Um novo amigo
Isso aconteceu não faz muito tempo, e é algo que por algum motivo sinto necessidade de compartilhar com vocês, porque sem dúvida foi uma das experiências mais estranhas e inesperadas que já nos aconteceu. Somos um casal com mais de 20 anos de casados e dois filhos, e todo esse tempo tivemos um casamento muito feliz, com nossos altos e baixos como qualquer relação, mas bem normal dentro do que se espera.
Mas tudo isso mudou, há uns anos, quando por um capricho do destino reencontrei o Marcos, um amigo da juventude, por quem eu tinha muito carinho, embora tivesse perdido o contato por vários anos, já que mudamos de cidade e nunca mais soube nada dele. Então foi uma surpresa agradável encontrá-lo. Acho que conversamos por mais de uma hora. Ele me contou que o aniversário dele estava chegando e que ia fazer uma reunião na casa dele com amigos e familiares, e que esperava que eu pudesse ir, assim eu veria outros amigos que, igual a ele, eu não via há anos. Claro que aceitei.
Quando cheguei em casa, a primeira coisa que fiz foi contar pra minha esposa, Claudia, o que tinha acontecido, sobre o convite que ele tinha me feito, e que eu adoraria ir. No começo, ela ficou na dúvida, pois disse que não conhecia ninguém e que talvez não se sentisse à vontade, mas acho que ela viu meu entusiasmo e no fim acabou topando.
Pra contextualizar e entender por que acho que as coisas aconteceram do jeito que aconteceram, Claudia e eu sempre tivemos um relacionamento muito bom. Apesar dos anos juntos, a gente ainda curte um ao outro, embora o encanto tenha se perdido um pouco com o tempo, ou seja, a libido caiu consideravelmente, e isso abriu espaço pra buscar coisas novas pra aumentar. Pessoalmente, eu encontrei essa emoção em fóruns de gente que contava suas experiências mais íntimas. A maioria falava sobre traições, ou de pessoas que gostavam de trocar de parceiros, até mesmo homens cuja maior fantasia era ver suas esposas sendo possuídas por outros caras.
Pra ser sincero, essa ideia nunca tinha passado pela minha cabeça até aquele momento, mas por algum motivo ela se grudou na minha mente, e era algo que eu não podia de jeito nenhum conversar com a Claudia, já que ela era uma mulher muito reservada nesses assuntos. A única vez que tocamos no assunto, ela me disse que aquela gente era doente, que ela jamais aceitaria. Essa loucura, mas a ideia ia girando cada vez mais na minha cabeça.
Assim chegou o dia da reunião com meu amigo. A Cláudia me fez prometer que a gente ficaria só umas duas horas, já que o mais provável era ela não se sentir à vontade rodeada de tantos desconhecidos. Achei justo, então combinamos que no momento em que ela se sentisse desconfortável, fingiria uma ligação de emergência, que a gente usaria como desculpa pra sair da festa.
Ao chegar, o Marcos nos recebeu, e como era de se esperar, a festa estava cheia de gente que nem eu conhecia. Meu amigo nos acomodou numa mesa onde estavam dois casais e um rapaz de uns 28 anos, aparentemente veio sozinho. Quando chegamos, ele se levantou pra nos cumprimentar bem cordialmente, se apresentou como Santiago. Ele era alto, magro, pele clara e atlético. Não dava pra dizer que era atraente, até aquele momento era só mais um desconhecido.
Pra minha surpresa, o Santiago acabou sendo muito agradável. Logo tivemos química e ele começou a puxar conversa, tinha bastante assunto apesar da idade. Até a Cláudia, que é bem tímida, ele fez soltar e entrar na conversa, que era bem animada. Tanto que parecia que a gente se conhecia há muito tempo. Ele até fez a Cláudia tomar cerveja, coisa que ela raramente faz. Não posso negar, ele era muito simpático, nos deixou com a gargalhada à solta, embora eu ache que as cervejas que a gente tava tomando também ajudaram. Passou cerca de uma hora, foi quando meu amigo se aproximou, dizendo pra eu acompanhá-lo pra cumprimentar o resto dos colegas do meu bairro. Fiz um sinal pra Cláudia me acompanhar. Ela, sem muita vontade, se levantou do assento, dando as costas pro Santiago, e foi aí que percebi que por um breve segundo nosso novo amigo ficou olhando de um jeito nada discreto pra bunda da minha esposa. Senti uma sensação estranha percorrer meu corpo.
Para mim, ela estava vestida do jeito mais normal possível, uma calça jeans clara com uma camisa de manga curta, nada ousado nem chamativo, embora eu deva admitir que a Claudia tem uma bunda que sempre chamou atenção. Mas eu já não olhava praquele rabo com o desejo de quando a gente namorava. Só que ao ver aquele moleque devorando ela com o olhar, me fez lembrar como minha esposa está bem conservada, e que ela ainda podia ser objeto de desejo pra muita gente. Por um segundo até pensei que aquele jovem não ia se interessar pela minha esposa, já que ela era mais velha que ele, mas o olhar que ele deu dizia exatamente o contrário.
Enfim, ao ver sua leve expressão de aborrecimento com minha proposta, me aproximei e disse que, se preferisse, ela podia esperar enquanto eu ia cumprimentar meus amigos. Ela me perguntou se eu não me importava, o que neguei, e disse que preferia ficar na mesa. Lembrei-a do nosso acordo: se em algum momento se sentisse desconfortável, usasse a ligação falsa, e na hora a gente caía fora. Ela assentiu com a cabeça e disse para eu não me preocupar, e voltou a se sentar com o Santiago. Assim que me afastei, percebi que tinha deixado minha esposa com um desconhecido, mas o Santiago tinha me parecido muito agradável e respeitoso, apesar do olhar indiscreto que ele tinha dado na bunda da Claudia. Então fui meio confiante, como disse, não achei que fosse perigo.
Fiquei com a pulga atrás da orelha, se o que eu tinha visto realmente tinha acontecido ou se era só imaginação minha, mas a todo momento virava para olhar minha esposa para ver se ela fazia algum sinal de que não estava mais à vontade. Mas aconteceu exatamente o contrário: ela estava totalmente imersa na conversa com o Santiago, e na verdade em nenhum momento tentou me procurar, nem mesmo com o olhar. Coisa que agradeci, porque me deu tempo de bater papo com todos os meus amigos até perceber que já tinha passado mais de uma hora desde que me levantei da mesa, e decidi voltar para ela.
Ao chegar, percebi que os dois casais já não estavam mais lá, só estavam o Santiago e minha esposa, com risadas pra caralho, dava pra ver que o clima estava ótimo. Em cima da mesa tinha um monte de garrafas vazias, muitas para o pouco tempo que fiquei fora. A Claudia estava com as bochechas vermelhas, sinal de que já tinha uns drinks na cabeça. Assim que cheguei, o Santiago disse que ia ao banheiro, e aí aconteceu algo que eu não esperava.
