Hoje vou deixar essa história que tenta ser bem real e sincera.
alguns incrédulos vão achar que é algo muito fantasioso
mas são histórias que geralmente rolam mais quando já faz um tempão que você deixou de ser um moleque
espero que vocês curtam tanto quanto eu curti escrevendo
OBRIGADO POR ME LER
no fim das contas, é isso que um narrador se propõe a fazer
agradeço seus comentários
e se vocês gostaram muito, ss pontos
Eu sabia que isso um dia ia acontecer, era inevitável que acontecesse, as putas são assim e minha namorada é uma vadia assumida, o bairro inteiro sabia, a puta do bairro era minha namorada, mas como aquele bairro não era o meu, eu achava que me olhavam com espanto só por inveja, tarde percebi que era por incredulidade. Coisa estranha é o ser humano, porque apesar de tudo eu amo ela e tento não ver nem saber dos meus chifres, que suponho que devem chegar ao céu. Sei muito bem que todos, de uma forma ou de outra, os temos, alguns assumimos e convivemos com eles em segredo, e outros os ignoramos completamente, mas com a Andrea era impossível não tê-los. Isso sim, ela não é uma gatinha fácil, acho que ao meu lado aprendeu a não se dar de graça fácil. Agora não faz só por prazer, mas também pede algo em troca, e até comigo é assim. Bom, pelo menos era o que eu achava, ela só precisa de uma boa pica. Em algum momento pensei que com a minha dava conta, mas não foi o caso. Tarde entendi que o tesão faz a gente fazer coisas impensadas, friamente jamais teriam passado pela cabeça, mas o tesão começa a despertar na gente e não para, sempre quer mais e se alimenta da própria adrenalina sem nenhum limite, apesar das consequências. O desejo te domina mesmo sem você procurar, está ali presente, e na Andrea estava presente o dia inteiro. Cada noite era única, a gente se acabava na cama, nenhum dos dois parava até ficar exausto, principalmente por causa da especialidade dela: a de esquentar pica o tempo todo. Não só pelo jeito de se vestir, o tom da voz, a maneira de falar e de andar, o jeito de sentar, tudo provocava o desejo de possuí-la, mesmo que a figura dela não fosse voluptuosa. Assim, chegando em casa, só pensava em comê-la, mas pra isso precisava ter dinheiro, alguém tinha que pagar os caprichos dela, coisa nada fácil que também não dava pra fazer todo dia. Com o tempo, comecei a me perguntar quem pagava esses caprichos se não era eu, de onde vinham esses pequenos luxos que ela tinha. Com certeza, algum otário. Eu pagaria por isso, feito um idiota pensei assim, graças a esquentar uns caras, mas não achava que fosse passar disso. Também não tinha tempo pra ficar pensando nela e nas travessuras dela, nunca vi nada de estranho nela, pelo menos nada que eu já não estivesse acostumado, tipo ela estar sempre arrumada e com pouca roupa, ou vestida bem gostosa quando saíamos pra farra. Não tinha motivo pra ter ciúmes, mesmo que ela nunca passasse despercebida em lugar nenhum. No máximo, me irritava quando ela usava minissaia, e por isso quase nunca usava. Com o tempo, veio a Maxi. Não me surpreendi por ter engravidado ela, mas naquele ano a gente não parava de transar, os hormônios dela estavam trabalhando muito mais do que o normal, e a Andrea era intensa pra caralho na cama. Quando a Maxi nasceu, nem minha mãe encontrou traço meu nela, muito menos meu pai. Pra mim, não pareceu estranho, não. Ela se parecia muito com a Andrea, e conforme foi crescendo, isso foi se diluindo. Já com a Maxi em casa, a Andrea tinha o dia mais ocupado, e eu também. O sexo entre a gente mudou pra caralho, já não era tanto. Aquela parada de dormir de duas em duas horas nos limitava, e quando ela cresceu, o problema era ela nos ouvir, algo normal em todo casal que procria. Mesmo assim, o corpo dela não tinha mudado nada, continuava sendo a mesma provocante de sempre, mas agora com uns peitos maiores, e talvez por causa da falta de continuidade, o sexo com ela tinha ficado mais intenso. Apesar disso, e graças ao meu trampo foda, cada vez tinha menos sexo na nossa vida. Os gastos tinham aumentado e a gente precisava bancar, o que não é tão fácil pra maioria. Então eram doze horas de trabalho, até nos sábados, e no domingo meio período. Só sobrava tempo naquele domingo pra descansar e dar uma saída. O importante pra mim era que não faltasse nada em casa. Foi assim que, já com a Maxi maior e eu trabalhando menos, claro, fui descobrindo minhas galhas e percebi que elas iam até além de Marte. Agora vou começar a contar, pelo menos as que fui descobrindo. entrando e, conforme eu for fazendo, vou me masturbando, igual fiz quando me contaram.
