Minha Primeira Vez - Minha história com a Meli 1

Primeiro, o relato é 100% real, aconteceu há muitos anos, mas vou tentar ser fiel aos fatos.
Segundo, acho que escrevo mais pra mim do que pra alguém ler.

Isso aconteceu quando eu tinha 18 anos. Eu era um magrelo com um sorriso bonito e nada mais. Até já tinha tido uns amassos e encontros com mulheres ou garotas da minha idade, mas ainda não tinha metido a buceta de verdade, e foi nessa que rolou a viagem pra Bariloche.

Pra resumir, só vou dizer que a gente nunca vê as colegas de classe como mulheres, talvez porque passamos o ensino médio inteiro juntos, sei lá, e a gente se achava no papel de protetor. Por isso, no meu quarto ficaram 4 caras, amigos de sempre, e no quarto ao lado estavam 6 garotas da turma, amigas que a gente sentia que precisava proteger. Os dias foram passando, as noites nas baladas com muito álcool, as excursões e tudo mais.

Um dia, enquanto eu tava de bobeira esperando a comida e o banheiro do meu quarto tava ocupado por um dos caras, vi a porta do quarto das meninas aberta e entrei pra bater um papo, normal, como sempre. Quase que eu passava despercebido no quarto delas, como se fosse mais uma. Até que bateu uma vontade de mijar e entrei no banheiro, sem saber que a Meli, uma das 6 garotas, tava tomando banho. O grito que as outras 5 deram foi doido. Não consegui ver nada porque a cortina tava puxada, claro, mas vi a silhueta dela. Era uma baixinha morena, rosto bonito e olhos lindos, pouco peito, mas uma bunda muito gostosa.Minha Primeira Vez - Minha história com a Meli 1Poderia ter passado como uma anedota besta se não fosse pelo que aconteceu ontem à noite no baile.
Uma noite como qualquer outra, dançando e bebendo, até que vejo no meio da pista a Meli sendo encoxada por dois caras de outro colégio. Com o copo na mão, nem pensei duas vezes e fui pro resgate:
- Love, tudo bem? - Perguntei me aproximando por trás dela.
Ela se virou com cara de alívio - Tá tudo bem - me sorriu e, pra dar um bom teatro, pegou e bebeu do meu copo. Os caras se mandaram com um baixinho - Desculpa, mano.
Ela me agradeceu, a gente se aproximou do grupo do nosso colégio e começou a papear, dançar e rir.
Nisso, o copo acabou e a Meli começou a reclamar do calor, e eu, como um bom mlk de 18 anos, já tava sem grana. Então, procurando um jeito doido de aliviar o calor dela, peguei um gelo do copo vazio, esperei ela virar as costas e coloquei por baixo da blusa, descendo pela espinha toda. Óbvio que ela me xingou em todas as línguas e partiu pra vingança do mesmo jeito. Aí, reclamando, falei: - Beleza, estamos quites - e estendi a mão, na maior pose de cavalheiro. Meio desconfiada, ela apertou minha mão, e nessa hora puxei ela pra perto, já com outro gelo na outra mão, dessa vez coloquei no peito dela, percebendo na hora que, como os peitos eram pequenos, ela não tava de sutiã. Ela me xingou ainda mais e falou: - Mano, aí é super chato, vou ter que tomar banho depois.
Eu continuei levando na brincadeira e não me ligava no que meus gestos significavam naquele ambiente, Bariloche, sem limites, a noite, o baile. Na real, a noite já tava quase acabando, então um dos meus colegas passou e me chamou pra ir na famosa quinta refeição no hotel, que era perto. Então, sem mais delongas, me despedi da Meli, reconhecendo que a gente tinha se divertido, e ela falou que preferia ficar e voltar com as amigas. Insisti, mas não dei mais bola.
Já no refeitório do hotel, sentei pra comer e meu amigo foi jogar sinuca naquelas mesas. mesas que estão sempre abertas, então fiquei sentado sozinho. Em poucos minutos, alguém me dá um beijo por trás no pescoço que arrepia meu corpo inteiro, e me dizem — ainda não terminei isso —. Me viro e era a Meli, obviamente, com uma cara bem diferente do que eu conhecia. Ela me pegou pela mão e me levou direto pro elevador que ia pros quartos. Eu não podia acreditar, minha mente ia a mil e meu pau mais ainda. Mal a porta do elevador fechou, só nós dois, nos aproximamos e nos beijamos. Entre um beijo e outro, ela me diz — Mano, me deixou com muito tesão com aqueles gelos — E aí entendi tudo... — Então falei: meu quarto não tem ninguém e ainda estou sozinho. — Perfeito, ela falou!
Continuamos nos beijando, até que o elevador parou, descemos no nosso andar mas andamos rápido, tentando não sermos vistos, sei lá por quê. Ao entrar no quarto, já com mais confiança, me joguei nela e apertei ela contra a parede. Beijava ela com desejo e paixão, sem saber muito bem até onde íamos chegar, mas essa resposta veio em poucos instantes. Comecei a beijar o pescoço dela, e aí mesmo ela respondeu tirando minha camiseta. Eu aproveitava e passava a mão em tudo que pudesse na bunda dela.
Sozinha, ela se afastou, tirou a calça e sentou numa das camas, brincando com a calcinha. — Você tem camisinha, né? — me perguntou. Eu estava em êxtase de prazer e não podia acreditar no que tava rolando. Claro que tinha.BundaMe aproximo a ela, sentado na cama, desabotôo a calça e abaixo a cueca. Ela me olha nos olhos enquanto pega no meu pau, todo duro, prestes a explodir, e começa a chupar. Sinto um prazer imenso.