Quando ele se levantou, foi inevitável notar o volume enorme que sobressaía na calça dele. Não é que ele estivesse de pau duro, simplesmente era muito bem dotado, brutal, eu diria. Por instinto, olhei para a Claudia e, embora ela tenha disfarçado muito bem, estou certeza que ela também percebeu, quando ela se afastou eu perguntei como ela se sentia, se já queria ir embora, e ela me disse que estava tudo bem, mas que se eu quisesse ir não tinha problema, a verdade é que eu também estava bem à vontade e ainda tinha bateria, então decidimos ficar mais um tempo
Vi que o Santiago voltava pra mesa, eu peguei meu celular fingindo que tava vendo alguma coisa, mas discretamente eu olhava de canto pro meu lado pra minha esposa, queria ver se o tesão batia nela, embora eu tivesse quase certeza que ela nem ia virar o rosto pra olhar, porque ela é muito tímida com essas coisas, e muito menos comigo ali presente, mas pelo visto a bebida tinha feito efeito nela. O Santiago tinha parado na mesa do lado conversando com outra pessoa, a Claudia tava de frente pra ele, a menos de dois metros, e pra minha surpresa ela olhava pra virilha dele por uns momentos e disfarçava, mas repetiu isso várias vezes. Um formigamento subiu pela minha virilha, sinceramente qualquer pessoa teria dificuldade de não reparar numa ferramenta daquelas, era chamativo demais e a Claudia não era exceção.
A verdade é que uma sensação de ciúme tomou conta de mim, nenhum homem jamais tinha feito a Claudia me faltar com respeito, e muito menos com um jovem, embora como eu disse as cervejas tinham feito a parte delas, mas mesmo assim não consegui evitar me sentir assim, embora por outro lado eu lembrasse de tudo o que vinha vendo nos fóruns que eu tinha me juntado, e naquele momento veio à minha mente uma imagem que me fez arrepiar, por um segundo eu vi o Santiago penetrando minha esposa com aquele pau enorme dele, acho que o álcool também me afetou mais do que eu pensava, sem perceber eu já estava com uma leve ereção, que aumentou ao ver que minha esposa já não tirava os olhos do Santiago.
O tempo voou, e quando me dei conta já era noite, a maioria das pessoas já tinha ido embora, só sobrávamos poucas pessoas, eu disse de novo pra minha esposa que talvez já fosse hora de ir, e nosso novo amigo respondeu de forma negativa, dizendo que ainda era muito cedo, eu falei que a festa tinha acabado e que a gente já era praticamente os últimos, e de forma audaciosa ele me disse que ali tinha acabado a festa mas a gente podia continuar na casa dele, se a gente quisesse, estendendo o convite também pro Marcos, eu virei pra olhar a Claudia como quem pergunta com o olhar, ela fez um movimento afirmativo como quem diz "vamos", mas meu amigo Marcos não, ele disse que já estava muito cansado dos preparativos da festa e preferia descansar.
A verdade é que o Santiago tinha caído tão bem pra gente, que ele nos inspirou muita confiança, e foi assim que a gente acabou na casa dele quase meia-noite e com bastante álcool no sangue, e embora nenhum dos dois dissesse nada, nós dois tínhamos percebido que o Santiago várias vezes tinha olhado pra bunda da minha esposa e parecia ter gostado muito.
Santiago acabou sendo filho de um vizinho do Marcos, então morava a umas casas de onde estávamos. Perguntei se não tinha problema a gente ficar lá tão tarde, e ele disse que os pais estavam fora da cidade, e que por isso tinha ido pra festa do Marcos pra não ficar sozinho. Quando chegamos, ele já tirou uma garrafa de uísque. Fiquei na dúvida, porque a gente já tinha tomado cerveja, e pensei que talvez os bichos fossem se misturar com aquela bagunça, mas mesmo assim decidimos beber. Eu via a Claudia como nunca antes, ela tava bem mais solta e com uma atitude mais relaxada. Já na intimidade da casa dele, os assuntos começaram a ficar mais pessoais, mais íntimos seria a palavra certa. Acho que ali eu me perdi um pouco, porque eles já tinham mais tempo conversando e em alguns assuntos eu tava por fora.
Por exemplo, a Claudia perguntou o motivo das separações dele. Parece que ele tinha casado muito novo, mas se separou, e em nenhum relacionamento durou muito. Ele explicou que com as outras parceiras durou pouco, mas nunca foi culpa dele, que sempre deixavam ele, disse isso fazendo uma cara de tristeza fingida. Mas a Claudia insistiu, falando que algum motivo elas deviam ter pra largar ele. Eu dei uma cutucadinha no braço dela pela indiscrição do comentário, e o Santiago riu, dizendo pra eu não me preocupar, que não tinha como aquilo ofender ele. Mas falou que a razão verdadeira era muito vergonhosa e ao mesmo tempo frustrante pra ele.
Servi mais uns tragos, já tava mais de meia garrafa, e agora dava pra notar bem o quanto a gente tava bêbado. A Claudia insistiu no assunto, tava agarrada em saber o motivo. A verdade é que fiquei com um pouco de vergonha do comportamento dela, mas o Santiago parecia não se incomodar com nada, pelo contrário, ele achava graça da curiosidade da minha esposa. Ele só disse que precisava de mais uns copos pra ter coragem de contar. Da minha parte, pra dar confiança, falei pra ele não se preocupar, que fosse o que fosse. da nossa boca não sairia nada, ele soltou uma risada e disse, haha tá bom já que você coloca desse jeito acho que posso contar pra vocês, e continuou:
Santiago: Quando eu disse que era vergonhoso e ao mesmo tempo frustrante é a verdade, me dá vergonha falar porque não é um problema como tal, muitos veriam como uma bênção, mas pra mim sempre foi um problema
Eu: fala, acredita que a gente não vai te julgar seja lá o que for
Claudia: é, conta pra gente, tô morrendo de curiosidade
Santiago: haha ok ok mas sério, não me entendam mal, não é presunção nem nada disso, eu sempre me comportei muito bem com minhas parceiras, tentei dar tudo pra elas e sempre as respeitei, o problema é algo que tá fora do meu controle e é muito íntimo
Claudia: hmm já sei, problema com a potência!!
Minha esposa interrompeu afirmando o comentário dela, eu virei pra olhar ela com uma cara de espanto, ela nunca tinha se comportado daquele jeito, mas tava completamente fora de si, sinceramente eu não sabia se ria ou escondia a cabeça debaixo da mesa, embora também passasse pela minha cabeça aquela possibilidade já que com um monstro daquele entre as pernas seria difícil levantar, mas a resposta dele não foi o que eu tinha pensado e finalmente fez minha esposa ficar muda
Santiago: muito pelo contrário, o problema é o tamanho do meu amigão, nenhuma aguenta, não curtem e do mesmo jeito eu também não, embora eu tenha tido parceiras que sem dúvida me fizeram muito feliz, foram pouquíssimas e por isso que eu digo que é frustrante
Eu tinha certeza que a Claudia no fundo também sabia a resposta, mas acho que o plano dela era chegar naquele ponto, porque embora a cara dela fosse de espanto, ela também tinha um sorriso como se tivesse conseguido o objetivo dela, sinceramente a conversa e o jeito de agir da minha esposa começaram a me deixar inquieto, acho que criei coragem por causa do tanto que tava bêbado pra dar um passo além e descobrir até onde minha esposa seria capaz de ir, então sem hesitar falei pro Santiago
Eu: não cara, não pode ser tão grande assim, talvez você esteja exagerando, ou o que você acha, love? (perguntei a ela)
Claudia arregalou os olhos com a minha pergunta, ficou ainda mais vermelha, pegou o copo, balançou a cabeça negativamente e disse "acho que não", depois virou de uma vez o whisky que eu acabara de servir pra ela.
