Fala aí, meus amigos do P! Como é que tão? Pois é, depois de tanto tempo, de vários meses e de uns períodos de seca aqui e ali... chegou o fim dessa história que tanto agradou vocês!
Espero de coração que esteja no nível que vocês merecem e que tanto me elogiam em cada conto. Como sempre falo, deixem comentários, me contem o que acharam. É um conto de 12 capítulos, longos (pro gosto de alguns e pra raiva de outros), mas que mostraram tudo o que eu queria passar nessa história.
Valeu pra todo mundo pela boa energia, pelos pontos e pelos comentários. Se quiserem bater um papo, tô no chat, senão a gente se vê em breve! Sem mais, vou deixar vocês com o último capítulo da Ani e do vizinho do 4º B!
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Ani ficou em choque, mesmo que a imagem devesse ter sido terrível/linda. Minha namorada tava do lado da porta, pelada e com restos da porra do cara na cara e nos peitos. O cara olhava pra ela e pra porta, pensando no que fazer. Pensou se eles tinham feito barulho e talvez por isso eu reconheci os gemidos da Ani e agora tava na porta. Olhou pra Ani de novo e, inevitavelmente, ficou de pau duro.
Eu, por minha vez, fiquei um segundo na porta esperando e, quando ia me virar pra voltar pro apê, ouvi o Fede girar a chave do apartamento dele.
A: -murmurando- QUE PORRA CÊ TÁ FAZENDO? CÊ TÁ LOUCO?? NÃO FEDE...
F: -também murmurando- SHHHH..
Ele abre a porta pela metade e eu me deparo com o cara pelado, com a cueca meio manchada na pica e a pica meio dura.
Y: Uhh Fede, foi mal hahaha, não me fala que te cortei o fumo -falei zoando-
Fede olhou pra dentro e sorriu.
F: É, algo assim... convidei uma amiga vizinha do bairro pra tomar café da manhã, cê me entende, né? hahaha
Y: Ahh, claro, convidou ela pra tomar um achocolatado com churros?
Eu quis pagar de engraçadão porque queria perguntar uma parada pra ele e, como interrompi ele com uma mina (ou pelo menos achei), não queria que ele pensasse mal ou ficasse puto.
F: Hmm algo assim, ela não curte achocolatado, mas curte o cum sozinha -me piscou- hahahahaha
Y: Ahh mas muito bem, completa a gata
F: Nã, não é gata, não curto as da minha idade.
Y: Pegou uma MILF? -falei arregalando os olhos-
F: É.. tipo isso, hahahaha.. deve ter a sua idade
Y: Essaaa, velho lobo do mar!
Festejei tudo, não sabia bem como agir e a situação era meio desconfortável. O cara tava pelado na minha frente e eu vinha de fazer compras no mercado. Por dentro sentia inveja, ser homem, comer quem quiser e ainda cagar pra tudo; mas também achava meio desrespeitoso.
Ani, nisso tudo, tava do lado da porta ouvindo tudo e vendo o cara falar o que lhe dava na telha.
F: É, gostosa a novinha, agora entrou no banheiro porque tinha que se limpar, sabe. Acho que foi café demais -olhou pra Ani e sorriu-
Ani devolveu o olhar e sorriu. Algo se soltou nela, porque tava com tesão de querer transar com ele e a situação a deixava com medo, mas também excitada. Sem pensar, pegou com os dedos, tirou um pouco da porra que tinha na cara e no peito e levou à boca, deixando-os limpos.
Eu via que o cara olhava pra dentro e ficava desconfortável. Claramente eu tava atrapalhando alguma coisa e não sabia o que dizer. Queria dar uma surpresa pra Ani e levar ela pra um lugar legal pra se divertir, passear ou curtir, e como não saio muito, pensei que ele podia me ajudar. O que eu menos imaginava era que minha namorada tava ali do lado, saboreando a porra que o cara tinha acabado de deixar nela.
Resolvi deixar ele em paz e perguntar outro dia.
Y: Bom, éh... vou te deixar, não quero atrapalhar mais, hahaha.
F: Sim, tranquilo, o que o vizinho queria?
Y: Não, nada, depois a gente acerta.
F: Certeza?
Y: Sim, sim, desculpa... vai lá continuar com o café da manhã e sua vizinha MILF, haha.
F: Pode deixar, vou ver se ela quer mais um churro.
Ani concordou com a cabeça e sorriu.
Y: Falou, cara, valeu!
F: Falou, ah, se ver sua esposa, pode falar pra ela dar uma passadinha rapidinho? Preciso perguntar uma coisa sobre a amiga que tá me ajudando...
Y: Éh... sim... claro, aviso ela. Tá na academia, então quando voltar, falo pra ela passar — falei estranho.
F: Muito gentil, tenha um bom dia, vizinho!
Y fechou a porta antes que eu pudesse falar mais alguma coisa.
A: Você é um sem noção, Fede, como você fala uma coisa dessas pro meu namorado?
F: Eu? Ani, quem foi que ficou chupando os dedos enquanto falava com ele?
A: Bom, é que...
F: É que, o quê? — disse se aproximando.
Ani instintivamente andou pra trás e bateu na parede.
A: N-não, nada... é que a situação e...
F: O quê? Te excitou ouvir eu zuando seu namorado?
A: Não, isso não... quer dizer, é que...
F: Você tava com tesão?
A: Mhm... — concordou.
F: Gostou de sentir a porra quentinha na cara e quis provar um pouquinho?
A: S-sim... — concordou de novo.
F: Quer mais?
Fede passou as mãos nos peitos de Ani, que suspirou com o toque e se deixou levar. O cara juntou um pouco da porra, já mais líquida, e levou os dedos até a boca de Ani.
A: Mmmmmm...
F: Gostou?
A: Sabe que sim.
F: Muito, muito?
A: Sim... —disse quase suspirando—
F: Mmm, se você tivesse agora duas picas, duras, firmes e escorrendo porra, uma sendo a minha e a outra a do seu namorado, o que você faria?
A: Aahhh... —gemeu baixinho—... nada, eu colocaria minha boquinha na sua pra não desperdiçar nada.
F: E a do seu namorado?
A: O que tem?
F: Você deixa ela lá, sozinha escorrendo?
A: É... eu gosto mais da sua.
F: Jajajaja não acredito em você, Ani, mas tudo bem...
A: Onde você vai?
Ani viu que Fede se afastou de repente.
F: Tomar um banho...
A: De novo?
F: Sim, qual é o problema? Você vem ou quer ir embora?
A: Sim!! —disse contente— vou sim!
Minha namorada saiu praticamente correndo atrás do cara, que entrou no banheiro pra tomar uma ducha. Ela ainda estava excitada, como sempre, a atitude dominante do cara a deixava louca, e aquela encenação comigo na porta a enlouqueceu de vez.
Quando chegou na porta do banheiro, Fede a puxou pra dentro sem dizer uma palavra. Ela olhava fixo pra ele, ansiosa e excitada... MUITO excitada. A excitação que sentia a fazia tremer, cada passo que dava ou cada apertão de pernas fazia a buceta dela dar espasmos, e ela morria de vontade de foder o cara. Ele, por sua vez, olhou pra ela de novo desafiador, mas com uma certa dúvida nas feições...
A: Fede... —disse bem baixinho—
Não teve resposta, ele só ficou olhando ela de cima a baixo, e ela se sentia completamente impotente diante do olhar dele. Quando Fede parava em alguma parte do corpo dela, Ani, inconscientemente, colocava a mão ali, como se fosse "se cobrir". Não sabia bem por que fazia isso, já tinham se visto pelados, não era a primeira vez nem nada, mas sentia uma certa vergonha dele olhar tão fixamente.
A: Fede... não íamos tomar banho?
Fede fez um gesto pra ela calar a boca, e Ani suspirou. O poder que ele tinha sobre ela era incrível, com um simples gesto, conseguia que ela obedecesse, com um olhar a fazia suspirar, e com um carinho... Fede se aproximou e tocou o rosto dela com a mão, esfregando um pouco do Já sequei o sêmen que tinha na cara da minha mina e com a outra mão fico passando a mão na barriga dela. Minha mina malha pra caralho, então a barriga dela é perfeita, linda e sequinha, com uns gominhos aparecendo de leve, resultado da boa forma física dela.
O cara sorriu e olhou nos olhos da Ani.
F: Veci, cê tá inchada, será? — soltou de repente
A: Q-que?... como, não... não entendi
F: É, acho que tua barriga tá inchada por causa do café da manhã agora.
A: O café da... — ela percebeu e sorriu
A: É, é que me deram de comer agora e tô cheinha
Quando falou isso, colocou as mãos na barriga pra fazer o gesto de estar cheia e esbarrou na mão do Fede, ainda ali. Não conseguiu se segurar e, com as duas mãos, entrelaçou os dedos na mão do cara, que tava olhando pra ela. Ani respirava ofegante, tremendo em parte pelo tesão e em parte pelo medo do que o Fede ia falar sobre o que ela acabou de fazer.
O cara aproveitou que Ani segurou a mão dele e foi empurrando ela devagar contra a parede. Ela, claro, não resistiu nadinha e foi dando passinhos pra trás, até a bunda dela encostar na parede fria, fazendo ela suspirar. Agora, tavam cara a cara, se olhando fixo nos olhos. Ani alternava o olhar e às vezes via a boca do Federico, que tava a centímetros, e não aguentou... moveu a cabeça pra frente e deu um beijão nele, que foi correspondido com gosto pelo cara.
Ainda com a mão na barriga dela e a outra no rosto, se beijaram com muita vontade. Nunca tinham se beijado assim, ela sentia que tava se molhando toda de tesão e podia sentir a pica do Federico encostando na barriga dela. Depois de uns minutos, o cara se separou, sorriu pra ela e falou:
F: Vamos pro chuveiro, Ani?
A: Sim, bora Fede
No chuveiro, continuaram se beijando, se tocando nas partes e curtindo a água escorrendo pelos corpos. Num dado momento, o tesão era tão grande que o cara já tava apalpando sem vergonha a bunda da minha mina; enquanto ela batia uma pra ele. docemente.
F: Veni veci, vira que quero fazer uma coisa.
A: Mmmm.. o que você quer fazer? -falou manhoso-
F: Você vai ver, encosta na parede e tira essa bundinha gostosa.
Ani ficou animada, achou que o cara ia comer ela, mas não.. Fede tinha outra coisa em mente. Assim como estava, se agachou atrás da minha mina e começou a chupar a buceta dela como um desesperado. Ela se surpreendeu, mas a tesão que tava era maior e o que o cara tava fazendo nela tava adorando, e isso dava pra ver na cara dela.
A: Uffff.. Fede.. aahhhgg
F: ---
A: Ai, Deus.. siiiim.. que bom que você faz, onde.. aahhhgg.. aprendeu a fazer isso?
