Quando voltei para Buenos Aires depois de ter ficado uns dez dias em Mardel, voltei bem recarregada. No litoral tinha trabalhado bem, normal. Não foi espetacular, mas tinha feito algo bom.
Na real, me senti tão recarregada que decidi esticar minha pausa e, aproveitando que era verão, não trabalhar por um mês ou algo assim. Me dedicar a mim mesma, às minhas coisas e às minhas necessidades. Curtir a vida e me encontrar com algum amigo ou amiga, dos poucos que tinham me sobrado do colégio. Ir tomar um drink, ou ao cinema. Comer. O que fosse. Não estava nem um pouco apertada de grana, não precisava trabalhar.
Por um mês, quis voltar a ser Luciana e não Blondie.
Então saí algumas vezes com alguns amigos. Realmente me diverti com eles e a gente se entreteve. Como a gente nunca se via, eu já tinha memorizado o personagem da Luciana. O que eu tinha feito todo esse tempo, que trabalhava, estudava... tudo. Sabia que iam me perguntar e não tinha confiança com nenhum deles pra contar a verdade, como a Laura tinha feito comigo naquela primeira vez quando a gente se encontrou pra tomar um café.
Saí todos os fins de semana, como Luciana, às vezes com um grupo de amigos, às vezes com outro. Mais de uma vez, em algum bar ou balada que a gente ia, algum cara se aproximava pra conversar e tentar me pegar, mas eu não fazia nada além de puxar papo e finalmente dizer que não, que valeu. Se a Luciana tivesse existido todo esse tempo, talvez ela tivesse ficado encantada com a chance de conhecer alguém e começar um relacionamento legal. Mas a Luciana já era o Clark Kent e a Blondie era o Superman. Se a Luciana começasse a sair com alguém, seria uma mentira. Uma mentira impossível de sustentar e que ia terminar com o cara se sentindo totalmente feito de otário, o que eu nunca quis fazer porque eu detestava quando faziam isso comigo. A Luciana tinha data de validade no fim do mês, só que ninguém sabia, ninguém além de mim.
Quando retomei o trabalho, já me sentia renovada e descansada mentalmente. A viagem Fui pra Mar del Plata e aquele mês que tirei como Luciana tinha feito muito bem pra minha cabeça. Eu tava pronta pra recomeçar e encarar o ano novo que vinha. O que eu não sabia era tudo o que ia me acontecer naquele ano…
Lembro que meu primeiro cliente do ano novo foi um político, um funcionário público. Da província de Buenos Aires. Eu não costumava pesquisar muito sobre meus clientes antes, e com ele também não fiz isso. Eles queriam meus serviços, eu tinha um preço e a gente fechava. Pra mim, parava por aí. O que eles faziam e o que eram, eu não tava nem aí. Mas quando comentei com as meninas, elas fizeram uma cara meio de surpresa, porque reconheceram o nome na hora. Pra mim, o nome dele não era famoso, nem fazia ideia de quem era… não era como se fosse o Presidente, ou um Senador, ou algo assim. Mas aparentemente o nome do cara era conhecido.
Eu me movia mais em ambientes de profissionais e empresários. Não muito, quase nada, na política. Não era por questão pessoal, de jeito nenhum, simplesmente não era o tipo de networking que eu tinha cultivado. Mas os mundos empresarial e político coexistem e se misturam bastante. Era questão de tempo até um cliente do meu círculo me recomendar pra algum amigo ou conhecido do outro lado. E foi isso que aconteceu: com esse funcionário, entrei em contato graças a um cliente meu empresário que o conhecia.
Não foi muito agradável ficar com esse cara. Também não foi desagradável. Foi absoluta e deprimentemente normal ficar com ele. Era uma pessoa mediana. Mediana de aparência, pra idade dele, mediana de personalidade, mediano no sexo… a única coisa notável no cara era o bolso. E aparentemente o nome dele. Quando a gente ficou junto, ele não me tratou nem bem nem mal. Foi sem graça, quase. O sexo com ele era como macarrão sem molho. Ele ficou satisfeito e me disse isso. Tudo certo. Eu gosto quando os clientes ficam assim, mas ele não me despertou absolutamente nada. Nem me deu vontade de manter contato com ele, pra ele me recomendar pra outros. do seu ambiente. Fiquei com o número dele no telefone e só.
Vários anos depois, eu ria sozinha quando descobri que o cara se envolveu num escândalo bem público com outra garota, também profissional. Pensei que o cara ia ser mais esperto que isso, mas me enganei. E agradeci que fosse com aquela outra garota e não comigo. O que me interessava era que clientes me conhecessem, não o público em geral.
Foi mais ou menos nessa época que eu ia completar meus três anos na profissão. E como essas coisas que a vida tem e as coincidências, quase na mesma data, com poucos dias de diferença, três anos depois recebi um dia uma mensagem do nada. Uma mensagem que, quando vi, me emocionou pra caralho.
Era uma mensagem do Michael, o que tinha sido meu primeiro cliente por acidente. Por três anos ele nem tinha me mandado mensagem, nem uma vez, e agora me cumprimentava com carinho, perguntando se eu lembrava dele... como eu poderia esquecer?
A gente bateu um papo rapidinho e ele me disse que estava de volta no país, que tinha chegado ontem a trabalho e ia ficar uns dias, que adoraria me ver de novo se eu estivesse disponível. Eu respondi com um sorriso que ele não viu que claro que estava, se ele quisesse me ver. Ele perguntou se eu tinha mudado muito nesse tempo e eu mandei uma foto que tirei ali mesmo, em casa, sem maquiagem nem me arrumar, pra ver o que ele dizia.
Ele encheu o chat de carinhas e disse que eu estava igualzinha ao que ele lembrava. A gente conversou pra caramba naquela tarde, a conversa se esticou porque ele estava ocupado com coisas e atendia o telefone quando podia. No final, combinamos de nos ver uns dois dias depois e ele me disse que tinha vindo com o chefe dessa vez. Que tinha falado muito de mim pra ele e que ele queria me conhecer também, que o chefe dele também curtia as mesmas coisas que ele. Eu disse que claro, que adoraria ver os dois e ficar com eles.
Combinamos de ir jantar num churrasco em Puerto Madero numa sexta à noite, que a gente se encontrava Aí, a gente jantava e, se tudo corresse bem, a gente ia pro hotel onde eles estavam hospedados. O Michael tinha me pedido por favor outra foto pro chefe dele. Eu sabia o que o Michael curtia e, se o chefe dele tinha o mesmo gosto... me arrumei de novo por um tempo pra voltar pro meu visual mais de menininha e mandei uma foto gostosa que tirei na minha cama, pra ele compartilhar.
Michael me encheu o chat de carinhas de novo.
Quando cheguei no lugar, já estavam me esperando na porta. O Michael sorriu ao me ver chegar e ficou um pouco bobão de tão linda e arrumada que eu estava. A gente se deu um abraço longo e um beijo, e eu deixei um olhar demorado nos olhos dele, dizendo como era bom vê-lo de novo depois de tanto tempo. Aí ele me levou uns passos e me apresentou ao chefe dele, que estava esperando paciente e sorria ao ver nosso reencontro.
Era um cara realmente imponente. Era norte-americano, mas filho de árabes, e tinha uma cara de árabe que matava, com uma barba preta e bem cheia, mas impecavelmente cuidada e desenhada. Parecia um assírio, esse tipo de barba que ele usava. Tinha uma pele marrom escura que quase chegava a ser negra. Também dava pra ver que era fortão e impecavelmente vestido com uma camisa linda que apertava bem o corpo dele. Ele me sorriu e me deu um beijo na bochecha, e eu notei que ele me olhava de cima a baixo ao me ver pessoalmente. Ele se chamava Ahmed.
No jantar, a gente se divertiu pra caralho. Michael e Ahmed brigavam pra ver quem era mais cavalheiro comigo, e eu ria dizendo que não precisava. A gente conversou sobre tudo e comeu uns cortes de carne bons pra dedéu, que eles amaram, principalmente o Ahmed, que nunca tinha vindo pro país. O Ahmed me disse durante a conversa que claro que era filho de árabes, que o pai dele tinha emigrado dos Emirados Árabes Unidos há um tempo e que ele já tinha nascido nos Estados Unidos, que a mãe dele era da Síria e o pai a conheceu quando chegou nos EUA. Ele tinha 38 anos, era alguns anos mais velho que o Michael.
