buceta quer me dividir

com fotos para ilustrarbuceta quer me dividirLembro muito bem daquele dia, já que marcaria o resto da minha vida. Eu estava na última aula de uma quarta-feira, cinco dias antes da comemoração dos meus quinhentos e dez dias, em frente à sala toda escrevendo alguns dados históricos no quadro negro. Naquele momento, eu já tinha entendido por que os professores sempre me escolhiam para anotar algo no quadro, para me levantar e dar o resumo do dia ou ir até a mesa deles para revisar minha tarefa com mais calma, demorando mais tempo do que com todos os outros. Em toda aula, eles sempre faziam eu me levantar uma ou duas vezes; isso fez com que eu prestasse mais atenção em toda a informação para não errar e passar vergonha, mas por causa de prestar mais atenção em como os homens me olham, como se eu fosse só um pedaço de carne gostosa e impossível de não comer, percebi, com um pouco de atenção, que os professores me olhavam do mesmo jeito. Eu estava na ponta dos pés, com o braço esticado para cima, escrevendo na parte mais alta do quadro, o que fazia meu corpo esbelto se esticar e se mexer, principalmente minha bunda se balançando no ritmo da minha mão. Eu ainda pensava que aqueles olhares sobre meu corpo eram só alucinações minhas, mas nesse caso, o olhar assediador e o fato de me tratarem com uma gentileza muito maior do que com todos os outros alunos me faziam pensar que eles se masturbavam me imaginando nua; embora essa teoria desmoronasse porque, se quisessem algo comigo, por que caralhos me davam 3 ou 4 vezes mais tarefa do que os outros? É como se de propósito quisessem que eu reprovasse. Quando essa conclusão vinha à minha mente, a primeira coisa que eu lembrava era a proposta insistente do diretor: "Você está baixando suas notas; lembra que você tem meu número pessoal; eu posso te ajudar com suas notas, com suas tarefas". Como é que ele ia me ajudar com isso? O fato de eu estar consciente dos olhares dos homens sobre meu corpo teve duas grandes consequências: a primeira foi que minha super gostei da ideia de ser o centro das atenções, de não precisar me vestir como as garotas que buscam fama com o corpo, na verdade, eu era a antítese da moda e da extroversão, simplesmente era e continuo sendo uma garota tímida, quieta, nervosa e medrosa, mas meu corpo tem um efeito nos homens. A segunda consequência é que toda vez que eu percebia que um homem me olhava, isso provocava uns nervos brutais em mim, mas também fazia com que o movimento da minha bunda fosse mais exagerado. Como naquela ocasião em que eu estava no quadro-negro com a mão esticada e na ponta dos pés para escrever na parte de cima, meu corpo se movia no ritmo da minha mão, e sabendo que o professor me olhava como um pedaço de carne que quer devorar, o rebolado do meu corpo e principalmente da minha bunda ficava mais exagerado, minha bunda se mexia de um lado para o outro de uma forma sensual para o olhar dos homens, como se fosse um chamado ao pecado e à posse, mas para mim era vergonhoso, mas também divertido. O sinal que indica que a aula terminou toca, e a sala inteira, como se fosse uma tradição, dá vivas e aplausos se preparando para guardar as coisas e sair correndo como se estivessem espantando alguém nessa escola. Naquele exato momento, recebo uma mensagem do meu padrasto < >>Sim, papai, me dá cinco minutos. Voltei para o meu lugar, peguei minhas coisas e guardei na minha mochila enquanto me despedia da minha amiga. O começo daquele dia convivendo com ela foi difícil para mim, porque no dia anterior ele tinha os dedos dentro da minha buceta, mas tudo foi melhorando conforme as horas passavam; com um "Meu pai está me esperando, a gente se vê amanhã" me despedi dela para sair no meio de ondas e ondas de alunos rumo às escadas para descer dois andares. Na minha frente, caminhava o garoto do último ano que ontem insistia para que a gente fosse fazer um trabalho na casa da minha amiga, eu abaixei a cabeça para ele não me ver, porque com certeza ia insistir de novo, mas não consegui evitar ouvir o que ele se gabava com o grupinho de admiradores. - Claro que sim! E todos os professores estavam lá, e tinha garotas de todos os níveis, mais, mais tinha universitárias, uff.. Mano, você não sabe, me