F: Mmmmff.. cala a boca e aproveita, vizinha
A: Mmmm.. siiiim.. que delícia, por favor!! Tô amando
F: É mesmo??
A: Sim, mas isso que você tá fazendo é errado, sabia? mmmm
F: O quê?
A: O que você.. ahhh.. tá... mmmm.. fazendo, Fede.. sabe como chama isso?
F: ..
A: Aiiii.. MEU DEUS.. o que você faz é me tentar, sabia?
F: Ah é?.. não era que você não gostava?
A: Não gosto, mas.. ufff.. o que você faz me deixa louca...
F: Você tá me dizendo que aceita eu fazer..
A: Mmmm.. não.. não sei.. bom, talvez.. ahhhggg.. Deus, você me enlouquece!!
Fede se levantou de repente, com o pau duríssimo e super excitado pelo que minha namorada acabava de dizer. Do jeito que estava, abriu um pouquinho as bandas da bunda e passou um dedo, fazendo ela suspirar, e apontou o pau pra buceta da Ani, enfiando quase sem dificuldade nenhuma.
A: AAaaaaahhhhh...meu deeeus... siiiim
F: Uffff... que molhada você tá, vizinha
A: Mmmm, que? -disse completamente perdida-
F: Que você tá muito molhada Ani.. ahhh.. tá com tesão?
A: Siiim.. mmmmm... queria que me comesse há tempos!! ahhhhh ahhhhhgg...
F: Me teria.. uffff. devia ter dito, Ani
A: É que.. mmmm... queria que você fizesse isso, aaahhhhggg.... e não pedir
F: Então você tava morrendo de vontade de ser comida?
A: Sim
F: Então posso te comer quando quiser?.. uffff
A: ahhhh ahhhhfff.. siiiim.. quando.. ufff.. quiser!!
F: Mesmo que esteja com seu namorado?
A: Mmmmmfff.. siiiim siiiim.. mesmo que.. ahhh.. esteja com ele
F: Você viria a qualquer hora.. ufff.. só pra ser comida?
A: Sim Fede, siiim.. ahhh ahhh... meu deeeus...
F: Você vai vir pra casa e deixar eu fazer o que eu quiser com você?
A: Sim.. mmmm..
F: TUDO, o que eu quiser?
A: TUDO Fede.. aiii.. siim assim.. continua assim por favor!!
F: Você vai tomar o cum?
A: Sim Fede... ahhhhggg
F: Você vai embora com a buceta cheia de cum?
A: Mmmmmfff.. siim, toda cheiinha
F: Você vai jantar com seu namorado de peitos encharcados?
A: Aiii siim.. o que você quiser?
F: Sim.. ufff.. te chamo só pra gozar na sua cara?
A: Venho correndo Fede.. ahhhhff.. enche ela toda como se fosse novinha
F: ...
A: Ahhh ahhhggg.. Deus, como é gostoso sentir seu pau!!
F: ...
A: O que foi Fede?? mmmm.. ficou sem perguntas? haha..
Aqui o cara enfiou bem forte na Ani, arrancando um grito dela e chegou bem pertinho, colando a boca na orelha da minha namorada.
F: Você vai me dar essa bundinha?
A: Mmmmff... ufffff
F: Quero comer toda essa bundinha, Ani
A: Ahh sim??.. ahhhhh... só comer?
F: Não, quero meter o pau todo
A: Mmmmm.. na minha bundinha? – falou manhosa –
F: Sim, vizinha.. ufff.. na sua bundinha... ahhhhggg
A: Você vai rasgar ela? ahhhhhggg
F: Nãoo.. vou te comer
A: AAhhhh... sim? vai fazer minha bundinha, Fede?
F: Toda, Ani!! Toda.. uffff
Fede não aguentou mais, avisou a Ani que ia gozar e virou ela. Ela esperava que ele enchesse ela toda, mas o cara queria gozar na barriga dela toda.
F: Vem, se toca pra mim, quero te ver enquanto encho sua barriga de cum.. ufff
A: Mmmm.. assim? aaahhgg.. vamos gozar juntos, Fede.. vai, gostoso
Fede começou a gozar na barriga e nas mãos da minha namorada, que tava se masturbando.. gozando os dois quase ao mesmo tempo num orgasmo MUITO intenso.
F: Aaaaaahhhhhggg.. siiiiim..
M: Mmmm que delíciaaa.. siiiiim, toda Fede, toda pra mim vai.. me dá... aaahhhhh
Os dois riram cúmplices, se olharam e voltaram a se beijar feito adolescentes. Ela, por sua vez, pensava em tudo que ele tinha acabado de falar e percebeu que tinha dado permissão pra Federico meter na bucetinha dela. Achou que tava louca, mas se tocou que, nessa altura, a ideia não dava mais medo ou nojo, mas sim tesão e curiosidade.
Enquanto lavavam as partes e iam se alternando no chuveiro pra tirar o sabão e os fluidos; Ani não conseguia tirar da cabeça a ideia de se sentir completa. O cara deixava ela maluca, mas não de amor porque não achava que tava apaixonada; mas tinha algo que conseguia preencher ela no sexo e isso ela adorava. A preocupação, as dúvidas e o medo de que eu descobrisse algo, iam sumindo aos poucos.. como se fosse um navio desaparecendo devagar no horizonte.
Quando terminaram de se lavar, Ani ficou mais um segundo no banheiro e, ao sair, viu Fede deitado na cama com o celular na mão. Quando percebeu que Ani tinha voltado, bloqueou a tela rápido e jogou o celular de lado.
A: Epa.. que isso Fede, tava falando com alguém?
F: Perdão?.. não posso usar meu celular?
A: Pode, mas como te vi muito concentrado, nem viu que eu saí do chuveiro toda peladinha.
F: É, nem tudo dá pra ter, Ani.
O tratamento de vizinho, amo, etc.. de antes já tinha ido pro caralho e eles só se chamavam pelos nomes. Talvez algo deu mais confiança, talvez queriam isso há tempos (a gente sabe bem que Ani queria), então deixaram de lado o tratamento de amo e escrava.
A: Ahã.. olha só! Tá trocando mensagem com alguma puta, bem na hora que aceitei ser teu brinquedo pessoal.. que feio — disse fazendo biquinho —
F: Primeiro, tava falando com um amigo e segundo, não tenho que dar satisfação.
Ani percebeu a cena idiota que tava fazendo e quis consertar.
A: Kkkkkkk já sei, te enchi o saco. Nomas! Te vi concentrado e quis te fazer uma sacanagem - disse com uma piscadela-
F: Ahhh olha só, então sacanagem? que engraçadinha, comeu um palhaço?
A: Mmm não, mas comi um cara gostoso agora pouco.. bah, ele me comeu, acho
F: Ah ahh.. isso pode ser.
A: Sim
Ficaram se olhando por um tempo, ele na cama, ela parada do lado dele.
A: Fede..
F: Fala
A: Hoje a gente pode se ver à noite?
F: Hahaha que isso? quer transar de novo?
A: Ai cala boca idiota! já fez de tudo comigo hoje
F: Não, de tudo não..
A: Tá, mas a gente pode se ver?
F: Tenho uma festa hoje, por isso tava trocando mensagem e volto tarde, tá bom?
A: Sim, sim tá bom!! sem problemas.. dou um jeito e venho
F: Tanta vontade de me comer assim? hahahaha
A: Não, mas quero conversar com você
F: Uhhh conversar?
A: Sim, conv..
O celular da Ani começou a tocar e interrompeu a conversa. Como de costume, era eu perguntando se ela já tinha terminado pra poder passar e buscá-la. Ani fez sinal pro Fede pra dizer quem tinha ligado e esperou a conversa acabar.
F: Ani, o que você quer conv..
A: Preciso ir, senão meu namorado vai desconfiar, por favor me dá isso hoje. Só um pouco
F: Mas..
A: Só isso que te peço, Fede!
Ani começou a se trocar rápido e saiu correndo do apartamento do Fede, deixando ele sozinho no quarto. No momento em que eu me preparava pra sair pra buscá-la, Ani abre a porta do nosso apê, me deixando surpreso.
Y: Eiiii gordinha, o que cê faz aqui? não falei que ia te buscar?
A: Desculpa amor, vinha com a cabeça a mil pensando na reunião de condomínio da semana que vem e esqueci que você disse que ia me buscar.
Y: Uhh já tá pensando nisso amor? para com isso, falta.. não começa a encanar.
A: Cê tem razão gordão, sou uma idiota! vamos mudar de assunto, é perda de tempo ficar se estressando com isso!
Me diz o que você tava afim de fazer?
Contei sobre os planos que tinha pensado pra aquele dia e ela topou ter um encontro comigo como há um tempo a gente não tinha. Fiquei tipo uma hora esperando a Ani terminar de se trocar, verdade que ela não demorava tanto assim; mas pensei que como a gente não saía há um tempão, ela devia estar na dúvida do que vestir. Fui me aproximando devagarinho do quarto e olhei pelo buraco da fechadura pra ver o que rolava, e vi a Ani escolhendo o que vestir: uma camiseta com calça, uma saia com uma blusinha, um vestido... ela deve ter provado uns 10 looks diferentes, até que decidiu por uma camisetinha listrada que fica linda nela e um shortinho curto que realça uma raba maravilhosa. O que mais me surpreendeu foi que achei ter visto ela colocar uma calcinha fio dental branca de renda sem entrepernas, que ela usou uma vez comigo num aniversário.
Balancei a cabeça, pensando que talvez tivesse visto errado, mas também sorri porque pensei que a Ani tava afim de transar quando a gente voltasse. Finalmente ela saiu do quarto, trocada, linda e cheirosa, e fomos jantar num bar de massas no centro, bem bonito e intimista. Depois do jantar, aproveitando que era cedo, fomos tomar uns drinks num barzinho perto de casa. Verdade que fazia um tempão que eu não via ela tão solta, tão relaxada e curtindo uma saída. Era um prazer genuíno ver ela assim.
Quando chegamos em casa, a Ani se desculpou dizendo que ia no banheiro e eu fiquei no quarto esperando ela. Tava curioso pra saber o que ela tinha preparado, mas ela não saía, pensei que algo tinha acontecido; então fui até a porta do banheiro.
Y: Gordi, cê tá bem?
A: Tô, desculpa amor... bah, mais ou menos
Y: O que foi? Precisa de algo?
A: Não, parece que a comida me fez mal, acho que os camarões do molho não estavam bons
Y: Nossa, me fodeu!! Vou matar eles, como é que vendem coisas estragadas??
A: Não, relaxa amor, talvez foi pesado. Como tô de dieta full pra definir, acho que o molho me detonou.
Y: Bom... — falei derrotado —
A: Deita você, amor, fica tranquilo.
Y: Quer um chá? alguma coisa?
A: Não, não, quero ficar um tempo aqui, porque minha barriga tá doendo pra caralho. Y: Beleza, me avisa ou me dá um grito se quiser alguma coisa.