Santiago: acreditem, é verdade, não tenho por que mentir, é tipo uma maldição kkkk
Claudia: bom, ver pra crer (completou)
Santiago virou pra mim, surpreso com o que minha esposa tinha dito, talvez esperasse ver raiva em mim, mas eu só levantei as mãos e falei, nem me olha, eu não quero ver não, todos soltamos uma risada, ele continuou a brincadeira dizendo, bom, então vira pra lá pra só ela ver kkkk, era agora ou nunca, se tinha uma chance remota de algo acontecer, era aquele momento, já que o álcool era o dono da situação, e até então eu tinha certeza que o garoto era inofensivo, mesmo tendo um monstro entre as pernas, não acreditava que fosse além, talvez só mostrasse e fosse isso, e pra mim ficaria como uma boa anedota pra compartilhar nos fóruns de swing
Eu disse "ok", me levantei devagar e fui pro banheiro sem falar mais nada, vi a cara de espanto dele enquanto virava as costas, um silêncio absoluto tomou a casa, que foi quebrado pela risada do Santiago que só disse "ok", ouvi ele perguntar se ela realmente queria ver, "ué, vai logo, já nos deu permissão", disse minha esposa, eu deixei a porta do banheiro entreaberta e conseguia ver tudo perfeitamente, ele andou um pouco até ficar de frente pra ela, ouvi ele desafivelar o cinto e abaixar o zíper da calça, o que você acha? Ela tentou falar algo, mas nenhuma palavra saiu da boca dela, eu observava do banheiro, meu coração queria sair pela boca, assim como meu pau queria sair da calça com a ereção que eu já tava
Ele estava de frente pra ela, a uns meio metro de distância, com a calça nos joelhos, e a Claudia... finalmente soltou um "uau" dela, Santiago não tinha mentido, era enorme, talvez uns 23 cm ou mais, era brutal, e não era o pior, ele acariciava a pica enorme com a mão e em questão de segundos começou a ficar dura, se encheu de veias super dilatadas, minha esposa estava como hipnotizada vendo o espetáculo, Claudia corou ainda mais, ria nervosa, mas era bem óbvio que ela ficou excitada, olhava para o banheiro por momentos como se me procurasse, mas parecia que a pica do Santiago tinha um ímã, e fazia ela voltar o olhar
Inconscientemente eu acariciava minha rola por cima da calça, minha esposa parecia meio nervosa, Santiago se masturbava devagar, e falava algo baixinho com ela que eu não consegui ouvir, mas ela ria. Eu já estava com a rola dura pra caralho. Ele virou a cabeça pra onde eu estava e me olhou. Eu estava imóvel, como se esperasse que algo mais acontecesse. Talvez tenha sido isso que Santiago entendeu, e ele sussurrou algo de novo. Claudia, meio hesitante, balançava a cabeça em negativa. Ele se aproximou e falou algo no ouvido dela. Acho que a aproximação fez ela tremer, porque ela fechou os olhos e mordeu levemente os lábios.
Santiago se afastou e sentou no sofá que ficava de frente pra ela. Isso fez eu perder ele de vista. Só conseguia ver minha esposa, que continuava balançando a cabeça dizendo não, embora já desse pra notar que ela estava realmente excitada, porque já tinha uma mão entre as pernas por cima da calça e dava pra ver um movimento bem devagar. Achei que tinha sido só isso. Minha ereção estava no limite, eu também tinha começado a me masturbar, mas parei naquele momento. Fui ao banheiro e por uns dois minutos tentei me controlar. Joguei um pouco de água no rosto, tentando processar o que tinha acabado de acontecer. Esperei um pouco pra ver se a ereção baixava, mas era impossível. Ajeitei a rola ainda dura e saí do banheiro esperando encontrar tudo calmo.
Ao abrir a porta, não vi minha esposa. O pulso acelerou. Dei alguns passos e o que vi me deixou gelado. A cena era digna de filme pornô. Santiago já tinha tirado a calça, estava sentado com a rola de fora, totalmente reclinado pra trás, com os olhos fechados e as mãos esticadas no encosto do sofá. Mas agora Claudia estava de joelhos na frente dele, chupando aquela rola enorme. Ela masturbava ele e passava a boca por um lado, porque era impossível aquilo caber inteiro na boca dela, mas sem dúvida ela estava se esforçando.
Me joguei pra trás e fiquei observando eles por trás da parede, ele estava completamente perdido, sentindo tudo o que minha esposa fazia, e ela estava como eu nunca tinha visto, estava tipo desesperada tentando enfiar a pica inteira na boca, passava a língua por todo o tronco, que estava cheio de saliva dela, masturbava ele enquanto chupava as bolas. Eu fiquei ali vendo eles por trás da paredinha que divide o banheiro da sala, os dois estavam totalmente perdidos no prazer deles. Na minha mente tinha uma onda de sentimentos que eu não conseguia processar: ciúme, raiva, inveja, incredulidade. A verdade é que eu queria entrar e parar tudo aquilo, mas a excitação que eu sentia era de outro nível, além de que eu mesmo tinha provocado aquela situação e, sinceramente, gostei de ver minha esposa daquele jeito. Então, quase sem perceber, eu já estava me masturbando de novo atrás da parede, ouvindo tudo o que eles faziam.
Ficaram assim por quase vinte minutos, ela não parava de chupar a pica dele, acho até que quase fez ele gozar, mas ele afastou ela, se levantou e disse que não aguentava mais, que precisava meter. Mas ela recusou porque eu estava no banheiro e podia sair a qualquer momento. Acho que ela pensou que eu tinha dormido ou sei lá, mas o Santiago insistiu, começou a beijar o pescoço dela e aos poucos minha esposa foi cedendo.
Primeiro ele levantou a blusa dela e começou a chupar os peitos, depois com um movimento rápido tirou ela completamente. Ela ainda resistia, mas as carícias que o Santiago fazia pareciam minar a força de vontade dela e depois de alguns minutos ela já estava ofegante. O Santiago parou e, sentando de novo no sofá, convidou minha esposa pra montar nele. Minha esposa não soltava a pica dele em nenhum momento e, enquanto masturbava ele, deu um beijo apaixonado na boca dele.
Ela deu alguns passos para trás observando Santiago e a imagem que ele lhe oferecia, ela parecia hesitar, mas foram poucos segundos, de repente se virou dando as costas a ele e inesperadamente ficamos de frente um para o outro, ela com os seios à mostra e eu com as calças nos tornozelos com uma ereção como nunca tinha tido, ela não disse nenhuma palavra, não havia porquê, de repente levou as mãos à sua calça, abaixou o zíper e com um movimento lento começou a baixá-la inclinando-se um pouco e mostrando a Santiago sua bunda linda adornada com uma calcinha fio dental minúscula, tudo isso enquanto me encarava fixamente.
Ele, por sua vez, não perdeu tempo e, como se estivesse morrendo de fome, se atirou na bunda dela e começou a comer ela desesperadamente. Claudia fechava os olhos e apertava uma peita, depois se virou, foi até o Santiago, subiu em cima dele e se sentou, ficando com o pau enorme entre as nádegas dela. Eles começaram a se beijar enquanto ela fazia movimentos pra cima e pra baixo, se esfregando contra o falo gigante. Ficaram assim por uns minutos, só se esfregando, a calcinha fio dental parecia encharcada com os fluidos da minha esposa.
De repente, ela com uma mão afastou a calcinha pro lado, era inacreditável o que eu estava prestes a ver. Ela cuspiu na mão e esfregou o pau, depois apontou pra buceta apertada dela. Ele, com as duas mãos, separava as nádegas dela enquanto ia introduzindo devagar, saiu um gemido prolongado da minha esposa, não entrou nem metade. Ela levantou a bunda de novo e quando desceu, outro gemido mais profundo que o primeiro. Dessa vez, o Santiago levantou um pouco a pélvis, fazendo entrar um pouco mais. A Claudia soltou um "aaa filha da puta". Ficaram assim por uns segundos, de repente ela começou a se mover devagar pra cima e pra baixo num movimento cadenciado, cada vez mais rápido, os gemidos ficando cada vez mais fortes.