Eu pedia desculpa toda hora pelo meu jeito de falar inglês, mas eles riam e gentilmente diziam que tava perfeito, que me entendiam super bem. A gente teve um jantar muito gostoso e ficamos um tempão conversando os três, sobre tudo. Notei o Ahmed especialmente interessado em mim quando eu falava, como se ele me olhasse um pouco além da minha aparência e das coisas. o que dizia, me estudando enquanto comia e bebia.
Terminamos o jantar e pegamos um táxi para o hotel, o mesmo que o Michael tinha usado na primeira visita. Ao chegar, foi o Ahmed quem resolveu as coisas na recepção enquanto eu ficava conversando com o Michael no lobby. Quando o Ahmed se juntou a nós e disse que já estava tudo certo e resolvido com o pessoal do hotel, o Michael sorriu e nos disse que por que a gente não subia primeiro e ele iria depois. Queria tomar um drink no bar e nos dar tempo para nos conhecermos.
Ao chegar no quarto, que era mais amplo e diferente do que eu tinha ficado com o Michael naquela vez, me sentei na cama e comecei a me despir, mas bem devagar e fingindo pro Ahmed que eu estava nervosa. Já tinha começado o jogo que eu intuía que eles queriam, sem ter dito nada pra ele. Se o chefe dele tinha os mesmos gostos pedófilos que o Michael, eu já sabia como levar a noite que a gente ia ter. O Ahmed saiu do banheiro e sentou do meu lado, sorrindo pra mim e acariciando meu ombro.
"Tá bem?", ele me disse
"Sim... sim... não é nada...", falei timidamente enquanto bem devagar tirava um sapato
"O que foi?"
Coloquei um tom bem, mas bem de menininha e olhei pra ele com timidez, "É que... sempre fiquei com meu pai Mike... não com você..."
"Ah, entendo", disse sorrindo, "É um problema?"
"Não... mas tô nervosa...", olhei pra ele
"Por que, gostosa?", perguntou e acariciou minha carinha
"Porque meu pai... eu amo muito ele... mas...", desviei o olhar
"Escuta, pode me contar se tiver algum problema... eu posso falar com ele...", me disse com um tom confiante e suave, "O que que tem o Mike?"
"Não sei se... não sei se posso te contar, tio Ahmed...", a menininha disse sem querer olhar pra ele, envergonhada olhando pro chão, deixando o cabelo comprido cobrir a cara.
"Ei...", ele disse e me fez olhar pra ele suavemente, virando minha carinha, "Pode me contar qualquer coisa, sabe? Não quero que você fique assim... me diz o que tá acontecendo...", ele dizia enquanto os dedos dele me acariciavam. A menina olhou para o Ahmed por um momento com seus olhinhos doces, "Meu pai... meu pai sempre me diz que se eu quero ele... ele quer um filhinho... que eu tenha... com ele..."
"Ah... wow... entendo", disse Ahmed e sorriu um pouco, seus dedos percorrendo minha carinha e um pouco meu pescoço, "E você não quer?"
"Não é que eu não queira... eu quero agradar ele... mas...", fingi que engolia saliva antes de contar, "... muitas vezes com o papai a gente faz coisas..."
"Claro. Mas isso é porque ele te ama muito, linda...", sorriu, "Você não gosta dessas coisas?"
"Sim, claro que gosto.", falei com um sorrisinho, "Sei que ele me ama e eu gosto de fazer ele se sentir bem... é meu pai..."
"É claro...", sorriu.
"Tio Ahmed... você vai querer... também...?", perguntei timidamente.
Ahmed aproximou o rosto e me deu um beijo suave nos lábios, que eu respondi timidamente, minha mãozinha acariciando a perna dele enquanto ele ainda me beijava e me acariciava.
"Teria que ser louco para não querer, você é muito gostosa...", disse me deixando o rosto ali perto.
"Um... um filhinho? Também com você?", perguntei.
Ele suspirou e começou a me beijar um pouco mais forte, "Me faria muito, muito feliz. Você é tão linda... tão macia..."
Fechei os olhos e comecei a aceitar o prazer que ele estava me dando com os lábios e os dedos, falei suavemente, "Mas papai... ficaria bravo..."
"Do seu pai eu cuido, linda.", sussurrou, "Você não se preocupa com nada..."
"Vocês não vão brigar?"
"Não. Sei exatamente o que dizer a ele...", disse enquanto começou a aproveitar meu pescoço e eu dei a ele um suspiro suave que o animou.
"O que você vai dizer?"
"Que ele não é o único que pode te querer", disse enquanto a mão dele começava a percorrer meu corpo, "Que se ele ama a filhinha dele, tudo bem, mas eu também quero amar minha sobrinha..."
Fingi um pouco de surpresa e olhei para ele, "Tio Ahmed você... você também me ama?"
Ele sorriu, "Claro que te amo, minha linda... você é maravilhosa e quero te dar prazer como seu pai te dá..."
"Mas... eu sou muito garota…”
Ele sorriu, “Não para mim. Para mim você é perfeita…”
Eu sorri docemente para ele e nos beijamos longo e profundo. A barba cheia do Ahmed me impressionou um pouco ao sentir contra meu rosto, mas logo me acostumei e continuei beijando ele enquanto sentia os braços dele envolvendo meu corpinho. O Ahmed era um cara alto e corpulento. Não era gordo, mas tinha uma boa musculatura natural. Nada definido nem malhado em academia, de jeito nenhum. Era um cara naturalmente forte e de músculos grandes. O abraço dele foi incrível. Deslizei uma mãozinha para sentir o volume dele enquanto nos beijávamos e logo percebi que o Ahmed tinha uma pica enorme. Sentia ela endurecer sob minha mão e o tecido por causa dos meus beijos e carícias, e gemi um prazer suave na boca dele.
“Parece que você também me quer…”, ele sorriu entre os beijos.
“Eu… eu sempre te olhava, tio… desde que eu era bem pequenininha…”, sorri para ele.
“Nunca me disse nada…”
“Não queria que o papai ficasse bravo e com ciúmes…”, o Ahmed sorriu e continuamos nos beijando e nos acariciando com mais intensidade, “Posso te contar uma coisa, tio?”
“Claro, linda… o que você quiser…”
A menina afastou o rosto um pouquinho dele, só um nada, para que o Ahmed visse o sorriso safado que ela tinha, que logo o fez sorrir e fez a pica dar um pulinho dentro da calça.
“Não conta pra ninguém, tá? Nem pro meu pai…”, sorri para ele.
“Claro que não…”
“Não sei… me dá muita vergonha…”, ri baixinho olhando para ele.
Ele sorriu, “Vai, se solta… confia em mim. Eu sei guardar segredos.”
Fiquei em dúvida por um instante e falei num sussurro, só pra nós dois, “Quando eu era mais novinha… e te via… não te falava nada, mas ia pro meu quarto.”
“E o que você fazia?”
“Eu… eu me tocava entre as perninhas, porque estava sozinha… e… e imaginava ver sua pica…”, soltei uma risadinha envergonhada. Ele sorriu e me beijou, apertando um pouco o abraço.
“E no que você pensava, linda?”
“Em você deixando eu ver… e tocar… e beijar…”, sorri para ele.
“Agora estamos sozinhos… você quer ver?”, ele me perguntou suavemente. Posso?"
Ahmed sorriu e ficou na minha frente. Devagar, ele desabotoou a calça diante da garota que o olhava atônita e finalmente tirou o pau pra fora, colocando-o perto do meu rosto. Ainda não estava completamente ereto... mas era enorme. Enorme e tão escuro quanto o resto da pele dele. Era grosso, comprido e lindo. Quando o segurei com meus dedinhos, ele parecia pesado e maciço, não consegui evitar morder meu lábio e olhar pra ele de baixo pra cima. Ele sorria e acariciava meu cabelo.
"Você imaginava assim?", ele perguntou.
"Não... não tão grande, tio...", sorri pra ele e comecei a acariciar. Primeiro devagar, mas depois com mais força, meus dedinhos envolvendo ele e batendo uma punheta bem suave. Era incrível ter aquela coisa na minha mão.
"Prova...", ele disse baixinho.
Eu olhei pra ele e devagar comecei a beijar, a sentir o cheiro e o gosto com minhas lambidas. Eu amava, era uma das melhores e mais lindas picas da minha vida. Nunca tinha tido uma tão escura e realmente pouquíssimas do mesmo tamanho. Sem tirar os olhos dele, finalmente levei à boca, gemendo baixinho de prazer.
