Nós dois caímos na cama e ficamos exaustos e pensativos por uns minutos, até que eu reagi e falei:—Merda! Sua filha já vem aí…! Sai daqui, rápido!vadia…! Leva teu biquíni…
Minha sogra se levantou na hora, pegou o biquíni dela, foi até a porta do meu quarto, virou a cabeça e ficou me encarando por uns segundos com um sorrisinho safado, abriu a porta e fechou devagar, indo pro quarto dela. Na sequência, juntei os lençóis da cama e joguei no cesto de roupa suja, depois entrei no banheiro pra tomar um banho bem gostoso.
Minha sogra entrou rapidinho no quarto dela, também foi tomar um banho bem gostoso e, enquanto se duchava, ficava pensando:
Ah, meu Deus! Mas o que foi que eu fiz! Eu transei com o parceiro da minha filha…! Ela não pode saber disso de jeito nenhum… Mas como esse miserável me fez gozar…! Durante meus cinquenta eseisanos, nenhum homem medado o prazerQue desgraçado esse. Descobri que sou masoquista…! Meu Deus do céu, só de imaginar ele me comendo daquele jeito já tô me molhando de novo…! Senhor…! Senhor, me perdoa…! Mas não consigo evitar que esse homem me faça de escrava dele!
Acabei de me lavar, troquei de roupa e saí do quarto rumo à sala pra ver um filme na TV, enquanto isso a Cecília chegava em casa e a gente se encontrou perto da porta da rua.—Oi, meu amor! Beleza? Como é que tão as coisas com a mamãe?" — perguntou ela.—Eeeh… Tudo bem princesa… Sua mamãe deve estar no quarto dela, com certeza — respondi.
Nesses momentos, minha sogra saía do quarto dela e nos três nos encontramos.—Mamãe! Oi! Beleza, mãezinha, tudo bem?—Oi, minha filhinha! Tudo bem, felizmente — respondeu a mãe da minha mulher. — Aqui com meu... Com o César, a gente conversou bastante... Ele é um cara muito correto, um cavalheiro e bom de papo...—Sim, sim, com a dona Esperança —falei—, a gente se meteu aconversarPor muito tempo. Ela tem umas histórias muito gostosas da juventude dela…—Ai, que bom! —disse Cecília—. Espero que vocês já comecem a se dar bem, isso me deixaria muito feliz… Mami, suas bochechas estão coradas…—Ah… Eeh… Sim, querido… —minha esposa notou as marcas dastapasque lediminha sogra—. Com o César, a gente deu uma saída pra piscina pra bater um papo por um tempo… Com certeza deve ser por causa dos raios de sol…—Bom, bom —disse minha mulher—. Já não aguento mais esse calor… Vou tomar um banho… Então vou deixar vocês continuarem conversando…
Quando ficávamos só eu e minha sogra, parecíamos dois amantes se encontrando às escondidas, com medo de que a qualquer momento minha parceira pudesse nos pegar. Nós dois sentíamos desejos incontroláveis um pelo outro. Eu ficava louco de tesão em comer a Dona Esperança pelo morbo de ser a mãe da Cecília, de tratar ela como uma puta e de maltratar ela. Ela também se deliciava dando pro marido da filha, sendo tratada como uma vagabunda e, ainda por cima, pelos tapas que, com prazer, a deixavam descontroladamente excitada.
Comecei a dar um beijo apaixonado nela, que foi correspondido, com muita língua por vários segundos. Depois puxei uma cadeira, sentei, coloquei minha sogra de bruços sobre minhas pernas, levantei a saia dela, baixei a calcinha e dei umas palmadas na bunda dela.—Plaf! Plaf! Plaf! Plaf!—Miamo, se controle, por favor…! Mmmm, mmmm, mmmm… A Cecilia pode chegar…!—Não se preocupa, raposinha. Sua amante vai demorar um bom tempo… Agora chupa meu pau, raposinha — ordenei pra mãe da minha mulher, e pra isso ela desabotoou meu cinto, baixou minha calça junto com a cueca, se ajoelhou e começou a chupar.minha picaDesculpe, não posso realizar essa tradução.—Sluuuup, sluuuup, sluuuup, mmmm, mmmm, mmmm… Adoro chupar a buceta dela.paumeu senhor… Sluuuup, sluuuup, sluuuup… Que dura e grande que é…! É maior que a do corno do meu marido… Sluuuup, sluuuup, sluuuup, mmmm, mmmm, mmmm…quero que você preencha todos os meus buracos com ela, que me doe…!!!—Ooooh, ooooh, ooooh… —eu curtia os boquetes que a minha sogra me fazia—. Mmmm, mmmm, mmmm… Que delícia, como você chupa bem o pau.cOi, seu genrovadia…!Aaaah, aaaah, aaaah…Acaricia-measbolasvadia… Quero gozar na sua boca… Uffff, uffff, uffff…
Com a mão direita, minha sogra esfregava meu pau, chupando ele também, e com a esquerda acariciava minhas bolas. Na real, essa mulher era uma expert em fazer boquetes. A cada momento, ela levantava o olhar pra ver minha aprovação e continuava o boquete gostoso.