De repente ele a abraçou, colando os peitos dela no rosto dele, fazendo o vai e vem das cadeiras da minha esposa parar. Ele passava a língua pelos peitos dela sem tirar aquele pedaço enorme de carne e começou a se mover de um jeito bem acelerado. Os gemidos da Claudia agora eram gritos de prazer. Notei que a pica do Santiago estava escorrendo pelos sucos da minha esposa, era tanto que até o sofá estava encharcado.
Minha esposa tinha se esquecido completamente de mim. Ficaram assim naquela posição por pouco mais de meia hora, às vezes os movimentos eram desenfreados e de repente bem lentos, acho que isso fascinava ela, já que pude notar em duas ocasiões como saíam jatos pequenos disparados enquanto as pernas dela tremiam sem controle. A cena era espetacular, os dois banhados em suor, a Claudia totalmente avermelhada com uma cara de tesão que eu nunca tinha visto, o rosto dela estava completamente diferente. Ela soltava gemidos leves com a respiração entrecortada enquanto beliscava os próprios mamilos, puxando-os levemente para cima.
O Santiago enfiou dois dedos na boca da minha esposa, e ela começou a chupá-los como se fosse a pica dele. Acho que nem pra mim ela chupava com tanta paixão quanto aquele par de dedos. Depois foram três dedos até ficarem completamente viscosos. Num movimento lento, ele levou a mão até as nádegas da minha esposa, colocando um dos dedos no orifício apertado. Por um momento pensei que ela fosse resistir, mas ela estava tão excitada que em vez disso soltou um gemido profundo. Ele se aproximou do ouvido dela e sussurrou algo. Um sorriso malicioso se desenhou no rosto da Claudia e ela assentiu com a cabeça.
Minha mente imediatamente imaginou o que estava prestes a acontecer, e acho que foi nesse momento que o ciúme tomou conta de mim. Será que ela realmente ia dar o cu? Aquilo era algo muito pessoal, muito nosso. Eu tinha feito isso com ela em algumas ocasiões especiais, mas não era uma prática recorrente entre a gente. nós e mais que isso, será que aguentaria uma trancada daquelas?, quase entrei pra parar tudo mas a atitude da Claudia era totalmente complacente, ela se levantou devagar se soltando daquela trancada, era inacreditável como ela quase tinha engolido mais da metade
Ela se ajoelhou de quatro no sofá, depois empinou a bunda exageradamente como uma puta no cio. Ele se posicionou atrás dela, se inclinou e enfiou a língua entre as nádegas dela, enquanto levava de novo uma das mãos à boca da minha esposa, que com a mesma atitude de antes voltava a lamber os dedos dele. Depois, ele levou a mão entre as nádegas dela e enfiou um dedo. Ela deu um pequeno salto, mas a excitação era tanta que simplesmente fechou os olhos. Assim ficou por uns 5 minutos. Então ele se ergueu, deu um passo para trás e apresentou a cabeça da pica na entrada do cu dela. Aos poucos foi empurrando, realmente custou, mas depois de algumas tentativas conseguiu meter um pouco da ponta. Isso fez ela soltar um gemido mais alto que os anteriores. Era impossível aquilo tudo entrar nela, mas mesmo assim ele introduziu um pouco. Os movimentos eram lentos, mas eu via perfeitamente como cada milímetro entrava dentro dela. Acho que no total foram pouco mais de 10 cm que ele conseguiu meter.
Ela estava louca, os gemidos dela viraram urros entre dor e prazer. No começo, ela arqueou as costas pra cima, como se tentasse impedir que entrasse mais fundo, mas depois de uns 10 ou 15 minutos a posição mudou, deu pra notar que a dor começou a diminuir e o prazer cresceu. E embora de jeito nenhum ele tenha enfiado tudo, ele realmente tava dando uma bela de uma foda, como eu nunca tinha dado nela.
Eu escorria líquido pré-seminal, minhas bolas doíam, meu pau queria estourar com os gemidos que minha esposa soltava a cada estocada que ele dava nela. Não sei por quanto tempo ficaram assim, eu estava fascinado vendo aquela cena digna do melhor filme pornô, mas em um momento eles pararam. Minha esposa se levantou com as pernas trêmulas, ele a segurou pela cintura e a conduziu até um quarto.
Fiquei surpreso, já estavam há mais de uma hora transando e ainda faltava mais. Ele fez um gesto para eu acompanhá-los, e assim fiz. Ele se deitou de costas, ela se inclinou de novo para chupar o pau dele por uns minutos e montou nele de novo. Os movimentos dela eram brutais, não sei como ele não gozou. Depois ele me olhou, colocou as mãos nas nádegas da minha esposa e as separou, como que convidando para entrar. Dei alguns passos até onde estavam, ele continuava separando as nádegas dela e pude ver o cu da minha esposa, estava inchado e meio irritado, até um pouco dilatado. Minha esposa virou e eu vi que ela estava com o olhar perdido. Ela parou o movimento frenético que fazia, cuspiu na própria mão de novo e lubrificou o cu.
Não esperei nem um segundo, coloquei meu pau na entrada e meti de uma só vez. Devo dizer que entrou com bastante facilidade, mas mesmo assim ela enlouqueceu e, como se estivesse possuída, começou a se mover de um jeito espetacular. Não sei por quanto tempo ficamos assim, mas sem dúvida a Cláudia nunca teve tantos orgasmos quanto naquele momento. Acho que o último foi o mais excitante, porque nos deixou os dois bombando nela de um jeito quase perfeito. Os gemidos entrecortados e os espasmos do corpo dela, enquanto ela nos enchia de novo com jatos brancos e cristalinos, era incrível ver como as pernas dela tremiam sem controle. Eu acelerei meus movimentos, embestindo com força, ela pedia para eu não parar até gozarmos ao mesmo tempo. Enchi o cu dela de porra, que começou a escorrer abundantemente.
O Santiago demorou um pouco mais, se levantou e ela... Virei ela, ela ficou entre minhas pernas e começou a me chupar com delicadeza, fez eu ficar duro de novo enquanto Santiago levantou um pouco os quadris dela, ela entendeu e manteve eles pra cima, ficava linda de rabo empinado e ele começou a meter de novo. Eu achei que ela já tinha se acostumado com o tamanho, mas assim que ele enfiou, um gemido profundo e longo me fez reagir daquela mamada deliciosa que ela tava me dando. Na hora percebi o motivo, porque dessa vez Santiago bateu a pélvis contra a bunda da minha esposa, isso queria dizer que finalmente tinha enfiado tudo.
Ela enterrou a cabeça nos lençóis enquanto ele começava a bombar num ritmo um pouco mais rápido, ela só aguentava as investidas sem fazer muito barulho, mas quando ele acelerou os movimentos, os gemidos dela começaram a ecoar pela casa toda. Acho que ela nunca sentiu tanto prazer quanto naquela noite. Foram poucos minutos que o Santiago aguentou e logo começou a gozar dentro da Claudia, antes de terminar tirou a pica enorme e soltou uns jatos nas costas dela, algumas gotas caíram no cabelo e na bochecha, ela com a ajuda dos dedos levou umas gotas à boca saboreando a porra do Santiago. Não fez mais nada, ficou imóvel e depois de alguns minutos apagou completamente. Foi assim que um estranho e eu comemos minha esposa como ninguém nunca tinha comido.