A primeira pessoa que me contou foi meu primo Carlos, uma noite bêbado, na virada do ano, quando todo mundo já tava dormindo na casa do meu pai. Acontece que ele também tinha descoberto que a esposa dele, Glória, tinha chifrado ele, mas não podia reclamar nada, porque ela sabia que ele tinha comido a Andrea.
Como é que você comeu a Andrea? Você comeu a minha esposa?
Carlos, eu, igual a muitos outros, achei que você sabia, porra.
Como é que eu ia saber, cara? Eu passava o tempo todo trabalhando, porra. Quem foram esses outros tantos aí?
Carlos, eu meti o pé na jaca, que idiota.
Agora me conta, quero todos os detalhes.
Carlos, mas eu não falei nada, estamos de boa, não quero confusão.
Tá de boa, nessa altura que bagunça vai ter, eu pensei que a putinha tava dominada, tu não sabe as fodas que eu dava nela.
Carlos, quer que eu te conte como foi comigo ou com quem ele também comeu?
Agora você me conta tudo.
Carlos, bem, eu sei que ela comeu meu pai e o seu, que foi com quem mais transava. Com meu pai foi só umas duas vezes, porque minha mãe começou a desconfiar, mas com seu pai acho que até hoje continua, a filha da puta.
Assim que deve ser a grana que ela tá tirando do otário.
O Carlos tirou grana de todo mundo, mas do seu velho foi mais que de qualquer um.
Me conta, quantas vezes você comeu ela e como foi.
Carlos te deixa muito excitada com isso, sério que não te incomoda?
Sim, me excita muito saber que sou o maior corno essa noite. Vou arrebentar ela de porrada, vai, não se faz de misterioso.
Carlos um dia veio em casa com o Maxi pra preparar tudo pro aniversário dele, que a gente comemorou aqui em casa. A gente começou a conversar, a Glória tava lá também, e num certo momento, como o Maxi tava insuportável, a Glória levou ele pra praça pra gente poder falar sossegado. A Andrea tava muito intensa e, bom, eu fiquei de pau duro por ela. Me desculpa, mas quando ela disse que não podia me pagar com dinheiro porque não tinha, eu fui pra cima dela e ela acabou me pagando na cama.
A foda que você deve ter dado nela, filho da puta.
Carlos já fazia mais de uma semana que não comia a glória, imagina, e ainda por cima a Andrea é uma puta na cama, uma máquina pedindo pica o tempo todo, certeza que você sabe disso melhor do que eu.
Mas puta que as galinhas, a filha da puta.
Carlos, te falar que ela me deu a buceta sem eu nem pedir. Uma gostosa dessa não se come todo dia. Por sorte, a Glória demorou horrores com o Maxi na praça.
Imagino que também chupo sua buceta, não é mesmo?
Carlos é uma deusa nisso e até engoliu a porra toda, sabe o que ele fez? Abriu minha boca, me mostrou meu próprio gozo, provou e me mostrou como engoliu. Depois disso, eu comi ele de novo, mas dessa vez coloquei ele de quatro, não poupei não.
Mas essa não foi a única vez.
