Já vou avisando logo que essa história não é minha. Só li, fiquei com um tesão danado, e resolvi repostar. Espero que vocês fiquem tão excitados quanto eu. Aproveitem. Tudo começou há um ano, quando a Flor disse que precisava conversar sério comigo porque tinha que confessar algo muito importante. Até aquele momento, nosso relacionamento estava ótimo: transávamos umas três vezes por semana, conversávamos pra caralho e sempre fazíamos coisas juntos. Eu era apaixonado de verdade pela minha mulher, e continuo sendo. Ela é tudo que um homem pode pedir. Tem 27 anos, é linda, uns peitos que impressionam qualquer um pelo tamanhão e que todo mundo para pra olhar, e uma bunda redonda realmente espetacular. Ela diz que tem uns quilinhos a mais, mas se for assim, cai muito bem nela. Naquele dia, Florença pediu pra eu sentar e disse: — "José, não sei como te falar isso. Eu te amo de verdade, mas te traí com outro homem. Acho que não podemos continuar juntos. Te amo demais e você não merece ter uma mulher que te põe chifre igual eu fiz." Eu ouvia atônito as palavras dela; nunca imaginei que minha esposa me trairia, porque, como eu disse, a gente tinha um relacionamento foda e ela sempre teve um comportamento recatado e exemplar. Embora às vezes eu fantasiar com o trabalho dela — ela é enfermeira num hospital — pensando em como os médicos e outros caras deviam assediar ela, nunca pensei que aquilo passaria do plano da fantasia. Depois de conversar por um bom tempo e descobrir que o sortudo que comeu minha mulher foi um médico do hospital — realmente não conseguia acreditar que aqueles meus pensamentos tinham virado realidade — fiquei puto pra caralho, xinguei ela, chamei de puta barata e outras coisas que vocês já devem imaginar. Depois eu desabei e chorei. Eu amava ela demais e não conseguia acreditar que ela tava pedindo pra terminar. — "Eu não posso te perder, Flor, tô disposto a te perdoar se você prometer que as coisas vão voltar a ser como antes e que você está arrependida. Além disso, o gesto de ter sido sincera comigo acho que vale", falei, tentando fazê-la cair na real. - "É que eu não posso prometer isso. Esse homem me deixa louca, e eu não te traí só uma vez, mas várias, e das piores maneiras que você pode imaginar. Eu gozei como uma gostosa, como nunca tinha gozado antes, nem mesmo com você. Fui uma verdadeira puta com ele; ele faz o que quer comigo, me trata como se eu fosse uma porca no cio. E me fez prometer que seria a mulher dele, a puta dele". Não podia acreditar. Minha amada esposa me dizendo essas coisas. Por um momento pensei que era um pesadelo e quis acordar, mas era real. Ela continuou: - "Na verdade, estou te contando a verdade porque ele quis que eu fizesse isso. Queria que você soubesse pela minha própria boca que agora sou a puta dele. Me perdoa, José, eu te amo, mas não consigo resistir a esse macho que me domina com tanta convicção, suprimindo minha vontade por completo". Ficamos uma semana sem nos falar. Eu saí de casa e passei por momentos horríveis. Já exausto de sofrer, tomei uma decisão que sabia que podia ser ainda pior. Eu a amava demais e sentia uma falta terrível dela. Decidi voltar e propor que continuássemos morando juntos, como antes, e permitir que ela tivesse seus encontros sexuais com aquele médico. Ela derramou lágrimas quando contei, me abraçou e disse de novo que me amava, mas que precisava falar com o Jorge (esse era o nome do amante dela) pra ver se ele permitia. - "Você tem que entender que se ele deixar eu viver com você e continuarmos sendo marido e mulher, as coisas não vão ser como antes. Ele vai dispor de mim quando e como quiser, vai me fazer fazer as coisas que ele desejar a todo momento e não sei se você vai aguentar. Você nem vai poder me foder quando quiser, vai ter que conseguir a autorização dele antes". Isso era realmente humilhante. Minha mulher dominada por outro homem, enquanto eu passava a ter um papel totalmente secundário, de corno manso. e submisso que deixa a esposa ser a puta de outro homem. De qualquer forma, devo admitir que isso me excitava muito e, toda vez que pensava nisso, o pau ficava bem duro, mas também sentia muita indignação por estar numa situação tão lastimosa. Voltamos a morar juntos, embora ela tenha deixado claro que Jorge poderia vir em casa a qualquer hora que quisesse, já que ela era a puta dele e ele o dono. Também deixou claro que tinha parado de tomar a pílula anticoncepcional, porque Jorge queria gozar dentro e que sempre existisse a possibilidade de engravidá-la. — "Você está louca? E o que vai acontecer se, de fato, ele te engravidar?", eu disse. — "Bom, não sei, mas ele disse que obviamente não vai assumir responsabilidade, porque as cachorras são deixadas prenhas e têm que se virar sozinhas. E eu sou a puta dele. Se ele me engravidar, que me engravide, mas não posso me recusar a cumprir as ordens dele." — "Mas você sempre disse que não queria ter filhos por agora!", falei eu, que ainda não conseguia acreditar na puta de merda em que minha esposa tinha se transformado. — "E eu não disse que quero ter agora, mas se o Jorge quiser me engravidar, ele pode, ele é meu macho e meu dono. Ah, e por falar nisso, Jorge mandou dizer que nas poucas vezes em que você estiver autorizado a foder comigo, vai ter que usar camisinha, assim, se eu engravidar, você vai