Isso aconteceu não faz muito tempo, e é algo que por algum motivo sinto necessidade de compartilhar com vocês, porque sem dúvida foi uma das experiências mais estranhas e inesperadas que já nos aconteceu. Somos um casal com mais de 20 anos de casados e dois filhos, e todo esse tempo tivemos um casamento muito feliz, com nossos altos e baixos como qualquer relação, mas bem normal dentro do que se espera.
Mas tudo isso mudou, há uns anos, quando por um capricho do destino reencontrei o Marcos, um amigo da juventude, por quem eu tinha muito carinho, embora tivesse perdido o contato por vários anos, já que mudamos de cidade e nunca mais soube nada dele. Então foi uma surpresa agradável encontrá-lo. Acho que conversamos por mais de uma hora. Ele me contou que o aniversário dele estava chegando e que ia fazer uma reunião na casa dele com amigos e familiares, e que esperava que eu pudesse ir, assim eu veria outros amigos que, igual a ele, eu não via há anos. Claro que aceitei.Quando cheguei em casa, a primeira coisa que fiz foi contar pra minha esposa, Claudia, o que tinha acontecido, sobre o convite que ele tinha me feito, e que eu adoraria ir. No começo, ela ficou na dúvida, pois disse que não conhecia ninguém e que talvez não se sentisse à vontade, mas acho que ela viu meu entusiasmo e no fim acabou topando.
Pra contextualizar e entender por que acho que as coisas aconteceram do jeito que aconteceram, Claudia e eu sempre tivemos um relacionamento muito bom. Apesar dos anos juntos, a gente ainda curte um ao outro, embora o encanto tenha se perdido um pouco com o tempo, ou seja, a libido caiu consideravelmente, e isso abriu espaço pra buscar coisas novas pra aumentar. Pessoalmente, eu encontrei essa emoção em fóruns de gente que contava suas experiências mais íntimas. A maioria falava sobre traições, ou de pessoas que gostavam de trocar de parceiros, até mesmo homens cuja maior fantasia era ver suas esposas sendo possuídas por outros caras.
Pra ser sincero, essa ideia nunca tinha passado pela minha cabeça até aquele momento, mas por algum motivo ela se grudou na minha mente, e era algo que eu não podia de jeito nenhum conversar com a Claudia, já que ela era uma mulher muito reservada nesses assuntos. A única vez que tocamos no assunto, ela me disse que aquela gente era doente, que ela jamais aceitaria. Essa loucura, mas a ideia ia girando cada vez mais na minha cabeça.
Assim chegou o dia da reunião com meu amigo. A Cláudia me fez prometer que a gente ficaria só umas duas horas, já que o mais provável era ela não se sentir à vontade rodeada de tantos desconhecidos. Achei justo, então combinamos que no momento em que ela se sentisse desconfortável, fingiria uma ligação de emergência, que a gente usaria como desculpa pra sair da festa.
Ao chegar, o Marcos nos recebeu, e como era de se esperar, a festa estava cheia de gente que nem eu conhecia. Meu amigo nos acomodou numa mesa onde estavam dois casais e um rapaz de uns 28 anos, aparentemente veio sozinho. Quando chegamos, ele se levantou pra nos cumprimentar bem cordialmente, se apresentou como Santiago. Ele era alto, magro, pele clara e atlético. Não dava pra dizer que era atraente, até aquele momento era só mais um desconhecido.
Pra minha surpresa, o Santiago acabou sendo muito agradável. Logo tivemos química e ele começou a puxar conversa, tinha bastante assunto apesar da idade. Até a Cláudia, que é bem tímida, ele fez soltar e entrar na conversa, que era bem animada. Tanto que parecia que a gente se conhecia há muito tempo. Ele até fez a Cláudia tomar cerveja, coisa que ela raramente faz. Não posso negar, ele era muito simpático, nos deixou com a gargalhada à solta, embora eu ache que as cervejas que a gente tava tomando também ajudaram. Passou cerca de uma hora, foi quando meu amigo se aproximou, dizendo pra eu acompanhá-lo pra cumprimentar o resto dos colegas do meu bairro. Fiz um sinal pra Cláudia me acompanhar. Ela, sem muita vontade, se levantou do assento, dando as costas pro Santiago, e foi aí que percebi que por um breve segundo nosso novo amigo ficou olhando de um jeito nada discreto pra bunda da minha esposa. Senti uma sensação estranha percorrer meu corpo.
Para mim, ela estava vestida do jeito mais normal possível, uma calça jeans clara com uma camisa de manga curta, nada ousado nem chamativo, embora eu deva admitir que a Claudia tem uma bunda que sempre chamou atenção. Mas eu já não olhava praquele rabo com o desejo de quando a gente namorava. Só que ao ver aquele moleque devorando ela com o olhar, me fez lembrar como minha esposa está bem conservada, e que ela ainda podia ser objeto de desejo pra muita gente. Por um segundo até pensei que aquele jovem não ia se interessar pela minha esposa, já que ela era mais velha que ele, mas o olhar que ele deu dizia exatamente o contrário.
Enfim, ao ver sua leve expressão de aborrecimento com minha proposta, me aproximei e disse que, se preferisse, ela podia esperar enquanto eu ia cumprimentar meus amigos. Ela me perguntou se eu não me importava, o que neguei, e disse que preferia ficar na mesa. Lembrei-a do nosso acordo: se em algum momento se sentisse desconfortável, usasse a ligação falsa, e na hora a gente caía fora. Ela assentiu com a cabeça e disse para eu não me preocupar, e voltou a se sentar com o Santiago. Assim que me afastei, percebi que tinha deixado minha esposa com um desconhecido, mas o Santiago tinha me parecido muito agradável e respeitoso, apesar do olhar indiscreto que ele tinha dado na bunda da Claudia. Então fui meio confiante, como disse, não achei que fosse perigo.Fiquei com a pulga atrás da orelha, se o que eu tinha visto realmente tinha acontecido ou se era só imaginação minha, mas a todo momento virava para olhar minha esposa para ver se ela fazia algum sinal de que não estava mais à vontade. Mas aconteceu exatamente o contrário: ela estava totalmente imersa na conversa com o Santiago, e na verdade em nenhum momento tentou me procurar, nem mesmo com o olhar. Coisa que agradeci, porque me deu tempo de bater papo com todos os meus amigos até perceber que já tinha passado mais de uma hora desde que me levantei da mesa, e decidi voltar para ela.
Ao chegar, percebi que os dois casais já não estavam mais lá, só estavam o Santiago e minha esposa, com risadas pra caralho, dava pra ver que o clima estava ótimo. Em cima da mesa tinha um monte de garrafas vazias, muitas para o pouco tempo que fiquei fora. A Claudia estava com as bochechas vermelhas, sinal de que já tinha uns drinks na cabeça. Assim que cheguei, o Santiago disse que ia ao banheiro, e aí aconteceu algo que eu não esperava.