Já era umas 3 da manhã, então me joguei na cama com a roupa que tava e apaguei que nem uma pedra. A comida tinha sido pesada e o álcool fez estrago; então não aguentei muito tempo fazendo companhia pra minha mina.
Quando ouviu meus roncos, a Ani pegou o celular dela e, com o coração a mil, mandou uma mensagem pro Federico.
Ani: Fede, cê tá na sua casa?
Fede: Tá acordada? pensei que não ia mandar nada, tava quase indo dormir
Ani: Não, não, demorei, foi mal. Quis te mandar mensagem mas não dava
Fede: Seu namorado não deixou? hahaha
Ani: Cala a boca!! posso ir aí pra gente conversar?
Fede: Fala sério.. vem..
A Ani saiu com medo do banheiro, tentando fazer o menor barulho possível. Ficou mais tranquila quando me ouviu roncando, sinal claro de que tava apagado, e abriu devagar a porta do nosso quarto pra poder ir pra casa do cara.
Quando chegou na porta, tremendo, mandou uma mensagem avisando o Fede que já tava lá; assim não batia ou tocava a campainha. Quando ele abriu, ela entrou rápido no apê e fechou a porta.
F: Beleza, o que houve?
A: Preciso falar com você, mas cê pode me trazer um copo d'água?
F: Hã? por que não bebeu na sua casa.. – falou meio irritado –
A: Fala sério, te espero no seu quarto, aí a gente conversa sossegado.
F: Ok, quer gelo?
A: Sim, por favor!
O Fede foi buscar o bendito copo d'água e no caminho se preparou pro que vinha. Com certeza a Ani ia trazer umas paradas e ele ia ter que cortar o barato de uma vez ou se impor de novo porque a situação tava saindo do controle e ele não queria que desse merda pra ele.
O Fede se enganou.. porque no quarto dele, só com a camiseta dele vestida e uma fio dental de renda branca sem entrepernas, tava a Ani esperando ele. O cara ficou de boca aberta quando viu que na mão da minha mina tinha um tubinho de vaselina.
F: O-que.. que é isso.. que..
A: Oi, vim pra gente conversar! – disse sorrindo e balançando a bunda-
F: Uffff.. cê tá me dizendo..
A: Mhmm.. -assentiu-
F: Vai me entregar essa bucetinha?
A: Hoje minha bucetinha é sua, Fede!! Fiquei com vontade a noite toda, então tô mais que pronta.. bah, "tamos" -disse se apontando pra raba-
O cara não acreditava, todo esse tempo enchendo o saco da minha mina, ameaçando que se ela não entregasse a raba ia fazer um barraco, todo o trabalho fino; finalmente tinha dado frutos! Era a noite perfeita e a cara dele dizia tudo, era igual um moleque abrindo presente no Natal e a Ani adorava ver ele assim.
Fede chegou perto da minha mina e comeu ela de beijo, ela se deixou levar, tava pronta pra tudo. Não era a primeira vez dela, comigo a gente fez mó cota; mas não era algo normal e não era algo que ela curtisse muito. Mas dessa vez.. dessa vez era diferente, dessa vez ELA QUERIA, dessa vez não via a hora de sentir o cara abrindo caminho e enchendo a raba dela com o pau quente dele.
Depois de um baita amasso e olhares e sorrisos cúmplices, a Ani subiu na cama e ficou de quatro, apontando a bucetinha pro cara. Fede tava com os olhos arregalados, finalmente aquela raba era dele!! A calcinha fio dental de renda era perfeita e deixava toda a área à mostra, pra ele poder trabalhar de boa.
F: Cê tá pronta, Ani?
A: Mmmm sim.. tamos prontas -disse rebolando a bucetinha-
Fede passou um pouco de vaselina no pau e com um dedo, pegou o excesso e foi passando em círculos no cu da minha mina, que ao sentir o contato frio da vaselina deu um pulinho.
A: Ai!! ufff...
F: Uai Ani, que gostosa! não acredito que isso vai ser meu..
A: Mmmm se você se comportar, quem sabe.. até podemos fazer várias vezes
F: "Disse e me conquistou" kkkk..
A: Kkkk cala a boca, vai.. que a gente tá com vontade de vocês
F: Lá vamos nós, tão prontas?
A: Sim!!
Fede pegou o pau dele e apontou pra bucetinha da Ani. Apertou um pouco e foi entrando, fazendo minha mina pular de novo, ao sentir como ia entrando.
A: Uff.. auuuu.. devagar Fede.. mmmmm
F: Aaahhhgg.. siiiim.. Deus, já vai entrando
A: Sim, tô sentindo você.. mmmm.. mas devagar que eu tenho que.. auuu.. me acostumar
F: Vai Ani, com a pica do teu namorado você devia ter uma puta prática.. ahhhgg..
A: Mmm sim, mas.. mmmmmfff.. ai, não... a gente não faz há muito tempo e uff.. fechou
F: Uhh, a vizinha tá com a bunda apertada?
A: Siiim.. você pode me ajudar? – falou manhosa –
F: Ahhhgg.. siiim.. olha aí, entrou mais um pouquinho
A: Sim, ufff.. já entrou metade
F: Como cê tá? – disse acariciando ela –
A: Mmmm.. muito bem.. ufff.. relaxada
F: Assim que eu gosto.. porque hoje você vai sentir ela toda
A: Ah sim?? ahhh.. é o que eu quero..
F: Tá pronta pra eu começar a me mexer?
A: Mmm vai, come um pouquinho dela, Fede
O cara segurou com uma mão a bunda da minha namorada, enquanto com a outra segurava a pica pra manter no lugar e começar uma metida e tirada curta.
F: Aahhhh... siiiim
A: Mmmm assim... devagarzinho Fede... siiiim... ahh
F: Uf... eu sabia que essa bunda ia ser minha... ahhh
A: Ayyy... uuuufff... é?? desde quando você sabia?
F: Desde que você aceitou foder... ahhh... comigo
A: Uyy... faz um tempinho... ufff... já desde aí?
F: Sim... eu sabia que mais cedo ou mais tarde, você ia dar pra mim de boa
A: Mmmm... você é um visionário, Fede... ahhhh ahhh ahhhhh... devagar
F: É, sua cara já dizia tudo!! hahaha... uffff... vai, vou acelerar
A Ani tava tranquila, diferente do que tinha pensado no banheiro de casa, ela tava curtindo. Não tava sentindo nada estranho, não doía e não tava desagradando... claramente era culpa do cara, porque ele deixava ela louca. Aos poucos foi se soltando e aproveitando mais o anal, embora quem tava mais curtindo era o cara, que já tinha passado pra um ritmo mais acelerado. Ele não enfiava a pica toda, talvez por medo, talvez por cuidado, mas tava segurando ela pelo quadril e se movendo rápido pra frente e pra trás, enquanto de vez em quando dava um tapa na minha mina.
A: Ahhhhhh... auuuu... siiiiii assim!!! me dá tapas que eu adoro, Fede.
F: Ufff, que putinha você se mostrou, hein Ani.
A: Siii? aahhh... você gostaa??
F: Adoro, vizinha! ahhhhh
A: Não me chama de vizinha..
F: Como eu te chamo? ahhhhh
A: Me chama mmmff... Ani.. Anita.. ufff.. puta, o que você quiser, bebê.
F: Então Ani, ou puta.. mmmm
A: Adoro os dois.. enquanto você.. ahhhgg deusss.. enquanto me come, me chama de puta se quiser jeje
F: Ah é? você é minha puta?
A: Sim Fede, sou sua puta.. ahhhggg..
Uau.. minha namorada acabava de confirmar pro cara que era a puta pessoal dele e que com isso ele podia fazer o que quisesse com ela. Ele já tinha feito, só faltava a bunda e ela tava entregando agora; então..
Fede continuava curtindo a bunda da Ani, que a cada estocada apertava o pau dele como se não quisesse que saísse. Minha namorada ou "a vizinha dele", tinha passado de uma gatinha certinha, que ele tinha pego fazendo um boquete no namorado, pra ser a puta pessoal dele e tava adorando cada segundo! Enquanto via o pau dele entrando e saindo da bunda da Ani, o cara sorria e murmurava coisas que Ani não conseguia entender direito. Era como se ele tivesse falando sozinho ou com alguém, talvez o próprio pinto? porque ele dizia coisas tipo "sim assim, como combinamos", "você tava certo, ela ia entregar".
Ani interrompeu o monólogo do cara e pediu pra trocar de posição porque tava cansando e os braços tremiam. O cara, meio contrariado porque queria continuar metendo, aceitou e tirou o pau.
A: Desculpa Fede, meus braços tão cansados, vamos trocar.
F: Vem, deita e fica de ladinho, me olhando.
A: Assim?
F: Sim, levanta um pouco a perna esquerda, pra me dar mais acesso.
A: Epa, você manja hein.. já comeu muitos cuzinhos?
F: Sim, mas nenhum igual ao seu, Ani.
O cara apontou o pau de novo pra bunda da minha namorada e dessa vez entrou sem dificuldade; então ele se deitou sobre o corpo da Ani e começou a comê-la com gosto.
A: Ahhh ahhh.. ayyy.. siii.. que lindo como me pega na buceta
F: Ahhhgg... cê gosta, putinha? Adoro como entra tudo
A: Ayyy sii.. é divina, adoro essa pica
F: Mentirosa.. ufff.. não é igual a do teu marido, desse tamanhão!!
A: Aahhh ahhhh.. já... aahhhhgg.. te falei que não é meu marido.. ufff.. e não.. mmmmff.. tamanho não importa, ahhhh...
F: Por que não? ufff.. com essa pica, te enchia toda
A: Mmmmmfff... siii, mas.. ahhhhhggg.. não me faz gozar como.. uffff, como você Fede
F: Então.. ahhhh... vamos ter que.. foder mais vezes, né?.. digo.. ufff, assim você goza que nem louca
A: Ayyy sii.. quando quiser Fede.. sii.. mmmmfff.. continua, vai, continua metendo no meu cuzinho
F: Claro que vou continuar.. uffff
A: Cê gosta do meu cuzinho?
F: Adoro, Ani
A: Cê gosta.. ahhhh.. de foder ele assim?
F: Siii.. e você gosta?
A: Do que, Fede?
F: De sentir minha pica entrando e saindo desse cuzinho que.. aahhhh.. tanto me negou?
A: Adoro.. não tá vendo minha.. ahhhhh ahhhhhhhhggg.. carinha de puta aproveitando??
F: Que putinha linda você é..
A: Mmmm mas só sua putinha, bebê... ahhhhhh
Ani agora estava em êxtase, não sentia dor, nada.. só prazer. Adorava como o cara tava tratando ela e adorava sentir a pica entrando e saindo do cuzinho dela à vontade e com gosto. Quem diria que ia curtir tanto um anal, já que comigo não costumava aproveitar tanto. Por uns minutos, o quarto do cara era um eco constante de corpos se chocando e sons molhados.