saber com certeza que o filho da sua mulher não é seu, e que você é um cuck tremendo." Eu começava a notar como minha esposa estava mostrando um sadismo e um tesão que nunca tinha tido antes. Me sentia completamente humilhado, e ainda assim tentei esconder da minha mulher a ereção violenta que eu tinha. Na noite seguinte, fiquei muito surpreso ao ver minha esposa chegar no quarto vestida de noiva. Ingênuo, achei que ela queria relembrar os velhos tempos para esquecer a loucura que tinha feito. Mas eu estava enganado. Ela me olhou, quase com lágrimas nos olhos, e disse: — "Hoje o Jorge me ligou. Ele quer que eu o espere com o vestido. da noiva que usei no nosso casamento. Ele vai vir me foder e quer que você veja sua esposa fazer tudo que o macho dela quiser. O vestido é pra simbolizar que não me importa nada, nem nosso casamento, nem nosso amor, só o meu macho e o pau dele. Nunca me senti tão mal, mas eu amava ela e não conseguia viver sem. A gente tava vendo TV na cama quando a campainha tocou. Minha mulher levantou pra atender. Na hora, Florença entrou no quarto com um cara enquanto me dizia, como apresentação: — "Ele é o Jorge, meu macho". Na sequência, o médico fez um sinal e minha mulher se ajoelhou na frente dele, abaixou as calças dele e começou a chupar o pau dele como uma desesperada. Eu ainda não conseguia acreditar no que tava vendo. O filho da puta apareceu na minha casa, no meu quarto, e fazia minha mulher chupar o pau dele na minha frente. Naquele momento, Jorge me olhou e disse: — "Como essa puta chupa bem o pau. E você, seu corno, vai se acostumando a ver esse tipo de coisa. Não acredito que alguém pode ser casado com uma vaca dessas, mas problema seu". E era verdade, era meu problema, ali estava minha esposa, ainda com o vestido de noiva, ajoelhada dando prazer pra outro homem com a boca e a língua dela. Os minutos passavam e Flor continuava mamando ele com devoção. De vez em quando parava e olhava nos olhos dele enquanto continuava masturbando ele, pra ouvir o que ele dizia, com um desprezo que doía demais em mim. — "Continua mamando, filha da puta, mostra pro corno do seu marido como você chupa o pau de um macho de verdade". Minha mulher obedecia e continuava com aquela mamada soberba. Depois de alguns minutos, Jorge agarrou ela pelos cabelos e disse: — "Já chega, puta, não aguento mais. Eu gozaria na sua boca como fiz tantas outras vezes (isso doeu na alma) se não fosse porque quero te engravidar na frente do otário que vai ter que sustentar o moleque. Tira esse vestido de merda e abre bem as pernas". Minha mulher se deitou na a cama e abriu as pernas o máximo que conseguiu. Ali estava aquela que um dia foi minha fiel esposa, aberta pra ser engravidada por outro homem, com as tetonas enormes expostas e os bicos duros de tesão. Ela tava encharcada. Os líquidos deixavam os pelos da buceta dela com um brilho nojento. Jorge se colocou por cima do corpo dela e, enquanto apalpava os peitos dela, começou a bombar feito um animal. Minha mulher gemia e gritava igual a puta mais imunda que existe. — "Vai, porca, grita na frente do teu maridinho o que você gritou outro dia quando te comi no carro". Cada vez eu descobria mais coisas e cada vez me sentia mais humilhado. Tava quase chorando, mas também putamente excitado. — "Se você não falar, nunca mais vai sentir essa pica na sua buceta suja e viciada", gritava Jorge. E minha mulher, entre os gemidos, começou a gritar: — "Ahhhh, ahhh, me engravida, meu amor, goza bem dentro, me enche de porra e faz um bebê pra mim. Ahhhh, ahhhhh, me emprenha, faz um filho pra esse corno do meu marido sustentar. Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh". Naquele momento, Florencia teve um orgasmo indescritível; se contorcia de prazer, gritava igual uma louca e apertava as pernas em volta da cintura do Jorge. Eu nunca tinha visto ela gozar tanto, nem nas nossas melhores fodas. Enquanto isso, Jorge gritava e eu percebi que ele tava deixando o sêmen dele dentro da minha esposa. — "Toma, puta de merda". Depois olhou pra mim e, enquanto gozava na buceta da minha mulher, me disse: — "Olha bem, porque tua mulher tá ficando prenha igual a porca que ela é, corno". Quando terminaram, Jorge mandou ela limpar a pica dele com a boca (outra coisa que minha mulher nunca quis fazer comigo), e ela obedeceu com total submissão, deixando impecável. Não sobrou nenhum resquício de porra na pica do Jorge. Flor lambia com total deleite, fazendo uma cara de puta arrombada que me dava uma raiva do caralho. Eu tinha ficado no quarto por conta própria, mas juro que arrependida. O que eu tinha visto era demais pra mim. Quando Jorge foi embora, minha mulher me abraçou e pediu perdão. Mas ainda faltavam meses de humilhações...
1 comentários - Minha esposa, a puta de outro homem.
Lástima que se corta ahi y no prosigue, pero cuando lo descubrí y noté lo que me provocó potencié mucho más el incentivarlas a que en el sexo confiesen con historias que presumo inventadas que tienen un amante, etc.
Jamás lo hice efectivo: el después de materializar el juego, la fantasía, va hundiendo al hombre y empoderando a la mujer la que además acepta sumisas las reglas de su amante... no soportaría hacerlo real, pero lo único que me excita sexualmente hablando es cuando una novia, una compañera ocasional se reconoce puta e infiel.