deixaram seco. - Não era pra ser só festas exclusivas de professores? Como é que convidam um idiota como você? - Cuidado se quiser continuar usando seus dentes, seu merda. Você já disse, é só pra gente exclusiva, como eu. Eu só revirei os olhos porque sabia muito bem o que ele tava falando. Ele tava falando de uma lenda urbana onde uns dizem que os professores têm festas privadas onde convidam garotas universitárias; outros dizem que é um clube onde pagam garotas de outras escolas pra transar com eles numa espécie de orgia, e outros dizem que fazem festas secretas todo fim de ano onde convidam a aluna mais gostosa que tá se formando pra dar uma despedida. Eu sei bem que ele tá mentindo porque uma vez ele deu lugar e data de uma dessas festas pra qual ele foi convidado, mas curiosamente, no mesmo dia e hora, ele tava na igreja com os pais três bancos na minha frente. Se fosse o caso extremo de ser real, não acho que seriam tão burros a ponto de convidar um idiota como ele. Ao sair do prédio das salas, fui direto pro portão principal, o diretor como sempre é de costume ao me ver se despediu de mim, e eu, com um sorriso no rosto, também me despedi. - Tenha uma boa tarde, senhorita Rojas. - Igualmente, professor. Ao dar alguns passos e sabendo que ele tava me olhando, me virei por completo, olhando nos olhos dele, levantando uma mão pra acenar num "Tchau" e com um sorriso tímido. No rosto dele se desenhou um sorriso. Ao continuar andando até encontrar meu padrasto, meu rosto tava rosado de vergonha. Já com meu padrasto, começou a viagem pela avenida Yaxchilan rumo ao sul. Quando ele parou no primeiro semáforo, pegou meu queixo e me deu um beijo terno e romântico. — Como foi seu dia, cachorra? — Muito bem, papi — e enquanto percorríamos os 6 minutos de distância de carro até chegar ao restaurante, contei os detalhes e, principalmente, reclamando pra caralho sobre a quantidade exagerada de dever de casa que estão me passando. — Por que eles fazem isso? Você tá mal nas notas? Será que você tem dificuldade pra entender alguma coisa? — Claro que não! E não, não sei por que eles fazem isso. — Tem certeza? Quanto é dois mais dois? Quantos dedos são assim? — levantando a mão na minha direção com três dedos pra cima. — HAHAHAHA... claro que eu entendo tudo bem, aliás, sempre tiro dez nas provas. — Vê o lado positivo, você vai aprender muito mais que seus colegas. No meio da rua Cabos, meu padrasto parou no estacionamento do restaurante Rolandi's, com paredes de vidro grosso e teto amarelo, com decoração interna em madeira mogno e paredes amarelas com iluminação clara, pra criar um clima elegante. Quando sentamos numa mesa de madeira com toalha branca e, por cima, uma toalha xadrez vermelha e branca, um garçom nos deu um cardápio enorme com o menu do lugar. Meu padrasto só precisou de 30 segundos pra dizer ao garçom o que queria comer. Eu tava indecisa entre um mole com sobrecoxa de frango e arroz vermelho e um caldo de camarão. — Quer que eu te ajude? — me diz meu padrasto — posso te ajudar lendo o menu pra você, falo por causa daquilo — me fala num tom condescendente. — Mole, sobrecoxa de frango, arroz vermelho e Coca-Booty, por favor — falo pro garçom, devolvendo o cardápio sem tirar os olhos do meu padrasto com um olhar ameaçador. Depois que trouxeram nosso prato e já tínhamos batido vários papos sobre filmes e séries de TV, eu tava com as bochechas infladas quase estourando pela quantidade enorme de comida que eu tava mastigando como se não comesse há anos. Meu padrasto me deu uma notícia agradável. — Tenho a tarde toda livre — me fala ao mesmo tempo que estica a mão com um guardanapo pra limpar o mole que tenho com a ponta do nariz suja de comida— quer fazer alguma coisa? — Sim, claro que sim! — falo com a boca cheia de comida e balançando a cabeça afirmativamente.relato- O que você gostaria de fazer? - VAMOS VER... -Não terminei de dar minha opinião porque a comida entalou na minha garganta, o que me fez tossir, mas nada grave- não fale com estranhos -falei com um pouco de dificuldade- já faz uns dois dias que estreou no cinema. - Você não consegue comer como uma pessoa decente? -diz meu padrasto com irritação na voz. -Desculpa, é que a comida tá muito gostosa, eu amo mole -Você