Que pica linda que ele tinha... enorme, escura e com um gosto que eu nunca tinha sentido, eu amava. Eu sentia como ele ficava mais duro na hora na minha boca e crescia ainda mais, mas Ahmed só me olhava e acariciava meu cabelo, como se estivesse em êxtase silencioso vendo aquela garota loira linda satisfazendo tanto o pau preto dele. E de ouvir como a garota curtia. Com meus dedinhos, comecei a acariciar as duas bolas lindas que ele tinha, e também levei à boca, lambendo e amando devagar.
Mas foi quando voltei pro pau dele e enfiei sozinha, fundo na minha boca, que soltei um gemidinho de orgasmo de garota que finalmente o quebrou. Ele soltou um suspiro profundo de prazer e começou a gemer alto também, enquanto minha língua enlouquecia na minha boca, tentando se enrolar ao redor do pau dele como uma hera no tronco de uma árvore.
"Aaahhh... ahhhh... Que linda...", eu Acariciava o cabelo. Eu olhava fixo pra ele, já com fogo nos meus olhinhos, aproveitando daquele pauzão escuro maravilhoso na minha boca. "Deita...", finalmente ele me disse e me pegou, sem nenhum esforço me levantando e me depositando na cama. Abri minhas perninhas pra ele, olhando desejosa nos olhos dele enquanto ele subia em cima de mim, me fazendo sentir o peso daquele corpão no meu. Já tava ficando louca, entre a beleza da pica dele e o corpo maciço do cara. Não precisava de muito teatro pra falar suave com ele, toda passada de tesão.
"Tio... tio... não...", eu disse.
"Não quer? Te desejo muito...", ele falou, me fazendo sentir a ponta grossa da pica dele entre meus lábios da buceta, já melados da minha lubrificação.
"É que... meu pai..."
"Já te falei que dele eu cuido", ele sorriu enquanto continuava esfregando a pica em mim, "Quero te amar muito, menina..."
Eu já tava voando de prazer, só queria que aquele macho impressionante me comesse logo, mas também queria continuar o jogo e deixar ele mais tarado do que já tava. Segurei os braços dele com minhas mãozinhas, sentindo ele ali também, e fechei os olhos, torcendo meu corpinho um pouco debaixo do dele, fazendo ele notar o quanto eu tava querendo.
"Tio... por favor não... tio, é muito grande...", supliquei com meus olhinhos fechados.
"Não vou te machucar..."
"Tio... tio... não... posso engravidar... e papai... ficaria muito bravo comigo..."
Ele me olhou já com fogo nos olhos escuros dele, a pica dele já tava duríssima e morrendo de vontade de me penetrar.
"Te amo muito, minha menina... linda... preciso de você... quer... quer dar um filho também pro tio Ahmed?", ele sorriu.
Eu parei pra olhar fundo nos olhos dele, ficando ali com ele por um momento, entre meus gemidinhos suaves de menina, agarrei um pouco mais com meus dedinhos nos braços dele. Com o tom mais de menininha e de putinha desejosa que consegui naquele momento, falei suavemente, "Te... te amo, tio Ahmed..."
Ahmed só sorriu e grunhiu forte, empurrando com as cadeiras dele suavemente e finalmente me penetrando na buceta. A A sensação foi incrível, para os dois. A gente gemeu pra caralho o nosso prazer, eu na minha vozinha de menininha cheia de pica preta, e ele rouco e profundo, sentindo todo o calor e a umidade do meu interior em volta de toda a grossura dele.
A foda que o Ahmed me deu, e que eu dei pra ele, foi inesquecível. Meus gritinhos de menininha deixavam ele mais e mais excitado, enfiando aquela pica incrível mais e mais fundo na minha buceta. Ele tirava meu ar, eu me sentia tão cheia e alargada, como quase nunca tinha sentido antes. Me fazia doer aquela dor doce e linda, de femeazinha tomada, de femeazinha comida, de quadris que se desmontavam em pontadas tão sublimes de dor e prazer. E minha bucetinha de menina fazia ele voar de prazer. Se meu velho me visse... sua filhinha loira sendo curtida e usada tão gostosa por aquele cara lindo de pele escura, e ela aproveitando tanto... a cabeça dele teria explodido sozinha.
A gente não aguentou muito tempo, era impossível aguentar. Senti os braços dele me agarrarem e me apertarem forte em volta do meu corpinho, e ele mandou ela até o fundo da minha buceta. Senti a ponta da pica dele roçando a entrada do meu útero e me perdi. Me perdi ali mesmo num orgasmo incrível, meu corpinho convulsionando de prazer e de êxtase de mulher, enquanto minha cabeça voava pra qualquer outro lugar. E foi aí que eu o ouvi reclamar e gemer alto, e com uma estocada forte aquela pica que era quase um tronco de ébano encheu minha buceta com toda a porra dele, e todo o amor e desejo dele. Bem, bem no fundo, no meu lugar mais íntimo de mulher.
Quando a gente se recuperou, os dois ofegando e sorrindo, cobertos do nosso suor, levei timidamente minhas mãozinhas em volta do pescoço dele e as pendurei ali, acariciando ele suavemente. Olhei nos olhos dele e sussurrei, só pra ele.
"Eu te amo, tio Ahmed..."
Ele sorriu e se inclinou pra me dar um beijão profundo, enquanto ainda soprava a respiração pelo nariz, docemente no meu rostinho, "Você é linda... incrível... que menina doce... eu te amo também"
Eu sorri suavemente para ele, "Vou... vou ter seu filhinho agora?"
Ele acariciou suavemente minha bochecha, "Agora não, minha doce. Em alguns meses, você vai ver..."
"Sempre quis te ter assim... desde que eu era pequenininha... te amo muito, tio...", eu sorri para ele.
Ahmed saiu de dentro de mim e eu suspirei suavemente, sentindo o cum dele começando a escorrer devagarinho para fora. Quis me limpar, mas ele me segurou, disse para eu ficar assim, que ele gostava. Ele se deitou e eu o abracei pelo lado, e ficamos assim trocando beijinhos e dizendo coisinhas doces um para o outro, no nosso joguinho de tio e sobrinha. Minha mão acariciava o corpo inteiro dele, especialmente aquela pica linda dele. Eu só queria sentir ela na minha mão, não queria que ela voltasse à vida ainda.
Ele me virou e me abraçou por trás com carinho, colando o corpo dele no meu enquanto me acariciava e beijava meu pescoço. Fechei os olhos e sorria, era a mesma coisa que meu narco fazia, que eu amava. Ficamos um tempinho gostoso assim, calmos, ele curtindo meu corpinho com as mãos e os beijos, até que de repente ouvi a porta do quarto destravando e abrindo.
Imediatamente me fiz de assustada e surpresa, soltando um gritinho de mocinha, "É o papai! É o meu papai!!!!", falei enquanto peguei o lençol e me cobri toda, até o rosto, subindo a borda até acima do meu nariz e deixando só meus olhinhos assustados de fora. O Ahmed ria e continuava me acariciando por baixo do lençol.
"Fica tranquila, meu amor..."
"Ele vai ficar puto pra caralho!!!", solucei
"Já, fica calma, gostosa... deixa comigo...", ele sorriu e esperamos assim até o Michael aparecer.
Quando ele apareceu e nos viu, sorriu feliz, olhando pra mim coberta até o nariz e pro Ahmed mais pelado colado nas minhas costas, "Uau... e o que é isso?", falou
"Pai....", sussurrei por baixo do lençol, olhando pra ele assustada.
"Vão me explicar o que vocês estavam fazendo?", disse o Michael, parado e olhando.
O Ahmed sorriu, "Você não é o único que pode amar a Blondie, irmão... eu também amo sua filhinha, sabia?"
"É, já tô vendo...", disse o Michael
"Além disso, ela me falou que me quer. E que também quer me dar um filhote, igual a você..."
Fechei os olhinhos com força de vergonha e dei uma cotovelada suave por baixo do lençol no Ahmed, "Tiiiiioooo.... Era segredoooo....", falei baixinho por baixo do lençol. Os dois sorriram um pro outro.
O Michael fingiu que tava bravo, franzindo as sobrancelhas e me olhando, "Blondie, não acredito nisso, filhinha. É verdade isso?"
Eu hesitei uns segundos e assenti várias vezes com minha cabecinha coberta até o nariz.