Carlos, nãooo, parece que eu agrado muito ela. No dia do aniversário, ela veio em casa pra decorar tudo e pediu pra Gloria se podia ir buscar umas paradas. Assim que a Gloria foi embora, ela me levou pra cama — bom, pra ser justo, eu que levei ela — e a gente trepou de novo igual dois coelhos, mas foi mais rápido, porque a Gloria podia voltar a qualquer hora. Aí fiquei de passar na sua casa. A gente passou a tarde toda transando, mas depois deu merda tudo com a Gloria.
Então você comeu ela na minha casa e com certeza na minha cama
Carlos, bom, o Maxi ainda tava dormindo no berço. Tu lembra quem comprou a cama e o guarda-roupa pra ele?
Você não foi, foi a Andrea com a buceta dela e o rabo dela, mesmo que pro mundo inteiro você tenha sido um presente seu.
Carlos, a real é que você tem razão, mas de certa forma não sabe como eu te invejo, sua mulher é uma máquina de foder, também pouco me foderia ser corno tendo uma gostosa dessas todas as vezes que eu quisesse.
Sim, contanto que você não descubra que ela tá dando pra outros, isso já te broxa um pouco.
Carlos, não ia me fazer broxar não, pelo contrário, acho que ia meter com mais força ainda.
Então por que você não faz as pazes com a Glória e dá uma boa fodida nela?
Carlos, tomara que a Glória fodesse igual a Andrea.
Bom, acho que agora eu tenho o direito de ver se é assim mesmo como você diz.
Carlos, você quer comer a Glória? Bom, tem razão, além disso acho e tenho certeza que outro já comeu ela.
Pelo jeito que vi ela ultimamente, tenho certeza, cê não viu como ela mudou
Carlos já faz um tempão, por isso tenho certeza que ela trocou por outro, mas fica tranquilo que com a Andrea não rola mais nada.
Por enquanto, Carlos, por enquanto.
Carlos, cara, não é por mim, é por ela com teu pai, além disso ele tem um pau muito maior que o meu.
Não consigo imaginar o que aconteceu quando eles foram de férias no ano passado.
Carlos, sim, mas o Maxi já tá grandinho, cê não viu como ele cuida dela?
Hummm, não me faz pensar nessas coisas. Eu não diria que ele cuida dela, na verdade ele é mais ciumento.
Carlos, nãooo, não pode ser tão piranha. Andrea, cê acha que o Maxi comeu ela? Isso sim que é difícil de acreditar.
E por que te custa? Será que não deu pra meu tio, meu primo e meu pai? E vai saber se não deu pra algum amiguinho dele também.
Carlos, isso quem sabe é só o Maxi e acho que ele não vai te contar, mas nas férias com certeza alguma coisa rolou.
Seu velho também não foi com eles?
Carlos, sim, mas com meu velho não rola nada, isso é certeza. O coitado já não sobe mais.
Você pode perguntar pra ela amanhã e me conta, lembra que não fui porque tava trampando.
Carlos sim, sim, eu lembro
Este ano com certeza não vou trampar elas, agora quero ir com ela sozinha e aí pedir pra ela me contar tudo.
Carlos, quem pode te contar tudo é a Cláudia.
Aquela puta rodada que dá por dois centavos? Acho que não, já faz tempo que não se veem.
Carlos, isso é o que você pensa. Eles continuam se vendo e tenho certeza de que contam tudo um pro outro. Não me diga que você não comeu a Claudia.
Vivia sempre com a Andrea e aquela peituda ficava me dando mole, por isso nunca mais veio aqui em casa. A Andrea sabia que a qualquer hora eu ia meter uma pirocada nela, e do jeito que você vê, a Andrea é muito ciumenta.
Carlos também, se você herdou a rola do seu pai pra não ser ciumenta
Imagina como é que vai ficar a bunda da Glória então
Carlos, por mim, fode ele até virar merda pra ele parar de me chifrar. Domingo que vem te espero em casa.
Te trago a Andrea e a gente faz uma troca de casais.