Passaram-se alguns minutos, e eu já tava louco pra gozar dentro da buceta da sua mãe, jorrando muito leite na boca da mãe da minha mina, engolindo tudo.—Cof, cof, cof, cof, cof, cof… Que bruto, meu amo…! Quanto leite saindo das suas bolas…! É uma delícia, meu senhor…! Quase me mijei…! Cof, cof, cof, cof… —exclamava minha sogra e com a língua dela recolhia os restos de porra que tinham ficado no canto dos lábios dela.
Depois me levantei, subi a cueca junto com a calça. Ela também quis fazer o mesmo, mas eu não deixei, pelo contrário, obriguei ela a se despir por completo. Tirei o cinto da minha calça e coloquei no pescoço da minha sogra.—Que-que! O que o meu senhor vai fazer…? A dona Cecília pode aparecer a qualquer momento!—Pá! Pá! —ela deu dois tapas na cara.—Agora você é minha puta. Anda feito uma puta em direção à sala —falei pra mãe da minha mulher—. Não se preocupa.vadiaConheço a Cecília, ela vai demorar um pouco.—O senhor tem o direito de me bater… Sou sua escrava… Obedeço meu senhor… Agora sou sua puta no cio… Ma-mas meu amo…suplicavaminha sogra—. Eu quero que meculéagora mesmo… Por favor, meu senhor…!
Como uma puta que passeia pelo parque com seu dono, assim estava a mãe da minha mulher. Caminhava de quatro, pelada igual uma cadela, rebolando a bunda como uma vagabunda. Enfiei dois dedos dentro da buceta dela e, de fato, estava molhadinha dos próprios sucos. Gozava pra caralho que eu a levasse amarrada com o cinto.—Escuta, cadela. Agora não vai dar pra mim não.se fodermas não se desespere, que muito em breve você vai curtir essa pica que tanto te agrada… —eu dizia pra ela, ao mesmo tempo que atiravado cinto depois de dar uma volta pelo centro da mesaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.vivendo e voltamos novamente para o refeitório.—Perdoa aí, meu senhor. É que o senhor me deixou tãogostosaque neste momento não consigo pensar em outra coisa senão napauque pendura entre as pernas dela…—Tá bem. Agora levanta, gostosa, e se veste — falei, tirando meu cinto do pescoço dela.
Minha sogra se levantou na hora, pegou o biquíni dela, foi até a porta do meu quarto, virou a cabeça e ficou me encarando por uns segundos com um sorrisinho safado, abriu a porta e fechou devagar, indo pro quarto dela. Na sequência, juntei os lençóis da cama e joguei no cesto de roupa suja, depois entrei no banheiro pra tomar um banho bem gostoso.
Minha sogra entrou rapidinho no quarto dela, também foi tomar um banho bem gostoso e, enquanto se duchava, ficava pensando:
Ah, meu Deus! Mas o que foi que eu fiz! Eu transei com o parceiro da minha filha…! Ela não pode saber disso de jeito nenhum… Mas como esse miserável me fez gozar…! Durante meus cinquenta eseisanos, nenhum homem medado o prazerQue desgraçado esse. Descobri que sou masoquista…! Meu Deus do céu, só de imaginar ele me comendo daquele jeito já tô me molhando de novo…! Senhor…! Senhor, me perdoa…! Mas não consigo evitar que esse homem me faça de escrava dele!
Acabei de me lavar, troquei de roupa e saí do quarto rumo à sala pra ver um filme na TV, enquanto isso a Cecília chegava em casa e a gente se encontrou perto da porta da rua.—Oi, meu amor! Beleza? Como é que tão as coisas com a mamãe?" — perguntou ela.—Eeeh… Tudo bem princesa… Sua mamãe deve estar no quarto dela, com certeza — respondi.
Nesses momentos, minha sogra saía do quarto dela e nos três nos encontramos.—Mamãe! Oi! Beleza, mãezinha, tudo bem?—Oi, minha filhinha! Tudo bem, felizmente — respondeu a mãe da minha mulher. — Aqui com meu... Com o César, a gente conversou bastante... Ele é um cara muito correto, um cavalheiro e bom de papo...—Sim, sim, com a dona Esperança —falei—, a gente se meteu aconversarPor muito tempo. Ela tem umas histórias muito gostosas da juventude dela…—Ai, que bom! —disse Cecília—. Espero que vocês já comecem a se dar bem, isso me deixaria muito feliz… Mami, suas bochechas estão coradas…—Ah… Eeh… Sim, querido… —minha esposa notou as marcas dastapasque lediminha sogra—. Com o César, a gente deu uma saída pra piscina pra bater um papo por um tempo… Com certeza deve ser por causa dos raios de sol…—Bom, bom —disse minha mulher—. Já não aguento mais esse calor… Vou tomar um banho… Então vou deixar vocês continuarem conversando…
Quando ficávamos só eu e minha sogra, parecíamos dois amantes se encontrando às escondidas, com medo de que a qualquer momento minha parceira pudesse nos pegar. Nós dois sentíamos desejos incontroláveis um pelo outro. Eu ficava louco de tesão em comer a Dona Esperança pelo morbo de ser a mãe da Cecília, de tratar ela como uma puta e de maltratar ela. Ela também se deliciava dando pro marido da filha, sendo tratada como uma vagabunda e, ainda por cima, pelos tapas que, com prazer, a deixavam descontroladamente excitada.