ama toda comida -diz, com palavras cansadas- Como você disse que chama o filme? -Não fale com estranhos. Achei que você teria muito trabalho esses dias -falo enquanto vejo na TV do restaurante uma notícia sobre as críticas pela vitória da futura presidenta e o que querem fazer com algo chamado reforma de sei lá o quê. -Sim, só vou tirar o dia de hoje pra descansar. Quando terminamos de comer e já no carro, meu padrasto, sem parar de passar a mão nas minhas pernas, dirigiu por toda a avenida sul até chegar no shopping Améyummy; estando no estacionamento subterrâneo, meu padrasto e eu caminhávamos em direção às escadas rolantes rindo das piadas dele, um par de homens que desciam pelas escadas rolantes me olharam com cara de safado, ao passar bem perto de mim, um dos homens roçou minha mão com discrição suficiente pra que meu padrasto não percebesse, mas eu fiquei super nervosa. Fomos direto pra fila do cinema, e enquanto esperávamos na fila da bilheteria, os homens que estavam parados nas filas ao lado não paravam de me olhar, um par de caras tentou puxar conversa comigo, porque pensaram que eu estava sozinha, mas quando falei que estava com meu pai eles ficaram calados e olharam pra frente; quando isso acontecia, meu pai fazia cara de mau, cara de matador prestes a cumprir um contrato e quando os caras desistiam, ele sorria tirando sarro deles silenciosamente e eu também ria. Quando saímos do cinema ele me propôs que fôssemos ver roupas para que eu comprasse alguma coisa, enquanto estávamos na loja de roupas, eu estava tentando achar alguma saia que chamasse minha atenção, meu padrasto me deu um pouco de espaço e foi procurar uma camisa pra ele; naquele momento um homem de cabelos grisalhos se aproximou de mim e, fingindo que também estava procurando uma saia, me fez uma proposta. – Oi, você não vai ter problema nenhum, com qualquer coisa você fica gostosa. – heee... obrigada. – Eu sou... – não lembro o nome dele – você é muito linda e dá pra ver que é uma boa pessoa, se quiser eu te compro o que você quiser. – jejejeje, obrigada, mas não. – Mas que porra? A gente nem se conhece e ele já tá me comprando roupa? E aos poucos comecei a me afastar dele. Ao longe vi meu padrasto e caminhei até ele. – Achou alguma coisa? – Não, pai, não tem nada de bom. Ao caminhar até a porta, o homem estava conversando com uma mulher quase da mesma idade que ele, ele acompanhou meu andar e o que eu fiz foi me agarrar no braço do meu padrasto sem desviar o olhar do dele, e antes de sair, pisquei um olho e mostrei a língua. A próxima loja foi a de eletrônicos, meu padrasto precisava de um celular novo. Ele achou rapidinho o que procurava e enquanto fazia fila na área de pagamento e retirada do produto, eu estava passeando pelas fileiras e fileiras de produtos. Em cada mudança de área de uma marca, um homem, geralmente jovem, responsável pelas vendas daquela área se aproximava de mim pra oferecer ajuda com alguma consultoria; alguns deles foram bem atrevidos e, sem ligar pra diferença absurda de idade entre eles e eu, me convidaram pra sair, alguns pediram meu número; quando me vi livre do meu último assediador, caminhei até meu padrasto que acabava de ter nas mãos o celular novo dele. – Quer um sorvete? – Sim! De duas bolas de chocolate. Com o sorvete nas mãos e com o olhar nada discreto de tarado do homem que me entregou, caminhamos até uma área onde vendem carros. Entramos na concessionária e enquanto meu padrasto falava com um homem que Atendia meu padrastro do jeito mais submisso enquanto ele não conseguia tirar os olhos do meu corpo, eu estava sentada passando a língua nas duas bolas de chocolate. A poucos metros de onde estávamos, um homem girava em volta de um carrinho vermelho, depois começou a olhar para os lados procurando algum vendedor que pudesse ajudar com alguma dúvida que ele tinha, e foi assim que os olhos dele se fixaram em mim; virei rapidamente pra ter certeza que meu padrastro estava distraído, tava decidida a aplicar a mesma técnica que usei com aqueles dois caras no restaurante meses atrás. Ele tava me olhando e eu tava olhando ele, então não tinha dúvida que nossa atenção tava presa um no outro, sem parar de passar a língua nas duas bolas de sorvete, lentamente cruzei as