Não faltava muito pro Fede gozar, a excitação era enorme e ele não aguentava mais ficar dentro da buceta da minha namorada, então avisou.
F: Já tô quase, Ani.. uffff.. onde você quer? ahhhh
A: Dentro não!! fora.. ahhh.. fora joga, quero sentir tudo no cuzinho!!! mmmff
F: Lá vai então.. lá vai
O cara tirou a pica da buceta da minha namorada e começou a bater punheta. Apontou direto pra entrada dela e começou a gozar, jato atrás de jato, enchendo o cuzinho dela e sujando a calcinha fio dental grossa com gozo acumulado
A: Mmmmm siiiiii... que lindooooo.. todaaaaa
F: Aaaaaahhhhh... uuuufffff..
A: Que lindo me pegou Fede!! adorei.. mmmmm
F: Deus.. vai me matar de infarto, puta!
A: Kkkkkk é?? —disse ela brincando e rebolando a raba—
F: É!! impossível, agora que provei essa raba não quero parar..
A: E então, agora você tem livre acesso, Fede..
Fede se levantou e foi buscar algo pra se limpar. Enquanto isso, Ani ficou na cama, com a raba cheia de porra e pulsando depois dessa foda. Não conseguiu evitar, se sentiu uma puta, cheia e suja, e pegou um pouco da porra que tinha na raba e levou à boca. Saboreou aquela creme espesso como se fosse uma sobremesa e sorriu..
Fede voltou do banheiro com o celular na mão, jogou ele na cama e ofereceu uma toalha pra Ani se limpar. Enquanto se limpava, ficaram conversando um pouco sobre como tinham se divertido, até que bateram na porta.. campainha, batidas, cada vez mais fortes.
A: O que foi? Quem é???
F: Espera, fica aqui..
A: Não abre, vai que é alguém que entrou no prédio!!!
F: Shhh, fica aqui você
O cara foi abrir a porta, aos berros entrando no apartamento.
Y: QUE PORRA TÁ ACONTECENDO AQUI? ONDE TÁ MINHA NAMORADA?
Fede apontou pro quarto e eu fui na hora.
Y: O QUE CÊ TÁ FAZENDO AQUI? QUE PORRA É ESSA???
Ani tinha ficado pálida, muda e com uma cara de susto que eu nunca tinha visto nesses anos de relacionamento.
Y: QUE QUE HÁ QUE NÃO FALA?
A: N.. não.. —gaguejava—
Y: NNN.. NÃO O QUÊ?? FALA
F: Desculpa mas..
Y: NÃO NÃO; DEIXA ELA FALAR
A: Que.. amor.. desculpa, não, não é o que..
Y: Não é o quê? Não é o que parece você vai me dizer? Que não parece, hein?
A: Não, só.. eu tava.. a gente tava..
F: É, é o que parece, não adianta mentir.
Y: Beeeem, pelo menos um não mente e fala a verdade, que que foi, hein? Quero que minha namorada me fale..
A: Desculpa, amor —começou a chorar—
Y: Desculpa por quê? hein.. o que você fez?
A: Não.. eu..
Y: O que você fez, eu perguntei..
Olhei pra de forma agressiva na minha namorada, enquanto o cara estava num canto sentado num sofá do quarto dele. Ani não sabia onde se meter, também não sabia o que dizer. Tinha pegado eles no flagra depois de terem transado e ainda por cima não sabiam me responder.
Y: Mais uma vez te pergunto. O que você fez? Me fala porque vou fazer um barraco que o prédio inteiro vai saber, Anabela..
A: Desculpa, amor, não sei o que aconteceu, simplesmente rolou que..
Y: Rolou o queeee?? consegue me responder?
A: Que transei com o Federico! — disse chorando
Y: É verdade, cara?
F: Sim, é verdade — disse com naturalidade
Y: E você gostou, Anabela?
A: O quê? Como você pode me perguntar isso.. não sei.. tô confusa.. eu...
Y: Ani, te perguntei se você gostou — baixando o tom de voz
F: Fala pra ele se você gostou, Ani.
A: Não, por que.. quer dizer.. por que eu tenho..
Y: Quer falar você, ou eu falo, cara?
A: O quê? que que tá rolando..
Y: Nada, só quero saber se minha namorada gostou de transar com o cara.
A: Não tô entendendo
F: Ani, seu namorado sabe de tudo. A gente planejou isso juntos.
A: QUEEEE???
Y: Sim, isso tudo foi planejado. Tava esperando o Fede "fechar" o trato com você pra poder aparecer.
Ani não entendia nada, as lágrimas já tinham secado, mas ela continuava na cama meio nua e com cara de susto e preocupação. Não sabia se tava sonhando, de vez em quando se beliscava ou batia nas próprias bochechas, mas não acordava; tudo era real.
Fechei a porta do quarto pra ter mais privacidade e sentei na cama perto dela. Fede, por sua vez, aproximou o sofá um pouco mais da cama e começou a acalmar minha namorada.
F: Ani, calma, não tem problema, tá tudo bem. É real, para de se machucar
A: Mas não tô entendendo, que que vocês planejaram?
Y: Gordi.. tudo que rolou entre vocês, foi planejado. Cada visita, cada conversa, cada encontro, tudo.
A: ...
F: Sim, desde aquela noite que fui na sua casa, lembra?
A: Que noite?
Y: A noite que o Fede foi te falar que tinha um problema, porque tinha tomado uma Comprimido azul e não descia, lembra?
A: QUÊ? Como você sabe..
F: Tudo foi planejado, Ani
Y: A chantagem com nosso vídeo?
F: O vídeo eu gravei por tesão, não ia falar nada, mas quando ele veio falar comigo sobre o que tinha acontecido, contei que tinha aquele vídeo e que ia apagar, mas ele me parou.
A: Como assim te parou? Você pediu pra ele não apagar aquilo???
Y: Sim, na hora não sei o que pensei, mas percebi que podia ser útil pra mim.
A: Útil pra quê??
F: Pra conseguir tudo o que conseguimos juntos.
A: Mas.. então.. tudo o que a gente fez?
Y: Planejado
F: Planejado
A gente ficou tentando acalmar a Ani por um bom tempo, mas no começo foi muito difícil. Sabíamos que a notícia ia chocar ela, mas não sabíamos como contar tudo pra ela se acalmar. Aos poucos ela foi relaxando, ouvindo o que tanto eu quanto o Fede falávamos. Ela olhava pra gente com uma mistura de raiva e nojo, mas a cara dela foi mudando com o passar dos minutos e agora só olhava mais de boa.
A gente contou como planejamos tudo, como fizemos acontecer tudo o que aconteceu. Explicamos que a gente se falava pelo WhatsApp, por isso o Fede vivia no celular e eu tinha "saídas, jogos, trampo, etc". Tudo ia fechando essa trama complicada e a Ani, aos poucos, foi entendendo por que os encontros tinham rolado "TÃO FACILMENTE".
A: Mas não entendo, por que vocês fizeram isso?
F: Bom, porque... – eu cortei ele –
Y: Deixa, Fede, isso eu quero falar eu, se você deixar.
F: Claro! é todo seu
Y: Ani, faz tempo que a gente tá estagnado numa relação que, à primeira vista, parece perfeita. A gente se ama, se dá bem, mas sem a gente perceber, ou pelo menos você, a gente tava num loop de trabalhar, malhar, ser bons vizinhos, sexo de vez em quando e repetir.
A: Mas no sexo a gente não se dava mal.
Y: Eu sei, gordinha, mas faltava algo e eu sei que você no fundo sabia. Desde que rolou o que rolou com o Fede no sofá de casa, Você tinha outra cara. Não percebia, mas estava relaxada, mais feliz e solta. Além do medo do que tinha acontecido.
A: Mas o que isso tem a ver?
Y: Percebi que a gente precisava de algo a mais na nossa relação, uma faísca que acendesse aquele fogo que você tinha meio apagado e que eu conheci quando éramos novinhos. Não queria que nossa vida se resumisse a aquele loop da morte e, bom, conversando com o cara outro dia que nos conheceu, pensamos que isso ia ser o melhor.
A: O quê, me chantagear com punheta e transar com ele?
F: Não, Ani, experimentar ficar com alguém, ter uma aventura, que a adrenalina, o medo de ser descoberta, te libertasse um pouco daquela prisão em que você estava enfiada.
Ani olhou para ele, hesitante, mas os olhos dela acabaram dando razão ao Fede.
Y: No começo, quando Fede me deu a ideia, ele me aconselhou a procurar algum amigo nosso ou conhecido, mas eu não queria meter ninguém do nosso círculo nisso. Perguntei ao Fede se ele tinha algum conhecido ou amigo; mas percebemos que trazer alguém de fora era uma merda. Como a gente planejava os encontros? Você não sai, não é de sair com amigas, ou sozinha.. era impossível conseguir que um amigo dele te encontrasse e te cantasse.
F: Além disso, o pessoal ia pensar mal se alguém viesse toda hora e onde iam ter os encontros? Lá fora? Você não ia aceitar, com certeza ia recuar e nunca ia rolar nada.
Y: Chegando a essa conclusão, me ocorreu perguntar a ele. Ele já tinha te visto, já tinha ficado excitado e já tinha te gravado; então por que não? Perguntei se ele topava a ideia.
F: Claro, quem não ia topar, Ani, você é uma gostosa.
Y: Kkkkkk viu? Tudo deu certo. A cada encontro, a cada situação, aos poucos você foi se soltando, era outra. Sorria mais, estava mais solta.
A: Mas.. sempre tive medo de você descobrir, me sentia estranha, como se estivesse mais solta.
Y: Você não via, amor, eu sim. Te conheço há anos, sei tudo sobre você, suas caras, suas reações, seus gestos. Tudo mudou e você voltou a ser a de antes. Por favor, não fica brava.
A: Não sei o que pensar.
F: Pensa que deu tudo certo, que foi uma fase de redescoberta e prazer.
A: Você é um enganador.
Y: Viu? Foi assim que eu também caí...
A: E você?
Y: Eu o quê?
A: Não te incomoda saber tudo o que eu fiz?
Y: Não, amor, me excitava saber como você se comportava. Eu até dava conselhos e falava o que você gostava, praquele cara fazer um papel excelente.
A: Então quer dizer que você gosta de ser corno?
Y: Vamos chamar de namorado permissivo... além disso...
A: Além disso o quê?
F: Além disso ele também teve a parte dele de ação... hahaha
A: COMO ASSIM?
Y: Shhh... não me entrega, cara!
A: Me conta TUDO AGORA! E você, cara atrevido, tá ferrado por não ter me contado nada antes!
Assim, aos poucos... a namorada inocente, anjo do prédio, a mulher que todo mundo queria... se transformou numa mulher livre, empoderada, plena e satisfeita. Teve mais encontros depois dessa conversa, mas isso eu deixo pra sua imaginação...