"Não acredito. Pensei que você me queria, menina...", ele me falou.
"Acredite ou não", disse o Ahmed, "E se precisar de provas....", o Ahmed pegou o lençol e tirou de mim, me deixando completamente nua. Ele me pegou por baixo de uma das minhas... de joelhos e me fez abrir as pernas, mostrando pro Michael a bagunça que ainda tinha na minha buceta, e o quanto meus lábios vaginais tinham ficado abertos. Eu cobri a carinha com as mãos de vergonha.
"Tiiiioooo......", protestei baixinho.
"Nossa... incrível", disse Michael admirando a vista.
"Tá vendo... sua filhinha loira vai carregar meu bebê árabe na barriga dela...", sorriu Ahmed, "Ela me pediu, porque me ama... e eu amo ela..."
"Blondie! Isso é verdade?", me perguntou Michael bravo.
"Sim... sim, papai... me perdoa, por favor...", respondi timidamente.
"O que foi, já não me quer mais? Já não quer seu papai?", ele perguntou.
"Eu te quero, papai... muito...", falei docemente, "Mas... mas também amo o tio Ahmed..."
Michael cruzou os braços, bravo, e levantou a voz pra mim: "Vem cá. Vem cá agora! Tô muito puto..."
Eu me levantei devagar e fui até o Michael timidamente, olhando pra ele com um pouco de medo.
"Você é uma menina má... e muito desobediente...", ele me olhou e acariciou minha carinha.
"Me perdoa, papai... por favor...", supliquei.
"Não. Não te perdoo. Vou ter que te castigar...", disse Michael e sentou numa das poltronas, me levando junto.
"Não... não, papai... por favor, isso não...", soluçei.
"Silêncio. Não quero te ouvir depois do que você fez. Desobediente. Ingrata...", ele disse e me dobrou sobre ele, com minha raba pra cima, pronto pra começar a bater ali.
"Papai, por favor, não! Dói! Eu não gosto!", gritei.
Michael começou a dar tapinhas na minha raba, enquanto Ahmed sorria e esfregava o pau, nos observando da cama. A cada tapinha do Michael eu gritava e pedia pra ele parar, e ele fazia questão de sentir bem cada nádega por um bom tempo depois de cada batida.
"O que foi? Já não quer o papai? Quer o filhinho de outro?", ele perguntava entre cada tapa.
"Eu te quero, papai! AI!... mas não me bate... AAAAAI!!!!"
"Você vai ter que me provar que ainda me quer...", disse e desabotoou a calça, tirando o pau que já tava mais que duro. “Papi, não! O tio está aí, que vergonha!”
Michael sorriu e parou de me dar tapinhas, me fez ajoelhar na frente dele e começar a chupar ele, suave e profundo. Ele começou a gemer baixinho e eu adorei sentir o pau dele na boca de novo, como daquela vez.
“Isso… assim… dá prazer pro seu papi… depois que você o tratou tão mal…”, ele gemia.
“Me desculpa, papi… eu te amo muito…”, eu dizia entre minhas chupadinhas amorosas.
“Mas você não quer o filhinho do papai… quer o filhinho de outro, né?”, ele perguntou enquanto eu cuidava da boca.
“Também… também quero o seu, papi… se te faz feliz… eu também quero…”, sorri e voltei a chupar mais forte e mais fundo, com mais amor e gemendo.
“Era isso que eu queria ouvir… mmmh… ouvir minha menina doce de novo… não a menina desobediente…”, ele sorriu e fechou os olhos de prazer que minha boca e minha língua estavam dando a ele.
“Não fica bravo comigo, papi… eu te amo muito… e também não fica com o tio Ahmed…”, eu disse entre chupadas. Eu não conseguia ver, mas ouvia o Ahmed da cama, gemendo e respirando meio ofegante, com certeza se masturbando com a cena.
Michael suspirou, “Não consigo ficar bravo com você, Blondie… minha menina linda e doce…”
Eu olhei pra ele e sorri docemente, dando meu jeito de garotinha, “Quero seu filhinho também, papi… te amo…”
Michael me pegou e me fez subir no sofá com ele. Nos beijamos e nos apalpamos apaixonadamente por um tempo, dizendo o quanto nos amávamos até que ali mesmo no sofá ele me virou e começou a comer minha buceta por trás. Sentir o pau do Michael de novo foi incrível, me trouxe muitas lembranças daquela primeira noite juntos. Claro que eu satisfiz o Michael do jeito que ele queria também, dando a ele um longo e doce orgasmo de garotinha que saiu da minha boca pra incentivá-lo a me encher também.
Quando abri os olhos, vi o Ahmed se masturbando forte, deitado de lado na cama, vendo como o Michael me comia tão gostoso e o quanto eu estava gozando. Vi ele gemer e se tensar, gozando em jatos de porra que espirraram pelo ar e caíram nos lençóis. O Michael logo também não aguentou mais e me encheu docemente com o leite dele, acariciando e beijando a sua menina enquanto a amava e deixava todo o amor dele dentro dela.
A gente curtiu pra caralho os três naquela noite. E eles terminaram muito felizes quando a Blondie conseguiu resolver o problema entre eles, dizendo que amava os dois e o quanto queria ter os filhinhos dos dois, que por favor os dois deixassem todo o semen deles na buceta dela, que ela sempre ia ser a menina dos dois.
Quando terminou a nossa brincadeira, o sol quase estava nascendo, faltava meia hora. Eu estava destruída fisicamente, mas tão feliz. E eles, nem te conto. Decidimos descer pra tomar café no bar do hotel, os dois me convidaram me pedindo por favor pra aceitar, e continuamos conversando amigavelmente sobre tudo. Eu adorava estar com eles e amei rever o Michael, depois de tanto tempo.
O Michael se desculpou por um momento enquanto a gente tomava café e voltou com o meu pagamento num envelope, que me entregou com um sorriso. Me disse que, como sempre, eu era um prazer incrível e me agradeceu muito por ter curtido tanto. Disse que tinha ficado muito cansado e que ia pro quarto dele dormir um pouco, já que o esperava um dia longo. A gente se deu um abraço longo e carinhoso, de despedida. O Michael era um amor, eu adorava ele e ele a mim. Com um beijinho carinhoso de despedida, ele me cumprimentou e eu o vi ir embora, me prometendo que ia me contatar se voltasse ao país.
Eu fiquei com o Ahmed terminando o café e conversando. Ele me disse que também tinha ficado encantado e começou a me fazer umas perguntas que geralmente os clientes não faziam. Nada específico e nada que eu quisesse compartilhar, mas... incomuns. Sobre o meu trabalho, como eu gostava de trabalhar, já que havia Fiquei impressionado com o acting e como ela tinha feito ele se sentir tão bem. Também sobre mim, algumas coisas mais pessoais, mas sempre sem passar do limite do apropriado. Era uma curiosidade saudável, ou pelo menos foi o que me pareceu naquele momento. Ficamos conversando por mais meia hora, e eu notei que ele estava interessado em ouvir tudo o que eu dizia.
De repente, ele tirou a carteira. Eu pensei que era para me dar uma gorjeta ou algo assim, e falei que não precisava, mas ele me olhou e sorriu. Me estendeu um cartão. Pensei que era o contato dele, mas não. Tinha um carimbo num cantinho que eu não reconheci, um nome árabe que não era o dele, e só um número de telefone e WhatsApp. Perguntei o que era, e ele disse que era de um conhecido dele, do serviço diplomático dos Emirados em Buenos Aires. Me perguntou se eu queria trabalhar de novo essa semana e, se sim, que eu entrasse em contato com essa pessoa e que me dariam mais instruções. Disse que ia ter um evento diplomático que ele tinha certeza que me interessaria, e que ele ia dar uma referência excelente minha pra esse cara. Que o resto eu resolvesse com essa pessoa.
Eu sorri e agradeci, mas era tudo tão vago e eu estava tão cansada que não pensei muito nisso naquele momento. Mas quando ele disse que se tudo estivesse ok e decidissem me chamar, me pagariam muito bem, aí sim me despertou o interesse.
Me despedi carinhosamente do Ahmed, ele também encantado de ter me conhecido e pela noite que eu proporcionei pra ele. Eu o corrigi... falei que foi pela noite que nós dois proporcionamos um pro outro. Ele sorriu e concordou. Me pediu pra manter contato, assim como o Michael, e eu disse que claro, que adoraria e que amei ter conhecido ele.
