me comer! Sou toda sua, sua vadia gostosa! — Ele apertava meus peitos, mordia, beijava e enfiava a língua na minha boca, eu tava gemendo e gritando, completamente fora de mim, entregue pra aquele gordo que me levou ao limite. Aí ele se jogou na cama e falou: — Monta em mim, vadia, senta e aproveita minha pica — Eu montei, mas como a pica dele era muito grande, tive que sentar com cuidado, mas ele fez um movimento e enfiou de uma vez, me fazendo gritar. Ele se levantou um pouco, ficando sentado, e enquanto metia, com uma mão me segurou pela bunda e com a outra me apertava contra ele, aí começou a meter como um bicho. Nessa posição, entrava tudo, me fazia sentir até o fundo. Depois me beijou na boca e me comeu de beijos, e mordia meus peitos como um animal no cio. Eu me abracei forte nele, no meu macho, no meu dono.

E me encheu de porra de novo, ficamos abraçados nos beijando, nos acariciando, ele olhava nos meus olhos e me disse enquanto eu estava sentada em cima dele ainda com o pau duríssimo dentro de mim cuspindo sêmen no meu útero: — Gostou de como seus colegas te olhavam na escola? Então amanhã quero que você vá sem calcinha. Quero que quando você estiver com tesão, seus peitos duros apareçam por baixo da blusa. Quero que você se abaixe mostrando a raba pra eles sonharem em te colocar de quatro e te foder o cu. Que eles fiquem de pau duro toda vez que te virem passar, entendeu, raposinha? E pra garantir que você cumpra minha ordem, vou te buscar na saída, quero que me mostre que não tá usando nada por baixo, e se você for boazinha, a gente vem pra eu te dar mais uma foda como a de hoje.
Eu tremi só de pensar no que ia acontecer amanhã, o que meus colegas iam dizer, e principalmente, o que o Mariano, o cara que eu tava saindo, ia pensar. Eu gostava dele e a gente tava quase namorando, mas sabia que não conseguiria dizer não pra ele, nunca consegui, e amanhã não seria exceção. Aquele gordo nojento que eu odiava e me levava ao limite ia conseguir o que queria de novo, e a cada transa, eu ficava mais submissa aos desejos dele. Parte 6.....
1 comentários - Vecino pervertido parte 5