Quando ele se levantou, foi inevitável notar o volume enorme que sobressaía na calça dele. Não é que ele estivesse de pau duro, simplesmente era muito bem dotado, brutal, eu diria. Por instinto, olhei para a Claudia e, embora ela tenha disfarçado muito bem, estou certeza que ela também percebeu, quando ela se afastou eu perguntei como ela se sentia, se já queria ir embora, e ela me disse que estava tudo bem, mas que se eu quisesse ir não tinha problema, a verdade é que eu também estava bem à vontade e ainda tinha bateria, então decidimos ficar mais um tempo
Vi que o Santiago voltava pra mesa, eu peguei meu celular fingindo que tava vendo alguma coisa, mas discretamente eu olhava de canto pro meu lado pra minha esposa, queria ver se o tesão batia nela, embora eu tivesse quase certeza que ela nem ia virar o rosto pra olhar, porque ela é muito tímida com essas coisas, e muito menos comigo ali presente, mas pelo visto a bebida tinha feito efeito nela. O Santiago tinha parado na mesa do lado conversando com outra pessoa, a Claudia tava de frente pra ele, a menos de dois metros, e pra minha surpresa ela olhava pra virilha dele por uns momentos e disfarçava, mas repetiu isso várias vezes. Um formigamento subiu pela minha virilha, sinceramente qualquer pessoa teria dificuldade de não reparar numa ferramenta daquelas, era chamativo demais e a Claudia não era exceção.
A verdade é que uma sensação de ciúme tomou conta de mim, nenhum homem jamais tinha feito a Claudia me faltar com respeito, e muito menos com um jovem, embora como eu disse as cervejas tinham feito a parte delas, mas mesmo assim não consegui evitar me sentir assim, embora por outro lado eu lembrasse de tudo o que vinha vendo nos fóruns que eu tinha me juntado, e naquele momento veio à minha mente uma imagem que me fez arrepiar, por um segundo eu vi o Santiago penetrando minha esposa com aquele pau enorme dele, acho que o álcool também me afetou mais do que eu pensava, sem perceber eu já estava com uma leve ereção, que aumentou ao ver que minha esposa já não tirava os olhos do Santiago.O tempo voou, e quando me dei conta já era noite, a maioria das pessoas já tinha ido embora, só sobrávamos poucas pessoas, eu disse de novo pra minha esposa que talvez já fosse hora de ir, e nosso novo amigo respondeu de forma negativa, dizendo que ainda era muito cedo, eu falei que a festa tinha acabado e que a gente já era praticamente os últimos, e de forma audaciosa ele me disse que ali tinha acabado a festa mas a gente podia continuar na casa dele, se a gente quisesse, estendendo o convite também pro Marcos, eu virei pra olhar a Claudia como quem pergunta com o olhar, ela fez um movimento afirmativo como quem diz "vamos", mas meu amigo Marcos não, ele disse que já estava muito cansado dos preparativos da festa e preferia descansar.
A verdade é que o Santiago tinha caído tão bem pra gente, que ele nos inspirou muita confiança, e foi assim que a gente acabou na casa dele quase meia-noite e com bastante álcool no sangue, e embora nenhum dos dois dissesse nada, nós dois tínhamos percebido que o Santiago várias vezes tinha olhado pra bunda da minha esposa e parecia ter gostado muito.
Santiago acabou sendo filho de um vizinho do Marcos, então morava a umas casas de onde estávamos. Perguntei se não tinha problema a gente ficar lá tão tarde, e ele disse que os pais estavam fora da cidade, e que por isso tinha ido pra festa do Marcos pra não ficar sozinho. Quando chegamos, ele já tirou uma garrafa de uísque. Fiquei na dúvida, porque a gente já tinha tomado cerveja, e pensei que talvez os bichos fossem se misturar com aquela bagunça, mas mesmo assim decidimos beber. Eu via a Claudia como nunca antes, ela tava bem mais solta e com uma atitude mais relaxada. Já na intimidade da casa dele, os assuntos começaram a ficar mais pessoais, mais íntimos seria a palavra certa. Acho que ali eu me perdi um pouco, porque eles já tinham mais tempo conversando e em alguns assuntos eu tava por fora.Por exemplo, a Claudia perguntou o motivo das separações dele. Parece que ele tinha casado muito novo, mas se separou, e em nenhum relacionamento durou muito. Ele explicou que com as outras parceiras durou pouco, mas nunca foi culpa dele, que sempre deixavam ele, disse isso fazendo uma cara de tristeza fingida. Mas a Claudia insistiu, falando que algum motivo elas deviam ter pra largar ele. Eu dei uma cutucadinha no braço dela pela indiscrição do comentário, e o Santiago riu, dizendo pra eu não me preocupar, que não tinha como aquilo ofender ele. Mas falou que a razão verdadeira era muito vergonhosa e ao mesmo tempo frustrante pra ele.
Servi mais uns tragos, já tava mais de meia garrafa, e agora dava pra notar bem o quanto a gente tava bêbado. A Claudia insistiu no assunto, tava agarrada em saber o motivo. A verdade é que fiquei com um pouco de vergonha do comportamento dela, mas o Santiago parecia não se incomodar com nada, pelo contrário, ele achava graça da curiosidade da minha esposa. Ele só disse que precisava de mais uns copos pra ter coragem de contar. Da minha parte, pra dar confiança, falei pra ele não se preocupar, que fosse o que fosse. da nossa boca não sairia nada, ele soltou uma risada e disse, haha tá bom já que você coloca desse jeito acho que posso contar pra vocês, e continuou:
Santiago: Quando eu disse que era vergonhoso e ao mesmo tempo frustrante é a verdade, me dá vergonha falar porque não é um problema como tal, muitos veriam como uma bênção, mas pra mim sempre foi um problema
Eu: fala, acredita que a gente não vai te julgar seja lá o que for
Claudia: é, conta pra gente, tô morrendo de curiosidade
Santiago: haha ok ok mas sério, não me entendam mal, não é presunção nem nada disso, eu sempre me comportei muito bem com minhas parceiras, tentei dar tudo pra elas e sempre as respeitei, o problema é algo que tá fora do meu controle e é muito íntimo
Claudia: hmm já sei, problema com a potência!!
Minha esposa interrompeu afirmando o comentário dela, eu virei pra olhar ela com uma cara de espanto, ela nunca tinha se comportado daquele jeito, mas tava completamente fora de si, sinceramente eu não sabia se ria ou escondia a cabeça debaixo da mesa, embora também passasse pela minha cabeça aquela possibilidade já que com um monstro daquele entre as pernas seria difícil levantar, mas a resposta dele não foi o que eu tinha pensado e finalmente fez minha esposa ficar muda
Santiago: muito pelo contrário, o problema é o tamanho do meu amigão, nenhuma aguenta, não curtem e do mesmo jeito eu também não, embora eu tenha tido parceiras que sem dúvida me fizeram muito feliz, foram pouquíssimas e por isso que eu digo que é frustrante
Eu tinha certeza que a Claudia no fundo também sabia a resposta, mas acho que o plano dela era chegar naquele ponto, porque embora a cara dela fosse de espanto, ela também tinha um sorriso como se tivesse conseguido o objetivo dela, sinceramente a conversa e o jeito de agir da minha esposa começaram a me deixar inquieto, acho que criei coragem por causa do tanto que tava bêbado pra dar um passo além e descobrir até onde minha esposa seria capaz de ir, então sem hesitar falei pro Santiago
Eu: não cara, não pode ser tão grande assim, talvez você esteja exagerando, ou o que você acha, love? (perguntei a ela)
Claudia arregalou os olhos com a minha pergunta, ficou ainda mais vermelha, pegou o copo, balançou a cabeça negativamente e disse "acho que não", depois virou de uma vez o whisky que eu acabara de servir pra ela.