FIM
Espero de coração que esteja no nível que vocês merecem e que tanto me elogiam em cada conto. Como sempre falo, deixem comentários, me contem o que acharam. É um conto de 12 capítulos, longos (pro gosto de alguns e pra raiva de outros), mas que mostraram tudo o que eu queria passar nessa história.
Valeu pra todo mundo pela boa energia, pelos pontos e pelos comentários. Se quiserem bater um papo, tô no chat, senão a gente se vê em breve! Sem mais, vou deixar vocês com o último capítulo da Ani e do vizinho do 4º B!
__
Ani ficou em choque, mesmo que a imagem devesse ter sido terrível/linda. Minha namorada tava do lado da porta, pelada e com restos da porra do cara na cara e nos peitos. O cara olhava pra ela e pra porta, pensando no que fazer. Pensou se eles tinham feito barulho e talvez por isso eu reconheci os gemidos da Ani e agora tava na porta. Olhou pra Ani de novo e, inevitavelmente, ficou de pau duro.
Eu, por minha vez, fiquei um segundo na porta esperando e, quando ia me virar pra voltar pro apê, ouvi o Fede girar a chave do apartamento dele.
A: -murmurando- QUE PORRA CÊ TÁ FAZENDO? CÊ TÁ LOUCO?? NÃO FEDE...
F: -também murmurando- SHHHH..
Ele abre a porta pela metade e eu me deparo com o cara pelado, com a cueca meio manchada na pica e a pica meio dura.
Y: Uhh Fede, foi mal hahaha, não me fala que te cortei o fumo -falei zoando-
Fede olhou pra dentro e sorriu.
F: É, algo assim... convidei uma amiga vizinha do bairro pra tomar café da manhã, cê me entende, né? hahaha
Y: Ahh, claro, convidou ela pra tomar um achocolatado com churros?
Eu quis pagar de engraçadão porque queria perguntar uma parada pra ele e, como interrompi ele com uma mina (ou pelo menos achei), não queria que ele pensasse mal ou ficasse puto.
F: Hmm algo assim, ela não curte achocolatado, mas curte o cum sozinha -me piscou- hahahahaha
Y: Ahh mas muito bem, completa a gata
F: Nã, não é gata, não curto as da minha idade.
Y: Pegou uma MILF? -falei arregalando os olhos-
F: É.. tipo isso, hahahaha.. deve ter a sua idade
Y: Essaaa, velho lobo do mar!
Festejei tudo, não sabia bem como agir e a situação era meio desconfortável. O cara tava pelado na minha frente e eu vinha de fazer compras no mercado. Por dentro sentia inveja, ser homem, comer quem quiser e ainda cagar pra tudo; mas também achava meio desrespeitoso.
Ani, nisso tudo, tava do lado da porta ouvindo tudo e vendo o cara falar o que lhe dava na telha.
F: É, gostosa a novinha, agora entrou no banheiro porque tinha que se limpar, sabe. Acho que foi café demais -olhou pra Ani e sorriu-
Ani devolveu o olhar e sorriu. Algo se soltou nela, porque tava com tesão de querer transar com ele e a situação a deixava com medo, mas também excitada. Sem pensar, pegou com os dedos, tirou um pouco da porra que tinha na cara e no peito e levou à boca, deixando-os limpos.
Eu via que o cara olhava pra dentro e ficava desconfortável. Claramente eu tava atrapalhando alguma coisa e não sabia o que dizer. Queria dar uma surpresa pra Ani e levar ela pra um lugar legal pra se divertir, passear ou curtir, e como não saio muito, pensei que ele podia me ajudar. O que eu menos imaginava era que minha namorada tava ali do lado, saboreando a porra que o cara tinha acabado de deixar nela.Resolvi deixar ele em paz e perguntar outro dia.
Y: Bom, éh... vou te deixar, não quero atrapalhar mais, hahaha.
F: Sim, tranquilo, o que o vizinho queria?
Y: Não, nada, depois a gente acerta.
F: Certeza?
Y: Sim, sim, desculpa... vai lá continuar com o café da manhã e sua vizinha MILF, haha.
F: Pode deixar, vou ver se ela quer mais um churro.
Ani concordou com a cabeça e sorriu.
Y: Falou, cara, valeu!
F: Falou, ah, se ver sua esposa, pode falar pra ela dar uma passadinha rapidinho? Preciso perguntar uma coisa sobre a amiga que tá me ajudando...
Y: Éh... sim... claro, aviso ela. Tá na academia, então quando voltar, falo pra ela passar — falei estranho.
F: Muito gentil, tenha um bom dia, vizinho!
Y fechou a porta antes que eu pudesse falar mais alguma coisa.
A: Você é um sem noção, Fede, como você fala uma coisa dessas pro meu namorado?
F: Eu? Ani, quem foi que ficou chupando os dedos enquanto falava com ele?
A: Bom, é que...
F: É que, o quê? — disse se aproximando.
Ani instintivamente andou pra trás e bateu na parede.
A: N-não, nada... é que a situação e...
F: O quê? Te excitou ouvir eu zuando seu namorado?
A: Não, isso não... quer dizer, é que...
F: Você tava com tesão?
A: Mhm... — concordou.
F: Gostou de sentir a porra quentinha na cara e quis provar um pouquinho?
A: S-sim... — concordou de novo.
F: Quer mais?
Fede passou as mãos nos peitos de Ani, que suspirou com o toque e se deixou levar. O cara juntou um pouco da porra, já mais líquida, e levou os dedos até a boca de Ani.
A: Mmmmmm...
F: Gostou?
A: Sabe que sim.
F: Muito, muito?
A: Sim... —disse quase suspirando—
F: Mmm, se você tivesse agora duas picas, duras, firmes e escorrendo porra, uma sendo a minha e a outra a do seu namorado, o que você faria?
A: Aahhh... —gemeu baixinho—... nada, eu colocaria minha boquinha na sua pra não desperdiçar nada.
F: E a do seu namorado?
A: O que tem?
F: Você deixa ela lá, sozinha escorrendo?
A: É... eu gosto mais da sua.
F: Jajajaja não acredito em você, Ani, mas tudo bem...
A: Onde você vai?
Ani viu que Fede se afastou de repente.
F: Tomar um banho...
A: De novo?
F: Sim, qual é o problema? Você vem ou quer ir embora?
A: Sim!! —disse contente— vou sim!
Minha namorada saiu praticamente correndo atrás do cara, que entrou no banheiro pra tomar uma ducha. Ela ainda estava excitada, como sempre, a atitude dominante do cara a deixava louca, e aquela encenação comigo na porta a enlouqueceu de vez.
Quando chegou na porta do banheiro, Fede a puxou pra dentro sem dizer uma palavra. Ela olhava fixo pra ele, ansiosa e excitada... MUITO excitada. A excitação que sentia a fazia tremer, cada passo que dava ou cada apertão de pernas fazia a buceta dela dar espasmos, e ela morria de vontade de foder o cara. Ele, por sua vez, olhou pra ela de novo desafiador, mas com uma certa dúvida nas feições...
A: Fede... —disse bem baixinho—
Não teve resposta, ele só ficou olhando ela de cima a baixo, e ela se sentia completamente impotente diante do olhar dele. Quando Fede parava em alguma parte do corpo dela, Ani, inconscientemente, colocava a mão ali, como se fosse "se cobrir". Não sabia bem por que fazia isso, já tinham se visto pelados, não era a primeira vez nem nada, mas sentia uma certa vergonha dele olhar tão fixamente.
A: Fede... não íamos tomar banho?
Fede fez um gesto pra ela calar a boca, e Ani suspirou. O poder que ele tinha sobre ela era incrível, com um simples gesto, conseguia que ela obedecesse, com um olhar a fazia suspirar, e com um carinho... Fede se aproximou e tocou o rosto dela com a mão, esfregando um pouco do Já sequei o sêmen que tinha na cara da minha mina e com a outra mão fico passando a mão na barriga dela. Minha mina malha pra caralho, então a barriga dela é perfeita, linda e sequinha, com uns gominhos aparecendo de leve, resultado da boa forma física dela.
O cara sorriu e olhou nos olhos da Ani.
F: Veci, cê tá inchada, será? — soltou de repente
A: Q-que?... como, não... não entendi
F: É, acho que tua barriga tá inchada por causa do café da manhã agora.
A: O café da... — ela percebeu e sorriu
A: É, é que me deram de comer agora e tô cheinha
Quando falou isso, colocou as mãos na barriga pra fazer o gesto de estar cheia e esbarrou na mão do Fede, ainda ali. Não conseguiu se segurar e, com as duas mãos, entrelaçou os dedos na mão do cara, que tava olhando pra ela. Ani respirava ofegante, tremendo em parte pelo tesão e em parte pelo medo do que o Fede ia falar sobre o que ela acabou de fazer.
O cara aproveitou que Ani segurou a mão dele e foi empurrando ela devagar contra a parede. Ela, claro, não resistiu nadinha e foi dando passinhos pra trás, até a bunda dela encostar na parede fria, fazendo ela suspirar. Agora, tavam cara a cara, se olhando fixo nos olhos. Ani alternava o olhar e às vezes via a boca do Federico, que tava a centímetros, e não aguentou... moveu a cabeça pra frente e deu um beijão nele, que foi correspondido com gosto pelo cara.
Ainda com a mão na barriga dela e a outra no rosto, se beijaram com muita vontade. Nunca tinham se beijado assim, ela sentia que tava se molhando toda de tesão e podia sentir a pica do Federico encostando na barriga dela. Depois de uns minutos, o cara se separou, sorriu pra ela e falou:
F: Vamos pro chuveiro, Ani?
A: Sim, bora Fede
No chuveiro, continuaram se beijando, se tocando nas partes e curtindo a água escorrendo pelos corpos. Num dado momento, o tesão era tão grande que o cara já tava apalpando sem vergonha a bunda da minha mina; enquanto ela batia uma pra ele. docemente.
F: Veni veci, vira que quero fazer uma coisa.
A: Mmmm.. o que você quer fazer? -falou manhoso-
F: Você vai ver, encosta na parede e tira essa bundinha gostosa.
Ani ficou animada, achou que o cara ia comer ela, mas não.. Fede tinha outra coisa em mente. Assim como estava, se agachou atrás da minha mina e começou a chupar a buceta dela como um desesperado. Ela se surpreendeu, mas a tesão que tava era maior e o que o cara tava fazendo nela tava adorando, e isso dava pra ver na cara dela.
A: Uffff.. Fede.. aahhhgg F: ---
A: Ai, Deus.. siiiim.. que bom que você faz, onde.. aahhhgg.. aprendeu a fazer isso?
F: Mmmmff.. cala a boca e aproveita, vizinha
A: Mmmm.. siiiim.. que delícia, por favor!! Tô amando
F: É mesmo??