Saí do hotel com o sol já brilhando... e com o cartão que ele me deu na minha bolsa. Fiquei muito curiosa.
Na real, me senti tão recarregada que decidi esticar minha pausa e, aproveitando que era verão, não trabalhar por um mês ou algo assim. Me dedicar a mim mesma, às minhas coisas e às minhas necessidades. Curtir a vida e me encontrar com algum amigo ou amiga, dos poucos que tinham me sobrado do colégio. Ir tomar um drink, ou ao cinema. Comer. O que fosse. Não estava nem um pouco apertada de grana, não precisava trabalhar.
Por um mês, quis voltar a ser Luciana e não Blondie.
Então saí algumas vezes com alguns amigos. Realmente me diverti com eles e a gente se entreteve. Como a gente nunca se via, eu já tinha memorizado o personagem da Luciana. O que eu tinha feito todo esse tempo, que trabalhava, estudava... tudo. Sabia que iam me perguntar e não tinha confiança com nenhum deles pra contar a verdade, como a Laura tinha feito comigo naquela primeira vez quando a gente se encontrou pra tomar um café.
Saí todos os fins de semana, como Luciana, às vezes com um grupo de amigos, às vezes com outro. Mais de uma vez, em algum bar ou balada que a gente ia, algum cara se aproximava pra conversar e tentar me pegar, mas eu não fazia nada além de puxar papo e finalmente dizer que não, que valeu. Se a Luciana tivesse existido todo esse tempo, talvez ela tivesse ficado encantada com a chance de conhecer alguém e começar um relacionamento legal. Mas a Luciana já era o Clark Kent e a Blondie era o Superman. Se a Luciana começasse a sair com alguém, seria uma mentira. Uma mentira impossível de sustentar e que ia terminar com o cara se sentindo totalmente feito de otário, o que eu nunca quis fazer porque eu detestava quando faziam isso comigo. A Luciana tinha data de validade no fim do mês, só que ninguém sabia, ninguém além de mim.
Quando retomei o trabalho, já me sentia renovada e descansada mentalmente. A viagem Fui pra Mar del Plata e aquele mês que tirei como Luciana tinha feito muito bem pra minha cabeça. Eu tava pronta pra recomeçar e encarar o ano novo que vinha. O que eu não sabia era tudo o que ia me acontecer naquele ano…
Lembro que meu primeiro cliente do ano novo foi um político, um funcionário público. Da província de Buenos Aires. Eu não costumava pesquisar muito sobre meus clientes antes, e com ele também não fiz isso. Eles queriam meus serviços, eu tinha um preço e a gente fechava. Pra mim, parava por aí. O que eles faziam e o que eram, eu não tava nem aí. Mas quando comentei com as meninas, elas fizeram uma cara meio de surpresa, porque reconheceram o nome na hora. Pra mim, o nome dele não era famoso, nem fazia ideia de quem era… não era como se fosse o Presidente, ou um Senador, ou algo assim. Mas aparentemente o nome do cara era conhecido.
Eu me movia mais em ambientes de profissionais e empresários. Não muito, quase nada, na política. Não era por questão pessoal, de jeito nenhum, simplesmente não era o tipo de networking que eu tinha cultivado. Mas os mundos empresarial e político coexistem e se misturam bastante. Era questão de tempo até um cliente do meu círculo me recomendar pra algum amigo ou conhecido do outro lado. E foi isso que aconteceu: com esse funcionário, entrei em contato graças a um cliente meu empresário que o conhecia.
Não foi muito agradável ficar com esse cara. Também não foi desagradável. Foi absoluta e deprimentemente normal ficar com ele. Era uma pessoa mediana. Mediana de aparência, pra idade dele, mediana de personalidade, mediano no sexo… a única coisa notável no cara era o bolso. E aparentemente o nome dele. Quando a gente ficou junto, ele não me tratou nem bem nem mal. Foi sem graça, quase. O sexo com ele era como macarrão sem molho. Ele ficou satisfeito e me disse isso. Tudo certo. Eu gosto quando os clientes ficam assim, mas ele não me despertou absolutamente nada. Nem me deu vontade de manter contato com ele, pra ele me recomendar pra outros. do seu ambiente. Fiquei com o número dele no telefone e só.
Vários anos depois, eu ria sozinha quando descobri que o cara se envolveu num escândalo bem público com outra garota, também profissional. Pensei que o cara ia ser mais esperto que isso, mas me enganei. E agradeci que fosse com aquela outra garota e não comigo. O que me interessava era que clientes me conhecessem, não o público em geral.
Foi mais ou menos nessa época que eu ia completar meus três anos na profissão. E como essas coisas que a vida tem e as coincidências, quase na mesma data, com poucos dias de diferença, três anos depois recebi um dia uma mensagem do nada. Uma mensagem que, quando vi, me emocionou pra caralho.
Era uma mensagem do Michael, o que tinha sido meu primeiro cliente por acidente. Por três anos ele nem tinha me mandado mensagem, nem uma vez, e agora me cumprimentava com carinho, perguntando se eu lembrava dele... como eu poderia esquecer?
A gente bateu um papo rapidinho e ele me disse que estava de volta no país, que tinha chegado ontem a trabalho e ia ficar uns dias, que adoraria me ver de novo se eu estivesse disponível. Eu respondi com um sorriso que ele não viu que claro que estava, se ele quisesse me ver. Ele perguntou se eu tinha mudado muito nesse tempo e eu mandei uma foto que tirei ali mesmo, em casa, sem maquiagem nem me arrumar, pra ver o que ele dizia.
Ele encheu o chat de carinhas e disse que eu estava igualzinha ao que ele lembrava. A gente conversou pra caramba naquela tarde, a conversa se esticou porque ele estava ocupado com coisas e atendia o telefone quando podia. No final, combinamos de nos ver uns dois dias depois e ele me disse que tinha vindo com o chefe dessa vez. Que tinha falado muito de mim pra ele e que ele queria me conhecer também, que o chefe dele também curtia as mesmas coisas que ele. Eu disse que claro, que adoraria ver os dois e ficar com eles.
Combinamos de ir jantar num churrasco em Puerto Madero numa sexta à noite, que a gente se encontrava Aí, a gente jantava e, se tudo corresse bem, a gente ia pro hotel onde eles estavam hospedados. O Michael tinha me pedido por favor outra foto pro chefe dele. Eu sabia o que o Michael curtia e, se o chefe dele tinha o mesmo gosto... me arrumei de novo por um tempo pra voltar pro meu visual mais de menininha e mandei uma foto gostosa que tirei na minha cama, pra ele compartilhar.
Michael me encheu o chat de carinhas de novo.Quando cheguei no lugar, já estavam me esperando na porta. O Michael sorriu ao me ver chegar e ficou um pouco bobão de tão linda e arrumada que eu estava. A gente se deu um abraço longo e um beijo, e eu deixei um olhar demorado nos olhos dele, dizendo como era bom vê-lo de novo depois de tanto tempo. Aí ele me levou uns passos e me apresentou ao chefe dele, que estava esperando paciente e sorria ao ver nosso reencontro.
Era um cara realmente imponente. Era norte-americano, mas filho de árabes, e tinha uma cara de árabe que matava, com uma barba preta e bem cheia, mas impecavelmente cuidada e desenhada. Parecia um assírio, esse tipo de barba que ele usava. Tinha uma pele marrom escura que quase chegava a ser negra. Também dava pra ver que era fortão e impecavelmente vestido com uma camisa linda que apertava bem o corpo dele. Ele me sorriu e me deu um beijo na bochecha, e eu notei que ele me olhava de cima a baixo ao me ver pessoalmente. Ele se chamava Ahmed.
No jantar, a gente se divertiu pra caralho. Michael e Ahmed brigavam pra ver quem era mais cavalheiro comigo, e eu ria dizendo que não precisava. A gente conversou sobre tudo e comeu uns cortes de carne bons pra dedéu, que eles amaram, principalmente o Ahmed, que nunca tinha vindo pro país. O Ahmed me disse durante a conversa que claro que era filho de árabes, que o pai dele tinha emigrado dos Emirados Árabes Unidos há um tempo e que ele já tinha nascido nos Estados Unidos, que a mãe dele era da Síria e o pai a conheceu quando chegou nos EUA. Ele tinha 38 anos, era alguns anos mais velho que o Michael.