Santiago: acreditem, é verdade, não tenho por que mentir, é tipo uma maldição kkkk
Claudia: bom, ver pra crer (completou)
Santiago virou pra mim, surpreso com o que minha esposa tinha dito, talvez esperasse ver raiva em mim, mas eu só levantei as mãos e falei, nem me olha, eu não quero ver não, todos soltamos uma risada, ele continuou a brincadeira dizendo, bom, então vira pra lá pra só ela ver kkkk, era agora ou nunca, se tinha uma chance remota de algo acontecer, era aquele momento, já que o álcool era o dono da situação, e até então eu tinha certeza que o garoto era inofensivo, mesmo tendo um monstro entre as pernas, não acreditava que fosse além, talvez só mostrasse e fosse isso, e pra mim ficaria como uma boa anedota pra compartilhar nos fóruns de swing
Eu disse "ok", me levantei devagar e fui pro banheiro sem falar mais nada, vi a cara de espanto dele enquanto virava as costas, um silêncio absoluto tomou a casa, que foi quebrado pela risada do Santiago que só disse "ok", ouvi ele perguntar se ela realmente queria ver, "ué, vai logo, já nos deu permissão", disse minha esposa, eu deixei a porta do banheiro entreaberta e conseguia ver tudo perfeitamente, ele andou um pouco até ficar de frente pra ela, ouvi ele desafivelar o cinto e abaixar o zíper da calça, o que você acha? Ela tentou falar algo, mas nenhuma palavra saiu da boca dela, eu observava do banheiro, meu coração queria sair pela boca, assim como meu pau queria sair da calça com a ereção que eu já tava
Ele estava de frente pra ela, a uns meio metro de distância, com a calça nos joelhos, e a Claudia... finalmente soltou um "uau" dela, Santiago não tinha mentido, era enorme, talvez uns 23 cm ou mais, era brutal, e não era o pior, ele acariciava a pica enorme com a mão e em questão de segundos começou a ficar dura, se encheu de veias super dilatadas, minha esposa estava como hipnotizada vendo o espetáculo, Claudia corou ainda mais, ria nervosa, mas era bem óbvio que ela ficou excitada, olhava para o banheiro por momentos como se me procurasse, mas parecia que a pica do Santiago tinha um ímã, e fazia ela voltar o olhar

Inconscientemente eu acariciava minha rola por cima da calça, minha esposa parecia meio nervosa, Santiago se masturbava devagar, e falava algo baixinho com ela que eu não consegui ouvir, mas ela ria. Eu já estava com a rola dura pra caralho. Ele virou a cabeça pra onde eu estava e me olhou. Eu estava imóvel, como se esperasse que algo mais acontecesse. Talvez tenha sido isso que Santiago entendeu, e ele sussurrou algo de novo. Claudia, meio hesitante, balançava a cabeça em negativa. Ele se aproximou e falou algo no ouvido dela. Acho que a aproximação fez ela tremer, porque ela fechou os olhos e mordeu levemente os lábios.Santiago se afastou e sentou no sofá que ficava de frente pra ela. Isso fez eu perder ele de vista. Só conseguia ver minha esposa, que continuava balançando a cabeça dizendo não, embora já desse pra notar que ela estava realmente excitada, porque já tinha uma mão entre as pernas por cima da calça e dava pra ver um movimento bem devagar. Achei que tinha sido só isso. Minha ereção estava no limite, eu também tinha começado a me masturbar, mas parei naquele momento. Fui ao banheiro e por uns dois minutos tentei me controlar. Joguei um pouco de água no rosto, tentando processar o que tinha acabado de acontecer. Esperei um pouco pra ver se a ereção baixava, mas era impossível. Ajeitei a rola ainda dura e saí do banheiro esperando encontrar tudo calmo.
Ao abrir a porta, não vi minha esposa. O pulso acelerou. Dei alguns passos e o que vi me deixou gelado. A cena era digna de filme pornô. Santiago já tinha tirado a calça, estava sentado com a rola de fora, totalmente reclinado pra trás, com os olhos fechados e as mãos esticadas no encosto do sofá. Mas agora Claudia estava de joelhos na frente dele, chupando aquela rola enorme. Ela masturbava ele e passava a boca por um lado, porque era impossível aquilo caber inteiro na boca dela, mas sem dúvida ela estava se esforçando.
Me joguei pra trás e fiquei observando eles por trás da parede, ele estava completamente perdido, sentindo tudo o que minha esposa fazia, e ela estava como eu nunca tinha visto, estava tipo desesperada tentando enfiar a pica inteira na boca, passava a língua por todo o tronco, que estava cheio de saliva dela, masturbava ele enquanto chupava as bolas. Eu fiquei ali vendo eles por trás da paredinha que divide o banheiro da sala, os dois estavam totalmente perdidos no prazer deles. Na minha mente tinha uma onda de sentimentos que eu não conseguia processar: ciúme, raiva, inveja, incredulidade. A verdade é que eu queria entrar e parar tudo aquilo, mas a excitação que eu sentia era de outro nível, além de que eu mesmo tinha provocado aquela situação e, sinceramente, gostei de ver minha esposa daquele jeito. Então, quase sem perceber, eu já estava me masturbando de novo atrás da parede, ouvindo tudo o que eles faziam.Ficaram assim por quase vinte minutos, ela não parava de chupar a pica dele, acho até que quase fez ele gozar, mas ele afastou ela, se levantou e disse que não aguentava mais, que precisava meter. Mas ela recusou porque eu estava no banheiro e podia sair a qualquer momento. Acho que ela pensou que eu tinha dormido ou sei lá, mas o Santiago insistiu, começou a beijar o pescoço dela e aos poucos minha esposa foi cedendo.
Primeiro ele levantou a blusa dela e começou a chupar os peitos, depois com um movimento rápido tirou ela completamente. Ela ainda resistia, mas as carícias que o Santiago fazia pareciam minar a força de vontade dela e depois de alguns minutos ela já estava ofegante. O Santiago parou e, sentando de novo no sofá, convidou minha esposa pra montar nele. Minha esposa não soltava a pica dele em nenhum momento e, enquanto masturbava ele, deu um beijo apaixonado na boca dele.
Ela deu alguns passos para trás observando Santiago e a imagem que ele lhe oferecia, ela parecia hesitar, mas foram poucos segundos, de repente se virou dando as costas a ele e inesperadamente ficamos de frente um para o outro, ela com os seios à mostra e eu com as calças nos tornozelos com uma ereção como nunca tinha tido, ela não disse nenhuma palavra, não havia porquê, de repente levou as mãos à sua calça, abaixou o zíper e com um movimento lento começou a baixá-la inclinando-se um pouco e mostrando a Santiago sua bunda linda adornada com uma calcinha fio dental minúscula, tudo isso enquanto me encarava fixamente.
Ele, por sua vez, não perdeu tempo e, como se estivesse morrendo de fome, se atirou na bunda dela e começou a comer ela desesperadamente. Claudia fechava os olhos e apertava uma peita, depois se virou, foi até o Santiago, subiu em cima dele e se sentou, ficando com o pau enorme entre as nádegas dela. Eles começaram a se beijar enquanto ela fazia movimentos pra cima e pra baixo, se esfregando contra o falo gigante. Ficaram assim por uns minutos, só se esfregando, a calcinha fio dental parecia encharcada com os fluidos da minha esposa.De repente, ela com uma mão afastou a calcinha pro lado, era inacreditável o que eu estava prestes a ver. Ela cuspiu na mão e esfregou o pau, depois apontou pra buceta apertada dela. Ele, com as duas mãos, separava as nádegas dela enquanto ia introduzindo devagar, saiu um gemido prolongado da minha esposa, não entrou nem metade. Ela levantou a bunda de novo e quando desceu, outro gemido mais profundo que o primeiro. Dessa vez, o Santiago levantou um pouco a pélvis, fazendo entrar um pouco mais. A Claudia soltou um "aaa filha da puta". Ficaram assim por uns segundos, de repente ela começou a se mover devagar pra cima e pra baixo num movimento cadenciado, cada vez mais rápido, os gemidos ficando cada vez mais fortes.
