Deixo claro que não vou usar nomes reais, exceto o do irmão dela, porque cai como uma luva. Me chamo Nahuel, treino MMA, tenho 1,74m, um físico muito bom, sou atraente o suficiente, não sou um mano de quebrada, venho de uma família boa, mas sempre me dei bem com a galera do bairro, sempre fui popular. Meu pau tem mais de 17cm e o detalhe é que é MUITO grosso. A parada é que moro numa cidade pequena, e a escola onde estudei era meio temida pelos outros porque, sem mentira, tinha muito noia e traficante lá dentro, às vezes meus colegas iam armados pras festas e, basicamente, era um lugar cheio de preto, pra ser claro. A protagonista da história é a Clara, uma mina que, diferente do que você imaginaria de uma garota dessa escola, era uma santinha, jogadora de vôlei, 1,70m, quadril largo mas não exagerado, pernas bem treinadas e carnudas, abdômen bonito, uns peitos não muito grandes mas lindos, e o melhor, aquela bunda perfeita, o formato e o tamanho eram ideais, quando ela tava de saia te deixava louco e quando você via ela de leggings ficava hipnotizado, cabelo preto até os ombros, pele branca e olhos verdes, além da cara mais linda que você vai ver na vida. Ela era do mesmo ano que eu, mas de outra turma, e eu tive um rolo com ela anos atrás, mas que durou pouco mais de um mês porque ela mal deixava eu dar uns beijinhos, não me deixava tocar nela, só abraçar. Claro que meu pau tava a ponto de explodir, então, como todo adolescente cheio de hormônio, fui e comi qualquer outra. Ela ficou sabendo e me mandou pra puta que pariu, haha. A Clara tem um irmão um ano mais velho, o Franquito, que acabou repetindo de ano e entrou na minha turma, ele tem mais de 1,80m e é grandão, o problema é que o Franquito era retardado, na verdade nunca soubemos ao certo, mas sempre foi óbvio, então sofria bullying pesado, batiam nele e zoavam sempre que podiam, até baixaram as calças dele na frente da escola toda e viram um pintinho que Parecia que tava mais pra dentro do que outra coisa, kkkk. Eu nunca fui de encher o saco dele direto, mas de vez em quando eu dava uma pegada nele. Mesmo assim, o Franquito sempre se deu melhor comigo do que com os outros, talvez porque, mesmo eu tendo zuado ele por muito tempo, não era tanto quanto os outros. Então, por algum motivo, meu grupo adotou ele como uma espécie de mascote. Foi assim até a formatura. Pra quem não sabe, na Argentina, no último ano do ensino médio, os alunos fazem camisetas personalizadas e vão pra festas. Se for comparar com algo, talvez seja com aqueles filmes americanos de faculdade. Aí, quando as festas começaram, a gente tava tudo descontrolado: festa, álcool e, claro, sexo. Nisso, o Franquito, que era insuportável e tinha uma atitude de criança de desenho animado, sempre arrumava confusão nas festas. Ele causou 3 brigas em 2 festas, e se não fosse pela fama da nossa escola, teriam sido mais. Por causa disso, a gente excluiu ele totalmente. Paramos de falar com ele, de levar ele pras festas, e como a gente organizava a formatura na escola, excluir ele era basicamente deixar ele de fora de tudo. Além disso, ninguém queria ele por perto, e as piadas não paravam. Por causa disso, ele começou a faltar, até que um dia a irmã dele pediu pra falar comigo em particular. A gente foi pra um lugar afastado, e ela me perguntou por que eu tava excluindo o irmão dela, que por causa disso ele tava meio depressivo e não queria mais vir pra escola. Eu, já meio de saco cheio do Franquito, falei, meio querendo me livrar daquilo e meio porque tava afim pra caralho da Clara, que se ela transasse comigo, eu ia dar a cara pelo Franquito. Óbvio que ela quase me deu um tapa na hora e me mandou tomar no cu, coisa que me importou praticamente zero, e eu segui na minha. Quatro dias depois, ela veio me buscar no recreio e me arrastou basicamente pra um lugar afastado. Lá, quase chorando, ela me disse que o Franquito tinha começado a se cortar e me mostrou... fotos (uns arranhões de maria-mole, uma putinha recém-nascida arranhava mais) e nisso tudo eu quis me aproveitar, falei pra ela que já sabia meu preço, que se quisesse fazer um trato, eu tava disponível quando ela quisesse. Ela não me respondeu, só me olhava e lacrimejava. Falei pra ela pensar e fui pra aula. Na aula, procurei o número dela num grupo e mandei mensagem, pra ela me avisar quando decidisse. Ela disse que a gente podia fazer outra coisa, qualquer coisa menos sexo. Aí falei que se ela me fizesse um bom boquete, eu podia pensar. Ela aceitou depois de um tempo. Mesmo assim, falei que um boquete valia uma semana, e que se ela quisesse estender, teria que fazer outro. Ela me xingou e depois de um tempo me escreveu de novo. No fim, ela aceitou, mas uma vez por mês. Eu falei que não, que era uma vez por semana. Depois de tanta negociação, ela aceitou um boquete a cada duas semanas. Assim, a gente começou a falar pra escola toda que tava namorando. Ela virou minha suposta gostosa, ou namorada, como quiser chamar. E no fim, convenci meus colegas a aguentar o Franquito de volta. Era um saco porque toda festa que a gente saía, tava a Clara e o Franquito do lado pra cuidar que eu não fizesse merda. Mas valia totalmente a pena, porque uma sexta a cada duas semanas, depois da aula, eu tinha a mulher mais gostosa da escola ajoelhada na minha frente, me olhando nos olhos com meu pau na boca. Aquela boquinha pequena mal conseguia enfiar um pouco do meu pau, aquela carinha de santa e aqueles olhos de menina boazinha, com o contraste de estar me chupando. Todo homem devia ter essa visão pelo menos uma vez na vida. Eu ficava louco com o tesão e a visão. Ainda assim, tenho que dizer que esses foram os piores boquetes da minha vida. Ela nunca me fez gozar, não usava saliva direito, eu não sentia muito prazer e mal cabia na boca dela. Nunca consegui gozar. Eu fazia ela lamber minhas bolas enquanto eu me masturbava pra depois gozar na boca dela, já que por algum motivo ela tinha nojo de eu gozar na cara dela. Óbvio, que homem vai recusar isso? Que ela engula a porra? Eu, boceta, kkkk. O melhor foi quando eu disse que queria tirar uma foto dela enquanto me chupava, e ela fez um escândalo. Aí eu falei que ela nunca me fazia gozar, e que se daquela vez não me fizesse gozar em 20 minutos, eu ia tirar a foto. Óbvio que ela não conseguiu, e eu tirei a melhor foto da minha vida. Franquito tava cada vez mais incontrolável, era igual aqueles moleques down que não dá pra fazer entender. Lembro de mostrar a foto pra ela e falar que se ela não se acalmasse, a irmã dela ia pagar por causa dela (óbvio que nunca fiz nada, além da chantagenzinha, kkkk). Tem mais pra contar, como convenci ela a deixar eu comer ela, como o Franquito fez mais merda e como, por culpa do irmão, ela acabou me entregando a raba. Se quiserem mais, comentem!!!
2 comentários - Chupou meu pau pra salvar o irmão dela