Ficou assim por uns minutos até eu querer retribuir. Então, tirei a camiseta e a calcinha dela, enquanto nos beijávamos. Chupei seus peitos pequenos e fui descendo... Ela se surpreendeu com minha atitude, já que parece que os caras anteriores não tinham descido. Comecei a lamber e chupar a buceta dela.BarilocheFiquei um tempão curtindo e saboreando os sucos dela, até que ela gozou. Eu já não aguentava mais, só pensava em meter, então enquanto ela me agradecia pelo orgasmo, fui lá e coloquei uma camisinha, ela entendeu tudo e abriu as pernas. Aí sim deu pra perceber minha inexperiência quando tentei penetrar ela na posição missionário, não conseguia encaixar direito. Ela riu e, com um tom de provocação, disse: — Sua primeira vez, né? Não tive outra opção senão admitir que sim. Ela riu de novo e falou: — Eu te ajudo. Pegou meu pau e colocou na entrada da buceta dela, só precisei empurrar um pouco e entrou, deslizou... que prazer! Começamos a gemer e a gozar como loucos. Eu ainda não acreditava na minha sorte. Nisso, tive que parar pra respirar e não gozar, porque o orgasmo já estava na ponta. Ela entendeu, virou de quatro, me olhou e disse: — Quer tentar assim e terminar?amigaClaro que aceitei e, pra ser sincero, ela de quatro e eu de pé, durei bem pouco, mas curti pra caralho apertando os peitos dela. Quando gozei, ela riu de novo e falou: "Espero que tenha gostado. Ainda temos mais uns dias de viagem." Ela se higienizou, trocou de roupa rápido e foi embora.
Claro, meus colegas de quarto já estavam esperando e vieram aquelas perguntas típicas. Não quis contar muito.

Aqui termina meu primeiro relato. Espero que tenham gostado e me digam o que posso melhorar, e se querem que conte mais histórias da Meli ou das minhas próximas "parceiras"...

Muito obrigado.

1 comentários - Minha Primeira Vez - Minha história com a Meli 1

que genio.!
porfavor queremos mas de meli.!
y curiosidad... (estas fotos son de meli supongo... y queremos saber como las conseguiste, te las paso..?)
saludos,
claro q van puntos.
Lagus87 +1
Gracias! Seguiremos entonces....
Si es Meli, son algunas que me paso durante ese viaje y un tiempo mas que "estuvimos" juntos. Usted entendera.