Eu pedia desculpa toda hora pelo meu jeito de falar inglês, mas eles riam e gentilmente diziam que tava perfeito, que me entendiam super bem. A gente teve um jantar muito gostoso e ficamos um tempão conversando os três, sobre tudo. Notei o Ahmed especialmente interessado em mim quando eu falava, como se ele me olhasse um pouco além da minha aparência e das coisas. o que dizia, me estudando enquanto comia e bebia.
Terminamos o jantar e pegamos um táxi para o hotel, o mesmo que o Michael tinha usado na primeira visita. Ao chegar, foi o Ahmed quem resolveu as coisas na recepção enquanto eu ficava conversando com o Michael no lobby. Quando o Ahmed se juntou a nós e disse que já estava tudo certo e resolvido com o pessoal do hotel, o Michael sorriu e nos disse que por que a gente não subia primeiro e ele iria depois. Queria tomar um drink no bar e nos dar tempo para nos conhecermos.
Ao chegar no quarto, que era mais amplo e diferente do que eu tinha ficado com o Michael naquela vez, me sentei na cama e comecei a me despir, mas bem devagar e fingindo pro Ahmed que eu estava nervosa. Já tinha começado o jogo que eu intuía que eles queriam, sem ter dito nada pra ele. Se o chefe dele tinha os mesmos gostos pedófilos que o Michael, eu já sabia como levar a noite que a gente ia ter. O Ahmed saiu do banheiro e sentou do meu lado, sorrindo pra mim e acariciando meu ombro.
"Tá bem?", ele me disse
"Sim... sim... não é nada...", falei timidamente enquanto bem devagar tirava um sapato
"O que foi?"
Coloquei um tom bem, mas bem de menininha e olhei pra ele com timidez, "É que... sempre fiquei com meu pai Mike... não com você..."
"Ah, entendo", disse sorrindo, "É um problema?"
"Não... mas tô nervosa...", olhei pra ele
"Por que, gostosa?", perguntou e acariciou minha carinha
"Porque meu pai... eu amo muito ele... mas...", desviei o olhar
"Escuta, pode me contar se tiver algum problema... eu posso falar com ele...", me disse com um tom confiante e suave, "O que que tem o Mike?"
"Não sei se... não sei se posso te contar, tio Ahmed...", a menininha disse sem querer olhar pra ele, envergonhada olhando pro chão, deixando o cabelo comprido cobrir a cara.
"Ei...", ele disse e me fez olhar pra ele suavemente, virando minha carinha, "Pode me contar qualquer coisa, sabe? Não quero que você fique assim... me diz o que tá acontecendo...", ele dizia enquanto os dedos dele me acariciavam. A menina olhou para o Ahmed por um momento com seus olhinhos doces, "Meu pai... meu pai sempre me diz que se eu quero ele... ele quer um filhinho... que eu tenha... com ele..."
"Ah... wow... entendo", disse Ahmed e sorriu um pouco, seus dedos percorrendo minha carinha e um pouco meu pescoço, "E você não quer?"
"Não é que eu não queira... eu quero agradar ele... mas...", fingi que engolia saliva antes de contar, "... muitas vezes com o papai a gente faz coisas..."
"Claro. Mas isso é porque ele te ama muito, linda...", sorriu, "Você não gosta dessas coisas?"
"Sim, claro que gosto.", falei com um sorrisinho, "Sei que ele me ama e eu gosto de fazer ele se sentir bem... é meu pai..."
"É claro...", sorriu.
"Tio Ahmed... você vai querer... também...?", perguntei timidamente.
Ahmed aproximou o rosto e me deu um beijo suave nos lábios, que eu respondi timidamente, minha mãozinha acariciando a perna dele enquanto ele ainda me beijava e me acariciava.
"Teria que ser louco para não querer, você é muito gostosa...", disse me deixando o rosto ali perto.
"Um... um filhinho? Também com você?", perguntei.
Ele suspirou e começou a me beijar um pouco mais forte, "Me faria muito, muito feliz. Você é tão linda... tão macia..."
Fechei os olhos e comecei a aceitar o prazer que ele estava me dando com os lábios e os dedos, falei suavemente, "Mas papai... ficaria bravo..."
"Do seu pai eu cuido, linda.", sussurrou, "Você não se preocupa com nada..."
"Vocês não vão brigar?"
"Não. Sei exatamente o que dizer a ele...", disse enquanto começou a aproveitar meu pescoço e eu dei a ele um suspiro suave que o animou.
"O que você vai dizer?"
"Que ele não é o único que pode te querer", disse enquanto a mão dele começava a percorrer meu corpo, "Que se ele ama a filhinha dele, tudo bem, mas eu também quero amar minha sobrinha..."
Fingi um pouco de surpresa e olhei para ele, "Tio Ahmed você... você também me ama?"
Ele sorriu, "Claro que te amo, minha linda... você é maravilhosa e quero te dar prazer como seu pai te dá..."
"Mas... eu sou muito garota…”
Ele sorriu, “Não para mim. Para mim você é perfeita…”
Eu sorri docemente para ele e nos beijamos longo e profundo. A barba cheia do Ahmed me impressionou um pouco ao sentir contra meu rosto, mas logo me acostumei e continuei beijando ele enquanto sentia os braços dele envolvendo meu corpinho. O Ahmed era um cara alto e corpulento. Não era gordo, mas tinha uma boa musculatura natural. Nada definido nem malhado em academia, de jeito nenhum. Era um cara naturalmente forte e de músculos grandes. O abraço dele foi incrível. Deslizei uma mãozinha para sentir o volume dele enquanto nos beijávamos e logo percebi que o Ahmed tinha uma pica enorme. Sentia ela endurecer sob minha mão e o tecido por causa dos meus beijos e carícias, e gemi um prazer suave na boca dele.
“Parece que você também me quer…”, ele sorriu entre os beijos.
“Eu… eu sempre te olhava, tio… desde que eu era bem pequenininha…”, sorri para ele.
“Nunca me disse nada…”
“Não queria que o papai ficasse bravo e com ciúmes…”, o Ahmed sorriu e continuamos nos beijando e nos acariciando com mais intensidade, “Posso te contar uma coisa, tio?”
“Claro, linda… o que você quiser…”
A menina afastou o rosto um pouquinho dele, só um nada, para que o Ahmed visse o sorriso safado que ela tinha, que logo o fez sorrir e fez a pica dar um pulinho dentro da calça.
“Não conta pra ninguém, tá? Nem pro meu pai…”, sorri para ele.
“Claro que não…”
“Não sei… me dá muita vergonha…”, ri baixinho olhando para ele.
Ele sorriu, “Vai, se solta… confia em mim. Eu sei guardar segredos.”
Fiquei em dúvida por um instante e falei num sussurro, só pra nós dois, “Quando eu era mais novinha… e te via… não te falava nada, mas ia pro meu quarto.”
“E o que você fazia?”
“Eu… eu me tocava entre as perninhas, porque estava sozinha… e… e imaginava ver sua pica…”, soltei uma risadinha envergonhada. Ele sorriu e me beijou, apertando um pouco o abraço.
“E no que você pensava, linda?”
“Em você deixando eu ver… e tocar… e beijar…”, sorri para ele.
“Agora estamos sozinhos… você quer ver?”, ele me perguntou suavemente. Posso?"
Ahmed sorriu e ficou na minha frente. Devagar, ele desabotoou a calça diante da garota que o olhava atônita e finalmente tirou o pau pra fora, colocando-o perto do meu rosto. Ainda não estava completamente ereto... mas era enorme. Enorme e tão escuro quanto o resto da pele dele. Era grosso, comprido e lindo. Quando o segurei com meus dedinhos, ele parecia pesado e maciço, não consegui evitar morder meu lábio e olhar pra ele de baixo pra cima. Ele sorria e acariciava meu cabelo.
"Você imaginava assim?", ele perguntou.
"Não... não tão grande, tio...", sorri pra ele e comecei a acariciar. Primeiro devagar, mas depois com mais força, meus dedinhos envolvendo ele e batendo uma punheta bem suave. Era incrível ter aquela coisa na minha mão.
"Prova...", ele disse baixinho.
Eu olhei pra ele e devagar comecei a beijar, a sentir o cheiro e o gosto com minhas lambidas. Eu amava, era uma das melhores e mais lindas picas da minha vida. Nunca tinha tido uma tão escura e realmente pouquíssimas do mesmo tamanho. Sem tirar os olhos dele, finalmente levei à boca, gemendo baixinho de prazer.