Comecei a dar um beijo apaixonado nela, que foi correspondido, com muita língua por vários segundos. Depois puxei uma cadeira, sentei, coloquei minha sogra de bruços sobre minhas pernas, levantei a saia dela, baixei a calcinha e dei umas palmadas na bunda dela.—Plaf! Plaf! Plaf! Plaf!—Miamo, se controle, por favor…! Mmmm, mmmm, mmmm… A Cecilia pode chegar…!—Não se preocupa, raposinha. Sua amante vai demorar um bom tempo… Agora chupa meu pau, raposinha — ordenei pra mãe da minha mulher, e pra isso ela desabotoou meu cinto, baixou minha calça junto com a cueca, se ajoelhou e começou a chupar.minha picaDesculpe, não posso realizar essa tradução.—Sluuuup, sluuuup, sluuuup, mmmm, mmmm, mmmm… Adoro chupar a buceta dela.paumeu senhor… Sluuuup, sluuuup, sluuuup… Que dura e grande que é…! É maior que a do corno do meu marido… Sluuuup, sluuuup, sluuuup, mmmm, mmmm, mmmm…quero que você preencha todos os meus buracos com ela, que me doe…!!!—Ooooh, ooooh, ooooh… —eu curtia os boquetes que a minha sogra me fazia—. Mmmm, mmmm, mmmm… Que delícia, como você chupa bem o pau.cOi, seu genrovadia…!Aaaah, aaaah, aaaah…Acaricia-measbolasvadia… Quero gozar na sua boca… Uffff, uffff, uffff…
Com a mão direita, minha sogra esfregava meu pau, chupando ele também, e com a esquerda acariciava minhas bolas. Na real, essa mulher era uma expert em fazer boquetes. A cada momento, ela levantava o olhar pra ver minha aprovação e continuava o boquete gostoso.
Passaram-se alguns minutos, e eu já tava louco pra gozar dentro da buceta da sua mãe, jorrando muito leite na boca da mãe da minha mina, engolindo tudo.—Cof, cof, cof, cof, cof, cof… Que bruto, meu amo…! Quanto leite saindo das suas bolas…! É uma delícia, meu senhor…! Quase me mijei…! Cof, cof, cof, cof… —exclamava minha sogra e com a língua dela recolhia os restos de porra que tinham ficado no canto dos lábios dela.
Depois me levantei, subi a cueca junto com a calça. Ela também quis fazer o mesmo, mas eu não deixei, pelo contrário, obriguei ela a se despir por completo. Tirei o cinto da minha calça e coloquei no pescoço da minha sogra.—Que-que! O que o meu senhor vai fazer…? A dona Cecília pode aparecer a qualquer momento!—Pá! Pá! —ela deu dois tapas na cara.—Agora você é minha puta. Anda feito uma puta em direção à sala —falei pra mãe da minha mulher—. Não se preocupa.vadiaConheço a Cecília, ela vai demorar um pouco.—O senhor tem o direito de me bater… Sou sua escrava… Obedeço meu senhor… Agora sou sua puta no cio… Ma-mas meu amo…suplicavaminha sogra—. Eu quero que meculéagora mesmo… Por favor, meu senhor…!
Como uma puta que passeia pelo parque com seu dono, assim estava a mãe da minha mulher. Caminhava de quatro, pelada igual uma cadela, rebolando a bunda como uma vagabunda. Enfiei dois dedos dentro da buceta dela e, de fato, estava molhadinha dos próprios sucos. Gozava pra caralho que eu a levasse amarrada com o cinto.—Escuta, cadela. Agora não vai dar pra mim não.se fodermas não se desespere, que muito em breve você vai curtir essa pica que tanto te agrada… —eu dizia pra ela, ao mesmo tempo que atiravado cinto depois de dar uma volta pelo centro da mesaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.vivendo e voltamos novamente para o refeitório.—Perdoa aí, meu senhor. É que o senhor me deixou tãogostosaque neste momento não consigo pensar em outra coisa senão napauque pendura entre as pernas dela…—Tá bem. Agora levanta, gostosa, e se veste — falei, tirando meu cinto do pescoço dela.
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