Carlão, tu sai ganhando de longe, mas beleza, tô te devendo essa.
alguns incrédulos vão achar que é algo muito fantasioso
mas são histórias que geralmente rolam mais quando já faz um tempão que você deixou de ser um moleque
espero que vocês curtam tanto quanto eu curti escrevendo
OBRIGADO POR ME LER
no fim das contas, é isso que um narrador se propõe a fazer
agradeço seus comentários
e se vocês gostaram muito, ss pontos
Eu sabia que isso um dia ia acontecer, era inevitável que acontecesse, as putas são assim e minha namorada é uma vadia assumida, o bairro inteiro sabia, a puta do bairro era minha namorada, mas como aquele bairro não era o meu, eu achava que me olhavam com espanto só por inveja, tarde percebi que era por incredulidade. Coisa estranha é o ser humano, porque apesar de tudo eu amo ela e tento não ver nem saber dos meus chifres, que suponho que devem chegar ao céu. Sei muito bem que todos, de uma forma ou de outra, os temos, alguns assumimos e convivemos com eles em segredo, e outros os ignoramos completamente, mas com a Andrea era impossível não tê-los. Isso sim, ela não é uma gatinha fácil, acho que ao meu lado aprendeu a não se dar de graça fácil. Agora não faz só por prazer, mas também pede algo em troca, e até comigo é assim. Bom, pelo menos era o que eu achava, ela só precisa de uma boa pica. Em algum momento pensei que com a minha dava conta, mas não foi o caso. Tarde entendi que o tesão faz a gente fazer coisas impensadas, friamente jamais teriam passado pela cabeça, mas o tesão começa a despertar na gente e não para, sempre quer mais e se alimenta da própria adrenalina sem nenhum limite, apesar das consequências. O desejo te domina mesmo sem você procurar, está ali presente, e na Andrea estava presente o dia inteiro. Cada noite era única, a gente se acabava na cama, nenhum dos dois parava até ficar exausto, principalmente por causa da especialidade dela: a de esquentar pica o tempo todo. Não só pelo jeito de se vestir, o tom da voz, a maneira de falar e de andar, o jeito de sentar, tudo provocava o desejo de possuí-la, mesmo que a figura dela não fosse voluptuosa. Assim, chegando em casa, só pensava em comê-la, mas pra isso precisava ter dinheiro, alguém tinha que pagar os caprichos dela, coisa nada fácil que também não dava pra fazer todo dia. Com o tempo, comecei a me perguntar quem pagava esses caprichos se não era eu, de onde vinham esses pequenos luxos que ela tinha. Com certeza, algum otário. Eu pagaria por isso, feito um idiota pensei assim, graças a esquentar uns caras, mas não achava que fosse passar disso. Também não tinha tempo pra ficar pensando nela e nas travessuras dela, nunca vi nada de estranho nela, pelo menos nada que eu já não estivesse acostumado, tipo ela estar sempre arrumada e com pouca roupa, ou vestida bem gostosa quando saíamos pra farra. Não tinha motivo pra ter ciúmes, mesmo que ela nunca passasse despercebida em lugar nenhum. No máximo, me irritava quando ela usava minissaia, e por isso quase nunca usava. Com o tempo, veio a Maxi. Não me surpreendi por ter engravidado ela, mas naquele ano a gente não parava de transar, os hormônios dela estavam trabalhando muito mais do que o normal, e a Andrea era intensa pra caralho na cama. Quando a Maxi nasceu, nem minha mãe encontrou traço meu nela, muito menos meu pai. Pra mim, não pareceu estranho, não. Ela se parecia muito com a Andrea, e conforme foi crescendo, isso foi se diluindo. Já com a Maxi em casa, a Andrea tinha o dia mais ocupado, e eu também. O sexo entre a gente mudou pra caralho, já não era tanto. Aquela parada de dormir de duas em duas horas nos limitava, e quando ela cresceu, o problema era ela nos ouvir, algo normal em todo casal que procria. Mesmo assim, o corpo dela não tinha mudado nada, continuava sendo a mesma provocante de sempre, mas agora com uns peitos maiores, e talvez por causa da falta de continuidade, o sexo com ela tinha ficado mais intenso. Apesar disso, e graças ao meu trampo foda, cada vez tinha menos sexo na nossa vida. Os gastos tinham aumentado e a gente precisava bancar, o que não é tão fácil pra maioria. Então eram doze horas de trabalho, até nos sábados, e no domingo meio período. Só sobrava tempo naquele domingo pra descansar e dar uma saída. O importante pra mim era que não faltasse nada em casa. Foi assim que, já com a Maxi maior e eu trabalhando menos, claro, fui descobrindo minhas galhas e percebi que elas iam até além de Marte. Agora vou começar a contar, pelo menos as que fui descobrindo. entrando e, conforme eu for fazendo, vou me masturbando, igual fiz quando me contaram.