pernas por baixo da minha saia escolar plissada; o homem olhou pra todos os lados, se certificando que ninguém tava vendo, passou a língua nos lábios e coçou a virilha, acho que tinha ficado de pau duro, eu sorri pra ele e pisquei o olho. - Falta muito? - era meu padrastro parado do meu lado, me olhando de cima com um sorriso. - Já tô quase terminando, tô comendo devagar porque não quero que acabe. - Vamo embora. Caminhamos até a saída onde deixamos o carro, durante o caminho os homens não faziam nada pra disfarçar que me olhavam, de vez em quando eu sorria pra algum que me parecia interessante, outras vezes só olhava pro chão e em outras só fingia que não percebia. Quando saímos do estacionamento eram 6 da tarde e com a mão dele acariciando minha perna por baixo da minha saia, meu padrastro me fez uma pergunta que eu não esperava. - Cê tem namorado? - quê??? - tossindo meu último pedaço de sorvete. - Perguntei se cê tem namorado. - hehehe... não, hehehe. Não, claro que não. - Tem certeza? Cê sabe que pode confiar em mim, não vou te julgar. - Juro, não tenho namorado. - Cê gosta de alguém? - hahaha... claro que não – respondi nervosa com aquelas perguntas. - Cê já abriu as pernas pra alguém? - NÃO! CLARO QUE NÃO! - respondi, arregalando os olhos de susto com a pergunta. - Não me interpreta mal, te pergunto porque percebi o jeito que os homens te olham, e algumas mulheres também - isso ele disse baixando a voz com um sorriso - e percebi que você também olha pra eles. - Isso não é verdade! - Tem certeza? - ele me diz, me olhando com aquele olhar de quem fala "Não sou burro, sei de tudo, eu inventei esse jogo". Eu, como resposta, fiquei vermelha que nem tomate e olhei pra baixo, pra mão dele acariciando minha perna. - Vou te explicar uma coisa: se você tá nervosa porque acha que eu posso ficar bravo, deixa eu te dizer que você tá enganada. Seria uma hipocrisia do caralho eu ficar bravo se você tá te metendo na cama com outro, não sou ninguém pra me ofender com isso. O que me incomodaria mesmo seria se você fosse irresponsável e se colocasse em perigo; lembra que antes de ser minha putinha, você é minha única filha, não queria que te acontecesse nada. Também sei que você já tá numa idade em que vai bater a curiosidade de ter um namoradinho, ou de se meter na cama com outra pessoa. Sobre ter namorado, só tem dois caminhos: o primeiro é que eu posso continuar usando seu corpo, mas se você quiser porque tem amor com aquele garoto, o certo seria a gente parar com o que a gente tem, não quero que você tenha conflito interno por causa do que a gente tem. Mas se não tem amor, não vejo problema nenhum em continuar te usando.Universitaria- Não entendo, como assim não tem problema? - O amor e o sexo são duas coisas diferentes, quando tem amor, o caminho mais seguro é você ser fiel ao seu parceiro e não se deitar com outra pessoa, não seria certo nem honesto, mas quando você for mais velha, com mais experiência, talvez encontre um homem que consiga entender que você queira ficar com outra pessoa mesmo com seu coração estando com ele, na verdade o cara pode até te dizer que te ama, coisa que ele fala com toda a verdade do mundo, mas que gostaria de provar outra buceta, aí sim seria uma decisão de vocês dois, mas isso vai acontecer quando você for mais velha, mais madura, quando tiver mais experiência de vida. E sobre o sexo; óbvio que eu sou o menos indicado pra me ofender se você quiser abrir as pernas pra outro; nesse ponto o que me deixaria furioso é você se colocar em risco ou cometer uma burrice gigante. - Você não ficaria irritado se eu me deitasse com outra pessoa? - Pra ser sincero, não curto muito a ideia, mas também não vou te dizer que não; aliás, se você se deitar com outra pessoa e não quiser me contar, tudo bem pra mim, eu te dei confiança total comigo, mas também entendo que é bom ter segredos ou fazer coisas por conta própria, não vou me meter na sua vida privada. - heeeee, obrigada. - Agora me diz, você tá afim de ficar com alguém diferente? - .... - não falei nada; pela minha cabeça passaram todos os homens que já me fizeram ficar molhada - kkkkkk.. Quem cala consente? - kkkkkk... - respondi sorrindo, confirmando o que ele disse. Sem palavras, eu disse que sim. - Essa é a