Festa de Fantasia Gostosa

Aqui vai uma história sobre feminização.
Espero que vocês gostem e aproveitem.
valeu por me ler


e lembrem
respondo todos os comentários
E se eles me seguirem, eu sigo também.







E aí, amor, de que vou me fantasiar? Essas ideias que seus primos têm, ainda mais no sítio, e tem que chegar fantasiado.


Bom, bebê, já sei como vou vestir, olha só.


Mas assim você parece um verdadeiro macho, céus. É essa roupa que você vai vestir?


Por acaso você não gosta? Você sempre me chama de sua putinha quando a gente tá brincando na caminha, bebê.


A verdade é que tenho certeza que vai ficar uma delícia em você.


Pra você eu preparei isso


Você tá louca? Como é que eu vou vestir isso? Me vestir de mulher e ainda por cima com essa roupa, vou parecer uma puta, céu.


Ei, bebê, é uma festa à fantasia. Você acha que vai ser o único vestido de mulher? Além disso, já sabe, você tem uma bundinha linda, céu. Com essa roupa, vai valorizar muito bem.


Mas eu não quero exibir minha bunda.


E aí, bebê, como se fossem te comer, bom, tá bem, pra ir assim com essa vontade é melhor a gente ficar em casa.


Não, não, não, tá de boa, todo mundo vai saber que é uma putaria e é só pra se divertir.


Além disso, são meus primos e os seus, não vai ter nenhum estranho, não sei qual é o problema.


Verdade, tu tem razão, vamos detonar. Espera aí que vou tomar um banho e me depilar direitinho.


Enquanto eu tomava banho, ficava pensando: que puta merda, no fim a Mabel tem razão, ela nunca se vestiria de vilã, é só pra se divertir e assim com certeza a gente vai ter a melhor fantasia, que delícia que a gente vai passar.


Saí do banheiro e a Mabel já tava me esperando com a roupa na cama.


Mabell, veste isso aqui, bora começar.


Uma fio dental? Pra quê?


Mabel, para de encher o saco, me obedece que você vai ver como vai ficar gostosa em você.


A tanga ficava se enfiando entre minhas nádegas e, mesmo eu tendo um pau pequeno, ainda ficava apertado contra ela, e olha que duro no máximo chega a 12 centímetros. Depois vieram as meias de rede, a minissaia que, por sorte, não apertava, mas percebi na hora que, se eu me mexesse muito, deixava minha bunda de fora. Aí veio um top, mas antes um sutiã pequeno com enchimento de algodão pra me dar uns peitos que eu não tinha. Demorei pra me maquiar, mas não reclamei; se reclamasse, ia acabar brigando com ela. Depois, uma peruca — aquela peruca loira que ela usava quando saíamos pro baile de repente, ela dizia pra não lavar o cabelo e ir com ele molhado. Quando me olhei no espelho, tava feito uma verdadeira cutie, ou o mais próximo de uma puta de rua. Resmunguei um pouco, mas ver a Mabel tão feliz me acalmou. Ela também tava com seu estilo, parecia um macho alfa com aquela calça jeans de macho, aquela camisa só meio aberta e aquele colete que disfarçava os peitos. O que mais deixava ela máscula era o boné que usava e estar sem maquiagem. Quando chegamos no sítio, todo mundo foi admirar como a gente tinha se fantasiado, mas meus dois primos, Juan e Jorge, não paravam de admirar como a minissaia ficava bem em mim, assim como Carlos e Fede, os primos da Mabel. O que me chamou a atenção foi o Carlos, fantasiado de Tarzan, e eu vi o volume dele crescer quando me viu — isso me agradou. Mary e Laura logo me rodearam e também falaram coisas lindas sobre minha roupa. Em seguida, começamos a beber e a petiscar umas coisas na casa, onde já tinha música, e fomos dançar — eu com a Mabel, tentando me mexer como uma mulher, mas com cuidado, já que com a minha minissaia, minha bundinha minúscula podia ficar de fora a qualquer momento. Fiquei assim por um tempo e já me sentia uma gatinha, assim como a Mabel se sentia um macho. Dançando, ela pegou nas minhas nádegas e, depois de acariciá-las, levantou minha minissaia, mostrando pra todo mundo minha bundinha minúscula enfiada na tanga. Quis pará-la, mas a verdade é que tinha gostado. Continuamos. Dançando por um tempo e depois fomos sentar pra tomar alguma coisa, ela tava rindo e se divertindo pra caralho, tava no meio das minas como se fosse uma delas. Aí os caras chegaram e chamaram a gente pra dar uma volta pelo sítio, topamos a ideia e fomos. Eu tava de mão dada com a Mabel, mas o Carlos me separou dela e me levou com ele. Na hora percebi que a gente tava andando lá atrás de todo mundo quando ele me abraçou e, falando como eu tava gostoso com aquela roupa, senti a mão dele descendo pelas minhas costas.


