O Semental e Suas Vizinhas Gostosas - Cap 16 - Cu Violado

(Leiam os capítulos anteriores para entender a história erótica)

— Suas palavras dizem não, mas essa bunda diz que sim, eu posso sentir — Gastón a segurava com uma mão na cintura dela e com a outra brincava descaradamente na porta do cu dela.

Talía estava completamente indefesa, com os olhos vendados e as mãos amarradas nas costas, mal conseguia mover as mãos para tentar tirar a mão de Gastón que brincava no rabo dela, mas era impossível tirá-lo, o velho era muito mais forte que ela — Por favor, não quero assim — Talía estava à beira do choro, uma das amigas dela tinha sido rasgada por ter sido fodida tão forte no cu, ela não queria aquilo para si.

— Você está muito tensa, assim vai doer — Ele se afastou para dar dois tapas fortes na bunda dela, gostou de como o rabo dela quicou e soou com força, depois a jogou no chão com cuidado, deixando a cabeça dela apoiada no chão frio e os joelhos também, deixando a bunda empinada.

— Mete na minha buceta, não aí.

— Por aqui não — Ele enfiou um dedo rapidamente, o que fez a morena gritar de medo, mesmo sem sentir dor — seu corpo irradia sensualidade, não entendo como ninguém antes te arrebentou essa bunda linda — O velho começou a acariciar o corpo da jovem, mas uma mão estava estimulando o clitóris dela, e com a mesma mão, o polegar pressionava o cu da morena.

Apesar de estar completamente à mercê do velho e das perversões dele, Talía começou a aproveitar as mãos habilidosas dele, a respiração dela começou a acelerar, e pequenos gemidos involuntários escapavam, já que ela não queria dar a impressão de que estava gostando, mas essa resistência agradava ainda mais o velho e o incitava a continuar brincando com o cu dela.

Ela ouviu ele cuspir duas vezes, a segunda foi no cu dela, que ela pôde sentir, soube naquele momento que não tinha muita escapatória, mas decidiu fazer uma última tentativa — Me grava enquanto me come pela buceta, com esse vídeo em seu poder você poderia me usar quando quisesse. — Depois de usar minha buceta, você vai vir pra mim todos os dias, porque não vai achar nenhum prazer que se compare.

Com essas palavras, ela soube que não tinha escapatória. Relaxou o corpo o máximo que pôde, sabendo que não adiantava continuar resistindo. Começou a sentir o pau de Gastão empurrando seu cu com força, enquanto isso só uma ideia rondava sua mente: "errei em confiar nesse velho", que ia destruir meu rabo sem piedade.

Apesar da resistência do cu da morena, o velho continuou fazendo força lentamente. Um grito agudo ecoou pela casa toda quando o pauzão de Gastão entrou — Que gostoso e apertadinho que tá — Foram suas únicas palavras antes de continuar sua missão de chegar no fundo daquele rabo delicioso.

Tália já não dizia mais nada, era sofrimento demais. Só gemia e abria as pernas o máximo que podia pra dar espaço suficiente pra aquela pica dura entrar sem machucar.

— Deus, como dói...

— Só vai doer uns minutos, depois você vai pedir mais — Ele se agarrou firme na cintura da morena e começou a empurrar com mais força, sentindo o pau afundar cada vez mais nela.

A jovem queria ter algo pra morder e não gritar tanto. Com o rosto colado no chão e as mãos amarradas, era impossível não gritar. Os gritos dela não paravam, enquanto sentia o cu se rasgando ao meio e a buceta parecia curtir aquela dor aguda, já que não deixou de ficar molhadíssima em nenhum momento.

Quando o pau tinha entrado até a metade, Gastão tirou pra meter de uma vez de volta, o que arrancou mais gritos de Tália. Ele adorava ver ela gritar e ofegar, parecia muito erótica totalmente dominada.

Começou a bater na bunda dela sem parar os movimentos constantes e profundos, enquanto puxava o cabelo da morena. Tália, nos seus vinte anos de vida, nunca tinha se sentido tão humilhada como naquele momento, sendo tratada como uma simples boneca de sexo. Mas o que mais a irritava era o próprio corpo, que apesar de da situação ela estava aproveitando como nunca não ter controle
absolutamente de nada do que acontecia.
— Sua bunda continua apertada, mas está se acostumando com minha
pica em cada estocada, adoro, você tem um corpo muito safado.
Talía não sabia o que responder, sabia que seu corpo a
traía, não queria dar o gosto ao velho para que ele a humilhasse ainda mais,
mas no fundo sabia que ele tinha razão, embora contra sua vontade seus gemidos
respondessem por ela.
— Esse som não é de dor, é puro prazer, você gosta de como
te trata seu amigo — Como não houve resposta, ele a comeu com todas as forças, enfiando quase por completo sua pica no cu da jovem — Me responde, cu arrombado.
— Aaaj! Deus m... Uf! Devagar — Essa última estocada lhe
causou uma dor enorme, mas foi a primeira vez que sentiu os colhões do
velho batendo na buceta dela.
— Estou sendo muito bonzinho com você porque é minha amiga, mas me diz
como se sente ou vou ter que te castigar bem forte.
Mais forte? Só de pensar a assustou e a excitou ao
mesmo tempo, mas o cu dela tinha sido virgem até poucos minutos atrás, não
aguentaria mais grosseria, então decidiu responder sinceramente — Me causa muita
dor, uma dor que nunca senti na vida, mas também um prazer
indescritível.
— E o prazer indescritível acabou de começar — Sem dizer
mais nada, continuou comendo a morena com cautela, mas constância.
Poucos minutos depois do último diálogo, ela começou a sentir que a
pica do Gastón tinha entrado por completo no cu dela, a pélvis do velho
batia com força nas nádegas dela, e a buceta dela era golpeada pelos colhões
dele, mas quem estava recebendo mais prazer e castigo era o cu dela, que
estava mais dilatado do que nunca.
— Aii me dói Ai! Mas não aguento mais, vou gozar Aaaj!
Ao ouvir essas palavras, Gastón tirou a pica por
completo, sem dizer uma palavra, a jovem morena ficou desorientada, ofegando de
prazer e com os olhos vendados não podia ver o velho que a estava subjugando
naquele momento — Que que foi, vadia? Quer que eu continue arrombando teu cu?