minha putinha! Kkkkkkk... Já tá na hora dos meus amigos te aproveitarem. - O quê? - Que porra ele acabou de dizer? - pois é, cê não lembra que eu já te falei várias vezes que meus amigos vão aproveitar seu corpo e que vão te usar como a putinha que você é? Será que você não gosta de pau? Será que não gostaria de provar outros? Mas se você não quiser, é só falar "não", me diz, sim ou não? - Sim – falei com um sorriso no rosto, mas com a timidez típica da minha idade. idade. -Essa é a minha garota. Quando entramos na nossa área residencial, meu padrasto me deixou na porta da nossa casa pra me dizer que precisava comprar umas coisas e que demoraria umas duas horas, e me dando um beijo de língua foi embora, me deixando sozinha. Não tentei tirar o uniforme escolar, simplesmente me deitei na cama olhando pro teto, nem me preocupei em fechar as persianas pra que meu vizinho não me visse. As duas horas seguintes passei pensando nas palavras do meu padrasto, de que os amigos dele me usariam do mesmo jeito que ele me usa; na minha mente não sai o fato de que ele me deu a opção de dizer "Não" e nada de pau dos amigos dele. Hoje de manhã acordei me sentindo estúpida porque no dia anterior perdi a oportunidade de que o pai da minha amiga me comesse, de experimentar tudo o que venho pensando há vários meses, e agora, meu padrasto vai satisfazer minha necessidade. Embora pareça que ele já tinha pensado nisso há muito tempo, porque de vez em quando, no meio de uma foda, me dizia que eu seria uma boa puta, que os amigos dele iriam gostar de mim. Eu estava com medo, muito, muito medo, ao mesmo tempo que tinha ansiedade pra que já acontecesse, e estava animada porque aconteceria muito em breve, embora não soubesse quando, algo me dizia que não demoraria pra eu estar na cama com um amigo do meu padrasto. Me levantei, e com um sorriso no rosto desci pra sala pra ver televisão. Meu padrasto chegou depois das duas horas que ele tinha dito, trouxe com ele um par de sacolas de loja de roupas, e uma caixa de câmera fotográfica nova. Me deu um beijo e me repreendeu porque não o esperei pra vermos juntos o episódio da série que eu estava assistindo naquele momento, levou as coisas dele pro quarto e voltou pra me beijar apaixonadamente e depois ir pra cozinha preparar o jantar. Naquela noite jantamos porra com chocolate, e pão doce acompanhado por uma salada cesar. E assim vimos juntos o episódio que queríamos ver. Ao deixar os pratos sujos na lavabo, meu padrasto sentou ao meu lado, com a mão dele por baixo da minha saia acariciando minhas pernas, de vez em quando subia para que os dedos dele acariciassem minha buceta por cima do tecido da minha calcinha, o que me deixava nervosa. Ao terminar de ver o capítulo, ele me pediu permissão para colocar o canal de notícias, e eu aceitei numa boa, e enquanto faziam um resumo das melhores notícias dos primeiros 12 dias de setembro, meu padrasto me sentou no colo dele, tirando meu colete azul-celeste do uniforme, desabotoou um botão da minha blusa branca e, como raramente eu uso sutiã, com facilidade enfiou a mão para massagear meus peitos enquanto enfiava a língua na minha boca para que eu a acariciasse com a minha. Na televisão falavam algo sobre uma reforma e sobre algumas entrevistas da candidata que venceu e que seria presidente, naquele momento meu padrasto tinha desabotoado outro botão da minha blusa para poder chupar meus peitos com conforto; a língua e os lábios dele estavam colados no meu mamilo e ele chupava como se fosse um bebê, enquanto eu, com um sorriso no rosto, enfiava meus dedos no cabelo dele num gesto de consentimento; de vez em quando ele levantava o rosto para prestar atenção na notícia e depois voltava a chupar meu outro peito. Quando as notícias terminaram, ele desligou a televisão, se levantou e me pegou pela mão para que eu o seguisse até o quarto dele. Ao chegar lá, na poltrona que tem dentro, estavam as compras que ele tinha feito, numa mesa ao lado da cama estava a câmera fotográfica que ele também tinha comprado. — Isso é para você — ele me diz, colocando um conjunto de lingerie preta nas minhas mãos — vai, veste isso e prende o cabelo num coque, vai no meu banheiro. — Ok — eu disse num tom de dúvida por não entender o que ele queria