Que pica linda que ele tinha... enorme, escura e com um gosto que eu nunca tinha sentido, eu amava. Eu sentia como ele ficava mais duro na hora na minha boca e crescia ainda mais, mas Ahmed só me olhava e acariciava meu cabelo, como se estivesse em êxtase silencioso vendo aquela garota loira linda satisfazendo tanto o pau preto dele. E de ouvir como a garota curtia. Com meus dedinhos, comecei a acariciar as duas bolas lindas que ele tinha, e também levei à boca, lambendo e amando devagar.
Mas foi quando voltei pro pau dele e enfiei sozinha, fundo na minha boca, que soltei um gemidinho de orgasmo de garota que finalmente o quebrou. Ele soltou um suspiro profundo de prazer e começou a gemer alto também, enquanto minha língua enlouquecia na minha boca, tentando se enrolar ao redor do pau dele como uma hera no tronco de uma árvore.
"Aaahhh... ahhhh... Que linda...", eu Acariciava o cabelo. Eu olhava fixo pra ele, já com fogo nos meus olhinhos, aproveitando daquele pauzão escuro maravilhoso na minha boca. "Deita...", finalmente ele me disse e me pegou, sem nenhum esforço me levantando e me depositando na cama. Abri minhas perninhas pra ele, olhando desejosa nos olhos dele enquanto ele subia em cima de mim, me fazendo sentir o peso daquele corpão no meu. Já tava ficando louca, entre a beleza da pica dele e o corpo maciço do cara. Não precisava de muito teatro pra falar suave com ele, toda passada de tesão.
"Tio... tio... não...", eu disse.
"Não quer? Te desejo muito...", ele falou, me fazendo sentir a ponta grossa da pica dele entre meus lábios da buceta, já melados da minha lubrificação.
"É que... meu pai..."
"Já te falei que dele eu cuido", ele sorriu enquanto continuava esfregando a pica em mim, "Quero te amar muito, menina..."
Eu já tava voando de prazer, só queria que aquele macho impressionante me comesse logo, mas também queria continuar o jogo e deixar ele mais tarado do que já tava. Segurei os braços dele com minhas mãozinhas, sentindo ele ali também, e fechei os olhos, torcendo meu corpinho um pouco debaixo do dele, fazendo ele notar o quanto eu tava querendo.
"Tio... por favor não... tio, é muito grande...", supliquei com meus olhinhos fechados.
"Não vou te machucar..."
"Tio... tio... não... posso engravidar... e papai... ficaria muito bravo comigo..."
Ele me olhou já com fogo nos olhos escuros dele, a pica dele já tava duríssima e morrendo de vontade de me penetrar.
"Te amo muito, minha menina... linda... preciso de você... quer... quer dar um filho também pro tio Ahmed?", ele sorriu.
Eu parei pra olhar fundo nos olhos dele, ficando ali com ele por um momento, entre meus gemidinhos suaves de menina, agarrei um pouco mais com meus dedinhos nos braços dele. Com o tom mais de menininha e de putinha desejosa que consegui naquele momento, falei suavemente, "Te... te amo, tio Ahmed..."
Ahmed só sorriu e grunhiu forte, empurrando com as cadeiras dele suavemente e finalmente me penetrando na buceta. A A sensação foi incrível, para os dois. A gente gemeu pra caralho o nosso prazer, eu na minha vozinha de menininha cheia de pica preta, e ele rouco e profundo, sentindo todo o calor e a umidade do meu interior em volta de toda a grossura dele.
A foda que o Ahmed me deu, e que eu dei pra ele, foi inesquecível. Meus gritinhos de menininha deixavam ele mais e mais excitado, enfiando aquela pica incrível mais e mais fundo na minha buceta. Ele tirava meu ar, eu me sentia tão cheia e alargada, como quase nunca tinha sentido antes. Me fazia doer aquela dor doce e linda, de femeazinha tomada, de femeazinha comida, de quadris que se desmontavam em pontadas tão sublimes de dor e prazer. E minha bucetinha de menina fazia ele voar de prazer. Se meu velho me visse... sua filhinha loira sendo curtida e usada tão gostosa por aquele cara lindo de pele escura, e ela aproveitando tanto... a cabeça dele teria explodido sozinha.
A gente não aguentou muito tempo, era impossível aguentar. Senti os braços dele me agarrarem e me apertarem forte em volta do meu corpinho, e ele mandou ela até o fundo da minha buceta. Senti a ponta da pica dele roçando a entrada do meu útero e me perdi. Me perdi ali mesmo num orgasmo incrível, meu corpinho convulsionando de prazer e de êxtase de mulher, enquanto minha cabeça voava pra qualquer outro lugar. E foi aí que eu o ouvi reclamar e gemer alto, e com uma estocada forte aquela pica que era quase um tronco de ébano encheu minha buceta com toda a porra dele, e todo o amor e desejo dele. Bem, bem no fundo, no meu lugar mais íntimo de mulher.
Quando a gente se recuperou, os dois ofegando e sorrindo, cobertos do nosso suor, levei timidamente minhas mãozinhas em volta do pescoço dele e as pendurei ali, acariciando ele suavemente. Olhei nos olhos dele e sussurrei, só pra ele.
"Eu te amo, tio Ahmed..."
Ele sorriu e se inclinou pra me dar um beijão profundo, enquanto ainda soprava a respiração pelo nariz, docemente no meu rostinho, "Você é linda... incrível... que menina doce... eu te amo também"
Eu sorri suavemente para ele, "Vou... vou ter seu filhinho agora?"
Ele acariciou suavemente minha bochecha, "Agora não, minha doce. Em alguns meses, você vai ver..."
"Sempre quis te ter assim... desde que eu era pequenininha... te amo muito, tio...", eu sorri para ele.
Ahmed saiu de dentro de mim e eu suspirei suavemente, sentindo o cum dele começando a escorrer devagarinho para fora. Quis me limpar, mas ele me segurou, disse para eu ficar assim, que ele gostava. Ele se deitou e eu o abracei pelo lado, e ficamos assim trocando beijinhos e dizendo coisinhas doces um para o outro, no nosso joguinho de tio e sobrinha. Minha mão acariciava o corpo inteiro dele, especialmente aquela pica linda dele. Eu só queria sentir ela na minha mão, não queria que ela voltasse à vida ainda.
Ele me virou e me abraçou por trás com carinho, colando o corpo dele no meu enquanto me acariciava e beijava meu pescoço. Fechei os olhos e sorria, era a mesma coisa que meu narco fazia, que eu amava. Ficamos um tempinho gostoso assim, calmos, ele curtindo meu corpinho com as mãos e os beijos, até que de repente ouvi a porta do quarto destravando e abrindo.Imediatamente me fiz de assustada e surpresa, soltando um gritinho de mocinha, "É o papai! É o meu papai!!!!", falei enquanto peguei o lençol e me cobri toda, até o rosto, subindo a borda até acima do meu nariz e deixando só meus olhinhos assustados de fora. O Ahmed ria e continuava me acariciando por baixo do lençol.
"Fica tranquila, meu amor..."
"Ele vai ficar puto pra caralho!!!", solucei
"Já, fica calma, gostosa... deixa comigo...", ele sorriu e esperamos assim até o Michael aparecer.
Quando ele apareceu e nos viu, sorriu feliz, olhando pra mim coberta até o nariz e pro Ahmed mais pelado colado nas minhas costas, "Uau... e o que é isso?", falou
"Pai....", sussurrei por baixo do lençol, olhando pra ele assustada.
"Vão me explicar o que vocês estavam fazendo?", disse o Michael, parado e olhando.
O Ahmed sorriu, "Você não é o único que pode amar a Blondie, irmão... eu também amo sua filhinha, sabia?"
"É, já tô vendo...", disse o Michael
"Além disso, ela me falou que me quer. E que também quer me dar um filhote, igual a você..."
Fechei os olhinhos com força de vergonha e dei uma cotovelada suave por baixo do lençol no Ahmed, "Tiiiiioooo.... Era segredoooo....", falei baixinho por baixo do lençol. Os dois sorriram um pro outro.
O Michael fingiu que tava bravo, franzindo as sobrancelhas e me olhando, "Blondie, não acredito nisso, filhinha. É verdade isso?"
Eu hesitei uns segundos e assenti várias vezes com minha cabecinha coberta até o nariz.
"Não acredito. Pensei que você me queria, menina...", ele me falou.