Quando ouço as perguntas dele, entendi o motivo da pausa, ele queria que ela se humilhasse ainda mais, e claro que ela faria, já tinha sofrido demais nos primeiros minutos de penetração, agora era a hora de aproveitar — Sim, arromba meu cu, velho.

Gastón sorriu, a pausa saiu melhor do que ele tinha imaginado, na real ele parou pra colocar o celular pra gravar, e a primeira coisa que se ouviu no vídeo foi Talía implorando — Já não dói mais, né? — Depois das perguntas dele, meteu com toda a força no fundo.

— Ai! Só incomoda um pouco, mas é uma delícia, aaah! — Talía já tinha perdido o medo de ele machucar ela, a dor era suportável, mas a excitação que ele fazia sentir ao penetrar o cu dela era demais, tanto que a dor que sentiu valeu a pena, e quando soltou aquele medo teve um orgasmo intenso, o primeiro com uma rola no cu.

— Isso, adoro te ouvir gemer de prazer — Ao sentir o orgasmo da garota, Gastón começou a meter com mais força e velocidade, dava pra ver o corpo suado da morena ofegando de prazer, completamente entregue a ele, e o cu dela bem dilatado engolindo a rola dele a cada investida, tudo isso o levou ao máximo da excitação, e começou a despejar todo o esperma no fundo do cu da garota.

— Ufa! Que quente, ah! — Foi tudo que ela conseguiu dizer entre suspiros quando sentiu o cu recebendo uma quantidade de esperma lá no fundo, com os olhos vendados ela conseguia sentir muito mais os outros sentidos, isso fazia a buceta dela reagir ao menor estímulo, e essa última deixou ela com vontade de se entregar ainda mais ao velho.

Gastón ficou recuperando o fôlego sem se mover nem tirar o pau do cu de Talía, ela ainda ofegava de cansaço e de prazer, queria mais, mas ele pensava em terminar a filmagem, se esticou pra pegar o celular, começou a filmar de perto, tirou a rola e filmou como o esperma escorrendo do cu aberto de Talía até chegar aos lábios vaginais dela — Vou tirar uma foto da sua bunda, essa vai virar um quadro — Deu um tapa na bunda dela e continuou dizendo — Vou tomar banho, me espera no andar de baixo?

— Não, tá frio no andar de baixo, quero tomar banho também — Na real, ela queria mais sexo, mas se Gastón fosse embora, ela não ia ficar sozinha e amarrada no andar de baixo.

Ele a desamarrou e os dois entraram juntos no banho, enquanto a água escorria pelos corpos deles, começaram a se beijar, e em poucos minutos Gastón já estava com o pau duro de novo, mas atrasou a penetração, queria brincar com a garota embaixo d'água por mais um tempo.

Depois do banho, Talía foi pro quarto de Gastón completamente nua e se recuperando do sexo pesado que aquele velho tinha causado, ele adorava ver ela andando nua pela casa dele, depois foi pegar o celular, procurou o vídeo que tinha gravado e ficou muito bom, dava pra ver Talía entregue e ofegante com as tetas balançando no ritmo das investidas, depois mandou pra Abril — Essa noite foi a vez da Talía, na próxima vai ser a vez das duas, das minhas duas putinhas juntas.

Abril estava na cama dela olhando as redes sociais, quando chegou o vídeo, ela queria muito estar ali com aqueles dois como na noite que perdeu a virgindade, mas não falou muito, só — me fala o dia e vou esperar ansiosa, chefe — Ela imaginou o velho arrombando o cu dela enquanto Talía chupava a buceta dela, com essa ideia na cabeça começou a se masturbar.

Gastón entrou no quarto e Talía o esperava de pernas abertas — Assim tá bom ou me quer de quatro, velhinho?

— Primeiro você vai chupar como uma puta, depois eu como essa bucetinha, o cu vai ter que descansar hoje — Sem dizer mais nada, pegou ela pelos cabelos e levou pra chupar o pau dele, a noite foi mais longa do que o esperado, o velho gozou duas vezes na buceta da venezuelana até os dois ficarem completamente exaustos e dormirem.

Continua…

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