com tudo aquilo. Dentro do banheiro do quarto dele, desabotoei os botões restantes da minha blusa para deixá-la cair no chão, tirei os sapatos escolares e as meias soquete, assim como minha saia plissada e minhas calcinhas. Peguei com minhas Peguei as duas peças e, curiosa, vesti elas, prendendo o cabelo num coque deixando uma franjinha solta, mas sem esconder meu rosto. Me olhei no espelho e, sem cair na vaidade, posso dizer que tava linda; meu corpo em formato de ampulheta, adornado com um conjunto de lingerie preta, delicadamente bordado, que me vestia perfeitamente. Não era vulgar, mas era sexy, delicado, inocente, gostoso, lindo. Ao sair do banheiro, meu padrasto tava entretido brincando com a câmera e o celular novo dele. Quando me viu, arregalou os olhos e sorriu, se levantando enquanto dizia –slut, você tá linda demais– e as palavras dele, num tom como se fosse uma reza pra um Deus, me fizeram corar. Ele largou as coisas na cama e me pegou no colo, me apertando forte pela cintura pra me beijar com paixão. Talvez o beijo tenha durado uns segundos, talvez minutos ou meses; foi tão intensamente erótico que perdi a noção do tempo. –Vamos, slutty, fica de frente pra aquela parede– e me deu um tapa na bunda que me fez pular de leve, me arrancando um sorriso de colegial safada. Submissa, fiquei onde ele mandou e, quando vi o que ele tinha nas mãos, congelei. –Isso é pra quê?– perguntei apontando pra câmera fotográfica que ele segurava. –Como assim pra quê? Quero tirar umas fotos suas. –Pra quê?– Confia em mim, não se mexe. Respirei fundo umas duas vezes de olhos fechados e, quando abri, meu padrasto tava com a câmera apontada pra mim e não esperou eu piscar, disparou o obturador pra aquele microssegundo ficar imortalizado. Ele largou a câmera na cama e olhou pro celular sorrindo. –Você tá gostosa pra caralho, é uma deusa, olha– me aproximei e a foto já tava no celular dele, dava pra me ver, e sim, verdade, eu tava linda. –Nossa– foi minha única resposta, olhando nos olhos dele. E ele, sem dizer nada, me puxou pra perto, segurando minha bunda com uma mão pra me beijar com a mesma paixão de antes. primeira vez. Sem parar de me beijar, deixo a câmera na cama e o celular dele no bolso da calça e, já com a mão livre, levo direto e sem escalas até a minha buceta pra me penetrar com o dedo mais longo. -haaaaaaAAAAAAaaaaaammm – soltei um gemido de gatinha entre os lábios dele. -slut, olha só, você tá encharcada – ele fala me mostrando os dedos brilhando com a minha lubrificação. E eu só respondo com um movimento afirmativo de cabeça e com os joelhos tremendo de tesão. Sem nem perceber como, meu sutiã preto já estava no chão, e me empurrando pra cama ele tira com facilidade aquela calcinha preta e sexy. Ele abriu minhas pernas e, sem pedir permissão, se sentindo dono e senhor do meu corpo, afundou a língua dentro da minha buceta. -HAAAAA HAAAAA HAAAA HAAAA MMMMMM.. GGGRGR HAAAA HAAAAA – Eu podia sentir os lábios dele colados nos meus lábios vaginais, sentia a língua dele entrando e saindo da minha porta do prazer, podia sentir o lábio superior dele acariciando meu clitóris pequenininho. Minhas mãos se agarraram no cabelo dele pra afastá-lo pelo prazer intenso que ele me causava, um prazer que a cada carícia da língua dele por toda a pequena extensão da minha buceta me arrebatava, mas em vez de puxá-lo pra acabar com aquela tortura linda e deliciosa, a única coisa que fiz foi empurrá-lo pra que a língua dele acariciasse com mais força, pra que a língua dele entrasse mais fundo pela minha porta do prazer. -HAAAA HAAAAAAA HAAAAAA PAPIIIII!!!! -Essa foi minha resposta no momento em que minha espinha se arqueou pra cima e com mais força eu segurava a cabeça dele empurrando-a contra a minha buceta, essa foi minha resposta ao lindo orgasmo que eu desejava com todas as forças que não acabasse. Meu corpo ainda tremia com os espasmos de prazer, meus peitos subiam e desciam com a respiração que ele tinha me causado; ele estava de pé, passando a língua pelos lábios, me olhando com as pernas abertas e uns olhos vidrados pelo que ele tinha me feito sentir, respirava pela boca, tentando controlar os últimos Espasmos do meu corpo, me endireitei apoiando nos cotovelos, e com uma mão passei pelo