"Acredite ou não", disse o Ahmed, "E se precisar de provas....", o Ahmed pegou o lençol e tirou de mim, me deixando completamente nua. Ele me pegou por baixo de uma das minhas... de joelhos e me fez abrir as pernas, mostrando pro Michael a bagunça que ainda tinha na minha buceta, e o quanto meus lábios vaginais tinham ficado abertos. Eu cobri a carinha com as mãos de vergonha.
"Tiiiioooo......", protestei baixinho.
"Nossa... incrível", disse Michael admirando a vista.
"Tá vendo... sua filhinha loira vai carregar meu bebê árabe na barriga dela...", sorriu Ahmed, "Ela me pediu, porque me ama... e eu amo ela..."
"Blondie! Isso é verdade?", me perguntou Michael bravo.
"Sim... sim, papai... me perdoa, por favor...", respondi timidamente.
"O que foi, já não me quer mais? Já não quer seu papai?", ele perguntou.
"Eu te quero, papai... muito...", falei docemente, "Mas... mas também amo o tio Ahmed..."
Michael cruzou os braços, bravo, e levantou a voz pra mim: "Vem cá. Vem cá agora! Tô muito puto..."
Eu me levantei devagar e fui até o Michael timidamente, olhando pra ele com um pouco de medo.
"Você é uma menina má... e muito desobediente...", ele me olhou e acariciou minha carinha.
"Me perdoa, papai... por favor...", supliquei.
"Não. Não te perdoo. Vou ter que te castigar...", disse Michael e sentou numa das poltronas, me levando junto.
"Não... não, papai... por favor, isso não...", soluçei.
"Silêncio. Não quero te ouvir depois do que você fez. Desobediente. Ingrata...", ele disse e me dobrou sobre ele, com minha raba pra cima, pronto pra começar a bater ali.
"Papai, por favor, não! Dói! Eu não gosto!", gritei.
Michael começou a dar tapinhas na minha raba, enquanto Ahmed sorria e esfregava o pau, nos observando da cama. A cada tapinha do Michael eu gritava e pedia pra ele parar, e ele fazia questão de sentir bem cada nádega por um bom tempo depois de cada batida.
"O que foi? Já não quer o papai? Quer o filhinho de outro?", ele perguntava entre cada tapa.
"Eu te quero, papai! AI!... mas não me bate... AAAAAI!!!!"
"Você vai ter que me provar que ainda me quer...", disse e desabotoou a calça, tirando o pau que já tava mais que duro. “Papi, não! O tio está aí, que vergonha!”
Michael sorriu e parou de me dar tapinhas, me fez ajoelhar na frente dele e começar a chupar ele, suave e profundo. Ele começou a gemer baixinho e eu adorei sentir o pau dele na boca de novo, como daquela vez.
“Isso… assim… dá prazer pro seu papi… depois que você o tratou tão mal…”, ele gemia.
“Me desculpa, papi… eu te amo muito…”, eu dizia entre minhas chupadinhas amorosas.
“Mas você não quer o filhinho do papai… quer o filhinho de outro, né?”, ele perguntou enquanto eu cuidava da boca.
“Também… também quero o seu, papi… se te faz feliz… eu também quero…”, sorri e voltei a chupar mais forte e mais fundo, com mais amor e gemendo.
“Era isso que eu queria ouvir… mmmh… ouvir minha menina doce de novo… não a menina desobediente…”, ele sorriu e fechou os olhos de prazer que minha boca e minha língua estavam dando a ele.
“Não fica bravo comigo, papi… eu te amo muito… e também não fica com o tio Ahmed…”, eu disse entre chupadas. Eu não conseguia ver, mas ouvia o Ahmed da cama, gemendo e respirando meio ofegante, com certeza se masturbando com a cena.
Michael suspirou, “Não consigo ficar bravo com você, Blondie… minha menina linda e doce…”
Eu olhei pra ele e sorri docemente, dando meu jeito de garotinha, “Quero seu filhinho também, papi… te amo…”
Michael me pegou e me fez subir no sofá com ele. Nos beijamos e nos apalpamos apaixonadamente por um tempo, dizendo o quanto nos amávamos até que ali mesmo no sofá ele me virou e começou a comer minha buceta por trás. Sentir o pau do Michael de novo foi incrível, me trouxe muitas lembranças daquela primeira noite juntos. Claro que eu satisfiz o Michael do jeito que ele queria também, dando a ele um longo e doce orgasmo de garotinha que saiu da minha boca pra incentivá-lo a me encher também.
Quando abri os olhos, vi o Ahmed se masturbando forte, deitado de lado na cama, vendo como o Michael me comia tão gostoso e o quanto eu estava gozando. Vi ele gemer e se tensar, gozando em jatos de porra que espirraram pelo ar e caíram nos lençóis. O Michael logo também não aguentou mais e me encheu docemente com o leite dele, acariciando e beijando a sua menina enquanto a amava e deixava todo o amor dele dentro dela.A gente curtiu pra caralho os três naquela noite. E eles terminaram muito felizes quando a Blondie conseguiu resolver o problema entre eles, dizendo que amava os dois e o quanto queria ter os filhinhos dos dois, que por favor os dois deixassem todo o semen deles na buceta dela, que ela sempre ia ser a menina dos dois.
Quando terminou a nossa brincadeira, o sol quase estava nascendo, faltava meia hora. Eu estava destruída fisicamente, mas tão feliz. E eles, nem te conto. Decidimos descer pra tomar café no bar do hotel, os dois me convidaram me pedindo por favor pra aceitar, e continuamos conversando amigavelmente sobre tudo. Eu adorava estar com eles e amei rever o Michael, depois de tanto tempo.
O Michael se desculpou por um momento enquanto a gente tomava café e voltou com o meu pagamento num envelope, que me entregou com um sorriso. Me disse que, como sempre, eu era um prazer incrível e me agradeceu muito por ter curtido tanto. Disse que tinha ficado muito cansado e que ia pro quarto dele dormir um pouco, já que o esperava um dia longo. A gente se deu um abraço longo e carinhoso, de despedida. O Michael era um amor, eu adorava ele e ele a mim. Com um beijinho carinhoso de despedida, ele me cumprimentou e eu o vi ir embora, me prometendo que ia me contatar se voltasse ao país.
Eu fiquei com o Ahmed terminando o café e conversando. Ele me disse que também tinha ficado encantado e começou a me fazer umas perguntas que geralmente os clientes não faziam. Nada específico e nada que eu quisesse compartilhar, mas... incomuns. Sobre o meu trabalho, como eu gostava de trabalhar, já que havia Fiquei impressionado com o acting e como ela tinha feito ele se sentir tão bem. Também sobre mim, algumas coisas mais pessoais, mas sempre sem passar do limite do apropriado. Era uma curiosidade saudável, ou pelo menos foi o que me pareceu naquele momento. Ficamos conversando por mais meia hora, e eu notei que ele estava interessado em ouvir tudo o que eu dizia.
De repente, ele tirou a carteira. Eu pensei que era para me dar uma gorjeta ou algo assim, e falei que não precisava, mas ele me olhou e sorriu. Me estendeu um cartão. Pensei que era o contato dele, mas não. Tinha um carimbo num cantinho que eu não reconheci, um nome árabe que não era o dele, e só um número de telefone e WhatsApp. Perguntei o que era, e ele disse que era de um conhecido dele, do serviço diplomático dos Emirados em Buenos Aires. Me perguntou se eu queria trabalhar de novo essa semana e, se sim, que eu entrasse em contato com essa pessoa e que me dariam mais instruções. Disse que ia ter um evento diplomático que ele tinha certeza que me interessaria, e que ele ia dar uma referência excelente minha pra esse cara. Que o resto eu resolvesse com essa pessoa.
Eu sorri e agradeci, mas era tudo tão vago e eu estava tão cansada que não pensei muito nisso naquele momento. Mas quando ele disse que se tudo estivesse ok e decidissem me chamar, me pagariam muito bem, aí sim me despertou o interesse.
Me despedi carinhosamente do Ahmed, ele também encantado de ter me conhecido e pela noite que eu proporcionei pra ele. Eu o corrigi... falei que foi pela noite que nós dois proporcionamos um pro outro. Ele sorriu e concordou. Me pediu pra manter contato, assim como o Michael, e eu disse que claro, que adoraria e que amei ter conhecido ele.
Saí do hotel com o sol já brilhando... e com o cartão que ele me deu na minha bolsa. Fiquei muito curiosa.
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