De repente ele a abraçou, colando os peitos dela no rosto dele, fazendo o vai e vem das cadeiras da minha esposa parar. Ele passava a língua pelos peitos dela sem tirar aquele pedaço enorme de carne e começou a se mover de um jeito bem acelerado. Os gemidos da Claudia agora eram gritos de prazer. Notei que a pica do Santiago estava escorrendo pelos sucos da minha esposa, era tanto que até o sofá estava encharcado.Minha esposa tinha se esquecido completamente de mim. Ficaram assim naquela posição por pouco mais de meia hora, às vezes os movimentos eram desenfreados e de repente bem lentos, acho que isso fascinava ela, já que pude notar em duas ocasiões como saíam jatos pequenos disparados enquanto as pernas dela tremiam sem controle. A cena era espetacular, os dois banhados em suor, a Claudia totalmente avermelhada com uma cara de tesão que eu nunca tinha visto, o rosto dela estava completamente diferente. Ela soltava gemidos leves com a respiração entrecortada enquanto beliscava os próprios mamilos, puxando-os levemente para cima.
O Santiago enfiou dois dedos na boca da minha esposa, e ela começou a chupá-los como se fosse a pica dele. Acho que nem pra mim ela chupava com tanta paixão quanto aquele par de dedos. Depois foram três dedos até ficarem completamente viscosos. Num movimento lento, ele levou a mão até as nádegas da minha esposa, colocando um dos dedos no orifício apertado. Por um momento pensei que ela fosse resistir, mas ela estava tão excitada que em vez disso soltou um gemido profundo. Ele se aproximou do ouvido dela e sussurrou algo. Um sorriso malicioso se desenhou no rosto da Claudia e ela assentiu com a cabeça.
Minha mente imediatamente imaginou o que estava prestes a acontecer, e acho que foi nesse momento que o ciúme tomou conta de mim. Será que ela realmente ia dar o cu? Aquilo era algo muito pessoal, muito nosso. Eu tinha feito isso com ela em algumas ocasiões especiais, mas não era uma prática recorrente entre a gente. nós e mais que isso, será que aguentaria uma trancada daquelas?, quase entrei pra parar tudo mas a atitude da Claudia era totalmente complacente, ela se levantou devagar se soltando daquela trancada, era inacreditável como ela quase tinha engolido mais da metade
Ela se ajoelhou de quatro no sofá, depois empinou a bunda exageradamente como uma puta no cio. Ele se posicionou atrás dela, se inclinou e enfiou a língua entre as nádegas dela, enquanto levava de novo uma das mãos à boca da minha esposa, que com a mesma atitude de antes voltava a lamber os dedos dele. Depois, ele levou a mão entre as nádegas dela e enfiou um dedo. Ela deu um pequeno salto, mas a excitação era tanta que simplesmente fechou os olhos. Assim ficou por uns 5 minutos. Então ele se ergueu, deu um passo para trás e apresentou a cabeça da pica na entrada do cu dela. Aos poucos foi empurrando, realmente custou, mas depois de algumas tentativas conseguiu meter um pouco da ponta. Isso fez ela soltar um gemido mais alto que os anteriores. Era impossível aquilo tudo entrar nela, mas mesmo assim ele introduziu um pouco. Os movimentos eram lentos, mas eu via perfeitamente como cada milímetro entrava dentro dela. Acho que no total foram pouco mais de 10 cm que ele conseguiu meter.
Ela estava louca, os gemidos dela viraram urros entre dor e prazer. No começo, ela arqueou as costas pra cima, como se tentasse impedir que entrasse mais fundo, mas depois de uns 10 ou 15 minutos a posição mudou, deu pra notar que a dor começou a diminuir e o prazer cresceu. E embora de jeito nenhum ele tenha enfiado tudo, ele realmente tava dando uma bela de uma foda, como eu nunca tinha dado nela.
Eu escorria líquido pré-seminal, minhas bolas doíam, meu pau queria estourar com os gemidos que minha esposa soltava a cada estocada que ele dava nela. Não sei por quanto tempo ficaram assim, eu estava fascinado vendo aquela cena digna do melhor filme pornô, mas em um momento eles pararam. Minha esposa se levantou com as pernas trêmulas, ele a segurou pela cintura e a conduziu até um quarto.Fiquei surpreso, já estavam há mais de uma hora transando e ainda faltava mais. Ele fez um gesto para eu acompanhá-los, e assim fiz. Ele se deitou de costas, ela se inclinou de novo para chupar o pau dele por uns minutos e montou nele de novo. Os movimentos dela eram brutais, não sei como ele não gozou. Depois ele me olhou, colocou as mãos nas nádegas da minha esposa e as separou, como que convidando para entrar. Dei alguns passos até onde estavam, ele continuava separando as nádegas dela e pude ver o cu da minha esposa, estava inchado e meio irritado, até um pouco dilatado. Minha esposa virou e eu vi que ela estava com o olhar perdido. Ela parou o movimento frenético que fazia, cuspiu na própria mão de novo e lubrificou o cu.
Não esperei nem um segundo, coloquei meu pau na entrada e meti de uma só vez. Devo dizer que entrou com bastante facilidade, mas mesmo assim ela enlouqueceu e, como se estivesse possuída, começou a se mover de um jeito espetacular. Não sei por quanto tempo ficamos assim, mas sem dúvida a Cláudia nunca teve tantos orgasmos quanto naquele momento. Acho que o último foi o mais excitante, porque nos deixou os dois bombando nela de um jeito quase perfeito. Os gemidos entrecortados e os espasmos do corpo dela, enquanto ela nos enchia de novo com jatos brancos e cristalinos, era incrível ver como as pernas dela tremiam sem controle. Eu acelerei meus movimentos, embestindo com força, ela pedia para eu não parar até gozarmos ao mesmo tempo. Enchi o cu dela de porra, que começou a escorrer abundantemente.
O Santiago demorou um pouco mais, se levantou e ela... Virei ela, ela ficou entre minhas pernas e começou a me chupar com delicadeza, fez eu ficar duro de novo enquanto Santiago levantou um pouco os quadris dela, ela entendeu e manteve eles pra cima, ficava linda de rabo empinado e ele começou a meter de novo. Eu achei que ela já tinha se acostumado com o tamanho, mas assim que ele enfiou, um gemido profundo e longo me fez reagir daquela mamada deliciosa que ela tava me dando. Na hora percebi o motivo, porque dessa vez Santiago bateu a pélvis contra a bunda da minha esposa, isso queria dizer que finalmente tinha enfiado tudo.
Ela enterrou a cabeça nos lençóis enquanto ele começava a bombar num ritmo um pouco mais rápido, ela só aguentava as investidas sem fazer muito barulho, mas quando ele acelerou os movimentos, os gemidos dela começaram a ecoar pela casa toda. Acho que ela nunca sentiu tanto prazer quanto naquela noite. Foram poucos minutos que o Santiago aguentou e logo começou a gozar dentro da Claudia, antes de terminar tirou a pica enorme e soltou uns jatos nas costas dela, algumas gotas caíram no cabelo e na bochecha, ela com a ajuda dos dedos levou umas gotas à boca saboreando a porra do Santiago. Não fez mais nada, ficou imóvel e depois de alguns minutos apagou completamente. Foi assim que um estranho e eu comemos minha esposa como ninguém nunca tinha comido.

3 comentários - Relato que um seguidor me contou