meu cabelo, o coque tinha se soltado deixando meu cabelo cair pelos meus ombros e costas. —Suas bochechas ficam com um tom rosado muito lindo depois de um orgasmo —Eu não respondi nada, fiquei com um pouco de vergonha, mas sim, ele tinha razão— vamos, deita de bruços. Ainda com o corpo quente, com espasmos na minha buceta por causa do orgasmo, me acomodei de bruços; os espasmos da minha buceta não me deixaram fechar as pernas completamente, mas dobrei os joelhos fazendo meus pés se elevarem no ar, e assim, coloquei minhas duas mãos para descansar o queixo nelas, eu sabia bem o que ele queria, e obedeci submissamente porque é isso que existe dentro de mim, uma puta submissa que gosta de ser dominada e receber ordens, mas também pelo orgasmo tremendo que ele me causou e que me nublou a mente por alguns minutos, mas também pela confiança que deposito no meu padrasto. Ele pegou a câmera e se ajoelhou na frente da cama e apontou a câmera para mim, imortalizando um instante em que minha buceta ainda se contraía de prazer. Ele se levantou e contornou a cama para ficar ao meu lado. Sabendo que era dono de mim, me ordenou que me virasse de lado, sem parar de me apontar com a câmera, eu obedeci, me levantei levemente apoiando nas minhas mãos, mas também pela inércia do movimento abri minha perna, fazendo o joelho apontar para o céu, deixando ver um pouco, só um pouco da minha bucetinha. Quando capturou a foto, deixou a câmera na mesinha ao lado da cama, olhou o celular para apreciar o trabalho e sorrindo deixou também o celular na mesinha e tirou a roupa rapidamente, me pegou pelos tornozelos, me puxou fazendo eu gritar de surpresa e diversão, e enquanto eu ria como uma menina safada ele abriu minhas pernas, subiu em cima de mim e encaixou a cabeça da pica dele no meio dos meus lábios vaginais, eu continuava rindo de felicidade e porque me dava graça a desesperação do meu padrasto para me penetrar, eu o abracei com carinho, e enquanto ria, de um só golpe de rim, meu padrasto me meteu o pau dele até o fundo da minha bucetinha de adolescente. -haaaAAAAAAAAAAAAAAAAAAA HAAAAAA HAAAAAAAAAA HAAAAAAAAAA HAAAAAAAAAA HAAAAAAAA- Soltei um grito de prazer e dor pela metida brutal de pau, mas sem deixar de ter um sorriso de felicidade no meu rosto. Os primeiros momentos doíam minha buceta pela forma como ele meteu, sentia as paredes da minha buceta se esticando para aguentar aquele animalzão, ardia forte, mas eu estava feliz porque meu padrasto estava curtindo meu corpo à vontade e não tinha outra forma de responder a ele que não fosse com gemidos e mais gemidos, um atrás do outro enquanto me agarrava com força nas costas dele ao mesmo tempo que abria minhas pernas o máximo que podia para dar espaço pra ele me penetrar à vontade. Não sei quantos minutos se passaram, mas a dor e o ardor de sentir meus lábios vaginais esticados foram diminuindo até sobrar só a sensação de prazer. Abracei meu padrasto com as pernas sem soltar o pescoço dele com meus braços enquanto dava gemidos de prazer no ouvido dele, quando ele saía do meu corpo eu afrouxava as pernas, mas quando ele entrava no meu corpo, eu o abraçava com força, com meus calcanhares, empurrava ele pela cintura pra ele meter com mais força, mais fundo. Ele se levantou, e como eu não soltava ele, me arrastou junto. Ele se mexeu enquanto eu não parava de rebolar pra não deixar de sentir o delicioso e principalmente pra meu dono não deixar de curtir minha bucetinha apertada. Sem muitos problemas ele se acomodou na cama pra ficar sentado, com as pernas esticadas e eu por cima dele; me segurando com as duas mãos na minha bunda acompanhando, me ajudando no meu trabalho de subir e descer no pau dele, me acompanhando e me ajudando quando eu me empalava até o fundo deixando os ovos dele pra fora e me mexendo em círculos; um dos seus dedos, começou a acariciar minha portinha dos fundos, o que fez meu prazer intensificar. Sentada, cravada na pica dele até o fundo, ainda abraçada no corpo dele com pernas e braços, não parava de me mexer pra dar prazer ao meu homem, ao meu macho, ao meu dono; meus mamilos roçavam com força no corpo dele, choques elétricos vinham de todos os lados, os gemidos dele, uns gemidos de macho aproveitando sua mulher, chegavam aos meus