A primeira pessoa que me contou foi meu primo Carlos, uma noite bêbado, na virada do ano, quando todo mundo já tava dormindo na casa do meu pai. Acontece que ele também tinha descoberto que a esposa dele, Glória, tinha chifrado ele, mas não podia reclamar nada, porque ela sabia que ele tinha comido a Andrea.
Como é que você comeu a Andrea? Você comeu a minha esposa?
Carlos, eu, igual a muitos outros, achei que você sabia, porra.
Como é que eu ia saber, cara? Eu passava o tempo todo trabalhando, porra. Quem foram esses outros tantos aí?
Carlos, eu meti o pé na jaca, que idiota.
Agora me conta, quero todos os detalhes.
Carlos, mas eu não falei nada, estamos de boa, não quero confusão.
Tá de boa, nessa altura que bagunça vai ter, eu pensei que a putinha tava dominada, tu não sabe as fodas que eu dava nela.
Carlos, quer que eu te conte como foi comigo ou com quem ele também comeu?
Agora você me conta tudo.
Carlos, bem, eu sei que ela comeu meu pai e o seu, que foi com quem mais transava. Com meu pai foi só umas duas vezes, porque minha mãe começou a desconfiar, mas com seu pai acho que até hoje continua, a filha da puta.
Assim que deve ser a grana que ela tá tirando do otário.
O Carlos tirou grana de todo mundo, mas do seu velho foi mais que de qualquer um.
Me conta, quantas vezes você comeu ela e como foi.
Carlos te deixa muito excitada com isso, sério que não te incomoda?
Sim, me excita muito saber que sou o maior corno essa noite. Vou arrebentar ela de porrada, vai, não se faz de misterioso.
Carlos um dia veio em casa com o Maxi pra preparar tudo pro aniversário dele, que a gente comemorou aqui em casa. A gente começou a conversar, a Glória tava lá também, e num certo momento, como o Maxi tava insuportável, a Glória levou ele pra praça pra gente poder falar sossegado. A Andrea tava muito intensa e, bom, eu fiquei de pau duro por ela. Me desculpa, mas quando ela disse que não podia me pagar com dinheiro porque não tinha, eu fui pra cima dela e ela acabou me pagando na cama.
A foda que você deve ter dado nela, filho da puta.
Carlos já fazia mais de uma semana que não comia a glória, imagina, e ainda por cima a Andrea é uma puta na cama, uma máquina pedindo pica o tempo todo, certeza que você sabe disso melhor do que eu.
Mas puta que as galinhas, a filha da puta.
Carlos, te falar que ela me deu a buceta sem eu nem pedir. Uma gostosa dessa não se come todo dia. Por sorte, a Glória demorou horrores com o Maxi na praça.
Imagino que também chupo sua buceta, não é mesmo?
Carlos é uma deusa nisso e até engoliu a porra toda, sabe o que ele fez? Abriu minha boca, me mostrou meu próprio gozo, provou e me mostrou como engoliu. Depois disso, eu comi ele de novo, mas dessa vez coloquei ele de quatro, não poupei não.
Mas essa não foi a única vez.