Essa foi ideia da Mabel, cê gostou tanto assim?


Carlos, por algum motivo deve ter sido, você tá muito gostosa mesmo, muito melhor que qualquer uma delas.


Sério? Pra você, minha fantasia te excita, parece.


Carlos, é que eu não vejo isso como uma fantasia, te vejo como uma verdadeira rainha, olha essa bunda, é maravilhosa.


Hayyy, beleza, para, para um pouco, pra onde todo mundo vai?


Os outros tinham se separado da gente, o Carlos já tava indomável, a fantasia de Tarzan dele tinha deixado o pauzão enorme pra fora e ele me segurava nos braços, me apalpando bem gostoso. Ele olhou nos meus olhos e falou baixinho


Carlos, você me perguntou se eu ficava muito excitado e eu te digo que nenhuma gostosa me deixou tão louco quanto você.


Levo minha mão pro pau dele e realmente me senti uma mulher, uma puta que tava sendo dominada e me deixei levar. Quando minha mão chegou no pau dele, peguei como uma garotinha faria, senti o calor do pau dele na minha mão e apertei no meio da solidão do sítio. Carlos me segurou pelos ombros e foi me abaixando devagar, sem dizer mais nada, até me deixar de frente pra ele.


Você quer que eu seja a que usa essa fantasia de puta barata?


Carlos, você não sabe o que eu daria pra isso ser verdade.


Pego minha cabeça e levo suavemente, mas com firmeza, até o pau dele. Sem perceber, abri a boca e procurei o pau dele, engoli até o fundo, mesmo que tenha me dado uma ânsia, e chupei ele. A sensação de ser uma mulher me invadiu e tomou conta de mim. Não sei quanto tempo fiquei chupando ele atrás daquela árvore, até que finalmente ele me pegou pelos ombros e me levantou, me virando. Eu só deixava ele fazer. Senti ele levantar minha minissaia e puxar a fio dental.


Por favor, não faz isso, não faz, não sou uma puta, não, não, não.


Sentia a mão dele babada molhando meu cu enquanto minhas pernas tremiam, já tava acostumado com isso, fazia parte do jogo com a Mabel quando ela enfiava os dedos no meu rabo e me fazia gemer até gozar, mas agora era bem diferente. Sentir o pau dele ensopado com minha própria saliva na entrada do meu cu me fez desejar ter ele dentro, e eu joguei a bunda mais pra trás. Carlos segurou minha cintura e naquele momento eu soube que ia ser comido, só respirei fundo e mal deu pra encher os pulmões quando já sentia o pauzão dele tomando conta de mim. Custou pouco pra entrar, mas assim que a cabeça passou, ele meteu com força até o fundo e já começou a me comer sem parar. Me senti uma mulher, e a fantasia já era a roupa que eu queria usar pra sempre. Aquela sensação de ser uma verdadeira mulher tinha tomado conta de mim, e mesmo doendo, eu curtia cada pica.


Carlos, desde que te vi, quis fazer isso com você. Não tô comendo meu primo, tô fodendo a puta em que esse viado se transformou. Depois disso, vou comer sua mulher, essa puta merece uma pica de verdade, não a piroca que você tem. Gosta, puta? Gosta de como eu rasgo seu cu? Agora mostra pra todo mundo como eu te deixei.


Tirei ela de uma vez e joguei o gozo dele nas minhas nádegas, a verdade é que me senti a maior puta do mundo e a mais mulher.


Por favor, não conta pra ninguém, quero ser só sua.


Meu papel de puta eu cumpria à risca, o Carlos só esfregou o pau na minha bunda e guardou na fantasia enquanto eu só ajustei a tanga e a gente começou a andar procurando os outros.


Carlos, eu não vou falar nada, você continua putiando que nem mulher, sem problema, com você já me satisfiz, agora vou atrás da sua mulher, que os outros cuidem de você.


Não, os outros não, isso fica aqui, por favor.


Carlos, todo mundo quer te arrebentar a buceta, gostosa, desde que te vimos entrar assim toda putinha, você veio atrás de pica e pode ficar feliz, achou um monte.


Tentei ficar o mais arrumada possível pra ninguém perceber o que tinha rolado, mas falhei na hora. Perguntaram logo onde a gente tinha ido, e nem Mabel nem Jorge estavam por perto.


É que a quinta é tão grande


Jorge sim, claro, vamos, tenho uma coisa pra te mostrar aqui.


Jorge me levou pra piscina, os outros se afastaram sorrindo.


Jorge, você se divertiu com o Carlos?


Sim, muito bem, porque


Jorge, comigo você vai se divertir muito mais.


Para, para, o que você tá fazendo


Jorge, tua minissaia tá toda enguadaçada e a tanga tá toda desarrumada, vai, putinha, faz teu serviço que tu adora.