A: Sim, mas isso que você tá fazendo é errado, sabia? mmmm
F: O quê?
A: O que você.. ahhh.. tá... mmmm.. fazendo, Fede.. sabe como chama isso?
F: ..
A: Aiiii.. MEU DEUS.. o que você faz é me tentar, sabia?
F: Ah é?.. não era que você não gostava?
A: Não gosto, mas.. ufff.. o que você faz me deixa louca...
F: Você tá me dizendo que aceita eu fazer..
A: Mmmm.. não.. não sei.. bom, talvez.. ahhhggg.. Deus, você me enlouquece!!
Fede se levantou de repente, com o pau duríssimo e super excitado pelo que minha namorada acabava de dizer. Do jeito que estava, abriu um pouquinho as bandas da bunda e passou um dedo, fazendo ela suspirar, e apontou o pau pra buceta da Ani, enfiando quase sem dificuldade nenhuma.
A: AAaaaaahhhhh...meu deeeus... siiiim F: Uffff... que molhada você tá, vizinha
A: Mmmm, que? -disse completamente perdida-
F: Que você tá muito molhada Ani.. ahhh.. tá com tesão?
A: Siiim.. mmmmm... queria que me comesse há tempos!! ahhhhh ahhhhhgg...
F: Me teria.. uffff. devia ter dito, Ani
A: É que.. mmmm... queria que você fizesse isso, aaahhhhggg.... e não pedir
F: Então você tava morrendo de vontade de ser comida?
A: Sim
F: Então posso te comer quando quiser?.. uffff
A: ahhhh ahhhhfff.. siiiim.. quando.. ufff.. quiser!!
F: Mesmo que esteja com seu namorado?
A: Mmmmmfff.. siiiim siiiim.. mesmo que.. ahhh.. esteja com ele
F: Você viria a qualquer hora.. ufff.. só pra ser comida?
A: Sim Fede, siiim.. ahhh ahhh... meu deeeus...
F: Você vai vir pra casa e deixar eu fazer o que eu quiser com você? A: Sim.. mmmm..
F: TUDO, o que eu quiser?
A: TUDO Fede.. aiii.. siim assim.. continua assim por favor!!
F: Você vai tomar o cum?
A: Sim Fede... ahhhhggg
F: Você vai embora com a buceta cheia de cum?
A: Mmmmmfff.. siim, toda cheiinha
F: Você vai jantar com seu namorado de peitos encharcados?
A: Aiii siim.. o que você quiser?
F: Sim.. ufff.. te chamo só pra gozar na sua cara?
A: Venho correndo Fede.. ahhhhff.. enche ela toda como se fosse novinha
F: ...
A: Ahhh ahhhggg.. Deus, como é gostoso sentir seu pau!!
F: ...
A: O que foi Fede?? mmmm.. ficou sem perguntas? haha..
Aqui o cara enfiou bem forte na Ani, arrancando um grito dela e chegou bem pertinho, colando a boca na orelha da minha namorada.
F: Você vai me dar essa bundinha?
A: Mmmmff... ufffff
F: Quero comer toda essa bundinha, Ani
A: Ahh sim??.. ahhhhh... só comer?
F: Não, quero meter o pau todo
A: Mmmmm.. na minha bundinha? – falou manhosa –
F: Sim, vizinha.. ufff.. na sua bundinha... ahhhhggg
A: Você vai rasgar ela? ahhhhhggg
F: Nãoo.. vou te comer
A: AAhhhh... sim? vai fazer minha bundinha, Fede?
F: Toda, Ani!! Toda.. uffff
Fede não aguentou mais, avisou a Ani que ia gozar e virou ela. Ela esperava que ele enchesse ela toda, mas o cara queria gozar na barriga dela toda.
F: Vem, se toca pra mim, quero te ver enquanto encho sua barriga de cum.. ufff
A: Mmmm.. assim? aaahhgg.. vamos gozar juntos, Fede.. vai, gostoso
Fede começou a gozar na barriga e nas mãos da minha namorada, que tava se masturbando.. gozando os dois quase ao mesmo tempo num orgasmo MUITO intenso.
F: Aaaaaahhhhhggg.. siiiiim.. M: Mmmm que delíciaaa.. siiiiim, toda Fede, toda pra mim vai.. me dá... aaahhhhh
Os dois riram cúmplices, se olharam e voltaram a se beijar feito adolescentes. Ela, por sua vez, pensava em tudo que ele tinha acabado de falar e percebeu que tinha dado permissão pra Federico meter na bucetinha dela. Achou que tava louca, mas se tocou que, nessa altura, a ideia não dava mais medo ou nojo, mas sim tesão e curiosidade.
Enquanto lavavam as partes e iam se alternando no chuveiro pra tirar o sabão e os fluidos; Ani não conseguia tirar da cabeça a ideia de se sentir completa. O cara deixava ela maluca, mas não de amor porque não achava que tava apaixonada; mas tinha algo que conseguia preencher ela no sexo e isso ela adorava. A preocupação, as dúvidas e o medo de que eu descobrisse algo, iam sumindo aos poucos.. como se fosse um navio desaparecendo devagar no horizonte.
Quando terminaram de se lavar, Ani ficou mais um segundo no banheiro e, ao sair, viu Fede deitado na cama com o celular na mão. Quando percebeu que Ani tinha voltado, bloqueou a tela rápido e jogou o celular de lado.
A: Epa.. que isso Fede, tava falando com alguém?
F: Perdão?.. não posso usar meu celular?
A: Pode, mas como te vi muito concentrado, nem viu que eu saí do chuveiro toda peladinha.
F: É, nem tudo dá pra ter, Ani.
O tratamento de vizinho, amo, etc.. de antes já tinha ido pro caralho e eles só se chamavam pelos nomes. Talvez algo deu mais confiança, talvez queriam isso há tempos (a gente sabe bem que Ani queria), então deixaram de lado o tratamento de amo e escrava.
A: Ahã.. olha só! Tá trocando mensagem com alguma puta, bem na hora que aceitei ser teu brinquedo pessoal.. que feio — disse fazendo biquinho —
F: Primeiro, tava falando com um amigo e segundo, não tenho que dar satisfação.
Ani percebeu a cena idiota que tava fazendo e quis consertar.
A: Kkkkkkk já sei, te enchi o saco. Nomas! Te vi concentrado e quis te fazer uma sacanagem - disse com uma piscadela-
F: Ahhh olha só, então sacanagem? que engraçadinha, comeu um palhaço?
A: Mmm não, mas comi um cara gostoso agora pouco.. bah, ele me comeu, acho
F: Ah ahh.. isso pode ser.
A: Sim
Ficaram se olhando por um tempo, ele na cama, ela parada do lado dele.
A: Fede..
F: Fala
A: Hoje a gente pode se ver à noite?
F: Hahaha que isso? quer transar de novo?
A: Ai cala boca idiota! já fez de tudo comigo hoje
F: Não, de tudo não..
A: Tá, mas a gente pode se ver?
F: Tenho uma festa hoje, por isso tava trocando mensagem e volto tarde, tá bom?
A: Sim, sim tá bom!! sem problemas.. dou um jeito e venho
F: Tanta vontade de me comer assim? hahahaha
A: Não, mas quero conversar com você
F: Uhhh conversar?
A: Sim, conv..
O celular da Ani começou a tocar e interrompeu a conversa. Como de costume, era eu perguntando se ela já tinha terminado pra poder passar e buscá-la. Ani fez sinal pro Fede pra dizer quem tinha ligado e esperou a conversa acabar.
F: Ani, o que você quer conv..
A: Preciso ir, senão meu namorado vai desconfiar, por favor me dá isso hoje. Só um pouco
F: Mas..
A: Só isso que te peço, Fede!
Ani começou a se trocar rápido e saiu correndo do apartamento do Fede, deixando ele sozinho no quarto. No momento em que eu me preparava pra sair pra buscá-la, Ani abre a porta do nosso apê, me deixando surpreso.
Y: Eiiii gordinha, o que cê faz aqui? não falei que ia te buscar?
A: Desculpa amor, vinha com a cabeça a mil pensando na reunião de condomínio da semana que vem e esqueci que você disse que ia me buscar.
Y: Uhh já tá pensando nisso amor? para com isso, falta.. não começa a encanar.
A: Cê tem razão gordão, sou uma idiota! vamos mudar de assunto, é perda de tempo ficar se estressando com isso!
Me diz o que você tava afim de fazer?
Contei sobre os planos que tinha pensado pra aquele dia e ela topou ter um encontro comigo como há um tempo a gente não tinha. Fiquei tipo uma hora esperando a Ani terminar de se trocar, verdade que ela não demorava tanto assim; mas pensei que como a gente não saía há um tempão, ela devia estar na dúvida do que vestir. Fui me aproximando devagarinho do quarto e olhei pelo buraco da fechadura pra ver o que rolava, e vi a Ani escolhendo o que vestir: uma camiseta com calça, uma saia com uma blusinha, um vestido... ela deve ter provado uns 10 looks diferentes, até que decidiu por uma camisetinha listrada que fica linda nela e um shortinho curto que realça uma raba maravilhosa. O que mais me surpreendeu foi que achei ter visto ela colocar uma calcinha fio dental branca de renda sem entrepernas, que ela usou uma vez comigo num aniversário.
Balancei a cabeça, pensando que talvez tivesse visto errado, mas também sorri porque pensei que a Ani tava afim de transar quando a gente voltasse. Finalmente ela saiu do quarto, trocada, linda e cheirosa, e fomos jantar num bar de massas no centro, bem bonito e intimista. Depois do jantar, aproveitando que era cedo, fomos tomar uns drinks num barzinho perto de casa. Verdade que fazia um tempão que eu não via ela tão solta, tão relaxada e curtindo uma saída. Era um prazer genuíno ver ela assim.
Quando chegamos em casa, a Ani se desculpou dizendo que ia no banheiro e eu fiquei no quarto esperando ela. Tava curioso pra saber o que ela tinha preparado, mas ela não saía, pensei que algo tinha acontecido; então fui até a porta do banheiro.
Y: Gordi, cê tá bem?
A: Tô, desculpa amor... bah, mais ou menos
Y: O que foi? Precisa de algo?
A: Não, parece que a comida me fez mal, acho que os camarões do molho não estavam bons
Y: Nossa, me fodeu!! Vou matar eles, como é que vendem coisas estragadas??
A: Não, relaxa amor, talvez foi pesado. Como tô de dieta full pra definir, acho que o molho me detonou.
Y: Bom... — falei derrotado —
A: Deita você, amor, fica tranquilo.
Y: Quer um chá? alguma coisa?
A: Não, não, quero ficar um tempo aqui, porque minha barriga tá doendo pra caralho. Y: Beleza, me avisa ou me dá um grito se quiser alguma coisa.
Já era umas 3 da manhã, então me joguei na cama com a roupa que tava e apaguei que nem uma pedra. A comida tinha sido pesada e o álcool fez estrago; então não aguentei muito tempo fazendo companhia pra minha mina.