ouvidos me fazendo sentir orgulho de poder dar esse prazer absurdo pra ele. Com meus movimentos de quadril, a pica dele entrava e saía, eu mexia em círculos estando até o fundo e às vezes me movia pra frente e pra trás, meu clitóris pequenininho se esfregava no pé dele, me levando pro céu. Entre gemidos, vieram à minha mente todas as vezes que estive na mesma situação com ele, as vezes que me masturbei pensando em outros homens, lembrei dos dedos do pai da minha amiga remexendo no fundo da minha buceta, lembrei que meu padrasto me disse que me compartilharia com os amigos dele. -HAAAA HAAAA HAAAA HAAAAAAAAAA HAAAAAAAAA –Meu corpo e minha mente chegaram a um ponto de desespero enquanto eu beijava o homem que me abriu as portas e as pernas pra sentir esse sentimento lindo; eu o beijava com força na boca, nas bochechas, no pescoço, também mordia a orelha dele entre gemidos e mais gemidos- HAAAAAAA, HAAAAAAAA HAAAAAAAAAA HAAAAAAAAAA Esse sentimento era e continua sendo demais pra mim, é impossível explicar a magnitude do meu prazer naquele momento e tudo graças ao meu padrastro que me abriu as pernas; sei muito bem que há quatro anos eu teria dito não pra tudo isso, ele não teria me tocado, mas agradeço aos deuses novos e antigos que minha curiosidade foi muito maior que minha razão, porque o que estou vivendo é a melhor coisa do mundo. Os lábios dele tomaram conta do meu pescoço quando olhei pro céu soltando um gemido de gratidão por tudo isso e fazendo um esforço descomunal pra expressar pela primeira vez com palavras o que eu estava dizendo, falei entre gemidos, movimentos de quadril e tremor de corpo. -HAAAAAAAA HAAAAAAAAA PAPI HAAAAAAAA GRAAA HAAAAAAAA GRAAAACIAS HAAAGRGRGRGRG SOU SUA buceta, SOU SUA puta, SUA CADELAAAA HAAAAAAA HAAAAAA Ele ainda agarrado nas minhas nádegas me ajudou a me mover mais rápido quando ouviu minhas palavras -HAAAA HAAA HAAAREE O QUE VOCÊ MANDAR HAAAAAAA VOU ABRIR AS PERNAS PRA QUEM VOCÊ QUISEEER SOU SUA SUA PUTAAAAAAA SUA CADELAAAAAA SOU SUA, SÓ SIRVO PRA ABRIR AS PERNAS E SER COMIDA POR VOCÊ E QUEM VOCÊ QUISER – umas lágrimas de prazer começaram a escorrer dos meus olhos- PAPITOOOO HAAAA HAAAA SOU SUA. Meu padrasto e eu chegamos a um orgasmo descomunal, enquanto ele rugia e soltava jatos e jatos de porra grossa e quente dentro da minha pequena buceta adolescente, eu gemia e dizia "sim buceta obrigada, sou uma puta" Minha alma saiu do meu corpo, saiu deste planeta, foi demais pra mim; fechei os olhos e não soube mais de mim naquela noite. Na manhã seguinte, abri os olhos e estava nos braços do meu padrasto, ele me olhava e acariciava meu rosto ternamente. -Oi – falei timidamente. -Oi cachorra. Ao tentar esticar meu corpo pra também acordar, senti os estragos do sexo da noite anterior, senti uma leveza no corpo todo que me arrancou um sorriso satisfeito de prazer; olhei pro meu padrasto ainda sorrindo, com um brilho nos olhos de submissão e adoração por esse macho que me mostrou os prazeres do corpo e que me colocaria em situações pra eu experimentar livremente minha sexualidade. Uma hora depois eu estava sentada na mesa da sala de jantar usando só um roupão, ele já estava vestido com seu terno de escritório terminando o café da manhã. -Hoje não vai pra escola. -Por que não? -quero que você fique em casa e quero que pense, principalmente; hoje à tarde vou trazer um dos meus amigos pra te conhecer e te usar por algumas horas – Meu rosto perdeu toda a cor- a gente vem por volta das 7 da noite, sim Você acha que ainda não está preparada ou simplesmente não quer fazer isso? Me manda uma mensagem antes das 6 e eu cancelo tudo, mas se você não me mandar a mensagem antes das 6, vou considerar como um "Sim" da sua parte. -Tá bom, papi. Ele se levantou do lugar, chegou perto de mim e me deu um beijo carinhoso, amoroso. -A gente se vê à tarde, come bem no horário de sempre. -Sim, papi. -Eu te amo. -E eu você. Ele pegou as coisas dele e saiu de casa rumo ao trabalho, me deixando sozinha, feliz pelo sentimento que ainda percorria minha alma e meu corpo, fruto do sexo da noite anterior, e principalmente com medo, nervosismo e empolgação pelo que ia rolar naquela tarde... Minha primeira vez com outro homem.fotos caseiras

1 comentários - buceta quer me dividir