Carlos, nãooo, parece que eu agrado muito ela. No dia do aniversário, ela veio em casa pra decorar tudo e pediu pra Gloria se podia ir buscar umas paradas. Assim que a Gloria foi embora, ela me levou pra cama — bom, pra ser justo, eu que levei ela — e a gente trepou de novo igual dois coelhos, mas foi mais rápido, porque a Gloria podia voltar a qualquer hora. Aí fiquei de passar na sua casa. A gente passou a tarde toda transando, mas depois deu merda tudo com a Gloria.
Então você comeu ela na minha casa e com certeza na minha cama
Carlos, bom, o Maxi ainda tava dormindo no berço. Tu lembra quem comprou a cama e o guarda-roupa pra ele?
Você não foi, foi a Andrea com a buceta dela e o rabo dela, mesmo que pro mundo inteiro você tenha sido um presente seu.
Carlos, a real é que você tem razão, mas de certa forma não sabe como eu te invejo, sua mulher é uma máquina de foder, também pouco me foderia ser corno tendo uma gostosa dessas todas as vezes que eu quisesse.
Sim, contanto que você não descubra que ela tá dando pra outros, isso já te broxa um pouco.
Carlos, não ia me fazer broxar não, pelo contrário, acho que ia meter com mais força ainda.
Então por que você não faz as pazes com a Glória e dá uma boa fodida nela?
Carlos, tomara que a Glória fodesse igual a Andrea.
Bom, acho que agora eu tenho o direito de ver se é assim mesmo como você diz.
Carlos, você quer comer a Glória? Bom, tem razão, além disso acho e tenho certeza que outro já comeu ela.
Pelo jeito que vi ela ultimamente, tenho certeza, cê não viu como ela mudou
Carlos já faz um tempão, por isso tenho certeza que ela trocou por outro, mas fica tranquilo que com a Andrea não rola mais nada.
Por enquanto, Carlos, por enquanto.
Carlos, cara, não é por mim, é por ela com teu pai, além disso ele tem um pau muito maior que o meu.
Não consigo imaginar o que aconteceu quando eles foram de férias no ano passado.
Carlos, sim, mas o Maxi já tá grandinho, cê não viu como ele cuida dela?
Hummm, não me faz pensar nessas coisas. Eu não diria que ele cuida dela, na verdade ele é mais ciumento.
Carlos, nãooo, não pode ser tão piranha. Andrea, cê acha que o Maxi comeu ela? Isso sim que é difícil de acreditar.
E por que te custa? Será que não deu pra meu tio, meu primo e meu pai? E vai saber se não deu pra algum amiguinho dele também.
Carlos, isso quem sabe é só o Maxi e acho que ele não vai te contar, mas nas férias com certeza alguma coisa rolou.
Seu velho também não foi com eles?
Carlos, sim, mas com meu velho não rola nada, isso é certeza. O coitado já não sobe mais.
Você pode perguntar pra ela amanhã e me conta, lembra que não fui porque tava trampando.
Carlos sim, sim, eu lembro
Este ano com certeza não vou trampar elas, agora quero ir com ela sozinha e aí pedir pra ela me contar tudo.
Carlos, quem pode te contar tudo é a Cláudia.
Aquela puta rodada que dá por dois centavos? Acho que não, já faz tempo que não se veem.
Carlos, isso é o que você pensa. Eles continuam se vendo e tenho certeza de que contam tudo um pro outro. Não me diga que você não comeu a Claudia.
Vivia sempre com a Andrea e aquela peituda ficava me dando mole, por isso nunca mais veio aqui em casa. A Andrea sabia que a qualquer hora eu ia meter uma pirocada nela, e do jeito que você vê, a Andrea é muito ciumenta.
Carlos também, se você herdou a rola do seu pai pra não ser ciumenta
Imagina como é que vai ficar a bunda da Glória então
Carlos, por mim, fode ele até virar merda pra ele parar de me chifrar. Domingo que vem te espero em casa.
Te trago a Andrea e a gente faz uma troca de casais.
Carlão, tu sai ganhando de longe, mas beleza, tô te devendo essa.
1 comentários - Uma história diferente e sincera