Quando ouviu meus roncos, a Ani pegou o celular dela e, com o coração a mil, mandou uma mensagem pro Federico.
Ani: Fede, cê tá na sua casa?
Fede: Tá acordada? pensei que não ia mandar nada, tava quase indo dormir
Ani: Não, não, demorei, foi mal. Quis te mandar mensagem mas não dava
Fede: Seu namorado não deixou? hahaha
Ani: Cala a boca!! posso ir aí pra gente conversar?
Fede: Fala sério.. vem..
A Ani saiu com medo do banheiro, tentando fazer o menor barulho possível. Ficou mais tranquila quando me ouviu roncando, sinal claro de que tava apagado, e abriu devagar a porta do nosso quarto pra poder ir pra casa do cara.
Quando chegou na porta, tremendo, mandou uma mensagem avisando o Fede que já tava lá; assim não batia ou tocava a campainha. Quando ele abriu, ela entrou rápido no apê e fechou a porta.
F: Beleza, o que houve?
A: Preciso falar com você, mas cê pode me trazer um copo d'água?
F: Hã? por que não bebeu na sua casa.. – falou meio irritado –
A: Fala sério, te espero no seu quarto, aí a gente conversa sossegado.
F: Ok, quer gelo?
A: Sim, por favor!
O Fede foi buscar o bendito copo d'água e no caminho se preparou pro que vinha. Com certeza a Ani ia trazer umas paradas e ele ia ter que cortar o barato de uma vez ou se impor de novo porque a situação tava saindo do controle e ele não queria que desse merda pra ele.
O Fede se enganou.. porque no quarto dele, só com a camiseta dele vestida e uma fio dental de renda branca sem entrepernas, tava a Ani esperando ele. O cara ficou de boca aberta quando viu que na mão da minha mina tinha um tubinho de vaselina.
F: O-que.. que é isso.. que..
A: Oi, vim pra gente conversar! – disse sorrindo e balançando a bunda-
F: Uffff.. cê tá me dizendo..
A: Mhmm.. -assentiu-
F: Vai me entregar essa bucetinha?
A: Hoje minha bucetinha é sua, Fede!! Fiquei com vontade a noite toda, então tô mais que pronta.. bah, "tamos" -disse se apontando pra raba-
O cara não acreditava, todo esse tempo enchendo o saco da minha mina, ameaçando que se ela não entregasse a raba ia fazer um barraco, todo o trabalho fino; finalmente tinha dado frutos! Era a noite perfeita e a cara dele dizia tudo, era igual um moleque abrindo presente no Natal e a Ani adorava ver ele assim.
Fede chegou perto da minha mina e comeu ela de beijo, ela se deixou levar, tava pronta pra tudo. Não era a primeira vez dela, comigo a gente fez mó cota; mas não era algo normal e não era algo que ela curtisse muito. Mas dessa vez.. dessa vez era diferente, dessa vez ELA QUERIA, dessa vez não via a hora de sentir o cara abrindo caminho e enchendo a raba dela com o pau quente dele.
Depois de um baita amasso e olhares e sorrisos cúmplices, a Ani subiu na cama e ficou de quatro, apontando a bucetinha pro cara. Fede tava com os olhos arregalados, finalmente aquela raba era dele!! A calcinha fio dental de renda era perfeita e deixava toda a área à mostra, pra ele poder trabalhar de boa.
F: Cê tá pronta, Ani?
A: Mmmm sim.. tamos prontas -disse rebolando a bucetinha-
Fede passou um pouco de vaselina no pau e com um dedo, pegou o excesso e foi passando em círculos no cu da minha mina, que ao sentir o contato frio da vaselina deu um pulinho.
A: Ai!! ufff...
F: Uai Ani, que gostosa! não acredito que isso vai ser meu..
A: Mmmm se você se comportar, quem sabe.. até podemos fazer várias vezes
F: "Disse e me conquistou" kkkk..
A: Kkkk cala a boca, vai.. que a gente tá com vontade de vocês
F: Lá vamos nós, tão prontas?
A: Sim!!
Fede pegou o pau dele e apontou pra bucetinha da Ani. Apertou um pouco e foi entrando, fazendo minha mina pular de novo, ao sentir como ia entrando.
A: Uff.. auuuu.. devagar Fede.. mmmmm F: Aaahhhgg.. siiiim.. Deus, já vai entrando
A: Sim, tô sentindo você.. mmmm.. mas devagar que eu tenho que.. auuu.. me acostumar
F: Vai Ani, com a pica do teu namorado você devia ter uma puta prática.. ahhhgg..
A: Mmm sim, mas.. mmmmmfff.. ai, não... a gente não faz há muito tempo e uff.. fechou
F: Uhh, a vizinha tá com a bunda apertada?
A: Siiim.. você pode me ajudar? – falou manhosa –
F: Ahhhgg.. siiim.. olha aí, entrou mais um pouquinho
A: Sim, ufff.. já entrou metade
F: Como cê tá? – disse acariciando ela –
A: Mmmm.. muito bem.. ufff.. relaxada
F: Assim que eu gosto.. porque hoje você vai sentir ela toda
A: Ah sim?? ahhh.. é o que eu quero..
F: Tá pronta pra eu começar a me mexer?
A: Mmm vai, come um pouquinho dela, Fede
O cara segurou com uma mão a bunda da minha namorada, enquanto com a outra segurava a pica pra manter no lugar e começar uma metida e tirada curta.
F: Aahhhh... siiiim A: Mmmm assim... devagarzinho Fede... siiiim... ahh
F: Uf... eu sabia que essa bunda ia ser minha... ahhh
A: Ayyy... uuuufff... é?? desde quando você sabia?
F: Desde que você aceitou foder... ahhh... comigo
A: Uyy... faz um tempinho... ufff... já desde aí?
F: Sim... eu sabia que mais cedo ou mais tarde, você ia dar pra mim de boa
A: Mmmm... você é um visionário, Fede... ahhhh ahhh ahhhhh... devagar
F: É, sua cara já dizia tudo!! hahaha... uffff... vai, vou acelerar
A Ani tava tranquila, diferente do que tinha pensado no banheiro de casa, ela tava curtindo. Não tava sentindo nada estranho, não doía e não tava desagradando... claramente era culpa do cara, porque ele deixava ela louca. Aos poucos foi se soltando e aproveitando mais o anal, embora quem tava mais curtindo era o cara, que já tinha passado pra um ritmo mais acelerado. Ele não enfiava a pica toda, talvez por medo, talvez por cuidado, mas tava segurando ela pelo quadril e se movendo rápido pra frente e pra trás, enquanto de vez em quando dava um tapa na minha mina.
A: Ahhhhhh... auuuu... siiiiii assim!!! me dá tapas que eu adoro, Fede. F: Ufff, que putinha você se mostrou, hein Ani.
A: Siii? aahhh... você gostaa??
F: Adoro, vizinha! ahhhhh
A: Não me chama de vizinha..
F: Como eu te chamo? ahhhhh
A: Me chama mmmff... Ani.. Anita.. ufff.. puta, o que você quiser, bebê.
F: Então Ani, ou puta.. mmmm
A: Adoro os dois.. enquanto você.. ahhhgg deusss.. enquanto me come, me chama de puta se quiser jeje
F: Ah é? você é minha puta?
A: Sim Fede, sou sua puta.. ahhhggg..
Uau.. minha namorada acabava de confirmar pro cara que era a puta pessoal dele e que com isso ele podia fazer o que quisesse com ela. Ele já tinha feito, só faltava a bunda e ela tava entregando agora; então..
Fede continuava curtindo a bunda da Ani, que a cada estocada apertava o pau dele como se não quisesse que saísse. Minha namorada ou "a vizinha dele", tinha passado de uma gatinha certinha, que ele tinha pego fazendo um boquete no namorado, pra ser a puta pessoal dele e tava adorando cada segundo! Enquanto via o pau dele entrando e saindo da bunda da Ani, o cara sorria e murmurava coisas que Ani não conseguia entender direito. Era como se ele tivesse falando sozinho ou com alguém, talvez o próprio pinto? porque ele dizia coisas tipo "sim assim, como combinamos", "você tava certo, ela ia entregar".
Ani interrompeu o monólogo do cara e pediu pra trocar de posição porque tava cansando e os braços tremiam. O cara, meio contrariado porque queria continuar metendo, aceitou e tirou o pau.
A: Desculpa Fede, meus braços tão cansados, vamos trocar.
F: Vem, deita e fica de ladinho, me olhando.
A: Assim?
F: Sim, levanta um pouco a perna esquerda, pra me dar mais acesso.
A: Epa, você manja hein.. já comeu muitos cuzinhos?
F: Sim, mas nenhum igual ao seu, Ani.
O cara apontou o pau de novo pra bunda da minha namorada e dessa vez entrou sem dificuldade; então ele se deitou sobre o corpo da Ani e começou a comê-la com gosto.
A: Ahhh ahhh.. ayyy.. siii.. que lindo como me pega na buceta F: Ahhhgg... cê gosta, putinha? Adoro como entra tudo
A: Ayyy sii.. é divina, adoro essa pica
F: Mentirosa.. ufff.. não é igual a do teu marido, desse tamanhão!!
A: Aahhh ahhhh.. já... aahhhhgg.. te falei que não é meu marido.. ufff.. e não.. mmmmff.. tamanho não importa, ahhhh...
F: Por que não? ufff.. com essa pica, te enchia toda
A: Mmmmmfff... siii, mas.. ahhhhhggg.. não me faz gozar como.. uffff, como você Fede
F: Então.. ahhhh... vamos ter que.. foder mais vezes, né?.. digo.. ufff, assim você goza que nem louca
A: Ayyy sii.. quando quiser Fede.. sii.. mmmmfff.. continua, vai, continua metendo no meu cuzinho
F: Claro que vou continuar.. uffff
A: Cê gosta do meu cuzinho?
F: Adoro, Ani
A: Cê gosta.. ahhhh.. de foder ele assim?
F: Siii.. e você gosta?
A: Do que, Fede?
F: De sentir minha pica entrando e saindo desse cuzinho que.. aahhhh.. tanto me negou?
A: Adoro.. não tá vendo minha.. ahhhhh ahhhhhhhhggg.. carinha de puta aproveitando??
F: Que putinha linda você é..
A: Mmmm mas só sua putinha, bebê... ahhhhhh
Ani agora estava em êxtase, não sentia dor, nada.. só prazer. Adorava como o cara tava tratando ela e adorava sentir a pica entrando e saindo do cuzinho dela à vontade e com gosto. Quem diria que ia curtir tanto um anal, já que comigo não costumava aproveitar tanto. Por uns minutos, o quarto do cara era um eco constante de corpos se chocando e sons molhados.