Tava perdido, não podia negar nada, de novo ia ser usado como um putinho barato e tava me excitando, Jorge já tinha o pau pra fora e eu me abaixei pra chupar.


Jorge, nada de putaria, fica de quatro, só quero arrebentar essa sua buceta e encher ela.


Eu obedeci resignada, não podia negar nada a ele, só não queria que minha meia arrastasse. Ele me comeu com força, nunca me respeitou, pelo contrário, adorava me humilhar e meter com tudo. Ele encheu meu cu de porra e colocou a calcinha fio-dental pra tampar minha bunda. Me deixou ali sofrendo, dolorida da foda que ele tinha me dado. Quando ele foi embora, me levantei como pude e tentei me limpar o melhor possível, mas a calcinha tava toda leitada. Quando saí de lá, procurei a casa e encontrei o Juan.


Não, não basta, já deu por hoje, eu não vim pra isso.


Juan, tão mal te trataram, meu amor? Vem, vamos te deixar melhor, olha como te deixaram.


O Juan me levou pro quincho e, bem devagar, tirou minha fio dental enquanto eu tentava me segurar.


Juan, isso aqui eu não quero que minha mulher descubra, imagina a merda que ia dar.


E com quem ela está agora?


Juan com a Mabel na piscina.


E deixou ela sozinha com esses lobos? Olha o que fizeram comigo.


Juan, não aconteceu nada, e em você fizeram o que você queria.


Eu não tava procurando nada.


Juan, todo mundo te viu olhando pra pica do Carlos quando você entrou. Não se faz de santo, agora pelo menos me dá um boquete.


Não soube o que dizer pra ele, a real é que, mesmo ele não tendo razão, aquela cock merecia pelo menos um boquete — e olha se eu não dei. Foi ali que percebi que minha hombridade tava completamente destruída. Feito uma idiota, achei que ia ser só aquilo, mas não escapei de ter a cock dele arrombando meu cu com a mesma violência do Jorge, e depois disso me obrigando a limpar a cock dele. Quando ele terminou comigo, eu já era um bagaço. O batom todo borrado, minha minissaia e as meias todas sujas de cum que tinham me dado. Não dava pra me apresentar assim na frente dos outros. Me senti humilhado, sentia nojo de me ver daquele jeito, e só queria estar em casa, em segurança. Tentei me arrumar o melhor que dava, mas era impossível. Tava nessa quando o Fede entrou e me viu.


fede a merda, mano, como te deixaram, não sabia que você era tão puto corno manso, vamos, ainda falta eu


Todo mundo se aproveitou, era só uma fantasia e olha como me deixaram, tô doendo toda, juro que não queria isso.


Fede, a verdade é que não dá pra notar nada mesmo. Sério, tu não quer minha pica agora?


Não, não, chega, por favor.


Fede, sua putinha, não seja assim, te prometo que vou te tratar bem e depois arrumo outra roupa pra sua mulher não perceber, mas quero que você seja só minha a partir de agora.


Eu mesma abaixei a calça dele e chupei o pau dele. Fede tem o pau mais grosso dos quatro, sabia que ia doer pra caralho. Já tava com o cu arrombado, ele ia destruir de vez, disso eu tinha certeza, mas era o que eu queria naquele momento e aconteceu, só isso. Eu tava uma puta no cio, chupei e lambi o pau dele como nunca fiz com ninguém. Fede me deitou de barriga pra cima, levantou minhas pernas e falou que assim eu ia sentir bem mais. Não sei que cara eu fiz quando ele me comia, mas senti até umas lágrimas escapando. Ele me arrebentava toda a cada metida e não parava nunca. Dava pra ver ele se cagando de rir e curtindo me ver sofrer. Quando ia gozar, tirou do meu cu e apontou pra minha cara, que recebeu a porra toda de boca aberta, como ele mandou. Ele se levantou e foi embora. Meus quatro manos tinham me comido do jeito que quiseram e eu não fiz nada pra evitar. Ali estava eu, deitada, vestida de puta barata e com o cu mais que dolorido. O que seria se a Mabel entrasse e me visse assim? Isso me desesperava, mas meu corpo doía e eu não conseguia nem queria me mexer. Tava nessa quando o Fede entrou e jogou uma roupa do meu lado pra eu trocar. Me olhou sorrindo e foi embora. Como pude, me levantei, me lavei e me troquei. Guardei a roupa de puta numa sacola que achei no quincho e fui pra casa onde todo mundo tava.


Mabel, que foi, céu? Tirou a fantasia?


Sim, aqui tá comigo, não aguentava mais. Vamo pra casa que já é tarde.


Fede, como assim, vocês não vão ficar?


A verdade é que tô cansado e amanhã tenho um monte de coisa pra arrumar em casa.

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