Não faltava muito pro Fede gozar, a excitação era enorme e ele não aguentava mais ficar dentro da buceta da minha namorada, então avisou.
F: Já tô quase, Ani.. uffff.. onde você quer? ahhhh
A: Dentro não!! fora.. ahhh.. fora joga, quero sentir tudo no cuzinho!!! mmmff
F: Lá vai então.. lá vai
O cara tirou a pica da buceta da minha namorada e começou a bater punheta. Apontou direto pra entrada dela e começou a gozar, jato atrás de jato, enchendo o cuzinho dela e sujando a calcinha fio dental grossa com gozo acumulado
A: Mmmmm siiiiii... que lindooooo.. todaaaaa F: Aaaaaahhhhh... uuuufffff..
A: Que lindo me pegou Fede!! adorei.. mmmmm
F: Deus.. vai me matar de infarto, puta!
A: Kkkkkk é?? —disse ela brincando e rebolando a raba—
F: É!! impossível, agora que provei essa raba não quero parar..
A: E então, agora você tem livre acesso, Fede..
Fede se levantou e foi buscar algo pra se limpar. Enquanto isso, Ani ficou na cama, com a raba cheia de porra e pulsando depois dessa foda. Não conseguiu evitar, se sentiu uma puta, cheia e suja, e pegou um pouco da porra que tinha na raba e levou à boca. Saboreou aquela creme espesso como se fosse uma sobremesa e sorriu..
Fede voltou do banheiro com o celular na mão, jogou ele na cama e ofereceu uma toalha pra Ani se limpar. Enquanto se limpava, ficaram conversando um pouco sobre como tinham se divertido, até que bateram na porta.. campainha, batidas, cada vez mais fortes.
A: O que foi? Quem é???
F: Espera, fica aqui..
A: Não abre, vai que é alguém que entrou no prédio!!!
F: Shhh, fica aqui você
O cara foi abrir a porta, aos berros entrando no apartamento.
Y: QUE PORRA TÁ ACONTECENDO AQUI? ONDE TÁ MINHA NAMORADA?
Fede apontou pro quarto e eu fui na hora.
Y: O QUE CÊ TÁ FAZENDO AQUI? QUE PORRA É ESSA???
Ani tinha ficado pálida, muda e com uma cara de susto que eu nunca tinha visto nesses anos de relacionamento.
Y: QUE QUE HÁ QUE NÃO FALA?
A: N.. não.. —gaguejava—
Y: NNN.. NÃO O QUÊ?? FALA
F: Desculpa mas..
Y: NÃO NÃO; DEIXA ELA FALAR
A: Que.. amor.. desculpa, não, não é o que..
Y: Não é o quê? Não é o que parece você vai me dizer? Que não parece, hein?
A: Não, só.. eu tava.. a gente tava..
F: É, é o que parece, não adianta mentir.
Y: Beeeem, pelo menos um não mente e fala a verdade, que que foi, hein? Quero que minha namorada me fale..
A: Desculpa, amor —começou a chorar—
Y: Desculpa por quê? hein.. o que você fez?
A: Não.. eu..
Y: O que você fez, eu perguntei..
Olhei pra de forma agressiva na minha namorada, enquanto o cara estava num canto sentado num sofá do quarto dele. Ani não sabia onde se meter, também não sabia o que dizer. Tinha pegado eles no flagra depois de terem transado e ainda por cima não sabiam me responder.
Y: Mais uma vez te pergunto. O que você fez? Me fala porque vou fazer um barraco que o prédio inteiro vai saber, Anabela..
A: Desculpa, amor, não sei o que aconteceu, simplesmente rolou que..
Y: Rolou o queeee?? consegue me responder?
A: Que transei com o Federico! — disse chorando
Y: É verdade, cara?
F: Sim, é verdade — disse com naturalidade
Y: E você gostou, Anabela?
A: O quê? Como você pode me perguntar isso.. não sei.. tô confusa.. eu...
Y: Ani, te perguntei se você gostou — baixando o tom de voz
F: Fala pra ele se você gostou, Ani.
A: Não, por que.. quer dizer.. por que eu tenho..
Y: Quer falar você, ou eu falo, cara?
A: O quê? que que tá rolando..
Y: Nada, só quero saber se minha namorada gostou de transar com o cara.
A: Não tô entendendo
F: Ani, seu namorado sabe de tudo. A gente planejou isso juntos.
A: QUEEEE???
Y: Sim, isso tudo foi planejado. Tava esperando o Fede "fechar" o trato com você pra poder aparecer.
Ani não entendia nada, as lágrimas já tinham secado, mas ela continuava na cama meio nua e com cara de susto e preocupação. Não sabia se tava sonhando, de vez em quando se beliscava ou batia nas próprias bochechas, mas não acordava; tudo era real.
Fechei a porta do quarto pra ter mais privacidade e sentei na cama perto dela. Fede, por sua vez, aproximou o sofá um pouco mais da cama e começou a acalmar minha namorada.
F: Ani, calma, não tem problema, tá tudo bem. É real, para de se machucar
A: Mas não tô entendendo, que que vocês planejaram?
Y: Gordi.. tudo que rolou entre vocês, foi planejado. Cada visita, cada conversa, cada encontro, tudo.
A: ...
F: Sim, desde aquela noite que fui na sua casa, lembra?
A: Que noite?
Y: A noite que o Fede foi te falar que tinha um problema, porque tinha tomado uma Comprimido azul e não descia, lembra?
A: QUÊ? Como você sabe..
F: Tudo foi planejado, Ani
Y: A chantagem com nosso vídeo?
F: O vídeo eu gravei por tesão, não ia falar nada, mas quando ele veio falar comigo sobre o que tinha acontecido, contei que tinha aquele vídeo e que ia apagar, mas ele me parou.
A: Como assim te parou? Você pediu pra ele não apagar aquilo???
Y: Sim, na hora não sei o que pensei, mas percebi que podia ser útil pra mim.
A: Útil pra quê??
F: Pra conseguir tudo o que conseguimos juntos.
A: Mas.. então.. tudo o que a gente fez?
Y: Planejado
F: Planejado
A gente ficou tentando acalmar a Ani por um bom tempo, mas no começo foi muito difícil. Sabíamos que a notícia ia chocar ela, mas não sabíamos como contar tudo pra ela se acalmar. Aos poucos ela foi relaxando, ouvindo o que tanto eu quanto o Fede falávamos. Ela olhava pra gente com uma mistura de raiva e nojo, mas a cara dela foi mudando com o passar dos minutos e agora só olhava mais de boa.
A gente contou como planejamos tudo, como fizemos acontecer tudo o que aconteceu. Explicamos que a gente se falava pelo WhatsApp, por isso o Fede vivia no celular e eu tinha "saídas, jogos, trampo, etc". Tudo ia fechando essa trama complicada e a Ani, aos poucos, foi entendendo por que os encontros tinham rolado "TÃO FACILMENTE".
A: Mas não entendo, por que vocês fizeram isso?
F: Bom, porque... – eu cortei ele –
Y: Deixa, Fede, isso eu quero falar eu, se você deixar.
F: Claro! é todo seu
Y: Ani, faz tempo que a gente tá estagnado numa relação que, à primeira vista, parece perfeita. A gente se ama, se dá bem, mas sem a gente perceber, ou pelo menos você, a gente tava num loop de trabalhar, malhar, ser bons vizinhos, sexo de vez em quando e repetir.
A: Mas no sexo a gente não se dava mal.
Y: Eu sei, gordinha, mas faltava algo e eu sei que você no fundo sabia. Desde que rolou o que rolou com o Fede no sofá de casa, Você tinha outra cara. Não percebia, mas estava relaxada, mais feliz e solta. Além do medo do que tinha acontecido.
A: Mas o que isso tem a ver?
Y: Percebi que a gente precisava de algo a mais na nossa relação, uma faísca que acendesse aquele fogo que você tinha meio apagado e que eu conheci quando éramos novinhos. Não queria que nossa vida se resumisse a aquele loop da morte e, bom, conversando com o cara outro dia que nos conheceu, pensamos que isso ia ser o melhor.
A: O quê, me chantagear com punheta e transar com ele?
F: Não, Ani, experimentar ficar com alguém, ter uma aventura, que a adrenalina, o medo de ser descoberta, te libertasse um pouco daquela prisão em que você estava enfiada.
Ani olhou para ele, hesitante, mas os olhos dela acabaram dando razão ao Fede.
Y: No começo, quando Fede me deu a ideia, ele me aconselhou a procurar algum amigo nosso ou conhecido, mas eu não queria meter ninguém do nosso círculo nisso. Perguntei ao Fede se ele tinha algum conhecido ou amigo; mas percebemos que trazer alguém de fora era uma merda. Como a gente planejava os encontros? Você não sai, não é de sair com amigas, ou sozinha.. era impossível conseguir que um amigo dele te encontrasse e te cantasse.
F: Além disso, o pessoal ia pensar mal se alguém viesse toda hora e onde iam ter os encontros? Lá fora? Você não ia aceitar, com certeza ia recuar e nunca ia rolar nada.
Y: Chegando a essa conclusão, me ocorreu perguntar a ele. Ele já tinha te visto, já tinha ficado excitado e já tinha te gravado; então por que não? Perguntei se ele topava a ideia.
F: Claro, quem não ia topar, Ani, você é uma gostosa.
Y: Kkkkkk viu? Tudo deu certo. A cada encontro, a cada situação, aos poucos você foi se soltando, era outra. Sorria mais, estava mais solta.
A: Mas.. sempre tive medo de você descobrir, me sentia estranha, como se estivesse mais solta.
Y: Você não via, amor, eu sim. Te conheço há anos, sei tudo sobre você, suas caras, suas reações, seus gestos. Tudo mudou e você voltou a ser a de antes. Por favor, não fica brava.
A: Não sei o que pensar.
F: Pensa que deu tudo certo, que foi uma fase de redescoberta e prazer.
A: Você é um enganador.
Y: Viu? Foi assim que eu também caí...
A: E você?
Y: Eu o quê?
A: Não te incomoda saber tudo o que eu fiz?
Y: Não, amor, me excitava saber como você se comportava. Eu até dava conselhos e falava o que você gostava, praquele cara fazer um papel excelente.
A: Então quer dizer que você gosta de ser corno?
Y: Vamos chamar de namorado permissivo... além disso...
A: Além disso o quê?
F: Além disso ele também teve a parte dele de ação... hahaha
A: COMO ASSIM?
Y: Shhh... não me entrega, cara!
A: Me conta TUDO AGORA! E você, cara atrevido, tá ferrado por não ter me contado nada antes!
Assim, aos poucos... a namorada inocente, anjo do prédio, a mulher que todo mundo queria... se transformou numa mulher livre, empoderada, plena e satisfeita. Teve mais encontros depois dessa conversa, mas isso eu deixo pra sua imaginação...
FIM
14 comentários - Minha namorada e o vizinho do 4º B (pt-12) - Final
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